Perversão com Cielo Riveros e a irmã

Contigo. Subi as escadas, devagar, porque a Pao subiu como o cachorro que era. Cheguei no quarto e mandei ele subir na cama. Ele obedeceu e se virou.Perversão com Cielo Riveros e a irmãCheguei no quarto e mandei ela subir na cama, ela obedeceu e virou pra mim, enfiei meu pau na boca dela, não tinha perdido a ereção, ela chupou olhando pra câmera, segurei ela pelo cabelo de novo e meti e tirei meu pau com tudo, tanto que fiz a imagem do boquete sumir. A pequena Pao vomitou um arco, mas se recuperou e atacou meu pau de novo, chupando com gosto, pontes de...vadia...baba escorreu entre sua boquinha e minha glande, eu chupei como uma profissional, ela fez isso sorrindo pra câmera, me senti a mais pervertida do mundo vendo aquela novinha me chupando, me dando prazer de todos os jeitos; senti que já era hora e puxei a coleira dela, coloquei ela de quatro na beirada da cama, os joelhos dela estavam bem na borda e os pés balançando, soltei a coleira e coloquei a câmera em cima de um móvel pra filmar de lado como eu tinha planejado; a câmera focou na imagem em que eu aparecia na frente de uma Pao inquieta, rebolando a bunda e olhando de lado pra câmera, aí apareceu minha barriga inchada e peluda, meu pau médio ereto e escorrendo baba, fiquei atrás dela e apontei pra entrada dela, quando fiz isso, Pao baixou a cabeça olhando pra cama, lentamente ele se perdeu dentro da fenda dela, começou a dança, Pao se agarrou forte nos lençóis e eu segurei na cintura dela, os gemidos dos dois ecoaram no quarto no ritmo do som da minha pélvis batendo na bunda da novinha, acelerei e quando senti que ia gozar, parei e meti mais devagar, saboreando a fenda melada da Pao, que gemeu baixinho apertando os lençóis, inundando meu pau com sucos orgásmicos. Me virei pra câmera e como os móveis estavam amarrados na cama, tinham se mexido por causa da nossa bagunça e agitação, tirei e reorganizei a câmera, voltei pra Pao que já estava enfiando o peito na cama, colocando a bunda empinada, parecia tão gostosa, que meu pau... os gemidos dos dois ecoaram no quarto no ritmo do som da minha pélvis batendo na bunda da novinha, acelerei e quando senti que ia gozar, parei e meti mais devagar, saboreando a fenda melada da Pao, que gemeu baixinho apertando os lençóis, inundando meu pau com sucos orgásmicos. Me virei pra câmera e como os móveis estavam amarrados na cama, tinham se mexido por causa da nossa bagunça e agitação, tirei e reorganizei a câmera, voltei pra Pao que já estava enfiando o peito na cama, colocando a bunda empinada. Pompa, parece tão gostoso, que meu pau... os gemidos dos dois ecoaram no quarto no ritmo do som da minha pélvis batendo na bunda do bebê.amadorAcelerei e, quando senti minha gozada, parei e meti mais devagar, saboreando a fenda escorrendo da Pao, que gemeu baixinho apertando os lençóis, inundando meu pau com sucos orgásmicos. Virei pra câmera e, como os móveis estavam amarrados na cama, tinham se mexido por causa da nossa bagunça e agitação. Tirei ela e reorganizei a câmera, voltei pra Pao, que já estava enfiando o peito na cama e colocando a bunda pra cima. Tava tão gostosa que meu pau... Virei pra câmera e, como os móveis estavam amarrados na cama, tinham se mexido por causa da nossa bagunça e agitação. Tirei ela e reorganizei a câmera, voltei pra Pao, que já estava enfiando o peito na cama e colocando a bunda pra cima. Tava tão gostosa que meu pau... Virei pra câmera e, como os móveis estavam amarrados na cama, tinham se mexido por causa da nossa bagunça e agitação. Tirei ela e reorganizei a câmera, voltei pra Pao, que já estava enfiando o peito na cama e colocando a bunda pra cima. Tava tão gostosa que meu pau...anal... Só de ver aquela imagem, eu já fiquei de pau duro. Ela estava toda suada de tanto que eu tinha cansado ela. Da posição dela, ela se virou pra me olhar e me deu um sorriso — aquele sorriso que me fez me apaixonar. Minha boca até babou, e eu lambi a baba. Me senti tipo o Lobo Mau que ia devorar a netinha da vovó, a irmã mais nova da Chapeuzinho Vermelho. Como será que se chamava a irmã mais nova da Chapeuzinho Vermelho? Naquela hora, só pensei num nome... Pao. Me posicionei atrás dela. Ela tava tão inclinada que a fenda dela se abriu igual ao buraco escuro do cu dela. A tentação foi grande demais. Cuspi na minha mão e passei minha saliva nojenta naquele buraquinho tenro. Pao deu uma contraída, já sabia o que vinha. Fechou os olhos e tentou relaxar. Meus dedos entraram duas vezes naquele buraco proibido — se já é proibido pra adulto, pra uma menina era duplamente proibido. Mas aquele buraco já tinha virado comércio, eu já tinha metido muitas vezes. Minha cabecinha ficou presa no buraco, e eu empurrei segurando no meio pra dificultar, pra poder entrar rompendo de novo a pequena resistência que ela ia me dar. Pao soltou um gritinho, como sempre fazia. — Aaai — Fica calma, minha raposinha. Relaxa. Enfiei meu pau mais fundo nela, entre meus gemidos e os gritinhos de dor dela. Fui metendo sem parar até entrar por completo. Quando consegui, fiquei parado pra ela respirar mais tranquila. Assim que a respiração dela normalizou (era o sinal que a gente combinava), eu tirei só pra meter de novo. Meu pau, graças ao... Minha cabecinha ficou presa no buraco, e eu empurrei segurando no meio pra dificultar, pra poder entrar rompendo de novo a pequena resistência que ela ia me dar. Pao soltou um gritinho, como sempre fazia.pau— Aayy — Calma, minha pequena raposinha, relaxa. Enfiei meu pau mais fundo nela, entre meus gemidos e os gritinhos de dor dela. Fiz sem parar até que entrou por completo. Assim que consegui, fiquei parado pra ela respirar mais tranquila. Quando a respiração dela se normalizou (era o sinal que combinamos), tirei só pra colocar de novo. Meu pau, graças ao... Minha glande ficou presa no buraco e empurrei, segurando no meio pra dificultar e fazer ela entrar, rompendo de novo a pequena resistência que ela ia me dar. Pao soltou um gritinho baixinho. Sempre fiz assim.Gostosa... a saliva estava escorregadia, não tinha problema em meter e tirar do cu da garota, segurei ela pelos quadris e comecei a bombar mais rápido, ela estava parada no chão na beirada da cama, a Pao empinada na borda, meu cabelo suado grudado na testa, já tava cansando. Empurrei com minha bacia com força, me deixando cair sobre ela pra que ficasse de bruços na cama. Com meus joelhos continuei empurrando até deixar ela no meio, e quando os dois estávamos na cama, segurei ela firme. Ela fechou os olhos e apertou quando eu acelerei e aumentei a força. Segurei o peito dela pra não se mexer e movi minha bacia como se fosse uma mulher adulta, meu pau era um pistão e os gritos dela vinham junto com a minha foda. Senti minha gozada, já tava há uma hora fodendo na cama dela e tava cansando. Acelerei e quando começou a sair meu leite, tirei e coloquei, ela já sabia o que fazer: abriu a boca e juntou as mãozinhas perto da boca pra cair o que não cabia. Dei uma punheta forte no meu pau, enfiando a cabeça na língua dela por fora, e me esvaziei gemendo como um búfalo. Os jorros saíram, a maioria caindo na boca dela, outros nas mãos e alguns, pela força com que saíram, acertaram o rosto dela. Respirei tranquilo, apertando meu pau pra tirar as últimas gotas. Me afastei pra pegar a câmera dos móveis e me aproximei dela, que tava limpando o sêmen com a língua das mãozinhas pra depois recolher... Ela já sabia o que fazer: abriu a boca e juntou as mãozinhas perto da boca pra cair o que não cabia. Dei uma punheta forte no meu pau, enfiando a cabeça na língua dela por fora, e me esvaziei gemendo como um búfalo. Os jorros saíram, a maioria caindo na boca dela, outros nas mãos e alguns, pela força com que saíram, acertaram o rosto dela. Respirei tranquilo, apertando meu pau pra tirar as últimas gotas. Me afastei pra pegar a câmera dos móveis e me aproximei dela. que tava limpando o sêmen com a língua que tava nas mãozinhas dela pra depois juntar... Ela já sabia o que fazer, abriu a boca e juntou as mãozinhas perto da boca pra cair o que não cabia na boca dela, eu meti uma porrada forte na pica enfiando minha glande na língua dela por fora e me esvaziei gemendo igual um búfalo, saíram os jatos caindo a maioria deles na boca dela,corridaoutros caíram nas mãos dela, e alguns, pela força com que saíram, acabaram acertando o rosto dela. Respirei tranquilo, apertando meu pau para extrair as últimas gotas. Me afastei para pegar a câmera nos móveis e me aproximei dela, que estava limpando o sêmen com a língua das mãozinhas para depois recolher... os jorros saíram, a maioria caindo na boca dela, outros nas mãos, e alguns, pela força com que saíram, acertaram a cara dela. Respirei tranquilo, apertando meu pau para extrair as últimas gotas. Me afastei para pegar a câmera nos móveis e me aproximei dela, que estava limpando o sêmen com a língua que tinha nas mãozinhas para depois recolher... os jorros saíram, a maioria caindo na boca dela, outros nas mãos, e alguns, pela força com que saíram, acertaram a cara dela. Respirei tranquilo, apertando meu pau para extrair as últimas gotas. Me afastei para pegar a câmera nos móveis e me aproximei dela, que estava limpando o sêmen com a língua que tinha nas mãozinhas para depois recolher...ceuA que tinha caído de cara no chão me olhou quando ele fez isso, sorrindo pra câmera. Fiz um sinal pra ela falar, ela entendeu — "Adoro a porra dos adultos na minha boquinha" — e o que mais você gosta? — "Tirar ela chupando os paus deles" — Dela o quê? — "Das rolas deles", corrigi lembrando a palavra certa. Peguei ela pela nuca e guiei pra chupar minha pica, ela fez isso e minha pica viscosa foi chupada de novo pela minha pequena pervertida. Ela fez tão gostoso que pude sentir a língua quentinha dela se movendo em volta do meu pau, que por inércia reviveu e endureceu dentro da boquinha dela. Percebi e ela se virou parecendo animada, sabia que significava duas coisas: a primeira, que ela tinha conseguido parar ele de novo depois daquilo, e a segunda, que faria de novo. Só que nessa última eu me enganei, porque Cielo Riveros estava me esperando lá embaixo e também tive que dar a ração dela hoje. Entra no banho, vou buscar sua irmã mais nova que também quer uma pica. Ela fez biquinho mas obedeceu, levantou e foi nua até o banheiro. Continuei filmando ela mexendo a bundinha toda vermelha da minha foda recente. Antes de se lavar, virou pra mim e mandou um beijo com a mãozinha. Ela fez tão sensual que fiquei tentado a entrar e foder ela no chuveiro, mas me segurei e fui embora. Desci as escadas e lá estava Cielo Riveros, fazendo o dever de casa, ainda de uniforme escolar. Me viu descer nu, suado e com minha pica escorrendo baba, mas bem durinha. Me deu um sorriso safado e, sem dizer nada, ela... escadas e lá estava Cielo Riveros, fazendo os deveres dela, ela ainda estava de uniforme escolar. Me viu descer pelada, suada e com meu pau escorrendo baba, mas bem durinho. Ela me deu um sorriso safado e, sem dizer nada, ela... Estava me esperando lá embaixo e também tive que dar a ração dela hoje. "Entra no banho, vou buscar sua irmã mais nova que também quer uma pica." Ela fez biquinho, mas obedeceu, levantou e foi pelada até o banheiro, eu continuei filmando ela mexendo a bundinha pequena, toda vermelha da minha foda recente. Antes de se lavar, ela virou pra mim e mandou um beijo com a mãozinha. Ela fez isso tão sensual que se eu tivesse tentação, entraria e foderia ela no chuveiro, mas me segurei e fui embora. Desci as escadas e lá estava Cielo Riveros, fazendo os deveres dela.YamileEla ainda estava com o uniforme escolar. Me viu descer nua, suada e com meu pau pingando baba, mas bem durinho. Ela me deu um sorriso safado e, sem dizer nada, ela... Vou buscar sua irmã mais nova que também quer uma pica. Fez biquinho, mas obedeceu. Levantou e andou nua até o banheiro. Continuei filmando ela mexendo a bundinha, toda vermelha da minha última foda. Antes de se lavar, virou pra mim e mandou um beijo com a mãozinha. Fez tão sensual que fiquei tentado a entrar e meter nela no chuveiro, mas me segurei e fui embora. Desci as escadas e lá estava Cielo Riveros, fazendo a lição de casa. Ela ainda estava de uniforme escolar. Me viu descer nua, suada e com meu pau pingando baba, mas bem duro. Me deu um sorriso safado e, sem dizer nada, ela... Antes de se lavar, virou pra mim e mandou um beijo com a mãozinha. Fez tão sensual que fiquei tentado a entrar e meter nela no chuveiro, mas me segurei e fui embora. Desci as escadas e lá estava Cielo Riveros, fazendo a lição de casa. Ela ainda estava de uniforme escolar. Me viu descer nua, suada e com meu pau pingando baba, mas bem duro. Me deu um sorriso safado e, sem dizer nada, ela... Antes de se lavar, virou pra mim e mandou um beijo com a mãozinha. Fez tão sensual que fiquei tentado a entrar e meter nela no chuveiro, mas me segurei e fui embora. Fui embora. Desci as escadas e lá estava Cielo Riveros, fazendo os deveres dela, ela ainda estava com o uniforme escolar, me viu descer pelada, suada e com minha rola escorrendo baba, mas bem durinha, ela me sorriu safadamente e sem dizer nada ela...manosaEla se levantou e se despiu na frente da minha câmera, só de meias e sapatos escolares, foi até o sofá, se ajoelhou apoiada no encosto, cuspiu na mão e passou a saliva na buceta e no cu. Daquela posição, ela se virou com cara de inocente e me disse: "Papai, você pode? Por favor, não vou sentir dor." Coloquei a câmera na mesa de centro da sala e filmei ela em todos os buracos e em todas as posições que eu queria. Os gemidos foram abafados pelas cortinas grossas. Eu bati nela, cuspi nela e me esvaziei ferozmente na buceta dela, e depois mandei ela com a Pao chupar a porra. Falei pra ela brincar com meu gozo antes de engolir, ela feliz se levantou e foi buscar a irmã mais nova. Eu fiquei desmaiado no sofá recuperando o fôlego. Minha semana foi normal. Fodi as duas em todas as posições que eu tinha e queria. Adorava fazer a Pao cagar quando eu metia como um monstro no cu dela, ela não gostava muito, mas era algo que não dava pra evitar. Cielo Riveros, sabendo das minhas perversões e fetiches, colocava borracha debaixo dos lençóis que eu trocava depois. Não vou encher vocês com detalhes, era uma semana de rotina. Falei com Cielo Riveros, não pra procurar o professor dela e nem pra dar em cima dele. Ela me disse que ele nem olhava pra ela, que falava sério com ela, que nem o dever de casa ele corrigia. Ela só pegava o caderno, assinava e mandava ela sentar. Ele era um dos mais apáticos e indiferentes. Só falei pra ela não... ela não gostou muito, mas era algo que não dava pra evitar. Cielo Riveros, sabendo das minhas perversões e fetiches, colocava borracha debaixo dos lençóis que eu trocava depois. Não vou encher vocês com detalhes, era uma semana de rotina. Falei com Cielo Riveros, não pra procurar o professor dela e nem pra dar em cima dele. Ela me disse que ele nem olhava pra ela, que falava sério com ela, que nem o dever de casa ele corrigia. Ela só pegava o caderno, assinava e mandava ela sentar. Ele era um dos mais apáticos e indiferentes. Só falei pra ela não... Gostei pra caralho, mas era algo que eu não podia evitar, Cielo Riveros. Sabendo que minhas perversões e fetiches deixavam gosma por baixo dos lençóis que eu depois trocava — não vou encher o saco com os detalhes —, foi uma semana de rotina. Falei com Cielo Riveros, não pra procurar o professor dela e nem pra dar em cima dele. Ela me disse que ele nem olhava pra ela, que falava sério pra caramba com ela, que nem o dever dela ele corrigia. Ela só pegava o caderno, assinava e mandava ela sentar. Ele era um dos mais apáticos e indiferentes. Só falei pra ela não... não procurar a professora dela e não dar em cima dele. Ela me disse que ele nem olhava pra ela, que falava sério pra caralho com ela, que nem o dever dela ele corrigia. Ela só pegava o caderno, assinava e mandava ela sentar. Ele era um dos mais apáticos e indiferentes. Só falei pra ela não...Riveros... preocupava que não me incomodasse e que ainda tivesse meu passe garantido com notas excelentes em matemática. Sorri cúmplice e me joguei pra chupar o pau dele até ele endurecer e eu ficar sozinha; nossa semana foi do jeito que eu gosto. Chegou a terça-feira esperada, me preparei e me perfumei. Ia receber uma grana absurda, então peguei roupa nova no crédito e até me dei o luxo de comprar uma câmera de última geração, meu futuro financeiro era muito bom. Eram dez horas quando entrei no corredor da escola a caminho da sala do Alvarado, bati na porta e ouvi a voz "pode entrar", entrei com o melhor dos meus sorrisos e sentei sem pedir permissão. — Oi, querida, chegou o dia combinado, espero que não me decepcione. Simplesmente deslizou um envelope lacrado na minha direção e veio até mim com a força que carregava. Notei ele sério e com uma cara confiante que me desconcertou. Abri o envelope e só tinha cerca de um quarto do que havíamos combinado. — E isso? É piada? Não é nem um quarto do combinado. — Não, não é. — E o resto? Não quero ficar puta, então é melhor você me dar. — Não tenho e não vou ter, só tenho isso. Jogou um envelope amarelo grande na mesa, abri intrigado e lá, em alguns papéis, estavam meus dados pessoais, meu endereço, trabalho, contatos familiares, meu CPF, tudo que se referia a mim. — E isso? Não brinca. — Não, não brinco. Olha isso. Jogou um terceiro envelope e o... Notei ele sério e com uma cara confiante que me desconcertou. Abri o envelope e só tinha cerca de um quarto do que havíamos combinado. — E isso? É piada? Não é nem um quarto do combinado. — Não, não é. — E o resto? Não quero ficar puta, então é melhor você me dar. — Não tenho e não vou ter, só tenho isso. Jogou um envelope amarelo grande na mesa, abri intrigado e lá, em alguns papéis, estavam meus dados pessoais, meu endereço, trabalho, contatos familiares, meu CPF, tudo que se referia a mim. — E isso? Não brinca. — Não, não... Jogo, olha só isso, joguei um terceiro envelope e ele... Não tava sendo sério e com uma cara tão segura que me desconcertou. Abri o envelope e só tinha mais ou menos um quarto do que a gente tinha combinado. — E isso? É piada? Não é nem um quarto do que foi acordado.Perversão com Cielo Riveros e a irmã— Não, não é. — E o resto? Não quero me estressar, então é melhor você me dar. — Não tenho e não vou ter, só tenho isso. Jogo um envelope amarelo grande em cima da mesa, abro intrigado e lá dentro, em alguns papéis, estavam meus dados pessoais: meu endereço, trabalho, contatos da família, meu número do seguro social, tudo que se referia a mim. — E isso? Não vem com joguinho. — Não, não tô jogando, olha isso. Jogo um terceiro envelope e ele... não é nem um quarto do que foi combinado. — Não, não é. — E o resto? Não quero me irritar, então é melhor você me dar. — Não tenho e não vou ter, só tenho isso. Jogo um envelope amarelo grande em cima da mesa, abro intrigado e lá dentro, em alguns papéis, estavam meus dados pessoais: meu endereço, trabalho, contatos da família, meu número do seguro social, tudo que se referia a mim. — E isso? Não vem com joguinho. — Não, não tô jogando, olha isso. Jogo um terceiro envelope e ele... contatos da família, meu número do seguro social, tudo que se refere a mim. — E isso? Não vem com joguinho. — Não, não tô jogando, olha isso. Jogo um terceiro envelope e ele...vadia... Ao abrir, fiquei de queixo caído. Eram fotos minhas entrando na casa das minhas meninas e saindo recém-banhada, dava pra ver meu cabelo molhado, minha bolsa de acessórios na mão, e até quando entrei no carro. As fotos eram tão nítidas que dava pra ver as placas do meu Hulk, e uma foto mostrava a mãe chegando e observando.

— Vamos aprontar? Te aviso que tenho seus vídeos e posso postar na net, seria muito ruim pra você.
— Não vamos nos enganar, Cielo Riveros. Eu não era virgem quando fui, não vai pensar que sou burra. Acho que você já levou ela, e não só ela — a Pao também já passou pelas suas garras.
— Sim, tenho a Cielo Riveros e a Pao, e vou continuar com elas quantas vezes eu quiser, por todos os buracos delas. Mas você não tem provas disso, só fotos idiotas que não provam nada. Num julgamento, saio livre sem problemas, e por isso vou te processar por difamação.

Alvarado respirou fundo com indiferença, pegou um controle remoto e ligou uma TV que estava ao nosso lado. Meu rosto apareceu nela.
— Dá um alô pra câmera. Estive te gravando desde que você chegou, e você acabou de admitir que pega as duas garotas que moram nesta casa e que vai continuar com elas por todos os buracos. Se eu for pros bares, você vai comigo.

Minha pele suou, fiquei preso no meu próprio jogo. Minha boca seca não conseguia pronunciar palavras, minhas mãos tremiam. O caçador virou presa. Ele podia me mandar pra cadeia com essa evidência. Imagina todo o cenário do julgamento... e é isso. Num julgamento, saio livre sem problemas, e por isso vou te processar por difamação.

Alvarado respirou fundo com indiferença, pegou um controle remoto e ligou uma TV que estava ao nosso lado. Meu rosto apareceu nela.
— Dá um alô pra câmera. Estive te gravando desde que você chegou, e você acabou de admitir que pega as duas garotas que moram nesta casa e que vai continuar com elas por todos os buracos. Se eu for pros bares, você vai comigo.

Minha pele suou, fiquei preso no meu próprio jogo. Minha boca seca não conseguia pronunciar palavras, minhas mãos tremiam. Minhas mãos tremiam, o caçador virou presa, poderia me mandar pra cadeia com essa prova, imagina todo o cenário do julgamento e é isso... Num julgamento, vou sair limpo e sem problemas, e por isso vou te processar por difamação. Alvarado respirou fundo com indiferença, pegou um controle remoto e ligou uma TV que estava do nosso lado, meu rosto apareceu nela — Dá um alô pra câmera, tô te gravando desde que você chegou e você acabou de admitir que vai continuar com as duas garotas que moram nessa casa por todos os buracos delas. Se eu for pros bares, você vai comigo. Minha pele suou, fiquei preso no meu próprio jogo, minha boca seca não conseguia pronunciar palavras, minhas mãos tremiam, o caçador virou presa, poderia me mandar pra cadeia com essa prova, imagina todo o cenário do julgamento e é isso... pegou um controle remoto e ligou uma TV que estava do nosso lado, meu rosto apareceu nela — Dá um alô pra câmera, tô te gravando desde que você chegou e você acabou de admitir que vai continuar com as duas garotas que moram nessa casa por todos os buracos delas. Se eu for pros bares, você vai comigo. Minha pele suou, fiquei preso no meu próprio jogo, minha boca seca não conseguia pronunciar palavras, minhas mãos tremiam, o caçador virou presa, poderia me mandar pra cadeia com essa prova, imagina todo o cenário do julgamento e é isso... pegou um controle remoto e ligou uma TV que estava do nosso lado, meu rosto apareceu nela — Dá um alô pra câmera, tô te gravando desde que você chegou e você acabou de admitir que vai continuar com as duas garotas que moram nessa casa por todos os buracos delas. Se eu for pros bares, você vai comigo. Minha pele suou, fiquei preso no meu próprio jogo, minha boca seca não conseguia pronunciar palavras, minhas mãos tremiam, o caçador virou presa, podia me mandar pra cadeia com essa prova, imagina todo o cenário do julgamento e é isso... Minha pele suou, fiquei preso no meu próprio jogo, minha boca seca não conseguia pronunciar palavras, minhas mãos tremiam, o caçador virou presa, podia me mandar pra cadeia com essa prova, imagina todo o cenário do julgamento e é isso...amador...não foi muito favorável pra mim chantagear esse chefe; já não tinha mais a carta maior. — E agora? — Só queria dizer algo. — Bom, é melhor eu ir, aqui não aconteceu nada. — Fiz um gesto pra me levantar, mas a voz dele me parou. — Não, não vai sair tão fácil assim, agora vai me dizer desde quando isso vem rolando. — Pegou outro controle e desligou a câmera que estava filmando, isso me desconcertou. — Vamos falar na honestidade, sem câmeras escondidas nem chantagem, certo? — "Somos", respondi resignado, "quero imaginar que você só planejava me chantagear ou também pensava em comercializar isso?" — A verdade é que tava pensando em vender os vídeos, obviamente ia editar seu rosto, ninguém quer ver a cara do velho, só a das minas. — Já tinha um comprador? — "Não", "Só tava nessa ideia." — Imaginei que você não tem muito intelecto, mas tenho que admitir que ter se virado sem ninguém perceber foi bem ousado da sua parte. — Baixei o olhar, me senti extremamente idiota com isso. — Essa é minha proposta: isso pode ser vendido por um preço bem bom, você faz o material e eu vendo, vamos dividir meio a meio e vai ser uma parceria de conveniência, nunca pense que vamos virar amigos. — Quê? — O que você ouviu, vamos fazer uma parceria, tenho os meios e o orçamento pra comercializar isso sem ser descoberto, cuido disso e você faz o material, edita os vídeos, etc. — Em outras palavras, eu fico com a parte técnica e você com o marketing? — Isso mesmo, aceita? — E quando vamos poder vender? — Logo, mas primeiro preciso de duas coisas, ver tudo... Imaginei que você não tem muito intelecto, mas tenho que admitir que ter se virado sem ninguém perceber foi bem ousado da sua parte. — Baixei o olhar, me senti extremamente idiota com isso. — Essa é minha proposta: isso pode ser vendido por um preço bem bom, você faz o material e eu vendo, vamos dividir meio a meio e vai ser uma parceria de conveniência, nunca pense que vamos virar amigos. — Quê? — O que você ouviu, vamos fazer uma parceria, tenho os meios e o orçamento pra comercializar isso sem ser descoberto, eu cuido disso e tu faz o material, edita os vídeos, etc. — Em outras palavras, eu tenho a parte técnica e tu faz o marketing? — Isso mesmo, topa? — E quando a gente vai poder vender? — Logo, mas primeiro preciso de duas coisas, ver tudo... Já imaginava que tu não tem muita inteligência, mas tenho que admitir que ter se virado sem ninguém perceber foi bem ousado da sua parte. Ela baixou o olhar, me senti um completo idiota com isso — Essa é minha proposta, isso pode ser vendido por um preço bem alto, tu faz o material e eu vendo, vamos dividir meio a meio e vai ser uma parceria de conveniência, nunca pense que vamos virar amigos — Quê? — O que você ouviu, vamos fazer uma parceria, tenho os meios e o orçamento pra comercializar isso sem ser descoberto, eu cuido disso e tu faz o material, edita os vídeos, etc. —anal— Em outras palavras, eu fico com a parte técnica e você cuida do marketing?
— Isso mesmo, topa?
— E quando a gente vai poder vender isso?
— Logo, mas primeiro preciso de duas coisas: ver tudo... embora tenha que admitir que ter conseguido isso sem ninguém perceber foi bem ousado da sua parte.

Ele baixou o olhar, me senti extremamente idiota com aquilo.

— Essa é minha proposta: isso pode ser vendido por um preço bem bom. Você faz o material e eu vendo. Vamos dividir meio a meio e vai ser uma parceria de conveniência, nunca pense que vamos virar amigos.
— Quê?
— O que você ouviu. Vamos formar uma parceria. Tenho os meios e o orçamento pra comercializar isso sem ser descoberto. Eu cuido dessa parte e você faz o material, edita os vídeos, etc.
— Em outras palavras, eu fico com a parte técnica e você cuida do marketing?
— Isso mesmo, topa?
— E quando a gente vai poder vender isso?
— Logo, mas primeiro preciso de duas coisas: ver tudo...

Ele baixou o olhar, me senti extremamente idiota com aquilo.

— Essa é minha proposta: isso pode ser vendido por um preço bem bom. Você faz o material e eu vendo. Vamos dividir meio a meio e vai ser uma parceria de conveniência, nunca pense que vamos virar amigos.
— Quê?
— O que você ouviu. Vamos formar uma parceria. Tenho os meios e o orçamento pra comercializar isso sem ser descoberto. Eu cuido dessa parte e você —Você faz o material, edita os vídeos, etc. — Em outras palavras, eu cuido da parte técnica e você faz o marketing? — Isso mesmo, aceita? — E quando a gente vai poder vender isso? — Logo, mas primeiro preciso de duas coisas, ver tudo...

Baixei o olhar, me senti um idiota completo com isso. — Essa é minha proposta, isso pode ser vendido por um preço bem alto. Você faz o material e eu vendo. Vamos dividir meio a meio e vai ser uma parceria de conveniência. Nunca pense que vamos virar amigos. — Quê? — O que você ouviu. Vamos fazer uma parceria. Tenho os meios e o orçamento pra comercializar isso sem ser descoberto. Eu cuido dessa parte e você faz o material, edita os vídeos, etc. — Em outras palavras, eu cuido da parte técnica e você faz o marketing? — Isso mesmo, aceita? — E quando a gente vai poder vender isso? — Logo, mas primeiro preciso de duas coisas, ver tudo... Vamos dividir meio a meio e vai ser uma parceria de conveniência. Nunca pense que vamos virar amigos. — Quê? — O que você ouviu. Vamos fazer uma parceria. Tenho os meios e o orçamento pra comercializar isso sem ser descoberto. Eu cuido dessa parte e você faz o material, edita os vídeos, etc. — Em outras palavras, eu cuido da parte técnica e você faz o marketing? — Isso mesmo, aceita? — E quando a gente vai poder vender isso? — Logo, mas primeiro preciso de duas coisas, ver tudo... Eu cuido da parte técnica e você faz o marketing? — Isso mesmo, aceita? — E quando a gente vai poder vender isso? — Logo, mas primeiro preciso de duas coisas, ver tudo... Eu cuido da parte técnica e você faz o marketing? — Isso mesmo, aceita? — E quando a gente vai poder vender isso? — Logo, mas primeiro preciso de duas coisas, ver tudo...pau...vídeos e, acima de tudo, destruir o material. Não quero provas do meu ato. — Bom, vamos ser honestos, tenho muitos vídeos, posso te dar o seu e comercializar os outros. — Não vamos falar mais, vou aí esta tarde e vamos revisar os vídeos, mas não na casa das meninas, e sim na sua. Sei onde você mora, me espere lá às três. — Ela baixou o olhar e assentiu. — Tá bem. Saí do escritório pior do que entrei. Levava na mão o envelope com o dinheiro que ele me deu mais por pena do que por obrigação. Meu plano tinha falhado. Talvez ele tivesse razão, eu não era bom em planejar e dava pra ver que ele sabia do que estava falando. Eu me arriscaria a planejar um negócio de pornô proibido com o Alvarado. Bom, também não tinha muitas opções. Cheguei em casa e esperei. ******** Cielo Riveros, era assim que a chamavam. Uma hora antes do intervalo, foi chamada ao escritório do professor Alvarado. Ela andava nervosa até lá, sabia que estava chantageando ele, e uma coisa era ter problemas entre ele e eu, outra era envolver ela. Ela não sabia o que dizer nem como reagir, afinal, era só uma garota. Bateu timidamente na porta e ouviu a voz mandando ela entrar. Alvarado estava sentado tranquilamente, parecia calmo e sereno na postura. — Senta, Cielo Riveros, preciso falar com você. — Sim. — Seu "tio" veio me visitar. Sabe por que ele veio, né? Ela assentiu. Não era muito boa em improvisar naquele momento, estava assustada e decidiu ser honesta. — A gente não concordava com o negócio dele. — Ela fez uma pequena pausa e continuou — Mas... ela sabia que eu estava chantageando ele, e uma coisa era ter problemas entre ele e eu, outra era envolver ela. Ela não sabia o que dizer nem como reagir, afinal, era só uma garota. Bateu timidamente na porta e ouviu a voz mandando ela entrar. Alvarado estava sentado tranquilamente, parecia calmo e sereno na postura. — Senta, Cielo Riveros, preciso falar com você. — Sim. — Seu "tio" veio me visitar. Sabe por que ele veio, né? Ela assentiu. Não era muito boa em improvisar naquele momento, estava assustada e decidiu Ser honesta — A gente não tava de acordo com o negócio dele — ela deu uma pausinha e continuou — mas... ela sabia que eu tava chantageando ele, e uma coisa era que entre eu e ele tinha treta, outra era envolver ela. Ela não sabia o que dizer nem como reagir, afinal, era só uma menina. Bateu timidamente na porta e ouviu a voz mandando ele entrar. Alvarado tava sentado de boa, parecia calmo e tranquilo na postura — Senta, Cielo Riveros, preciso falar contigo — Sim — Seu "tio" veio me visitar, sabe por que ele veio, né? Ela concordou com a cabeça, não era muito boa em improvisar naquela hora, tava com medo e decidiu ser honesta — A gente não tava de acordo com o negócio dele — ela deu uma pausinha e continuou — mas...Gostosa... Escolhemos começar outro juntos, sei o que rola entre vocês, só quero saber uma coisa: eu obrigo vocês a fazerem o que fazem com isso? —Não—Você gosta? —Sim —respondi Cielo Riveros de olhos baixos, estava nervosa demais e envergonhada pra admitir que gostava—. Se eu te machucar ou te obrigar, pode me falar e eu ajudo "Não, ele não me obriga, eu também gosto do Pao", tapou a boca e fechou os olhos claros, apertando-os, tinha falado demais — Não se preocupa, sei que o Pao também participa, só queria saber se você se sentia confortável com isso, porque se não estivesse, eu ajudaria a não te incomodar mais — Não me incomoda, eu gosto — Beleza, entendi e vou guardar segredo. Agora me diz, você fingiu quando estávamos juntos? — Não — Gostou do que a gente fez? — Sim, pra caralho Cielo Riveros entrelaçou os dedos nervosamente e continuou de olhos no chão, queria correr, chorar, gritar, tava com o rosto vermelho, boca seca, mãos suando, não conseguia parar de mexer os pés pendurados na cadeira, tava apavorada demais, a voz da professora tirou ela dos pensamentos — Muito bem, Pelo negócio que eu e seu tio vamos fazer, acho que vamos nos ver bastante — Sim? "Cielo Riveros", ela olhou pra cima surpresa. "Sim, e acho que nós quatro vamos nos dar muito bem", um sorriso tranquilo brotou na garota, ela respirou mais aliviada, algo dentro dela sabia o que vinha. "Levanta e tranca a porta, Cielo Riveros", ela sorriu e se levantou em direção à porta, já tinha certeza do que era, colocou a trava e o clique ecoou...corrida... no quarto, selaram o pacto entre os dois. A menina se aproximou da sua professora, já não sentou, foi direto até ela, se virou de lado e a professora acariciou seu rosto. Cielo Riveros recebeu o carinho fechando os olhos e apoiando a cabeça na mão da adulta — Não menti, você é a garota mais gostosa que já vi na vida, Cielo Riveros. Ela abriu seus olhos azuis e deu um sorriso lindo, foi ela mesma quem se aproximou da sua professora e a beijou. A professora a recebeu com a boca entreaberta, novamente adulta e menina estavam entrelaçadas num beijo proibido pela sociedade, mas entregue com total paixão entre elas. Cielo Riveros segurou a cabeça da sua professora colocando os dedos entre seus cabelos, inclinou a cabeça e afrouxou os lábios para que a professora se entregasse à sua boca. A menina começou a soltar sucos só com o beijo e se contraiu em espasmos esperando o intruso; Alvarado se virou para ficar completamente de frente para ela, segurou-a com as mãos na cintura e desceu suavemente, os dois ficaram presos nas nádegas infantis, um gemido escapou da boca de Cielo Riveros, e outro quando recebeu um aperto nas nádegas. Alvarado continuou descendo as mãos e chegou até a borda da saia do colégio, suas mãos se perderam por baixo e subiram acariciando a parte de trás das coxas até chegar nas nádegas de Cielo Riveros, acariciou-as, sentiu-as um pouco frias, apertou; Cielo Riveros se mexeu inquieta diante das carícias proibidas da sua professora e a beijou com mais intensidade e paixão, colocando... Alvarado se virou para ficar completamente de frente para ela, segurou-a com as mãos na cintura e desceu suavemente, os dois ficaram presos nas nádegas infantis, um gemido escapou da boca de Cielo Riveros, e outro quando recebeu um aperto nas nádegas. Alvarado continuou descendo as mãos e chegou até a borda da saia do colégio, suas mãos se perderam por baixo e subiram acariciando a parte de trás das coxas até chegar nas nádegas de Cielo Riveros, ele acariciou, sentiu elas um pouco frias, apertou; Cielo Riveros, se mexeu inquieta diante das carícias proibidas da sua professora e o beijou com mais intensidade e paixão, colocando... Alvarado se virou para ficar completamente de frente pra ela, segurou ela com as mãos na cintura e desceu elas devagar, os dois ficaram presos nas nádegas infantis, um gemido escapou da boca de Cielo Riveros, e outro quando levou um apertão na bunda. Alvarado continuou descendo as mãos e chegou até a borda da saia do colégio, as mãos dele sumiram por baixo e subiu acariciando a parte de trás das coxas dela até chegar na bunda de Cielo Riveros, acariciou, sentiu elas um pouco frias, apertou; Cielo Riveros, se mexeu inquieta diante das carícias proibidas da sua professora e o beijou com mais intensidade e paixão, colocando... Um gemido escapou da boca de Cielo Riveros, e outro quando levou um apertão na bunda. Alvarado continuou descendo as mãos e chegou até a borda da saia do colégio, as mãos dele sumiram por baixo e subiu acariciando a parte de trás das coxas dela até chegar na bunda de Cielo Riveros, acariciou, sentiu elas um pouco frias, apertou; Cielo Riveros, se mexeu inquieta diante das carícias proibidas da sua professora e o beijou com mais intensidade e paixão, colocando... Um gemido escapou da boca de Cielo Riveros, e outro quando levou um apertão na bunda. Alvarado continuou descendo as mãos e chegou até a borda da saia do colégio, as mãos dele sumiram por baixo e subiu acariciando a parte de trás das coxas dela até chegar na bunda de Cielo Riveros, acariciou, sentiu elas um pouco frias, apertou; Cielo Riveros, se mexeu inquieta diante das carícias proibidas do seu professor e o beijou com mais intensidade e paixão, colocando... se mexeu inquieta diante das carícias proibidas do seu professor e o beijou com mais intensidade e paixão. colocando...ceu...a língua dele fundo na boca do adulto; ele já estava mais que relaxado, na verdade estava muito excitado. Alvarado segurou ela firme pelas nádegas e puxou para perto dele, Cielo Riveros relaxou o corpo, como se desse permissão para ele fazer o que quisesse com ela. A pica de Alvarado explodiu dentro da calça quando Cielo Riveros colou nele, ele percebeu e, sem parar de beijá-la, sorriu saboreando o quanto ia gostar de foder aquele pau enorme. Cielo Riveros soltou a cabeça do professor e desceu as mãos até a braguilha, abriu com uma habilidade que não era de uma garota, já sabia exatamente como fazer, enfiou a mão dentro sentindo o membro adulto duro e enorme, a mãozinha dela mal conseguia segurar, não lembrava como ia conseguir meter, mas em alguns minutos ia lembrar com muito prazer.

Alvarado, da posição dele, estava indeciso entre enfiar os dedos nos buracos das crianças ou abaixar ela para chupar a pica por um tempo, hesitou, mas Cielo Riveros não, ela sabia o quanto ele gostava de adultos, meter os dedos nos buracos enquanto as garotas chupavam a pica, tinha visto muitos filmes e aprendido; ela se separou dele e nessa hora já tinha tirado o pau dele da cueca, brilhando ereto esperando por ela; ela com um sorriso e rosto animado fechou as pernas e ficou ao lado dele, devagar se inclinou e enfiou na boca, Alvarado não conseguiu evitar um gemido quando sentiu a boca quente da aluna, apoiou a cabeça e a cintura, Cielo Riveros pegou a mão dele que estava na... ele hesitou, mas Cielo Riveros não, ela sabia o quanto ele gostava de adultos, meter os dedos nos buracos enquanto as garotas chupavam a pica, tinha visto muitos filmes e aprendido; ela tinha se separado dele e nessa hora já tinha tirado o pau dele da cueca, brilhando ereto esperando por ela; ela com um sorriso e rosto animado fechou as pernas e ficou ao lado dele, devagar se inclinou e enfiou na boca, Alvarado não conseguiu evitar um gemido quando sentiu a boca quente do seu aluno, o apoio da cabeça e da cintura, Cielo Riveros, pegou na mão dele que estava na... ela hesitou, mas Cielo Riveros, não, ela sabia o quanto ele gostava de adultos, meter os dedos nos buracos enquanto as garotas chupavam a rola delas, tinha visto muitos filmes e aprendido; ela se afastou dele e nessa altura já tinha tirado o pau dele da cueca e ele brilhava duro esperando por ela; ela com um sorriso e rosto animado fechou as pernas e ficou ao lado dele, devagar se inclinou e meteu na boca, Alvarado não conseguiu evitar gemer quando sentiu a boca quente do seu aluno, o apoio da cabeça e da cintura, Cielo Riveros, pegou na mão dele que estava na... ela se separou dele e nesse momento já tinha tirado o pau dele da cueca e ele brilhava duro esperando por ela; ela com um sorriso e rosto animado fechou as pernas e ficou ao lado dele, devagar se inclinou e meteu na boca, Alvarado não conseguiu evitar gemer quando sentiu a boca quente do seu aluno, O apoio da cabeça e da cintura, Cielo Riveros, pegou na mão dele que estava na... ela se separou dele e nesse momento já tinha tirado o pau dele da cueca e ele brilhava duro esperando por ela; ela com um sorriso e rosto animado fechou as pernas e ficou ao lado dele, devagar se inclinou e meteu na boca, Alvarado não conseguiu evitar gemer quando sentiu a boca quente do seu aluno, O apoio da cabeça e da cintura, Cielo Riveros, pegou na mão dele que estava na...Yamile... cintura e a guiou até a fenda dela por baixo da saia; a mão de Alvarado passou por dentro das calças dele e depois deslizou entre as nádegas dela, acariciando o cu dela, ela só passou a mão um pouco e continuou até a rachadura que parecia uma poça d'água. Os dois gemeram baixinho, Cielo Riveros chupou com muito cuidado e Alvarado enfiou e tirou dois dedos da fenda infantil, não tiveram muito tempo, os dois sabiam disso, Cielo Riveros se separou sozinha e rapidamente abaixou as calças, colocou ele em cima da escrivaninha e sem tirar a saia subiu na sua professora muito excitada, os dois gemeram quando Cielo Riveros descia, apresentando o membro adulto, enquanto fazia isso fez mil caretas que excitaram ainda mais Alvarado. Depois de completar a penetração, a menina e o adulto começaram a dança deles, Cielo Riveros se apoiou no ombro para abafar os gemidos e Alvarado mordeu os lábios dela, para não gritar de prazer, os dois de olhos fechados se movimentaram dando prazer. Alvarado separou ela um pouco para ficarem um de frente pro outro e se derreteu de novo num beijo apaixonado, Alvarado sabia qual era o gosto da pica dele, Cielo Riveros, ela tinha impregnado a essência masculina nos lábios dela, por algum motivo Alvarado ficou mais animado com o sabor. Cielo Riveros precisava recuperar o fôlego e parou de beijar ele, respirando pela boca, olhou pra ele sorrindo com cara de prazer, abriu a boca e respirou no ritmo da, ficava sensual fazendo aquilo, os lábios vermelhos dos beijos que levou, abertos, deixando ver parte da boca dela, Os olhos azuis dela davam um olhar felino, ela fechava e abria. boca, ela olhou pra ele sorrindo com cara de prazer, abriu a boca e respirou no ritmo dele, ficava sensual fazendo aquilo, os lábios vermelhos de tanto beijo, abertos, deixando você ver parte da boca dela. Os olhos azuis davam um olhar felino, ela fechava e abria pra não gritar de prazer, os dois de olhos fechados se moviam se dando prazer. Alvarado separou um pouco pra ficarem um de frente pro outro e se derreteu de novo num beijo apaixonado, Alvarado sabia qual era o gosto da pica dele, Cielo Riveros, ela tinha impregnado a essência masculina nos lábios, por algum motivo Alvarado ficou mais excitado com o sabor. Cielo Riveros precisava recuperar o fôlego e parou de beijar ele, respirando pela boca, olhou pra ele sorrindo com cara de prazer, abriu a boca e respirou no ritmo dele, ficava sensual fazendo aquilo, os lábios vermelhos de tanto beijo, abertos, deixando você ver parte da boca dela. Os olhos azuis davam um olhar felino, ela fechava e abria. Alvarado separou um pouco pra ficarem um de frente pro outro e se derreteu de novo num beijo apaixonado, Alvarado sabia qual era o gosto da pica dele, Cielo Riveros, ela tinha impregnado a essência masculina nos lábios, por algum motivo Alvarado ficou mais excitado com o sabor. Cielo Riveros precisava recuperar o fôlego e parou de beijar ele, respirando pela boca, olhou pra ele sorrindo com cara de prazer, abriu a boca e respirou no ritmo dele, ficava sensual fazendo aquilo, os lábios vermelhos de tanto beijo, abertos, deixando você ver parte da boca dela. Os olhos azuis davam um olhar felino, ela fechava e abria. Alvarado separou um pouco pra ficarem um de frente pro outro e se derreteu de novo num beijo apaixonado, Alvarado sabia qual era o gosto da pica dele, Cielo Riveros, ela tinha impregnado a essência masculina nos lábios, por algum motivo Alvarado ficou mais excitado com o sabor. Cielo Riveros precisava recuperar o fôlego e parou de beijar ele, respirando pela boca, olhou pra ele sorrindo com cara de prazer, abriu a boca e respirou no ritmo Ela ficava sensual fazendo aquilo, os lábios vermelhos dos beijos que tinha recebido, abertos, deixando você ver parte da boca dela. Os olhos azuis davam um olhar felino, ela fechava e abria. Por algum motivo, Alvarado a excitava mais com o sabor. Cielo Riveros precisava recuperar o fôlego e parou de beijá-lo, respirando pela boca. Olhou para ele sorrindo com cara de prazer, abriu a boca e respirou no ritmo. Ela ficava sensual fazendo aquilo, os lábios vermelhos dos beijos recebidos, abertos, deixando você ver parte da boca dela. Os olhos azuis davam um olhar felino, ela fechava e abria. Por algum motivo, Alvarado a excitava mais com o sabor. Cielo Riveros precisava recuperar o fôlego e parou de beijá-lo, respirando pela boca. Olhou para ele sorrindo com cara de prazer, abriu a boca e respirou no ritmo. Ela ficava sensual fazendo aquilo, os lábios vermelhos dos beijos recebidos, abertos, deixando você ver parte da boca dela. Os olhos azuis davam um olhar felino, ela fechava e abria.manosa... olhando diretamente nos olhos, Alvarado extasiado observou como aquela garota inocente se divertia; naquele momento, por alguma razão, Alvarado sentiu que Cielo Riveros se parecia com sua filha, talvez ela não se parecesse fisicamente com ele, mas sentimentos ocultos, muito ocultos, começaram a surgir nele, sentiu que era Diana quem estava sendo fodida, sua visão ficou turva e seu pau endureceu ainda mais dentro da garota ‐ Cielo Riveros, você é linda, se parece muito com minha filha ‐ Aaahhh Cielo Riveros, sentiu que estava sendo penetrada como nunca antes, a posição permitiu estimulação direta em suas zonas erógenas e sua buceta e uma poça d'água se contraiu uma e outra vez, sentiu tanto prazer que decidiu dar outro presente ao seu professor ‐ Professor... qual é o nome da sua filha? Cielo Riveros perguntou: respirando e se movendo para cima e para baixo ‐ Diana ‐ Me chame de papai Alvarado era uma adulta inteligente e entendia o jogo, por sua vez Cielo Riveros, ela já sabia que os adultos gostam de fantasiar, lembrava que às vezes ela mesma tinha que fingir ser outra pessoa, se visse um filme onde gostasse de uma garota a chamava assim e ela fingia ser aquela pessoa ‐ Papai, eu gosto de você ‐ Sim Diana, eu te amo ‐ Você sempre quis que isso fosse verdade para mim? ‐ Sim meu amor, sempre Alvarado se deixou levar e fechou os olhos pensando na própria filha, afinal era só fantasia, né? ‐ Papai quero uma coisa ‐ O que é, meu bebê lindo? Cielo Riveros se aproximou do seu ouvido e sussurrou com a voz mais infantil que conseguiu: "Papai, por favor..." enfia no meu cu...Riveros... O pau do Alvarado quase relinchou, nessa altura já dois dos dedos dele estavam perdidos dentro do cu da menina e quando ele ouviu aquele sussurro, o pau quase gozou, ele teve que segurar porque se gozasse dentro da menina, dela surgiu um sorriso inocente mas safado – Papai, tem alguma coisa? Por favor, coloca no meu cu, vai, mima sua filhinha Cielo Riveros, ela fez uma careta de criança com um biquinho e olhou direto nos olhos dele, Alvarado, o melhor que pôde, tirou e ia levantar, mas ela o segurou, guiou a mãozinha dela para trás e pegou o membro viril adulto, apontou pro cu dela e desceu, o pau do Alvarado afundou pra dentro, Ele sentiu o esfíncter dando passagem pro pau enorme dele, se surpreendeu como uma garota daquela idade aguentava aquilo, nem a esposa dele deixava, uma vez ele tentou com ela e ela acabou chorando pedindo pra ele tirar e nem tinha colocado a glande, só tinha empurrado um pouquinho, mas a Cielo Riveros, engoliu ele por trás como se fosse uma atriz pornô profissional; o rosto da Cielo Riveros era de dor misturada com prazer – Papai, é enorme... é enorme, aaahhh Ela conseguiu colocar a metade e parou por ali, respirou pesado, como se ganhasse coragem, levantou um pouco e se deixou fazer de novo, colocando mais um pouquinho no cuzinho dela, Alvarado segurou ela pelas nádegas, ajudando ela a aguentar o peso, Cielo Riveros, juntou coragem e colocou o que faltava, gemeu alto quando fez isso,

0 comentários - Perversão com Cielo Riveros e a irmã

Os comentários estão fechados