Corrompendo a Cielo Riveros e a irmã dela

Outras vezes, quando eu ia na casa da minha amiga, geralmente nos fins de semana pra ver um jogo ou tomar uma cerveja, eu sempre dava uma olhada no jardim do lado pra ver se conseguia ver aquelas meninas brincando.
Às vezes elas estavam lá, às vezes não, mas sempre tinha alguém na cozinha da casa com a cortina levantada, observando as meninas enquanto cozinhava ou lavava louça. As meninas tinham balanços e escorregadores no jardim delas, e muitas vezes a mais velha balançava tão alto que levantava o vestidinho e mostrava as pernas brancas, com as calcinhas inocentes.
Vale dizer que sempre fui atraído por garotas, mas nunca tinha conseguido ficar com uma. Só imaginava, a partir de histórias e vídeos, como seria pra uma garota, e a verdade é que ver essas meninas ali me fez criar ideias na cabeça pra realizar essa fantasia.
Comecei a passar de carro pela rua, mesmo sem ver minha amiga, pra conhecer a rotina dessas meninas. Descobri que durante a semana elas passavam uns dois dias brincando até começar a escurecer no quintal dos fundos da casa. Aí a menina mais velha chamava a mais nova, pegavam umas chaves debaixo da panela, entravam em casa, e duas horas depois, por volta das 9, chegava um carro de onde saía uma senhora que entrava na casa.
Eu tava toda animada com a possibilidade das meninas ficarem sozinhas em casa durante a semana, porque essa impressão me deu e dava pra ver que a mãe chegava do trabalho à noite e depois ficava com elas; mas não era bem assim, porque eu tentava passar vários dias na semana num horário parecido e às vezes as meninas brincavam, mas tinha uma espécie de velha cuidando delas, no entanto, tinha uns dois dias na semana em que ficavam só elas e quando chegava a hora, entravam na casa delas.
Então eu decidi que um desses dois dias seria quando eu e as meninas, pelo menos a mais velha.
Me veio um plano e no dia em questão cheguei com meu carro ao meio-dia e esperei as meninas chegarem do ônibus e entrarem em casa, já sabia mais ou menos que horas elas chegavam da escola.
Quando vi elas entrarem, botei meu plano em prática, fui e toquei a campainha e a menina mais velha, ainda de uniforme, abriu a porta, mas só uma fresta e me perguntou se e eu falei:
— Oi, sua mãe tá aí? Sou uma amiga velha de escola dela e queria dar um oi.
— Não. Minha mãe trabalha hoje e só chega de noite.
— Que pena, queria mesmo surpreender ela — falei com um sorriso amigável — mas tudo bem, me diz, como você se chama?
— Cielo Riveros? Que nome lindo e você tá sozinha?
— Não. Minha irmã mais nova tá comigo.
A verdade é que a menina era muito inocente, não sabe que não deve falar com estranhos.
E eu falei:
— Bom, vou ver se passo outro dia pra cumprimentar ela, mas você pode me fazer um favor, Cielo Riveros? Não conta que eu vim, quero que seja uma surpresa pra ela, ok?
— Tá bom, espero te encontrar outro dia.
— Sim, claro, tchau Cielo Riveros.
Tinha conseguido confirmar que ficariam sozinhos o dia inteiro, e ao mesmo tempo consegui que Cielo Riveros tivesse alguma ideia e confiança de quem eu era, pela segunda vez, no dia seguinte que eu sabia que estariam sozinhos e realizariam, agora, meu desejo mais ardente.
No dia seguinte não apareci porque sabia que a senhora cuidaria das meninas.
Mas no terceiro dia repeti a mesma coisa e esperei as garotas na frente da casa no meu carro e pontualmente as vi voltar pra casa, descendo do ônibus, com suas mochilas e lancheiras, as vi entrar em casa e deixei o ônibus ir embora e imediatamente fui até a casa, cuidando pra não ter ninguém na rua que me visse ali.
Vale dizer que levei comigo uma mochila pequena onde carregava algumas coisas que ia usar com elas.
Bati na porta e saiu Cielo Riveros e eu disse:
— Oi, lembra de mim?
— Sim — disse ela sorrindo educadamente —, você é amigo da minha mãe.
— Sim, isso mesmo, sua mãe tá aí agora? — ela me disse o que eu esperava, que deu azar e que hoje também tava trabalhando até tarde — Não inventa, não pode ser e então eu falei maliciosamente — Você vai pegar algo pra beber? Vê que calor que tá e eu tô morrendo de sede e ela pensou duas vezes, Cielo Riveros, e me disse:
— Se quiser, vou te trazer um refrigerante. — Então, antes que pensasse mais, eu falei:
— Sabe o quê? Posso levar pra dentro? É que tá muito calor aqui fora.
— Mas me disseram pra não deixar entrar ninguém que eu não conheça quando tô sozinha com minha irmã.
— Claro, mas eu não sou um estranho, né? — Ela pensou e disse:
— Na verdade não.
— Entra se quiser. Disse que não deixe entrar ninguém que eu não conheça quando estou sozinha com minha irmã? Claro, mas eu não sou um estranho, certo?" Ele pensou e disse: "Na verdade, não.
Entra se quiser. Oi, Paulina.
? Você é a amiga gostosa que veio na outra vez?
? Sim, respondi usando o mesmo jeito que sua irmã: "Você me viu também?"
? Sim, minha irmã me contou.
? Ah, tá bom, continua vendo sua televisão enquanto falo com ela.
Cielo Riveros era um anjo, pequenininha, magrinha, loira, com o cabelo preso num rabo de cavalo, vestindo seu uniforme escolar, a saia xadrez típica, blusa branca, meias brancas, mas sem sapatos, já que tinha deixado eles na entrada quando entrou em casa.
Então decidi seguir o plano.
? Que pena que sua mãe não está aqui, eu trouxe o filme que ela queria ver.
? Que filme?" ela respondeu.
? Este aqui.
Tirei um par de DVDs-R da minha mochila, em caixinhas de plástico transparente sem capa nem nada, e que tinham as palavras "vídeos de peido" escritas com canetinha nos discos.
? Mas vou ter que levar de volta, já que ninguém vai assistir.
? Eu posso ver", disse Cielo Riveros com cara de curiosa.
— Não, são filmes para gente madura e você não vai entender. Além disso, o que acontece se eu deixar você ver e sua mãe descobrir e me encher o saco?
— "Não, juro, vou esconder", ela disse sem tirar os olhos deles, com a curiosidade grudada naquilo.
— "Não sei, o que acha se a gente ver agora e depois levar?" Ela pensou e disse:
— "Tá bom, me dá que eu coloco no DVD."
Ela foi pro quarto e falou pra irmã se queria ver um filme que era pra mãe, pra gente mais velha, que dava pra assistir mas tinha que ser em segredo, a mãe não podia saber que elas viram. A irmã, inocente, disse que sim e Cielo Riveros fez ela jurar:
— Jura?
— Sim, Cielo Riveros, eu juro. Riveros virou pra mim e eu falei pra ela colocar quando quisesse. Ela pegou um e botou no DVD. O filme começou como se nada tivesse acontecido: um quarto vazio, uma menina entrando pela porta de casa, largou a mochila e subiu pro quarto dela.
Assim que um adulto entrou, a menina sentada na cama olhou pra ele com cara séria. O adulto, que não dava pra ver o rosto, tirou a blusa e começou a beijar os peitos da filha dele. Depois, fez a menina deitar, colocou a mão por baixo da saia dela, puxou a calcinha, levantou a saia e começou a lamber a buceta dela. As meninas nem piscavam, só olhavam com atenção, de boca aberta.
Na mesma hora, o garoto sentou, a garota sentou na cama com os peitinhos pequenos pra fora, passou a mãozinha no volume dele, abriu o zíper, tirou o pau dele e começou a chupar.
As meninas não piscaram, e a mais nova perguntou o que era aquilo. Eu disse:
"Ele e ela tão jogando um jogo secreto e vão se divertir. Aquela coisa que ele tirou se chama pau e serve pra pegar meninas inocentes e putinhas boas como vocês duas."
No auge da cara de pau, falei que tava com muito calor e esfreguei o pau na calça.
A garota parou de chupar, o cara tirou a saia dela e deitou ela pelada na cama, só com as meias de escola. Ele tirou tudo, subiu em cima dela e começou a esfregar o pau na bucetinha dela, tentando enfiar, mesmo não cabendo direito. Daí o vídeo foi uns 15 minutos mudando de posição. Quando tá quase terminando, ele faz a menina se ajoelhar no tapete, manda ela chupar o pau, ela obedece, e aí ele goza, esguichando na cara da menina e deixando ela toda coberta de porra.
O vídeo termina aí.
As meninas estavam meio excitadas, e a Cielo Riveros me perguntou o que tinha saído. Eu falei:
"É porra. Quando um homem gosta de uma menina gostosa, ele mostra assim."
"Bom, meninas, vou tirar o vídeo e é melhor eu ir. Não sei se vocês deviam ter visto isso."
"Isso é só pra sua mãe" — elas falaram juntas.
"Não, a gente promete que não vai contar nada" — Já tinha elas na mão.
"Mas juram que mesmo se torturarem vocês, não vão contar nada?"
"A gente promete, nunca vamos contar nada."
"Ok, podem continuar olhando." E elas gritaram. inocentemente empolgados? Sim.
Nessa altura eu já tava com o pau bem duro, enquanto as minas ainda viam os vídeos proibidos na TV delas.
Tinha vídeos de atrizes famosas, uma usando a máscara dela e chupando o pai gordo, e depois ele meteu no cu dela entre empurrões e ela bufando.
Eu levantei e deixei eles na sala olhando, sabendo que ia terminar aquele disco, e fui pra cozinha, já era umas 3 da tarde.
No final do último vídeo.
Cielo Riveros foi pra cozinha e tava meio vermelha e excitada, e me falou:
— Ei, já terminou, a gente pode ver o outro?
— O que você acha de tudo isso?
— Sei lá, é estranho como os adultos brincam com as meninas.
— Por que estranho?
— Não sabia que dava pra fazer isso.
— Ah, é? — com toda a calma do mundo continuei falando pra ela — Muitas minas fazem isso com os pais delas, mas a condição dessas brincadeiras é que fiquem em segredo, a menina e um adulto podem brincar, mas a menina não pode contar pra ninguém, senão aparece um monstro e leva a menina embora.
— Um monstro?
— Sim, Cielo Riveros, um monstro.
Mas se você não disser nada, não acontece nada, ei, você não gosta de brincar?
— Não sei.
— Vai, vai ser divertido, se quiser a gente pode fazer juntos.
Você não gostou de como eles atuaram no filme?
— Bem, sim, mas não sei.
— Se você não contar pra sua mãe nem pra mais ninguém, a gente pode fazer, só se você quiser.
Você gostaria?
Ela ficou pensativa ali na cozinha e disse "tá bom".
Naquele momento quase fiquei seco ao ouvir a voz inocente dela pedindo pra brincar daqueles jogos.
Falei de novo:
— Lembra da regra, ninguém pode saber, nem seu melhor amigo, nem seu professor, nem nenhum adulto, esse jogo só pode ser conhecido por quem participa dele.
— Tá bom, eu prometo. E como se joga? A gente faz aqui? — ela pulou dentro da minha calça quando eu ouvi,
— Não, é melhor a gente jogar no seu quarto.
— "Tá bom, vamos, vou chamar minha irmã", e eu falei:
— Não, é melhor deixar ela ver o outro filme e você explica o que acabei de te dizer.
— Cielo Riveros saiu da cozinha e demorou um pouco, depois voltou e me disse:
— Vamos então.
— E a sua irmã?
— Ela me disse que também queria brincar, mas eu falei que primeiro brinco com você e, se sobrar tempo, ela pode ficar vendo o filme.
— E a Cielo Riveros? Se ela falar alguma coisa?
— Não, já expliquei as regras pra ela e fiz ela jurar que não vai contar nada. Vou garantir que ela fique de boca fechada.
— Beleza, então vamos subir as escadas.
Passamos pelo quarto e avisamos a Paulina que íamos voltar pra continuar vendo o filme.
Ela me levou até o quarto dela. Subindo as escadas, vi o corpinho dela balançando enquanto caminhava, a saia voando a cada passo. Me veio uma ideia mais safada na cabeça e falei que era melhor brincarmos no quarto da mãe dela. Ela hesitou um pouco, mas acabou dizendo: "Tá bom, se você quiser".
Entramos no quarto da mãe dela. Eu já tava com o pau mais duro que tudo e falei sem vergonha nenhuma:
— Sua princesinha promíscua, fecha a porta pra ninguém entrar.
— Slut? O que é isso?
— É você, sua raposinha gostosa. Vou te foder com meu pau até você ficar toda molhada, nessa cama onde você com certeza foi concebida. Você vai ser minha, sua menina inocente e doce.
Ela não entendeu nada do que eu falei, mas fechou a porta. Eu esperei ela sentar na cama e disse:
— A brincadeira começa agora. Vou te chamar de minha putinha.
— E aí, o que é essa "slut"?
— Significa "garota boa", mas você não deve usar essa palavra com ninguém fora desse jogo, tá?
— Ok.
— Mas primeiro, olha só, vou colocar minhas coisas aqui. Que tal eu pegar minha câmera de vídeo, tirar da mochila e colocar nesse móvel, pra não quebrar ali?
— Beleza.
Ela respondeu me olhando meio confusa. Coloquei a câmera em cima de uma penteadeira, apontando pra cama, e ajustei a imagem na tela pra pegar o máximo possível do quadro, sem perder nenhum detalhe do que eu pretendia fazer.
Ela esperou com aquele rostinho inocente, sentada na cama, coçando a perna.
— Muito bem, Cielo Riveros. A primeira coisa que vou te ensinar é a beijar. Você sabe como namorados se beijam? Ela balançou a cabeça que não. "Olha, fica de pé na minha frente. Vou sentar na cama e, quando eu mandar, você vai colocar seus lábios nos meus pra me dar um beijo."
— Tá bom.
Sentei na cama.
Ela ficou de pé na minha frente e aproximou os lábios dos meus.
Parecia tão inocente, tão ingênua, tão pequenininha.
— Que putinha gostosa. Mas agora quero que você faça de novo: abre a boca e enfia a língua sem tirar os lábios dos meus, e massageia minha língua com a sua.
Ela fez isso. Quando senti a língua inocente dela, quase tremi de tesão.
— Agora vou fazer o mesmo em você.
A gente ficou nessa por um bom tempo, mas já passava das 4 da tarde e a mãe chegava às 8, então tive que acelerar.
— Tá gostando?
— Sim, muito.
? Ok, vadia, você tá indo muito bem – ela só sorriu– Agora, na próxima parte do jogo, quero que você sente na cama e repita as palavras que vou escrever neste papel, olhando, digamos, pra minha câmera, ok.
? Ok.
Ele pegou um pedaço de papel de uma mesa e uma caneta e escreveu: OI, EU SOU A J Cielo Riveros, TENHO 18 ANOS E SOU UMA FOXINHA MUITO SAFADA QUE ADORA ESCAPULIR DOS HOMENS QUANDO A MAMÃE NÃO TÁ POR PERTO.
EU GOSTO QUE FAÇAM TUDO COMIGO E QUERO QUE VEJAM O QUANTO VADIA EU POSSO SER, JÁ QUE ERA UMA GAROTA INOCENTE, MAS ME PERVERTERAM.
Ele entregou pra ela e ela começou a ler as palavras animada, com a cabeça inclinada, e eu falei pra ela:
? Não.
Vou colocar aqui do lado da lente da câmera e você vai ler, mas olhando pra frente.
? Ok.
Oi, sou a Cielo Riveros, tenho 18 anos e sou uma puta muito gostosa que adora se esconder dos homens quando a mamãe não tá por perto.
Eu gosto que façam tudo comigo e quero que vocês vejam o quão puta eu posso ser, porque eu era uma menina inocente, mas me perverteram.
Quando eu ouvi ela falar isso com aquela voz doce e boazinha de garota, não aguentei mais, meu coração bateu muito rápido e eu falei pra ela:
"Você tá indo muito bem, a próxima parte do jogo é essa.
Você vai olhar pra câmera, vai mandar um beijo assim, pisca um olho e desabotoa a blusa e tira ela, jogando aqui, sem sair do lugar" – e ela fez isso, já tava só de camiseta – "Ótimo, Cielo Riveros, agora fica do lado da cama, ali na altura dos travesseiros. Vira de costas pra câmera e começa a desabotoar sua saia, conta 1, 2, 3 e deixa ela cair no chão, levanta e joga aqui, e fica olhando fixo pra câmera."
"Você gosta do jogo, né?"
"Sim, é divertido."
"Ok, pequena raposinha, faz isso" – e ela fez.
Já tava só de calcinha e sutiã – "Ótimo, Cielo Riveros, você tá se divertindo?"
"Sim, muito! E agora, o que vem?"
"Agora você vai ficar de frente pra cama, vai falar 'olha que puta que eu sou', abaixa a calcinha até os joelhos, tira o sutiã e joga aqui pra mim, e pega suas duas meninas e mexe elas assim, olha" – eu fiz o gesto de como ela devia fazer. Ela riu quando me viu e falou:
"Ok."
Já tava minha anjinha, pelada, só de meias escolares brancas.
"Que linda você é, Cielo Riveros, logo depois de te ver meu pau endureceu, você é uma puta foda pra foder homens" – ela só sorriu, parada pelada do lado da cama – "Ok, Cielo Riveros, vamos continuar o jogo, quero que você tire a calcinha, deite na cama, abaixe as meias até os tornozelos pra eu ver bem suas pernas todas, abre as pernas e faz um sinal pra mim."
"Ok."
– Ela fez. Ali estava minha anjinha pelada na cama da mãe dela, me chamando com o dedo indicador pra chegar perto e foder ela.
"Ok, Cielo Riveros, você é muito boa, minha pequena raposinha."
"Você tá entendendo o jogo? tão bom que agora você vai me deixar fazer cócegas, né?
"Ok", ela riu, tapando a boca.
Eu me aproximei, me ajoelhei e comecei a chupar os peitos dela, enquanto com minha mão acariciava a bucetinha dela. Coloquei minha cabeça entre as pernas dela e comecei a lamber o clitóris pequenininho dela.
? Quero que feche os olhos, Cielo Riveros, e me diga "que gostoso, me faz gozar como a grande puta que sou" e depois comece a gemer igual a garota do vídeo, lembra?
? Ah sim, tá bem, entendi.
E ela disse aquelas palavras que eram mel para meus ouvidos, enquanto gemia devagar como uma putinha no cio, de repente me sentei e quis terminar porque as horas passam quando você tá curtindo e eu falei pra ela
? Muito bem, Cielo Riveros, como você joga bem, merece um prêmio.
Agora você vai fazer isso: sentar na cama, abrir meu zíper, puxar minha calcinha pra baixo e pegar meu pau igual a garota do vídeo, enfiar na boca e chupar como se fosse sorvete, entendeu?
? Acho que sim
Quando senti as mãozinhas dela tentando abrir meu zíper, tava no paraíso, um sonho lindo do qual não queria acordar, desabotoei o botão pra facilitar pra ele e mandei ele puxar minha calcinha.
? Agora chupa, anjo – quando senti a boca dela no meu pau, fiz força pra não gozar cedo, mais tarde, mais tarde – Só não usa os dentes, tá bem.
— Ela só balançou a cabeça, enquanto tinha meu pau na boca e lambia de um lado pro outro.
Foi o melhor boquete de todos os tempos — Quero que você continue gemendo enquanto chupa.
? Consegue? — Ela balançou a cabeça que sim e lá estava ela gemendo como uma putinha, eu só via fotos dela e da irmã no quarto, ela quando era bebê no colo da mãe e tudo me dava mais tesão, se a mãe soubesse o que a princesinha dela fazia — Que gostoso, Cielo Riveros, você é uma puta — meu pau começou a pulsar muito gostoso, era sinal de que ia gozar e Cielo Riveros continuou no boquete, enquanto eu marcava o ritmo com minhas mãos.
— Cielo Riveros, já vou, vou gozar, lembra? Ela balançou a cabeça, enquanto me olhava com seus olhos inocentes no meu rosto e eu disse: "agora quero que você tire seu pau da boca e me diga: 'por favor, coloca na minha boca e na minha cara de putinha'."
Pronto? Tirei o pau e ela disse
— Por favor, coloca na minha boca e na minha cara de puta.
— Ok, Cielo Riveros, abre a boca, coloca as mãos nos seus peitinhos, fecha os olhos e vou te jorrar igual às meninas do vídeo.
Cielo Riveros seguiu minhas instruções e comecei a me esfregar nela pra gozar, em questão de segundos jorrei meu leite na língua dela, no rosto, no cabelo, nos peitos, tava banhando ela por todo lado, ela só gemeu de felicidade e eu disse pra não se mexer, tá bom, tá gostoso, e quando terminei, Cielo Riveros tava banhada em esperma branco, no quarto da mãe dela, com a cara, a língua e o corpo pingando meu gozo, Cielo Riveros abre os olhos.
Ela parecia nervosa e eu falei
— Vira pra câmera e quero que você engula o que tem na língua, passe a língua nos lábios e diga 'que gostoso é o gozo do seu homem', pronto?
— Minha princesa Promíscua fez isso — Não se limpa, Cielo Riveros, deixa secar sozinho, você gosta da brincadeira, minha putinha doce? E ela:
— Sim.
É muito foda, mas agora me senti como se estivesse me afogando quando você jogou o gozo em mim — Quando ela disse "gozo" quase me fez parar de repente.
— Ok, princesa, já são 5:15.
? Ah, não, tenho que esquentar a comida no forno.
? Ok, gostosa, mas não se veste, quero que vá pra cozinha do jeito que tá pra esquentar tudo e deixar sua irmãzinha ver o quão puta você é, ok.
? Ok, mas tô com frio.
? Não se preocupa, faz isso.
Ela abriu a porta do quarto e eu vi ela descendo as escadas pelada, o filme lá embaixo já tava acabando e eu ouvi os sussurros das minas, risadinhas da irmã mais nova.
Aí desliguei a câmera e desci também, pelado e de pau duro, e a irmãzinha dela me viu e só riu, falou que eu era igual ao do filme, mas muito peludo, e eu só sorri pra ela, tirei o DVD do aparelho e desliguei a TV.
Espiei na cozinha e lá estava a Cielo Riveros pelada, só de meia branca e toda melada no meu esperma que já tava secando nela, colocando os pratos no forno.
Sentei no sofá com o pau duro na frente da irmã mais nova e falei:
? Sua irmã joga muito bem, viu como deixei ela toda lambuzada de porra.
Fiz isso porque gosto pra caralho e quero pedir pra ela ser minha namorada secreta, o que você acha?
A Paulinita só riu.
Cielo Riveros saiu da cozinha pelada, carregando pratos, e deu pra irmã dela, que começou a comer e não tirava os olhos da nudez da irmã mais velha, o corpo dela cheio de crostas leitosas e o cabelo duro, e ao mesmo tempo viu meu pau duro.
Cielo Riveros trouxe o prato dela e ia sentar numa cadeira quando eu falei:
— Cielo Riveros, senta no meu colo.
Ela sorriu e se sentou nas minhas pernas, passando meu pau duro entre as pernas dela e esfregando na bucetinha dela, enquanto comia o sanduíche e as batatas dela.
— Como você tá se sentindo, Cielo Riveros, cê tá gostando?
— Sim, muito, mas tô com frio e me sinto grudenta.
— Não se preocupa, amor, é normal.
— Come, gurias, come a comida de vocês.
Enquanto esfregava sem vergonha a Cielo Riveros, meu pau no coelhinho dela.
Quando terminaram de comer, já eram quase 5:45 da tarde.
Cielo Riveros riu, e dava pra ver que ela já tinha gostado de ficar pelada daquele jeito, com meu gozo seco em cima dela.
E eu falei:
— Cielo Riveros, tá ficando tarde, tenho que ir — e as duas gritaram:
— Nãooooooooooooooo, fica, quero que minhas mães nos vejam enquanto a gente brinca, com certeza ela vai gostar.
— Cielo Riveros, eu te falei, isso não pode contar pra ninguém, senão o monstro vem te pegar.
— Sim, é verdade. Me desculpa.
— Jura que nunca vai contar pra ninguém.
— E o Pau também.
— A gente promete.
Cielo Riveros levantou de cima de mim, levou os pratos pra cozinha, enquanto a irmã mais nova sentava no braço do sofá e via meu pau bem duro.
— Quer tocar nele? — falei.
Ela riu e rapidamente colocou a mão em cima dele e tirou, e eu falei: "Não, faz assim, olha", e comecei a esfregar meu pau.
Depois peguei a mãozinha dela, coloquei em cima e esfreguei com ela.
Cielo Riveros voltou da cozinha e olhou pra gente, e eu falei: "Você não ia gostar que sua irmã mais nova visse como você brinca comigo, minha raposinha?"
— O que é uma puta? — disse a mais nova. E Cielo Riveros respondeu:
— Já te falei, bobinha, é uma garota gostosa, mas essa é uma palavra secreta.
— Ah — disse a pequena.
Então Cielo Riveros, você quer que sua irmãzinha te veja sendo uma puta gostosa.
– Fala, o que eu faço?
– Vamos pro quarto.
Joguei o anão na minha frente e a Cielo Riveros na minha frente, pelada e cheia de porra, subi as escadas enquanto segurava a bunda dela. Cielo Riveros pulou e se virou rindo ao me ver.
Já no quarto, liguei a câmera e mandei a Pau sentar perto da cama e nos assistir.
– Ok Cielo Riveros, tá animada que sua irmãzinha viu o quão pervertida você é?
– Sim.
– Diz pra princesinha da câmera que você quer que sua irmã mais nova te veja sendo uma mãe puta.
– Fala.
Quero que minha irmãzinha me veja como uma mãe puta idiota.
– Quero chupar seu pau com a boca, me fala.
Quero..." Viro para ver a irmã dela, que tava rindo, tapando a boca.
"Não ri, Pau, é melhor tu olhar o que a sua irmã, a putinha, tá fazendo."
"Ok, Cielo Riveros, como da outra vez, senta aqui, olha pra câmera e chupa ele pra mim."
Pau só viu a irmã chupando meu pau, entre curiosidade e diversão.
"Ah, que delícia, Cielo Riveros, tira o teu pau e fala que sou uma maldita colegial e quero que me trate como tal."
"Sou uma maldita colegial e quero que me trate como tal."
"Chupa, puta, chupa, engole meu gozo, garota de mamãe, garota inocente, garota com cara de anjo."
Cielo Riveros continuou no boquete e comecei a marcar um ritmo rápido na cabeça dela com minhas mãos.
"Vou gozar agora, puta, abre a boca."
"Traz na minha boca e na cara de puta" — Lembrei do que rolou antes, meu pau quando ouvi que ela espasmei.
"Aí, toma" e comecei a banhar ela de novo.
A irmã dela ficou de boca aberta, vendo como a irmã mais velha inocente estava toda banhada no meu gozo, molhando ela inteira. Quando terminei, ela lambeu os lábios, fiz ela me chupar com o gozo escorrendo por um olho que mantinha minha rola fechada, até que tirei o sêmen dela.
E finalmente me separei dela, que estava ali ajoelhada no chão, pingando gozo, e peguei a câmera e comecei a filmar tudo, sem deixar nenhum detalhe de fora.
Depois me aproximei da irmã mais nova e falei:
Pau diz isso, que puta é minha irmã mais nova Cielo Riveros e quero ser igual a ela, pronto?
Que puta ela é...
Como você se sente, Cielo Riveros? Gostou? Adorou?
Sim, muito, já sabia o que fazer dessa vez.
Viu que já aprendeu a brincar? E agora quero que você vá tomar um bom banho no chuveiro pra sua mãe não saber que a gente brincou disso, lembra que é segredo, tá?
Tá bom.
Comecei a me vestir.
Pau desceu pra sala e Cielo Riveros andou nua até o quarto dela, toda manchada no meu líquido branco. 5 minutos depois já estava no chuveiro, enquanto eu ia pro banheiro, limpei o gozo que tinha em mim com papel, me vesti, abri as janelas do quarto. Eram 7 da noite, faltava uma ou duas horas pra mãe chegar.
Arrumei tudo no banheiro dela, fiz a cama direitinho, guardei os filmes e a câmera.
Limpei qualquer gota de gozo que tivesse caído no chão.
Desci pra sala e revisei minuciosamente os sofás, a cozinha, enquanto Pau só me olhava. Lavei os pratos e por volta das 7:25 Cielo Riveros saiu enrolada numa camisola de patinho e uma toalha segurando o cabelo.
Falei pra ela:
— Seu uniforme, amarrotei e coloquei num cabide.
Ela assentiu e foi pro quarto dela se vestir, jogou fora a camiseta, as meias, a calcinha e tudo tava impecável, não tinha nenhum vestígio do que tinha rolado.
Meu plano era sair dali no máximo às 8 da manhã pra esperar na calçada do outro lado da rua até a mãe dela chegar e ver que não tinha nada de errado.
Lá pelas 7:40, Cielo Riveros saiu do quarto dela e eu falei:
— Sua mãe não vai desconfiar que você tomou banho?
— Não, às vezes chego do colégio com muito calor e tomo banho, deixo as toalhas aqui pra ela pegar.
— Beleza, Cielo Riveros, Pau, vou nessa.
Meninas, quero que isso fique só entre nós três, se vazar alguma coisa a gente não vai poder brincar mais. Vocês querem que eu volte a brincar com vocês?
— Sim, sim, sim — as duas gritaram.
— Ok, posso voltar outro dia e a gente continua brincando, e posso ensinar mais coisas pra vocês. Vocês gostariam?
— Sim.
— Ok, Cielo Riveros, é uma promessa sua.
Vocês fazem a parte de vocês e não contam pra mãe que eu vim, ok, senão acabou a brincadeira.
— Ok. Cielo Riveros
— Beleza, o que você é? — ela me encarou e eu — af...
— Ah sim, uma putinha.
— Isso aí, princesa. Vamos ver, deixa eu ver teu cabelo.
Enquanto ela calçava as meias com babados, eu tava dando uma olhada nela e não vi nada suspeito, dei mais uma olhada rápida na casa e falei:
— Meninas, já é hora, se cuidem, tá bom? É segredo, combinado?
— Sim.
— Quando você volta?
Um dia desses, minha foxy pequenininha, vale? Me dá um beijo de língua, foxy, antes de eu ir. Ela se aproximou de mim e, enquanto eu ensinava, começou a me beijar — Mmmm, que delícia que são as picas de mãe dessas pequenas vadias, ela só sorriu — Tchau, Pau... Faz o que você sempre faz pra sua mãe não desconfiar que a gente brinca, e se vazar alguma coisa, o monstro vem.
Fui até as escadas, abri a porta da frente, espiei e esperei passar um carro, apaguei a luz pra ninguém me ver saindo e me mandei no escuro até meu carro.
Lá fiquei esperando e, enquanto fumava um cigarro, vi o vídeo. A Cielo Riveros falou tudo que eu ensinei e tava ficando difícil de novo, então comecei a bater uma enquanto via as imagens. Nessa hora, um carro virou a esquina e percebi que era a mãe. Desliguei tudo e, na sombra, vi ela chegar. Meteram o carro na garagem e gritaram: "Tô aqui, meninas!" E ouvi o "sim, mãe".
Gritaram tão alto que consegui ouvir até o carro perguntando: "Comeram?" "Sim."
— Tomou banho, Cielo Riveros? Vou pegar as toalhas — e não escutei mais nada.
Fiquei pacientemente no escuro, acalmando meus nervos e olhando em silêncio as imagens da minha putinha, um sonho realizado. Lá pelas 6 da tarde, imaginei que as meninas já estariam dormindo e vi a luz do quarto da mãe apagar, mas não sem antes fechar a janela.
Missão cumprida. Liguei o carro e desapareci devagar na noite, prometendo voltar.
Os dias passaram e eu fui, no meu tempo livre, rondar a casa das irmãs pequenas pra poder dar pelo menos uma olhadinha nos meus 2 anjos. Desde a primeira experiência, tive a ideia de me reintroduzir naquela casa e fazer coisas com as meninas quando estivessem sozinhas. Também tava curioso pra saber se alguém desconfiava de algo. Aí, quase no terceiro dia da minha aventura com elas, no meu carro, vi elas saírem de casa cedo, acompanhadas da mãe, com os uniformes do Ensino Fundamental, e entrarem no ônibus escolar que veio buscá-las. E nada parecia... Fora de lugar, suspeitoso, ou será que tinham me descoberto.
O que me motiva a buscar um jeito de me aproveitar de novo dessas meninas inocentes, já que elas cumpriram a palavra de guardar o segredo, mas tive que esperar o dia certo, porque só dois dias por semana elas ficavam totalmente sozinhas o dia inteiro, voltando da escola. Nos fins de semana, a mãe delas estava lá, e nos outros dias tinha uma senhora que cuidava delas.
Eu sabia tudo isso porque passava um tempão na calçada em frente, meio agachado dentro do meu carro, espiando pra aprender mais sobre a rotina dessa família. E no final, se alguém me perguntasse, eu podia dizer que estava indo na casa do meu amigo que mora ao lado e entrar lá, caso um carro da polícia ou algo assim se aproximasse.
Vi a Cielo Riveros e a Paulina no meu retrovisor saindo pra brincar de balanço e escorregador no jardim, vi elas rindo como menininhas inocentes, gritando, se divertindo, e a mãe delas na porta da cozinha bebendo um copo de limonada, olhando pras filhas. Eu nem conseguia imaginar como a filha mais velha tinha 10 ou 18 anos, não sei ao certo, ela me pediu no outro dia pra dar meu gozo na cara de puta dela, pra fazer ela andar pelada pela casa, toda melada no meu sêmen, e fazer a irmã mais nova assistir vídeos de pedófilos e repetir pra câmera: "Quero ser uma puta igual minha irmã mais velha". Eu tava decidido a ir mais longe com essas minas.
Chegou o dia em que soube que não ia ter ninguém na casa além delas, e nesse dia decidi dar "mais um passo". Cheguei uma hora antes do ônibus escolar na hora da saída e estacionei do lado da casa, esperando ver elas chegarem e entrarem. Como era de se esperar, tudo tava fechado e não tinha uma alma na casa nem na rua, por assim dizer.
Quando chegou a hora, lá pelas 1:30 da tarde, o ônibus com as crianças chegou e eu vi minhas 2 princesas descerem, se despedirem das amigas e saírem correndo, gritando que nem menininhas, pro alpendre da casa pra entrar. Esperei elas entrarem e passaram uns minutos, com o coração batendo a mil, saí do carro, peguei minha mochila com a câmera e fui até a porta, sem saber o que esperar quando as meninas me vissem de novo.
Toquei a campainha e rapidinho a Cielo Riveros levantou a cortina de dentro, viu que era eu, sorriu e correu pra abrir a porta. Assim que me viu, já falou... Oi, que bom que você veio! Como se fosse um amigo de longa data, com o rostinho radiante e animado: "Entra, entra, entra, por favor."
Entrei rapidão na casa, me certificando de que ninguém me viu.
Cielo Riveros gritou logo pra Pau descer, ela tava no último andar do quarto dela e falou – Olha quem veio! A Pau desceu as escadas meio sem graça, parecia que tinha acabado de chegar da escola e começou a pular os degraus quando me viu, e eu soube que tava tudo certo.
– Oi meninas, senti muita falta de vocês! – Vamos brincar hoje? A Pau perguntou: "Sim, meninas, por isso tô aqui" e as duas gritaram: Que massa!! Pra provar que eu tava falando sério, falei – Mas já me contaram que vocês contaram tudo e que o monstro vem atrás de vocês.
Cielo Riveros respondeu na hora – Isso não é verdade, a gente não falou nada, ou você disse alguma coisa? Olhei pra Pau, ela só balançou a cabeça negando e eu falei – Ah, desculpa, a mensagem do monstro que recebi por e-mail, tentei entender, era sobre outras minas que traíram e o monstro vai atrás delas hoje à noite e vai levar pra caverna subterrânea dele.
E as duas se cagaram de medo, eu sei, foi horrível, mas essa merda tinha funcionado.
Mas calma, meninas, vocês tão de boa desde que não contem nada pra ninguém igual aquelas minas idiotas, e elas soltaram um suspiro de alívio – Ugh... – Então, Cielo Riveros, quer começar o jogo?
– Sim.
– Vamos pro quarto da minha mãe? – Não, meu amor, agora quero fazer diferente, ok? A Pau também vai jogar.
– Ah, falou a Cielo Riveros, e você trouxe filmes? – falou a Pau... – Ah, nunca se sabe... – Vai, não seja chato, a gente quer ver, falaram as duas.
Depois de um tempo, primeiro vamos preparar umas cenas, ok... Olhem, meninas, vocês vão atuar assim, imaginem que é um daqueles filmes onde as garotas brincam com adultos e eu sou diretor de cinema e vou tirar vocês do quadro.
Vocês vão ter que fazer tudo que eu mandar, acredita? – Sim, que legal, gritaram as meninas.
Assim começamos, Pau, Cielo Riveros, quero que você calce os sapatos (ambas estavam descalças, só de meias brancas), Cielo Riveros, amarra o suéter do uniforme como estava em volta da cintura, vocês vão pegar as mochilas, vão sair para a varanda, contam até 10 e voltam para dentro de casa, como se estivessem voltando da escola e eu fosse filmar tudo. Só não olhem para a câmera e parem quando eu disser "corta", como um diretor de cinema faria, entenderam?
As meninas fizeram tudo certinho, saíram de novo e eu comecei a filmar, nervoso que alguém pudesse vê-las lá fora, mas não, ouvi a chave, a porta abriu, as duas entraram bem sérias,
(ambas estavam descalças, só de meias brancas), Cielo Riveros, amarra o suéter do uniforme como estava em volta da cintura, vocês vão pegar as mochilas, vão sair para a varanda, contam até 10 e voltam para dentro de casa, como se estivessem voltando da escola e eu vou filmar tudo. Só não olhem para a câmera e parem quando eu disser "corta", como um diretor de cinema faria, entenderam?
As minas fizeram tudo certinho, saíram de novo e eu comecei a filmar, nervoso pra caralho de alguém ver elas lá fora, mas não, ouvi a chave, a porta abriu, as duas entraram bem sérias, fecharam a porta e jogaram as mochilas no chão... – Corta, atrizes fodas.
Agora Pau, você sai pela porta, vem sentar aqui no sofá, como se tivesse toda excitada, e você, Cielo Riveros, vem aqui também, tira a blusa da cintura, joga numa poltrona e senta do lado da Pau, e foi isso que as minas fizeram, até ele gritar corta.
Dava pra ver que elas tavam adorando isso.
"O que mais?" O que mais? As duas falaram... Beleza, na próxima cena, Cielo Riveros, lembra como eu te ensinei a beijar no outro dia? – Sim.
– Você vai sorrir pra sua irmã mais nova, vai pegar o rosto dela com a mão direita, aproximar seus lábios dos dela e dar um beijo tentando enfiar a língua na boca dela.
A Pau não entendeu e eu falei que tinha a Cielo Riveros, mostrei pra elas como iam atuar, eu sou a Pau e você é a Cielo Riveros, e as duas riram, e aí eu interpretei a cena, a Cielo Riveros sentou no sofá, pegou minha cara e me beijou nos lábios, e eu senti a linguinha dela entrando na minha boca, a Pau só ficou olhando parada na nossa frente... – Você pegou a Pau? – Aham! Tá bom, sua irmã vai te beijar.
– Mas duas minas não podem se beijar! Disse a Pau.
Olha, isso é um jogo, então não importa o que a gente faça aqui, lá na rua ninguém pode ver vocês fazendo isso, mas aqui o que vale é o que importa.
– Ah, tá bom.
– Já, Pau, quero fazer a cena.
E eu gritei ação, ver a Cielo Riveros sentada beijando a irmã mais nova na boca fez meu pau endurecer na hora, a Pau riu, mas depois eu fiquei quieto enquanto a Cielo Riveros beijava ela bem séria, uma e outra vez nos lábios.
Corta.
– Que atrizes boas pra caralho.
Vamos retomar contigo a cena da Cielo Riveros.
Se beijando, depois você se separa e repete o que eu falo olhando nos olhos da Pau, nunca pra mim, ok? E você, Pau, olha nos olhos da sua irmã e escuta o mais sério que puder o que ela te diz, não ri, ok.
E ação, as minhas começaram a se beijar, essas são umas putinhas, diz Cielo Riveros, hoje quero mostrar pra vocês o quão vadia eu sou com minha irmã mais nova e ela vai... Cielo Riveros se separou e repetiu tudo perfeitamente, continua beijando e repete agora quero que minha irmã seja tão promíscua quanto eu e quero pervertê-la pra gente acabar se fodendo... excelente Cielo Riveros, vai em frente e corta... E as minhas riram.
– Meninas, vocês gostaram? – Sim.
Quer continuar com o jogo?" – S... Beleza, próxima cena, a gente retoma o beijo e agora, Pau, você faz o que a Cielo Riveros faz e repete o que ela te fala, ok? E ação, beijo... Pau, fala: meu nome é Paulina, tenho 6 anos e quero que minha irmã me ensine a fazer o love. Ouvir aquela menina falar isso quase me fez secar. Continua se beijando e fala, Pau: quero ficar pelada pra você, Pau, e também tira a roupa, ah, eu tava com um aspecto foda. Beija, beija, meninas, não para, e a Cielo Riveros fala pra Pau: vou te ensinar a ser uma mãe lésbica puta com paus como eu e a pegar minas supremas. Na cena seguinte, elas começam a se beijar, se separam, e Pau, você vai despir sua irmã, tirar a saia e a blusa só, depois coloca suas mãozinhas nos peitos dela (e a Pau ri), então ela olha e eu comecei a agarrar a Cielo Riveros, vocês fazem massagem e continuam se beijando, isso quando a Cielo Riveros já não tem saia nem blusa, valeu? "E Pau, sim, tá certo." Ação, a blusa da Cielo Riveros caiu no chão, a Pau desabotoou com uma facilidade danada, a saia foi mais difícil e a Cielo Riveros levantou e deixou a irmãzinha abaixar, ela sentou e a Pau executou tudo na perfeição, corta. A gente retoma com o beijo e você, Cielo Riveros, faz exatamente a mesma coisa com a Pau, a risada inocente e infantil dela contrastando com o erótico do momento e ação! Só de ver a Cielo Riveros massageando os peitos inexistentes da irmãzinha, enquanto se beijavam, me deu vontade de ter eles ali na hora, agora a Cielo Riveros fala: irmãzinha, quero ficar pelada pra você. – Irmã... Tiro a roupa dela? – Se você entende a verdade, Pau, a mesma coisa que com a saia, mas tira a camisa e a calcinha. – E as meias? – Deixa elas e quando ela tiver pelada, pega nos peitos dela de novo e continua beijando ela e ação... Mmmm que gostosa que a Cielo Riveros tava, pelada sendo tocada sexualmente pela irmãzinha e ela mudou, Cielo Riveros, faz o mesmo com ela... Então as meninas, assim, também tiram a camisa, a Cielo Riveros toca o Peito de Pau, isso e Pau nos tiraram do transe quando disse – Ah, suas mãos estão frias e Cielo Riveros me viu e sorriu e ela também e nós três começamos a rir.
A próxima parte é de minas gostosas, então trouxe o filme pra isso e sim! Vamos ver, não usa sua roupa mesmo que seja.
Pau, foda-se os uniformes e leva eles pros quartos deles pra não amassar enquanto Cielo Riveros coloca o DVD, as calcinhas dela e bota onde vai a roupa suja, ok Pau.
Eles vão ficar pelados o resto da tarde e Pau riu com os dentes desdentados na frente dele e pegou tudo enquanto Cielo Riveros carregava o DVD, ver ela de costas pra mim, a bunda pequena, branca e inocente dela e os peitinhos de maçã de perfil, iam me fazer gozar cedo.
– Pau, tá quase começando, senta aqui no sofá, um de cada lado de mim.
E assim fizeram.


Outras vezes, quando eu ia na casa da minha amiga, geralmente nos fins de semana pra ver um jogo ou tomar uma cerveja, eu sempre dava uma olhada no jardim do lado pra ver se conseguia ver aquelas meninas brincando. Às vezes elas estavam lá, às vezes não, mas sempre tinha alguém na cozinha da casa com a cortina levantada, observando as meninas enquanto cozinhava ou lavava louça. As meninas tinham balanços e escorregadores no jardim delas, e muitas vezes a mais velha balançava tão alto que levantava o vestidinho e mostrava as pernas brancas, com as calcinhas inocentes.
Vale dizer que sempre fui atraído por garotas, mas nunca tinha conseguido ficar com uma. Só imaginava, a partir de histórias e vídeos, como seria pra uma garota, e a verdade é que ver essas meninas ali me fez criar ideias na cabeça pra realizar essa fantasia.
Comecei a passar de carro pela rua, mesmo sem ver minha amiga, pra conhecer a rotina dessas meninas. Descobri que durante a semana elas passavam uns dois dias brincando até começar a escurecer no quintal dos fundos da casa. Aí a menina mais velha chamava a mais nova, pegavam umas chaves debaixo da panela, entravam em casa, e duas horas depois, por volta das 9, chegava um carro de onde saía uma senhora que entrava na casa.
Eu tava toda animada com a possibilidade das meninas ficarem sozinhas em casa durante a semana, porque essa impressão me deu e dava pra ver que a mãe chegava do trabalho à noite e depois ficava com elas; mas não era bem assim, porque eu tentava passar vários dias na semana num horário parecido e às vezes as meninas brincavam, mas tinha uma espécie de velha cuidando delas, no entanto, tinha uns dois dias na semana em que ficavam só elas e quando chegava a hora, entravam na casa delas.Então eu decidi que um desses dois dias seria quando eu e as meninas, pelo menos a mais velha.
Me veio um plano e no dia em questão cheguei com meu carro ao meio-dia e esperei as meninas chegarem do ônibus e entrarem em casa, já sabia mais ou menos que horas elas chegavam da escola.
Quando vi elas entrarem, botei meu plano em prática, fui e toquei a campainha e a menina mais velha, ainda de uniforme, abriu a porta, mas só uma fresta e me perguntou se e eu falei:
— Oi, sua mãe tá aí? Sou uma amiga velha de escola dela e queria dar um oi.
— Não. Minha mãe trabalha hoje e só chega de noite.
— Que pena, queria mesmo surpreender ela — falei com um sorriso amigável — mas tudo bem, me diz, como você se chama?
— Cielo Riveros? Que nome lindo e você tá sozinha?
— Não. Minha irmã mais nova tá comigo.
A verdade é que a menina era muito inocente, não sabe que não deve falar com estranhos.
E eu falei:
— Bom, vou ver se passo outro dia pra cumprimentar ela, mas você pode me fazer um favor, Cielo Riveros? Não conta que eu vim, quero que seja uma surpresa pra ela, ok?
— Tá bom, espero te encontrar outro dia.
— Sim, claro, tchau Cielo Riveros.
Tinha conseguido confirmar que ficariam sozinhos o dia inteiro, e ao mesmo tempo consegui que Cielo Riveros tivesse alguma ideia e confiança de quem eu era, pela segunda vez, no dia seguinte que eu sabia que estariam sozinhos e realizariam, agora, meu desejo mais ardente.No dia seguinte não apareci porque sabia que a senhora cuidaria das meninas.
Mas no terceiro dia repeti a mesma coisa e esperei as garotas na frente da casa no meu carro e pontualmente as vi voltar pra casa, descendo do ônibus, com suas mochilas e lancheiras, as vi entrar em casa e deixei o ônibus ir embora e imediatamente fui até a casa, cuidando pra não ter ninguém na rua que me visse ali.
Vale dizer que levei comigo uma mochila pequena onde carregava algumas coisas que ia usar com elas.
Bati na porta e saiu Cielo Riveros e eu disse:
— Oi, lembra de mim?
— Sim — disse ela sorrindo educadamente —, você é amigo da minha mãe.
— Sim, isso mesmo, sua mãe tá aí agora? — ela me disse o que eu esperava, que deu azar e que hoje também tava trabalhando até tarde — Não inventa, não pode ser e então eu falei maliciosamente — Você vai pegar algo pra beber? Vê que calor que tá e eu tô morrendo de sede e ela pensou duas vezes, Cielo Riveros, e me disse:
— Se quiser, vou te trazer um refrigerante. — Então, antes que pensasse mais, eu falei:
— Sabe o quê? Posso levar pra dentro? É que tá muito calor aqui fora.
— Mas me disseram pra não deixar entrar ninguém que eu não conheça quando tô sozinha com minha irmã.
— Claro, mas eu não sou um estranho, né? — Ela pensou e disse:
— Na verdade não.
— Entra se quiser. Disse que não deixe entrar ninguém que eu não conheça quando estou sozinha com minha irmã? Claro, mas eu não sou um estranho, certo?" Ele pensou e disse: "Na verdade, não.
Entra se quiser. Oi, Paulina.? Você é a amiga gostosa que veio na outra vez?
? Sim, respondi usando o mesmo jeito que sua irmã: "Você me viu também?"
? Sim, minha irmã me contou.
? Ah, tá bom, continua vendo sua televisão enquanto falo com ela.
Cielo Riveros era um anjo, pequenininha, magrinha, loira, com o cabelo preso num rabo de cavalo, vestindo seu uniforme escolar, a saia xadrez típica, blusa branca, meias brancas, mas sem sapatos, já que tinha deixado eles na entrada quando entrou em casa.
Então decidi seguir o plano.
? Que pena que sua mãe não está aqui, eu trouxe o filme que ela queria ver.
? Que filme?" ela respondeu.
? Este aqui.
Tirei um par de DVDs-R da minha mochila, em caixinhas de plástico transparente sem capa nem nada, e que tinham as palavras "vídeos de peido" escritas com canetinha nos discos.
? Mas vou ter que levar de volta, já que ninguém vai assistir.
? Eu posso ver", disse Cielo Riveros com cara de curiosa.
— Não, são filmes para gente madura e você não vai entender. Além disso, o que acontece se eu deixar você ver e sua mãe descobrir e me encher o saco? — "Não, juro, vou esconder", ela disse sem tirar os olhos deles, com a curiosidade grudada naquilo.
— "Não sei, o que acha se a gente ver agora e depois levar?" Ela pensou e disse:
— "Tá bom, me dá que eu coloco no DVD."
Ela foi pro quarto e falou pra irmã se queria ver um filme que era pra mãe, pra gente mais velha, que dava pra assistir mas tinha que ser em segredo, a mãe não podia saber que elas viram. A irmã, inocente, disse que sim e Cielo Riveros fez ela jurar:
— Jura?
— Sim, Cielo Riveros, eu juro. Riveros virou pra mim e eu falei pra ela colocar quando quisesse. Ela pegou um e botou no DVD. O filme começou como se nada tivesse acontecido: um quarto vazio, uma menina entrando pela porta de casa, largou a mochila e subiu pro quarto dela.
Assim que um adulto entrou, a menina sentada na cama olhou pra ele com cara séria. O adulto, que não dava pra ver o rosto, tirou a blusa e começou a beijar os peitos da filha dele. Depois, fez a menina deitar, colocou a mão por baixo da saia dela, puxou a calcinha, levantou a saia e começou a lamber a buceta dela. As meninas nem piscavam, só olhavam com atenção, de boca aberta.Na mesma hora, o garoto sentou, a garota sentou na cama com os peitinhos pequenos pra fora, passou a mãozinha no volume dele, abriu o zíper, tirou o pau dele e começou a chupar.
As meninas não piscaram, e a mais nova perguntou o que era aquilo. Eu disse:
"Ele e ela tão jogando um jogo secreto e vão se divertir. Aquela coisa que ele tirou se chama pau e serve pra pegar meninas inocentes e putinhas boas como vocês duas."
No auge da cara de pau, falei que tava com muito calor e esfreguei o pau na calça.
A garota parou de chupar, o cara tirou a saia dela e deitou ela pelada na cama, só com as meias de escola. Ele tirou tudo, subiu em cima dela e começou a esfregar o pau na bucetinha dela, tentando enfiar, mesmo não cabendo direito. Daí o vídeo foi uns 15 minutos mudando de posição. Quando tá quase terminando, ele faz a menina se ajoelhar no tapete, manda ela chupar o pau, ela obedece, e aí ele goza, esguichando na cara da menina e deixando ela toda coberta de porra.
O vídeo termina aí.
As meninas estavam meio excitadas, e a Cielo Riveros me perguntou o que tinha saído. Eu falei:
"É porra. Quando um homem gosta de uma menina gostosa, ele mostra assim."
"Bom, meninas, vou tirar o vídeo e é melhor eu ir. Não sei se vocês deviam ter visto isso."
"Isso é só pra sua mãe" — elas falaram juntas.
"Não, a gente promete que não vai contar nada" — Já tinha elas na mão.
"Mas juram que mesmo se torturarem vocês, não vão contar nada?"
"A gente promete, nunca vamos contar nada."
"Ok, podem continuar olhando." E elas gritaram. inocentemente empolgados? Sim.
Nessa altura eu já tava com o pau bem duro, enquanto as minas ainda viam os vídeos proibidos na TV delas. Tinha vídeos de atrizes famosas, uma usando a máscara dela e chupando o pai gordo, e depois ele meteu no cu dela entre empurrões e ela bufando.
Eu levantei e deixei eles na sala olhando, sabendo que ia terminar aquele disco, e fui pra cozinha, já era umas 3 da tarde.
No final do último vídeo.
Cielo Riveros foi pra cozinha e tava meio vermelha e excitada, e me falou:
— Ei, já terminou, a gente pode ver o outro?
— O que você acha de tudo isso?
— Sei lá, é estranho como os adultos brincam com as meninas.
— Por que estranho?
— Não sabia que dava pra fazer isso.
— Ah, é? — com toda a calma do mundo continuei falando pra ela — Muitas minas fazem isso com os pais delas, mas a condição dessas brincadeiras é que fiquem em segredo, a menina e um adulto podem brincar, mas a menina não pode contar pra ninguém, senão aparece um monstro e leva a menina embora.
— Um monstro?
— Sim, Cielo Riveros, um monstro.
Mas se você não disser nada, não acontece nada, ei, você não gosta de brincar? — Não sei.
— Vai, vai ser divertido, se quiser a gente pode fazer juntos.
Você não gostou de como eles atuaram no filme?
— Bem, sim, mas não sei.
— Se você não contar pra sua mãe nem pra mais ninguém, a gente pode fazer, só se você quiser.
Você gostaria?
Ela ficou pensativa ali na cozinha e disse "tá bom".
Naquele momento quase fiquei seco ao ouvir a voz inocente dela pedindo pra brincar daqueles jogos.
Falei de novo:
— Lembra da regra, ninguém pode saber, nem seu melhor amigo, nem seu professor, nem nenhum adulto, esse jogo só pode ser conhecido por quem participa dele.
— Tá bom, eu prometo. E como se joga? A gente faz aqui? — ela pulou dentro da minha calça quando eu ouvi,
— Não, é melhor a gente jogar no seu quarto.
— "Tá bom, vamos, vou chamar minha irmã", e eu falei:
— Não, é melhor deixar ela ver o outro filme e você explica o que acabei de te dizer.
— Cielo Riveros saiu da cozinha e demorou um pouco, depois voltou e me disse:
— Vamos então.
— E a sua irmã? — Ela me disse que também queria brincar, mas eu falei que primeiro brinco com você e, se sobrar tempo, ela pode ficar vendo o filme.
— E a Cielo Riveros? Se ela falar alguma coisa?
— Não, já expliquei as regras pra ela e fiz ela jurar que não vai contar nada. Vou garantir que ela fique de boca fechada.
— Beleza, então vamos subir as escadas.
Passamos pelo quarto e avisamos a Paulina que íamos voltar pra continuar vendo o filme.
Ela me levou até o quarto dela. Subindo as escadas, vi o corpinho dela balançando enquanto caminhava, a saia voando a cada passo. Me veio uma ideia mais safada na cabeça e falei que era melhor brincarmos no quarto da mãe dela. Ela hesitou um pouco, mas acabou dizendo: "Tá bom, se você quiser".
Entramos no quarto da mãe dela. Eu já tava com o pau mais duro que tudo e falei sem vergonha nenhuma:
— Sua princesinha promíscua, fecha a porta pra ninguém entrar.
— Slut? O que é isso?
— É você, sua raposinha gostosa. Vou te foder com meu pau até você ficar toda molhada, nessa cama onde você com certeza foi concebida. Você vai ser minha, sua menina inocente e doce.
Ela não entendeu nada do que eu falei, mas fechou a porta. Eu esperei ela sentar na cama e disse:
— A brincadeira começa agora. Vou te chamar de minha putinha.
— E aí, o que é essa "slut"? — Significa "garota boa", mas você não deve usar essa palavra com ninguém fora desse jogo, tá?
— Ok.
— Mas primeiro, olha só, vou colocar minhas coisas aqui. Que tal eu pegar minha câmera de vídeo, tirar da mochila e colocar nesse móvel, pra não quebrar ali?
— Beleza.
Ela respondeu me olhando meio confusa. Coloquei a câmera em cima de uma penteadeira, apontando pra cama, e ajustei a imagem na tela pra pegar o máximo possível do quadro, sem perder nenhum detalhe do que eu pretendia fazer.
Ela esperou com aquele rostinho inocente, sentada na cama, coçando a perna.
— Muito bem, Cielo Riveros. A primeira coisa que vou te ensinar é a beijar. Você sabe como namorados se beijam? Ela balançou a cabeça que não. "Olha, fica de pé na minha frente. Vou sentar na cama e, quando eu mandar, você vai colocar seus lábios nos meus pra me dar um beijo."
— Tá bom.
Sentei na cama.
Ela ficou de pé na minha frente e aproximou os lábios dos meus.
Parecia tão inocente, tão ingênua, tão pequenininha.
— Que putinha gostosa. Mas agora quero que você faça de novo: abre a boca e enfia a língua sem tirar os lábios dos meus, e massageia minha língua com a sua.
Ela fez isso. Quando senti a língua inocente dela, quase tremi de tesão.
— Agora vou fazer o mesmo em você.
A gente ficou nessa por um bom tempo, mas já passava das 4 da tarde e a mãe chegava às 8, então tive que acelerar.
— Tá gostando?
— Sim, muito.
? Ok, vadia, você tá indo muito bem – ela só sorriu– Agora, na próxima parte do jogo, quero que você sente na cama e repita as palavras que vou escrever neste papel, olhando, digamos, pra minha câmera, ok. ? Ok.
Ele pegou um pedaço de papel de uma mesa e uma caneta e escreveu: OI, EU SOU A J Cielo Riveros, TENHO 18 ANOS E SOU UMA FOXINHA MUITO SAFADA QUE ADORA ESCAPULIR DOS HOMENS QUANDO A MAMÃE NÃO TÁ POR PERTO.
EU GOSTO QUE FAÇAM TUDO COMIGO E QUERO QUE VEJAM O QUANTO VADIA EU POSSO SER, JÁ QUE ERA UMA GAROTA INOCENTE, MAS ME PERVERTERAM.
Ele entregou pra ela e ela começou a ler as palavras animada, com a cabeça inclinada, e eu falei pra ela:
? Não.
Vou colocar aqui do lado da lente da câmera e você vai ler, mas olhando pra frente.
? Ok.
Oi, sou a Cielo Riveros, tenho 18 anos e sou uma puta muito gostosa que adora se esconder dos homens quando a mamãe não tá por perto. Eu gosto que façam tudo comigo e quero que vocês vejam o quão puta eu posso ser, porque eu era uma menina inocente, mas me perverteram.
Quando eu ouvi ela falar isso com aquela voz doce e boazinha de garota, não aguentei mais, meu coração bateu muito rápido e eu falei pra ela:
"Você tá indo muito bem, a próxima parte do jogo é essa.
Você vai olhar pra câmera, vai mandar um beijo assim, pisca um olho e desabotoa a blusa e tira ela, jogando aqui, sem sair do lugar" – e ela fez isso, já tava só de camiseta – "Ótimo, Cielo Riveros, agora fica do lado da cama, ali na altura dos travesseiros. Vira de costas pra câmera e começa a desabotoar sua saia, conta 1, 2, 3 e deixa ela cair no chão, levanta e joga aqui, e fica olhando fixo pra câmera."
"Você gosta do jogo, né?"
"Sim, é divertido."
"Ok, pequena raposinha, faz isso" – e ela fez.
Já tava só de calcinha e sutiã – "Ótimo, Cielo Riveros, você tá se divertindo?"
"Sim, muito! E agora, o que vem?"
"Agora você vai ficar de frente pra cama, vai falar 'olha que puta que eu sou', abaixa a calcinha até os joelhos, tira o sutiã e joga aqui pra mim, e pega suas duas meninas e mexe elas assim, olha" – eu fiz o gesto de como ela devia fazer. Ela riu quando me viu e falou:
"Ok."
Já tava minha anjinha, pelada, só de meias escolares brancas.
"Que linda você é, Cielo Riveros, logo depois de te ver meu pau endureceu, você é uma puta foda pra foder homens" – ela só sorriu, parada pelada do lado da cama – "Ok, Cielo Riveros, vamos continuar o jogo, quero que você tire a calcinha, deite na cama, abaixe as meias até os tornozelos pra eu ver bem suas pernas todas, abre as pernas e faz um sinal pra mim."
"Ok."
– Ela fez. Ali estava minha anjinha pelada na cama da mãe dela, me chamando com o dedo indicador pra chegar perto e foder ela.
"Ok, Cielo Riveros, você é muito boa, minha pequena raposinha."
"Você tá entendendo o jogo? tão bom que agora você vai me deixar fazer cócegas, né?
"Ok", ela riu, tapando a boca.
Eu me aproximei, me ajoelhei e comecei a chupar os peitos dela, enquanto com minha mão acariciava a bucetinha dela. Coloquei minha cabeça entre as pernas dela e comecei a lamber o clitóris pequenininho dela.
? Quero que feche os olhos, Cielo Riveros, e me diga "que gostoso, me faz gozar como a grande puta que sou" e depois comece a gemer igual a garota do vídeo, lembra? ? Ah sim, tá bem, entendi.
E ela disse aquelas palavras que eram mel para meus ouvidos, enquanto gemia devagar como uma putinha no cio, de repente me sentei e quis terminar porque as horas passam quando você tá curtindo e eu falei pra ela
? Muito bem, Cielo Riveros, como você joga bem, merece um prêmio.
Agora você vai fazer isso: sentar na cama, abrir meu zíper, puxar minha calcinha pra baixo e pegar meu pau igual a garota do vídeo, enfiar na boca e chupar como se fosse sorvete, entendeu?
? Acho que sim
Quando senti as mãozinhas dela tentando abrir meu zíper, tava no paraíso, um sonho lindo do qual não queria acordar, desabotoei o botão pra facilitar pra ele e mandei ele puxar minha calcinha.
? Agora chupa, anjo – quando senti a boca dela no meu pau, fiz força pra não gozar cedo, mais tarde, mais tarde – Só não usa os dentes, tá bem.
— Ela só balançou a cabeça, enquanto tinha meu pau na boca e lambia de um lado pro outro.
Foi o melhor boquete de todos os tempos — Quero que você continue gemendo enquanto chupa.
? Consegue? — Ela balançou a cabeça que sim e lá estava ela gemendo como uma putinha, eu só via fotos dela e da irmã no quarto, ela quando era bebê no colo da mãe e tudo me dava mais tesão, se a mãe soubesse o que a princesinha dela fazia — Que gostoso, Cielo Riveros, você é uma puta — meu pau começou a pulsar muito gostoso, era sinal de que ia gozar e Cielo Riveros continuou no boquete, enquanto eu marcava o ritmo com minhas mãos.
— Cielo Riveros, já vou, vou gozar, lembra? Ela balançou a cabeça, enquanto me olhava com seus olhos inocentes no meu rosto e eu disse: "agora quero que você tire seu pau da boca e me diga: 'por favor, coloca na minha boca e na minha cara de putinha'." Pronto? Tirei o pau e ela disse
— Por favor, coloca na minha boca e na minha cara de puta.
— Ok, Cielo Riveros, abre a boca, coloca as mãos nos seus peitinhos, fecha os olhos e vou te jorrar igual às meninas do vídeo.
Cielo Riveros seguiu minhas instruções e comecei a me esfregar nela pra gozar, em questão de segundos jorrei meu leite na língua dela, no rosto, no cabelo, nos peitos, tava banhando ela por todo lado, ela só gemeu de felicidade e eu disse pra não se mexer, tá bom, tá gostoso, e quando terminei, Cielo Riveros tava banhada em esperma branco, no quarto da mãe dela, com a cara, a língua e o corpo pingando meu gozo, Cielo Riveros abre os olhos.
Ela parecia nervosa e eu falei
— Vira pra câmera e quero que você engula o que tem na língua, passe a língua nos lábios e diga 'que gostoso é o gozo do seu homem', pronto?
— Minha princesa Promíscua fez isso — Não se limpa, Cielo Riveros, deixa secar sozinho, você gosta da brincadeira, minha putinha doce? E ela:
— Sim.
É muito foda, mas agora me senti como se estivesse me afogando quando você jogou o gozo em mim — Quando ela disse "gozo" quase me fez parar de repente.
— Ok, princesa, já são 5:15.
? Ah, não, tenho que esquentar a comida no forno. ? Ok, gostosa, mas não se veste, quero que vá pra cozinha do jeito que tá pra esquentar tudo e deixar sua irmãzinha ver o quão puta você é, ok.
? Ok, mas tô com frio.
? Não se preocupa, faz isso.
Ela abriu a porta do quarto e eu vi ela descendo as escadas pelada, o filme lá embaixo já tava acabando e eu ouvi os sussurros das minas, risadinhas da irmã mais nova.
Aí desliguei a câmera e desci também, pelado e de pau duro, e a irmãzinha dela me viu e só riu, falou que eu era igual ao do filme, mas muito peludo, e eu só sorri pra ela, tirei o DVD do aparelho e desliguei a TV.
Espiei na cozinha e lá estava a Cielo Riveros pelada, só de meia branca e toda melada no meu esperma que já tava secando nela, colocando os pratos no forno.
Sentei no sofá com o pau duro na frente da irmã mais nova e falei:
? Sua irmã joga muito bem, viu como deixei ela toda lambuzada de porra.
Fiz isso porque gosto pra caralho e quero pedir pra ela ser minha namorada secreta, o que você acha?
A Paulinita só riu.
Cielo Riveros saiu da cozinha pelada, carregando pratos, e deu pra irmã dela, que começou a comer e não tirava os olhos da nudez da irmã mais velha, o corpo dela cheio de crostas leitosas e o cabelo duro, e ao mesmo tempo viu meu pau duro.Cielo Riveros trouxe o prato dela e ia sentar numa cadeira quando eu falei:
— Cielo Riveros, senta no meu colo.
Ela sorriu e se sentou nas minhas pernas, passando meu pau duro entre as pernas dela e esfregando na bucetinha dela, enquanto comia o sanduíche e as batatas dela.
— Como você tá se sentindo, Cielo Riveros, cê tá gostando?
— Sim, muito, mas tô com frio e me sinto grudenta.
— Não se preocupa, amor, é normal.
— Come, gurias, come a comida de vocês.
Enquanto esfregava sem vergonha a Cielo Riveros, meu pau no coelhinho dela.
Quando terminaram de comer, já eram quase 5:45 da tarde.
Cielo Riveros riu, e dava pra ver que ela já tinha gostado de ficar pelada daquele jeito, com meu gozo seco em cima dela.
E eu falei:
— Cielo Riveros, tá ficando tarde, tenho que ir — e as duas gritaram:
— Nãooooooooooooooo, fica, quero que minhas mães nos vejam enquanto a gente brinca, com certeza ela vai gostar.
— Cielo Riveros, eu te falei, isso não pode contar pra ninguém, senão o monstro vem te pegar.
— Sim, é verdade. Me desculpa. — Jura que nunca vai contar pra ninguém.
— E o Pau também.
— A gente promete.
Cielo Riveros levantou de cima de mim, levou os pratos pra cozinha, enquanto a irmã mais nova sentava no braço do sofá e via meu pau bem duro.
— Quer tocar nele? — falei.
Ela riu e rapidamente colocou a mão em cima dele e tirou, e eu falei: "Não, faz assim, olha", e comecei a esfregar meu pau.
Depois peguei a mãozinha dela, coloquei em cima e esfreguei com ela.
Cielo Riveros voltou da cozinha e olhou pra gente, e eu falei: "Você não ia gostar que sua irmã mais nova visse como você brinca comigo, minha raposinha?"
— O que é uma puta? — disse a mais nova. E Cielo Riveros respondeu:
— Já te falei, bobinha, é uma garota gostosa, mas essa é uma palavra secreta.
— Ah — disse a pequena.
Então Cielo Riveros, você quer que sua irmãzinha te veja sendo uma puta gostosa. – Fala, o que eu faço?
– Vamos pro quarto.
Joguei o anão na minha frente e a Cielo Riveros na minha frente, pelada e cheia de porra, subi as escadas enquanto segurava a bunda dela. Cielo Riveros pulou e se virou rindo ao me ver.
Já no quarto, liguei a câmera e mandei a Pau sentar perto da cama e nos assistir.
– Ok Cielo Riveros, tá animada que sua irmãzinha viu o quão pervertida você é?
– Sim.
– Diz pra princesinha da câmera que você quer que sua irmã mais nova te veja sendo uma mãe puta.
– Fala.
Quero que minha irmãzinha me veja como uma mãe puta idiota.
– Quero chupar seu pau com a boca, me fala.
Quero..." Viro para ver a irmã dela, que tava rindo, tapando a boca."Não ri, Pau, é melhor tu olhar o que a sua irmã, a putinha, tá fazendo."
"Ok, Cielo Riveros, como da outra vez, senta aqui, olha pra câmera e chupa ele pra mim."
Pau só viu a irmã chupando meu pau, entre curiosidade e diversão.
"Ah, que delícia, Cielo Riveros, tira o teu pau e fala que sou uma maldita colegial e quero que me trate como tal."
"Sou uma maldita colegial e quero que me trate como tal."
"Chupa, puta, chupa, engole meu gozo, garota de mamãe, garota inocente, garota com cara de anjo."
Cielo Riveros continuou no boquete e comecei a marcar um ritmo rápido na cabeça dela com minhas mãos.
"Vou gozar agora, puta, abre a boca."
"Traz na minha boca e na cara de puta" — Lembrei do que rolou antes, meu pau quando ouvi que ela espasmei.
"Aí, toma" e comecei a banhar ela de novo.
A irmã dela ficou de boca aberta, vendo como a irmã mais velha inocente estava toda banhada no meu gozo, molhando ela inteira. Quando terminei, ela lambeu os lábios, fiz ela me chupar com o gozo escorrendo por um olho que mantinha minha rola fechada, até que tirei o sêmen dela. E finalmente me separei dela, que estava ali ajoelhada no chão, pingando gozo, e peguei a câmera e comecei a filmar tudo, sem deixar nenhum detalhe de fora.
Depois me aproximei da irmã mais nova e falei:
Pau diz isso, que puta é minha irmã mais nova Cielo Riveros e quero ser igual a ela, pronto?
Que puta ela é...
Como você se sente, Cielo Riveros? Gostou? Adorou?
Sim, muito, já sabia o que fazer dessa vez.
Viu que já aprendeu a brincar? E agora quero que você vá tomar um bom banho no chuveiro pra sua mãe não saber que a gente brincou disso, lembra que é segredo, tá?
Tá bom.
Comecei a me vestir.
Pau desceu pra sala e Cielo Riveros andou nua até o quarto dela, toda manchada no meu líquido branco. 5 minutos depois já estava no chuveiro, enquanto eu ia pro banheiro, limpei o gozo que tinha em mim com papel, me vesti, abri as janelas do quarto. Eram 7 da noite, faltava uma ou duas horas pra mãe chegar.
Arrumei tudo no banheiro dela, fiz a cama direitinho, guardei os filmes e a câmera.
Limpei qualquer gota de gozo que tivesse caído no chão.
Desci pra sala e revisei minuciosamente os sofás, a cozinha, enquanto Pau só me olhava. Lavei os pratos e por volta das 7:25 Cielo Riveros saiu enrolada numa camisola de patinho e uma toalha segurando o cabelo.
Falei pra ela:
— Seu uniforme, amarrotei e coloquei num cabide.
Ela assentiu e foi pro quarto dela se vestir, jogou fora a camiseta, as meias, a calcinha e tudo tava impecável, não tinha nenhum vestígio do que tinha rolado. Meu plano era sair dali no máximo às 8 da manhã pra esperar na calçada do outro lado da rua até a mãe dela chegar e ver que não tinha nada de errado.
Lá pelas 7:40, Cielo Riveros saiu do quarto dela e eu falei:
— Sua mãe não vai desconfiar que você tomou banho?
— Não, às vezes chego do colégio com muito calor e tomo banho, deixo as toalhas aqui pra ela pegar.
— Beleza, Cielo Riveros, Pau, vou nessa.
Meninas, quero que isso fique só entre nós três, se vazar alguma coisa a gente não vai poder brincar mais. Vocês querem que eu volte a brincar com vocês?
— Sim, sim, sim — as duas gritaram.
— Ok, posso voltar outro dia e a gente continua brincando, e posso ensinar mais coisas pra vocês. Vocês gostariam?
— Sim.
— Ok, Cielo Riveros, é uma promessa sua.
Vocês fazem a parte de vocês e não contam pra mãe que eu vim, ok, senão acabou a brincadeira.
— Ok. Cielo Riveros
— Beleza, o que você é? — ela me encarou e eu — af...
— Ah sim, uma putinha.
— Isso aí, princesa. Vamos ver, deixa eu ver teu cabelo.
Enquanto ela calçava as meias com babados, eu tava dando uma olhada nela e não vi nada suspeito, dei mais uma olhada rápida na casa e falei:
— Meninas, já é hora, se cuidem, tá bom? É segredo, combinado?
— Sim.
— Quando você volta?
Um dia desses, minha foxy pequenininha, vale? Me dá um beijo de língua, foxy, antes de eu ir. Ela se aproximou de mim e, enquanto eu ensinava, começou a me beijar — Mmmm, que delícia que são as picas de mãe dessas pequenas vadias, ela só sorriu — Tchau, Pau... Faz o que você sempre faz pra sua mãe não desconfiar que a gente brinca, e se vazar alguma coisa, o monstro vem.Fui até as escadas, abri a porta da frente, espiei e esperei passar um carro, apaguei a luz pra ninguém me ver saindo e me mandei no escuro até meu carro.
Lá fiquei esperando e, enquanto fumava um cigarro, vi o vídeo. A Cielo Riveros falou tudo que eu ensinei e tava ficando difícil de novo, então comecei a bater uma enquanto via as imagens. Nessa hora, um carro virou a esquina e percebi que era a mãe. Desliguei tudo e, na sombra, vi ela chegar. Meteram o carro na garagem e gritaram: "Tô aqui, meninas!" E ouvi o "sim, mãe".
Gritaram tão alto que consegui ouvir até o carro perguntando: "Comeram?" "Sim."
— Tomou banho, Cielo Riveros? Vou pegar as toalhas — e não escutei mais nada.
Fiquei pacientemente no escuro, acalmando meus nervos e olhando em silêncio as imagens da minha putinha, um sonho realizado. Lá pelas 6 da tarde, imaginei que as meninas já estariam dormindo e vi a luz do quarto da mãe apagar, mas não sem antes fechar a janela.
Missão cumprida. Liguei o carro e desapareci devagar na noite, prometendo voltar.
Os dias passaram e eu fui, no meu tempo livre, rondar a casa das irmãs pequenas pra poder dar pelo menos uma olhadinha nos meus 2 anjos. Desde a primeira experiência, tive a ideia de me reintroduzir naquela casa e fazer coisas com as meninas quando estivessem sozinhas. Também tava curioso pra saber se alguém desconfiava de algo. Aí, quase no terceiro dia da minha aventura com elas, no meu carro, vi elas saírem de casa cedo, acompanhadas da mãe, com os uniformes do Ensino Fundamental, e entrarem no ônibus escolar que veio buscá-las. E nada parecia... Fora de lugar, suspeitoso, ou será que tinham me descoberto.
O que me motiva a buscar um jeito de me aproveitar de novo dessas meninas inocentes, já que elas cumpriram a palavra de guardar o segredo, mas tive que esperar o dia certo, porque só dois dias por semana elas ficavam totalmente sozinhas o dia inteiro, voltando da escola. Nos fins de semana, a mãe delas estava lá, e nos outros dias tinha uma senhora que cuidava delas.
Eu sabia tudo isso porque passava um tempão na calçada em frente, meio agachado dentro do meu carro, espiando pra aprender mais sobre a rotina dessa família. E no final, se alguém me perguntasse, eu podia dizer que estava indo na casa do meu amigo que mora ao lado e entrar lá, caso um carro da polícia ou algo assim se aproximasse.
Vi a Cielo Riveros e a Paulina no meu retrovisor saindo pra brincar de balanço e escorregador no jardim, vi elas rindo como menininhas inocentes, gritando, se divertindo, e a mãe delas na porta da cozinha bebendo um copo de limonada, olhando pras filhas. Eu nem conseguia imaginar como a filha mais velha tinha 10 ou 18 anos, não sei ao certo, ela me pediu no outro dia pra dar meu gozo na cara de puta dela, pra fazer ela andar pelada pela casa, toda melada no meu sêmen, e fazer a irmã mais nova assistir vídeos de pedófilos e repetir pra câmera: "Quero ser uma puta igual minha irmã mais velha". Eu tava decidido a ir mais longe com essas minas.Chegou o dia em que soube que não ia ter ninguém na casa além delas, e nesse dia decidi dar "mais um passo". Cheguei uma hora antes do ônibus escolar na hora da saída e estacionei do lado da casa, esperando ver elas chegarem e entrarem. Como era de se esperar, tudo tava fechado e não tinha uma alma na casa nem na rua, por assim dizer.
Quando chegou a hora, lá pelas 1:30 da tarde, o ônibus com as crianças chegou e eu vi minhas 2 princesas descerem, se despedirem das amigas e saírem correndo, gritando que nem menininhas, pro alpendre da casa pra entrar. Esperei elas entrarem e passaram uns minutos, com o coração batendo a mil, saí do carro, peguei minha mochila com a câmera e fui até a porta, sem saber o que esperar quando as meninas me vissem de novo.
Toquei a campainha e rapidinho a Cielo Riveros levantou a cortina de dentro, viu que era eu, sorriu e correu pra abrir a porta. Assim que me viu, já falou... Oi, que bom que você veio! Como se fosse um amigo de longa data, com o rostinho radiante e animado: "Entra, entra, entra, por favor."Entrei rapidão na casa, me certificando de que ninguém me viu.
Cielo Riveros gritou logo pra Pau descer, ela tava no último andar do quarto dela e falou – Olha quem veio! A Pau desceu as escadas meio sem graça, parecia que tinha acabado de chegar da escola e começou a pular os degraus quando me viu, e eu soube que tava tudo certo.
– Oi meninas, senti muita falta de vocês! – Vamos brincar hoje? A Pau perguntou: "Sim, meninas, por isso tô aqui" e as duas gritaram: Que massa!! Pra provar que eu tava falando sério, falei – Mas já me contaram que vocês contaram tudo e que o monstro vem atrás de vocês.
Cielo Riveros respondeu na hora – Isso não é verdade, a gente não falou nada, ou você disse alguma coisa? Olhei pra Pau, ela só balançou a cabeça negando e eu falei – Ah, desculpa, a mensagem do monstro que recebi por e-mail, tentei entender, era sobre outras minas que traíram e o monstro vai atrás delas hoje à noite e vai levar pra caverna subterrânea dele.
E as duas se cagaram de medo, eu sei, foi horrível, mas essa merda tinha funcionado.
Mas calma, meninas, vocês tão de boa desde que não contem nada pra ninguém igual aquelas minas idiotas, e elas soltaram um suspiro de alívio – Ugh... – Então, Cielo Riveros, quer começar o jogo?
– Sim.
– Vamos pro quarto da minha mãe? – Não, meu amor, agora quero fazer diferente, ok? A Pau também vai jogar.
– Ah, falou a Cielo Riveros, e você trouxe filmes? – falou a Pau... – Ah, nunca se sabe... – Vai, não seja chato, a gente quer ver, falaram as duas.
Depois de um tempo, primeiro vamos preparar umas cenas, ok... Olhem, meninas, vocês vão atuar assim, imaginem que é um daqueles filmes onde as garotas brincam com adultos e eu sou diretor de cinema e vou tirar vocês do quadro. Vocês vão ter que fazer tudo que eu mandar, acredita? – Sim, que legal, gritaram as meninas.
Assim começamos, Pau, Cielo Riveros, quero que você calce os sapatos (ambas estavam descalças, só de meias brancas), Cielo Riveros, amarra o suéter do uniforme como estava em volta da cintura, vocês vão pegar as mochilas, vão sair para a varanda, contam até 10 e voltam para dentro de casa, como se estivessem voltando da escola e eu fosse filmar tudo. Só não olhem para a câmera e parem quando eu disser "corta", como um diretor de cinema faria, entenderam?
As meninas fizeram tudo certinho, saíram de novo e eu comecei a filmar, nervoso que alguém pudesse vê-las lá fora, mas não, ouvi a chave, a porta abriu, as duas entraram bem sérias,
(ambas estavam descalças, só de meias brancas), Cielo Riveros, amarra o suéter do uniforme como estava em volta da cintura, vocês vão pegar as mochilas, vão sair para a varanda, contam até 10 e voltam para dentro de casa, como se estivessem voltando da escola e eu vou filmar tudo. Só não olhem para a câmera e parem quando eu disser "corta", como um diretor de cinema faria, entenderam?
As minas fizeram tudo certinho, saíram de novo e eu comecei a filmar, nervoso pra caralho de alguém ver elas lá fora, mas não, ouvi a chave, a porta abriu, as duas entraram bem sérias, fecharam a porta e jogaram as mochilas no chão... – Corta, atrizes fodas. Agora Pau, você sai pela porta, vem sentar aqui no sofá, como se tivesse toda excitada, e você, Cielo Riveros, vem aqui também, tira a blusa da cintura, joga numa poltrona e senta do lado da Pau, e foi isso que as minas fizeram, até ele gritar corta.
Dava pra ver que elas tavam adorando isso.
"O que mais?" O que mais? As duas falaram... Beleza, na próxima cena, Cielo Riveros, lembra como eu te ensinei a beijar no outro dia? – Sim.
– Você vai sorrir pra sua irmã mais nova, vai pegar o rosto dela com a mão direita, aproximar seus lábios dos dela e dar um beijo tentando enfiar a língua na boca dela.
A Pau não entendeu e eu falei que tinha a Cielo Riveros, mostrei pra elas como iam atuar, eu sou a Pau e você é a Cielo Riveros, e as duas riram, e aí eu interpretei a cena, a Cielo Riveros sentou no sofá, pegou minha cara e me beijou nos lábios, e eu senti a linguinha dela entrando na minha boca, a Pau só ficou olhando parada na nossa frente... – Você pegou a Pau? – Aham! Tá bom, sua irmã vai te beijar.
– Mas duas minas não podem se beijar! Disse a Pau.
Olha, isso é um jogo, então não importa o que a gente faça aqui, lá na rua ninguém pode ver vocês fazendo isso, mas aqui o que vale é o que importa.
– Ah, tá bom.
– Já, Pau, quero fazer a cena.
E eu gritei ação, ver a Cielo Riveros sentada beijando a irmã mais nova na boca fez meu pau endurecer na hora, a Pau riu, mas depois eu fiquei quieto enquanto a Cielo Riveros beijava ela bem séria, uma e outra vez nos lábios.
Corta.
– Que atrizes boas pra caralho.
Vamos retomar contigo a cena da Cielo Riveros. Se beijando, depois você se separa e repete o que eu falo olhando nos olhos da Pau, nunca pra mim, ok? E você, Pau, olha nos olhos da sua irmã e escuta o mais sério que puder o que ela te diz, não ri, ok.
E ação, as minhas começaram a se beijar, essas são umas putinhas, diz Cielo Riveros, hoje quero mostrar pra vocês o quão vadia eu sou com minha irmã mais nova e ela vai... Cielo Riveros se separou e repetiu tudo perfeitamente, continua beijando e repete agora quero que minha irmã seja tão promíscua quanto eu e quero pervertê-la pra gente acabar se fodendo... excelente Cielo Riveros, vai em frente e corta... E as minhas riram.
– Meninas, vocês gostaram? – Sim.
Quer continuar com o jogo?" – S... Beleza, próxima cena, a gente retoma o beijo e agora, Pau, você faz o que a Cielo Riveros faz e repete o que ela te fala, ok? E ação, beijo... Pau, fala: meu nome é Paulina, tenho 6 anos e quero que minha irmã me ensine a fazer o love. Ouvir aquela menina falar isso quase me fez secar. Continua se beijando e fala, Pau: quero ficar pelada pra você, Pau, e também tira a roupa, ah, eu tava com um aspecto foda. Beija, beija, meninas, não para, e a Cielo Riveros fala pra Pau: vou te ensinar a ser uma mãe lésbica puta com paus como eu e a pegar minas supremas. Na cena seguinte, elas começam a se beijar, se separam, e Pau, você vai despir sua irmã, tirar a saia e a blusa só, depois coloca suas mãozinhas nos peitos dela (e a Pau ri), então ela olha e eu comecei a agarrar a Cielo Riveros, vocês fazem massagem e continuam se beijando, isso quando a Cielo Riveros já não tem saia nem blusa, valeu? "E Pau, sim, tá certo." Ação, a blusa da Cielo Riveros caiu no chão, a Pau desabotoou com uma facilidade danada, a saia foi mais difícil e a Cielo Riveros levantou e deixou a irmãzinha abaixar, ela sentou e a Pau executou tudo na perfeição, corta. A gente retoma com o beijo e você, Cielo Riveros, faz exatamente a mesma coisa com a Pau, a risada inocente e infantil dela contrastando com o erótico do momento e ação! Só de ver a Cielo Riveros massageando os peitos inexistentes da irmãzinha, enquanto se beijavam, me deu vontade de ter eles ali na hora, agora a Cielo Riveros fala: irmãzinha, quero ficar pelada pra você. – Irmã... Tiro a roupa dela? – Se você entende a verdade, Pau, a mesma coisa que com a saia, mas tira a camisa e a calcinha. – E as meias? – Deixa elas e quando ela tiver pelada, pega nos peitos dela de novo e continua beijando ela e ação... Mmmm que gostosa que a Cielo Riveros tava, pelada sendo tocada sexualmente pela irmãzinha e ela mudou, Cielo Riveros, faz o mesmo com ela... Então as meninas, assim, também tiram a camisa, a Cielo Riveros toca o Peito de Pau, isso e Pau nos tiraram do transe quando disse – Ah, suas mãos estão frias e Cielo Riveros me viu e sorriu e ela também e nós três começamos a rir. A próxima parte é de minas gostosas, então trouxe o filme pra isso e sim! Vamos ver, não usa sua roupa mesmo que seja.
Pau, foda-se os uniformes e leva eles pros quartos deles pra não amassar enquanto Cielo Riveros coloca o DVD, as calcinhas dela e bota onde vai a roupa suja, ok Pau.
Eles vão ficar pelados o resto da tarde e Pau riu com os dentes desdentados na frente dele e pegou tudo enquanto Cielo Riveros carregava o DVD, ver ela de costas pra mim, a bunda pequena, branca e inocente dela e os peitinhos de maçã de perfil, iam me fazer gozar cedo.
– Pau, tá quase começando, senta aqui no sofá, um de cada lado de mim.
E assim fizeram.
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