Oi, já não preciso mais me descrever, porque deixei umas fotinhas minhas aqui. Sou totalmente real, tô começando no mundo do conteúdo adulto e espero que vocês gostem. Mas também quero explorar mais coisas, e aqui no Poringa acho que consigo encontrar.
Tenho um primo que é quem tá me ajudando com tudo isso. Ele já publicou vários contos aqui. Um dia vou dizer quem é, mas por enquanto vou contar como foi minha primeira vez com ele, com todos os detalhes.

Somos da Colômbia, naquela época as reuniões de família significavam rever parentes que há muito não se encontravam, com o tempo foi se perdendo um pouco essa graça. O negócio é que nos reunimos num povoado pra comemorar o Natal, a gente era meio novo, eu tava no sétimo ano do ensino médio e meu primo tava no nono, a gente já tinha se visto em reuniões anteriores, mas cada um ficava com a galera do mesmo sexo.
Mas naquele Natal, como já estávamos mais velhos, a gente começou a interagir mais entre todo mundo, e na Colômbia é muito famoso o jogo chamado esconde-esconde. A parada é que de um grupo de pessoas, escolhe um pra contar de olhos fechados e encostado na parede num lugar bem específico enquanto os outros se escondem. Assim que termina a contagem, ele sai pra procurar. Se encontrar alguém, tem que correr até o ponto e chegar primeiro pra confirmar que achou. Se a outra pessoa chegar primeiro, ela se salva de contar na próxima rodada e por aí vai.
O negócio é que a gente tinha que se esconder e acabou se encontrando atrás de um arbusto grande, não tinha ninguém por perto. Eu cheguei primeiro e ficava espiando por um buraco se quem tava contando estava perto. Ele chegou depois e não tinha espaço pra olhar, tentava me tirar do lugar fazendo cócegas. Eu ria baixinho, mas não deixava ele me tirar. Eu tava gostando daquela brincadeira, e ele começou a me abraçar por trás pra fazer cócegas na minha barriga. Eu achava ele atraente e com aquela brincadeira comecei a sentir uma conexão com ele, mas tinha horas que eu ria demais e ele falava pra eu fazer silêncio ou que ia me beijar. E foi assim, não consegui me segurar e ele me roubou um beijo. Pra ser sincera, no começo achei estranho, porque nunca tinha beijado ninguém e muito menos um parente, mas eu gostei.

A partir daí, quase toda vez que alguém contava, a gente ia junto se esconder, tentando que ninguém visse a gente. Mal chegava no esconderijo, a gente se beijava e cada vez era mais íntimo. Ele até começou a beijar meu pescoço e a passar a mão na minha bunda. Eu só tinha visto isso na TV ou em algumas coisas na internet, e comecei a sentir umas coisas no estômago. Agora entendo que é excitação.


A coisa tava esquentando até que uma prima nos pegou e disse que ia contar pra todo mundo. Óbvio que a gente se cagou de medo e implorou pra ela não falar nada. Ela topou, com a condição de que a gente não repetisse. Aceitamos, e o jogo acabou ali. Nessas festas, as famílias ficam juntas por uma semana, mais ou menos, mas na nossa era assim.
Os dias passaram e, sinceramente, eu tinha adorado aquela sensação. Ficava caçando meu primo, qualquer momento a sós servia pra tentar alguma coisa. Acho que desde pequena sou meio fogosa, rs. Ele, porém, era mais cauteloso. Infelizmente, as festas acabaram, cada família voltou pra sua cidade.

Eu tinha uma amiga um pouco mais velha que eu, contei pra ela e ela já tinha alguma experiência. Era virgem só porque queria esperar o homem ideal, mas assistia pornô e já tinha passado por situações de muito tesão com outros caras. Então ela me explicou tudo o que tinha sentido e me deu curiosidade de ver pornografia, já que várias vezes ela dava exemplos com vídeos que tinha visto.
Assisti pela primeira vez e foi uma sensação muito gostosa, nunca tinha visto como as partes íntimas se uniam entre homens e mulheres ou pessoas do mesmo sexo. Além disso, reparei num movimento específico que todas as mulheres faziam enquanto tinham a mão na buceta — sim, estavam se masturbando, mas eu não sabia. Então tentei pra ver qual era a sensação e, a partir daí, minha vida mudou.

Conhecer a masturbação foi uma das coisas mais gostosas, mas também foi minha perdição. Aquela sensação no começo era algo que eu queria sentir em vários momentos do meu dia. Eu via pornô sempre que estava sozinha no meu quarto, mas chegou uma hora que eu queria mais. Só que naquela época da minha vida, eu não podia comprar um brinquedinho pra mim, porque era só pra maiores de idade. Então, criei redes sociais pra procurar meu primo, já que pensei que ele poderia ter alguma ideia, e não me enganei.
Acho que eu estava ficando viciada em me masturbar, porque fazia isso em vários lugares. Quando a casa ficava vazia e o calor no meu quarto apertava, eu ia pra sala me tocar na minha buceta.

Também usava meus travesseiros pra me esfregar e ter uma sensação gostosa, não precisava deixar tudo só na mão.

No colégio, quando eu chegava na sala e estava sozinha ou quase todo mundo ia embora e eu ficava lá, aproveitava pra esfregar minha buceta na mesa, foi aí que conheci a adrenalina de ser descoberta.

Na cozinha, na maioria das vezes antes de ir pra escola, eu fazia. Minha mãe ia trabalhar mais cedo e eu ficava sozinha, não conseguia segurar a vontade.

Às vezes minha mãe não me deixava sozinha em casa, então quando a gente ia fazer compras ou eu acompanhava ela em algum rolê, eu dava a desculpa de estar cansada e quer saber? O tédio fazia minha buceta dar uns chamados quentes.

E não podia faltar o banheiro, onde muuuuitas vezes eu usava a pressão da água pra sentir um cosquinha a mais na minha buceta, uff que sensação tão gostosa.

Enfim, tenho várias histórias chamativas de tesão, mas eu realmente precisava de algo mais. Ver tanto pornô me fazia querer ter algo dentro de mim, mas como não tinha experiência, ficava com medo porque minha amiga me contava que a primeira vez doía e era melhor com alguém experiente. Coloquei em prática meu plano de procurar meu primo nas redes sociais até que o encontrei. Voltamos a conversar como dois tímidos que acabaram de se conhecer. A má notícia é que ele arrumou uma namorada. Fiquei triste por um tempo, mas a verdade é que eu gostava muito dele. Então, conquistei a confiança dele e, cada dia, as conversas ficavam mais pessoais, mais íntimas, mas como se fôssemos amigos confidentes.
Até que um dia perguntei se ele já tinha perdido a virgindade, e ele respondeu que sim, perdeu com a namorada e que já tinham transado várias vezes. Essa notícia me deixou triste, mas ao mesmo tempo feliz, porque sabia que meu primo poderia me ajudar a perder a virgindade por causa da experiência dele. Eu era muito curiosa e fazia perguntas sobre sexo, e ele respondia, até contava muitas coisas que fazia com a namorada. Vocês já sabem o que acontecia no meu corpo, melhor ainda, o que acontecia enquanto eu lia detalhadamente como meu primo fodia a namorada.

Cada vez eu tava mais certa de que queria perder a virgindade com ele, não tava nem aí que ele tinha namorada, hehe tão novinha e já pensando em ser amante, mas meu corpo pedia. Com aquela idade, óbvio que não podia viajar sozinha pra ir até onde meu primo morava, a viagem durava umas 3 horas, mas assim que eu chegasse no terminal de transporte, iam perguntar quem era o maior de idade que tava cuidando de mim. Então, só me restava esperar alguma festa pra ver ele de novo.
CONTINUARÁ.............................................................................
Deixo mais uma foto minha pra vocês continuarem vendo minha pele linda e também tenho Telegram caso queiram ver algo mais.
Tenho um primo que é quem tá me ajudando com tudo isso. Ele já publicou vários contos aqui. Um dia vou dizer quem é, mas por enquanto vou contar como foi minha primeira vez com ele, com todos os detalhes.

Somos da Colômbia, naquela época as reuniões de família significavam rever parentes que há muito não se encontravam, com o tempo foi se perdendo um pouco essa graça. O negócio é que nos reunimos num povoado pra comemorar o Natal, a gente era meio novo, eu tava no sétimo ano do ensino médio e meu primo tava no nono, a gente já tinha se visto em reuniões anteriores, mas cada um ficava com a galera do mesmo sexo.
Mas naquele Natal, como já estávamos mais velhos, a gente começou a interagir mais entre todo mundo, e na Colômbia é muito famoso o jogo chamado esconde-esconde. A parada é que de um grupo de pessoas, escolhe um pra contar de olhos fechados e encostado na parede num lugar bem específico enquanto os outros se escondem. Assim que termina a contagem, ele sai pra procurar. Se encontrar alguém, tem que correr até o ponto e chegar primeiro pra confirmar que achou. Se a outra pessoa chegar primeiro, ela se salva de contar na próxima rodada e por aí vai.
O negócio é que a gente tinha que se esconder e acabou se encontrando atrás de um arbusto grande, não tinha ninguém por perto. Eu cheguei primeiro e ficava espiando por um buraco se quem tava contando estava perto. Ele chegou depois e não tinha espaço pra olhar, tentava me tirar do lugar fazendo cócegas. Eu ria baixinho, mas não deixava ele me tirar. Eu tava gostando daquela brincadeira, e ele começou a me abraçar por trás pra fazer cócegas na minha barriga. Eu achava ele atraente e com aquela brincadeira comecei a sentir uma conexão com ele, mas tinha horas que eu ria demais e ele falava pra eu fazer silêncio ou que ia me beijar. E foi assim, não consegui me segurar e ele me roubou um beijo. Pra ser sincera, no começo achei estranho, porque nunca tinha beijado ninguém e muito menos um parente, mas eu gostei.

A partir daí, quase toda vez que alguém contava, a gente ia junto se esconder, tentando que ninguém visse a gente. Mal chegava no esconderijo, a gente se beijava e cada vez era mais íntimo. Ele até começou a beijar meu pescoço e a passar a mão na minha bunda. Eu só tinha visto isso na TV ou em algumas coisas na internet, e comecei a sentir umas coisas no estômago. Agora entendo que é excitação.


A coisa tava esquentando até que uma prima nos pegou e disse que ia contar pra todo mundo. Óbvio que a gente se cagou de medo e implorou pra ela não falar nada. Ela topou, com a condição de que a gente não repetisse. Aceitamos, e o jogo acabou ali. Nessas festas, as famílias ficam juntas por uma semana, mais ou menos, mas na nossa era assim.
Os dias passaram e, sinceramente, eu tinha adorado aquela sensação. Ficava caçando meu primo, qualquer momento a sós servia pra tentar alguma coisa. Acho que desde pequena sou meio fogosa, rs. Ele, porém, era mais cauteloso. Infelizmente, as festas acabaram, cada família voltou pra sua cidade.

Eu tinha uma amiga um pouco mais velha que eu, contei pra ela e ela já tinha alguma experiência. Era virgem só porque queria esperar o homem ideal, mas assistia pornô e já tinha passado por situações de muito tesão com outros caras. Então ela me explicou tudo o que tinha sentido e me deu curiosidade de ver pornografia, já que várias vezes ela dava exemplos com vídeos que tinha visto.
Assisti pela primeira vez e foi uma sensação muito gostosa, nunca tinha visto como as partes íntimas se uniam entre homens e mulheres ou pessoas do mesmo sexo. Além disso, reparei num movimento específico que todas as mulheres faziam enquanto tinham a mão na buceta — sim, estavam se masturbando, mas eu não sabia. Então tentei pra ver qual era a sensação e, a partir daí, minha vida mudou.

Conhecer a masturbação foi uma das coisas mais gostosas, mas também foi minha perdição. Aquela sensação no começo era algo que eu queria sentir em vários momentos do meu dia. Eu via pornô sempre que estava sozinha no meu quarto, mas chegou uma hora que eu queria mais. Só que naquela época da minha vida, eu não podia comprar um brinquedinho pra mim, porque era só pra maiores de idade. Então, criei redes sociais pra procurar meu primo, já que pensei que ele poderia ter alguma ideia, e não me enganei.
Acho que eu estava ficando viciada em me masturbar, porque fazia isso em vários lugares. Quando a casa ficava vazia e o calor no meu quarto apertava, eu ia pra sala me tocar na minha buceta.

Também usava meus travesseiros pra me esfregar e ter uma sensação gostosa, não precisava deixar tudo só na mão.

No colégio, quando eu chegava na sala e estava sozinha ou quase todo mundo ia embora e eu ficava lá, aproveitava pra esfregar minha buceta na mesa, foi aí que conheci a adrenalina de ser descoberta.

Na cozinha, na maioria das vezes antes de ir pra escola, eu fazia. Minha mãe ia trabalhar mais cedo e eu ficava sozinha, não conseguia segurar a vontade.

Às vezes minha mãe não me deixava sozinha em casa, então quando a gente ia fazer compras ou eu acompanhava ela em algum rolê, eu dava a desculpa de estar cansada e quer saber? O tédio fazia minha buceta dar uns chamados quentes.

E não podia faltar o banheiro, onde muuuuitas vezes eu usava a pressão da água pra sentir um cosquinha a mais na minha buceta, uff que sensação tão gostosa.

Enfim, tenho várias histórias chamativas de tesão, mas eu realmente precisava de algo mais. Ver tanto pornô me fazia querer ter algo dentro de mim, mas como não tinha experiência, ficava com medo porque minha amiga me contava que a primeira vez doía e era melhor com alguém experiente. Coloquei em prática meu plano de procurar meu primo nas redes sociais até que o encontrei. Voltamos a conversar como dois tímidos que acabaram de se conhecer. A má notícia é que ele arrumou uma namorada. Fiquei triste por um tempo, mas a verdade é que eu gostava muito dele. Então, conquistei a confiança dele e, cada dia, as conversas ficavam mais pessoais, mais íntimas, mas como se fôssemos amigos confidentes.
Até que um dia perguntei se ele já tinha perdido a virgindade, e ele respondeu que sim, perdeu com a namorada e que já tinham transado várias vezes. Essa notícia me deixou triste, mas ao mesmo tempo feliz, porque sabia que meu primo poderia me ajudar a perder a virgindade por causa da experiência dele. Eu era muito curiosa e fazia perguntas sobre sexo, e ele respondia, até contava muitas coisas que fazia com a namorada. Vocês já sabem o que acontecia no meu corpo, melhor ainda, o que acontecia enquanto eu lia detalhadamente como meu primo fodia a namorada.

Cada vez eu tava mais certa de que queria perder a virgindade com ele, não tava nem aí que ele tinha namorada, hehe tão novinha e já pensando em ser amante, mas meu corpo pedia. Com aquela idade, óbvio que não podia viajar sozinha pra ir até onde meu primo morava, a viagem durava umas 3 horas, mas assim que eu chegasse no terminal de transporte, iam perguntar quem era o maior de idade que tava cuidando de mim. Então, só me restava esperar alguma festa pra ver ele de novo.
CONTINUARÁ.............................................................................
Deixo mais uma foto minha pra vocês continuarem vendo minha pele linda e também tenho Telegram caso queiram ver algo mais.
4 comentários - Minha primeira vez com meu primo 1
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