A Melhor Amiga ▪︎ Capítulo 8

CAPÍTULO VIII: Proximidade

O que aquela foto provocou em Noelia, que passou a mão e acariciou a própria entreperna. Ela não esperava por isso. Uma foto só para ela, da sua amiga... e agora, o que faço com esse tesão? Claro, Belén tinha aquele poder de esquentar aquela buceta mesmo sem estar por perto. Ela continuava acariciando o próprio sexo, agora com dois dedos. Movia-os em círculos. Tinha claramente esquecido onde estava e o que fazia.

— "Noe, chama a senhora Hoffmann pra vir aqui assinar meus papéis", disse Sabrina.

Noelia acordou da fantasia e voltou ao mundo que tinha esquecido por uns instantes.

Mais à noite, os maridos esperavam Belén pra jantar. Ela chegou com sacolas de compras e muito contente.

— "Visitei minha mãe e fomos fazer compras. Nos próximos dias vou voltar com ela e meu pai, talvez fique alguns dias com eles".

O jantar foi rápido e dessa vez não houve provocações de Belén pra Noelia. O momento foi totalmente amigável. Os três riram com um programa de TV por uns instantes e foram dormir.

Já na cama, Noe se sentia muito estranha. Ela ama o Pablo, e curtiu pra caralho o que fizeram ontem, mas Belén lhe dava outra coisa, a esquentava, a provocava, a tentava, olhava pra ela com vontade de devorar! E tudo isso chegava em Noelia.

O celular vibrou e era uma mensagem da amiga.

— "Vem!".

Noelia sabe que aquele "vem" não é nada amigável. Sabe do perigo, mas é o que mais a tenta. Mesmo com Pablo acordado mexendo no celular, ela diz que vai pro quarto de Belén. Bate na porta do quarto.

— "Entra!" diz a hóspede, e Noe entra e a olha. Ela tá sem roupa e o contato visual já começa a foder a cabeça de Noelia.

— "Paaaara, vaca! E se o Pablo te vê?"

— "Hahaha, olha, se você tá falando por mim, confio nele e sei que é teu marido, e além disso, acho que ele não vem. Além do mais, preciso da sua opinião. Ontem ficamos umas 3 ou 4 horas peladas as duas, duvido que agora, justo agora, te incomode, ou tô errada?"

— "Não, cê tem razão... e bom, também não é pra você mostrar tudo isso pro Pablo, ok? Pra mim sim, sou tua... amiga!" "-Hahahaha", riram as duas. -"Beleza, no que posso te ajudar?" -"Olha", disse Belén e mostrou dois conjuntos de lingerie erótica. O calor começava a subir nas duas amigas. -"Qual você gosta mais? Vou provar e você me fala." Belén provocava indiretamente, sabia disso! Noelia se sentia como uma comida que esquenta devagar pra chegar no ponto mais gostoso. Belén adorava ser observada e devorada com o olhar pela amiga. A umidade tomava conta da buceta dela, não queria estragar aqueles conjuntos. Era um branco e outro verde oliva. Os dois ficavam lindos nela. Realçavam aquela bunda linda e bem firme que ela tem, e na frente é bem armada, deixando uma imagem muito apetitosa dos peitos dela. -"E aí, qual você gosta mais? Fico com o que você preferir." "Os dois ficam lindos em você, fica com os dois." Noelia não conseguia tirar os olhos do corpo gostoso da amiga, babava toda. Não entendia como era possível que ela fosse a única mulher que a deixava assim. Curtia cada movimento. Belén presenteava ela com imagens lindas que ela guardaria na retina, e ela, por outro lado, amava ser observada pela amiga. Mordia os lábios escondido dela, não queria que percebesse que Noe também tinha poder sobre ela. -"Não, vou ficar com um e devolver o outro, não sou milionária haha", esclareceu Belén. -"Eu compro pra você", falou Noelia na lata, igual namorado nos primeiros meses. -"Nem fodendo, são meus gastos e meus gostos. Você curte seu dinheiro nas suas coisas!" -"Eu curto vendo você usando." Noelia não acreditava no que tinha acabado de falar, aquele ataque de sinceridade entregava ela. Belén corou na hora, parecia que agora era Noelia quem tava tomando as rédeas da situação. -"Tá bom, Noe, beleza, mas prova um você também! Certeza que vai ficar apertado em cima ou não vai entrar haha." -"Tá, então, qual eu provo?" Foi a vez de Noe, tirou as roupas de dormir e depois a calcinha e o sutiã. Belén devorava ela com o olhar. Era incrível como as duas aguentavam bem o calor que ambas provocavam. Foi exatamente assim, Noe apertava o sutiã dela. Parecia aqueles animes onde a peituda usa um biquíni exageradamente minúsculo. Na Belén ficava justo, mas na Noe já não servia. —"Nop, meus peitos tão escapando. Pra baixo, flor! Não tenho sua bunda, mas gosto do meu." As duas olhavam como o conjunto ficava quando, de repente: —"Tá apertando, peitos pra fora!" A Noe tirou o sutiã, deixando os seios à mostra. Era a casa dela, tudo normal, mas o que aquilo causava na Belén era inexplicável. —"Uffff, eles quicam e tudo. Têm vida própria", as duas começaram a rir. —"Beleza, Noe! Esses dias a gente procura um pra você! Eu vou te dar de presente, tá? Não vou aceitar um não, e de quebra a gente sai um pouco, igual quando a gente ia pro colégio." —"Fechou, curti a ideia! Vou deitar, senão o Pablo pode me procurar e nos ver assim." —"Boa noite, bebê." As amigas se despediram e cada uma foi dormir. A Noe ficava revendo cada imagem da Belén. Se sentia estranha porque uma mulher a excitava, sendo que na vida dela não passou de uns amassos (justamente com ela). Nunca tinha passado pela cabeça dela, nem por diversão nem por pedido de ménage de algum casal, ficar com outra mulher. A Belén é diferente, não é o sexo, é a pessoa que se enfia no meio do cérebro dela e vai sondando o terreno pra conquistar o lado mais selvagem. Já é um novo dia, o Pablo tá saindo pra trabalhar. A Belén sente o movimento e vê o marido da amiga indo embora. Passaram cinco minutos e ela não conseguia pegar no sono de novo. Até que as ideias perigosas começaram a rondar a cabeça dela. Ela entrou no quarto da amiga e viu ela, lá na cama, ainda dormindo. O coração dela se encheu de ternura e amor por aquela mulher, e ela só fez se meter na cama, colar no corpo dela e abraçá-la. Ficava olhando pra ela e não entendia como em poucos dias a luxúria e o desejo sexual dela tinham se transformado em amor e vontade de cuidar dela. Devagar, ela se aproximou da boca dela e roçou de leve os lábios. Eles eram muito macios. A Noe abriu os olhos e sorriu. —"Que despertar gostoso assim, me sinto princesa de conto de fadas. Valeu por vir! Tava com um pouco de frio e me Me sinto um pouco sozinha quando o Pablo vai embora. Me abraça forte, ainda tenho uma horinha antes de ir." Belém, com o coração a mil, abraçou Noélia até que as duas caíram no sono. O despertador de Noélia tocou e, relutante, ela se levantou, tendo que se soltar de Belém. Se trocou, tomou café e foi trabalhar. A rotina de Belém era a mesma de manhã: café, pular nua na piscina com um mate e depois sair pra voltar mais tarde. Combinaram com a Noê de ir na loja de lingerie comprar os dois conjuntos e escolher um pra Noê (a loja era de uma amiga dela, por isso podiam pegar as peças e provar à vontade onde quisessem). Lá pelas 18 horas, partiram pra loja. Chegando lá, as duas ficaram alucinadas com as peças do lugar. Era inevitável que cada uma imaginava cada peça na outra. Pagaram as de Belém e foram escolher uma pra Noê. Pegaram três: um preto, um roxo e um vermelho. Foram pros provadores e Noê entrou num deles pra escolher o conjunto que melhor caísse nela. Belém ficava com água na boca sabendo que a amiga estava a uma cortininha de distância e que teria que se pelar toda pra provar a roupa. A safadeza tomava conta dela. Noê tirou o sutiã e os peitos enormes dela pularam pra fora. Tirou a saia branca que tava usando, a calcinha fio dental da mesma cor e tava pronta pra vestir os que escolheu. Pegou o sutiã preto até que... sentiu uma mão na buceta que começou a acariciar, e na mesma hora sentiu outra mão num dos peitos. Belém não aguentou mais e entrou no provador com Noélia, dominada pela excitação e pela situação. — "Sei que você gosta, mas quero que você me diga." — "Uff, sua puta desgraçada, por que você entrou?" Belém começou a massagear o mamilo do peito que segurava e enfiou parte do dedo dentro da buceta de Noê, que começou a ficar molhada rapidinho. — "Entrei porque quero e queria te ver assim, queria te agarrar e te possuir". Belén a pegava por trás e falava no ouvido da amiga. As duas estavam tesudonas. Noelia começou a acompanhar o movimento dos dedos de Noelia na sua buceta. Com uma mão, agarrou a outra teta dela e, com a outra, apertava a mão que Belén tinha com o dedo no seu sexo. As duas estavam começando a se ajeitar. Noelia, curtindo, esboçou um sorriso, olhou nos olhos dela e disse: — "Não gosto, eu amo".

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