Esclareço que a madura se parece com a atriz Itziar Ituño, é isso mesmo. Um dia, a chuva batia suavemente nos vidros do velho apartamento no centro da cidade. Eu tinha ido consertar um abajur que ela não conseguia acender. Não esperava que a noite terminasse assim. Ela se chamava Laura. Cinquenta anos recém-completados, cabelo escuro com algumas ondas rebeldes que caíam sobre os ombros, olhos profundos e aquele sorriso levemente safado que lembrava tanto a Itziar Ituño. Tinha o mesmo porte elegante, a voz grave e segura, e um corpo maduro que exalava uma sensualidade natural e poderosa: quadris generosos, cintura ainda marcada, peitos cheios e uma pele macia que pedia para ser tocada.
Enquanto eu terminava de ajustar o fio, ela se aproximou por trás. Senti seu perfume quente, mistura de baunilha com algo mais profundo. Ela disse: "Sabe? Faz muito tempo que não tenho um homem como você em casa" — sussurrou perto do meu ouvido.
Me virei. Os lábios dela estavam a só alguns centímetros. Não precisei dizer mais nada. Beijei-a devagar, saboreando a maturidade da boca dela, o jeito que a língua dela buscava a minha com experiência e desejo contido. As mãos dela deslizaram pelo meu peito, desabotoando minha camisa com calma.
Nos movemos até o sofá. Laura sentou-se de pernas abertas em cima de mim, deixando o vestido leve subir pelas coxas dela. Senti o calor do corpo dela através da roupa. Beijei o pescoço dela, descendo aos poucos enquanto ela arqueava as costas e suspirava. Os peitos dela subiam e desciam a cada respiração ofegante. Deslizei as alças do vestido dela e as soltei, revelando a pele nua dela. Beijei-os com devoção, aproveitando a maciez e o gemido grave que escapou da garganta dela.
Ela tirou minha calça com mãos experientes. Quando entrei nela, ambos soltamos um gemido juntos. Ela estava molhada, quente e apertada de um jeito delicioso. Laura começou a se mover com um ritmo lento e profundo, controlando cada estocada, me olhando nos olhos com aquela intensidade que só uma mulher da idade dela pode ter. Os quadris dela giravam, as unhas dela se cravavam de leve nas minhas costas, e os peitos dela balançavam contra o meu peito. A gente aumentou o ritmo. Segurei ela pela cintura, metendo mais forte, mais fundo. Ela jogava a cabeça pra trás, gemendo sem vergonha, repetindo meu nome entre suspiros. O prazer crescia como uma onda. Senti como ela se apertava em volta de mim, como o corpo dela tremia quando gozou com um gemido longo e rouco que me fez perder o controle. Gozei dentro dela com força, abraçando ela enquanto os dois tremiam. Ficamos assim um tempão, suados, respirando pesado, nos beijando preguiçosamente. Laura sorriu contra meus lábios e sussurrou: — Pode vir “consertar” o que quiser quando quiser…
Enquanto eu terminava de ajustar o fio, ela se aproximou por trás. Senti seu perfume quente, mistura de baunilha com algo mais profundo. Ela disse: "Sabe? Faz muito tempo que não tenho um homem como você em casa" — sussurrou perto do meu ouvido.
Me virei. Os lábios dela estavam a só alguns centímetros. Não precisei dizer mais nada. Beijei-a devagar, saboreando a maturidade da boca dela, o jeito que a língua dela buscava a minha com experiência e desejo contido. As mãos dela deslizaram pelo meu peito, desabotoando minha camisa com calma.
Nos movemos até o sofá. Laura sentou-se de pernas abertas em cima de mim, deixando o vestido leve subir pelas coxas dela. Senti o calor do corpo dela através da roupa. Beijei o pescoço dela, descendo aos poucos enquanto ela arqueava as costas e suspirava. Os peitos dela subiam e desciam a cada respiração ofegante. Deslizei as alças do vestido dela e as soltei, revelando a pele nua dela. Beijei-os com devoção, aproveitando a maciez e o gemido grave que escapou da garganta dela.
Ela tirou minha calça com mãos experientes. Quando entrei nela, ambos soltamos um gemido juntos. Ela estava molhada, quente e apertada de um jeito delicioso. Laura começou a se mover com um ritmo lento e profundo, controlando cada estocada, me olhando nos olhos com aquela intensidade que só uma mulher da idade dela pode ter. Os quadris dela giravam, as unhas dela se cravavam de leve nas minhas costas, e os peitos dela balançavam contra o meu peito. A gente aumentou o ritmo. Segurei ela pela cintura, metendo mais forte, mais fundo. Ela jogava a cabeça pra trás, gemendo sem vergonha, repetindo meu nome entre suspiros. O prazer crescia como uma onda. Senti como ela se apertava em volta de mim, como o corpo dela tremia quando gozou com um gemido longo e rouco que me fez perder o controle. Gozei dentro dela com força, abraçando ela enquanto os dois tremiam. Ficamos assim um tempão, suados, respirando pesado, nos beijando preguiçosamente. Laura sorriu contra meus lábios e sussurrou: — Pode vir “consertar” o que quiser quando quiser…
1 comentários - O dia que comi uma coroa gostosa de 50