- Porra! Você já comeu um negão? – Pablo começou a rir. – Você levou a sério mesmo a ideia de alguém comer sua mulher. De onde ele surgiu?
Eu tinha começado a contar pra Pablo o que rolou no fim de semana.
- É um moleque que pede esmola na porta do shopping perto do posto.
- Então um mendigo… Você trata a Alba como a puta dos necessitados – comentou, gozando.
Ei! Não exagera. A Alba não é puta nenhuma. E o Tafari não é mendigo. Ele tem um trampo, só que de tarde ganha uns trocados assim. Além disso, cê acha que eu deixaria a Alba com qualquer um?
- Calma, Juan, só tava brincando. Você sabe que eu tenho um carinho enorme pela Alba e sinto falta dela.
Ele falou as últimas palavras com um tom especial, esperando uma resposta minha. Fazia umas semanas que, primeiro pelo interesse da Alba no Abraham, que ofuscou totalmente o Pablo, e depois quando a Alba descobriu por mim que eu sabia de tudo que ele tinha feito com as gravações, minha mulher tava há um tempão sem falar com ele. E claro, sem foder com ele. No começo, Pablo fingia indiferença, feliz por tê-la pervertido e por ter sido o primeiro a provar ela fora do casamento, mas parecia que tava sentindo falta dela. Quando soube das gravações, a Alba mandou uma mensagem pra ele reclamando do comportamento dele, tentando encerrar o assunto, mas depois da resposta do Pablo, sempre puxa-saco e enganador, a Alba respondeu com outra mensagem que dava uma certa esperança de perdão da parte dela.
- Ela te escreveu de novo? – perguntei.
Pablo sorriu. Enfiou a mão no bolso da calça e tirou o celular. Procurou a conversa no chat e me mostrou.
“Vou ver se te perdoo um dia. De qualquer jeito, teria que pensar num jeito de você me compensar. Além disso, você disse que faria qualquer coisa, então vou ter que pensar com calma…”
Essa foi a última mensagem da Alba que eu tinha visto. Depois a conversa continuava:
“Bom, querido, você…” Pensa com calma e depois me fala o que você acha ;)". Tinha respondido Pablo.
"Porra, cara. É que você foi um filho da puta. O que a gente fez, você sabe que foi errado. Eu traí meu marido. Por sorte ele me perdoou e a gente continua junto. E você traiu seu amigo comendo a mulher dele e ainda grava e mostra pra ele. Em que você tava pensando?". Respondeu Alba.
Senti uma pontada no peito. Dava pra sentir o arrependimento da Alba, mas por outro lado, ela tava de novo tendo conversa com Pablo pelas minhas costas. Também não podia jogar nada na cara dela. Eu ainda era em parte o culpado de tudo que aconteceu, então em questão de sacanagem a gente tá empatado.
"Eu sei, perdi a cabeça. Achei que a aposta que a gente fez tinha que ser provada com evidências. Não pensei no que tava fazendo. Tava cego por sua causa. Minha nossa, você é muito gostosa e foder com você era uma loucura. Você me cegou e eu não pensei... XP". Pablo é um filho da puta e sabe muito bem o que faz e como faz. Parece que tem um dom especial pra virar as coisas a favor dele e conseguir o que quer.
"Kkkkkkk. Seu babaca! Olha, já pensei no que você pode fazer pra eu te perdoar. Resolve as coisas com o Juan. Se vocês voltarem a ser amigos, você e eu também ;)"
"Kkkkkkkk. Fechado. Vou cuidar disso."
Aí terminava a conversa pelo WhatsApp entre eles dois. Agora eu tava cheio de dúvidas. O pedido da Alba seria uma tentativa sincera de consertar a suposta relação quebrada entre eu e o Pablo, ou pelo contrário, o que esconde é a tentativa de retomar a "amizade" deles de um jeito, digamos, legítimo pra evitar remorso e enganação?
Alguma coisa me fazia pender pra segunda ideia. Não sabia como me sentir. Se fosse assim, ela tava me usando. Mas volto a pensar que não posso reclamar de nada. Eu também usei ela. O Pablo se aproveitou da situação que eu permiti. É verdade que depois ele passou dos limites em alguns momentos. Mas eu permiti. Além disso, usei ela pra comer dois caminhoneiros romenos. E usei ela também pra comer um negão. mesmo que eu participasse daquele trio. Com o Pablo, parece que existe um tipo estranho de relação. Foi ele quem a iniciou nesse caminho de sexo que começamos a trilhar. Suponho que isso faz com que ele seja, de alguma forma, especial. E sim, mesmo que de forma secundária pra ela, existia e existe uma amizade entre ele e eu, isso faz com que retomar a relação possa ser importante pra Alba.
— Então vocês conversaram? — a pergunta era óbvia.
— Sim. E tem um jeito de resolver tudo, já viu. — sorriu. — Podemos voltar a ficar como no começo. E isso ia facilitar as coisas pra você. Não ia mais precisar ficar fingindo que a gente não se fala. Ia te poupar o estresse de pensar que ela pode te pegar numa contradição e descobrir sua mentira.
— Relaxa que não me estresso com isso. Diretamente a gente não fala de você — falei, divertido.
Pablo sabia como virar o jogo pra que as coisas ficassem a favor dele. A verdade é que assim a gente podia normalizar as coisas entre os três. Embora eu tenha que ser sincero. Me dava uma certa raiva que o Pablo conseguisse as coisas tão facilmente.
— Então, o que é? Voltamos a ser amigos? — disse rindo.
— Assim, tão fácil? O que você vai fazer, escrever pra ela agora e dizer que somos amigos? Isso ia ficar pouco crível. Tem que dar tempo, pra ela pensar que a gente tá conversando, tentando esclarecer o que aconteceu. Não pode ser tudo da noite pro dia. — Assim eu podia fazê-lo sofrer um pouco, obrigando ele a esperar pra ganhar a recompensa.
— Você tem razão — disse contrariado. — Vai ter que dar uns dois dias.
— Ou semanas. Que uma traição dessas não se perdoa tão fácil — falei rindo.
Pablo arregalou os olhos vendo como eu alongava o tempo que ele queria que já acontecesse.
— Ou semanas… — disse finalmente com um tom lastimoso, aceitando a situação e minhas condições. — Então e o negro, o que é?
— Bom, mais ou menos o que já te falei. Conheci ele, conversei sobre ele vir aqui em casa comer a Alba, e no sábado, sem que ela sem saber de nada, apareceu na minha casa.
—E a Alba gostou?
—Do negro ou da foda? —perguntei, divertido. —Bom, ela ficou bem impressionada com ele. Não sabia como reagir, acho que porque também não esperava que um negro aparecesse em casa num sábado à noite. Mas gostou, sim. E da foda, mais ainda. Ela ficou pra dormir. De manhã, antes de se despedir, meteram mais uma vez e depois tomaram banho juntos. Enquanto eu me barbeava, via a Alba se esforçando pra limpar bem aquele negro. Ela caprichava pra deixar o pau dele brilhando.
Os dois rimos.
—Porra, a Albita! —exclamou Pablo. — Em menos de dois meses já tem um currículo e tanto. Comigo, com o velho do Narciso, com o pauzudo do Abraham, com dois romenos desconhecidos, com um negro…
—Pois é. Nunca pensei que fosse vê-la assim. E acho que ela também nunca imaginou chegar a essa situação. Mas acho que ela gosta. Acho que tá curtindo tudo isso.
—Pode crer —sorriu Pablo. —Tão fodendo ela gostoso e ela tá descobrindo coisas que você nunca poderia dar. Não leva a mal, não tô dizendo que com você ela não curtia. Mas agora ela tá conhecendo coisas novas, uma variedade de homens que trazem experiências diferentes. Aposto que se você perguntar agora, a sexualidade dela tá muito mais completa.
Fiquei com essa ideia na cabeça. É verdade o que o Pablo disse. Não acho que antes a Alba estivesse insatisfeita, longe disso. Acho que o sexo entre a gente era bom. Mas como o Pablo falou, tem coisas que eu não podia oferecer. Não podia dar o corpo musculoso do Abraham. Também não podia dar a sensação de nojo que o Narciso causava nela, que a fazia se sentir suja e puta, que a excitava. Também não podia fazer ela se sentir tão puta a ponto de conquistar e foder dois desconhecidos como aqueles romenos. Nem podia dar a pica enorme do Tafari. Isso eram coisas que ela não podia experimentar comigo. Com certeza, a sexualidade dela tava se expandindo. Eu não podia dar isso, teriam que ser outros caras. Mas eu podia podiam dar pra ele com a minha permissão, o que no fim fazia a experiência ser tanto dela quanto minha.
Além disso, o sexo entre nós tinha melhorado muito. Não existiam tabus entre ela e eu. E a gente falava de tudo sem rodeios. Na verdade, ela começou a ganhar confiança e, se a gente tava passeando e ela via um cara que gostava, me falava sem nenhum pudor, até dava detalhes do que faria com ele se tivesse na frente e pudesse foder ele. Isso me excitava pra caralho, tanto que, quando chegávamos em casa, corríamos pro quarto pra foder como uns selvagens e eu pedia pra ela me contar o que queria fazer com aqueles caras que tanto gostava. Isso ajudava eu gozar.
Outra coisa que mudou foi o sexo anal comigo. Como eu já disse antes, o sexo anal era uma espécie de prêmio que ela deixava eu provar em raras ocasiões, em dias ou momentos especiais. Depois que praticamente todos os amantes dela já tinham enfiado no cu dela, a prática se normalizou entre nós. Quase toda vez que a gente fodava, eu sempre acabava dando várias estocadas por trás nela.
A verdade é que agora a gente tava melhor do que nunca.
Durante todo esse tempo, o Tafari também foi protagonista dos nossos encontros sexuais. Eu continuava vendo ele depois do trabalho, alguns dias que ele ia no shopping. Lá a gente comentava as lembranças daquela noite. A situação nos excitava tanto que, numa ocasião, nós dois ficamos com tesão lembrando da Alba, então, aproveitando a escuridão da tarde e nos colocando atrás do carro pra que os transeuntes não pudessem nos ver, a gente tirou nossas picas, que ambos tínhamos duras, e, de frente um pro outro, colocamos elas lado a lado pra tirar uma foto. O Tafari se apoiou no meu ombro pra se aproximar pra foto, o que fez nossas picas se encostarem. Nunca tinha tocado na pica de outro homem. Senti o calor que irradiava aquela barra de carne preta na lateral da minha pica.
Com o flash, minha pica aparecia mais clara, meio esbranquiçada, o que contrastava com o marrom escuro do senegalês. Mas não era esse o único contraste. Sem dúvida, o tamanho era o contraste principal. Não é que eu tenha uma pica pequena, pelo contrário, tenho uma pica normal, de uns 18 centímetros, mas junto daquele rabo, a minha pica ficava ridícula do lado dele.
Mandei a foto pra Alba com o seguinte texto: “Tafari e eu lembramos de você”. Já com as picas guardadas dentro das calças, mas ainda fazendo volume dentro da cueca, a gente ria da nossa sacanagem quando meu celular vibrou. Era uma mensagem da Alba. Quando entrei no chat com a Alba, só tinha uma foto, sem texto. A foto era dominada pelo dorso de uma mão em primeiro plano, com os três dedos do meio enfiados dentro de uma buceta de lábios peludos. Era sem dúvida a buceta da Alba respondendo ao presentinho que a gente tinha mandado pra ela com um presentinho pra nós. Tafari e eu rimos. Reenviei a imagem pro celular do Tafari, já que o presente tinha sido pros dois, e depois de conversar um pouco, me despedi.
Quando cheguei em casa, encontrei a Alba do mesmo jeito que estava na foto que ela tinha mandado minutos antes: nua da cintura pra baixo. Só estava com uma camiseta, sem sutiã por baixo. Ela se aproximou pra me beijar e, quando apertou minha mão, senti ela quente e molhada. Instintivamente, aproveitando a nudez dela, passei a mão na sua racha e vi que estava muito molhada. A mão, sem dúvida, estava impregnada dos fluidos da buceta dela, porque provavelmente ela ficou se masturbando desde que mandou a foto até eu abrir a porta de casa. Ela levou a mão até minha virilha e sentiu o volume que crescia a cada segundo. Comecei a me despir com pressa e, enquanto tirava a jaqueta e a camisa, ela desabotoava minha calça e puxava minha pica pra fora. Ela começou a andar em direção ao quarto. Me segurava pela pica e puxava como se fosse minha coleira particular e eu fosse o cachorro pra passear. Assim, ela me levou até a cama e me deitou nela.
— Você não Traído o Tafari? –ela perguntou, colocando uma voz de coitadinha.
–Você teria gostado? –perguntei.
–Claro! Queria ter estado na hora que vocês tiraram aquela foto. Do jeito que estavam, com os paus juntos, um do lado do outro. Se eu visse aquilo, não ia pensar duas vezes em enfiar os dois na minha boca –ela riu.
Comecei a rir, mas fui calado na hora quando a buceta dela sentou na minha boca.
–Cala a boca! Você foi safado, me esquentando com o meu negão e depois não trazendo ele pra eu macetar. Então vai chupar até eu mandar parar.
Não achei o castigo ruim. Comecei a chupar a buceta dela com gosto. Tava mais que ensopada, nem dava pra distinguir a saliva que eu deixava com minhas lambidas do fluxo da buceta dela. Ela, como castigo, descia o quadril, esmagando a buceta com força contra minha cara, tanto que às vezes eu mal conseguia respirar porque ela pressionava tanto que tampava meu nariz, que tava enfiado no cu dela. Alba começou a fazer movimentos circulares com o quadril. Assim, estimulava outras partes da buceta enquanto eu lambia, já que com ela por cima apertando, era difícil eu me mexer.
Tentei me masturbar, mas ela deu um tapa na minha mão pra eu não tocar.
–Falei que é castigo. Eu vou dizer quando você pode se tocar.
Eu me divertia pra caralho sendo castigado assim pela minha mulher, mas a excitação era enorme e eu precisava que alguém tocasse meu pau. Ela sabia que tava me deixando louco, mas tava adorando atrasar esse momento o máximo que podia.
Com os diferentes movimentos de quadril, ela já tinha esfregado a buceta inteira na minha cara. Até na testa tinha fluxo. Ela se inclinou um pouco pra frente, deixando o cu dela ao alcance da minha boca. Comecei a lamber, tentando penetrar o cu dela com a língua. Ela, por sua vez, parecia ter levantado o castigo, porque levou meu pau pra boca dela. Com movimentos de pescoço, começou a chupar. Sabia que não ia durar muito. Pouco, primeiro pelo bem que ela me chupava e segundo por toda aquela excitação retida. Enquanto me chupava e brincava com a língua, ela acariciava minhas bolas. Enfiou um dedo na boca e, com ele bem molhado de saliva, começou a brincar com meu cu. Simplesmente esfregava o dedo no meu cu, pressionando de leve. Isso, junto com o boquete, me levou a um orgasmo forte. Eu sentia que estava prestes a gozar e, bem antes disso, tirei minha língua do cu dela e rapidamente enfiei um dedo lá. Entre a saliva, a excitação e o quanto o cu da Alba já estava domado, o dedo entrou até o fundo sem problemas. Naquele exato instante, meu pau explodiu em vários jatos de esperma que bateram nos lábios e no queixo da Alba. Ela continuou chupando, focando na minha cabeça, que, de tão sensível que estava, fazia com que as lambidas fossem quase uma tortura para mim. Só quando meu pau começou a perder a rigidez e a murchar, a Alba parou de chupar, se levantou e foi ao banheiro se limpar.
Claramente a semana não terminou sem o Tafari aparecer em casa. No sábado, liguei pra ele convidar pra tomar algo e, de quebra, foder a Alba. Dessa vez, não foi surpresa e minha mulher já estava avisada. Mais que isso, foi ela quem insistiu pra eu chamar nosso amigo negro e subir pra casa. Nessa ocasião, a Alba não se mostrou tão tímida como da outra vez, muito pelo contrário. Assim que viu ele entrar pela porta, se agarrou no negro dele e praticamente não soltou. Foi difícil tomar um drink antes de ir pro quarto, porque a Alba não parava de apalpar e beijar o Tafari. Ela tava com muita vontade. Parece que a foto que mandamos naquele dia despertou nela o desejo pelo Tafari, e até não conseguir foder com ele, não ia passar. E foi uma foda memorável. A Alba não queria outra coisa senão enfiar aquele pau preto até as bolas. Depois de vários orgasmos, parece que a Alba finalmente conseguiu se acalmar e fomos todos dormir, mas exaustos.
Quanto ao meu chefe... continuava insistindo pra ver se já tinha passado tempo suficiente pra eu ter "perdoado" ele. Durante aquela semana, eu enrolei, tentando explicar que ainda era cedo pra isso, mas ao mesmo tempo, a gente mandava alguma mensagem pra Alba pra que Pablo fosse contando os pequenos avanços que a gente queria simular pra dar veracidade à história. Eram mensagens tipo "Hoje a gente se viu e se cumprimentou cordialmente", "A gente se encontrou na máquina de café e eu perguntei como ele tava", coisinhas pequenas que dessem a ideia de que aos poucos a relação tava se recuperando e que tudo voltava lentamente ao normal. Alba, por sua vez, respondia com mensagens de incentivo pra que as coisas continuassem assim. A verdade é que eram mensagens meio curtas, o que dava a entender que podia ser que ela tivesse fazendo isso pra que Pablo e eu resolvêssemos nossos "problemas", em vez de ser a desculpa pra eu foder de novo com o Pablo. Embora, pra ser sincero, se a Alba quisesse foder com o Pablo, ela podia fazer isso de novo pelas minhas costas sem mais nem menos.
Na semana seguinte, nossa relação tinha "melhorado". Parecia que as supostas tensões entre meu chefe e eu tinham ido desaparecendo. Não só pela boa vontade que supostamente o Pablo tinha colocado em recuperar nossa amizade, mas também pelas conversas que em casa eu e a Alba tínhamos tido sobre isso.
— Ultimamente o Pablo tá sendo amigável demais comigo — comentei uma noite com a Alba.
— É? E por quê?
— Parece que ele quer que a gente volte a ser amigos e que eu perdoe o que ele fez.
— Entendi... E você, o que acha?
— Cara, o que ele fez com você foi uma sacanagem — menti.
— Sei... Mas o que você quer? Sinceramente.
— Ah, não sei — menti de novo. — Me irritou muito o que ele fez. Mas por outro lado, a gente foi muito amigo e foi uma amizade muito longa...
— Eu sei. Eu também tive a mesma culpa que ele no que aconteceu. E você me perdoou. Até fez o mais difícil, que foi perdoar a infidelidade da sua mulher.
— É. Mas é que você é você...
— Tanto faz, te Enganei e te meti chifre. E você me perdoou. Sim, ele é sincero e quer pedir desculpas, e no fundo você quer retomar a amizade dele...
Eu achava graça. Ao saber toda a verdade, era engraçado ver como ela tentava conduzir minhas palavras para uma reconciliação com o Pablo. Pode ser que ela estivesse sendo sincera e quisesse minha felicidade, mas eu, no fundo, só pensava que o que ela realmente queria era a pica do Pablo, e isso me excitava.
— Bom, vou ver como as coisas vão rolar e, dependendo das sensações, vou agir de acordo — foi assim que encerrei a conversa.
Dois dias depois, já numa quarta-feira, eu e Pablo conversávamos sobre dar o último passo antes da nossa reconciliação oficial. A gente tinha combinado que ele nos convidaria para jantar na casa dele para resolver tudo de vez. Naquela noite, contei a novidade pra Alba.
— Hoje o Pablo disse que quer que a gente resolva isso de uma vez por todas. Ele quer, como prova de boa fé, nos convidar pra jantar na casa dele neste sábado e encerrar essa história de vez. Assim ele se desculparia com nós dois. O que você acha?
— Eu? Ah, sei lá. Depende mais de você do que de mim. Você quer ter ele de amigo de novo?
— Talvez. Foi uma relação de muito tempo.
— Viu? Você mesmo já tá se respondendo — ela sorriu. — Se for importante pra você, não vou me importar de ir junto. De qualquer forma, se não gostar ou não se sentir à vontade, é só levantar e vazar.
— Beleza. Então vou escrever pra ele e dizer que a gente vai sim neste sábado.
Finalmente chegou o sábado. A verdade é que eu tava meio nervoso. Nervoso pra ver a reação da Alba quando ela visse o Pablo de novo. A gente tinha conversado sobre isso no escritório nos dias anteriores. Hoje a paz ia ser selada entre nós, e a gente tinha que comemorar como merece. E, vendo as circunstâncias e como eu e a Alba tínhamos levado nosso relacionamento desde então, o que tava na hora era de uma trepada. Não só o Pablo ia recuperar a Alba, ou vice-versa, mas dessa vez eu ia participar também.
Mas, apesar de tudo isso e era algo que já estava mais ou menos planejado, mas a reação da Alba ao ver o Pablo ainda me deixava nervoso pra saber qual seria.
Não sei se a Alba desconfiou de algo do que eu e o Pablo planejávamos fazer com ela, mas seja por intuição ou não, o fato é que ela se arrumou toda pra ocasião. Vestiu um vestido azul lindo que tinha usado pouquíssimas vezes e, entre o cabelo e a maquiagem, estava realmente uma gostosa. Gostosa pra mim ou pra ele? Não dava pra saber. Talvez pros dois.
Chegamos na casa do Pablo no horário combinado. Chamamos o porteiro e o Pablo abriu. Enquanto subíamos no elevador até o apartamento dele, a Alba apertou minha mão.
— Nervoso? — perguntou.
— Um pouco — respondi.
Ela sorriu pra me acalmar. Embora dizer que estava nervoso fizesse parte da minha atuação pra tentar dar credibilidade à situação, a verdade é que dessa vez eu não tava fingindo. Tava realmente nervoso por juntar a Alba com meu chefe de novo.
Chegamos no andar dele. Depois que o porteiro abriu, a Alba me guiou até a porta do apartamento do Pablo e tocou a campainha. Ela já tinha estado ali e lembrava direitinho qual era o apartamento. Como se fosse esquecer depois do que viveu ali! A porta se abriu e, pra minha surpresa, não era o Pablo quem abria, mas uma morena gata. Fiquei meio sem reação, porque não esperava ninguém além do Pablo.
— Oi! Entrem, o Pablo tá ocupado preparando as coisas. Sou a Sofia.
Assim que entramos no apartamento, ela deu dois beijos em cada um de nós. Por trás dela, saindo da cozinha com um prato de queijos variados cortados, apareceu o Pablo.
— Oi! Não pude abrir porque tava ocupado com os aperitivos. Beleza? Bom, vocês já conhecem a Sofia. Ela é minha amiga e veio me dar uma mão com o jantar, já que não sou lá essas coisas na cozinha — se desculpou. — Pensei que, se vocês não se importassem, ela podia ficar pra jantar, pelo trabalho que ela teve. me ajuda.
Embora eu estivesse um pouco deslocado com a presença da Sofia, por educação respondemos que não tinha problema nenhum ela ficar pra jantar.
— Beleza, então deixa as coisas por aí. Se quiser, Juan, me dá uma mão aqui com as bebidas — falou o Pablo.
Fui com ele pra cozinha. As minas foram juntas pra sala. Quando já estávamos lá dentro e elas não podiam nos ouvir, perguntei:
— Então, e aí?
— Fica tranquilo, ela só veio me dar uma força. Depois do jantar ela vai embora. Não vai foder nossa noite, confia em mim.
Saímos de lá com quatro taças de vinho. Já na sala, depois de distribuir as bebidas, sentamos e começamos a falar de vários assuntos. A verdade é que a Sofia deixava a noite bem mais divertida. Ela era muito extrovertida, o que fazia os papos fluírem e o clima ficar super de boa pra todo mundo. Tanto que parecia que éramos amigos de infância. Além disso, a Alba e a Sofia pareciam se entender muito bem. Começaram a falar de vestidos e parecia que as duas tinham o mesmo gosto, então logo se entrosaram. Já nós, os caras, como ficamos de fora dessa conversa, começamos a falar de esportes. Vieram as risadas e as brincadeiras, e finalmente o Pablo anunciou que a gente fosse se preparando pro jantar, então saímos do sofá e fomos pra mesa da sala de jantar.
O jantar que o Pablo preparou com a ajuda da Sofia (ou melhor, a Sofia com a ajuda do Pablo) tava realmente uma delícia. Comemos pra caralho. E depois das sobremesas, voltamos pra sala pra tomar umas doses. Preparamos os primeiros gin-tônicas da noite. As risadas continuaram. E num dado momento, o Pablo levantou a taça dele e disse:
— Pra que todos os erros que a gente possa ter cometido sejam perdoados. Viva a amizade!
Todo mundo riu. Eu brindei com ele, selando assim nosso perdão aos olhos da Alba e da Sofia. Já era oficial: pra Alba, a gente já tinha retomado a amizade e não tinha motivo pra fingir em casa que eu odiava o Pablo pelo que ele fez.
As doses acabaram, então... deixamos as mulheres que mantinham a enésima conversa sobre vestidos para ir à cozinha preparar uma nova rodada.
—Bom, agora você pode respirar tranquilo. Não precisa mais fingir — disse Pablo com um sorriso.
—É verdade. Agora, aos olhos da Alba, voltamos a ser amigos.
—Sim. Agora temos que selar a paz como deve ser — disse ele, divertido, piscando um olho para mim.
Saímos com as taças nas mãos. Quando cheguei à sala, quase soltei as duas taças de uma vez. Alba e Sofia estavam se beijando enquanto trocavam carícias e afagos. Era um beijo doce, terno. As línguas das duas brincavam, se entrelaçando. Era uma visão realmente linda. Mas isso não impede que eu ainda tenha demorado uns segundos para reagir por causa do que vi.
—Bom, bom… — disse Pablo.
As duas abriram os olhos que mantinham fechados enquanto se beijavam e nos olharam com malícia, sorrindo. Não disseram nada. Só nos olharam e voltaram a se beijar. Durante aquele beijo, Alba manteve os olhos abertos por alguns segundos só para me olhar, para ter certeza de que eu estava vendo. Como não estaria? Era maravilhoso ver aquele espetáculo. Pablo me deu uma cotovelada para eu acordar, já que eu continuava paralisado bem no lugar onde a cena me surpreendeu, e com a cabeça me indicou que sentássemos na frente, em umas cadeiras, para continuar contemplando a cena.
As mãos de Sofia e Alba começaram a se mover pelos corpos, deixando para trás os ombros e os braços que tinham sido alvo das carícias. Agora as mãos desciam pelos peitos, acariciando e apertando. Sofia apertava as tetas de Alba através do vestido, e ela começou a descer os beijos pelo pescoço de Sofia, enquanto suas mãos alcançavam as nádegas dela.
Nunca tinha visto Alba com nenhuma mulher e nunca tinha feito nenhuma insinuação de que gostasse de pessoas do mesmo sexo, mas ali estava ela beijando e tocando outra mulher. Isso não estava nos meus planos de jeito nenhum. Começava a suspeitar que estava nos do Pablo, por isso ela tinha marcado um encontro, a princípio privado, já que o motivo era a reconciliação entre nós. Até podia ter imaginado, mas a desculpa que ela deu era convincente. De qualquer forma, agora isso não importava. Ver minha mulher se beijando com outra me excitava e meu pau já lutava contra a prisão que a calça tinha virado.
Sofia tomou a iniciativa e começou a despir Alba, que não demorou a colaborar e fazer o mesmo com ela. Rapidamente os vestidos das duas estavam jogados no chão e ambas estavam só de calcinha e sutiã. Alba pegou um dos peitos de Sofia e puxou pra cima do sutiã. Olhando nos meus olhos, ela se abaixou pra meter na boca o mamilo rosado de Sofia. Ela suspirou e jogou a cabeça pra trás, enquanto com uma mão segurava a cabeça de Alba pra empurrar contra o peito e com a outra tirava a outra teta que ainda estava coberta. Alba brincava com o mamilo de Sofia, que em resposta às mordidinhas e lambidas endureceu rapidinho. Enquanto minha mulher chupava os peitos dela, a amante aproveitou pra desabotoar o sutiã e também o de Alba, cujos peitos balançaram ao se sentir livres, e jogar os dois sutiãs na direção onde a gente tava sentado, olhando absolutamente bestificado pra cena enquanto bebia nossos copos.
Sofia recostou minha esposa no sofá. Beijou ela e começou a descer pelo pescoço, peitos onde se demorou uns minutos, barriga... Até chegar na área da calcinha. Sofia olhou nos olhos de Alba e sorriu pra ela. Alba devolveu o sorriso como dando autorização pro que ia rolar a seguir. Pegando o elástico da calcinha de Alba na altura do quadril, Sofia puxou a calcinha da minha mulher e jogou pra gente. Acariciou a buceta da minha mulher e exclamou:
— Nossa! Um pentelho peludinho. Fazia tempo que não via um assim — disse sorrindo.
Alba sorriu. Sofia tinha falado divertida, quase com ternura. Com a mesma ternura que aplicou a os beijos que ele dedicou às virilhas da minha mulher. Alba suspirava e a respiração dela acelerava. Como eu disse antes, nunca tinha estado com uma mulher e ter uma entre as pernas dela, com certeza a deixava nervosa. Sofia devia saber disso, porque o tempo todo a tratou com ternura e carinho e começou a chupar a buceta dela com lambidas suaves. Alba não demorou a suspirar e começar a gemer.
Pablo tinha se abaixado para pegar a calcinha da minha esposa que Sofia tinha jogado pra ele. Cheirou o lado de dentro e sorriu, como se lembrasse de um cheiro que sentia falta. Sem hesitar, desabotoou a calça e tirou a piroca totalmente dura pra fora. Tenho que admitir que a situação me parecia estranha. Já tinha estado com outro homem nu e transando, com Tafari, e até tinha visto o Pablo pelado nos vídeos que ele me mandou. Mas estar ao lado do meu amigo e ele com a piroca de fora, que tinha começado a bater uma punheta vendo o par de mulheres transando na nossa frente, me parecia esquisito. Mas minha piroca também lutava pra sair, e o incômodo de estar presa fez com que eu não pensasse muito se tirava a minha ou não. Agora a sala era composta por duas mulheres transando e dois homens na frente delas se masturbando.
Sofia continuava lambendo e chupando a buceta da minha mulher. As lambidas delicadas desceram até a bunda dela e também lamberam o cu. Tudo isso acompanhado de um dedo que entrava e saía sem parar da buceta da Alba. Alba gemia e não abria os olhos. Logo começaram as convulsões que indicavam que ela estava gozando. Foi realmente rápido. Possivelmente a situação, o marido dela e um amigo olhando pra elas e batendo punheta com o espetáculo, e a nova experiência de uma mulher lambendo a buceta dela, fez com que o orgasmo viesse relativamente cedo. Sofia percebeu e começou a apertar ainda mais forte o clitóris da Alba com a língua a cada lambida, ao mesmo tempo que aumentava o ritmo da fodida com o dedo. Alba soltou um grito que conseguiu abafar enquanto segurava o pulso da Sofia para pará-la enquanto gozava pela primeira vez. Deve ter sido um orgasmo muito forte, já que ficou vários segundos com pequenos espasmos enquanto tentava recuperar o fôlego.
Isso foi demais pra nós e tivemos que entrar em ação. Levantamos com as picas duras pra caralho e já sem calças nem cuecas. Enquanto nos aproximávamos, tiramos o resto da roupa que ainda tava em nós. Pablo se aproximou da Alba, que ainda tremia, e encostou a pica na boca dela, que Alba engoliu sem hesitar. Eles se reencontravam.
Eu, por minha vez, percebi naquele momento uma coisa. Se o Pablo tava com a Alba, isso significava que a única disponível era a Sofia. Eu já tinha compartilhado, querendo ou não, minha mulher com outros caras. Já tinha visto ela chupando a pica de outro. Mas, por outro lado, eu nunca tinha estado com outra mulher que não fosse a Alba desde o nosso casamento. Enquanto tava nesses pensamentos, descobri que a Sofia já tinha pegado na minha pica e tava levando pra boca dela. Começou um boquete muito bom. Diferente de como a Alba chupa. Imagino que cada mulher tem sua técnica e seu jeito de fazer, assim como cada homem come uma buceta de um jeito diferente ou fode de outro. Possivelmente isso, a variedade de picas, de homens e as sensações diferentes que cada um deles causa, foi o que fez a Alba descobrir esse tesão de foder com outras pessoas além de mim. Olhei pra ela, tava chupando com verdadeiro prazer a pica do Pablo. Ela abriu os olhos e me olhou. Não sabia o que pensar ao me ver enquanto outra mulher me chupava, mas naquele instante, sem tirar a pica do Pablo da boca, ela sorriu pra mim, olhando nos meus olhos. Um sorriso que, sem dúvida, significava “relaxa e aproveita”. Devolvi o sorriso e tirei qualquer pensamento da cabeça pra focar só no boquete que, até umas duas horas atrás, aquela morena desconhecida tava me dando.
Por alguns minutos continuamos assim, na mesma posição, cada um de um lado do sofá. Depois as garotas se ajoelharam no chão, bem juntinhas uma da outra. A gente se aproximou delas apontando nossas pirocas. Sofia voltou a chupar a minha, enquanto a Alba trabalhava a rola do Pablo. Minha mulher tirou a pica do meu chefe da boca e, sem parar de bater uma pra ele, aproximou o rosto do da Sofia pra dividir minha piroca. Por uns minutos, as duas chupavam e dividiam minha rola. Sofia lambia minhas bolas, enquanto a Alba se dedicava à cabeça. Juntas, percorriam o tronco da minha pica com os lábios. Depois foi a vez do Pablo, mas sem que a Sofia soltasse minha piroca em nenhum momento.
Pablo agarrou as duas mulheres pelo braço e mandou elas levantarem.
— Vamos pro quarto que a gente fica mais à vontade — anunciou.
Pelados, fomos os quatro pro quarto. Pablo ia na frente, as duas garotas de mãos dadas atrás, e eu fechava o grupo. Ao entrar no quarto, várias imagens vieram na minha cabeça. Conhecia aquele quarto perfeitamente. Era o mesmo que eu tinha visto tantas vezes nos vídeos que meu chefe me entregou semanas atrás. Só que agora eu tava vendo de outro ângulo, outra perspectiva. Mas conseguia visualizar direitinho o Narciso ou o Abraham comendo minha mulher sem nenhum pudor. Ou ver a primeira trepada que o Pablo deu nela, a que desencadeou tudo. Sem dúvida, sem aquela foda, hoje eu não estaria naquele mesmo quarto, pelado, transando com outras três pessoas, incluindo minha esposa.
Pablo deitou a Alba de lado na cama. Ele por trás e, sem perder um segundo, procurou a buceta da Alba. Minha mulher pegou a piroca dele pela cabeça e guiou até a entrada da vagina dela. Quando o Pablo sentiu que a rola começava a entrar, com um movimento forte de quadril, ele penetrou minha mulher. Não precisou lubrificar nem estimular nada, a Sofia já tinha dado conta disso, então ele começou a meter com tudo. Dava pra ver que ele tava ansioso. Tava mesmo com vontade de comer minha esposa.
Sofia se ajoelhou e, apoiada os cotovelos, deixando a bunda dela pra cima pra eu foder ela por trás. Não hesitei em fazer isso. Me posicionei atrás dela, coloquei meu pau na buceta dela e empurrei. Assim como acontece com os boquetes, cada mulher também gera sensações diferentes com a buceta dela. Enquanto eu fodava a Sofia, ela tava na cama de frente pra buceta da Alba. Ela tinha uma visão privilegiada da buceta aberta da Alba recebendo o pau do Pablo, cujas bolas batiam a cada estocada. A Sofia aproximou o rosto um pouco mais e começou a lamber o clitóris da Alba enquanto recebia o pau. O Pablo diminuiu o ritmo e tirou o pau da buceta pra oferecer pra Sofia, que começou a chupar, limpando ele de todos os fluidos que tinha lá dentro da buceta da minha mulher. Quando tava limpo, o Pablo enfiou de novo e continuou a foda.
Tirei meu pau de dentro da Sofia e, mudando de posição na cama, também queria que limpasse ele, dessa vez a minha mulher. Fiquei de joelhos perto do rosto da Alba e ofereci pra ela. Ela recebeu na boca e começou a saborear os sucos da Sofia. Nunca tinha provado os fluidos de outra mulher, só os próprios, mas não pareceu se importar. A Sofia se aproximou também pra ajudar a Alba no boquete no meu pau.
O Pablo trocou de mulher. Colocou a Sofia de barriga pra cima e, montando nela, começou a foder. Pela nossa parte, eu e a Alba nos reposicionamos na cama, com ela subindo em cima de mim. Assim, vi que a Alba se assustou, virou a cabeça e sorriu pra Sofia. Ela, de sacanagem, aproveitando que tava entre minhas pernas e quase debaixo da bunda da Alba, tinha enfiado um dedo no cu dela. A Alba não esperava, por isso o susto, mas não pareceu se importar que a nova amiga fodesse o cu dela com o dedo.
Continuamos assim por um tempo. Com a Alba em cima de mim, com meu pau enfiado na buceta dela e os dedos da Sofia, que já tinham virado dois, no cu dela. Do que eu não tinha percebido, é que a Sofia, masturbando a minha mulher por A bunda dela, na real, ela já tava preparando aquilo pro que vinha agora. Pablo se levantou e, se colocando atrás da Alba, encaixou o pau dele na entrada do cu dela e, devagar, começou a apertar, enfiando mais e mais o pau lá dentro do cu da minha mulher. Agora, tanto eu quanto Pablo estávamos fodendo a mesma mulher ao mesmo tempo. A minha mulher. E assim começou a experiência da minha primeira dupla penetração. Em cima, era o Pablo quem ditava o ritmo e metia quase que desesperadamente no cu da Alba. Ela, no meio de nós dois, tentava se mexer pra acompanhar o ritmo das penetrações, mas fazia isso sem jeito. A sensação que ela devia estar sentindo era forte demais, tanto que mal deixava ela abrir os olhos. Ela ficava gemendo e bufando, quase sem se mover. E eu, debaixo do peso da Alba e do Pablo e dos movimentos dele, ficava praticamente parado. Tentava mexer o quadril, mas a Alba, completamente largada em cima de mim, não deixava. Apesar disso, não quer dizer que eu não tava gozando. Ver a cara da Alba de puro prazer a centímetros do meu rosto era muito excitante, e, mesmo com meu pau praticamente parado dentro da buceta da minha mulher, dava pra sentir por dentro como ela era penetrada pelo Pablo e, através da parede de tecido que separava a buceta dela do cu dela, eu sentia as estocadas dele esfregando no meu pau. Enquanto isso, a quarta participante daquela noite, a Sofia, se dedicava — ou pelo menos tentava, já que os movimentos do Pablo atrapalhavam — a lamber o cu do meu chefe e tentar chupar minhas bolas. Os minutos passavam, e o Pablo, todo brilhando de suor, tirou o pau do cu da Alba e se levantou. A Alba sabia o que significava ele tirar com tanta pressa, então se soltou do meu pau e, de joelhos, se posicionou do lado dele. Vendo o que ia rolar, eu também me levantei, batendo uma com força e rapidez, enquanto a Sofia se aproximava de mim. O Pablo não demorou pra gozar. Com a urgência da gozada iminente, o O primeiro jato não alcançou o alvo e foi parar nos lençóis. Os outros dois jatos acertaram e entraram na boca aberta da Alba. Aquela imagem da minha mulher com a gozada do meu chefe na boca fez minha excitação disparar, e eu sentia que ia gozar em questão de segundos. Agarrei a cabeça da Sofia, porque não queria errar o meu tiro, e apontando minha glande contra a língua dela, gozei, descarregando quatro jatos de porra na boca dela. A Alba tinha se aproximado para não perder detalhes e sorria, divertida, ainda com grumos de sêmen escorrendo pelo queixo. As duas garotas se olharam, sorriram e selaram os lábios com um beijo, enquanto suas línguas compartilhavam o sêmen, se misturando nas bocas delas.
Depois de recuperar o fôlego, as garotas foram ao banheiro se limpar um pouco. Eu e o Pablo fomos para a sala pegar as bebidas que a gente tinha começado e as que elas nem tinham provado. Precisávamos todos nos hidratar. No caminho para a sala, o Pablo sorriu pra mim.
— Não foi ruim, né?
— Não, nada ruim — admiti. — Além disso, a presença da Sofia foi uma surpresa e tanto.
— Claro! — disse ele rindo. — Agradece à sua mulher.
— Como?
Ele se aproximou pra pegar o celular dele e me mostrou o chat que ele mantinha com a minha mulher. A primeira mensagem que ele me mostrou era da Alba.
“Oi. O Juan já deve ter te escrito pra dizer que no sábado vamos à sua casa pra jantar. Pensei que não tem reconciliação melhor do que uma boa foda, o que acha?”
O quê? Ela, antes de nós, tinha pensado em fazer um ménage. De novo no ponto de partida. Ela se preocupava comigo nessa reconciliação fingida ou é que tava com vontade de transar?
“A verdade é que não consigo pensar em jeito melhor de fazer isso. Tô com muita vontade de você…” Dizia na resposta dele, Pablo.
“Hehehe. Olha só uma coisa. Vê o que acha da ideia. Com certeza você tem uma amiguinha especial com quem transa de vez em quando. Que tal convidar ela também? Com certeza assim o Juan te perdoa mais rápido… ;)”
Não Não conseguia sair do meu espanto. Tinha ficado sem palavras. A aparição da Sofia naquela noite, no fundo, tinha sido coisa da minha mulher.
—Você tem uma mulher incrível… —disse o Pablo sorrindo enquanto se afastava com as bebidas em direção ao quarto onde as garotas esperavam.
Eu tinha começado a contar pra Pablo o que rolou no fim de semana.
- É um moleque que pede esmola na porta do shopping perto do posto.
- Então um mendigo… Você trata a Alba como a puta dos necessitados – comentou, gozando.
Ei! Não exagera. A Alba não é puta nenhuma. E o Tafari não é mendigo. Ele tem um trampo, só que de tarde ganha uns trocados assim. Além disso, cê acha que eu deixaria a Alba com qualquer um?
- Calma, Juan, só tava brincando. Você sabe que eu tenho um carinho enorme pela Alba e sinto falta dela.
Ele falou as últimas palavras com um tom especial, esperando uma resposta minha. Fazia umas semanas que, primeiro pelo interesse da Alba no Abraham, que ofuscou totalmente o Pablo, e depois quando a Alba descobriu por mim que eu sabia de tudo que ele tinha feito com as gravações, minha mulher tava há um tempão sem falar com ele. E claro, sem foder com ele. No começo, Pablo fingia indiferença, feliz por tê-la pervertido e por ter sido o primeiro a provar ela fora do casamento, mas parecia que tava sentindo falta dela. Quando soube das gravações, a Alba mandou uma mensagem pra ele reclamando do comportamento dele, tentando encerrar o assunto, mas depois da resposta do Pablo, sempre puxa-saco e enganador, a Alba respondeu com outra mensagem que dava uma certa esperança de perdão da parte dela.
- Ela te escreveu de novo? – perguntei.
Pablo sorriu. Enfiou a mão no bolso da calça e tirou o celular. Procurou a conversa no chat e me mostrou.
“Vou ver se te perdoo um dia. De qualquer jeito, teria que pensar num jeito de você me compensar. Além disso, você disse que faria qualquer coisa, então vou ter que pensar com calma…”
Essa foi a última mensagem da Alba que eu tinha visto. Depois a conversa continuava:
“Bom, querido, você…” Pensa com calma e depois me fala o que você acha ;)". Tinha respondido Pablo.
"Porra, cara. É que você foi um filho da puta. O que a gente fez, você sabe que foi errado. Eu traí meu marido. Por sorte ele me perdoou e a gente continua junto. E você traiu seu amigo comendo a mulher dele e ainda grava e mostra pra ele. Em que você tava pensando?". Respondeu Alba.
Senti uma pontada no peito. Dava pra sentir o arrependimento da Alba, mas por outro lado, ela tava de novo tendo conversa com Pablo pelas minhas costas. Também não podia jogar nada na cara dela. Eu ainda era em parte o culpado de tudo que aconteceu, então em questão de sacanagem a gente tá empatado.
"Eu sei, perdi a cabeça. Achei que a aposta que a gente fez tinha que ser provada com evidências. Não pensei no que tava fazendo. Tava cego por sua causa. Minha nossa, você é muito gostosa e foder com você era uma loucura. Você me cegou e eu não pensei... XP". Pablo é um filho da puta e sabe muito bem o que faz e como faz. Parece que tem um dom especial pra virar as coisas a favor dele e conseguir o que quer.
"Kkkkkkk. Seu babaca! Olha, já pensei no que você pode fazer pra eu te perdoar. Resolve as coisas com o Juan. Se vocês voltarem a ser amigos, você e eu também ;)"
"Kkkkkkkk. Fechado. Vou cuidar disso."
Aí terminava a conversa pelo WhatsApp entre eles dois. Agora eu tava cheio de dúvidas. O pedido da Alba seria uma tentativa sincera de consertar a suposta relação quebrada entre eu e o Pablo, ou pelo contrário, o que esconde é a tentativa de retomar a "amizade" deles de um jeito, digamos, legítimo pra evitar remorso e enganação?
Alguma coisa me fazia pender pra segunda ideia. Não sabia como me sentir. Se fosse assim, ela tava me usando. Mas volto a pensar que não posso reclamar de nada. Eu também usei ela. O Pablo se aproveitou da situação que eu permiti. É verdade que depois ele passou dos limites em alguns momentos. Mas eu permiti. Além disso, usei ela pra comer dois caminhoneiros romenos. E usei ela também pra comer um negão. mesmo que eu participasse daquele trio. Com o Pablo, parece que existe um tipo estranho de relação. Foi ele quem a iniciou nesse caminho de sexo que começamos a trilhar. Suponho que isso faz com que ele seja, de alguma forma, especial. E sim, mesmo que de forma secundária pra ela, existia e existe uma amizade entre ele e eu, isso faz com que retomar a relação possa ser importante pra Alba.
— Então vocês conversaram? — a pergunta era óbvia.
— Sim. E tem um jeito de resolver tudo, já viu. — sorriu. — Podemos voltar a ficar como no começo. E isso ia facilitar as coisas pra você. Não ia mais precisar ficar fingindo que a gente não se fala. Ia te poupar o estresse de pensar que ela pode te pegar numa contradição e descobrir sua mentira.
— Relaxa que não me estresso com isso. Diretamente a gente não fala de você — falei, divertido.
Pablo sabia como virar o jogo pra que as coisas ficassem a favor dele. A verdade é que assim a gente podia normalizar as coisas entre os três. Embora eu tenha que ser sincero. Me dava uma certa raiva que o Pablo conseguisse as coisas tão facilmente.
— Então, o que é? Voltamos a ser amigos? — disse rindo.
— Assim, tão fácil? O que você vai fazer, escrever pra ela agora e dizer que somos amigos? Isso ia ficar pouco crível. Tem que dar tempo, pra ela pensar que a gente tá conversando, tentando esclarecer o que aconteceu. Não pode ser tudo da noite pro dia. — Assim eu podia fazê-lo sofrer um pouco, obrigando ele a esperar pra ganhar a recompensa.
— Você tem razão — disse contrariado. — Vai ter que dar uns dois dias.
— Ou semanas. Que uma traição dessas não se perdoa tão fácil — falei rindo.
Pablo arregalou os olhos vendo como eu alongava o tempo que ele queria que já acontecesse.
— Ou semanas… — disse finalmente com um tom lastimoso, aceitando a situação e minhas condições. — Então e o negro, o que é?
— Bom, mais ou menos o que já te falei. Conheci ele, conversei sobre ele vir aqui em casa comer a Alba, e no sábado, sem que ela sem saber de nada, apareceu na minha casa.
—E a Alba gostou?
—Do negro ou da foda? —perguntei, divertido. —Bom, ela ficou bem impressionada com ele. Não sabia como reagir, acho que porque também não esperava que um negro aparecesse em casa num sábado à noite. Mas gostou, sim. E da foda, mais ainda. Ela ficou pra dormir. De manhã, antes de se despedir, meteram mais uma vez e depois tomaram banho juntos. Enquanto eu me barbeava, via a Alba se esforçando pra limpar bem aquele negro. Ela caprichava pra deixar o pau dele brilhando.
Os dois rimos.
—Porra, a Albita! —exclamou Pablo. — Em menos de dois meses já tem um currículo e tanto. Comigo, com o velho do Narciso, com o pauzudo do Abraham, com dois romenos desconhecidos, com um negro…
—Pois é. Nunca pensei que fosse vê-la assim. E acho que ela também nunca imaginou chegar a essa situação. Mas acho que ela gosta. Acho que tá curtindo tudo isso.
—Pode crer —sorriu Pablo. —Tão fodendo ela gostoso e ela tá descobrindo coisas que você nunca poderia dar. Não leva a mal, não tô dizendo que com você ela não curtia. Mas agora ela tá conhecendo coisas novas, uma variedade de homens que trazem experiências diferentes. Aposto que se você perguntar agora, a sexualidade dela tá muito mais completa.
Fiquei com essa ideia na cabeça. É verdade o que o Pablo disse. Não acho que antes a Alba estivesse insatisfeita, longe disso. Acho que o sexo entre a gente era bom. Mas como o Pablo falou, tem coisas que eu não podia oferecer. Não podia dar o corpo musculoso do Abraham. Também não podia dar a sensação de nojo que o Narciso causava nela, que a fazia se sentir suja e puta, que a excitava. Também não podia fazer ela se sentir tão puta a ponto de conquistar e foder dois desconhecidos como aqueles romenos. Nem podia dar a pica enorme do Tafari. Isso eram coisas que ela não podia experimentar comigo. Com certeza, a sexualidade dela tava se expandindo. Eu não podia dar isso, teriam que ser outros caras. Mas eu podia podiam dar pra ele com a minha permissão, o que no fim fazia a experiência ser tanto dela quanto minha.
Além disso, o sexo entre nós tinha melhorado muito. Não existiam tabus entre ela e eu. E a gente falava de tudo sem rodeios. Na verdade, ela começou a ganhar confiança e, se a gente tava passeando e ela via um cara que gostava, me falava sem nenhum pudor, até dava detalhes do que faria com ele se tivesse na frente e pudesse foder ele. Isso me excitava pra caralho, tanto que, quando chegávamos em casa, corríamos pro quarto pra foder como uns selvagens e eu pedia pra ela me contar o que queria fazer com aqueles caras que tanto gostava. Isso ajudava eu gozar.
Outra coisa que mudou foi o sexo anal comigo. Como eu já disse antes, o sexo anal era uma espécie de prêmio que ela deixava eu provar em raras ocasiões, em dias ou momentos especiais. Depois que praticamente todos os amantes dela já tinham enfiado no cu dela, a prática se normalizou entre nós. Quase toda vez que a gente fodava, eu sempre acabava dando várias estocadas por trás nela.
A verdade é que agora a gente tava melhor do que nunca.
Durante todo esse tempo, o Tafari também foi protagonista dos nossos encontros sexuais. Eu continuava vendo ele depois do trabalho, alguns dias que ele ia no shopping. Lá a gente comentava as lembranças daquela noite. A situação nos excitava tanto que, numa ocasião, nós dois ficamos com tesão lembrando da Alba, então, aproveitando a escuridão da tarde e nos colocando atrás do carro pra que os transeuntes não pudessem nos ver, a gente tirou nossas picas, que ambos tínhamos duras, e, de frente um pro outro, colocamos elas lado a lado pra tirar uma foto. O Tafari se apoiou no meu ombro pra se aproximar pra foto, o que fez nossas picas se encostarem. Nunca tinha tocado na pica de outro homem. Senti o calor que irradiava aquela barra de carne preta na lateral da minha pica.
Com o flash, minha pica aparecia mais clara, meio esbranquiçada, o que contrastava com o marrom escuro do senegalês. Mas não era esse o único contraste. Sem dúvida, o tamanho era o contraste principal. Não é que eu tenha uma pica pequena, pelo contrário, tenho uma pica normal, de uns 18 centímetros, mas junto daquele rabo, a minha pica ficava ridícula do lado dele.
Mandei a foto pra Alba com o seguinte texto: “Tafari e eu lembramos de você”. Já com as picas guardadas dentro das calças, mas ainda fazendo volume dentro da cueca, a gente ria da nossa sacanagem quando meu celular vibrou. Era uma mensagem da Alba. Quando entrei no chat com a Alba, só tinha uma foto, sem texto. A foto era dominada pelo dorso de uma mão em primeiro plano, com os três dedos do meio enfiados dentro de uma buceta de lábios peludos. Era sem dúvida a buceta da Alba respondendo ao presentinho que a gente tinha mandado pra ela com um presentinho pra nós. Tafari e eu rimos. Reenviei a imagem pro celular do Tafari, já que o presente tinha sido pros dois, e depois de conversar um pouco, me despedi.
Quando cheguei em casa, encontrei a Alba do mesmo jeito que estava na foto que ela tinha mandado minutos antes: nua da cintura pra baixo. Só estava com uma camiseta, sem sutiã por baixo. Ela se aproximou pra me beijar e, quando apertou minha mão, senti ela quente e molhada. Instintivamente, aproveitando a nudez dela, passei a mão na sua racha e vi que estava muito molhada. A mão, sem dúvida, estava impregnada dos fluidos da buceta dela, porque provavelmente ela ficou se masturbando desde que mandou a foto até eu abrir a porta de casa. Ela levou a mão até minha virilha e sentiu o volume que crescia a cada segundo. Comecei a me despir com pressa e, enquanto tirava a jaqueta e a camisa, ela desabotoava minha calça e puxava minha pica pra fora. Ela começou a andar em direção ao quarto. Me segurava pela pica e puxava como se fosse minha coleira particular e eu fosse o cachorro pra passear. Assim, ela me levou até a cama e me deitou nela.
— Você não Traído o Tafari? –ela perguntou, colocando uma voz de coitadinha.
–Você teria gostado? –perguntei.
–Claro! Queria ter estado na hora que vocês tiraram aquela foto. Do jeito que estavam, com os paus juntos, um do lado do outro. Se eu visse aquilo, não ia pensar duas vezes em enfiar os dois na minha boca –ela riu.
Comecei a rir, mas fui calado na hora quando a buceta dela sentou na minha boca.
–Cala a boca! Você foi safado, me esquentando com o meu negão e depois não trazendo ele pra eu macetar. Então vai chupar até eu mandar parar.
Não achei o castigo ruim. Comecei a chupar a buceta dela com gosto. Tava mais que ensopada, nem dava pra distinguir a saliva que eu deixava com minhas lambidas do fluxo da buceta dela. Ela, como castigo, descia o quadril, esmagando a buceta com força contra minha cara, tanto que às vezes eu mal conseguia respirar porque ela pressionava tanto que tampava meu nariz, que tava enfiado no cu dela. Alba começou a fazer movimentos circulares com o quadril. Assim, estimulava outras partes da buceta enquanto eu lambia, já que com ela por cima apertando, era difícil eu me mexer.
Tentei me masturbar, mas ela deu um tapa na minha mão pra eu não tocar.
–Falei que é castigo. Eu vou dizer quando você pode se tocar.
Eu me divertia pra caralho sendo castigado assim pela minha mulher, mas a excitação era enorme e eu precisava que alguém tocasse meu pau. Ela sabia que tava me deixando louco, mas tava adorando atrasar esse momento o máximo que podia.
Com os diferentes movimentos de quadril, ela já tinha esfregado a buceta inteira na minha cara. Até na testa tinha fluxo. Ela se inclinou um pouco pra frente, deixando o cu dela ao alcance da minha boca. Comecei a lamber, tentando penetrar o cu dela com a língua. Ela, por sua vez, parecia ter levantado o castigo, porque levou meu pau pra boca dela. Com movimentos de pescoço, começou a chupar. Sabia que não ia durar muito. Pouco, primeiro pelo bem que ela me chupava e segundo por toda aquela excitação retida. Enquanto me chupava e brincava com a língua, ela acariciava minhas bolas. Enfiou um dedo na boca e, com ele bem molhado de saliva, começou a brincar com meu cu. Simplesmente esfregava o dedo no meu cu, pressionando de leve. Isso, junto com o boquete, me levou a um orgasmo forte. Eu sentia que estava prestes a gozar e, bem antes disso, tirei minha língua do cu dela e rapidamente enfiei um dedo lá. Entre a saliva, a excitação e o quanto o cu da Alba já estava domado, o dedo entrou até o fundo sem problemas. Naquele exato instante, meu pau explodiu em vários jatos de esperma que bateram nos lábios e no queixo da Alba. Ela continuou chupando, focando na minha cabeça, que, de tão sensível que estava, fazia com que as lambidas fossem quase uma tortura para mim. Só quando meu pau começou a perder a rigidez e a murchar, a Alba parou de chupar, se levantou e foi ao banheiro se limpar.
Claramente a semana não terminou sem o Tafari aparecer em casa. No sábado, liguei pra ele convidar pra tomar algo e, de quebra, foder a Alba. Dessa vez, não foi surpresa e minha mulher já estava avisada. Mais que isso, foi ela quem insistiu pra eu chamar nosso amigo negro e subir pra casa. Nessa ocasião, a Alba não se mostrou tão tímida como da outra vez, muito pelo contrário. Assim que viu ele entrar pela porta, se agarrou no negro dele e praticamente não soltou. Foi difícil tomar um drink antes de ir pro quarto, porque a Alba não parava de apalpar e beijar o Tafari. Ela tava com muita vontade. Parece que a foto que mandamos naquele dia despertou nela o desejo pelo Tafari, e até não conseguir foder com ele, não ia passar. E foi uma foda memorável. A Alba não queria outra coisa senão enfiar aquele pau preto até as bolas. Depois de vários orgasmos, parece que a Alba finalmente conseguiu se acalmar e fomos todos dormir, mas exaustos.
Quanto ao meu chefe... continuava insistindo pra ver se já tinha passado tempo suficiente pra eu ter "perdoado" ele. Durante aquela semana, eu enrolei, tentando explicar que ainda era cedo pra isso, mas ao mesmo tempo, a gente mandava alguma mensagem pra Alba pra que Pablo fosse contando os pequenos avanços que a gente queria simular pra dar veracidade à história. Eram mensagens tipo "Hoje a gente se viu e se cumprimentou cordialmente", "A gente se encontrou na máquina de café e eu perguntei como ele tava", coisinhas pequenas que dessem a ideia de que aos poucos a relação tava se recuperando e que tudo voltava lentamente ao normal. Alba, por sua vez, respondia com mensagens de incentivo pra que as coisas continuassem assim. A verdade é que eram mensagens meio curtas, o que dava a entender que podia ser que ela tivesse fazendo isso pra que Pablo e eu resolvêssemos nossos "problemas", em vez de ser a desculpa pra eu foder de novo com o Pablo. Embora, pra ser sincero, se a Alba quisesse foder com o Pablo, ela podia fazer isso de novo pelas minhas costas sem mais nem menos.
Na semana seguinte, nossa relação tinha "melhorado". Parecia que as supostas tensões entre meu chefe e eu tinham ido desaparecendo. Não só pela boa vontade que supostamente o Pablo tinha colocado em recuperar nossa amizade, mas também pelas conversas que em casa eu e a Alba tínhamos tido sobre isso.
— Ultimamente o Pablo tá sendo amigável demais comigo — comentei uma noite com a Alba.
— É? E por quê?
— Parece que ele quer que a gente volte a ser amigos e que eu perdoe o que ele fez.
— Entendi... E você, o que acha?
— Cara, o que ele fez com você foi uma sacanagem — menti.
— Sei... Mas o que você quer? Sinceramente.
— Ah, não sei — menti de novo. — Me irritou muito o que ele fez. Mas por outro lado, a gente foi muito amigo e foi uma amizade muito longa...
— Eu sei. Eu também tive a mesma culpa que ele no que aconteceu. E você me perdoou. Até fez o mais difícil, que foi perdoar a infidelidade da sua mulher.
— É. Mas é que você é você...
— Tanto faz, te Enganei e te meti chifre. E você me perdoou. Sim, ele é sincero e quer pedir desculpas, e no fundo você quer retomar a amizade dele...
Eu achava graça. Ao saber toda a verdade, era engraçado ver como ela tentava conduzir minhas palavras para uma reconciliação com o Pablo. Pode ser que ela estivesse sendo sincera e quisesse minha felicidade, mas eu, no fundo, só pensava que o que ela realmente queria era a pica do Pablo, e isso me excitava.
— Bom, vou ver como as coisas vão rolar e, dependendo das sensações, vou agir de acordo — foi assim que encerrei a conversa.
Dois dias depois, já numa quarta-feira, eu e Pablo conversávamos sobre dar o último passo antes da nossa reconciliação oficial. A gente tinha combinado que ele nos convidaria para jantar na casa dele para resolver tudo de vez. Naquela noite, contei a novidade pra Alba.
— Hoje o Pablo disse que quer que a gente resolva isso de uma vez por todas. Ele quer, como prova de boa fé, nos convidar pra jantar na casa dele neste sábado e encerrar essa história de vez. Assim ele se desculparia com nós dois. O que você acha?
— Eu? Ah, sei lá. Depende mais de você do que de mim. Você quer ter ele de amigo de novo?
— Talvez. Foi uma relação de muito tempo.
— Viu? Você mesmo já tá se respondendo — ela sorriu. — Se for importante pra você, não vou me importar de ir junto. De qualquer forma, se não gostar ou não se sentir à vontade, é só levantar e vazar.
— Beleza. Então vou escrever pra ele e dizer que a gente vai sim neste sábado.
Finalmente chegou o sábado. A verdade é que eu tava meio nervoso. Nervoso pra ver a reação da Alba quando ela visse o Pablo de novo. A gente tinha conversado sobre isso no escritório nos dias anteriores. Hoje a paz ia ser selada entre nós, e a gente tinha que comemorar como merece. E, vendo as circunstâncias e como eu e a Alba tínhamos levado nosso relacionamento desde então, o que tava na hora era de uma trepada. Não só o Pablo ia recuperar a Alba, ou vice-versa, mas dessa vez eu ia participar também.
Mas, apesar de tudo isso e era algo que já estava mais ou menos planejado, mas a reação da Alba ao ver o Pablo ainda me deixava nervoso pra saber qual seria.
Não sei se a Alba desconfiou de algo do que eu e o Pablo planejávamos fazer com ela, mas seja por intuição ou não, o fato é que ela se arrumou toda pra ocasião. Vestiu um vestido azul lindo que tinha usado pouquíssimas vezes e, entre o cabelo e a maquiagem, estava realmente uma gostosa. Gostosa pra mim ou pra ele? Não dava pra saber. Talvez pros dois.
Chegamos na casa do Pablo no horário combinado. Chamamos o porteiro e o Pablo abriu. Enquanto subíamos no elevador até o apartamento dele, a Alba apertou minha mão.
— Nervoso? — perguntou.
— Um pouco — respondi.
Ela sorriu pra me acalmar. Embora dizer que estava nervoso fizesse parte da minha atuação pra tentar dar credibilidade à situação, a verdade é que dessa vez eu não tava fingindo. Tava realmente nervoso por juntar a Alba com meu chefe de novo.
Chegamos no andar dele. Depois que o porteiro abriu, a Alba me guiou até a porta do apartamento do Pablo e tocou a campainha. Ela já tinha estado ali e lembrava direitinho qual era o apartamento. Como se fosse esquecer depois do que viveu ali! A porta se abriu e, pra minha surpresa, não era o Pablo quem abria, mas uma morena gata. Fiquei meio sem reação, porque não esperava ninguém além do Pablo.
— Oi! Entrem, o Pablo tá ocupado preparando as coisas. Sou a Sofia.
Assim que entramos no apartamento, ela deu dois beijos em cada um de nós. Por trás dela, saindo da cozinha com um prato de queijos variados cortados, apareceu o Pablo.
— Oi! Não pude abrir porque tava ocupado com os aperitivos. Beleza? Bom, vocês já conhecem a Sofia. Ela é minha amiga e veio me dar uma mão com o jantar, já que não sou lá essas coisas na cozinha — se desculpou. — Pensei que, se vocês não se importassem, ela podia ficar pra jantar, pelo trabalho que ela teve. me ajuda.
Embora eu estivesse um pouco deslocado com a presença da Sofia, por educação respondemos que não tinha problema nenhum ela ficar pra jantar.
— Beleza, então deixa as coisas por aí. Se quiser, Juan, me dá uma mão aqui com as bebidas — falou o Pablo.
Fui com ele pra cozinha. As minas foram juntas pra sala. Quando já estávamos lá dentro e elas não podiam nos ouvir, perguntei:
— Então, e aí?
— Fica tranquilo, ela só veio me dar uma força. Depois do jantar ela vai embora. Não vai foder nossa noite, confia em mim.
Saímos de lá com quatro taças de vinho. Já na sala, depois de distribuir as bebidas, sentamos e começamos a falar de vários assuntos. A verdade é que a Sofia deixava a noite bem mais divertida. Ela era muito extrovertida, o que fazia os papos fluírem e o clima ficar super de boa pra todo mundo. Tanto que parecia que éramos amigos de infância. Além disso, a Alba e a Sofia pareciam se entender muito bem. Começaram a falar de vestidos e parecia que as duas tinham o mesmo gosto, então logo se entrosaram. Já nós, os caras, como ficamos de fora dessa conversa, começamos a falar de esportes. Vieram as risadas e as brincadeiras, e finalmente o Pablo anunciou que a gente fosse se preparando pro jantar, então saímos do sofá e fomos pra mesa da sala de jantar.
O jantar que o Pablo preparou com a ajuda da Sofia (ou melhor, a Sofia com a ajuda do Pablo) tava realmente uma delícia. Comemos pra caralho. E depois das sobremesas, voltamos pra sala pra tomar umas doses. Preparamos os primeiros gin-tônicas da noite. As risadas continuaram. E num dado momento, o Pablo levantou a taça dele e disse:
— Pra que todos os erros que a gente possa ter cometido sejam perdoados. Viva a amizade!
Todo mundo riu. Eu brindei com ele, selando assim nosso perdão aos olhos da Alba e da Sofia. Já era oficial: pra Alba, a gente já tinha retomado a amizade e não tinha motivo pra fingir em casa que eu odiava o Pablo pelo que ele fez.
As doses acabaram, então... deixamos as mulheres que mantinham a enésima conversa sobre vestidos para ir à cozinha preparar uma nova rodada.
—Bom, agora você pode respirar tranquilo. Não precisa mais fingir — disse Pablo com um sorriso.
—É verdade. Agora, aos olhos da Alba, voltamos a ser amigos.
—Sim. Agora temos que selar a paz como deve ser — disse ele, divertido, piscando um olho para mim.
Saímos com as taças nas mãos. Quando cheguei à sala, quase soltei as duas taças de uma vez. Alba e Sofia estavam se beijando enquanto trocavam carícias e afagos. Era um beijo doce, terno. As línguas das duas brincavam, se entrelaçando. Era uma visão realmente linda. Mas isso não impede que eu ainda tenha demorado uns segundos para reagir por causa do que vi.
—Bom, bom… — disse Pablo.
As duas abriram os olhos que mantinham fechados enquanto se beijavam e nos olharam com malícia, sorrindo. Não disseram nada. Só nos olharam e voltaram a se beijar. Durante aquele beijo, Alba manteve os olhos abertos por alguns segundos só para me olhar, para ter certeza de que eu estava vendo. Como não estaria? Era maravilhoso ver aquele espetáculo. Pablo me deu uma cotovelada para eu acordar, já que eu continuava paralisado bem no lugar onde a cena me surpreendeu, e com a cabeça me indicou que sentássemos na frente, em umas cadeiras, para continuar contemplando a cena.
As mãos de Sofia e Alba começaram a se mover pelos corpos, deixando para trás os ombros e os braços que tinham sido alvo das carícias. Agora as mãos desciam pelos peitos, acariciando e apertando. Sofia apertava as tetas de Alba através do vestido, e ela começou a descer os beijos pelo pescoço de Sofia, enquanto suas mãos alcançavam as nádegas dela.
Nunca tinha visto Alba com nenhuma mulher e nunca tinha feito nenhuma insinuação de que gostasse de pessoas do mesmo sexo, mas ali estava ela beijando e tocando outra mulher. Isso não estava nos meus planos de jeito nenhum. Começava a suspeitar que estava nos do Pablo, por isso ela tinha marcado um encontro, a princípio privado, já que o motivo era a reconciliação entre nós. Até podia ter imaginado, mas a desculpa que ela deu era convincente. De qualquer forma, agora isso não importava. Ver minha mulher se beijando com outra me excitava e meu pau já lutava contra a prisão que a calça tinha virado.
Sofia tomou a iniciativa e começou a despir Alba, que não demorou a colaborar e fazer o mesmo com ela. Rapidamente os vestidos das duas estavam jogados no chão e ambas estavam só de calcinha e sutiã. Alba pegou um dos peitos de Sofia e puxou pra cima do sutiã. Olhando nos meus olhos, ela se abaixou pra meter na boca o mamilo rosado de Sofia. Ela suspirou e jogou a cabeça pra trás, enquanto com uma mão segurava a cabeça de Alba pra empurrar contra o peito e com a outra tirava a outra teta que ainda estava coberta. Alba brincava com o mamilo de Sofia, que em resposta às mordidinhas e lambidas endureceu rapidinho. Enquanto minha mulher chupava os peitos dela, a amante aproveitou pra desabotoar o sutiã e também o de Alba, cujos peitos balançaram ao se sentir livres, e jogar os dois sutiãs na direção onde a gente tava sentado, olhando absolutamente bestificado pra cena enquanto bebia nossos copos.
Sofia recostou minha esposa no sofá. Beijou ela e começou a descer pelo pescoço, peitos onde se demorou uns minutos, barriga... Até chegar na área da calcinha. Sofia olhou nos olhos de Alba e sorriu pra ela. Alba devolveu o sorriso como dando autorização pro que ia rolar a seguir. Pegando o elástico da calcinha de Alba na altura do quadril, Sofia puxou a calcinha da minha mulher e jogou pra gente. Acariciou a buceta da minha mulher e exclamou:
— Nossa! Um pentelho peludinho. Fazia tempo que não via um assim — disse sorrindo.
Alba sorriu. Sofia tinha falado divertida, quase com ternura. Com a mesma ternura que aplicou a os beijos que ele dedicou às virilhas da minha mulher. Alba suspirava e a respiração dela acelerava. Como eu disse antes, nunca tinha estado com uma mulher e ter uma entre as pernas dela, com certeza a deixava nervosa. Sofia devia saber disso, porque o tempo todo a tratou com ternura e carinho e começou a chupar a buceta dela com lambidas suaves. Alba não demorou a suspirar e começar a gemer.
Pablo tinha se abaixado para pegar a calcinha da minha esposa que Sofia tinha jogado pra ele. Cheirou o lado de dentro e sorriu, como se lembrasse de um cheiro que sentia falta. Sem hesitar, desabotoou a calça e tirou a piroca totalmente dura pra fora. Tenho que admitir que a situação me parecia estranha. Já tinha estado com outro homem nu e transando, com Tafari, e até tinha visto o Pablo pelado nos vídeos que ele me mandou. Mas estar ao lado do meu amigo e ele com a piroca de fora, que tinha começado a bater uma punheta vendo o par de mulheres transando na nossa frente, me parecia esquisito. Mas minha piroca também lutava pra sair, e o incômodo de estar presa fez com que eu não pensasse muito se tirava a minha ou não. Agora a sala era composta por duas mulheres transando e dois homens na frente delas se masturbando.
Sofia continuava lambendo e chupando a buceta da minha mulher. As lambidas delicadas desceram até a bunda dela e também lamberam o cu. Tudo isso acompanhado de um dedo que entrava e saía sem parar da buceta da Alba. Alba gemia e não abria os olhos. Logo começaram as convulsões que indicavam que ela estava gozando. Foi realmente rápido. Possivelmente a situação, o marido dela e um amigo olhando pra elas e batendo punheta com o espetáculo, e a nova experiência de uma mulher lambendo a buceta dela, fez com que o orgasmo viesse relativamente cedo. Sofia percebeu e começou a apertar ainda mais forte o clitóris da Alba com a língua a cada lambida, ao mesmo tempo que aumentava o ritmo da fodida com o dedo. Alba soltou um grito que conseguiu abafar enquanto segurava o pulso da Sofia para pará-la enquanto gozava pela primeira vez. Deve ter sido um orgasmo muito forte, já que ficou vários segundos com pequenos espasmos enquanto tentava recuperar o fôlego.
Isso foi demais pra nós e tivemos que entrar em ação. Levantamos com as picas duras pra caralho e já sem calças nem cuecas. Enquanto nos aproximávamos, tiramos o resto da roupa que ainda tava em nós. Pablo se aproximou da Alba, que ainda tremia, e encostou a pica na boca dela, que Alba engoliu sem hesitar. Eles se reencontravam.
Eu, por minha vez, percebi naquele momento uma coisa. Se o Pablo tava com a Alba, isso significava que a única disponível era a Sofia. Eu já tinha compartilhado, querendo ou não, minha mulher com outros caras. Já tinha visto ela chupando a pica de outro. Mas, por outro lado, eu nunca tinha estado com outra mulher que não fosse a Alba desde o nosso casamento. Enquanto tava nesses pensamentos, descobri que a Sofia já tinha pegado na minha pica e tava levando pra boca dela. Começou um boquete muito bom. Diferente de como a Alba chupa. Imagino que cada mulher tem sua técnica e seu jeito de fazer, assim como cada homem come uma buceta de um jeito diferente ou fode de outro. Possivelmente isso, a variedade de picas, de homens e as sensações diferentes que cada um deles causa, foi o que fez a Alba descobrir esse tesão de foder com outras pessoas além de mim. Olhei pra ela, tava chupando com verdadeiro prazer a pica do Pablo. Ela abriu os olhos e me olhou. Não sabia o que pensar ao me ver enquanto outra mulher me chupava, mas naquele instante, sem tirar a pica do Pablo da boca, ela sorriu pra mim, olhando nos meus olhos. Um sorriso que, sem dúvida, significava “relaxa e aproveita”. Devolvi o sorriso e tirei qualquer pensamento da cabeça pra focar só no boquete que, até umas duas horas atrás, aquela morena desconhecida tava me dando.
Por alguns minutos continuamos assim, na mesma posição, cada um de um lado do sofá. Depois as garotas se ajoelharam no chão, bem juntinhas uma da outra. A gente se aproximou delas apontando nossas pirocas. Sofia voltou a chupar a minha, enquanto a Alba trabalhava a rola do Pablo. Minha mulher tirou a pica do meu chefe da boca e, sem parar de bater uma pra ele, aproximou o rosto do da Sofia pra dividir minha piroca. Por uns minutos, as duas chupavam e dividiam minha rola. Sofia lambia minhas bolas, enquanto a Alba se dedicava à cabeça. Juntas, percorriam o tronco da minha pica com os lábios. Depois foi a vez do Pablo, mas sem que a Sofia soltasse minha piroca em nenhum momento.
Pablo agarrou as duas mulheres pelo braço e mandou elas levantarem.
— Vamos pro quarto que a gente fica mais à vontade — anunciou.
Pelados, fomos os quatro pro quarto. Pablo ia na frente, as duas garotas de mãos dadas atrás, e eu fechava o grupo. Ao entrar no quarto, várias imagens vieram na minha cabeça. Conhecia aquele quarto perfeitamente. Era o mesmo que eu tinha visto tantas vezes nos vídeos que meu chefe me entregou semanas atrás. Só que agora eu tava vendo de outro ângulo, outra perspectiva. Mas conseguia visualizar direitinho o Narciso ou o Abraham comendo minha mulher sem nenhum pudor. Ou ver a primeira trepada que o Pablo deu nela, a que desencadeou tudo. Sem dúvida, sem aquela foda, hoje eu não estaria naquele mesmo quarto, pelado, transando com outras três pessoas, incluindo minha esposa.
Pablo deitou a Alba de lado na cama. Ele por trás e, sem perder um segundo, procurou a buceta da Alba. Minha mulher pegou a piroca dele pela cabeça e guiou até a entrada da vagina dela. Quando o Pablo sentiu que a rola começava a entrar, com um movimento forte de quadril, ele penetrou minha mulher. Não precisou lubrificar nem estimular nada, a Sofia já tinha dado conta disso, então ele começou a meter com tudo. Dava pra ver que ele tava ansioso. Tava mesmo com vontade de comer minha esposa.
Sofia se ajoelhou e, apoiada os cotovelos, deixando a bunda dela pra cima pra eu foder ela por trás. Não hesitei em fazer isso. Me posicionei atrás dela, coloquei meu pau na buceta dela e empurrei. Assim como acontece com os boquetes, cada mulher também gera sensações diferentes com a buceta dela. Enquanto eu fodava a Sofia, ela tava na cama de frente pra buceta da Alba. Ela tinha uma visão privilegiada da buceta aberta da Alba recebendo o pau do Pablo, cujas bolas batiam a cada estocada. A Sofia aproximou o rosto um pouco mais e começou a lamber o clitóris da Alba enquanto recebia o pau. O Pablo diminuiu o ritmo e tirou o pau da buceta pra oferecer pra Sofia, que começou a chupar, limpando ele de todos os fluidos que tinha lá dentro da buceta da minha mulher. Quando tava limpo, o Pablo enfiou de novo e continuou a foda.
Tirei meu pau de dentro da Sofia e, mudando de posição na cama, também queria que limpasse ele, dessa vez a minha mulher. Fiquei de joelhos perto do rosto da Alba e ofereci pra ela. Ela recebeu na boca e começou a saborear os sucos da Sofia. Nunca tinha provado os fluidos de outra mulher, só os próprios, mas não pareceu se importar. A Sofia se aproximou também pra ajudar a Alba no boquete no meu pau.
O Pablo trocou de mulher. Colocou a Sofia de barriga pra cima e, montando nela, começou a foder. Pela nossa parte, eu e a Alba nos reposicionamos na cama, com ela subindo em cima de mim. Assim, vi que a Alba se assustou, virou a cabeça e sorriu pra Sofia. Ela, de sacanagem, aproveitando que tava entre minhas pernas e quase debaixo da bunda da Alba, tinha enfiado um dedo no cu dela. A Alba não esperava, por isso o susto, mas não pareceu se importar que a nova amiga fodesse o cu dela com o dedo.
Continuamos assim por um tempo. Com a Alba em cima de mim, com meu pau enfiado na buceta dela e os dedos da Sofia, que já tinham virado dois, no cu dela. Do que eu não tinha percebido, é que a Sofia, masturbando a minha mulher por A bunda dela, na real, ela já tava preparando aquilo pro que vinha agora. Pablo se levantou e, se colocando atrás da Alba, encaixou o pau dele na entrada do cu dela e, devagar, começou a apertar, enfiando mais e mais o pau lá dentro do cu da minha mulher. Agora, tanto eu quanto Pablo estávamos fodendo a mesma mulher ao mesmo tempo. A minha mulher. E assim começou a experiência da minha primeira dupla penetração. Em cima, era o Pablo quem ditava o ritmo e metia quase que desesperadamente no cu da Alba. Ela, no meio de nós dois, tentava se mexer pra acompanhar o ritmo das penetrações, mas fazia isso sem jeito. A sensação que ela devia estar sentindo era forte demais, tanto que mal deixava ela abrir os olhos. Ela ficava gemendo e bufando, quase sem se mover. E eu, debaixo do peso da Alba e do Pablo e dos movimentos dele, ficava praticamente parado. Tentava mexer o quadril, mas a Alba, completamente largada em cima de mim, não deixava. Apesar disso, não quer dizer que eu não tava gozando. Ver a cara da Alba de puro prazer a centímetros do meu rosto era muito excitante, e, mesmo com meu pau praticamente parado dentro da buceta da minha mulher, dava pra sentir por dentro como ela era penetrada pelo Pablo e, através da parede de tecido que separava a buceta dela do cu dela, eu sentia as estocadas dele esfregando no meu pau. Enquanto isso, a quarta participante daquela noite, a Sofia, se dedicava — ou pelo menos tentava, já que os movimentos do Pablo atrapalhavam — a lamber o cu do meu chefe e tentar chupar minhas bolas. Os minutos passavam, e o Pablo, todo brilhando de suor, tirou o pau do cu da Alba e se levantou. A Alba sabia o que significava ele tirar com tanta pressa, então se soltou do meu pau e, de joelhos, se posicionou do lado dele. Vendo o que ia rolar, eu também me levantei, batendo uma com força e rapidez, enquanto a Sofia se aproximava de mim. O Pablo não demorou pra gozar. Com a urgência da gozada iminente, o O primeiro jato não alcançou o alvo e foi parar nos lençóis. Os outros dois jatos acertaram e entraram na boca aberta da Alba. Aquela imagem da minha mulher com a gozada do meu chefe na boca fez minha excitação disparar, e eu sentia que ia gozar em questão de segundos. Agarrei a cabeça da Sofia, porque não queria errar o meu tiro, e apontando minha glande contra a língua dela, gozei, descarregando quatro jatos de porra na boca dela. A Alba tinha se aproximado para não perder detalhes e sorria, divertida, ainda com grumos de sêmen escorrendo pelo queixo. As duas garotas se olharam, sorriram e selaram os lábios com um beijo, enquanto suas línguas compartilhavam o sêmen, se misturando nas bocas delas.
Depois de recuperar o fôlego, as garotas foram ao banheiro se limpar um pouco. Eu e o Pablo fomos para a sala pegar as bebidas que a gente tinha começado e as que elas nem tinham provado. Precisávamos todos nos hidratar. No caminho para a sala, o Pablo sorriu pra mim.
— Não foi ruim, né?
— Não, nada ruim — admiti. — Além disso, a presença da Sofia foi uma surpresa e tanto.
— Claro! — disse ele rindo. — Agradece à sua mulher.
— Como?
Ele se aproximou pra pegar o celular dele e me mostrou o chat que ele mantinha com a minha mulher. A primeira mensagem que ele me mostrou era da Alba.
“Oi. O Juan já deve ter te escrito pra dizer que no sábado vamos à sua casa pra jantar. Pensei que não tem reconciliação melhor do que uma boa foda, o que acha?”
O quê? Ela, antes de nós, tinha pensado em fazer um ménage. De novo no ponto de partida. Ela se preocupava comigo nessa reconciliação fingida ou é que tava com vontade de transar?
“A verdade é que não consigo pensar em jeito melhor de fazer isso. Tô com muita vontade de você…” Dizia na resposta dele, Pablo.
“Hehehe. Olha só uma coisa. Vê o que acha da ideia. Com certeza você tem uma amiguinha especial com quem transa de vez em quando. Que tal convidar ela também? Com certeza assim o Juan te perdoa mais rápido… ;)”
Não Não conseguia sair do meu espanto. Tinha ficado sem palavras. A aparição da Sofia naquela noite, no fundo, tinha sido coisa da minha mulher.
—Você tem uma mulher incrível… —disse o Pablo sorrindo enquanto se afastava com as bebidas em direção ao quarto onde as garotas esperavam.
2 comentários - Meu chefe come minha mulher (parte 5)
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