Anel de Hipnose Parte 4 (Reenviado)

Espero que essa parte seja bem recebida, porque me deu um trabalhão encontrar inspiração pra fazer ela. Mesmo assim, vocês pediram muito e acho que é o melhor episódio até agora, então aproveitem🥰 Minha vida ficou bem monótona nas semanas seguintes: eu comia as vadias da minha escola, a minha vizinha, humilhava e batia no pai dela. Cada dia me sentia mais um deus, mas cada vez sentia menos tesão, porque não conseguia tirar da cabeça que nenhuma delas tinha vontade própria, exceto a Alba, que eu comia cada vez mais. Outra coisa que me dava muito tesão era ver corno ajoelhado na minha frente enquanto eu comia as namoradas ou esposas deles. Era uma das poucas coisas que me excitava pra caralho. Por isso, decidi juntar as duas coisas que mais me deixavam de pau duro e comecei a bolá um plano pra fazer um cuck virar submisso sem precisar hipnotizar ele. Fiquei matutando várias ideias, pensando em quem seria uma boa vítima, até que minha mãe bateu na porta e disse que no dia seguinte viria uma amiga da minha irmã com os pais dela. Aí meus olhos brilharam. A mãe da amiga da minha irmã se chamava Noly, era uma milfão do caralho, com umas tetas enormes e um corpo muito bem cuidado pra idade dela. Além disso, era política e bem-sucedida pra cacete. Sempre me deu um tesão danado pensar em comer uma mulher tão poderosa assim e tratar ela como uma puta na cama. E o marido dela era militar, então seria super excitante ver um cara tão bruto aos meus pés. Comecei a planejar como ia conseguir meu objetivo no dia seguinte até pegar no sono. Quando acordei, preparei as coisas necessárias pro meu plano até eles chegarem. Na hora, saí pra cumprimentar e, como sempre, vi a Noly arrasando com aquele corpão. Ela tava usando um vestido azul que marcava tudo: as duas tetonas e a raba bem conservada. Fiquei com água na boca e o pau ficou duro na hora. Ali começou meu plano. Eu sabia que ia ser foda. Muito difícil hipnotizar ela e fazer todo o protocolo com tanta gente na minha casa, então chamei minha vizinha pra aparecer na minha porta com a desculpa de trazer "meu dinheiro" por ter trabalhado pra eles. Aí quando ela bateu, começamos a conversar e eu puxei o assunto de que eles tinham tido uns problemas legais com uma série de propriedades (óbvio que era mentira) e fingi que agora que a Noly tava aqui, ela poderia ajudar, já que estudou direito e ainda daria visibilidade política pros problemas deles. Minha mãe achou uma ótima ideia e chamou a Noly. Ela, que era bem burrinha, acreditou em tudo e tava disposta a ajudar. Minha vizinha, seguindo meu plano, disse que os papéis estavam na casa dela, mas que eu tinha guardado quando ajudei e eles não sabiam onde estavam, então se a gente subisse os dois em alguns minutos, eu poderia explicar tudo direitinho. Noly, sem desconfiar de nada, aceitou.

Quando subimos pra casa da minha vizinha, eu me certifiquei de que trancassem a porta por dentro. Lá, o marido da Isa, o Juan, imobilizou a Noly segurando os braços dela. Noly não entendia nada, até pediu minha ajuda, mas eu, ignorando ela, tirei o anel do bolso e coloquei. Antes de mostrar pra ela, falei na cara dela tudo que pensava: como ela era gostosa, a quantidade de punheta que bati pensando nela todos esses anos, que uma vez me escondi atrás da porta enquanto ela trocava de roupa no banheiro e tirei várias fotos do corpo pelado dela, etc. Ela, ainda sem entender a situação, só implorava: "Por favor, Alejandro, sou amiga da sua mãe, não sei o que esse casal te falou, mas me deixa ir, não quero morrer, por favor!!!" Eu: "Fica tranquila, meu amor, não vamos te matar nem te machucar. Na verdade, daqui a pouco você vai ser grande amiga da Isabel e vão colaborar juntas pra me satisfazer sexualmente." Aí mostrei o anel e fiz o ritual de sempre. A Noly não demorou a parar de resistir e concordar, dizendo "sim". amo". Eu queria ter comido ela ali mesmo e deixado ela escorrendo de porra, mas iam começar a desconfiar e podia estragar o plano, então me limitei a contar o plano com o marido dela enquanto tocava e chupava os peitos dela. Em alguns minutos subimos pra não levantar suspeitas e fomos pra minha casa. Quando chegamos, sentamos todos pra comer e a Noly sentou do meu lado, como eu tinha mandado antes. Durante a comida, fiquei dedando ela debaixo da mesa sem que o corno do marido percebesse. Ela disfarçava muito bem e ninguém na mesa notou nada. O dia passou tranquilo e no final eles foram embora. Não tentei comer ela naquele dia porque não tava no meu plano, mas fiquei com muito tesão, então escapei pra casa da minha vizinha e fui foder a filha dela, a Alba. Ela tava perdendo cada vez mais a resistência, mas não porque tava se submetendo, e sim porque às vezes parecia que não tinha mais energia pra lutar. Eu tinha destruído ela mentalmente, e isso me excitava. Fiquei comendo o cu dela sem gozar, e pra finalizar, mandei o pai dela abrir as pernas da mulher e gozei dentro dela. Minha ideia era engravidar ela e muitas outras mulheres, pra depois os maridos ou namorados cornos criarem os filhos. No dia seguinte fui pra aula e, como de costume, fiquei curtindo o harém que montei no meu colégio. Decidi que era a hora certa de comer minhas professoras, a Glória e a Mariluz. Elas eram minhas professoras de português e biologia, respectivamente. A Glória tinha uma bunda gigantesca, enquanto a Mariluz se destacava pelos dois peitões enormes. A Glória era morena e a Mariluz loira, além de serem ambas muito gostosas. Era a combinação perfeita, e eu ia aproveitar aqueles dois corpos maduros. As outras putas do harém se masturbaram enquanto curtiam o espetáculo. A Glória ficou de quatro contra a parede, e eu comecei a meter a pica naquele cuzão enorme com cuidado. Ela era a típica professora filha da puta que vive de mal humor, e eu tava fodendo o cu dela. Fui aumentando o ritmo cada vez mais e, ao mesmo tempo, ela gemendo cada vez mais alto, Mariluz tava abrindo bem a bunda dela pra minha pica entrar perfeitamente, mas eu mandei ela parar com aquilo e começar a chupar minhas bolas, e foi o que ela fez. Eu tava comendo a professora mais gostosa do meu colégio enquanto outra me chupava as bolas, a sensação era incrível. A Promiscuous chupava minhas bolas de um jeito quase celestial, e pensar que com aquela boca ela me xingava por não prestar atenção nas aulas de merda dela, mas o melhor não era isso, era que as duas putas eram casadas, isso me excitava ainda mais, saber que os cornos dos maridos delas tavam trabalhando enquanto as mulheres me satisfaziam como umas putas de verdade. A excitação foi tanta que acabei gozando no cu da Gloria, depois disso ela me olhou com um sorriso de Promiscuous e eu mandei ela abrir a boca, aí cuspi nela e ordenei que ela comesse meu cu. Ela, sem dizer nada, se colocou atrás de mim, abriu minhas nádegas e começou a meter a língua no meu cu, a sensação era deliciosa, e aí eu falei pra Mariluz fazer uma punheta com as tetas dela. Ela se ajoelhou e começou a me masturbar com as duas tetonas enormes dela. Sempre tive dúvida se eram naturais ou não, porque o tamanho faz a gente desconfiar, mas ao tocar, com certeza eram verdadeiras. Eu tava nas nuvens, sentindo um prazer duplo ao mesmo tempo: de um lado, Mariluz esmagando as tetas dela na minha pica, e do outro, Gloria lambendo meu cu sujo. Não tinha dúvida de que eu era um deus, era superior aos outros, e isso tava provado. Acabei não aguentando mais e gozei nas tetas e na cara da Mariluz. Quando terminamos, vesti minhas calças e falei pras duas que, assim que vissem os maridos delas, dessem um beijo longo neles pra eles provarem minhas bolas e meu cu, respectivamente, e que a Mariluz só deixasse ele chupar as tetas dela naquela noite, e a Gloria só deixasse ele chupar o cu dela, pra eles sentirem o gosto da minha pica também. Depois disso, fui embora. concluir meu verdadeiro plano do dia. Assim que saí, peguei um ônibus que não costumava pegar porque ia direto pra casa da Noly, onde tinha combinado com ela e ia foder ela e dominar o marido dela. Quando cheguei, ela abriu a porta vestida de puta, como eu tinha mandado, estava de calcinha e sutiã, lingerie mais especificamente, me disse que a comida já estava pronta, sentei na mesa e ela tinha preparado um filé da melhor carne da cidade com salada e uma garrafa de vinho daquelas que custam uma fortuna, simplesmente me tratavam como um rei. Não demorei muito pra comer tudo de tão gostoso que estava e não esperei muito pra foder ela, agarrei ela pela cintura e coloquei ela em cima da mesa da cozinha, afastei a calcinha fio dental e comecei a dedar ela, a vagabunda começou a gritar como se eu estivesse partindo ela ao meio, parece que o marido não transava direito com ela, então talvez eu tivesse até fazendo um favor, quem diria que o militar durão era um broxa de merda. Depois de alguns minutos dedando ela e chupando os peitos dela, mandei ela fazer um espanhol, então ela se ajoelhou, colocou meu pau entre os peitos dela, apertou e começou a bater uma punheta pra mim, as milf sempre foram minha fraqueza, mas essa era de outro nível, uma deusa que eu nunca teria na minha cama se não fosse pelo anel, mas e se ele me escolheu? Talvez eu fosse o escolhido pra dominar o resto dos humanos e simplesmente tudo isso é meu por direito, já que talvez eu seja um deus, fiquei pensando nisso até voltar à realidade e ver que a Noly ainda estava fazendo o espanhol, como não, a sensação era brutal, os peitos dela pressionavam todo o meu pau de tão grandes que eram e eu não ia aguentar muito mais, então decidi que era hora de subir pro quarto dela, chegamos e joguei ela em cima da cama de casal, vi os quadros dela e do marido e das filhas, mas tinha um do dia do casamento, olhei fixamente pra ele e depois olhei como eu tinha a mulher que saía vestida de branco no quadro e me senti superior. Aí eu me deitei na cama e deixei ela fazer o trabalho, ela montou em cima de mim e começou a pular, os peitos dela balançando no ritmo das sentadas, dava pra ver o prazer na cara dela cada vez que meu pau entrava e saía da buceta dela, a gente ficou assim uns minutos até que eu vi um movimento estranho na porta, fiz que não tava percebendo mas tava totalmente ligado, o marido dela tava espiando a gente e o plano tinha dado certo exatamente como eu pensei, ele tava batendo uma enquanto curtia o espetáculo, isso me excitou pra caralho e eu coloquei ela de quatro contra a cabeceira da cama, enfiei o pau de uma vez no cu dela e sem medo do que pudesse acontecer eu falei: Eu: sei que você tá aí, cuck, pode entrar e curtir o espetáculo mais de perto O marido dela (o nome dele é Raúl) abriu a porta e entrou com a mão segurando o pau Eu: gostou do que viu, promíscuo? Tá vendo como sua mulher tá se divertindo? Raúl: tô gostando sim, senhor, nunca vi ela curtir tanto o sexo Eu: normal, com seu pintinho deve ser difícil, mas olha pelo lado bom, a partir de agora você vai ver ela sempre se divertir porque sua mulher só vai transar comigo e você só vai fingir ser o marido dela pro resto do mundo, entendeu? Raul: Entendo sim, mas não sei se quero isso, a situação me excita mas é minha mulher... Eu: como é? Sua mulher é uma puta barata que tá enfiando o pau de um adolescente na sua cama de casamento, nem pense em falar mais uma merda dessas se não quiser levar uma surra, certo, corno? Raúl: Claro, senhor, o senhor é o macho da minha mulher e eu sou um cuck, desculpa minhas palavras O Raúl tava excitadíssimo com a situação porque, como a Noly tinha me contado antes, ele já tinha proposto a ideia pra ela de ser um cuck consentido, mas a Noly era uma mulher recatada, até que eu transformei ela numa puta com meu poder de hipnose. Aí eu comecei a aumentar o ritmo que eu tava fodendo a Noly, minhas estocadas cada vez mais fortes e ela gozou meu pau, uma porrada de fluido vaginal escorria da buceta dela enquanto meu pau entrava e saía ao mesmo tempo, o Raúl tava batendo uma de joelhos do lado da cama, curtindo o espetáculo. Depois de um tempo assim, tirei o pau da buceta dela e mandei ela virar de costas, olhei praquele rabão enorme enquanto dava uns tapas e finalmente encaixei o pau entre as nádegas e meti tudo de uma vez, a Noly começou a gritar de dor, dava pra ver que ninguém nunca tinha comido ela por ali e que aquele era um cu virgem de milf, a bunda dela quicava a cada estocada na frente do marido promíscuo e, no final, gozei dentro do cu dela, uma porrada de porra escorrendo do rabo enquanto eu já tava indo embora, virei pra dar uma última olhada na cena e vi a Noly toda exausta deitada na cama e o marido dela, Raúl, limpando o cu dela com a língua. Depois disso, peguei um táxi e fui pra casa descansar depois de um dia cheio de sexo.

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