Aulas particulares com a gostosa

Um dia eu tava com o Sebastián, meu amigo, tomando uma cerveja, quando ele me disse: "Ó, Francisco, sei que você é bom em artes, pode ajudar minha irmã mais nova? Ela vai entrar na faculdade em breve e precisa de ajuda."
"É, posso sim", respondi, "mas não de graça." E fiz o gesto de dinheiro com a mão.
"Quanto você quer por hora?", ele perguntou.
"100 por hora", falei, "e só porque é sua irmã."
"Beleza, vou falar com meus pais e te aviso." Depois disso, continuamos no nosso papo.
Uns dois dias depois, a gente se encontrou de novo. Depois de bater um papo, ele disse: "Meus pais aceitaram 100 dólares a hora. Eles pediram pra eu perguntar se você pode dar as aulas durante esses três meses, três vezes por semana. Dá pra você?"
Olhei pra ele e falei: "Terça e quinta a partir das 18h, sábado a partir das 14h. Tá bom?"
Sebastián concordou, mas levantou o dedo e disse: "E nada de mão boba na minha irmãzinha, hein!"
Olhei pra ele sorrindo e falei: "Claro, lógico. Fica tranquilo, cara..."
Na terça, logo depois do trabalho, fui na casa dos pais do Sebastián. Lisa abriu a porta.
"Oi, Francisco, entra", ela disse, abrindo a porta pra eu passar.
"Oi, Lisa", respondi, olhando pra ela.
Lisa tinha 18 anos, 1,65m, cabelo loiro comprido e ondulado. Mas não era lá essas coisas de gostosa. Pouca bunda, peito pequeno e ainda parecia muito com o Sebastián.
Segui a Lisa até o quarto dela. Não tava muito arrumado, mas as coisas de arte já estavam prontas. Quando a hora acabou, ela me deu os 100 dólares e eu fui embora.
Na quinta, cheguei no mesmo horário. Lisa abriu a porta e fomos pro quarto dela. Mal começamos a aula, a campainha tocou. Ela se desculpou e disse: "Quase esqueci. A Marisa, minha amiga, também quer que você ajude ela. Tudo bem?"
"Tudo bem", falei. Lisa foi abrir a porta. Daqui a pouco, voltou com a Marisa. Marisa chegou perto de mim, apertou minha mão e disse: "Oi, sou a Marisa, valeu por deixar eu ficar." Fiquei de boca aberta e tive que me recompor. Marisa tinha Quase 1,80m, tinha uns olhos castanhos lindos, usava um corte de cabelo curto castanho e tinha um corpo dos sonhos. Bons peitos, realmente muito gostosa e uma bunda firme. Ela estava vestida de forma esportiva, com jeans, uma blusa elegante, um colete pequeno por cima, mas aberto.
"Oi, sou Francisco", gaguejei.
Revisamos outro capítulo de arte e também passei alguns exercícios para as duas, pra ver se tinham entendido o assunto. Quando terminamos a hora, Marisa me agradeceu de novo dizendo: "Sabe?", ela falou, "já repeti de ano por causa dessa maldita matéria e agora tenho que passar na prova sem falta. Espero que com sua ajuda eu consiga."
"Hum, entendo", eu disse, "Fica tranquila, a gente consegue. No sábado a gente se vê."
No sábado cheguei como combinamos às 14h. As duas já estavam sentadas no quarto olhando as tarefas delas.
Assim que entrei, Lisa disse: "Olha, Marisa tem um exercício completamente diferente do meu." "Ahã, vamos ver." Lisa tinha feito certo; Marisa, não.
Marisa era um caso mais difícil, mas ela era muito mais gostosa que a Lisa e não era irmã do Sebastião. Muito mais gostosa mesmo!
Quando terminamos, ela me perguntou: "Francisco, você se importaria de me levar em casa? Aos sábados os ônibus funcionam tão mal."
"Sem problema. No caminho a gente pode conversar sobre seu medo da arte."
Já no caminho ela me disse: "Quando você explica parece tão fácil, mas eu não entendo. Você poderia me ajudar com o assunto de hoje em casa? Te pago."
"Beleza, mas às 19h tenho que ir, combinei com o grupo de amigos." Marisa concordou.
Quando entramos, ela gritou: "Mãe, trouxe o tutor comigo. Ele vai me ajudar a entender o assunto novo." A mãe dela saiu da cozinha, sorriu pra mim e disse: "Ah, você é o Francisco, Marisa já me falou de você. Eu sou a Conchi. Querem algo pra beber ou preparo alguma coisa pra comer?" Marisa e eu negamos com a cabeça e fomos pro quarto dela.
Marisa e eu discutimos e praticamos o material desde o começo. Oh, de De repente, ela pareceu entender.
Ela pulou de alegria e me deu um beijo na bochecha. Tive que rir.
"Bom, já são 19h, tenho que ir agora", falei sorrindo.
"Onde você vai?", perguntou Marisa.
"No Bar Celona", um pub pra estudantes. Ela concordou e eu me despedi.

Quando estávamos no pub, Sebastião me disse: "Ei, valeu. Minha irmã tá encantada; parece que você é um gênio na arte. Mas lembra, nada de pegar na minha irmãzinha."
"Fica tranquilo, irmão. Me traz uma cerveja sem álcool, vai." A gente conversou, ouviu a música foda e ficou olhando as minas dançando.

Já passava das 21h quando, de repente, a Marisa apareceu. Ela chegou perto e disse rindo: "Que coincidência a gente se encontrar aqui."
"Coincidência?", falei com um sorriso malicioso. "Eu te falei na sua casa que sábado meus amigos e eu nos encontramos aqui."
"É? Não lembrava." Mentiu descaradamente.

Eu, olhando fixo pra ela, perguntei: "Quer beber alguma coisa?" Ela concordou e chegou perto do meu ouvido, porque a música tava alta pra caralho.
"Sim, o que você pedir", respondeu.
"Eu tomo cerveja sem álcool", falei sorrindo.
"Eu também vou tomar isso", disse enquanto roçava de leve os lábios no meu lóbulo da orelha. Um arrepio percorreu meu corpo. Fui pegar as bebidas e voltei.

Meus amigos tavam dançando ou paquerando as minas, então a Marisa e eu ficamos sem ninguém enchendo o saco. Tentamos conversar, mas com o barulho do lugar não dava mesmo, então pegamos nossas garrafinhas e saímos pra porta pra falar um pouco lá fora. Ela me elogiou de novo porque eu conseguia explicar muito bem e porque tinha achado exatamente o jeito certo de fazer ela entender.

Eu olhava pra ela com atenção. Aquelas poucas sardas no rosto dela, os lábios levemente pintados, os olhos pareciam diferentes do que de tarde, de algum modo mais escuros e misteriosos. A gente falou e falou, riu, e eu tava completamente apaixonado. Lá pelas 23h30, ela disse que tinha que ir. Eu, de repente, Perguntei: "Quer que te leve?". Ela baixou o olhar, envergonhada.
"Se não for incômodo, com prazer", respondeu docemente.
Ao chegar na casa dela, ela disse e fez algo que me agradou muito: "Valeu pela noite gostosa. Adorei estar com você". Então se inclinou para mim e me beijou suavemente nos lábios. Correspondei ao beijo dela com bastante cuidado e depois nos abraçamos e nos beijamos com paixão. Minha excitação crescia e eu queria tocá-la, mas ela me empurrou para trás e disse com uma voz doce: "Não tão rápido. Além disso, tenho que ir pra casa. A gente se vê na terça".

Foi difícil esperar. Na terça, às 18h, cheguei. Lisa estava sozinha. Olhei pra ela e perguntei o mais indiferente possível: "A Marisa não vem hoje?"
"Não", disse Lisa, "ela me falou que está com cólicas fortes. Coisas de mulher."
"Bom, então a gente segue e você explica o assunto pra ela depois", falei meio triste. Lisa concordou e começamos.

Na quinta, quando a Marisa chegou, a LisaMarie já estava esperando. Eu me esforcei pra caramba pra me concentrar e lidar com o material.
Assim que terminamos, perguntei pra Marisa: "Quer que te leve?"
"Não, hoje não posso, combinei com a minha mãe; a gente canta no coral da igreja e ela vai vir me buscar", respondeu ela.
"Ah, entendi", respondi. "Então até sábado." Ela me mandou um beijo com a mão.

Aqueles olhos e aquele sorriso me deixavam sem chão. Só de olhar pra ela, já ficava excitado e emocionado. O sábado foi normal. Depois das aulas, levei a Marisa pra casa. Quando chegamos, ela me pediu pra entrar.
Quando a porta da frente se fechou, ela me envolveu com os braços e me beijou até ficarmos sem fôlego.
"Tava com tanta vontade de você", disse e me beijou de novo.

Sentamos na cama dela e acariciei com ternura as costas dela, beijando com entusiasmo, enquanto uma mão avançava pros peitos dela. Ela gemeu e eu pude sentir os bicos duros através da camiseta. Devagar, fui levantando a camiseta, até que finalmente tive os peitos magníficos e realmente lindos dela na minha frente.
Tive que engolir em seco. Os Os peitos dela tavam quentinhos. Ela me sorria e me beijava sem parar. Daí a mão dela desceu devagar até minha virilha e acariciou suavemente o volume nas minhas calças. Eu tava prestes a tirar a camiseta dela de vez quando ouvimos a porta da frente abrir.
"Meus pais!". A Marisa pulou e abaixou a camiseta.
"Uhu, voltamos", a mãe dela chamou e continuou: "Marisa, de quem é o carro preto na frente de casa?".
"É do Francisco, ele tá me ajudando com a matéria de novo". Nessa hora a mãe dela espiou pela porta.
"Oi, Francisco", ela acenou com a cabeça.
Fiquei educadamente atrás da Marisa, na distância certa, com um gráfico no livro. A mãe dela ficou satisfeita. Na mesma hora o pai dela espiou pela porta.
"Oi, sou Pedro, o pai da Marisa", e apertou minha mão.
"Oi, senhor", respondi na boa.
"Vão demorar muito ainda?", ele perguntou.
"É, tamo praticando uma equação nova. Vai levar mais um tempinho", respondi.
O Pedro piscou pra mim e apontou pra filha. "Caso difícil".
Quando terminamos, a Marisa me perguntou: "Hoje também vai encontrar seus amigos?".
"Não, hoje quero dar um rolê com você", falei.
"Isso é muito lindo", ela respondeu me beijando. "Desce com meus pais enquanto me troco".
Saímos e fomos num drive-thru do McDonald's. Pedimos e fomos pra um lugar afastado. Depois de comer, começamos a nos beijar com gosto.
A Marisa tava de camiseta, mas dava pra ver que não tinha nada por baixo.
Puxei a camiseta pra cima, tirei com todo cuidado e acariciei os peitos dela. Os bicos endureceram e se levantaram. A respiração dela tava acelerada. Reclinei os bancos pra trás, desabotoei a calça jeans dela e, beijando, enfiei a mão na virilha dela. Era quase 22h e tava quase escuro.
A buceta quente e macia se abriu pra mim. Devagar, passei um dedo no clitóris dela e depois fui pra entrada. A Marisa respirava aos solavancos de tão excitada que tava. estava. Aí meu dedo penetrou ela bem devagar, tipo em câmera lenta. Ela ofegava e gemia, enquanto eu chupava os biquinhos dela.
“Acho que vou gozar!”, gemeu no meu ouvido. Depois se estremeceu, tremeu e gemeu alto.
“Aaahhh, Deus… Isso foi maravilhoso…”, sussurrou Marisa, olhando pra fora, esperando que ninguém visse a gente. Olhei em volta. Tava só nós dois.
Marisa teve que rir. Eu também. Depois de nos beijar de novo, falei: “Agora é sua vez”.
Ela colocou o encosto do banco na vertical e eu fiquei deitado.
Ela abaixou o zíper da minha calça e tirou minha pica dura. Pegou ela na mão e começou a mexer devagar pra cima e pra baixo.
Depois de uns minutos, murmurei pra ela: “Também pode botar na boca e chupar, se quiser”.
Ela, sem hesitar, fez isso. Abriu a boca, enfiou e começou a chupar. Percebi que ela tava gostando, porque tava excitada.
Era foda. Dava pra sentir o coração dela batendo na língua. A imagem na minha frente era simplesmente linda demais; a boca dela envolvia minha pica dura, os peitões dela balançavam levemente e ela passava a mão com todo cuidado nas minhas bolas.
“Marisa, vou gozar.” Ela me olhou curiosa, tirou minha rola da boca, mas continuou me masturbando.
De repente gritei: “Marisa, tô gozandoooo”. A mão dela subiu e desceu mais rápido e eu joguei a porra toda na cara, no pescoço e nos peitos dela. Ela não parava até que eu falei sorrindo: “Para, vai deixar seco?”. “Ah, desculpa, nem percebi”, disse ela e depois beijou minha cabeça. A gente se limpou e se vestiu de novo.
Ela chegou perto, me beijou e falou: “É a primeira vez que faço isso e gostei muito. Você é muito carinhoso e cuidadoso”.
Depois levei ela pra casa, feliz e satisfeito. Na despedida, disse: “Te vejo terça”. Terça depois das aulas, ela falou que hoje não podia levar ela pra casa; a mãe dela tinha combinado de ir fazer compras.
Quinta ela tinha que ir com a mãe pro coral depois das aulas. Notícia ruim, pensei, aí ela me olhou docemente: "Mas no sábado, quero te ver e também tenho uma surpresa pra você".
No sábado, então, fomos direto da Lisa pra casa dela. Mal a porta se fechou, ela já me abraçou. "Tô louca por você, senti tanta saudade de você a semana toda." Concordei e falei que comigo era a mesma coisa, e beijei ela com paixão de novo.
"Sabe o quê?", ela sussurrou, "meus pais vão passear o fim de semana inteiro."
"O quê?!" exclamei, radiante. "Sim, e a gente pode fazer o que quiser." Ela me beijou de novo com paixão e me levou pro quarto dela. Lá dentro, ela disse: "Preciso te contar uma coisa. Falei com minha mãe e contei sobre você e sobre mim. Ela disse que era normal e natural, mas que eu devia ir no ginecologista e pedir a pílula. E eu fui."
De algum jeito, me deu vergonha que a Marisa falasse tão abertamente da gente com a mãe dela.
Mas que se dane, pensei, e não consegui fazer mais nada, porque a Marisa já tinha se pelado e tava prestes a me pelar também. Quando a gente tava pelado, deitamos na cama. Meu pau já tava duro e pulsando. A Marisa deitou em cima de mim e apertou minha rola dura com as coxas. Dava pra sentir claramente a excitação dela; a buceta dela já tava quente e molhada.
Ela me olhou e falou: "Mamãe disse que na primeira vez é melhor que eu controle como você me penetra."
"Como assim?", falei atordoado, "Você falou disso com sua mãe?"
"Sim, claro, cê acha que ela não sabe que uma hora a gente ia fazer?", disse sorrindo.
"Hum, tá bom", concordei. Mas tava excitado demais pra continuar pensando nisso.
Ela se levantou um pouco, pegou minha rola dura na mão, guiou até a buceta dela, esfregou de leve entre os lábios e depois se deixou cair devagar no meu pau duro. Minha cabeça entrou bem devagar na gruta gostosa dela.
De repente, a Marisa fez uma careta, respirou com dificuldade e eu senti resistência. Ela aumentou mais um pouco a pressão e, bem devagar, enfiou meu pau. Finalmente, ele sumiu inteiro dentro dela.
Ela se inclinou pra frente sem se mexer e sussurrou: "Essa foi A surpresa que eu tinha pra você". Ela me beijou com entusiasmo. Enfiou a língua na minha boca e a gente se beijou violentamente. Sem fôlego, olhei pra ela, depois peguei os peitos dela com as duas mãos e acariciei de leve os biquinhos, que endureceram na hora. Olhei pra baixo enquanto ela se levantava devagar. Minha pica estava manchada com um pouco de sangue. "Essa foi minha virgindade", ela murmurou pra mim, "um presente meu, só pra você". Me endireitei um pouco e beijei ela de novo, sussurrando: "Valeu, meu amor, você é um anjo". Agora ela se mexia devagar pra cima e pra baixo. Senti os músculos da buceta dela se contraírem. Cada vez ela galopava mais rápido em cima de mim, gemendo e gritando de prazer. "Siim... isso é tão gostoso... Acho que vou gozar... Siiiiim... acho que tô gozando..." Os músculos dela se contraíram e um tremor percorreu o corpo maravilhoso dela. Isso foi demais pra mim e eu gozei dentro dela. Marisa ficou em cima de mim e a gente descansou e se beijou, sentindo os músculos dela se apertarem sem parar em volta da minha pica. No começo achei que não ia rolar, mas com os movimentos dela, ela endureceu de novo. Marisa olhou pra mim e disse: "Nossa, tá ficando dura de novo". E começou a subir e descer em cima de mim. Os peitos lindos dela, na frente dos meus olhos, balançavam no ritmo. Não sei quanto tempo ela ficou enfiando minha pica no corpo dela, cada vez mais selvagem e rápido, mas de repente o corpo dela tremeu de novo e o tremor percorreu o corpo dela mais forte que da primeira vez. Gritando "Tô gozandooooo... meu deus, tô gozando...". Um líquido grosso escorreu da buceta dela. "Meu deus... isso é demais". Ela se estremeceu e se remexeu na cama. Finalmente, os espasmos pararam e ela se levantou, se jogou do meu lado e disse: "Valeu, você foi maravilhoso... te amo". Depois apoiou a cabeça no meu peito e olhou pra baixo. Ela percebeu que eu ainda não tinha gozado e que meu pau continuava duro e pulsando. A mão dela desceu devagar e massageou de leve minha ereção. Mais firme, mais forte e mais rápido, a mão dela subiu e desceu. "Agora...", gritei gozando. A A primeira carga já estava na barriga dela e no rosto dela. Uma e outra vez minha porra saía sem parar.
"Ele não para nunca", ela disse, admirada.
"É culpa sua, você me deixa tão tesudo que não tem como parar." Falei, completamente exausto. Finalmente cheguei ao fim e ela virou o rosto decorado com meu sêmen e me beijou com ternura.
"Eu te quero e amo tudo que vem de você." Ela disse.
"Eu também te quero", falei e caímos no sono. Tínhamos que descansar.

Fodemos o domingo inteiro, em posições diferentes e em lugares diferentes, como no chuveiro e na cozinha. Marisa era insaciável; uma e outra vez pegava meu pau com a mão, ou colocava ele com cuidado na boca. O negócio era ele endurecer pra poder foder. De tarde eu disse, rindo: "Seus pais devem estar chegando, melhor eu ir. E além disso não aguento mais, você me consumiu."

Ela riu e nos despedimos. No momento em que eu abria a porta, os pais dela chegaram. Eu os cumprimentei e dirigi até minha casa.

O que aconteceu depois, contarei em outro momento.

1 comentários - Aulas particulares com a gostosa