Meu primeiro conto teve uma recepção muito melhor do que eu esperava, muito obrigado, eu valorizo demais. Saindo da faculdade um dia, convidei minha namorada Adri pra comer num barraquinho ali perto, compramos a comida e fomos sentar por ali. Enquanto comíamos e conversávamos um pouco sobre as aulas, ela comentou que queria comprar umas coisas, não lembro bem o que era. Na hora acendeu uma luz na minha cabeça e eu falei que comprava com prazer, mas se a gente chegasse num acordo. Ela, com a voz entre meiga e sexy, disse que sim, e segurou a barra da camisa. Falei: "Vamos brincar que você é uma prostituta e eu pago pelos seus serviços." Lembro que ela soltou uma risadinha meio nervosa, mas entre brincadeiras, ela topou. Terminamos de comer e fui no banco sacar a grana que ela precisava. Quando subimos na kombi, comecei a falar que nunca tinha pago por sexo, e ela dizia que fazia por necessidade, pela família. Óbvio que não faltaram risadas. Chegamos num motel e entramos. Falei que queria um striptease e que ela dançasse sexy até ficar só de calcinha e sutiã. Não vou mentir, me dá uma certa graça ver uma mina dançando pra mim, fico meio nervoso, acho. Primeiro, ela desabotoou a camisa e mostrou o sutiã, vermelho e de renda, um dos meus favoritos. Tirou ele e sentou de frente pra mim, passando os peitos no meu rosto. Eu desabotoei a calça dela. Ela levantou, virou de costas e começou a abaixar a calça, e pra terminar de tirar, se curvou pra eu admirar a bunda linda dela, de novo de calcinha de renda vermelha (ela sempre usava lingerie combinando). Assim, ela dançou um pouco pra mim e se aproximou até se ajoelhar na minha frente, abriu minhas pernas, desabotoou minha calça e tirou meu pau pra fora. Começou a dar umas lambidas suaves enquanto me olhava nos olhos, e enfiou na boca sem parar de me encarar. Subia e descia, massageando com a língua todo o meu pau. Chegou uma hora que segurei a cabeça dela e Controlava o ritmo. Levantei de repente e tirei o corpete dela, pedi pra ela fazer uma punheta com os peitos e ela disse que eu era um estranho. Peguei na cabeça dela e com a outra mão guiei o pau até a boca dela. Ela chupou um pouquinho e tirou pra massagear entre os peitos. Pelo espelho do quarto, dava pra ver ela se acariciando por cima da calcinha e sentir a respiração meio ofegante. Levantei ela e, apoiando ela em mim, comecei a descer a calcinha dela devagar, fiz ela se inclinar e se apoiar na cama, acariciei a buceta dela com o pau e meti de uma vez, tava super molhada e ela começou a gemer na hora. Adorava ver a forma do corpo dela nessa posição. Acariciava a silhueta dela até chegar na bunda e dar um tapa gostoso e sonoro. Subi do mesmo jeito até pegar nos peitos dela e sentir como eles se mexiam a cada estocada, apertava os biquinhos dela que tavam bem duros, os gemidos dela eram lindos e ela pedia mais. Tirei pra não gozar ainda e ela se virou pra me dar um beijo. Impedi e joguei ela na cama, falei que não pagava por beijo e muito menos ia fazer isso depois de ela ter chupado pica o dia inteiro. Isso até excitou ela e subi na cama, abri as pernas dela e de novo encostei meu pau na buceta dela e meti até o fundo fazendo ela gritar, comecei a meter ritmado e ver o balanço dos peitos dela nessa posição, não aguentei muito até apertar eles bem forte e despejar todo meu peso. Nessa altura, os dois tavam gemendo, sentia toda a umidade dela no meu pau e como escorregava, coloquei as pernas dela nos meus ombros e meti o mais fundo que pude, senti ela começar a tremer com uns espasmos sem se controlar. Isso foi o auge e não aguentei mais, tirei o pau e joguei meu gozo no corpo todo dela. Levantei da cama, fui até minha calça e peguei a carteira. Caminhei até a cama contando as notas enquanto a Adri, de olhos fechados, se acariciava e dizia que precisava de mais clientes assim. Joguei os Granas por cima, falei que tinha sido um prazer e saí do quarto.
0 comentários - Brincando de papéis