Eu era um cara comum que tinha fracassado em tudo. Ia mal no amor, na amizade, mal tinha relação com a minha família e, financeiramente, tava ainda pior, afogado em dívidas. A qualquer momento o banco ia tomar minha casa e eu não ia ter onde cair morto, tava ferrado até o talo, pra ser sincero. Minha vida era um inferno. No desespero, entrei num grupo de ajuda, mas não deu resultado nenhum. Minha vida era uma merda e eu não via sentido em nada. Mas, nesse mesmo grupo, um cara que eu mal conhecia me deu um papel com um endereço anotado. "Vai nesse lugar se quiser mudar sua vida", ele sussurrou.
Fiquei a noite inteira pensando: o que eu devia fazer? Tava morrendo de curiosidade de ir, mas e se fosse algo ruim? Naquela noite não consegui dormir nem um pouquinho, e na seguinte também, insuportável. O dia inteiro aquelas palavras ecoavam na minha cabeça: "mudar sua vida". Era a única coisa que eu queria, e talvez, só talvez, se eu fosse, pudesse tornar isso real. Na terceira noite sem dormir, numa pensão vagabunda que custava só um dólar a diária, ouço no rádio a poesia noturna: "Mudar sua vida é só para os corajosos; os covardes se contentam com a mediocridade." Era o destino? Ou só minha cabeça criando ideias? Não sei. Mas de uma coisa eu tava certo: na manhã seguinte, eu ia. Fechei os olhos e, naquela noite, dormi como um anjo.
No outro dia, assim que acordei, fui pro endereço que ele marcou. Era um bairro bem perigoso, de fama muito ruim, numa casa clandestina usada pra apostas. O papel dizia: "Bate duas vezes no portão e fala que veio pelo concurso." Depois de um minuto, um homem me atendeu. Me convidou pra entrar, com muita educação me ofereceu água e sentou pra ouvir minha história. Eles faziam muitas coisas, e ele queria saber por que eu tava ali.
Contei cada detalhe da minha vida, o que eu queria mais ou menos, e ele me respondeu o que eu poderia conseguir. Melhorar minha vida tinha um custo muito alto. Eu estava disposto a pagar? A resposta era um claro sim. Já estava no jogo, não tinha mais nada a perder. Absolutamente qualquer coisa era melhor do que isso.
Homem: Ok, entendo. Bem, vamos matar dois coelhos com uma cajadada só. Vem comigo.
Eu o segui por um corredor muito comprido e escuro. Matar dois coelhos com uma cajadada só? O que ele queria dizer com isso? Algo vai rolar, tenho certeza, mas não sei o quê. De qualquer forma, ele me prometeu melhorar minha vida, mais atenção, eu poderia viver sob um teto e teria muita ação. Não sei bem o que isso significa, mas com certeza soa melhor do que o que tenho agora. Então, eu vou, não importa o que aconteça daqui pra frente.
Entramos num quarto escuro, parecia uma cela de cadeia. Só tinha um espelho, uma cama e uma torneira embaixo do espelho. Ele encheu um copo d'água e me entregou um comprimido.
Homem: Se você quer mudar de vida, é só tomar esse comprimido. Quando acordar, vai ter uma mudança radical, mas te aviso que pode não ser o que você espera. Se até amanhã você não tomar esse comprimido, essa porta vai estar aberta e você pode ir embora numa boa. Se tomar, não tem volta. Boa sorte na sua decisão, amigo. (Ele disse antes de fechar a porta e me deixar trancado.)
Me olhei no espelho com o comprimido na mão, mas eu já tinha decidido. Não tinha ido ali pra perder tempo. Não passou nem 10 minutos, tomei o comprimido e logo bateu um sono. Deitei na cama e dormi. Dormi pra caralho, tanto que quando acordei, nem sabia onde estava.
Me olhei no espelho, tava com um roupão branco, quase não cobrindo nada do meu corpo, eu era uma mulher, mas não conseguia reagir, ainda tava meio sedado. Será que sempre fui mulher? Não sei, minha cabeça tava doendo, do nada ouço uma voz: "vista a roupa que tem do teu lado esquerdo", ela diz. Olho sem conseguir abrir os olhos direito e pego ela. "Troca de roupa", a voz fala, "e se prepara porque a partir de agora começa sua nova vida, Kiara". Kiara? Quem é Kiara? Ela me chamou de Kiara? Minha cabeça tava pulsando, mas não consegui pensar, só me troquei. Quando terminei, a porta se abriu. "Agora vem, me segue, Kiara", ouvi de novo. Senti uma mão bem quentinha me pegando, era um homem, ou acho que era, não consegui reconhecer. Ele começou a andar e eu fui atrás. Ele me levou pra outro quarto, mas esse era um quarto de hotel, parecia um motel, dava pra ver que era um quarto bem bonito, diria até de 5 estrelas. Eu entrei, mas a figura ficou pra trás. "Boa sorte, Kiara, espero que você seja feliz daqui pra frente", ele disse enquanto a porta se fechava, e eu nunca mais o vi.
A porta da frente se abre e aparece um homem, careca, muito muito feio, com dentes meio amarelados e tortos, completamente pelado, o corpo todo cabeludo e o pau dele era enorme, mais de 20 centímetros fácil.
Homem feio: "Oi Kiara, prazer, me chamo Xavier, a partir de agora você vai ser minha namorada."
Kiara: "Eu? Onde eu tô? Quem é você? Por quê?"
Ele se aproxima, me pega pelos braços e começa a me beijar. Eu ainda tava meio sedada por aquele comprimido, não consegui resistir, ele era muito mais forte. Ele me segurou com as mãos grandes de homem e me deixou imobilizada enquanto enfiava a língua na minha boca no que era suposto ser um beijo. Foi realmente nojento, quase vomitei.
Logo depois disso, não durou nem dois segundos e ele já arrancou a bata que eu tava vestindo e me deitou na cama.
Xavier: Fica tranquila, gostosa, vou te mostrar como é seu novo corpo e por que você nunca mais vai conseguir se desgrudar de mim.
Depois disso, ele começou a tocar minha nova buceta bem de leve, ele sabia o que fazia com os dedos, mesmo que o rosto não ajudasse, ele era muito habilidoso. Começou a tocar, roçar e enfiar os dedos bem devagar e sutil na minha buceta, eu comecei a gozar, num piscar de olhos não só tava gemendo, mas também tava me tocando nas minhas novas partes enquanto não conseguia pensar, minha mente ficou em branco, isso era incrível.
Mas isso foi só por um tempo, até eu chegar no clímax meu corpo tava quente, eu já tava ofegante e gemendo mais alto, ele percebeu, tava perto, então me virou, abriu minhas pernas e apertou forte minha barriga mostrando quem mandava, pra depois começar a me dar mais prazer com dois dedos juntos, já não era mais suave, agora era bruto, na selvageria, mas isso era ainda melhor, a única coisa que eu conseguia fazer era gemer aos berros enquanto pedia mais, não conseguia me controlar, ele começou a meter mais forte até eu chegar no orgasmo.
Meu corpo tremeu, do nada jorrei um esguicho, enquanto meus olhos viravam brancos de prazer e eu gritava ahhhhhhh sim ahhhhhh sim, minha nova buceta tava quente e excitada e eu tava sentindo o que as mulheres sentem, o prazer feminino no auge, foi glorioso ou assim pensei, ingênua, se tivesse parado por aí, mas não, Xavier tinha outros planos.
Essa tinha sido a primeira, ele continuou, enfiando os dedos, roçando, acariciando, lambendo e chupando, usou os dedos, boca, língua e lábios, pra eu chegar em outro clímax e gozar pela segunda vez, entre meus gritos de prazer eufóricos, pensei que ia acabar ali mas não, tava muito enganada, isso era só o começo, pra me deixar no clima, eu já não aguentava mais, tinha a buceta pegando fogo, mais sensível do que nunca e meio inchada, mas tudo isso foi pra me lubrificar e dilatar o máximo possível pra entrar aquela cock monstruosa que ele tinha entre as pernas, que dura chegava perto dos 28 centímetros. E tava o mais ereta possível.
Centímetro por centímetro, ele enfiou bem devagar e o mais fundo que conseguiu na minha barriga, enquanto entrava, eu me queixava de dor, era monstruoso, mesmo gozando duas vezes, eu não aguentava, mas ele pouco se importou. Assim que entrou toda, ele tirou devagar e enfiou de novo, uma e outra vez, enquanto me envolvia com o braço e dizia:
Xavier: Fica tranquila, meu amor, no começo vai doer, mas depois você vai se acostumar e não vai querer mais que eu tire.
Kiara: Aiii não, dói, é grande, mmmmmmm.
Não consegui reclamar, porque ele logo me agarrou e começou a me beijar. Eu fiquei parada, enquanto ele me beijava e empurrava o pau dele no fundo da minha buceta, mas não foi por muito tempo, felizmente pra mim, já que minha buceta era virgem até aquele momento, estava apertada demais, ele não aguentou e logo soltou uma carga grossa e densa dentro da minha buceta.
Eu estava exausta, completamente suada e sem fôlego, minhas pernas tremiam e minha buceta doía muito, porque aquele filho da puta tinha arrebentado ela e ainda por cima encheu ela toda. Pensei que tinha acabado, mas não, eu estava enganada.
Ele continuava duro como pedra, enquanto eu não aguentava mais, mas claro que não ia parar por ali, ia me mostrar o que vou ter que aturar pelo resto dos meus dias. Enquanto tinha a buceta explodindo, ele me pegou de novo, mas dessa vez não foi tão piedoso como no começo e com a pica bem dura começou a me penetrar enquanto me olhava nos olhos e acelerava o ritmo.
Eu só gritei, não estava gemendo, estava pedindo pra ele parar, aquilo não era prazer, não totalmente, as estocadas dele estavam perfurando meu útero enquanto me comia com força e dureza, e eu tinha a buceta inchada e cheia de porra, literalmente ia me partir ao meio.
Xavier: Não vai ser tudo amoroso, eu te fodo e bem forte.
Foto banhada em sêmen
Enquanto ele enchia de novo minha buceta de porra e deixava bem vermelha e inchada, com um pouco de sangue depois de umas fodas daquelas numa virgem como eu, gozou tanto que transbordou e continuava jogando sêmen nos meus peitos, na cara e na barriga, enquanto eu fiquei estirada ali, toda tremendo e sem conseguir me mexer. Pensei que finalmente tínhamos terminado, mas não, de novo não, só demos uma pausa, ele me deu água, uma toalha pra me limpar e acendeu um cigarro enquanto me dizia pra me preparar pro último round, eu pensei que não podia estar falando sério, mais um eu não ia aguentar, mas me enganei, não ia me pegar pela buceta, essa já estava nocauteada, ia estrear meu cu, esse no começo doía até mais que a buceta, mas depois você vai ficar pedindo e implorando por mais pica como uma puta, ele me disse, e dito e feito.
Me colocou de bunda pra cima enquanto afundava a cara na cama e ele enfiava o pauzão dele no meu cu, enquanto eu pedia pra ele ser mais gentil, mas isso não tava nos planos dele, então no meio dos meus gemidos ele começou a furar meu cu, eu pra aguentar mordi os lençóis o mais forte que pude.
Enquanto ele me macetava, eu ingenuamente pensei que não ia durar muito porque já tava rolando um tempão transando, mas não podia estar mais enganada, ele passou mais de vinte minutos me comendo sem parar. Chegou num ponto que eu já tava muito exausta e dolorida, mas ele continuava e continuava, me soltava uma palmada, outra, metia de uma vez, muito forte, depois devagar, depois 3 ou 4 estocadas com tudo e assim sem se cansar repetiu pra mim várias vezes que meu cu tava muito apertado, quase tão apertado quanto minha buceta.
Até que finalmente depois de quase meia hora de porrada ele gozou, senti o pau dele pulsando dentro do meu cu e soltando no fundo dos meus intestinos a masculinidade dele, pra falar a verdade eu já não sentia mais tão incômodo e até tinha começado a gostar um pouco, mas não aguentava mais, tava exausta e acabada, precisava de um descanso, mas isso não ia parar por aí. Ele queria mais um pouco, e sem me dar tempo de reação, me pegou pelos joelhos enquanto enfiava o pau de novo no meu cu escorrendo de porra.
Xavier: Não tão rápido, princesa, ainda tenho energia pra continuar te comendo, daqui não vamos até você ficar apaixonada pelo meu pau.
E de novo começou a me comer, mas dessa vez mais selvagem, eu morta só conseguia gemer e gemer, enquanto me resignava totalmente e me deixava levar, nos braços dele, com meu cu totalmente exposto me rendi ao pauzão dele, queria ele dentro de mim pra sempre, só conseguia pensar nele, no pau dele e em ele me comer.
Assim que ele viu como eu me quebrava e aceitava ser a putinha dele pelo resto da minha vida, ele colocou o pau dele na minha cara e, pra selar o acordo, me fez chupar ele, o que eu aceitei de boa, porque não era por obrigação, era por amor, amor ao pau dele, então dei lambidas em cada parte daquele pau, que de agora em diante ia ser completamente meu.
Xavier não era só um cara de pauzão, mas também era muito rico, na real ele me comprou, só que eu não sabia, naquele lugar onde me ofereceram mudar de vida, também me venderam como escrava/noiva pra ele. Então, a partir de agora, eu não ia ser só o saco de porra pessoal dele, mas também ia ser a "namorada" dele. Ele me levava pra passear pelo mundo todo, mas claro, em cada lugar que me levava, ele me fazia trepar, não importava se tinha alguém ou não, se a gente tava fazendo alguma coisa, eu tinha que abrir um dos meus buracos pra ele.
Mas não foi tudo ruim, na verdade eu tô muito feliz. Não só deixei pra trás minha vida nojenta e viajei pelo mundo, como agora sou uma total sustentada. Nem preciso fazer tarefa de casa, porque tem alguém que faz por mim. Temos cozinheiros, empregadas, de tudo. A única coisa que tenho que fazer é vagabundear o dia inteiro, mas claro, com uma condição: quando o Xavier quiser me comer, eu tenho que deixar, não importa o que eu esteja fazendo. Na hora que ele aparece com o pau pra fora, eu, como a mulher dele, tenho que atender. Isso é algo normal que a gente faz todo dia. Eu fico jogando videogame, ele vem e usa minha boca, minha pussy, meu cu ou os três pelo tempo que ele quiser e do jeito que ele quiser. Fim.
Fiquei a noite inteira pensando: o que eu devia fazer? Tava morrendo de curiosidade de ir, mas e se fosse algo ruim? Naquela noite não consegui dormir nem um pouquinho, e na seguinte também, insuportável. O dia inteiro aquelas palavras ecoavam na minha cabeça: "mudar sua vida". Era a única coisa que eu queria, e talvez, só talvez, se eu fosse, pudesse tornar isso real. Na terceira noite sem dormir, numa pensão vagabunda que custava só um dólar a diária, ouço no rádio a poesia noturna: "Mudar sua vida é só para os corajosos; os covardes se contentam com a mediocridade." Era o destino? Ou só minha cabeça criando ideias? Não sei. Mas de uma coisa eu tava certo: na manhã seguinte, eu ia. Fechei os olhos e, naquela noite, dormi como um anjo.
No outro dia, assim que acordei, fui pro endereço que ele marcou. Era um bairro bem perigoso, de fama muito ruim, numa casa clandestina usada pra apostas. O papel dizia: "Bate duas vezes no portão e fala que veio pelo concurso." Depois de um minuto, um homem me atendeu. Me convidou pra entrar, com muita educação me ofereceu água e sentou pra ouvir minha história. Eles faziam muitas coisas, e ele queria saber por que eu tava ali.
Contei cada detalhe da minha vida, o que eu queria mais ou menos, e ele me respondeu o que eu poderia conseguir. Melhorar minha vida tinha um custo muito alto. Eu estava disposto a pagar? A resposta era um claro sim. Já estava no jogo, não tinha mais nada a perder. Absolutamente qualquer coisa era melhor do que isso.Homem: Ok, entendo. Bem, vamos matar dois coelhos com uma cajadada só. Vem comigo.
Eu o segui por um corredor muito comprido e escuro. Matar dois coelhos com uma cajadada só? O que ele queria dizer com isso? Algo vai rolar, tenho certeza, mas não sei o quê. De qualquer forma, ele me prometeu melhorar minha vida, mais atenção, eu poderia viver sob um teto e teria muita ação. Não sei bem o que isso significa, mas com certeza soa melhor do que o que tenho agora. Então, eu vou, não importa o que aconteça daqui pra frente.
Entramos num quarto escuro, parecia uma cela de cadeia. Só tinha um espelho, uma cama e uma torneira embaixo do espelho. Ele encheu um copo d'água e me entregou um comprimido.
Homem: Se você quer mudar de vida, é só tomar esse comprimido. Quando acordar, vai ter uma mudança radical, mas te aviso que pode não ser o que você espera. Se até amanhã você não tomar esse comprimido, essa porta vai estar aberta e você pode ir embora numa boa. Se tomar, não tem volta. Boa sorte na sua decisão, amigo. (Ele disse antes de fechar a porta e me deixar trancado.)
Me olhei no espelho com o comprimido na mão, mas eu já tinha decidido. Não tinha ido ali pra perder tempo. Não passou nem 10 minutos, tomei o comprimido e logo bateu um sono. Deitei na cama e dormi. Dormi pra caralho, tanto que quando acordei, nem sabia onde estava.
Me olhei no espelho, tava com um roupão branco, quase não cobrindo nada do meu corpo, eu era uma mulher, mas não conseguia reagir, ainda tava meio sedado. Será que sempre fui mulher? Não sei, minha cabeça tava doendo, do nada ouço uma voz: "vista a roupa que tem do teu lado esquerdo", ela diz. Olho sem conseguir abrir os olhos direito e pego ela. "Troca de roupa", a voz fala, "e se prepara porque a partir de agora começa sua nova vida, Kiara". Kiara? Quem é Kiara? Ela me chamou de Kiara? Minha cabeça tava pulsando, mas não consegui pensar, só me troquei. Quando terminei, a porta se abriu. "Agora vem, me segue, Kiara", ouvi de novo. Senti uma mão bem quentinha me pegando, era um homem, ou acho que era, não consegui reconhecer. Ele começou a andar e eu fui atrás. Ele me levou pra outro quarto, mas esse era um quarto de hotel, parecia um motel, dava pra ver que era um quarto bem bonito, diria até de 5 estrelas. Eu entrei, mas a figura ficou pra trás. "Boa sorte, Kiara, espero que você seja feliz daqui pra frente", ele disse enquanto a porta se fechava, e eu nunca mais o vi. A porta da frente se abre e aparece um homem, careca, muito muito feio, com dentes meio amarelados e tortos, completamente pelado, o corpo todo cabeludo e o pau dele era enorme, mais de 20 centímetros fácil.
Homem feio: "Oi Kiara, prazer, me chamo Xavier, a partir de agora você vai ser minha namorada."
Kiara: "Eu? Onde eu tô? Quem é você? Por quê?"
Ele se aproxima, me pega pelos braços e começa a me beijar. Eu ainda tava meio sedada por aquele comprimido, não consegui resistir, ele era muito mais forte. Ele me segurou com as mãos grandes de homem e me deixou imobilizada enquanto enfiava a língua na minha boca no que era suposto ser um beijo. Foi realmente nojento, quase vomitei.
Logo depois disso, não durou nem dois segundos e ele já arrancou a bata que eu tava vestindo e me deitou na cama. Xavier: Fica tranquila, gostosa, vou te mostrar como é seu novo corpo e por que você nunca mais vai conseguir se desgrudar de mim.
Depois disso, ele começou a tocar minha nova buceta bem de leve, ele sabia o que fazia com os dedos, mesmo que o rosto não ajudasse, ele era muito habilidoso. Começou a tocar, roçar e enfiar os dedos bem devagar e sutil na minha buceta, eu comecei a gozar, num piscar de olhos não só tava gemendo, mas também tava me tocando nas minhas novas partes enquanto não conseguia pensar, minha mente ficou em branco, isso era incrível.
Mas isso foi só por um tempo, até eu chegar no clímax meu corpo tava quente, eu já tava ofegante e gemendo mais alto, ele percebeu, tava perto, então me virou, abriu minhas pernas e apertou forte minha barriga mostrando quem mandava, pra depois começar a me dar mais prazer com dois dedos juntos, já não era mais suave, agora era bruto, na selvageria, mas isso era ainda melhor, a única coisa que eu conseguia fazer era gemer aos berros enquanto pedia mais, não conseguia me controlar, ele começou a meter mais forte até eu chegar no orgasmo.Meu corpo tremeu, do nada jorrei um esguicho, enquanto meus olhos viravam brancos de prazer e eu gritava ahhhhhhh sim ahhhhhh sim, minha nova buceta tava quente e excitada e eu tava sentindo o que as mulheres sentem, o prazer feminino no auge, foi glorioso ou assim pensei, ingênua, se tivesse parado por aí, mas não, Xavier tinha outros planos.
Essa tinha sido a primeira, ele continuou, enfiando os dedos, roçando, acariciando, lambendo e chupando, usou os dedos, boca, língua e lábios, pra eu chegar em outro clímax e gozar pela segunda vez, entre meus gritos de prazer eufóricos, pensei que ia acabar ali mas não, tava muito enganada, isso era só o começo, pra me deixar no clima, eu já não aguentava mais, tinha a buceta pegando fogo, mais sensível do que nunca e meio inchada, mas tudo isso foi pra me lubrificar e dilatar o máximo possível pra entrar aquela cock monstruosa que ele tinha entre as pernas, que dura chegava perto dos 28 centímetros. E tava o mais ereta possível.
Centímetro por centímetro, ele enfiou bem devagar e o mais fundo que conseguiu na minha barriga, enquanto entrava, eu me queixava de dor, era monstruoso, mesmo gozando duas vezes, eu não aguentava, mas ele pouco se importou. Assim que entrou toda, ele tirou devagar e enfiou de novo, uma e outra vez, enquanto me envolvia com o braço e dizia:Xavier: Fica tranquila, meu amor, no começo vai doer, mas depois você vai se acostumar e não vai querer mais que eu tire.
Kiara: Aiii não, dói, é grande, mmmmmmm.
Não consegui reclamar, porque ele logo me agarrou e começou a me beijar. Eu fiquei parada, enquanto ele me beijava e empurrava o pau dele no fundo da minha buceta, mas não foi por muito tempo, felizmente pra mim, já que minha buceta era virgem até aquele momento, estava apertada demais, ele não aguentou e logo soltou uma carga grossa e densa dentro da minha buceta.
Eu estava exausta, completamente suada e sem fôlego, minhas pernas tremiam e minha buceta doía muito, porque aquele filho da puta tinha arrebentado ela e ainda por cima encheu ela toda. Pensei que tinha acabado, mas não, eu estava enganada.
Ele continuava duro como pedra, enquanto eu não aguentava mais, mas claro que não ia parar por ali, ia me mostrar o que vou ter que aturar pelo resto dos meus dias. Enquanto tinha a buceta explodindo, ele me pegou de novo, mas dessa vez não foi tão piedoso como no começo e com a pica bem dura começou a me penetrar enquanto me olhava nos olhos e acelerava o ritmo.Eu só gritei, não estava gemendo, estava pedindo pra ele parar, aquilo não era prazer, não totalmente, as estocadas dele estavam perfurando meu útero enquanto me comia com força e dureza, e eu tinha a buceta inchada e cheia de porra, literalmente ia me partir ao meio.
Xavier: Não vai ser tudo amoroso, eu te fodo e bem forte.
Foto banhada em sêmen
Enquanto ele enchia de novo minha buceta de porra e deixava bem vermelha e inchada, com um pouco de sangue depois de umas fodas daquelas numa virgem como eu, gozou tanto que transbordou e continuava jogando sêmen nos meus peitos, na cara e na barriga, enquanto eu fiquei estirada ali, toda tremendo e sem conseguir me mexer. Pensei que finalmente tínhamos terminado, mas não, de novo não, só demos uma pausa, ele me deu água, uma toalha pra me limpar e acendeu um cigarro enquanto me dizia pra me preparar pro último round, eu pensei que não podia estar falando sério, mais um eu não ia aguentar, mas me enganei, não ia me pegar pela buceta, essa já estava nocauteada, ia estrear meu cu, esse no começo doía até mais que a buceta, mas depois você vai ficar pedindo e implorando por mais pica como uma puta, ele me disse, e dito e feito.
Me colocou de bunda pra cima enquanto afundava a cara na cama e ele enfiava o pauzão dele no meu cu, enquanto eu pedia pra ele ser mais gentil, mas isso não tava nos planos dele, então no meio dos meus gemidos ele começou a furar meu cu, eu pra aguentar mordi os lençóis o mais forte que pude.Enquanto ele me macetava, eu ingenuamente pensei que não ia durar muito porque já tava rolando um tempão transando, mas não podia estar mais enganada, ele passou mais de vinte minutos me comendo sem parar. Chegou num ponto que eu já tava muito exausta e dolorida, mas ele continuava e continuava, me soltava uma palmada, outra, metia de uma vez, muito forte, depois devagar, depois 3 ou 4 estocadas com tudo e assim sem se cansar repetiu pra mim várias vezes que meu cu tava muito apertado, quase tão apertado quanto minha buceta.
Até que finalmente depois de quase meia hora de porrada ele gozou, senti o pau dele pulsando dentro do meu cu e soltando no fundo dos meus intestinos a masculinidade dele, pra falar a verdade eu já não sentia mais tão incômodo e até tinha começado a gostar um pouco, mas não aguentava mais, tava exausta e acabada, precisava de um descanso, mas isso não ia parar por aí. Ele queria mais um pouco, e sem me dar tempo de reação, me pegou pelos joelhos enquanto enfiava o pau de novo no meu cu escorrendo de porra.
Xavier: Não tão rápido, princesa, ainda tenho energia pra continuar te comendo, daqui não vamos até você ficar apaixonada pelo meu pau.
E de novo começou a me comer, mas dessa vez mais selvagem, eu morta só conseguia gemer e gemer, enquanto me resignava totalmente e me deixava levar, nos braços dele, com meu cu totalmente exposto me rendi ao pauzão dele, queria ele dentro de mim pra sempre, só conseguia pensar nele, no pau dele e em ele me comer.
Assim que ele viu como eu me quebrava e aceitava ser a putinha dele pelo resto da minha vida, ele colocou o pau dele na minha cara e, pra selar o acordo, me fez chupar ele, o que eu aceitei de boa, porque não era por obrigação, era por amor, amor ao pau dele, então dei lambidas em cada parte daquele pau, que de agora em diante ia ser completamente meu.
Xavier não era só um cara de pauzão, mas também era muito rico, na real ele me comprou, só que eu não sabia, naquele lugar onde me ofereceram mudar de vida, também me venderam como escrava/noiva pra ele. Então, a partir de agora, eu não ia ser só o saco de porra pessoal dele, mas também ia ser a "namorada" dele. Ele me levava pra passear pelo mundo todo, mas claro, em cada lugar que me levava, ele me fazia trepar, não importava se tinha alguém ou não, se a gente tava fazendo alguma coisa, eu tinha que abrir um dos meus buracos pra ele.
Mas não foi tudo ruim, na verdade eu tô muito feliz. Não só deixei pra trás minha vida nojenta e viajei pelo mundo, como agora sou uma total sustentada. Nem preciso fazer tarefa de casa, porque tem alguém que faz por mim. Temos cozinheiros, empregadas, de tudo. A única coisa que tenho que fazer é vagabundear o dia inteiro, mas claro, com uma condição: quando o Xavier quiser me comer, eu tenho que deixar, não importa o que eu esteja fazendo. Na hora que ele aparece com o pau pra fora, eu, como a mulher dele, tenho que atender. Isso é algo normal que a gente faz todo dia. Eu fico jogando videogame, ele vem e usa minha boca, minha pussy, meu cu ou os três pelo tempo que ele quiser e do jeito que ele quiser. Fim.
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