Depois da foda tremenda com Victoria na festa em casa que minha putona da mãe fez, o caminho seguiu pela trilha dos sucessos. E é que tendo uma mãe tão liberal, tão sexual, tão gostosa, as coisas não podem dar errado. Do meu lado, aumentaram muito as conversas com Victoria e se aproximava um novo encontro com Dalma. Além disso, outra curiosa pela putaria da minha putona da mãe apareceu no MSN. Começaram as conversas com Anita, muito interessada em ouvir como minha mãe transava a noite toda, como se escutavam seus gritos e gemidos. Além de ter um fetiche fantástico por mijo. Algo que minha mãe, principalmente bêbada, pode fazer em qualquer lugar. Diferente de Dalma, ela não tinha familiares assim, mas adoraria ser como minha mãe. Dito isso, se por essas putas casualidades do destino você está lendo isso, Anita, tomara que você tenha se tornado uma MILF putona igual à minha mãe. A questão é que, até a metade da semana, eu já tinha acumulado um novo nível de tesão forte. E claro, como não ficar? O verão fazia estragos em Buenos Aires, minha putona da mãe passava o dia todo com seus peitões enormes à mostra. Tomava mate de peitos pra fora, almoçávamos com ela de peitos pra fora e saía do banho, claro, de peitos pra fora. Mas não só isso, era vê-la quase o dia todo com a buceta à mostra. Com seu fanatismo, que compartilho, por não usar calcinha, e com tanto calor, ela decidia andar com sua buceta peluda livre pela casa. De modo que não importava quanta porra eu tinha tirado com Victoria, ter a buceta da minha mãe ali na frente dos meus olhos o tempo todo me deixou com o pau duro de novo. Na sexta de manhã, eu já estava novamente a ponto de explodir e tinha me juntado o gado. A ruiva que eu tinha comido no clube me veria ao meio-dia, mas à tarde/noite eu me encontrava com Dalma, com a ideia de vir pra casa e conhecer sua ídola: minha putona da mãe.
Com a ruiva, tudo marchou bem, caminhamos um bom tempo às margens do rio e nos comemos de beijos quase o tempo todo. Teve muito toque, muita mão boba e ela ficou fascinada por eu não usar calcinha, assim como minha mãe. Às quatro da tarde eu era praticamente um vulcão, estava voando de tesão, a ruivinha com sua minissaia curtinha tinha me deixado louco e tocar repetidamente a buceta dela me esquentou ao extremo. De volta em casa, encontrei minha mãe dentro da piscina completamente pelada, de peitos e buceta à mostra. Ela estava tomando um drink e curtindo ouvir umas cumbias. Eu tinha o pau prestes a explodir e o atrito ainda me deixou mais durão, mas vê-la assim com aqueles peitões enormes ao ar livre, molhados pela piscina, e sua buceta de MILF peluda se molhando na água me deixou no limite de gozar só de olhar.
Minha mãe: Oi, bebê, como foi o passeio?
Eu: Oi, rainha, foi bem de boa, ficamos lá se pegando pelo rio...
Minha mãe percebeu que eu estava com o pau completamente duro, que tinha feito uma barraca enorme no moletom, e disse: "Parece que foi bom, você está duríssimo, nenê." Ela soltou uma risadinha, como se gostasse de me ver assim na frente dela toda pelada; longe de se cobrir, ela se inclinou para mim, mostrando ainda mais os peitos. "Vem, entra logo." Eu estava acostumado a minha mãe me ver pelado, mas estava com ele muito duro e hesitei um segundo em tirar o moletom para entrar peladão. Minha mãe, soltando outra risadinha, disse: "Vai, nenê, você acha que nunca vi seu pau duro? Entra e para de besteira." Eu estava vermelho, mas não de vergonha, e sim de tesão. Tirei o moletom, ficando com a pica durona pra caralho, dura pra dedéu, veiuda, a cabeça já aparecendo. Entrei na água enquanto minha mãe continuava na dela, quase ignorando meu pau durão. Quando me sentei ao lado dela, estava tão duro só de sentir o atrito da pele nua dela que o pau saía da água. "Ah, bom, olha como você está", minha mãe disse enquanto observava meu pau pulsando. Ela tomou um gole forte do drink e começou seu jogo.
Minha mãe: Você sabe que tem a sorte de... ter uma teta muito linda, né?
Eu: sim, mami, pode esquecer. Se não fosse por você, eu não teria nem a Dalma nem a Victoria.
Minha mãe: claro, exato. Você comeu bem gostoso a Victoria graças a mim, chiquitin. Acho que mereço algum tipo de presente, não?
Ela disse enquanto se encostava mais em mim e pegava um pouco de água para molhar ainda mais seus peitões enormes. Eu, ainda um pouco inocente — não sei se inocente é a palavra, mas digamos que ainda meio lento, coisa da idade —, respondi: "Acho que você quer voltar a foder na minha pobre cama, né?" Minha mãe soltou uma boa gargalhada e me disse: "Sua cama eu uso quando me dá na vontade, e se eu quiser, deixo ela mais encharcada que da outra vez… quero outra coisa."
Eu sentia o pau explodindo só de ouvir suas palavras. "O que você quer então, rainha?" Disse com um fio de voz que parecia falhar de tanto tesão.
Minha mãe deslizou, virou-se para mim, encostando seus peitões no meu peito e cruzando a mão direita até tocar sutilmente no meu pau, já duro. Passou a mão duas vezes pelo meu pau, que estava duríssimo, e, olhando nos meus olhos, me disse: "Vou ser uma puta maldita, mas me dá um tesão danado te ver tão excitado." Começou a tocar no meu pau, a roçar a mão nele, sem chegar a uma masturbação, mas deslizando suavemente. Eu estava a ponto de explodir e não aguentava mais de tanto tesão. Minha mãe putona, toda empoderada, continuava deslizando a mão pelo meu pau, deixando ele cada vez mais duro — literalmente, já estava quase explodindo. "Me dá um tesão enorme saber que você não dorme por causa dos meus gritos na hora da foda. Quero que você fique com muito tesão por minha causa." Eu estava entregue completamente, nem conseguia falar, só curtia ter a mão dela no meu pau e os peitos dela no meu peito. Sem parar de acariciar meu pau, minha mãe me disse: "Hoje a Dalma vem, né?" Eu, todo vermelho, balancei a cabeça e soltei um pequeno "sim". "Ufff, você não imagina como me daria tesão se a gente te deixasse as duas com muito tesão sem gozar — vamos te deixar louco." Só aí eu consegui me soltar um pouco e liberar aquele selvageria que tinha tido nas ultimassemanas: "ai, não seja filha da puuuuuu". "sério que te deixa excitado me ver tão durão assim".
Minha mãe se aproximou do meu ouvido e, com um fio de voz de puta safada, me disse: "me dá orgasmos te ver tão excitado e te deixar pior ainda". Eu curtia a situação, era uma espécie de sonho realizado. Minha mãe me deu uma pequena tapa no rosto. "Beija meus peitos", ela disse com voz mandona. Eu, completamente enfeitiçado, comecei a beijar seus peitos com mais tesão do que nunca. Adorava passar a língua naqueles mamilos enormes e escuros. Aqueles peitos operados, bem firmes, me deixavam como um vulcão prestes a explodir. Ela me deixou chupar seus peitos por um tempinho e se levantou. Ficou de pé na minha frente e literalmente colocou sua buceta peluda na minha cara. "Agora, filho, sua única prioridade vai ser minha use the word: pussy e a buceta da Victoria e da Dalma". Sem me deixar falar nada, continuou: "você deve às nossas bucetas, entende, querido?".
Sem que ela dissesse mais nada, eu enfiei um beijo bem profundo nos lábios carnudos e peludos de sua use the word: pussy de MILF. "Ah, você é atrevido, hein, garoto". Nem me pergunte como tive coragem de me impor e responder: "aprendi com a mãe mais puta". "Então beija bem minha use the word: pussy, vai te dar sorte". Minha mãe disse isso enquanto colocava sua use the word: pussy peluda ainda mais na minha boca. Chupei ela por quase dois minutos. Os melhores dois minutos da minha vida até aquele momento. A buceta da minha mãe tem um gosto muito especial. Mistura seu fluxo constante com um sabor de mulher, um cheiro forte mas gostoso, e os pelos dão aquele ar de dominadora que fascina ainda mais. Dois minutos chupando sua use the word: pussy com o pau prestes a explodir, e minha mãe putona me empurrou para trás: "Bom, chega, vai se trocar e buscar a Dalma; eu espero vocês com uma surpresa...
Com a ruiva, tudo marchou bem, caminhamos um bom tempo às margens do rio e nos comemos de beijos quase o tempo todo. Teve muito toque, muita mão boba e ela ficou fascinada por eu não usar calcinha, assim como minha mãe. Às quatro da tarde eu era praticamente um vulcão, estava voando de tesão, a ruivinha com sua minissaia curtinha tinha me deixado louco e tocar repetidamente a buceta dela me esquentou ao extremo. De volta em casa, encontrei minha mãe dentro da piscina completamente pelada, de peitos e buceta à mostra. Ela estava tomando um drink e curtindo ouvir umas cumbias. Eu tinha o pau prestes a explodir e o atrito ainda me deixou mais durão, mas vê-la assim com aqueles peitões enormes ao ar livre, molhados pela piscina, e sua buceta de MILF peluda se molhando na água me deixou no limite de gozar só de olhar.
Minha mãe: Oi, bebê, como foi o passeio?
Eu: Oi, rainha, foi bem de boa, ficamos lá se pegando pelo rio...
Minha mãe percebeu que eu estava com o pau completamente duro, que tinha feito uma barraca enorme no moletom, e disse: "Parece que foi bom, você está duríssimo, nenê." Ela soltou uma risadinha, como se gostasse de me ver assim na frente dela toda pelada; longe de se cobrir, ela se inclinou para mim, mostrando ainda mais os peitos. "Vem, entra logo." Eu estava acostumado a minha mãe me ver pelado, mas estava com ele muito duro e hesitei um segundo em tirar o moletom para entrar peladão. Minha mãe, soltando outra risadinha, disse: "Vai, nenê, você acha que nunca vi seu pau duro? Entra e para de besteira." Eu estava vermelho, mas não de vergonha, e sim de tesão. Tirei o moletom, ficando com a pica durona pra caralho, dura pra dedéu, veiuda, a cabeça já aparecendo. Entrei na água enquanto minha mãe continuava na dela, quase ignorando meu pau durão. Quando me sentei ao lado dela, estava tão duro só de sentir o atrito da pele nua dela que o pau saía da água. "Ah, bom, olha como você está", minha mãe disse enquanto observava meu pau pulsando. Ela tomou um gole forte do drink e começou seu jogo.
Minha mãe: Você sabe que tem a sorte de... ter uma teta muito linda, né?
Eu: sim, mami, pode esquecer. Se não fosse por você, eu não teria nem a Dalma nem a Victoria.
Minha mãe: claro, exato. Você comeu bem gostoso a Victoria graças a mim, chiquitin. Acho que mereço algum tipo de presente, não?
Ela disse enquanto se encostava mais em mim e pegava um pouco de água para molhar ainda mais seus peitões enormes. Eu, ainda um pouco inocente — não sei se inocente é a palavra, mas digamos que ainda meio lento, coisa da idade —, respondi: "Acho que você quer voltar a foder na minha pobre cama, né?" Minha mãe soltou uma boa gargalhada e me disse: "Sua cama eu uso quando me dá na vontade, e se eu quiser, deixo ela mais encharcada que da outra vez… quero outra coisa."
Eu sentia o pau explodindo só de ouvir suas palavras. "O que você quer então, rainha?" Disse com um fio de voz que parecia falhar de tanto tesão.
Minha mãe deslizou, virou-se para mim, encostando seus peitões no meu peito e cruzando a mão direita até tocar sutilmente no meu pau, já duro. Passou a mão duas vezes pelo meu pau, que estava duríssimo, e, olhando nos meus olhos, me disse: "Vou ser uma puta maldita, mas me dá um tesão danado te ver tão excitado." Começou a tocar no meu pau, a roçar a mão nele, sem chegar a uma masturbação, mas deslizando suavemente. Eu estava a ponto de explodir e não aguentava mais de tanto tesão. Minha mãe putona, toda empoderada, continuava deslizando a mão pelo meu pau, deixando ele cada vez mais duro — literalmente, já estava quase explodindo. "Me dá um tesão enorme saber que você não dorme por causa dos meus gritos na hora da foda. Quero que você fique com muito tesão por minha causa." Eu estava entregue completamente, nem conseguia falar, só curtia ter a mão dela no meu pau e os peitos dela no meu peito. Sem parar de acariciar meu pau, minha mãe me disse: "Hoje a Dalma vem, né?" Eu, todo vermelho, balancei a cabeça e soltei um pequeno "sim". "Ufff, você não imagina como me daria tesão se a gente te deixasse as duas com muito tesão sem gozar — vamos te deixar louco." Só aí eu consegui me soltar um pouco e liberar aquele selvageria que tinha tido nas ultimassemanas: "ai, não seja filha da puuuuuu". "sério que te deixa excitado me ver tão durão assim".
Minha mãe se aproximou do meu ouvido e, com um fio de voz de puta safada, me disse: "me dá orgasmos te ver tão excitado e te deixar pior ainda". Eu curtia a situação, era uma espécie de sonho realizado. Minha mãe me deu uma pequena tapa no rosto. "Beija meus peitos", ela disse com voz mandona. Eu, completamente enfeitiçado, comecei a beijar seus peitos com mais tesão do que nunca. Adorava passar a língua naqueles mamilos enormes e escuros. Aqueles peitos operados, bem firmes, me deixavam como um vulcão prestes a explodir. Ela me deixou chupar seus peitos por um tempinho e se levantou. Ficou de pé na minha frente e literalmente colocou sua buceta peluda na minha cara. "Agora, filho, sua única prioridade vai ser minha use the word: pussy e a buceta da Victoria e da Dalma". Sem me deixar falar nada, continuou: "você deve às nossas bucetas, entende, querido?".
Sem que ela dissesse mais nada, eu enfiei um beijo bem profundo nos lábios carnudos e peludos de sua use the word: pussy de MILF. "Ah, você é atrevido, hein, garoto". Nem me pergunte como tive coragem de me impor e responder: "aprendi com a mãe mais puta". "Então beija bem minha use the word: pussy, vai te dar sorte". Minha mãe disse isso enquanto colocava sua use the word: pussy peluda ainda mais na minha boca. Chupei ela por quase dois minutos. Os melhores dois minutos da minha vida até aquele momento. A buceta da minha mãe tem um gosto muito especial. Mistura seu fluxo constante com um sabor de mulher, um cheiro forte mas gostoso, e os pelos dão aquele ar de dominadora que fascina ainda mais. Dois minutos chupando sua use the word: pussy com o pau prestes a explodir, e minha mãe putona me empurrou para trás: "Bom, chega, vai se trocar e buscar a Dalma; eu espero vocês com uma surpresa...
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