Minha mãe não é uma supermodelo, é uma mulher comum. Naquela época, quando a vi pela primeira vez, eu devia ter uns sete anos. O costume dos meus pais era que, a cada três dias, eles passavam por mim e pelo meu irmão na escola para ir aos banheiros públicos ou banhos de vapor, como são conhecidos. Uma vez, já tomando banho no banheiro masculino — lógico, ela na área das mulheres —, nos avisaram que tinham trocado as caldeiras do banho e que elas precisavam dar uma descarga de vez em quando, para não nos assustarmos. Dito isso, uns 15 minutos depois, terminamos e saímos para esperar que ela saísse. Nesse momento, a descarga aconteceu, e de repente as mulheres saíram correndo por causa do estrondo — elas não tinham sido avisadas, e sei lá por quê, mas apesar de ter tantas mulheres, meu olhar só pousou nela. Lógico, olhei para as que saíram primeiro, mas quando ela saiu, foi uma sensação que não consigo explicar. Ver aquela mulher que você mais ama completamente nua, com aquele monte de pelos na buceta, os peitinhos pequenos apontando para frente, com os bicos totalmente eriçados por causa do susto e do frio — porque todas saíram assim, sem nada, pelo medo —, essa imagem ficou gravada na minha mente.
Desde aquele momento, não parei de procurar um descuido dela pra espiar, na esperança de ver de novo aquela moita de pelo e, quem sabe, ver se dava pra ir mais longe. O tempo passou, minha irmã nasceu, meu pai ganhou um terreno da minha avó, construiu uma casa e a gente se mudou. Na correria, a gente se mudou sem ter portas nos quartos, então, quando meus pais não estavam, eu me enfiava no quarto dela procurando as calcinhas. Nessas buscas, descobri que ela usava tangas e, principalmente, encontrei um vibrador de uns 20 centímetros, o que aumentou ainda mais meu interesse e excitação por ela. Nessa época, como já falei, ela tem uns peitos pequenos, mas compensava com uma bunda muito boa e quadris médios. Ela sempre usava saia, tipo dois dedos abaixo do joelho.
Naquela época, as mulheres costumavam usar fundo e sempre com meia-calça, sapatos de salto aberto tipo sandália, o que fazia as panturrilhas e, principalmente, as pernas ficarem mais torneadas. Numa ocasião, a gente tinha que consertar uma caixa d'água que tinha quebrado, mas como ela estava fixa no chão, ela teve que se inclinar pra consertar com cimento. Eu segurava o banquinho onde ela estava subida e passava o material pra ela. Ao vê-la agachada, inclinada pra dentro da caixa d'água, fiquei tão excitado que me abaixei por baixo da saia dela e pude ver que ela estava usando uma tanga branca, que tinha se enfiado entre as bundas lindas dela, e dos lados apareciam uns pelinhos da buceta dela.
Sempre que eu entrava no quarto dela pra fuçar, ficava me perguntando como ela usava aquele vibrador — se usava sozinha ou se meu pai enfiava nele quando eles transavam. Uma vez, por causa do trabalho (eu trabalhava como ajudante entregando material, perdão, não tinha falado que ela também trabalhava fazendo faxina em casas), numa ocasião em que estávamos passando, encontramos ela a caminho do ônibus pra voltar pra casa. O outro ajudante, quando viu ela, não segurou o comentário e falou: "Caralho, como essa mulher é gostosa, que rabo bonito, imagina ele bem aberto e empalado". Esse comentário ficou gravado na minha mente, e sempre que podia, quando passava por trás dela, eu tocava ou roçava a bunda dela disfarçadamente. Às vezes, eu acompanhava ela até o mercado; quando subíamos no ônibus e ele ia lotado, eu me encostava atrás dela. No mercado, eu sempre abraçava ela, claro, tentando "sem querer" roçar nos peitos dela.
Mas o melhor veio quando, por causa da casa que um dos meus tios construiu e meu pai não conseguiu pagar, ele se cobrou levando um pouco do material, o que fez com que não desse pra construir um banheiro. Pra isso, tivemos que improvisar um atrás da casa, aproveitando que eram terrenos de plantação, feito com lonas e coberto com mantas e cobertores velhos. Depois veio uma época em que eu não queria trabalhar, só queria ficar procurando as calcinhas fio dental dela, as calcinhas comuns, as meias-calças, e mais ainda quando encontrava as que ela tinha acabado de tirar. Eu não parava de cheirar elas e me masturbava imaginando como era a buceta dela. Mas logo eu tive a resposta.
Quando eu saía, supostamente pra trabalhar, só dava uma volta e voltava quando não tinha ninguém em casa: meu pai no trabalho, ela também, meus irmãos na escola. Aí eu voltava e entrava, e depois inventava desculpas pra justificar meu retorno. Mas naquele dia, eu voltei e ela ainda estava em casa. Sem ter o que fazer, a única coisa que me veio à cabeça foi me esconder entre os cobertores velhos do banheiro, deitado, esperando ela ir embora. Tava nessa quando, de repente, ela entra no banheiro. como prêmio, ela chega e se acomoda de costas pra mim e, finalmente, o que tanto sonhei, como em câmera lenta, ela levanta a saia e a calcinha.
Ela começa a descer a meia-calça junto com a calcinha fio dental.
e ela começa a se abaixar devagar, se sentando aos poucos, aí eu vejo aquela buceta que tanto sonhei, com pelos ao redor, uns lábios aparecendo e, ao vê-la aberta, rosadinha por dentro, mas principalmente aquele cu lindo, escuro, que de repente parecia abrir e fechar, me convidando a olhar ele.

e quando ela começou a defecar, em vez de me dar nojo, me excitou ver ela se abrindo e se esticando, não podia acreditar. depois, do jeito que tava, ela passou o papel pra se limpar e eu tava vendo tudo sem me mexer e acho que sem piscar. aí ela se levantou meio de lado e se limpou, a biscate subiu a calcinha fio dental, depois a meia-calça, baixou a saia e saiu. uma vez eu tive uma namorada e ela me largou, fiquei triste, sem consolo. ela me viu, chegou perto e perguntou o que eu tinha. contei e ela disse pra eu não me preocupar, que era normal e que ia passar, que eu procurasse outra garota. eu falei que não me interessava por outra, ela segurou minhas mãos e então, sem pensar, confessei que a única que me interessava era ela. na hora ela só disse "o que foi que você disse?" e eu falei que me interessava por ela como mulher. ela se virou e disse que eu nem pensasse nisso, que era errado, impossível e um monte de coisas. a única coisa que fiz foi abraçar ela por trás e pedir desculpa, mas que ela era a única que me deixava daquele jeito. e naquele momento eu já tava com o pau pra fora, peguei a mão dela e, do jeito que ela tava de costas pra mim, coloquei a mão dela em cima. senti ela fechar a mão e passar umas três vezes, aí soltou e falou "você é louco, o que que você tem? nunca mais faz isso". ela saiu e nunca mais tocamos no assunto. casei, formei minha família e faz um tempo que começamos a ter problemas, mas nada grave. meu pai envelheceu e eles tiveram problemas. uma vez discutiram e ele me ligou pra perguntar o motivo, ele disse que ela não levava ele a sério, que não tinham mais intimidade e que ele achava que ela tava traindo ele. aí eu vi minha chance de novo. fui lá e perguntei como meu pai tava, e ela reclamou que eu não visitava eles, mesmo a gente morando só a uma rua de distância, mas eu não vou lá. respondi que ela sabia muito bem por que eu não ia. quando ela perguntou de novo, eu agarrei ela por trás e esfreguei meu pacote totalmente duro nela e, sem pensar e sem perder tempo, enfiei minhas mãos dentro da blusa dela. Apertando os peitos dela por cima do sutiã, eu falei: "É por isso que não aguento ficar só te olhando, sabe o que eu quero." Ela se soltou e disse pra eu nunca mais fazer isso, mas a voz dela tava tremendo. Aí eu saí. Ainda não perdi a esperança e vou visitar ela daqui a pouco, talvez esses dias.
Desde aquele momento, não parei de procurar um descuido dela pra espiar, na esperança de ver de novo aquela moita de pelo e, quem sabe, ver se dava pra ir mais longe. O tempo passou, minha irmã nasceu, meu pai ganhou um terreno da minha avó, construiu uma casa e a gente se mudou. Na correria, a gente se mudou sem ter portas nos quartos, então, quando meus pais não estavam, eu me enfiava no quarto dela procurando as calcinhas. Nessas buscas, descobri que ela usava tangas e, principalmente, encontrei um vibrador de uns 20 centímetros, o que aumentou ainda mais meu interesse e excitação por ela. Nessa época, como já falei, ela tem uns peitos pequenos, mas compensava com uma bunda muito boa e quadris médios. Ela sempre usava saia, tipo dois dedos abaixo do joelho.
Naquela época, as mulheres costumavam usar fundo e sempre com meia-calça, sapatos de salto aberto tipo sandália, o que fazia as panturrilhas e, principalmente, as pernas ficarem mais torneadas. Numa ocasião, a gente tinha que consertar uma caixa d'água que tinha quebrado, mas como ela estava fixa no chão, ela teve que se inclinar pra consertar com cimento. Eu segurava o banquinho onde ela estava subida e passava o material pra ela. Ao vê-la agachada, inclinada pra dentro da caixa d'água, fiquei tão excitado que me abaixei por baixo da saia dela e pude ver que ela estava usando uma tanga branca, que tinha se enfiado entre as bundas lindas dela, e dos lados apareciam uns pelinhos da buceta dela.
Sempre que eu entrava no quarto dela pra fuçar, ficava me perguntando como ela usava aquele vibrador — se usava sozinha ou se meu pai enfiava nele quando eles transavam. Uma vez, por causa do trabalho (eu trabalhava como ajudante entregando material, perdão, não tinha falado que ela também trabalhava fazendo faxina em casas), numa ocasião em que estávamos passando, encontramos ela a caminho do ônibus pra voltar pra casa. O outro ajudante, quando viu ela, não segurou o comentário e falou: "Caralho, como essa mulher é gostosa, que rabo bonito, imagina ele bem aberto e empalado". Esse comentário ficou gravado na minha mente, e sempre que podia, quando passava por trás dela, eu tocava ou roçava a bunda dela disfarçadamente. Às vezes, eu acompanhava ela até o mercado; quando subíamos no ônibus e ele ia lotado, eu me encostava atrás dela. No mercado, eu sempre abraçava ela, claro, tentando "sem querer" roçar nos peitos dela.Mas o melhor veio quando, por causa da casa que um dos meus tios construiu e meu pai não conseguiu pagar, ele se cobrou levando um pouco do material, o que fez com que não desse pra construir um banheiro. Pra isso, tivemos que improvisar um atrás da casa, aproveitando que eram terrenos de plantação, feito com lonas e coberto com mantas e cobertores velhos. Depois veio uma época em que eu não queria trabalhar, só queria ficar procurando as calcinhas fio dental dela, as calcinhas comuns, as meias-calças, e mais ainda quando encontrava as que ela tinha acabado de tirar. Eu não parava de cheirar elas e me masturbava imaginando como era a buceta dela. Mas logo eu tive a resposta.
Quando eu saía, supostamente pra trabalhar, só dava uma volta e voltava quando não tinha ninguém em casa: meu pai no trabalho, ela também, meus irmãos na escola. Aí eu voltava e entrava, e depois inventava desculpas pra justificar meu retorno. Mas naquele dia, eu voltei e ela ainda estava em casa. Sem ter o que fazer, a única coisa que me veio à cabeça foi me esconder entre os cobertores velhos do banheiro, deitado, esperando ela ir embora. Tava nessa quando, de repente, ela entra no banheiro. como prêmio, ela chega e se acomoda de costas pra mim e, finalmente, o que tanto sonhei, como em câmera lenta, ela levanta a saia e a calcinha.

Ela começa a descer a meia-calça junto com a calcinha fio dental.
e ela começa a se abaixar devagar, se sentando aos poucos, aí eu vejo aquela buceta que tanto sonhei, com pelos ao redor, uns lábios aparecendo e, ao vê-la aberta, rosadinha por dentro, mas principalmente aquele cu lindo, escuro, que de repente parecia abrir e fechar, me convidando a olhar ele.

e quando ela começou a defecar, em vez de me dar nojo, me excitou ver ela se abrindo e se esticando, não podia acreditar. depois, do jeito que tava, ela passou o papel pra se limpar e eu tava vendo tudo sem me mexer e acho que sem piscar. aí ela se levantou meio de lado e se limpou, a biscate subiu a calcinha fio dental, depois a meia-calça, baixou a saia e saiu. uma vez eu tive uma namorada e ela me largou, fiquei triste, sem consolo. ela me viu, chegou perto e perguntou o que eu tinha. contei e ela disse pra eu não me preocupar, que era normal e que ia passar, que eu procurasse outra garota. eu falei que não me interessava por outra, ela segurou minhas mãos e então, sem pensar, confessei que a única que me interessava era ela. na hora ela só disse "o que foi que você disse?" e eu falei que me interessava por ela como mulher. ela se virou e disse que eu nem pensasse nisso, que era errado, impossível e um monte de coisas. a única coisa que fiz foi abraçar ela por trás e pedir desculpa, mas que ela era a única que me deixava daquele jeito. e naquele momento eu já tava com o pau pra fora, peguei a mão dela e, do jeito que ela tava de costas pra mim, coloquei a mão dela em cima. senti ela fechar a mão e passar umas três vezes, aí soltou e falou "você é louco, o que que você tem? nunca mais faz isso". ela saiu e nunca mais tocamos no assunto. casei, formei minha família e faz um tempo que começamos a ter problemas, mas nada grave. meu pai envelheceu e eles tiveram problemas. uma vez discutiram e ele me ligou pra perguntar o motivo, ele disse que ela não levava ele a sério, que não tinham mais intimidade e que ele achava que ela tava traindo ele. aí eu vi minha chance de novo. fui lá e perguntei como meu pai tava, e ela reclamou que eu não visitava eles, mesmo a gente morando só a uma rua de distância, mas eu não vou lá. respondi que ela sabia muito bem por que eu não ia. quando ela perguntou de novo, eu agarrei ela por trás e esfreguei meu pacote totalmente duro nela e, sem pensar e sem perder tempo, enfiei minhas mãos dentro da blusa dela. Apertando os peitos dela por cima do sutiã, eu falei: "É por isso que não aguento ficar só te olhando, sabe o que eu quero." Ela se soltou e disse pra eu nunca mais fazer isso, mas a voz dela tava tremendo. Aí eu saí. Ainda não perdi a esperança e vou visitar ela daqui a pouco, talvez esses dias.
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