Minha melhor amiga gostosa

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CAPÍTULO 1: A Eliana e eu crescemos juntos. Sempre fomos amigos, desde pequenos. E nada mais que isso… A gente se dava tão bem que até parecíamos irmãos. Na verdade, fizemos o ensino fundamental e o médio completos, juntos. Nunca houve nada além de amizade, apesar do que todo mundo achava. Éramos muito bons, excelentes diria, amigos. Nos conhecíamos de cabo a rabo. E não sei por que nunca rolou nada. Ainda mais que ela é gostosa. Completamente. Não foi algo buscado, sei lá. Talvez porque crescemos juntos e, desde muito novos, não nos permitimos olhar um pro outro de outro jeito. Pelo menos eu… Mas vou contar sobre ela. Ela é GOSTOSA, pra caralho. Pele branca e cabelo preto. Preto, preto, viu. Até a cintura. Não é baixa, mas também não é muito alta. Olhos esverdeados escuros e algumas sardas no rosto, por causa da pele clara. Sempre falava que ela era igual à Samara, a garota do filme "O Chamado", hehe. Com a única diferença que a Eliana é muito alegre, sempre. Jogadora foda de King of Fighters 97'. Um dos nossos jogos favoritos. Embora eu fosse bom, de cada 10 lutas, ela ganhava 7 e ainda me humilhava. Se a gente passou horas e horas jogando… Mas, enfim, não sei por que nunca vi algo mais nela. Passávamos muito tempo juntos e o pessoal cansou de perguntar se a gente namorava. A gente ria disso. Já namorei, mas minha relação com ela não mudava. Embora tenha me causado alguns problemas em certos momentos, era de conhecimento geral que minha relação com a Eli era genuína, quase de família. Ela também. Teve uns namorados, mas nada que tenha durado muito. Eu me perguntava como isso era possível, haha. Hoje em dia, com 19 anos cada um, certas situações começam a rolar… Na verdade, já tinha acontecido algo estranho uma vez. Eu, namorando, saía às vezes com a Eliana, ou com ela e os amigos. E numa dessas saídas em grupo pra balada, pela primeira vez, senti algo diferente por ela. A gente ia no carro do um amigo. Atrás a gente viajava, meus amigos: Martín, Lucas e eu (Juan). Mas num momento, a gente foi buscar ela. Tinha muita confiança e respeito entre todo mundo. Por isso, quando a Eliana subiu, sentou no meu colo, por causa do pouco espaço que sobrou no carro. No começo, nem percebi. Mas depois algo mudou. Me senti diferente. Ela tava rindo, conversando com os caras e eu tinha o corpo inteiro dela apoiado em mim. Foi tipo um minuto que fiquei nas nuvens. Falavam comigo e eu não escutava. Dava pra sentir o perfume do cabelo dela entrando no meu sistema. Me invadiu de uma vez. Lembro que gostei pra caralho. Muito gostoso. E de repente, com os movimentos dela, comecei a sentir a bunda dela quase encostando no meu pau. Isso era inédito… Nunca tinha reparado nela direito, mas ela tinha uma bunda grande. E as pernas dela, eram imponentes. Faziam sentir… Como falei, pela primeira vez, tava vendo ela de verdade. Quando me toquei, ouvi os caras zuando ela por ter decidido vir atrás com a gente, sendo que na frente, no banco do carona, tava a Julieta, outra amiga do grupo e namorada do motorista, Franco, e ela podia ter sentado com ela. Sempre falavam “os namoradinhos”. Claro, quando minha mina não tava por perto. Eu, meio nervoso, só ria. Fiquei mais nervoso ainda quando a Eliana virou pra me olhar com aquele sorriso característico que ela sempre tinha. Veio aquela sensação de quando você quer pegar alguém e apertar. Foi algo mágico, sem precedentes. Depois, com o passar da noite, a coisa foi passando. Normal, como sempre. A gente se divertiu como de costume. Mas aquele cheiro não saiu fácil da minha cabeça. Mais tarde, fui dormir pensando no que tinha rolado comigo. Será que era certo pensar essas coisas sobre ela? Ela era minha amiga de toda a vida… Não podia ficar viajando em qualquer coisa. Além disso, eu tinha namorada… Mas por causa daquela noite, comecei a lembrar de algumas situações que, agora, podiam começar a ter outro sentido. Significado. Talvez. Um ou dois anos atrás, por exemplo, a gente tava viciado em jogo de PlayStation 1. Ela ama videogame. Acho que era Metal Slug, não lembro direito. Mas a gente tava prestes a perder a partida e, com o último que sobrou, a gente derrotou o chefão. Foi uma sequência heroica. Isso fez ela pular em cima de mim toda animada e me dar um beijo na bochecha. Foi algo inocente. Na hora passou despercebido. Mas agora, começou a martelar na minha cabeça. Eu imaginava ela fazendo aquilo… Uau! Mais ainda, naquela noite fui dormir sem responder as mensagens da minha namorada, Flávia. E isso não era normal. Depois disso, passou um tempo. Um tempo em que a gente se via, zoava e, às vezes, eu lembrava e ficava olhando pra ela feito um idiota, pensando. Ficava revivendo na minha mente aquele momento em que ela esteve em cima de mim no carro. Por quê? Eu me perguntava. "Nada, nada", eu dizia quando ela perguntava o que tava rolando. Pra piorar, eu tava meio mal com a minha namorada. Parecia que tava sobrando pouco entre a gente. Eu sentia uma certa distância, que parecia aumentar. Mas isso já era antes daquela situação com os caras. Então, foi assim que um desses dias, quando eu tava indo pra casa dela, cruzei com a Eliana. Ela tava esperando o ônibus, no ponto da esquina da casa dela. Parecia triste. Eu tava com o carro do meu velho, que às vezes ele me emprestava. Parei do lado dela. EU: Eli!! Ela levantou a vista. EU: Tudo bem?? ELI: Oi, Ju. — Respondeu fazendo uma careta no rosto. Era assim que ela me chamava (Ju). EU: Certeza? ELI: Sim, sim, tô esperando o busão, e você? — Disse tentando sorrir. EU: Nada, só zoando… Cê vai pra onde? Ouviu-se uma buzina atrás de mim pra eu andar. Claro, eu tinha parado no meio da rua… ELI: Pra estação pegar o trem… Vou pra casa do meu velho. — Ela morava sozinha, a mãe dela tinha morrido quando ela era pequena. Outro motivo pra gente ser unido. E o pai dela tinha se juntado de novo com alguém, morando em outro lugar. EU: Sobe, te dou uma carona! Antes que me matem kkkk Morrendo de rir, ela subiu. Vestia uma calça jeans, justa. Azul clara, meio desbotada. Em cima, um suéter de lã vermelho. E nos pés, umas botas pretas. Todo o cabelão preto dela, solto. ELI: Valeu por me dar carona. – Falou com uma careta. EU: De nada, menina. O que foi? Cê tá triste… Ela fez uma careta, de leve. EU: Se quiser contar, tipo… – Olhou pro lado. ELI: Nada, uma besteira… Briguei com o Gonzalo… – Gonzalo era o… O… Algo… EU: É grave? ELI: Naa… Acho que não, mas fazer o quê. EU: Cê fala que eu vou atrás dele e dou uma surra, qualquer coisa… ELI: Kkkk hmm deixa eu pensar. – Disse sorrindo. EU: Kkkk Aquele cheiro de novo… Logo encheu o carro todo. ELI: E você com a Flávia, como é que tá? Ainda meio assim? EU: Sim… Vou ver ela agora. ELI: Ah… Mas tá tudo bem? EU: Mais ou menos… A gente vê kkkk ELI: Cê aprontou alguma? Kkkk – Falou com cara de "o que você fez?" EU: Kkkk não… Cê me conhece, sou de boa… ELI: Kkkk tô te pegando, mano… Definitivamente, ela ficava melhor sorrindo. EU: Sei lá… Parece que a gente vive em mundos diferentes às vezes… Eu quero ficar com ela e aceito ela como é… ELI: E ela não? – Disse estranhando. EU: Sei lá, às vezes ela quer que eu seja outra pessoa… É o que eu acho. ELI: Outra pessoa? EU: É… Tipo… Sei lá… Sinto isso. ELI: Uff… – Fez uma cara meio chateada. EU: O quê? ELI: Nada, kkkk… Melhor eu calar a boca. EU: Kkkk já imagino o que cê tá pensando… E cê tem razão. ELI: O importante é conversar. Fala com ela. Pronto. Se vocês se amam, o resto não importa. EU: Claro… Mas fazer o quê… Sei lá… ELI: Fica de boa… Olhei pra ela. EU: E o seu? De boa? ELI: Sim, kkkk… Não se preocupa… EU: Oka… Já sabe, hein kkkk ELI: Conto com você kkkk EU: Jeje… Hoje não tem aula então… ELI: Não, amanhã… E você? EU: Também… Chegamos na estação. ELI: Valeu por me trazer, amor. – Me deu um beijo na bochecha. De novo aquele perfume… EU: De nada! A gente se fala! – Respondi meio perdido. ELI: Fecha o casaco! Hoje tá fresco!" — Sorri pra ela, pela atenção. Ela também sorriu e desceu. Respirei fundo enquanto ela ia andando. Depois, segui meu caminho pra casa da Flavia. Agora eu tava cheiroso. Esperava que minha namorada não sentisse o cheiro em mim. Queria evitar mais um motivo de briga. Porque isso já era rotina, ultimamente. Mas também não queria parar de sentir aquela fragrância tão gostosa. A Eliana também ficava puta que a Flavia quisesse que eu fosse diferente. Percebi isso na hora. E ela tava certa… Por que eu tinha que ser diferente? Só porque ela pedia? Mas ainda assim, minha amiga me dava bons conselhos. De um jeito legal e construtivo. Isso mostra a integridade dela… Abri o carro antes de chegar e joguei desodorante, haha. Em mim também. Por via das dúvidas… Cheguei na casa dela. A Flavia também é muito gostosa. Loira, olhos azuis e cara de anjo. Não tem um corpo curvilíneo, porque sempre foi muito, muito magrinha. Mas mesmo assim, não é nada mal. Uma espécie de Sofi Zamolo, só que sem a altura dela. Vive com um rabo de cavalo minúsculo no cabelo, que estica tudo. Tem a cara da típica menina enjoada do grupo. E até que é assim mesmo… Bati na porta e ela abriu. Tava exatamente como eu descrevi. Cabelo preso e com uma cara estranha. Mal entrei e aconteceu algo lindamente selvagem. Ela me comeu a boca sem nem dizer "oi". Fiquei encostado na porta da casa dos pais dela, que com certeza não estavam, totalmente indefeso. Ela meteu a língua na minha boca como se não houvesse amanhã. Estranho nela… Apesar de a gente transar bem, era muito raro ela agir assim. Era uma atitude meio sem freio. Eu ria um pouco, beijando ela. Ela, não. EU: Amor… — Falei FLA: Shh… Agora não… — Respondeu, me calando. Enfiou a mão dentro do meu jeans. Mal consegui tirar a jaqueta. Ela passou a mão no meu pau todo por cima da cueca. Claro que eu tava duro igual mastro de escola primária. Pra minha surpresa, ela não parou. Me pegou pelo cinto e começou a desabotoar. EU: Como a gente tá! — Falei caliente. FLA: Cê tá com ele duro, bebê? Ufff… O que que tava rolando? Resolvi entrar na brincadeira. Tirei meus 17 cm de pau pra fora. Já tava precisando, pra ser sincero. Flavia, enquanto me beijava de língua, pegava no meu pau com a mão direita. Dava pra ouvir ela suspirar. Mas se tudo isso já tinha me surpreendido, o que ela fez depois nem sei como descrever. Ela se abaixou e, na mesma entrada da casa dela, meteu meu pau na boca. Foda demais… Gemi igual nunca. “Hoooooo…” Ela começou a rebolar a cabeça contra meu púbis, apertando os lábios com tudo na minha pele. Não sei o que tava pegando com ela, mas não queria que parasse. Me apoiei na porta e peguei ela pelo topete do cabelo. O interior da boca dela tava deliciosamente quentinho. Fiquei doido… “Chuiik chuiik” dava pra ouvir. EU: Ahhh Fla... FLA: Cê tá gostando, love? Mmm mmmm.- Ela falava saboreando meu pau EU: Pra caralho... E você? FLA: Sempre adoro chupar ele, bebê... Ela tirou a língua e fez um círculo na minha cabeça, que quase me fez gozar. Olhando pra mim, ainda por cima. Que prazer… Ela se levantou e, me segurando pelo pau, foi me levando pro quarto dela. Me empurrou na cama dela e, eu com as calças arriadas, consegui tirar só a parte de baixo da roupa. Ela se jogou em cima de mim e, de boca, continuou me mamando na cama dela. Eu tava perdido. Aproveitando. Mas o que tava rolando com ela pra agir assim? Era a primeira vez que sentia ela tão elétrica. Por dois minutos ela fez o boquete da minha vida. Sério, parecia uma atriz pornô. Depois, com a boca meio babada, levantou a saia mostrando que não tava de calcinha. Eu derretia… A cara dela. A cara dela era demais. Ela foi se aproximando e colocou as pernas dos meus lados. Pegou meu pau com uma mão e colocou na entrada da buceta depilada dela. Que tamanho que parecia ali entre as pernas dela… EU: Vou gozar a qualquer hora... FLA: Sshhh...- Ela falou provocando. Com uma cara de prazer, foi enfiando tudo. EU: Aaaaahhh… FLA: Mmmmm… Oooyy… Sem explicação… Gozei pra caralho. Ela tirou a camiseta e ficou de peitos de fora, pra continuar aumentando a tensão. Não contava Com muito busto, mas ainda assim era muito gostosa. Tinha uns mamilos rosadinhos bem chupáveis. Que apertadinha que a buceta dela era… Não ia aguentar muito assim. Ficou só com a saia vestida. FLA: Oohh… Ohhh… Sim… Fechava os olhos e fazia caretas. A verdade é que estava adorando. De repente, comecei a sentir um perfume. De novo. Um que entrou até o fundo do meu ser. Era o cheiro da Eliana… Não sei por quê. Mas estava com a Flavia, minha namorada. Essa confusão que tive fez eu durar mais sem gozar. Flavia começou a gemer mais alto, sorrindo. FLA: Aaa aaa siii sii siii… Agora sim. Não deu mais pra segurar. Entre o prazer e os gemidos dela, foi demais. FLA: Ooooouuu… Foda ver ela assim. Parecia super concentrada. Foi aí que o orgasmo dela chegou. Letal. Ela se contraiu toda, se entregando no último segundo àquele gozo espetacular. Eu só olhava, fazendo o impossível pra esticar aquele segundo. Depois, relaxou e caiu em cima de mim. Muito ofegante. Eu me contorci também. EU: Oooh… Mmm… Aarrgghh… Rapidinho, ela tirou de dentro e desceu. Ia tomar o leite? Fazia tempo que não engolia. Beijando até embaixo, chegou na piroca. Deu uma lambida e colocou na boca. “Oomm”. Fatal… A gente tava fodendo pra caralho. Ela chupou duas vezes e eu explodi. FLA: Me dá o leite… – Falou com voz de puta. Gemi igual um condenado, enquanto sentia meu sêmen jorrando pra fora do corpo. Tudo dentro da boca… FLA: Mmmm… – Disse pra me deixar ainda mais surpreso. Lambeu tudo e passou um dedo nos lábios, enquanto eu tentava me recuperar daquele baque. Muito pornô… Atitude de gata mesmo. EU: Haa.. Haa.. Ela me olhou. Sem abrir a boca, engoliu. Ufff… Me quebrou. Que doida… Fez uma careta e se deitou do meu lado. Suspirei fundo, enquanto me recuperava, olhando pra ela e acariciando suas costas. Que relaxado eu tava… Fez-se um silêncio. Ninguém falava. Eu tava muito satisfeito e surpreso. Que gostoso foi ver ela tomando o leite. De repente, arremeteu: FLA: A gente precisa conversar, Juan.. EU: Hã??.- Respondi meio desligado. FLA: É... Sobre a gente... O clima sexual, de intimidade, deu uma virada de 180 graus. EU: O quê? O que você quer conversar?.- Perguntei surpreso FLA: A gente devia dar um tempo... Paaaff... Do nada. Na seca. EU: O quê? Olhava pra ela sem entender. Era piada? FLA: Isso...- Ela só respondeu. Na real, tava chocado. Foi como se um pedaço de gelo atravessasse meu corpo. EU: Mas... Agora você fala isso? Depois de fazer isso...- Eu não tava caindo. FLA: É... Amei... Você sabe... Mas... EU: Mas o quê? A gente não tava bem... Isso eu sei... Mas cê acha que a gente termina assim, do nada? Já tava puto. Como ela me solta uma dessa? E naquele momento... FLA: Tava com vontade de ficar com você... Mas também de te contar o que tô sentindo... EU: Um foda de despedida haha.- Levantei pra me trocar. Putasso e frustrado. FLA: Calma... Não fica bravo.. EU: Não precisava ter transado... Tinha me falado antes e pronto... FLA: Mas... Você não entende, achei que era melhor assim...- Ela falou de cócoras na cama. EU: Beleza...- Eu me vestia. FLA: Cê não acha que a gente devia dar um tempo? EU: Quer a verdade? FLA: Sim.- Ela disse, séria EU: É... Não sei se dar um tempo... Mas que não dá mais, é verdade... FLA: Como assim? EU: Isso... Não sou o cara certinho, arrumadinho, de alta classe que você quer que eu seja... Deve ser melhor assim... FLA: Cê tá puto... Tá bem.- Ela respondeu menosprezando o que eu falei. Tava puto pra caralho. Mas o que eu disse era verdade. EU: Não. Lamento que você não aceite que não sou como seus amigos e parentes... Desculpa, cê abre? Ela me olhava, pelada, só coberta pelo lençol. No caminho até a porta, tentou me convencer de que não era como eu pensava. Mas sei que falava aquilo pra eu não me sentir mal. A verdade era essa... Fui embora como quando você sai de fazer um trampo no banco. Irritado e frustrado. Tinham me cortado e era horrível. E ainda assim, do nada, de um segundo pro outro. Rápido… Acho que a raiva era mais pelo orgulho do que por outra coisa. Mas era feio. Que virada incrível o dia tinha dado… Abri o vidro do carro e viajei quase com a cabeça pra fora. Precisava respirar. Tanto que eu falava que a Flavia queria me mudar, ha. Já não precisava mais me preocupar com isso, acho. Incrível… Realmente incrível. Quando cheguei em casa, irado, fui no banheiro fazer o primeiro xixi, já que nem tempo tinha tido. Ainda tava com a buceta molhada da boca da Flavia… Não entrava na minha cabeça o que tinha acontecido. Resolvi tomar um banho. Caiu como um balde de água fria essa novidade. É daquelas coisas que a gente não imagina que vai acontecer. Pelo menos não tão cedo. Tipo, tava bem claro que tinha coisa errada entre a gente, mas nem uma conversa? Talvez sim, talvez não, mas é o mínimo que se faz numa situação dessas. A gente conversa… Depois, se não for produtivo ou não levar a lugar nenhum, tudo bem. Mas pelo menos um diálogo. Sei lá… Saí do banho e me joguei na cama. Parecia que um caminhão tinha caído em cima de mim. Tava com um nó na garganta. A forma como ela fez, achei sem noção. Nada a ver… De tanta raiva, acabei dormindo. Ela me fodeu, ha. Com a boca seca, acordei de madrugada. Incrivelmente, tinha dormido umas 8 horas. No celular, tinha umas mensagens da Flavia, de “preocupação”, porque eu não respondia. “Você tá bem?” “Não quero que a gente fique mal”, entre outros textos. Inacreditável… “👌” só respondi isso e levantei pra comer alguma coisa. Um pouco mais calmo, comecei a pensar. Talvez fosse o certo. Sei lá. Se eu já tava muito incomodado com as atitudes dela sobre o que eu devia fazer, falar ou como me comportar… Comi alguma coisa e voltei pro quarto, já mais relaxado. Chegou uma mensagem no celular. Não ia dar bola, mas vi que era da Eliana. “Te vi online, tá acordado??” Lembrei de novo daquele perfume. Hmm… Finalmente algo bom num dia tão frio. EU: Sim, Éleonor… Era um dos jeitos que eu chamava ela. ELI: Genial. Tô com insônia, que merda, kkk
EU: Kkk, acabei de acordar
ELI: Sério?? Cê foi dormir às 6 da tarde? Kkk 🤣
EU: Sim
ELI: Eita? Tudo certo?
EU: Foi um dia de merda... Terminei com a Flávia. — Soou estranho escrever isso.
ELI: O quê???? Pera aí que vou te ligar.
EU: Nada. Vamos falar por aqui.. Nem tô a fim de falar..
EU: Além disso, já era previsível
ELI: Mas o que aconteceu, mano?
EU: Fui na casa dela, a gente transou e ela terminou comigo
ELI: 😳
ELI: Assim, do nada?
EU: Sim
ELI: Cê me deixou chocada
ELI: E não falou mais com ela?
EU: Não
ELI: Liga pra ela
EU: Nem fudendo, kkk
ELI: Acredita em mim
ELI: A gente quer ser chamada
ELI: Tipo, pelo menos uma vez
ELI: Mostra que você se importa, mas sem implorar.
EU: Não. Esquece
EU: Além disso, se é do jeito que ela quer, tá de boa pra mim
EU: Não vou ser o modelo em miniatura dela
ELI: Tá bom, mas não desiste assim tão fácil
ELI: Você não tem que implorar pra ninguém, mas terminar, podendo consertar algo, é uma pena..
EU: Cê é uma boa conselheira 😊
ELI: The best 🤞🏻 Kkk
EU: Kkk 🤞🏻
EU: E você? Por que tá com insônia?
ELI: Uma besteira, comparado com o seu, kkk
EU: Kkk

Como de costume, a gente ficou trocando ideia por um bom tempo. Não lembro quem mandou a última mensagem… Depois daquele dia, passaram algumas semanas. Aos poucos, a tristeza foi passando. Não falei mais com a Flávia. Além da raiva normal da situação, não senti necessidade disso. Me apoiei bastante na Eliana. Isso sim. Ela tava sempre ali…

Num sábado qualquer das nossas vidas, deu vontade de sair pra um barzinho. Ela, eu e dois amigos. Tava tudo bem. Eu quase não bebi porque fui de carro. Mas isso não impediu de me divertir, haha. A Eliana tava muito gostosa. Num momento, fiquei olhando pra ela um tempo. Me senti de novo como aquele dia no carro… Ela tava com uma regatinha curta, preta, meio decotada. Verdade, ela tava muito atraente. Meu olhar escapou pros peitos dela. Sem querer. Vi o vinco das tetas e senti o pau começando a endurecer. Ela tinha mais peito que a Flávia, sem dúvida. E parecia estar usando um sutiã pequeno mas apertado. Dava pra ver os peitos dela... Voltei a mim de novo. Não sei se ela percebeu, mas ria como sempre. Ha... Tava olhando pra ela de novo. Deus... Tentei não pensar e ver como fazer pra abaixar meu problema. Era a primeira vez que me acontecia. Pelo menos desse jeito, não tão inocente. Quando de repente vejo ela. Sim, Flávia... Tava na outra ponta do bar. Não podia ser verdade! Justo a gente tinha que se encontrar... Mas o pior foi ver ela falando com outro cara. Ela ria... Senti uma pontada no meio do meu orgulho. Eliana se virou por causa da minha cara transformada. Percebeu e me olhou como quem diz "fica tranquilo". Os olhos dela disseram tudo, hehe. "Não tem problema." - Fiz um gesto pra ela. Mas tinha me irritado e bastante. Já tava vivendo a vida como se nada? Passou um tempo. Quando olhei de novo, notei que Flávia tava olhando pra onde a gente tava. Ela tinha nos visto... Já era hora de ir, falei pra mim mesmo. Eliana me deu uma força. Enquanto os caras pagavam a conta, eu e Eli fomos pegar o carro. Saímos juntos. Pra me dar apoio, ela me segurou pelo braço. Era uma gênia. Ia falar que não precisava, mas conhecendo ela, não precisava falar nada. Além disso, gostei. Fomos embora... Primeiro deixamos Juli e Franco na casa dele. A Eliana eu deixava por último. Era a que morava mais perto da minha casa. No caminho, começamos a conversar. ELI: E aí... Como é que a gente tá? EU: Bem... ELI: Biff, não me engana... Haha EU: Haha é... Pena que a gente teve que ir... ELI: Mas também... Você não podia beber tanto assim... EU: É verdade... Conversamos sobre tudo um pouco até chegar na casa. ELI: Bom... Fecha o zíper do moletom, menino... Tenho que te cobrir também? Haha. Aquele sorriso... EU: Haha é... Um friozinho... ELI: Quer entrar e papear um pouco? EU: Nada... Não precisa... Além disso, já é tarde... ELI: Não são nem 3 e meia... Pra mim não tem problema... Olhei pra ela. ELI: Vai lá! - Falou e me empurrou carinhosamente com o braço. EU: Tem certeza? - Perguntei engolindo seco. ELI: Não se fala mais... EU: Bom... Põe minha jaqueta. — Passei pra ela. Ela também tava meio pelada. ELI: Valeu... — Respondeu sorrindo. Aquele sorriso tava começando a mexer comigo. Não sei o quê... Descemos e entramos na casa dela. Como outras vezes, embora não tão tarde, ficamos batendo papo um tempão. Enquanto a casa esquentava um pouco, a gente não parava de trocar ideia. Ela era tão foda comigo... Não era só uma amiga. Era a melhor. Minha melhor amiga... Num momento, ela foi trocar de roupa, porque ainda tava com a roupa de sair. E quando voltou, veio só com um moletom rosa. Desde que éramos crianças, não a via assim, tipo pronta pra dormir, com pouca roupa. Por baixo, dava pra ver a calcinha marcando. Fiquei... Que pernas lindas, pensei. Lisas e bem torneadas. Mas não queria pensar nada de punheta. Era a Eliana. Não podia. Não devia... Putz, dava vontade de pular em cima. O cabelo dela, bem liso e brilhoso, parecia te envolver. Nunca tinha visto ela assim. Nunca. Ficava olhando ela sorrir, enquanto lembrava das conversas com os caras no bar. O que tava rolando comigo e ela? Tinha que tomar cuidado e não me deixar levar pelos impulsos. Já tava passando por tanta merda, pra ficar fazendo besteira... Depois de uns minutos, percebi que ela tava morta de cansaço. EU: Bom... Já vou indo. Cê tá podre.. ELI: Sim, kkk... EU: Valeu pela boa energia... ELI: Como se você não estivesse aí pra mim... Dava vontade de abraçar ela toda. Porque além de gostosa, ela tinha um sorriso tão grande e único, que não te deixava muita escolha. Também não conseguia entender como tinha um otário na vida dela que fazia ela sofrer. Como isso era possível? E ainda por cima, ela não queria nem falar dele comigo... Levantei pra ir embora, mas não achava as chaves do carro. EU: Onde eu deixei as chaves? ELI: Eu vi você entrar e tava com elas. Não tive escolha, tive que procurar. Bom, Eliana também me ajudou nisso, haha. Mas reviramos tudo e nada. Não apareciam. Onde será que foram parar? EU: Bom, tô cansado pra continuar procurando, kkk... Vou de Uber e amanhã cedo procuro… ELI: Fica pra dormir, bobo… Tenho certeza que você derrubou elas… Amanhã de manhã a gente procura numa boa. – Olhei pra ela. EU: Tô aqui perto… ELI: Fica, bobis… – E fez uma carinha irresistível. Hmm… Como dizer não pra ela? Gostei da ideia de ficar ali, com ela. Era tudo tão acolhedor… Dei risada. EU: Beleza… Arruma alguma coisa pra mim aqui no sofá. ELI: Que? Não tem coragem de dormir na minha cama? – E fez um gesto de “sério?”. Arregalei os olhos que nem um otário. Na cama dela? Ouvi direito? EU: Sei lá… Meio invasivo… – Respondi coçando a cabeça com a mão. ELI: Contanto que você não ronque… Kkk EU: Eu não ronco… ELI: Como você sabe? E não me diz que tentou fingindo que tava dormindo porque eu te ponho pra fora kkkk. Morri de rir. Claramente me conhecia… ELI: Você é demais… Vem, vamos. – Exclamou com toda calma. Eu ia andando atrás dela. Me sentia estranho. Meio nervoso. Tipo quando você entra num hotel com sua mina… Tava adorando, mesmo assim, sei lá por quê. Deitamos. Era um nervoso igual quando você vai perder a virgindade. Parecia um baita virjão, sério, kkk. Mas era a Eliana. Não qualquer gatinha… A cama tava fresca. Apagamos as luzes. ELI: Se eu te abraçar, não pensa mal, hein… É pra me esquentar kkk EU: Kkk sem problemas! – Falei todo vermelho. Por sorte ela não podia ver, mas a temperatura na pele do meu rosto tava alta. Tava de barriga pra cima. Incrédulo… Era gostoso dormir com ela. Acho que cada vez mais, tava rolando coisas que eu nunca tinha vivido. Não sei como explicar. Aquele perfume. Que porra é essa? Por que me hipnotizava tanto? Ela dormiu na hora, em silêncio. Eu não… Não entendia que tava deitado do lado dela e na cama dela! Quando ela virou de lado, a gola redonda da camiseta caiu um pouco. Parte dos peitos dela enfeitava minha visão. Deus, pensei. A dobrinha que fazia… A pica começou a subir. Era inevitável. Porra! Não conseguia controlar. A pior parte veio quando a Eliana, sem perceber, virou de costas pra mim, mas perto demais. Como se eu não visse o desenvolvimento no corpo dela. Aquela Booty imponente... Majestosa... Mas era minha amiga. Não devia olhar pra ela daquele jeito. Não podia. Eu tava passando por um momento ruim. Pensando qualquer besteira. Tudo fora de lugar. Só podia ser isso... Precisava me controlar. Respirei fundo. Meu volume, de lado, tava a 4 centímetros da Booty dela. E a coisa piorou quando a Eliana se mexeu ainda mais pra perto de mim. Senti uma sensação única. Ela encostou no meu corpo, apoiando a Booty gostosa dela completamente no meu pau duro... Me segue no insta pra mais... hiphop911okv

2 comentários - Minha melhor amiga gostosa

Espero que haya otra parte, no la podés dejar ahii