Oi, galera! Muito obrigada pelas mensagens lindas que me mandaram no privado, perguntando sobre a minha mãe putona. Pra falar a verdade, tenho sorte de ter uma mãe assim, não só fisicamente, porque ela é uma gostosa, mas também por essa atitude tão de mulherão. Vou deixar mais sequências pra vocês a seguir.
Apelando um pouco pra quem tem memória e explicando pros mais novinhos: antigamente a gente não tinha WhatsApp nem Facebook, então a forma de se conectar com o mundo virtual era pelo MSN. O MSN era uma espécie de chat parecido com o chat do Facebook de hoje, mas mais simples e, na época, com muito menos funções. A questão é que, tendo uma mãe tão putona, tão gostosa, não dava pra guardar toda essa informação só pra mim e pra minha irmã. Mas também não queria contar pros moleques da escola. Então, a internet me abriu uma possibilidade infinita, que era contar sabendo que, se do outro lado não viessem boas respostas, era só deletar e pronto. Foi assim que começaram as conversas com a Dalma.
A Dalma era uma jovem já um pouco mais velha que eu, de Lanús, que rapidamente entrou na mesma vibe quando eu comentei (de leve, no começo) que a minha mãe usava roupas muito decotadas, decote bem fundo sem sutiã, minissaias bem curtinhas. Ela me contou que ela também era assim e que a irmã dela, principalmente, era a que mais gostava de se exibir e provocar. Rapidamente a gente começou a trocar sequências de looks. Eu contava pra ela sobre festas e eventos onde a minha mãe ia com decotes profundos, com os peitos quase à mostra, e vestidinhos no talo da bunda; e ela me contava sobre roles pra dançar ou aniversários com a irmã dela vestida totalmente decotada, provocando muito também sem sutiã. Lembro clarinho da primeira frase que me deixou com muito tesão, quando ela me disse que a irmã falava pra ela: "Você gosta assim? Tá se vendo tudo", soltando uma risadinha. Exatamente a mesma coisa, a mesma frase, que a minha mãe costumava dizer. Voltando um pouco no passado, sempre que a gente tinha que ir pra algum aniversário ou algum lugar bem de festa, a minha mãe escolhia a roupa mais sexy, minúscula e pequenininha. E ela sempre me dizia: "o que você acha, dá pra ver tudo, né? Você gosta?". Eu, claro, sempre concordava, sempre a incentivava a usar tudo bem provocante. Minha alegria e excitação na conversa com Dalma eram enormes porque havia outra pessoa que compartilhava a mesma sacanagem que eu. Conversamos a tarde toda, contando centenas de milhares de histórias. Das mais lembradas até hoje: uma noite de festa que minha mãe escolheu um vestido tremendamente decotado, um decote em U tão fundo que apenas dois fios do vestido tentavam cobrir aqueles pezões enormes. Super curto e, pra piorar, estava sem calcinha, com a bucetinha completamente à mostra. Dançando e até sentadinha tomando drinks dava pra ver aquela use the word: buceta de MILF perfeita. Do lado da Dalma, uma das histórias que mais me deixou com tesão foi o próprio aniversário dela, onde a irmã putona tinha colocado um vestido azul celeste sem sutiã que não só tinha um bom decote, mas por ser tão transparente, literalmente dava pra ver os peitos dela. A irmã dela foi o centro das atenções no aniversário.
Mesmo que naquela noite tudo estivesse tranquilo, eu não parava de olhar para os peitões da minha mãe, que basicamente, por causa do calor do verão, ficava de peito pra fora o tempo todo pela casa. Contei tudo isso pra Dalma e ela começou a virar uma espécie de fã da minha mãe, enquanto eu, por minha vez, virava fã da irmã dela. Assim, a cada dia contávamos mais coisas, por exemplo, que minha mãe tinha tomado café da manhã com a gente de peitos pra fora e com uma saia curta sem calcinha; tinha tomado banho com a porta aberta e eu tinha passado a toalha pra ela, vendo como ela ensaboava os peitos e a use the word: buceta. Dalma me contava que a irmã tinha chegado da balada bêbada, com a minissaia bem levantada, a calcinha aparecendo e o decote quase com os peitos pra fora, tinha se despido completamente pra deitar toda nua na cama, colada na dela.
Como estava chegando um aniversário importante, de uma das amigas da minha mãe, e sabíamos que minha... Mamãe ia ficar completamente putona; assim como a irmã da Dalma, que ia dançar naquela noite de sábado; apostamos em nos conhecer pessoalmente no mesmo dia, mas ao meio-dia. Peguei o ônibus pensando no que eu ia encontrar (claramente, conhecer alguém pela internet em 2007 não era a mesma coisa que hoje). Quando cheguei, fiquei encostado na grade de uma casa com muitas sensações ao mesmo tempo. A Dalma chegou poucos minutos depois, vinha andando com um decote bem interessante e uma calça, era um pouco gordinha mas estava mais do que bem. Não quero me estender muito nisso porque aqui o que interessa é a putaria da minha mãe, mas o importante foram algumas coisas do encontro com a Dalma. A primeira é que assim que ela chegou, já começamos a nos beijar. Nos comemos de beijos literalmente o tempo todo, durante todo o encontro. Contávamos uma sequência cada um (eu da minha mãe e ela da irmã dela) e entre uma sequência e outra, a gente se beijava que era uma delícia. A segunda foi que a Dalma ficou encantada com o fato de eu não usar cueca, assim como a minha mãe putona; e ela me mostrou o decote dela, dizendo "ao estilo da minha irmã". Contamos várias sequências e com esses beijos e apalpadas, mais as histórias bem quentes, eu já estava com o pau completamente duro e empinado. Antes de irmos, e o melhor ponto do encontro, foi quando a Dalma me disse: "Eu adoro você e sua mãe, vou te dar um presentinho". Ela me fez caminhar alguns metros até a beira do rio, e lá atrás de uma árvore, ela abaixou meu moletom, deixando meu pau na frente dos lábios suculentos dela. Ela me deu um boquete bem dado por pelo menos cinco minutos. Me deixou quase explodindo e, sem me deixar gozar, disse: "Assim você vai todo quente pro aniversário com sua mãe... você tem que me contar tudo, hein". Pode-se dizer então que a Dalma foi a primeira garota que eu consegui completamente graças à putaria da minha mãe.
Com essa tesão à flor da pele e já noite adentro, começamos os preparativos para ir ao aniversário. Meus olhos deram um giro de fogo quando minha mãe putona me chamou no quarto dela para... mostrar meu outfit: "o que você acha, bebê? Gostou? Ou tá muito coberta?"
Eu olhei ela de cima a baixo, era uma verdadeira puta. Salto agulha preto altíssimo, suas lindas e longas pernas completamente à mostra. Só lá no começo daquele bumbum carnudo e operado é que começava o tecido fininho do vestidinho preto e transparente. Nenhum sinal de calcinha, a putona mesmo ia sair sem nada por baixo. O vestido coladinho no corpo, mas com um decote enorme e profundo, também em U, que tornava impossível segurar aquelas tetas enormes e operadas. O cabelo solto, longo e liso, e algumas pulseirinhas e um colar prata.
Eu: mami, você tá uma bomba, vai infartar todo mundo…
Minha mãe: se você tá dizendo, eu acredito, não sabia se botava o vermelho, mas esse é mais curto e mais decotado.
Eu: você tá perfeita, tenho sorte de ter uma mãe tão…
Ia dizer putona, mas deixei as palavras suspensas no ar, com o encontro com a Dalma tinha ficado tão excitado que nem pensava no que dizia.
Minha mãe: tão o quê? (soltando uma risadinha)
Eu: tão putona, mami. (em voz baixa, quase um sussurro)
Minha mãe: e a verdade é que você tem sorte sim, mas olha que eu posso ser muito mais putona ainda, hein.
Nessa hora eu já tava com o pau durasso, dava pra notar, fazia uma barraca enorme no moletom. Eu ainda não tinha trocado de roupa. Minha mãe, vendo a cena do meu pau duro, continuou…
Minha mãe: parece que você se deu bem com essa menina, hein
Eu (já tão excitado que nem vergonha tinha): e isso foi graças a você, mami, e à sua… putaria.
Minha mãe: mmmm, o que você terá dito pra ela, seu peste, pra ficar assim tão feliz. Ela começou a rir.
Eu: e bem, a verdade (soltando uma risadinha) é que eu tenho uma mãe muito sexy, muito gostosa, e que se veste assim, um fogo.
Minha mãe: bom, melhor então, quando você contar dessa noite, vai comer ela como um louco, meu filho.
Quando eu ia saindo do quarto da mamãe, a putona me soltou mais uma: "se arruma bem, hein, olha que tá lá a filha da Ludmila e ela tem uma vontade enorme de você, a garota".
O aniversário em si foi uma Beleza uma loucura total pra quem não tá acostumado a ter uma mãe tão putona assim. Imaginem só, sendo minha mãe tão jovem, as amizades dela também são, então os aniversários eram só zoeira. Minha mãe chegou toda despampanante, só de caminhar já parecia que aquelas tetas enormes iam pular do decote. Vários caras já tinham dado uma olhada nela só de ela entrar no salão. Rapidinho ela foi beber com as amigas e, juntas, elas começaram a dar em cima de vários caras que estavam por ali. Eu fui pro lado da filha da Ludmila, chamada Victoria. Ficamos conversando um bom tempo, contando coisas e também falando sobre nossas mães, que são umas gostosas. Não sei em que momento, mas em algum ponto da noite começamos a nos beijar gostoso. As coisas estavam indo bem demais, duas minas no mesmo dia. Victoria, digna filha de uma amiga da minha mãe, era uma putinha perfeita. Pra começar, era muito bonita, com olhos verdes e morena. Tinha um corpinho bonito e, igual a mãe dela e à minha mãe, tinha ido bem provocante com um vestido curto verde claro colado no corpo. Não tinha peitos, mas ficava muito bonito nela, principalmente pelo quão curto era. Ficamos nos beijando um bom tempo apoiados num balcão que não era usado no salão e depois fomos pra pista rebolando. Tocavam os primeiros reggaetons, tipo "Gasolina", e a garotinha me rebolava tão gostoso que eu apoiei toda a pica dura e o pauzão no bundinha minúscula dela. Eu tava no meu mundo, mas a única vez que levantei os olhos vi uma cena que me deixou ainda mais excitado. Minha mãe putona tava completamente solta, rebolando toda num cara de cabelo comprido bem gato. Ela tava rebolando toda a bunda naquele volume que com certeza era um pauzão. O cara, sem nenhum escrúpulo, meteu a mão no decote do vestido e ficou apertando bem aquelas tetas enormes. Olhei um pouco pra essa sequência maravilhosa e, quanto mais excitado eu ficava, mais eu beijava a boca da Victoria. Em algum momento, já perto das cinco da manhã e com um tesão extremo que me deixava com o pau a ponto de explodir E a Victoria com a buceta encharcada, a gente escapou para o lado dos banheiros. Entramos no banheiro feminino super quentes pra caralho e abrimos a porta de um dos vasos. Com a música tão alta não dava pra ouvir nada, mas ao abrir a porta nos deparamos com a cena linda da minha putona da mãe cavalgando o pelilargo. Tinha roupas no chão e minha mãe estava com o vestido todo levantado. Ela estava cavalgando ele no banheiro da festa enquanto o magrelo chupava os peitos dela. Eu sentia o pau literalmente explodindo. Minha mãe virou a cabeça suavemente e nos viu. Soltou uma risadinha que até hoje me lembro e me esquenta. E sem papas na língua nos disse: “Usem o do lado, tamo re culeando aqui”.
Não tive tempo nem de processar o que tava acontecendo que a Victoria me levou pro vaso do lado e em poucos segundos já tinha levantado o vestidinho e corrido a calcinha. Ela sentou no vaso e tirou meu pau durasso pra fora da calça jeans. Subiu em cima de mim e, com toda aquela molhadeira, num abrir e fechar de olhos já tinha enfiado até o fundo. A gente não tinha camisinha e o mais louco é que nem ligamos. Claro que toda a tesão do perreo, dos beijos, dos chupões e de ver minha mãe tão putona, e ainda por cima tê-la no vaso do lado metendo, não foi de graça. Não tinha nem dez minutos que a Victoria tava cavalgando em mim quando eu senti que não dava mais, que eu tava literalmente explodindo. Tentei me controlar mas era impossível e, pra piorar, minha putona da mãe batia naquela parede ridícula que divide os vasos a cada cavalgada. Enquanto a Victoria me cavalgava, me comendo pela boca, eu gozei. Senti que gozei muito mais do que na punheta que minha irmã tinha me dado, mas todas as sensações eram um fogo incrível pra mim. Me senti um bobo por ter durado só dez minutos. Me saiu de dentro um “desculpa, eu tava muito quente”. A Victoria me deu um beijo e disse: “Você tem que controlar mais o tesão… você vai conseguir… olha a mãe perfeita que você tem”.
Apelando um pouco pra quem tem memória e explicando pros mais novinhos: antigamente a gente não tinha WhatsApp nem Facebook, então a forma de se conectar com o mundo virtual era pelo MSN. O MSN era uma espécie de chat parecido com o chat do Facebook de hoje, mas mais simples e, na época, com muito menos funções. A questão é que, tendo uma mãe tão putona, tão gostosa, não dava pra guardar toda essa informação só pra mim e pra minha irmã. Mas também não queria contar pros moleques da escola. Então, a internet me abriu uma possibilidade infinita, que era contar sabendo que, se do outro lado não viessem boas respostas, era só deletar e pronto. Foi assim que começaram as conversas com a Dalma.
A Dalma era uma jovem já um pouco mais velha que eu, de Lanús, que rapidamente entrou na mesma vibe quando eu comentei (de leve, no começo) que a minha mãe usava roupas muito decotadas, decote bem fundo sem sutiã, minissaias bem curtinhas. Ela me contou que ela também era assim e que a irmã dela, principalmente, era a que mais gostava de se exibir e provocar. Rapidamente a gente começou a trocar sequências de looks. Eu contava pra ela sobre festas e eventos onde a minha mãe ia com decotes profundos, com os peitos quase à mostra, e vestidinhos no talo da bunda; e ela me contava sobre roles pra dançar ou aniversários com a irmã dela vestida totalmente decotada, provocando muito também sem sutiã. Lembro clarinho da primeira frase que me deixou com muito tesão, quando ela me disse que a irmã falava pra ela: "Você gosta assim? Tá se vendo tudo", soltando uma risadinha. Exatamente a mesma coisa, a mesma frase, que a minha mãe costumava dizer. Voltando um pouco no passado, sempre que a gente tinha que ir pra algum aniversário ou algum lugar bem de festa, a minha mãe escolhia a roupa mais sexy, minúscula e pequenininha. E ela sempre me dizia: "o que você acha, dá pra ver tudo, né? Você gosta?". Eu, claro, sempre concordava, sempre a incentivava a usar tudo bem provocante. Minha alegria e excitação na conversa com Dalma eram enormes porque havia outra pessoa que compartilhava a mesma sacanagem que eu. Conversamos a tarde toda, contando centenas de milhares de histórias. Das mais lembradas até hoje: uma noite de festa que minha mãe escolheu um vestido tremendamente decotado, um decote em U tão fundo que apenas dois fios do vestido tentavam cobrir aqueles pezões enormes. Super curto e, pra piorar, estava sem calcinha, com a bucetinha completamente à mostra. Dançando e até sentadinha tomando drinks dava pra ver aquela use the word: buceta de MILF perfeita. Do lado da Dalma, uma das histórias que mais me deixou com tesão foi o próprio aniversário dela, onde a irmã putona tinha colocado um vestido azul celeste sem sutiã que não só tinha um bom decote, mas por ser tão transparente, literalmente dava pra ver os peitos dela. A irmã dela foi o centro das atenções no aniversário.
Mesmo que naquela noite tudo estivesse tranquilo, eu não parava de olhar para os peitões da minha mãe, que basicamente, por causa do calor do verão, ficava de peito pra fora o tempo todo pela casa. Contei tudo isso pra Dalma e ela começou a virar uma espécie de fã da minha mãe, enquanto eu, por minha vez, virava fã da irmã dela. Assim, a cada dia contávamos mais coisas, por exemplo, que minha mãe tinha tomado café da manhã com a gente de peitos pra fora e com uma saia curta sem calcinha; tinha tomado banho com a porta aberta e eu tinha passado a toalha pra ela, vendo como ela ensaboava os peitos e a use the word: buceta. Dalma me contava que a irmã tinha chegado da balada bêbada, com a minissaia bem levantada, a calcinha aparecendo e o decote quase com os peitos pra fora, tinha se despido completamente pra deitar toda nua na cama, colada na dela.
Como estava chegando um aniversário importante, de uma das amigas da minha mãe, e sabíamos que minha... Mamãe ia ficar completamente putona; assim como a irmã da Dalma, que ia dançar naquela noite de sábado; apostamos em nos conhecer pessoalmente no mesmo dia, mas ao meio-dia. Peguei o ônibus pensando no que eu ia encontrar (claramente, conhecer alguém pela internet em 2007 não era a mesma coisa que hoje). Quando cheguei, fiquei encostado na grade de uma casa com muitas sensações ao mesmo tempo. A Dalma chegou poucos minutos depois, vinha andando com um decote bem interessante e uma calça, era um pouco gordinha mas estava mais do que bem. Não quero me estender muito nisso porque aqui o que interessa é a putaria da minha mãe, mas o importante foram algumas coisas do encontro com a Dalma. A primeira é que assim que ela chegou, já começamos a nos beijar. Nos comemos de beijos literalmente o tempo todo, durante todo o encontro. Contávamos uma sequência cada um (eu da minha mãe e ela da irmã dela) e entre uma sequência e outra, a gente se beijava que era uma delícia. A segunda foi que a Dalma ficou encantada com o fato de eu não usar cueca, assim como a minha mãe putona; e ela me mostrou o decote dela, dizendo "ao estilo da minha irmã". Contamos várias sequências e com esses beijos e apalpadas, mais as histórias bem quentes, eu já estava com o pau completamente duro e empinado. Antes de irmos, e o melhor ponto do encontro, foi quando a Dalma me disse: "Eu adoro você e sua mãe, vou te dar um presentinho". Ela me fez caminhar alguns metros até a beira do rio, e lá atrás de uma árvore, ela abaixou meu moletom, deixando meu pau na frente dos lábios suculentos dela. Ela me deu um boquete bem dado por pelo menos cinco minutos. Me deixou quase explodindo e, sem me deixar gozar, disse: "Assim você vai todo quente pro aniversário com sua mãe... você tem que me contar tudo, hein". Pode-se dizer então que a Dalma foi a primeira garota que eu consegui completamente graças à putaria da minha mãe.
Com essa tesão à flor da pele e já noite adentro, começamos os preparativos para ir ao aniversário. Meus olhos deram um giro de fogo quando minha mãe putona me chamou no quarto dela para... mostrar meu outfit: "o que você acha, bebê? Gostou? Ou tá muito coberta?"
Eu olhei ela de cima a baixo, era uma verdadeira puta. Salto agulha preto altíssimo, suas lindas e longas pernas completamente à mostra. Só lá no começo daquele bumbum carnudo e operado é que começava o tecido fininho do vestidinho preto e transparente. Nenhum sinal de calcinha, a putona mesmo ia sair sem nada por baixo. O vestido coladinho no corpo, mas com um decote enorme e profundo, também em U, que tornava impossível segurar aquelas tetas enormes e operadas. O cabelo solto, longo e liso, e algumas pulseirinhas e um colar prata.
Eu: mami, você tá uma bomba, vai infartar todo mundo…
Minha mãe: se você tá dizendo, eu acredito, não sabia se botava o vermelho, mas esse é mais curto e mais decotado.
Eu: você tá perfeita, tenho sorte de ter uma mãe tão…
Ia dizer putona, mas deixei as palavras suspensas no ar, com o encontro com a Dalma tinha ficado tão excitado que nem pensava no que dizia.
Minha mãe: tão o quê? (soltando uma risadinha)
Eu: tão putona, mami. (em voz baixa, quase um sussurro)
Minha mãe: e a verdade é que você tem sorte sim, mas olha que eu posso ser muito mais putona ainda, hein.
Nessa hora eu já tava com o pau durasso, dava pra notar, fazia uma barraca enorme no moletom. Eu ainda não tinha trocado de roupa. Minha mãe, vendo a cena do meu pau duro, continuou…
Minha mãe: parece que você se deu bem com essa menina, hein
Eu (já tão excitado que nem vergonha tinha): e isso foi graças a você, mami, e à sua… putaria.
Minha mãe: mmmm, o que você terá dito pra ela, seu peste, pra ficar assim tão feliz. Ela começou a rir.
Eu: e bem, a verdade (soltando uma risadinha) é que eu tenho uma mãe muito sexy, muito gostosa, e que se veste assim, um fogo.
Minha mãe: bom, melhor então, quando você contar dessa noite, vai comer ela como um louco, meu filho.
Quando eu ia saindo do quarto da mamãe, a putona me soltou mais uma: "se arruma bem, hein, olha que tá lá a filha da Ludmila e ela tem uma vontade enorme de você, a garota".
O aniversário em si foi uma Beleza uma loucura total pra quem não tá acostumado a ter uma mãe tão putona assim. Imaginem só, sendo minha mãe tão jovem, as amizades dela também são, então os aniversários eram só zoeira. Minha mãe chegou toda despampanante, só de caminhar já parecia que aquelas tetas enormes iam pular do decote. Vários caras já tinham dado uma olhada nela só de ela entrar no salão. Rapidinho ela foi beber com as amigas e, juntas, elas começaram a dar em cima de vários caras que estavam por ali. Eu fui pro lado da filha da Ludmila, chamada Victoria. Ficamos conversando um bom tempo, contando coisas e também falando sobre nossas mães, que são umas gostosas. Não sei em que momento, mas em algum ponto da noite começamos a nos beijar gostoso. As coisas estavam indo bem demais, duas minas no mesmo dia. Victoria, digna filha de uma amiga da minha mãe, era uma putinha perfeita. Pra começar, era muito bonita, com olhos verdes e morena. Tinha um corpinho bonito e, igual a mãe dela e à minha mãe, tinha ido bem provocante com um vestido curto verde claro colado no corpo. Não tinha peitos, mas ficava muito bonito nela, principalmente pelo quão curto era. Ficamos nos beijando um bom tempo apoiados num balcão que não era usado no salão e depois fomos pra pista rebolando. Tocavam os primeiros reggaetons, tipo "Gasolina", e a garotinha me rebolava tão gostoso que eu apoiei toda a pica dura e o pauzão no bundinha minúscula dela. Eu tava no meu mundo, mas a única vez que levantei os olhos vi uma cena que me deixou ainda mais excitado. Minha mãe putona tava completamente solta, rebolando toda num cara de cabelo comprido bem gato. Ela tava rebolando toda a bunda naquele volume que com certeza era um pauzão. O cara, sem nenhum escrúpulo, meteu a mão no decote do vestido e ficou apertando bem aquelas tetas enormes. Olhei um pouco pra essa sequência maravilhosa e, quanto mais excitado eu ficava, mais eu beijava a boca da Victoria. Em algum momento, já perto das cinco da manhã e com um tesão extremo que me deixava com o pau a ponto de explodir E a Victoria com a buceta encharcada, a gente escapou para o lado dos banheiros. Entramos no banheiro feminino super quentes pra caralho e abrimos a porta de um dos vasos. Com a música tão alta não dava pra ouvir nada, mas ao abrir a porta nos deparamos com a cena linda da minha putona da mãe cavalgando o pelilargo. Tinha roupas no chão e minha mãe estava com o vestido todo levantado. Ela estava cavalgando ele no banheiro da festa enquanto o magrelo chupava os peitos dela. Eu sentia o pau literalmente explodindo. Minha mãe virou a cabeça suavemente e nos viu. Soltou uma risadinha que até hoje me lembro e me esquenta. E sem papas na língua nos disse: “Usem o do lado, tamo re culeando aqui”.
Não tive tempo nem de processar o que tava acontecendo que a Victoria me levou pro vaso do lado e em poucos segundos já tinha levantado o vestidinho e corrido a calcinha. Ela sentou no vaso e tirou meu pau durasso pra fora da calça jeans. Subiu em cima de mim e, com toda aquela molhadeira, num abrir e fechar de olhos já tinha enfiado até o fundo. A gente não tinha camisinha e o mais louco é que nem ligamos. Claro que toda a tesão do perreo, dos beijos, dos chupões e de ver minha mãe tão putona, e ainda por cima tê-la no vaso do lado metendo, não foi de graça. Não tinha nem dez minutos que a Victoria tava cavalgando em mim quando eu senti que não dava mais, que eu tava literalmente explodindo. Tentei me controlar mas era impossível e, pra piorar, minha putona da mãe batia naquela parede ridícula que divide os vasos a cada cavalgada. Enquanto a Victoria me cavalgava, me comendo pela boca, eu gozei. Senti que gozei muito mais do que na punheta que minha irmã tinha me dado, mas todas as sensações eram um fogo incrível pra mim. Me senti um bobo por ter durado só dez minutos. Me saiu de dentro um “desculpa, eu tava muito quente”. A Victoria me deu um beijo e disse: “Você tem que controlar mais o tesão… você vai conseguir… olha a mãe perfeita que você tem”.
5 comentários - Minha mãe transando numa festa
Cuándo te cogeras a tu mamá en el relato? 🔥🔥🔥🔥🔥🔥