Fala meus pausudos, boa sexta pra todo mundo... Semana passada fiquei de contar como continuou minha história depois de ter comido aquele australiano gostoso que me deu mó trabalho (até agora o homem que mais me custou pra fuder) mas depois de muita indireta ele acabou aceitando transar comigo... Era segunda-feira, eu saía do aeroporto depois de me despedir do meu macho australiano e peguei um táxi... Pra minha surpresa, era o homem que tinha me levado de casa até o apê do gringo no sábado de madrugada... Se lembram do relato anterior... eu tava tão tesuda e no cio que saí do meu apê de lingerie, semi-nua e bêbada, e o taxista levou o susto da vida me vendo daquele jeito... acabou enfiando os dedos em mim na porta do apê do loiro... O taxista, super feliz, me perguntou: "A senhora lembra de mim, mocinha?? Te levei uns dias atrás pro centro..." Eu: "Simmm, como não vou lembrar... você foi tão gentil que não cobrou a corrida... e em troca deixei você me apalpar... sim, lembro sim... como cê tá?" Taxista: "Bem, linda... muito feliz de ter você de novo no meu carro, mas queria pedir desculpas pelo que aconteceu... não costumo ser assim... me cuido muito e tento respeitar meu trabalho. Por sorte você não fez nada, mas eu podia ter perdido meu emprego se o dono do carro descobrisse..." Eu: "Ah, você é uma doçura... adoro quando a galera é assim respeitosa e responsável... eu que peço desculpas por ter pego o táxi daquele jeito... tava bêbada e muito excitada..." Taxista: "Valeu por entender e não se desculpa... você me fez muito feliz naquele momento... e como foi aquela noite??" Eu: "Foi espetacular, consegui ficar com a pessoa que tanto queria... mas infelizmente ele já foi embora do país... o bom dura pouco, né?" Taxista: "Bom, não desanima... o que não era pra você não tinha que ser... vão vir homens melhores, você é uma mulher muito gostosa... e desculpa por ter duvidado da sua feminilidade... sinceramente, achei que você era uma garota trans... sem ofensa" Eu: "EU SOU!!! Só que por sorte consegui Operar... o senhor é muito gentil... A gente continuou a conversa por um bom tempo, já que onde eu morava era bem longe do aeroporto e a viagem levaria fácil uma hora ou duas... O papo continuou muito bom... e aos poucos foi ficando picante... subindo o tom... Num momento, perguntei ao senhor há quanto tempo ele não transava e ele disse que fazia mais de 10 anos... já que era divorciado e nunca mais quis tentar ficar com mulheres... Ele era um homem carinhoso, respeitoso, e dava pra ver que a separação da esposa tinha afetado ele tanto que o lado sexual dele ficou completamente bloqueado...
O fato de o cara não transar há muito tempo me deixava pilhada e rapidinho comecei a ficar com tesão só de pensar em seduzir ele (claramente isso me excita pra caralho)... Taxista: então essa é a história da minha vida, amor... tô sem pegar mulher há muito tempo... já esqueci como é uma buceta kkkkkk Começamos a rir os dois e aí me veio uma ideia. Decidi tirar a calcinha fio dental e passar o resto da viagem mostrando a pussy pra deixar ele nervoso.
Eu falava alto pra chamar a atenção dele, mas ele ia concentrado na estrada... Até que eu falo: Moço, qual é o seu nome? Alberto, ele responde... E o seu? Eu: me chama de Gabriela... Olha o presente que eu tenho pra você. Dá uma olhada no espelho...
Dona Gabriela, o que cê tá fazendo?? Pergunta assustado... Mostro pra ele lembrar como eram as bucetas... Lembra assim??? Falo eu, já entrando no meu modo puta oferecida... Me deixa nervoso, bombom hahaha, cê é muito gostosa, mas talvez tá meio confusa... Eu só sou seu motorista, não precisa fazer isso... Eu: hahaha, que respeitoso que é o Alberto... Mas entenda, eu tô te ajudando a lembrar pra não esquecer como eram... hehehe quero ser legal com você... Taxista: cê já foi legal comigo há 2 dias, não precisa de novo... Fala Alberto, envergonhado... Eu: para um segundo que quero te mostrar outra coisa... Alberto para o táxi num lugar escuro... E pergunta o que queria mostrar... Eu abro as pernas e mostro minha buceta trans... já molhada... Eu: estica o braço e toca... não fica só na vista... usa o tato também... Ele não se animava até que pego o braço dele e faço ele tocar a buceta.
Ele toca um pouco e continua dirigindo... Eu: viu??? É muito parecida com uma buceta de mulher?? O que cê acha?? Taxista: sim, verdade, é igual... me surpreende como é molhadinha hehe fazia tempo que não tocava uma assim... bom, no sábado toquei na sua, mas antes disso, muito tempo... a última que toquei foi da minha esposa... E aí ele ficou triste. Percebi que ele se abateu ao lembrar da esposa... Pra animar ele, pedi pra ele parar um pouco que eu ia passar pro banco da frente pra dar uma força... ele aceitou, mas disse pra eu não me preocupar, que eram problemas dele... Eu respondi de forma respeitosa e logo comecei a animar ele... falei umas coisas gostosas e ele começou a sorrir... quando vi que ele tava melhorando, resolvi começar a esquentar ele um pouco, apalpando ele... passando a mão no volume dele.
Taxista: bebê, o que cê tá fazendo??
Eu: fica tranquilo, Alberto… posso te tratar de você?
Taxista: pode sim, gostosa, mas não precisa. Além disso, acho que não vai funcionar… faz tempo que esse troço não sobe… só uso pra mijar mesmo kkkk, com perdão da palavra.
Eu: aposto que eu faço ele subir. Quer apostar?
Taxista: kkkk não, coração, não quero jogar não kkkk
Eu: aposto que eu levanto ele, cê vai ver… se eu ganhar, não me cobra nada… se eu perder, te faço um boquete.
Taxista: kkkk nãooo, nem pense nisso, a senhora é uma dama, podia ser minha filha… fica tranquila, hehe — ele disse nervoso.
Eu: agora cê vai ver a habilidade que eu tenho… Fui apalpando o pau dele o caminho todo até chegar em casa, e nunca subiu.
Taxista: falei, coração… esse troço não funciona mais, não insiste…
Eu: affff, achei que ia conseguir… e ainda chegamos…
Taxista: sem problema, amor, valeu mesmo assim… suas mãos me fizeram sentir muito bem… não se preocupa, não vou te cobrar… cê é muito gentil… deixa que eu pago essa corrida do meu bolso…
Eu: não vou deixar isso acontecer, Alberto, de jeito nenhum… Eu ainda tava com o pau dele mole na minha mão…
Taxista: não, bebê, não insiste, porque não vou te cobrar…
Eu: então, se não vai me cobrar, vou te pagar de outro jeito… Ali mesmo peguei o pintinho dele e comecei a chupar.

Alberto ficou louco, os olhos dele se transformaram... e ele não conseguia parar de falar. Aos poucos, o pau dele começou a endurecer na minha boca.
Consegui a ereção dele.. Olha, Alberto kkkk consegui.. viu que ele subiu mesmo??? Olha que dura que tá??? Eu falava pra ele, animando ele... Alberto: não acredito, gata
Olha como é que cê tá?? Hahaha...vamo tirar essa calça pra tu ver com teus próprios olhos como teu pau tá durinho...eu falei pra ele (Ele tava de olho fechado...nem queria olhar). Eu baixei a calça dele e fiz ele ver a ereção dele.
Eu: olha só, Alberto, olha como tu tá com ela!!!! Viu que conseguia...eu confiava em você... Taxista: não acredito, faz anos que não sentia a pica tão dura...tô totalmente surpreso...valeu, gostosa... Eu: espera que ainda não terminei isso...vamos continuar com o método... Aí comecei a beijar ele todo enquanto pegava na pica...e o Alberto ficou puto de tesão
Continuei chupando a pica dele enquanto ele agarrava toda a minha bunda e enfiava os dedos na minha buceta... Agora você vai me dar o leite, eu falo... Não, bebê, acho que não sai nada. Te falei que tenho ela só pra mijar... ele me diz, o sem-vergonha. Agora você vai ver, eu falo desafiando ele... Dei a chupada da vida dele e, como esperava, tudo acabou na minha boca.
Acabou tudo, o velho e eu limpei a porra do gozo dele com minha língua. Quase desmaiou. Taxista: "Ai, gata, você vai me matar do coração... não consigo acreditar no que tô vivendo... não mereço isso..." Eu olho pra ele, engulo o gozo dele e falo: "Claro que você merece..." Ele pega minha cabeça e me puxa pra beijar ele todo... a gente troca língua por uns minutos com aquele gosto de gozo guardado por anos, e eu me visto... A gente se despede e eu vou pra casa. Pobre Alberto me olhava com uns olhos de amor... e eu, além de realizar meu desejo, viajei de graça até em casa. Passaram uns dias e a vida voltou à rotina. Um dia vou pro centro comprar e cruzo com Alberto andando de novo. Eu: "Oi, Albert, que surpresa te encontrar por aqui." Taxista: "Oi, gostosa, como cê tá? Que bom te ver... que lindo te encontrar..." Eu: "Como vão as coisas? E o táxi?" Alberto: "Não tenho mais ele. Fui demitido, infelizmente." Eu: "Ah, não acredito, o que aconteceu?!" Alberto: "Prefiro não te encher com meus problemas." Eu: "Imagina... tô interessada em saber o que rolou, de verdade. Tenho carinho por você." Taxista: "Bom, mas não fica mal com o que vou te contar. Como não consegui render o dinheiro do dia que te levei, meu chefe ficou muito puto. Tanto que investigou e descobriu que tive aquele encontro com você... viu as câmeras de segurança e não me perdoou... me demitiu na hora... ele é muito rígido e não curte essas coisas... por isso nunca andei na zona ou sequer passou pela minha cabeça ir com puta... mas tudo bem, eu que me meti nessa." Ele falou tudo triste. Dava pra ver que tava muito desanimado e deprimido. Eu: "Não acredito. E tudo por minha culpa. Me sinto péssima." Taxista: "Não, linda, você valeu a pena tudo isso que me aconteceu... além do mais, fui eu que devia ter dito não... agora vou pagar as consequências." Me deu uma puta pena e ofereci ajuda. Ele não aceitou de jeito nenhum, mas eu insisti. Eu: "Olha, Alberto, quero te ajudar... me sinto culpada... você não merece isso." Alberto: "Não se preocupa, gata, a gente vai dar um jeito... mesmo nessa idade. É difícil... e acho que nunca mais vou pegar um táxi depois disso...
Eu: Você sabe fazer coisas de pedreiro, encanador ou eletricista?
Taxista: Sim, claro... sei fazer de tudo...
Eu: Então vem amanhã na minha casa. Tenho um monte de coisas pra arrumar e você vai fazer. Vou te pagar muito bem, pode ficar tranquilo.
Taxista: De jeito nenhum posso aceitar sua ajuda... ainda sou homem e tenho que me virar sozinho... não tenha pena de mim...
Eu: Insisto... além disso, preciso arrumar um monte de coisas que eu não consigo. A casa tá à venda e quero deixar ela bonita... e você precisa do dinheiro...
Taxista: Não quero que faça isso por pena, além disso sou um homem muito velho. Com certeza você vai encontrar algum jovem que faça as coisas melhor que eu...
Eu: Olha, Alberto, eu escolhi você... quero que seja você meu funcionário. Vou deixar meu número de telefone, você já sabe onde eu moro... te espero amanhã às 10 da manhã... e fui embora...
Alberto tentou me convencer, mas não deixei...
No outro dia, acordei às 10 pra esperar ele, mas ele nunca apareceu... Claramente não quis aceitar meu trabalho por orgulho...
Mas no dia seguinte, de manhã, batem na porta... abro e era o Alberto...
A proposta ainda está de pé, senhorita Gabriela?
Eu: Claro, entra que vou te contar tudo...
Continua...
O fato de o cara não transar há muito tempo me deixava pilhada e rapidinho comecei a ficar com tesão só de pensar em seduzir ele (claramente isso me excita pra caralho)... Taxista: então essa é a história da minha vida, amor... tô sem pegar mulher há muito tempo... já esqueci como é uma buceta kkkkkk Começamos a rir os dois e aí me veio uma ideia. Decidi tirar a calcinha fio dental e passar o resto da viagem mostrando a pussy pra deixar ele nervoso.
Eu falava alto pra chamar a atenção dele, mas ele ia concentrado na estrada... Até que eu falo: Moço, qual é o seu nome? Alberto, ele responde... E o seu? Eu: me chama de Gabriela... Olha o presente que eu tenho pra você. Dá uma olhada no espelho...
Dona Gabriela, o que cê tá fazendo?? Pergunta assustado... Mostro pra ele lembrar como eram as bucetas... Lembra assim??? Falo eu, já entrando no meu modo puta oferecida... Me deixa nervoso, bombom hahaha, cê é muito gostosa, mas talvez tá meio confusa... Eu só sou seu motorista, não precisa fazer isso... Eu: hahaha, que respeitoso que é o Alberto... Mas entenda, eu tô te ajudando a lembrar pra não esquecer como eram... hehehe quero ser legal com você... Taxista: cê já foi legal comigo há 2 dias, não precisa de novo... Fala Alberto, envergonhado... Eu: para um segundo que quero te mostrar outra coisa... Alberto para o táxi num lugar escuro... E pergunta o que queria mostrar... Eu abro as pernas e mostro minha buceta trans... já molhada... Eu: estica o braço e toca... não fica só na vista... usa o tato também... Ele não se animava até que pego o braço dele e faço ele tocar a buceta.
Ele toca um pouco e continua dirigindo... Eu: viu??? É muito parecida com uma buceta de mulher?? O que cê acha?? Taxista: sim, verdade, é igual... me surpreende como é molhadinha hehe fazia tempo que não tocava uma assim... bom, no sábado toquei na sua, mas antes disso, muito tempo... a última que toquei foi da minha esposa... E aí ele ficou triste. Percebi que ele se abateu ao lembrar da esposa... Pra animar ele, pedi pra ele parar um pouco que eu ia passar pro banco da frente pra dar uma força... ele aceitou, mas disse pra eu não me preocupar, que eram problemas dele... Eu respondi de forma respeitosa e logo comecei a animar ele... falei umas coisas gostosas e ele começou a sorrir... quando vi que ele tava melhorando, resolvi começar a esquentar ele um pouco, apalpando ele... passando a mão no volume dele.
Taxista: bebê, o que cê tá fazendo?? Eu: fica tranquilo, Alberto… posso te tratar de você?
Taxista: pode sim, gostosa, mas não precisa. Além disso, acho que não vai funcionar… faz tempo que esse troço não sobe… só uso pra mijar mesmo kkkk, com perdão da palavra.
Eu: aposto que eu faço ele subir. Quer apostar?
Taxista: kkkk não, coração, não quero jogar não kkkk
Eu: aposto que eu levanto ele, cê vai ver… se eu ganhar, não me cobra nada… se eu perder, te faço um boquete.
Taxista: kkkk nãooo, nem pense nisso, a senhora é uma dama, podia ser minha filha… fica tranquila, hehe — ele disse nervoso.
Eu: agora cê vai ver a habilidade que eu tenho… Fui apalpando o pau dele o caminho todo até chegar em casa, e nunca subiu.
Taxista: falei, coração… esse troço não funciona mais, não insiste…
Eu: affff, achei que ia conseguir… e ainda chegamos…
Taxista: sem problema, amor, valeu mesmo assim… suas mãos me fizeram sentir muito bem… não se preocupa, não vou te cobrar… cê é muito gentil… deixa que eu pago essa corrida do meu bolso…
Eu: não vou deixar isso acontecer, Alberto, de jeito nenhum… Eu ainda tava com o pau dele mole na minha mão…
Taxista: não, bebê, não insiste, porque não vou te cobrar…
Eu: então, se não vai me cobrar, vou te pagar de outro jeito… Ali mesmo peguei o pintinho dele e comecei a chupar.


Alberto ficou louco, os olhos dele se transformaram... e ele não conseguia parar de falar. Aos poucos, o pau dele começou a endurecer na minha boca.
Consegui a ereção dele.. Olha, Alberto kkkk consegui.. viu que ele subiu mesmo??? Olha que dura que tá??? Eu falava pra ele, animando ele... Alberto: não acredito, gata
Olha como é que cê tá?? Hahaha...vamo tirar essa calça pra tu ver com teus próprios olhos como teu pau tá durinho...eu falei pra ele (Ele tava de olho fechado...nem queria olhar). Eu baixei a calça dele e fiz ele ver a ereção dele.
Eu: olha só, Alberto, olha como tu tá com ela!!!! Viu que conseguia...eu confiava em você... Taxista: não acredito, faz anos que não sentia a pica tão dura...tô totalmente surpreso...valeu, gostosa... Eu: espera que ainda não terminei isso...vamos continuar com o método... Aí comecei a beijar ele todo enquanto pegava na pica...e o Alberto ficou puto de tesão
Continuei chupando a pica dele enquanto ele agarrava toda a minha bunda e enfiava os dedos na minha buceta... Agora você vai me dar o leite, eu falo... Não, bebê, acho que não sai nada. Te falei que tenho ela só pra mijar... ele me diz, o sem-vergonha. Agora você vai ver, eu falo desafiando ele... Dei a chupada da vida dele e, como esperava, tudo acabou na minha boca.
Acabou tudo, o velho e eu limpei a porra do gozo dele com minha língua. Quase desmaiou. Taxista: "Ai, gata, você vai me matar do coração... não consigo acreditar no que tô vivendo... não mereço isso..." Eu olho pra ele, engulo o gozo dele e falo: "Claro que você merece..." Ele pega minha cabeça e me puxa pra beijar ele todo... a gente troca língua por uns minutos com aquele gosto de gozo guardado por anos, e eu me visto... A gente se despede e eu vou pra casa. Pobre Alberto me olhava com uns olhos de amor... e eu, além de realizar meu desejo, viajei de graça até em casa. Passaram uns dias e a vida voltou à rotina. Um dia vou pro centro comprar e cruzo com Alberto andando de novo. Eu: "Oi, Albert, que surpresa te encontrar por aqui." Taxista: "Oi, gostosa, como cê tá? Que bom te ver... que lindo te encontrar..." Eu: "Como vão as coisas? E o táxi?" Alberto: "Não tenho mais ele. Fui demitido, infelizmente." Eu: "Ah, não acredito, o que aconteceu?!" Alberto: "Prefiro não te encher com meus problemas." Eu: "Imagina... tô interessada em saber o que rolou, de verdade. Tenho carinho por você." Taxista: "Bom, mas não fica mal com o que vou te contar. Como não consegui render o dinheiro do dia que te levei, meu chefe ficou muito puto. Tanto que investigou e descobriu que tive aquele encontro com você... viu as câmeras de segurança e não me perdoou... me demitiu na hora... ele é muito rígido e não curte essas coisas... por isso nunca andei na zona ou sequer passou pela minha cabeça ir com puta... mas tudo bem, eu que me meti nessa." Ele falou tudo triste. Dava pra ver que tava muito desanimado e deprimido. Eu: "Não acredito. E tudo por minha culpa. Me sinto péssima." Taxista: "Não, linda, você valeu a pena tudo isso que me aconteceu... além do mais, fui eu que devia ter dito não... agora vou pagar as consequências." Me deu uma puta pena e ofereci ajuda. Ele não aceitou de jeito nenhum, mas eu insisti. Eu: "Olha, Alberto, quero te ajudar... me sinto culpada... você não merece isso." Alberto: "Não se preocupa, gata, a gente vai dar um jeito... mesmo nessa idade. É difícil... e acho que nunca mais vou pegar um táxi depois disso... Eu: Você sabe fazer coisas de pedreiro, encanador ou eletricista?
Taxista: Sim, claro... sei fazer de tudo...
Eu: Então vem amanhã na minha casa. Tenho um monte de coisas pra arrumar e você vai fazer. Vou te pagar muito bem, pode ficar tranquilo.
Taxista: De jeito nenhum posso aceitar sua ajuda... ainda sou homem e tenho que me virar sozinho... não tenha pena de mim...
Eu: Insisto... além disso, preciso arrumar um monte de coisas que eu não consigo. A casa tá à venda e quero deixar ela bonita... e você precisa do dinheiro...
Taxista: Não quero que faça isso por pena, além disso sou um homem muito velho. Com certeza você vai encontrar algum jovem que faça as coisas melhor que eu...
Eu: Olha, Alberto, eu escolhi você... quero que seja você meu funcionário. Vou deixar meu número de telefone, você já sabe onde eu moro... te espero amanhã às 10 da manhã... e fui embora...
Alberto tentou me convencer, mas não deixei...
No outro dia, acordei às 10 pra esperar ele, mas ele nunca apareceu... Claramente não quis aceitar meu trabalho por orgulho...
Mas no dia seguinte, de manhã, batem na porta... abro e era o Alberto...
A proposta ainda está de pé, senhorita Gabriela?
Eu: Claro, entra que vou te contar tudo...
Continua...
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