Espero que essa parte seja bem recebida, porque tive muito trabalho pra encontrar inspiração pra fazer ela. Mesmo assim, vocês pediram muito, e acho que é o melhor episódio até agora, então aproveitem🥰 Minha vida ficou bem monótona nas semanas seguintes: eu comia as vadias da minha escola, a minha vizinha, humilhava e batia no pai dela. Cada dia me sentia mais um deus, mas cada vez sentia menos tesão, porque não conseguia tirar da cabeça que nenhuma delas tinha vontade própria, exceto a Alba, que eu comia cada vez mais. Outra coisa que me dava muito tesão era ver corno ajoelhado na minha frente enquanto eu comia as namoradas ou esposas deles. Isso era uma das poucas coisas que me excitava pra caralho. Por isso, decidi juntar as duas coisas que mais me excitavam e comecei a bolá um plano pra fazer um cuck virar submisso sem precisar hipnotizar ele. Fiquei matutando a ideia, pensando em quem seria uma boa vítima, até que minha mãe bateu na porta e falou que no dia seguinte viria uma amiga da minha irmã com os pais dela. Aí meus olhos brilharam. A mãe da amiga da minha irmã se chamava Noly, era uma milf do caralho, com umas tetonas gigantescas e um corpão muito bem cuidado pra idade dela. Além disso, era política e bem-sucedida pra cacete. Sempre me deu um tesão danado pensar em comer uma mulher tão poderosa assim e tratar ela como uma puta na cama. E o marido dela era militar, então seria super excitante ver um cara tão durão ajoelhado aos meus pés. Então comecei a planejar como ia conseguir meu objetivo no dia seguinte, até que peguei no sono. Quando acordei, preparei as coisas necessárias pro meu plano até eles chegarem. Na hora, saí pra cumprimentar e, como sempre, vi a Noly arrasando com o corpão. Ela tava usando um vestido azul que marcava tudo, com as duas tetonas e a raba muito bem conservada. Fiquei de água na boca e a pica ficou dura na hora. Foi aí que meu plano começou. Eu sabia que ia ser foda. Muito difícil hipnotizar ela e fazer todo o protocolo com tanta gente na minha casa, então chamei minha vizinha pra aparecer na minha porta com a desculpa de trazer "meu dinheiro" por ter trabalhado pra eles. Aí quando ela bateu, começamos a conversar e eu puxei o assunto de que eles tinham tido uns problemas legais com uma série de propriedades (óbvio que era mentira) e fingi que agora que a Noly estava aqui, ela poderia ajudar, já que estudou direito e ainda daria visibilidade política pros problemas deles. Minha mãe achou uma ótima ideia e chamou a Noly. Ela, que era bem burrinha, acreditou em tudo e estava disposta a ajudar. Minha vizinha, seguindo meu plano, disse que os papéis estavam na casa dela, mas que eu tinha guardado quando ajudei e que não sabiam onde estavam, então se a gente subisse os dois em alguns minutos, eu poderia explicar tudo direitinho. Noly, sem desconfiar de nada, aceitou.
Quando subimos pra casa da minha vizinha, eu me certifiquei de que trancassem a porta por dentro. Lá, o marido da Isa, o Juan, imobilizou a Noly segurando os braços dela. Noly não entendia nada, até pediu minha ajuda, mas eu, ignorando ela, tirei o anel do bolso e coloquei. Antes de mostrar pra ela, falei na cara dela tudo o que pensava: como ela era gostosa pra caralho, a quantidade de punheta que eu bati pensando nela todos esses anos, que uma vez me escondi atrás da porta enquanto ela trocava de roupa no banheiro e tirei várias fotos do corpo nu dela, etc. Ela, ainda sem entender a situação, só implorava: "Por favor, Alejandro, sou amiga da sua mãe, não sei o que esse casal te falou, mas me deixa ir, não quero morrer, por favor!!!"
Eu: "Fica tranquila, meu amor, não vamos te matar nem te machucar. Na verdade, daqui a pouco você vai ser grande amiga da Isabel e vão colaborar juntas pra me satisfazer sexualmente." Aí mostrei o anel e fiz o ritual de sempre. A Noly não demorou pra parar de resistir e concordar, dizendo "sim". amo". Eu queria ter comido ela ali mesmo e deixado ela escorrendo de porra, mas iam começar a desconfiar e podia estragar o plano, então me limitei a contar o plano com o marido dela enquanto tocava e chupava os peitos dela. Em alguns minutos subimos pra não levantar suspeitas e fomos pra minha casa. Quando chegamos, sentamos todos pra comer e a Noly sentou do meu lado como eu tinha mandado antes. Durante a comida, fiquei dedando ela debaixo da mesa sem que o corno do marido percebesse. Ela disfarçava muito bem e ninguém na mesa notou nada. O dia passou tranquilo e no final eles foram embora. Não tentei comer ela naquele dia porque não tava no meu plano, mas fiquei com muito tesão, então escapei pra casa da minha vizinha e fui comer a filha dela, a Alba, que cada vez perdia mais a resistência. Não porque ela tava se submetendo, mas porque às vezes parecia que não tinha mais energia pra lutar. Eu tinha destruído ela mentalmente e isso me excitava. Fiquei comendo o cu dela sem gozar, e pra finalizar, mandei o pai dela abrir as pernas da mulher dele e gozei dentro dela. Minha ideia era engravidar ela e muitas outras mulheres, pra depois os maridos ou namorados cornos criarem os filhos. No dia seguinte fui pra aula e, como de costume, fiquei curtindo o harém que montei no meu colégio. Decidi que era a hora certa de comer minhas professoras, a Glória e a Mariluz. Elas eram minhas professoras de português e biologia, respectivamente. A Glória tinha uma bunda gigantesca, enquanto a Mariluz se destacava pelos dois peitões enormes. A Glória era morena e a Mariluz loira, além de serem ambas muito gostosas. Era a combinação perfeita e eu ia aproveitar aqueles dois corpos maduros. As outras putas do harém se masturbaram enquanto curtiam o espetáculo. A Glória ficou de quatro contra a parede e eu comecei a meter a pica naquele cuzão enorme com cuidado. Ela era a típica professora filha da puta que vive de mal humor, e eu tava comendo o cu dela. Fui aumentando o ritmo cada vez mais e, por sua vez, ela gemia cada vez mais alto. Mariluz estava abrindo bem a bunda dela pra minha pica entrar perfeitamente, mas eu mandei ela parar e começar a chupar minhas bolas, e ela obedeceu. Eu tava fodendo a professora mais gostosa do meu colégio enquanto outra me chupava as bolas, a sensação era incrível. A puta me chupava as bolas de um jeito quase celestial, e pensar que com aquela boca ela me xingava por não prestar atenção nas aulas de merda dela, mas o melhor não era isso, e sim que as duas vadias eram casadas. Isso me excitava ainda mais, saber que os cornos dos maridos delas estavam trabalhando enquanto as mulheres me satisfaziam como verdadeiras putas. A excitação foi tanta que acabei gozando no cu da Glória. Depois disso, ela me olhou com um sorriso de puta e eu mandei ela abrir a boca, então cuspi nela e ordenei que me comesse o cu. Ela, sem dizer nada, ficou atrás de mim, abriu minhas nádegas e começou a meter a língua no meu cu. A sensação era deliciosa, e então mandei a Mariluz fazer uma punheta com as tetas dela. Ela se ajoelhou e começou a me masturbar com as duas tetonas enormes. Sempre tive dúvida se eram naturais ou não, porque o tamanho fazia duvidar, mas ao tocá-las, sem dúvida eram verdadeiras. Eu tava nas nuvens, sentindo um prazer duplo ao mesmo tempo: de um lado, Mariluz esmagando as tetas com minha pica; do outro, Glória lambendo meu cu sujo. Não tinha dúvida de que eu era um deus, era superior aos outros, e isso provava. Acabei não aguentando mais e gozei nas tetas e na cara da Mariluz. Quando terminamos, vesti minhas calças e mandei as duas darem um beijo longo nos maridos assim que os vissem, pra eles provarem minhas bolas e meu cu, respectivamente. E também que Mariluz só deixasse o marido chupar as tetas dela naquela noite, e Glória só deixasse o dela lamber o cu dela, pra eles sentirem o gosto da minha pica também. Depois disso, fui embora. concluir meu verdadeiro plano do dia. Assim que saí, peguei um ônibus que não costumava pegar porque ia direto pra casa da Noly, onde tinha combinado com ela e ia foder ela e dominar o marido dela. Quando cheguei, ela abriu a porta vestida de puta, como eu tinha mandado, estava de calcinha e sutiã, lingerie mais especificamente, me disse que a comida já estava pronta, sentei na mesa e ela tinha preparado um filé da melhor carne da cidade com salada e uma garrafa de vinho daquelas que custam uma fortuna, simplesmente me tratavam como um rei. Não demorei muito pra comer tudo de tão gostoso que estava e não esperei muito pra foder ela, agarrei ela pela cintura e coloquei ela em cima da mesa da cozinha, afastei a calcinha fio dental e comecei a dedar ela, a vagabunda começou a gritar como se eu estivesse partindo ela ao meio, parece que o marido não comia ela direito então talvez eu tivesse até fazendo um favor, quem diria que o militar durão era um broxa de merda. Depois de alguns minutos dedando ela e chupando os peitos dela, mandei ela fazer um espanhol, então ela se ajoelhou, colocou meu pau entre os peitos dela, apertou e começou a bater uma punheta pra mim, as milf sempre foram minha fraqueza mas essa era outro nível, uma deusa que eu nunca teria na minha cama se não fosse pelo anel, mas e se ele me escolheu? Talvez eu fosse o escolhido pra dominar o resto dos humanos e simplesmente tudo isso é meu por direito já que talvez eu seja mesmo um deus, fiquei pensando nisso até voltar à realidade e ver que a Noly continuava me fazendo o espanhol, como não, a sensação era brutal, os peitos dela faziam pressão em todo o meu pau de tão grandes que eram e eu não ia aguentar muito mais, então decidi que era hora de subir pro quarto dela, chegamos e joguei ela em cima da cama de casal, vi os quadros dela e do marido e das filhas mas tinha um do dia do casamento, olhei fixamente pra ele e depois olhei como eu tinha a mulher que saía vestida de branco no quadro e me senti poderoso de novo. superior. Aí eu me deitei na cama e deixei ela fazer o trabalho, ela subiu em cima de mim e começou a pular, os peitos dela balançando no ritmo das sentadas, dava pra ver o prazer na cara dela cada vez que meu pau entrava e saía da buceta dela, a gente ficou assim uns minutos até que eu vi um movimento estranho na porta, fingi que não tava percebendo mas tava totalmente ligado, o marido dela tava espiando a gente e o plano tinha dado certo exatamente como eu pensei, ele tava batendo uma enquanto curtia o espetáculo, isso me excitou pra caralho e eu coloquei ela de quatro contra a cabeceira da cama, meti o pau de uma vez no cu dela e sem medo do que pudesse rolar eu falei: Eu: sei que você tá aí, corno, pode entrar e curtir o espetáculo mais de perto O marido dela (o nome dele é Raúl) abriu a porta e entrou com a mão no pau Eu: cê tá gostando do que vê, promíscuo? Tá vendo como sua mulher tá se divertindo? Raúl: tô gostando sim, senhor, nunca vi ela curtir tanto o sexo Eu: normal, com seu pintinho deve ser difícil, mas olha pelo lado bom, a partir de agora você vai ver ela sempre se divertir porque sua mulher só vai transar comigo e você só vai fingir ser o marido dela pro resto do mundo, entendeu? Raúl: entendo sim, mas não sei se quero isso, a situação me excita mas é minha mulher... Eu: como é? Sua mulher é uma puta barata que tá metendo o pau de um adolescente na sua cama de casamento, nem pense em falar mais uma merda dessas se não quiser tomar uma surra, entendeu, corno? Raúl: claro, senhor, o senhor é o macho da minha mulher e eu sou um corno, desculpa minhas palavras O Raúl tava excitadíssimo com a situação porque, como a Noly tinha me contado antes, ele já tinha proposto a ideia pra ela de ser um corno consentido, mas a Noly era uma mulher recatada, até que eu transformei ela numa puta com meu poder de hipnose. Aí eu comecei a aumentar o ritmo que eu tava comendo a Noly, minhas metidas cada vez mais fortes e ela gozou meu pau, uma porrada de fluido vaginal escorria da buceta dela enquanto meu pau saía e entrava ao mesmo tempo, o Raúl tava batendo uma de joelhos do lado da cama enquanto curtia o espetáculo. Depois de um tempo assim, tirei o pau da buceta dela e mandei ela virar de costas, fiquei olhando aquele rabão enquanto dava umas palmadas e finalmente encaixei o pau entre as nádegas e meti tudo de uma vez, a Noly começou a gritar de dor, dava pra ver que ninguém nunca tinha comido ela por ali e que aquele era um cu virgem de milf, o cu dela quicava a cada estocada na frente do marido promíscuo e, no final, gozei dentro do cu dela, uma porrada de porra escorrendo do rabo dela enquanto eu já tava indo embora, virei pra dar uma última olhada na cena e vi a Noly toda exausta deitada na cama e o marido dela, Raúl, limpando o cu dela com a língua. Depois disso, peguei um táxi e fui pra casa descansar depois de um dia bem pesado de sexo.
Quando subimos pra casa da minha vizinha, eu me certifiquei de que trancassem a porta por dentro. Lá, o marido da Isa, o Juan, imobilizou a Noly segurando os braços dela. Noly não entendia nada, até pediu minha ajuda, mas eu, ignorando ela, tirei o anel do bolso e coloquei. Antes de mostrar pra ela, falei na cara dela tudo o que pensava: como ela era gostosa pra caralho, a quantidade de punheta que eu bati pensando nela todos esses anos, que uma vez me escondi atrás da porta enquanto ela trocava de roupa no banheiro e tirei várias fotos do corpo nu dela, etc. Ela, ainda sem entender a situação, só implorava: "Por favor, Alejandro, sou amiga da sua mãe, não sei o que esse casal te falou, mas me deixa ir, não quero morrer, por favor!!!"
Eu: "Fica tranquila, meu amor, não vamos te matar nem te machucar. Na verdade, daqui a pouco você vai ser grande amiga da Isabel e vão colaborar juntas pra me satisfazer sexualmente." Aí mostrei o anel e fiz o ritual de sempre. A Noly não demorou pra parar de resistir e concordar, dizendo "sim". amo". Eu queria ter comido ela ali mesmo e deixado ela escorrendo de porra, mas iam começar a desconfiar e podia estragar o plano, então me limitei a contar o plano com o marido dela enquanto tocava e chupava os peitos dela. Em alguns minutos subimos pra não levantar suspeitas e fomos pra minha casa. Quando chegamos, sentamos todos pra comer e a Noly sentou do meu lado como eu tinha mandado antes. Durante a comida, fiquei dedando ela debaixo da mesa sem que o corno do marido percebesse. Ela disfarçava muito bem e ninguém na mesa notou nada. O dia passou tranquilo e no final eles foram embora. Não tentei comer ela naquele dia porque não tava no meu plano, mas fiquei com muito tesão, então escapei pra casa da minha vizinha e fui comer a filha dela, a Alba, que cada vez perdia mais a resistência. Não porque ela tava se submetendo, mas porque às vezes parecia que não tinha mais energia pra lutar. Eu tinha destruído ela mentalmente e isso me excitava. Fiquei comendo o cu dela sem gozar, e pra finalizar, mandei o pai dela abrir as pernas da mulher dele e gozei dentro dela. Minha ideia era engravidar ela e muitas outras mulheres, pra depois os maridos ou namorados cornos criarem os filhos. No dia seguinte fui pra aula e, como de costume, fiquei curtindo o harém que montei no meu colégio. Decidi que era a hora certa de comer minhas professoras, a Glória e a Mariluz. Elas eram minhas professoras de português e biologia, respectivamente. A Glória tinha uma bunda gigantesca, enquanto a Mariluz se destacava pelos dois peitões enormes. A Glória era morena e a Mariluz loira, além de serem ambas muito gostosas. Era a combinação perfeita e eu ia aproveitar aqueles dois corpos maduros. As outras putas do harém se masturbaram enquanto curtiam o espetáculo. A Glória ficou de quatro contra a parede e eu comecei a meter a pica naquele cuzão enorme com cuidado. Ela era a típica professora filha da puta que vive de mal humor, e eu tava comendo o cu dela. Fui aumentando o ritmo cada vez mais e, por sua vez, ela gemia cada vez mais alto. Mariluz estava abrindo bem a bunda dela pra minha pica entrar perfeitamente, mas eu mandei ela parar e começar a chupar minhas bolas, e ela obedeceu. Eu tava fodendo a professora mais gostosa do meu colégio enquanto outra me chupava as bolas, a sensação era incrível. A puta me chupava as bolas de um jeito quase celestial, e pensar que com aquela boca ela me xingava por não prestar atenção nas aulas de merda dela, mas o melhor não era isso, e sim que as duas vadias eram casadas. Isso me excitava ainda mais, saber que os cornos dos maridos delas estavam trabalhando enquanto as mulheres me satisfaziam como verdadeiras putas. A excitação foi tanta que acabei gozando no cu da Glória. Depois disso, ela me olhou com um sorriso de puta e eu mandei ela abrir a boca, então cuspi nela e ordenei que me comesse o cu. Ela, sem dizer nada, ficou atrás de mim, abriu minhas nádegas e começou a meter a língua no meu cu. A sensação era deliciosa, e então mandei a Mariluz fazer uma punheta com as tetas dela. Ela se ajoelhou e começou a me masturbar com as duas tetonas enormes. Sempre tive dúvida se eram naturais ou não, porque o tamanho fazia duvidar, mas ao tocá-las, sem dúvida eram verdadeiras. Eu tava nas nuvens, sentindo um prazer duplo ao mesmo tempo: de um lado, Mariluz esmagando as tetas com minha pica; do outro, Glória lambendo meu cu sujo. Não tinha dúvida de que eu era um deus, era superior aos outros, e isso provava. Acabei não aguentando mais e gozei nas tetas e na cara da Mariluz. Quando terminamos, vesti minhas calças e mandei as duas darem um beijo longo nos maridos assim que os vissem, pra eles provarem minhas bolas e meu cu, respectivamente. E também que Mariluz só deixasse o marido chupar as tetas dela naquela noite, e Glória só deixasse o dela lamber o cu dela, pra eles sentirem o gosto da minha pica também. Depois disso, fui embora. concluir meu verdadeiro plano do dia. Assim que saí, peguei um ônibus que não costumava pegar porque ia direto pra casa da Noly, onde tinha combinado com ela e ia foder ela e dominar o marido dela. Quando cheguei, ela abriu a porta vestida de puta, como eu tinha mandado, estava de calcinha e sutiã, lingerie mais especificamente, me disse que a comida já estava pronta, sentei na mesa e ela tinha preparado um filé da melhor carne da cidade com salada e uma garrafa de vinho daquelas que custam uma fortuna, simplesmente me tratavam como um rei. Não demorei muito pra comer tudo de tão gostoso que estava e não esperei muito pra foder ela, agarrei ela pela cintura e coloquei ela em cima da mesa da cozinha, afastei a calcinha fio dental e comecei a dedar ela, a vagabunda começou a gritar como se eu estivesse partindo ela ao meio, parece que o marido não comia ela direito então talvez eu tivesse até fazendo um favor, quem diria que o militar durão era um broxa de merda. Depois de alguns minutos dedando ela e chupando os peitos dela, mandei ela fazer um espanhol, então ela se ajoelhou, colocou meu pau entre os peitos dela, apertou e começou a bater uma punheta pra mim, as milf sempre foram minha fraqueza mas essa era outro nível, uma deusa que eu nunca teria na minha cama se não fosse pelo anel, mas e se ele me escolheu? Talvez eu fosse o escolhido pra dominar o resto dos humanos e simplesmente tudo isso é meu por direito já que talvez eu seja mesmo um deus, fiquei pensando nisso até voltar à realidade e ver que a Noly continuava me fazendo o espanhol, como não, a sensação era brutal, os peitos dela faziam pressão em todo o meu pau de tão grandes que eram e eu não ia aguentar muito mais, então decidi que era hora de subir pro quarto dela, chegamos e joguei ela em cima da cama de casal, vi os quadros dela e do marido e das filhas mas tinha um do dia do casamento, olhei fixamente pra ele e depois olhei como eu tinha a mulher que saía vestida de branco no quadro e me senti poderoso de novo. superior. Aí eu me deitei na cama e deixei ela fazer o trabalho, ela subiu em cima de mim e começou a pular, os peitos dela balançando no ritmo das sentadas, dava pra ver o prazer na cara dela cada vez que meu pau entrava e saía da buceta dela, a gente ficou assim uns minutos até que eu vi um movimento estranho na porta, fingi que não tava percebendo mas tava totalmente ligado, o marido dela tava espiando a gente e o plano tinha dado certo exatamente como eu pensei, ele tava batendo uma enquanto curtia o espetáculo, isso me excitou pra caralho e eu coloquei ela de quatro contra a cabeceira da cama, meti o pau de uma vez no cu dela e sem medo do que pudesse rolar eu falei: Eu: sei que você tá aí, corno, pode entrar e curtir o espetáculo mais de perto O marido dela (o nome dele é Raúl) abriu a porta e entrou com a mão no pau Eu: cê tá gostando do que vê, promíscuo? Tá vendo como sua mulher tá se divertindo? Raúl: tô gostando sim, senhor, nunca vi ela curtir tanto o sexo Eu: normal, com seu pintinho deve ser difícil, mas olha pelo lado bom, a partir de agora você vai ver ela sempre se divertir porque sua mulher só vai transar comigo e você só vai fingir ser o marido dela pro resto do mundo, entendeu? Raúl: entendo sim, mas não sei se quero isso, a situação me excita mas é minha mulher... Eu: como é? Sua mulher é uma puta barata que tá metendo o pau de um adolescente na sua cama de casamento, nem pense em falar mais uma merda dessas se não quiser tomar uma surra, entendeu, corno? Raúl: claro, senhor, o senhor é o macho da minha mulher e eu sou um corno, desculpa minhas palavras O Raúl tava excitadíssimo com a situação porque, como a Noly tinha me contado antes, ele já tinha proposto a ideia pra ela de ser um corno consentido, mas a Noly era uma mulher recatada, até que eu transformei ela numa puta com meu poder de hipnose. Aí eu comecei a aumentar o ritmo que eu tava comendo a Noly, minhas metidas cada vez mais fortes e ela gozou meu pau, uma porrada de fluido vaginal escorria da buceta dela enquanto meu pau saía e entrava ao mesmo tempo, o Raúl tava batendo uma de joelhos do lado da cama enquanto curtia o espetáculo. Depois de um tempo assim, tirei o pau da buceta dela e mandei ela virar de costas, fiquei olhando aquele rabão enquanto dava umas palmadas e finalmente encaixei o pau entre as nádegas e meti tudo de uma vez, a Noly começou a gritar de dor, dava pra ver que ninguém nunca tinha comido ela por ali e que aquele era um cu virgem de milf, o cu dela quicava a cada estocada na frente do marido promíscuo e, no final, gozei dentro do cu dela, uma porrada de porra escorrendo do rabo dela enquanto eu já tava indo embora, virei pra dar uma última olhada na cena e vi a Noly toda exausta deitada na cama e o marido dela, Raúl, limpando o cu dela com a língua. Depois disso, peguei um táxi e fui pra casa descansar depois de um dia bem pesado de sexo.
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