Olá, como vocês estão? Tenho uma altura média, uns peitos meio grandes, uma cintura que combina com meu quadril e uma bunda grande. Atualmente sou casada, temos uma filha, e isso aconteceu quando meu sogro ficou uma semana na minha casa. Foi assim que tudo começou com ele, que é encantador em todos os sentidos. Quando acordei, meu marido já não estava na cama. Tentei chamá-lo, mas ele não respondeu. Percebendo que estávamos sozinhos em casa, resolvi tomar um banho antes de levar minha filha pra escola.
Andei nua até o banheiro, deixando minha roupa no quarto. Enquanto ensaboava o cabelo, com o xampu escorrendo pelo rosto e pelas costas, não ouvi a porta abrir. De repente, senti uma mão na minha bunda, o que me assustou. Tava procurando o chuveiro pra abrir a água quando, de repente, alguém me beijou com paixão. Na hora, pensei que era meu marido e falei: "Ai, amor, achei que já tinha ido pro trabalho". Mas, quando continuou me tocando, percebi que era meu sogro.
Envergonhada, me afastei rápido.
Meu sogro me diz: "Você tá muito gostosa e sensual assim. Além disso, te desejo há um tempão." Ele se aproximou, pegou minha bunda de novo e afastou meus braços que cobriam meus peitos e minha buceta. Me beijou com paixão contra a parede e depois voltou a me tocar. Enfiou dois dedos na minha intimidade e disse: "Ajoelha." Entre beijos, mandou eu me ajoelhar. Com uma mão na minha cabeça, foi me guiando suavemente até colocar o pau dele na frente do meu rosto. Tirou os dedos da minha buceta e os enfiou na minha boca. Chupei eles enquanto ficava vermelha. Depois, trocou rapidamente pelo pau dele e começou a mexer o quadril, enfiando na minha boca de leve no começo, enquanto eu mexia a língua. O gosto era forte, mas excitante. Masturbei ele com a mão.
Nos separamos e sentamos no chão do chuveiro. Ele se masturbava enquanto me provocava: "Se Quer mais, vem aqui, vagabunda." Eu me aproximei de quatro e nos beijamos apaixonadamente, o pau dele roçando na minha entrada. Nos separamos do beijo, sentia minha buceta queimando de tesão. Peguei o pau dele e comecei a penetração.
Segurando minhas nádegas, ele me olhava nos olhos enquanto eu descia e comentava: "Você está tão aberta quanto eu imaginava." A ideia de que ele me imaginava daquele jeito me excitava muito.
Rapidamente, ele me guiou para ter ele completamente dentro de mim. Quando o pau dele chegou no fundo, eu o abracei, gemendo e tremendo de prazer.
O pau dele estava me penetrando ainda mais que o do meu parceiro, ele me beijou nos lábios e movia suavemente os quadris para ir acostumando minha buceta.
Meus peitos estavam contra o peito dele enquanto ele me cobria de beijos lascivos na boca e no pescoço, aumentando a intensidade a cada estocada. Depois de um tempo, apoiei minhas mãos no peito dele e comecei a me mexer. Montar no pau dele era um desafio, já que era algo novo para mim, mas eu via como ele estava gostando e aumentei a intensidade dos meus movimentos. Meus peitos balançavam na frente dele, que não hesitava em chupá-los e mordê-los.
Ele colocou as mãos na minha cintura e nos meus quadris, enquanto eu fechava os olhos tentando me concentrar, mas só conseguia pensar nele. Quando olhava para ele, me sentia nervosa e cada vez mais excitada. Meu corpo todo ardia e, ao abrir o chuveiro, ele parecia gostar de ver meu corpo molhado me montando vigorosamente. Nos olhamos fixamente por alguns segundos e ele começou a me dar tapas na bunda dizendo "mais rápido, raposa."
Comecei a obedecer e a me mexer mais rápido, nossos corpos se chocando ecoavam mais alto que a água do chuveiro. Depois de alguns segundos, não aguentei mais e tirei o pau dele de uma vez. Mesmo assim, gozei na frente dele, espirrando meus fluidos nele. Fiquei sentada durante o orgasmo, olhando para ele, até parar. Ele me olhava sorrindo de forma provocante.
Ele me levantou e me pressionou contra o vidro do box. Meus peitos se apertavam contra o vidro. Enquanto ele acariciava minhas nádegas e passava os dedos na minha buceta. Enfiou dois dedos rapidamente e tirou pra ver meu nível de lubrificação, depois colocou o pau na minha entrada. Segurou meus quadris e me fez ficar na ponta dos pés, arqueando mais minha bunda. Empurrou com força, enfiando tudo de uma vez, e senti minha buceta queimando de prazer.
Tudo aconteceu muito rápido e senti minha bunda dolorida por causa das palmadas. Eu gritava de tesão e ele sussurrava no meu ouvido como eu era gostosa, passando a língua pelas minhas costas até morder meu ombro, onde ainda tinha marcas da noite anterior com meu parceiro. Ele era bem bruto na hora do sexo e isso me excitava, já que meu parceiro sempre me tratou com delicadeza.
Enquanto continuava, ele me perguntou onde eu preferia que o filho dele gozasse, eu disse que no meu corpo ou na minha boca. Ele sorriu e continuou por mais alguns segundos até segurar meu rosto e me beijar com luxúria. Senti o pau inteiro dentro de mim, pulsando, e ele soltou o leite. Nunca deixava ninguém gozar dentro de mim, muito menos sem camisinha, mas a putaria do momento me fez esquecer disso.
Quando o beijo acabou, fiquei uns segundos recuperando as forças e me juntei a ele pra terminar o banho. Durante o banho, ele me acariciou mais e me ajudou a expulsar o sêmen da minha buceta. Ao sair, pegamos as toalhas e ele me deu um último beijo apaixonado antes de eu ir pro quarto me vestir e levar minha filha pra escola.
Na saída, ele já estava vestido e se despediu com outro beijo na boca, junto com um aperto na minha bunda. Fui embora e, quando cheguei em casa, passei o resto do dia pensando em como traí meu parceiro com o pai dele no chuveiro e como meu sogro traiu a esposa dele comigo. Sinceramente, lembrar disso me dava tesão e comecei a me masturbar.
Pessoalmente, eu adoraria repetir o que fizemos pelo menos mais uma vez e sei que ele também ia querer. O que vocês acham? Será que eu devia marcar um encontro? Aguardo os comentários de vocês e obrigada por lerem.
Andei nua até o banheiro, deixando minha roupa no quarto. Enquanto ensaboava o cabelo, com o xampu escorrendo pelo rosto e pelas costas, não ouvi a porta abrir. De repente, senti uma mão na minha bunda, o que me assustou. Tava procurando o chuveiro pra abrir a água quando, de repente, alguém me beijou com paixão. Na hora, pensei que era meu marido e falei: "Ai, amor, achei que já tinha ido pro trabalho". Mas, quando continuou me tocando, percebi que era meu sogro.
Envergonhada, me afastei rápido.
Meu sogro me diz: "Você tá muito gostosa e sensual assim. Além disso, te desejo há um tempão." Ele se aproximou, pegou minha bunda de novo e afastou meus braços que cobriam meus peitos e minha buceta. Me beijou com paixão contra a parede e depois voltou a me tocar. Enfiou dois dedos na minha intimidade e disse: "Ajoelha." Entre beijos, mandou eu me ajoelhar. Com uma mão na minha cabeça, foi me guiando suavemente até colocar o pau dele na frente do meu rosto. Tirou os dedos da minha buceta e os enfiou na minha boca. Chupei eles enquanto ficava vermelha. Depois, trocou rapidamente pelo pau dele e começou a mexer o quadril, enfiando na minha boca de leve no começo, enquanto eu mexia a língua. O gosto era forte, mas excitante. Masturbei ele com a mão.
Nos separamos e sentamos no chão do chuveiro. Ele se masturbava enquanto me provocava: "Se Quer mais, vem aqui, vagabunda." Eu me aproximei de quatro e nos beijamos apaixonadamente, o pau dele roçando na minha entrada. Nos separamos do beijo, sentia minha buceta queimando de tesão. Peguei o pau dele e comecei a penetração.
Segurando minhas nádegas, ele me olhava nos olhos enquanto eu descia e comentava: "Você está tão aberta quanto eu imaginava." A ideia de que ele me imaginava daquele jeito me excitava muito.
Rapidamente, ele me guiou para ter ele completamente dentro de mim. Quando o pau dele chegou no fundo, eu o abracei, gemendo e tremendo de prazer.
O pau dele estava me penetrando ainda mais que o do meu parceiro, ele me beijou nos lábios e movia suavemente os quadris para ir acostumando minha buceta.
Meus peitos estavam contra o peito dele enquanto ele me cobria de beijos lascivos na boca e no pescoço, aumentando a intensidade a cada estocada. Depois de um tempo, apoiei minhas mãos no peito dele e comecei a me mexer. Montar no pau dele era um desafio, já que era algo novo para mim, mas eu via como ele estava gostando e aumentei a intensidade dos meus movimentos. Meus peitos balançavam na frente dele, que não hesitava em chupá-los e mordê-los.
Ele colocou as mãos na minha cintura e nos meus quadris, enquanto eu fechava os olhos tentando me concentrar, mas só conseguia pensar nele. Quando olhava para ele, me sentia nervosa e cada vez mais excitada. Meu corpo todo ardia e, ao abrir o chuveiro, ele parecia gostar de ver meu corpo molhado me montando vigorosamente. Nos olhamos fixamente por alguns segundos e ele começou a me dar tapas na bunda dizendo "mais rápido, raposa."
Comecei a obedecer e a me mexer mais rápido, nossos corpos se chocando ecoavam mais alto que a água do chuveiro. Depois de alguns segundos, não aguentei mais e tirei o pau dele de uma vez. Mesmo assim, gozei na frente dele, espirrando meus fluidos nele. Fiquei sentada durante o orgasmo, olhando para ele, até parar. Ele me olhava sorrindo de forma provocante.
Ele me levantou e me pressionou contra o vidro do box. Meus peitos se apertavam contra o vidro. Enquanto ele acariciava minhas nádegas e passava os dedos na minha buceta. Enfiou dois dedos rapidamente e tirou pra ver meu nível de lubrificação, depois colocou o pau na minha entrada. Segurou meus quadris e me fez ficar na ponta dos pés, arqueando mais minha bunda. Empurrou com força, enfiando tudo de uma vez, e senti minha buceta queimando de prazer.
Tudo aconteceu muito rápido e senti minha bunda dolorida por causa das palmadas. Eu gritava de tesão e ele sussurrava no meu ouvido como eu era gostosa, passando a língua pelas minhas costas até morder meu ombro, onde ainda tinha marcas da noite anterior com meu parceiro. Ele era bem bruto na hora do sexo e isso me excitava, já que meu parceiro sempre me tratou com delicadeza.
Enquanto continuava, ele me perguntou onde eu preferia que o filho dele gozasse, eu disse que no meu corpo ou na minha boca. Ele sorriu e continuou por mais alguns segundos até segurar meu rosto e me beijar com luxúria. Senti o pau inteiro dentro de mim, pulsando, e ele soltou o leite. Nunca deixava ninguém gozar dentro de mim, muito menos sem camisinha, mas a putaria do momento me fez esquecer disso.
Quando o beijo acabou, fiquei uns segundos recuperando as forças e me juntei a ele pra terminar o banho. Durante o banho, ele me acariciou mais e me ajudou a expulsar o sêmen da minha buceta. Ao sair, pegamos as toalhas e ele me deu um último beijo apaixonado antes de eu ir pro quarto me vestir e levar minha filha pra escola.
Na saída, ele já estava vestido e se despediu com outro beijo na boca, junto com um aperto na minha bunda. Fui embora e, quando cheguei em casa, passei o resto do dia pensando em como traí meu parceiro com o pai dele no chuveiro e como meu sogro traiu a esposa dele comigo. Sinceramente, lembrar disso me dava tesão e comecei a me masturbar.
Pessoalmente, eu adoraria repetir o que fizemos pelo menos mais uma vez e sei que ele também ia querer. O que vocês acham? Será que eu devia marcar um encontro? Aguardo os comentários de vocês e obrigada por lerem.
3 comentários - Primeira vez com meu sogrão