Somos um casal que, como qualquer outro, teve dificuldade pra começar nisso. Eu insistia, ela não queria, que sim, que não, que não sei, vamos ver, é amigo seu, quantos anos e tal, até que depois de duas semanas sem tocar na minha esposa, ela estava muito excitada. Eu disse numa sexta-feira, lá da quadra, que ia com um amigo e que ela preparasse umas pizzas. Ela me disse que sim, que ia comprar umas cervejas e já fazia. Falei: "Beleza, valeu, amor. Se veste bonita que eu gosto de te ver assim." Ela pergunta: "O que eu visto?" Eu, brincando e rindo, falo: "Nada." Rio e ela também. "Coloca algo sexy", falo, e ela ri... Umas hora depois, a gente chega em casa com um moleque de 18 anos, o Santi, alto, magro, gato e, pelo que vi quando a gente tomou banho, tinha uma pica enorme. Chegamos em casa e a Andrea estava tomando banho. Abrimos uma cerveja e começamos a beber. Eu já tinha falado algo pro Santi, que ela gostava de se mostrar e talvez deixasse ele apertar, mas que era pra ir devagar. Ele entendeu e foi assim... O inocente no começo não entendeu. Até que eu falei: "E aí, dá pra comer minha mulher?" A Andrea me chama do banheiro e pergunta: "O que eu visto? Ele já chegou? Tô com vergonha." E tal. Levei ela pro quarto e fui pegando a calcinha fio-dental mais pequena que encontrei, um vestidinho de algodão curto. Não deixei ela colocar sutiã. Ela falava "nãooooo" pra tudo, mas se deixava. Apresentei os dois e ela olhou pra mim e riu. Foi cozinhar as pizzas e eu cochichei no ouvido dela: "Viu? É como você gosta, novinho e bonito." Ela riu e não parava de olhar pra ele. "Coloca a música no mínimo e ele quer dançar com você", falei. Ela disse: "Tô com vergonha." Eu incentivei e falei pro Santi: "Dança com ela se quiser, que eu cuido da pizza." Eles dançaram separados e eu coloquei uma música lenta. O Santi, com a cerveja na mão, se animou e abraçou ela pra dançar. A Andrea se deixou e fechou os olhos. Eu levei uma taça de vinho que minha mulher virou de uma vez. Estavam colados e ele tentou beijar o pescoço dela. A Andrea não deixou, mas deixou ele pegar na cintura dela e fazer ela sentir bem o que ele tinha. Ele tem... Daí, depois de um tempo, ela começa a rir de tudo que ele fala, até que de repente ele dá um beijinho nela. Ela ri, e quando vai falar alguma coisa, ele beija ela na boca. Ela se entrega e agarra ele pra beijar. Eu queria morrer, mas era o que eu queria. Apaguei as luzes e foda-se a pizza. Sentei pra ver eles se pegando. Cada vez ele passava mais a mão na bunda dela, e ela se abraçava nele, não parava de beijar ele. Minha mulher tava sendo agarrada e beijada por um moleque. Eu, de novo, imaginava ele de pé com ela encostada nele. Ficaram assim por um bom tempo. Ele se animou e passou a mão na bunda dela do jeito que queria. Andrea se separa e pergunta: "vamos comer?" Acendo as luzes e a gente come. Ela volta a beber, e ele toma cerveja comigo. Ligam pra casa do Santi e ele tem que ir por causa de um problema de família. Eu me ofereço pra levar ele, e Andrea vai junto. "Assim você não vem sozinho", ela me diz. Quando entramos no carro, ela senta do meu lado e o Santi atrás. Eu sabia que ela não queria perder ele. No caminho, incentivei ela a passar pra trás. "Quer que eu vá pra trás, Santi?" Ela pergunta, e ele responde: "Sim, senhora, se seu marido deixar..." Ela vai, e na hora eu vejo eles se beijando de novo. Vejo as duas cabeças juntas, e depois não vejo mais ela, só ele. Minha mulher tinha descido pra chupar o pau do cara... E eu não podia acreditar, mas sinto quando ele suspira e minha mulher tosse. Ele tinha gozado na boca dela. Quase morri, mas minha mulher continuou lá embaixo até a gente chegar em casa. Deixou ele morto de tanto chupar. Eles se despedem com um beijo, e ela fala: "Não suma." Ele responde: "Volto no outro fim de semana, se você quiser." E quando ele desce do carro, ela fala: "Toma", e dá alguma coisa na mão dele. Quando a gente voltava, ela me disse: "Dei minha calcinha pra ele...
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van 10
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