Uma das coisas que mais curto é me encontrar com outro corno pra trocar ideia sobre nossas chifradas. Conheci o Nico faz mais ou menos um mês. A gente se encontrou porque ele queria me contar a história dele enquanto me batia uma punheta. Ele devia ter uns 1,75 m, era magro e tinha uma cara bem gostosa.
Eu recebi ele de moletom, deixei ele baixar minha calça, sentei no sofá e ele começou a me contar a história dele.
Nico e Cecilia, uma ruiva baixinha, bunduda e de peitos super branquinhos, se conheceram no colégio. Os dois eram meio tímidos e bem nerds, e se apaixonaram quase na hora. No segundo ano já estavam namorando. Naquela época, só rolava beijo, amasso, umas apalpadas por cima da roupa, mas nada além disso.
Mas o casal não se baseava só no tesão. Os dois eram muito curiosos, compartilhavam leituras, curtiam música clássica, iam juntos a recitais e ao teatro, e viam muito cinema cult: desde Almodóvar até Bergman ou Cronenberg.
Chegados aos quinze, houve mais avanços: começaram a se tocar por baixo da roupa. Logo os dois se masturbavam um ao outro. Cecília se deixava beijar os peitos enquanto Nico enfiava os dedos entre os pelinhos púbicos da sua virilha molhada.
Não demorou muito até que estreassem. Os dois eram virgens e tiveram a noite mais linda de suas vidas. É verdade que dessa vez a Cecília não gozou, principalmente por causa da inexperiência do Nico, mas logo foram melhorando e tanto ele quanto ela tiveram muitos orgasmos juntos.
Como era de se esperar, a vida seguiu seu rumo. Os dois se formaram: ele engenheiro e ela bióloga. Quando completaram 24 anos, já estavam casados e morando juntos. O sexo continuava bom; já tinham incorporado o sexo oral há muito tempo. Como presente de casamento, Nico pediu a Cecilia a bunda.
Cecília aceitou, já que se consideravam um casal moderno. Ela até ficou bem curiosa quando ele propôs a ideia. Embora tenha gostado, também não virou uma viciada no assunto e, depois de praticar algumas vezes, ficou como uma parada que quase nunca repetiam.
A próxima parada no sexo —já que o resto da relação tava voando— foi que a Cecília parou de tomar anticoncepcional. Não porque quisessem ter filhos (algo que já tinham descartado fazia tempo, já que preferiam dedicar a vida às carreiras e aos próprios prazeres), mas porque ela sentia que não tava fazendo bem pra ela.
O Nico hesitou em fazer vasectomia, mas deu um pouco de medo e ele optou pela camisinha, que nunca tinha usado antes. No geral, como ele não era lá muito dotado, elas ficavam meio desconfortáveis… pra não dizer folgadas.
Assim passou o tempo até que completaram trinta anos. Continuavam sendo um casal bonito: passavam muito tempo juntos, conversavam, viajavam e tinham amigos em comum. No entanto, o interesse sexual da Cecília começou a cair.
No começo, de fazer quase todo dia passaram pra só umas duas vezes por semana. Depois, com sorte, a cada duas semanas, e finalmente, se tivessem sorte, faziam uma vez por mês. As desculpas eram variadas: cansaço, falta de vontade, falta de tempo… até que ele acabou confessando que o sexo já não chamava mais a atenção dele como antes.
Nico, no começo, ficou na dúvida. Investigou e checou tudo o que lhe veio à cabeça, mas ela tava limpa. Não tinha amantes nem nada estranho.
Ele, ao contrário, sentia que o desejo dele só aumentava. Começou a se masturbar e a ver pornografia, algo que antes ele mal conhecia. No começo era uma punheta de vez em quando, mas logo virou algo diário.
Quando a Cecilia ia dormir, ele passava horas se masturbando na frente do computador. Começou com pornô clássico: casais héteros, boquetes profundos e fodas intensas. Depois foi para cenas mais hardcore, e sem perceber começou a explorar categorias que nunca tinha imaginado: corno (cuckold), hotwife, bull, gangbang, creampie, e finalmente travestis e shemales.
Ela começou a pensar nisso: nunca tinham estado com mais ninguém. Foram o primeiro um do outro em tudo. Cecilia nunca tinha visto outra pica e ele nunca tinha visto outra buceta. Talvez ela só estivesse entediada. Talvez ele já não fosse suficiente pra ela.
Queria ver a Cecilia gozar de novo como quando eram jovens, com aquela intensidade e entrega que tinham no começo. Mas nas poucas vezes que transavam agora, tudo era rápido, mecânico e sem paixão.
Enquanto isso, quanto mais pornô ele via, mais excitado ficava imaginando a Cecília no lugar das atrizes. Começou fantasiando que ela era comida por caras com paus grandes e grossos, que a faziam gritar de prazer. Aos poucos, a fantasia foi ficando mais específica e pesada: ele ficava cada vez mais excitado com a ideia de outro homem comendo a Cecília enquanto ele assistia, sentado numa cadeira, sem poder fazer nada além de bater uma. A imagem da mulher dele sendo macetada por outro macho, gemendo como já não fazia mais com ele, deixava ele incrivelmente duro.
Essa fantasia acompanhou ele por quase um ano. Ele roubava as calcinhas usadas da Cecília, ainda molhadas e com o cheiro dela, e batia uma punheta com elas enroladas na mão enquanto pensava na mulher dele, já quase inalcançável pra ele.
Na cabeça dele, a cena se repetia sem parar: ele fantasiava em propor um menage, imaginando outro cara tirando a roupa dela, tocando ela e metendo na frente dele. Quanto mais ele se masturbava com essa ideia, mais real ficava a vontade de ver ela de pernas abertas, gemendo e gozando com uma pica que não fosse a dele.
Finalmente, depois de quase um ano matutando a ideia, Nico criou coragem e falou com a Cecília.
Primeiro, ele expôs pra ela como tava sofrendo com a falta de sexo. Confessou que se masturbava todo dia, às vezes por horas, porque já não aguentava mais a pouca intimidade que tinham. Sem ainda contar a fantasia de cuck, sugeriu que um ménage podia ser um jeito de reacender a chama: aquela mistura de algo novo com a excitação do ciúme.
Cecília ouviu ele com atenção. Levou uns dias pra pensar. No fim, entendeu o peso que o Nico carregava e, mesmo com dúvidas, disse que podia considerar a ideia… mas que não curtia mulher nenhuma e que com outro homem se sentiria muito intimidada e exposta.
Foi aí que o Nico teve a solução perfeita:
— E se em vez de um homem… fosse um travesti?
Nico focou toda a atenção em encontrar a candidata perfeita. Depois de várias semanas procurando, encontrou Camila: uma travesti alta, de curvas generosas e um rostinho lindo. Trabalhava num apartamento lindo no centro e, além de ser muito gostosa, parecia inteligente e segura de si. Militava pelos direitos trans e passava uma confiança que o excitava ainda mais.
No dia do encontro, o Nico já tinha deixado claro que eles queriam um ménage. Os três se encontraram no apê da Camila. Mal chegaram, ela fez umas perguntas pra Cecília: se era a primeira vez dela, como ela tava se sentindo, etc. Depois, com um sorriso sedutor, sugeriu que os três se beijassem.
As bocas se misturaram num beijo desajeitado, mas cheio de tensão sexual. Enquanto as línguas se enroscavam, Cecília desceu a mão curiosa e descobriu a piroca da Camila por baixo da minissaia.
Ela se surpreendeu ao sentir. Era a primeira piroca que tocava depois de mais de quinze anos vendo só a do marido… e era visivelmente maior. Grossa, pesada e já meio dura. Sabia que os homens sempre brincavam que alguns eram “mais dotados”, mas nunca imaginou que a diferença pudesse ser tão evidente.
Camila percebeu a surpresa dela e sorriu com malícia. Sem dizer uma palavra, puxou a tanga para o lado e deixou o pau grosso e cheio de veias completamente livre, balançando pesado na frente do rosto da Cecília.
— Quer experimentar ela? — perguntou com voz suave, mas firme.
Cecília hesitou só um segundo. Nico, excitado como nunca, beijava o pescoço dela e ajudava a despir enquanto Camila guiava suavemente a cabeça da esposa pro seu pau.
Nico sentiu que nunca tinha estado tão excitado na vida. O coração dele batia forte e ele teve que se afastar uns passos pra não gozar naquela hora.
A única coisa que ele conseguiu fazer foi baixar as calças, tirar o pau pra fora e começar a se tocar devagar enquanto olhava o espetáculo que tinha na frente.
Cecília estava ajoelhada na frente da Camila, com os olhos semicerrados e a boca cheia. Chupava a rola dela com uma dedicação que o Nico nunca tinha visto nela. Lamia o tronco grosso de cima a baixo, passava a língua pela cabeça inchada, depois admirava e beijava com uma certa reverência antes de enfiar o mais fundo que conseguia, mesmo que mal alcançasse a metade.
Enquanto isso, Camila, com uma mão apoiada na cabeça de Cecilia, procurava uma camisinha na gaveta do criado-mudo sem parar de gemer baixinho.
Camila colocou um dedo na testa da Cecilia e foi afastando ela devagar da sua rola.
Ele demorou pra cobrir o pau grosso dele com a camisinha, olhando pra ela com tesão. Aí perguntou com a voz baixa e rouca:
—Tá pronta, gostosa?
Cecília não disse nada. Simplesmente se deixou cair de costas na cama, com as pernas ligeiramente abertas. Olhou para Nico com uma mistura de nervosismo e tesão.
Nico sentiu uma onda de vergonha ao ver o próprio pauzinho tão duro e pequeno comparado com o que estava prestes a rolar. Pra ele, a Cecilia ainda era "a namorada dele", como nos tempos de escola. Ele tirou a mão da rolinha e concordou em silêncio.
Mas isso já era algo entre elas duas. Camila, com a camisinha colocada, se posicionou entre as pernas de Cecilia e passou dois dedos pela sua buceta, abrindo-a suavemente.
Tá bem molhadinha, gostosa" — ele disse com um sorriso satisfeito —. "Aqui não vai precisar de lubrificante.
Camila se posicionou entre as pernas abertas de Cecília e esfregou a cabeça grossa do pau enfiado contra a buceta peluda dela. Cecília era ruiva natural, e sua vulva estava coberta por um lindo e espesso pelo avermelhado que brilhava de umidade.
Ela pressionou lentamente para frente. Cecilia soltou um gemido abafado ao sentir a cabeça grossa abrindo ela aos poucos, separando os lábios inchados e avermelhados. Centímetro por centímetro, a piroca de Camila afundava nela, esticando de um jeito que nunca tinha experimentado com Nico.
—Ahh… ahhh… ai… assim… assim… —sussurrou Cecília, arqueando as costas.
Quando a Camila entrou completamente, até o fundo, começou a foder ela com movimentos firmes e profundos. Não era brusca, mas sim constante e decidida. Cada estocada fazia os peitos brancos e sardentos dela balançarem e a Cecilia gemer mais alto.
Em poucos minutos, Cecilia já não conseguia se segurar. As pernas dela começaram a tremer forte, as mãos se agarraram aos lençóis e, de repente, ela gozou intensamente. O corpo inteiro se sacudiu com espasmos fortes enquanto ela gemia sem vergonha, apertando a pica da Camila com a buceta peluda e molhada.
Camila sorriu satisfeita e continuou se movendo mais devagar, prolongando o orgasmo da Cecilia.
—A ruiva acabou rápido… —disse com um tom debochado e divertido.
Aí ela olhou pro lado e viu o Nico ainda de pé, com a mão em volta do pau mole e porra escorrendo entre os dedos. Uma gota grossa caía no chão.
—E você também, pelo visto —completou Camila com um sorriso safado—. A única que não gozou fui eu, e tô com um tesão da porra.
Camila começou a andar de joelhos sobre o corpo da Cecilia, subindo pelo torso dela enquanto tirava a calcinha com uma mão. A piroca grossa e ainda dura dela ficou livre, brilhando e balançando em cima da cara da Cecilia.
Mas se tinha uma coisa que o Nico sabia e a Camila não, era que a Cecília ficava muito sensível depois do orgasmo. Demorava pra voltar a si e costumava ficar toda melada. Mal conseguiu falar com a voz fraca:
—Não… eu não aguento mais…
Então o Nico se aproximou timidamente da cama. Com a voz embargada e o rosto vermelho de vergonha, ele murmurou:
—Eu… eu te ajudo se quiser…
Camila olhou pra ele com surpresa e um sorriso safado. Sem dizer nada, sentou do lado da Cecília, se escorando na cabeceira da cama de pernas abertas e fez um sinal com a mão pra ele chegar mais perto.
Nico se ajoelhou entre as pernas dela. A pica da Camila estava bem na cara dele: grossa, cheia de veias, ainda meio dura e com um cheiro forte de látex e sexo. Ele hesitou só um segundo antes de abrir a boca e enfiar a cabeça inchada entre os lábios.
No começo foi desajeitado, só chupava a ponta com movimentos inseguros. Mas logo foi se animando. Começou a lamber o tronco de baixo pra cima, passando a língua pelas veias marcadas, e depois enfiou mais pra dentro, tentando engolir tudo que dava. A pica da Camila enchia a boca dela de um jeito quase perfeito.
Camila soltou um gemido baixinho e colocou a mão na cabeça de Nico, guiando ele com suavidade.
—Assim… chupa bem —murmurou—. Olha como você tá comendo a pica que acabou de foder sua mulher…
Nico sentiu uma mistura de humilhação e tesão brutal enquanto continuava chupando com mais dedicação, movendo a cabeça pra cima e pra baixo e sugando com força.
Cecília era muito mente aberta e tinha pouquíssimos preconceitos, mas custava a sair do espanto ao ver o marido completamente perdido no boquete que estava dando numa travesti.
Amanhã continua... comentem...
As imagens são apenas descritivas.




Eu recebi ele de moletom, deixei ele baixar minha calça, sentei no sofá e ele começou a me contar a história dele.
Nico e Cecilia, uma ruiva baixinha, bunduda e de peitos super branquinhos, se conheceram no colégio. Os dois eram meio tímidos e bem nerds, e se apaixonaram quase na hora. No segundo ano já estavam namorando. Naquela época, só rolava beijo, amasso, umas apalpadas por cima da roupa, mas nada além disso.
Mas o casal não se baseava só no tesão. Os dois eram muito curiosos, compartilhavam leituras, curtiam música clássica, iam juntos a recitais e ao teatro, e viam muito cinema cult: desde Almodóvar até Bergman ou Cronenberg.
Chegados aos quinze, houve mais avanços: começaram a se tocar por baixo da roupa. Logo os dois se masturbavam um ao outro. Cecília se deixava beijar os peitos enquanto Nico enfiava os dedos entre os pelinhos púbicos da sua virilha molhada.
Não demorou muito até que estreassem. Os dois eram virgens e tiveram a noite mais linda de suas vidas. É verdade que dessa vez a Cecília não gozou, principalmente por causa da inexperiência do Nico, mas logo foram melhorando e tanto ele quanto ela tiveram muitos orgasmos juntos.
Como era de se esperar, a vida seguiu seu rumo. Os dois se formaram: ele engenheiro e ela bióloga. Quando completaram 24 anos, já estavam casados e morando juntos. O sexo continuava bom; já tinham incorporado o sexo oral há muito tempo. Como presente de casamento, Nico pediu a Cecilia a bunda.
Cecília aceitou, já que se consideravam um casal moderno. Ela até ficou bem curiosa quando ele propôs a ideia. Embora tenha gostado, também não virou uma viciada no assunto e, depois de praticar algumas vezes, ficou como uma parada que quase nunca repetiam.
A próxima parada no sexo —já que o resto da relação tava voando— foi que a Cecília parou de tomar anticoncepcional. Não porque quisessem ter filhos (algo que já tinham descartado fazia tempo, já que preferiam dedicar a vida às carreiras e aos próprios prazeres), mas porque ela sentia que não tava fazendo bem pra ela.
O Nico hesitou em fazer vasectomia, mas deu um pouco de medo e ele optou pela camisinha, que nunca tinha usado antes. No geral, como ele não era lá muito dotado, elas ficavam meio desconfortáveis… pra não dizer folgadas.
Assim passou o tempo até que completaram trinta anos. Continuavam sendo um casal bonito: passavam muito tempo juntos, conversavam, viajavam e tinham amigos em comum. No entanto, o interesse sexual da Cecília começou a cair.
No começo, de fazer quase todo dia passaram pra só umas duas vezes por semana. Depois, com sorte, a cada duas semanas, e finalmente, se tivessem sorte, faziam uma vez por mês. As desculpas eram variadas: cansaço, falta de vontade, falta de tempo… até que ele acabou confessando que o sexo já não chamava mais a atenção dele como antes.
Nico, no começo, ficou na dúvida. Investigou e checou tudo o que lhe veio à cabeça, mas ela tava limpa. Não tinha amantes nem nada estranho.
Ele, ao contrário, sentia que o desejo dele só aumentava. Começou a se masturbar e a ver pornografia, algo que antes ele mal conhecia. No começo era uma punheta de vez em quando, mas logo virou algo diário.
Quando a Cecilia ia dormir, ele passava horas se masturbando na frente do computador. Começou com pornô clássico: casais héteros, boquetes profundos e fodas intensas. Depois foi para cenas mais hardcore, e sem perceber começou a explorar categorias que nunca tinha imaginado: corno (cuckold), hotwife, bull, gangbang, creampie, e finalmente travestis e shemales.
Ela começou a pensar nisso: nunca tinham estado com mais ninguém. Foram o primeiro um do outro em tudo. Cecilia nunca tinha visto outra pica e ele nunca tinha visto outra buceta. Talvez ela só estivesse entediada. Talvez ele já não fosse suficiente pra ela.
Queria ver a Cecilia gozar de novo como quando eram jovens, com aquela intensidade e entrega que tinham no começo. Mas nas poucas vezes que transavam agora, tudo era rápido, mecânico e sem paixão.
Enquanto isso, quanto mais pornô ele via, mais excitado ficava imaginando a Cecília no lugar das atrizes. Começou fantasiando que ela era comida por caras com paus grandes e grossos, que a faziam gritar de prazer. Aos poucos, a fantasia foi ficando mais específica e pesada: ele ficava cada vez mais excitado com a ideia de outro homem comendo a Cecília enquanto ele assistia, sentado numa cadeira, sem poder fazer nada além de bater uma. A imagem da mulher dele sendo macetada por outro macho, gemendo como já não fazia mais com ele, deixava ele incrivelmente duro.
Essa fantasia acompanhou ele por quase um ano. Ele roubava as calcinhas usadas da Cecília, ainda molhadas e com o cheiro dela, e batia uma punheta com elas enroladas na mão enquanto pensava na mulher dele, já quase inalcançável pra ele.
Na cabeça dele, a cena se repetia sem parar: ele fantasiava em propor um menage, imaginando outro cara tirando a roupa dela, tocando ela e metendo na frente dele. Quanto mais ele se masturbava com essa ideia, mais real ficava a vontade de ver ela de pernas abertas, gemendo e gozando com uma pica que não fosse a dele.
Finalmente, depois de quase um ano matutando a ideia, Nico criou coragem e falou com a Cecília.
Primeiro, ele expôs pra ela como tava sofrendo com a falta de sexo. Confessou que se masturbava todo dia, às vezes por horas, porque já não aguentava mais a pouca intimidade que tinham. Sem ainda contar a fantasia de cuck, sugeriu que um ménage podia ser um jeito de reacender a chama: aquela mistura de algo novo com a excitação do ciúme.
Cecília ouviu ele com atenção. Levou uns dias pra pensar. No fim, entendeu o peso que o Nico carregava e, mesmo com dúvidas, disse que podia considerar a ideia… mas que não curtia mulher nenhuma e que com outro homem se sentiria muito intimidada e exposta.
Foi aí que o Nico teve a solução perfeita:
— E se em vez de um homem… fosse um travesti?
Nico focou toda a atenção em encontrar a candidata perfeita. Depois de várias semanas procurando, encontrou Camila: uma travesti alta, de curvas generosas e um rostinho lindo. Trabalhava num apartamento lindo no centro e, além de ser muito gostosa, parecia inteligente e segura de si. Militava pelos direitos trans e passava uma confiança que o excitava ainda mais.
No dia do encontro, o Nico já tinha deixado claro que eles queriam um ménage. Os três se encontraram no apê da Camila. Mal chegaram, ela fez umas perguntas pra Cecília: se era a primeira vez dela, como ela tava se sentindo, etc. Depois, com um sorriso sedutor, sugeriu que os três se beijassem.
As bocas se misturaram num beijo desajeitado, mas cheio de tensão sexual. Enquanto as línguas se enroscavam, Cecília desceu a mão curiosa e descobriu a piroca da Camila por baixo da minissaia.
Ela se surpreendeu ao sentir. Era a primeira piroca que tocava depois de mais de quinze anos vendo só a do marido… e era visivelmente maior. Grossa, pesada e já meio dura. Sabia que os homens sempre brincavam que alguns eram “mais dotados”, mas nunca imaginou que a diferença pudesse ser tão evidente.
Camila percebeu a surpresa dela e sorriu com malícia. Sem dizer uma palavra, puxou a tanga para o lado e deixou o pau grosso e cheio de veias completamente livre, balançando pesado na frente do rosto da Cecília.
— Quer experimentar ela? — perguntou com voz suave, mas firme.
Cecília hesitou só um segundo. Nico, excitado como nunca, beijava o pescoço dela e ajudava a despir enquanto Camila guiava suavemente a cabeça da esposa pro seu pau.
Nico sentiu que nunca tinha estado tão excitado na vida. O coração dele batia forte e ele teve que se afastar uns passos pra não gozar naquela hora.
A única coisa que ele conseguiu fazer foi baixar as calças, tirar o pau pra fora e começar a se tocar devagar enquanto olhava o espetáculo que tinha na frente.
Cecília estava ajoelhada na frente da Camila, com os olhos semicerrados e a boca cheia. Chupava a rola dela com uma dedicação que o Nico nunca tinha visto nela. Lamia o tronco grosso de cima a baixo, passava a língua pela cabeça inchada, depois admirava e beijava com uma certa reverência antes de enfiar o mais fundo que conseguia, mesmo que mal alcançasse a metade.
Enquanto isso, Camila, com uma mão apoiada na cabeça de Cecilia, procurava uma camisinha na gaveta do criado-mudo sem parar de gemer baixinho.
Camila colocou um dedo na testa da Cecilia e foi afastando ela devagar da sua rola.
Ele demorou pra cobrir o pau grosso dele com a camisinha, olhando pra ela com tesão. Aí perguntou com a voz baixa e rouca:
—Tá pronta, gostosa?
Cecília não disse nada. Simplesmente se deixou cair de costas na cama, com as pernas ligeiramente abertas. Olhou para Nico com uma mistura de nervosismo e tesão.
Nico sentiu uma onda de vergonha ao ver o próprio pauzinho tão duro e pequeno comparado com o que estava prestes a rolar. Pra ele, a Cecilia ainda era "a namorada dele", como nos tempos de escola. Ele tirou a mão da rolinha e concordou em silêncio.
Mas isso já era algo entre elas duas. Camila, com a camisinha colocada, se posicionou entre as pernas de Cecilia e passou dois dedos pela sua buceta, abrindo-a suavemente.
Tá bem molhadinha, gostosa" — ele disse com um sorriso satisfeito —. "Aqui não vai precisar de lubrificante.
Camila se posicionou entre as pernas abertas de Cecília e esfregou a cabeça grossa do pau enfiado contra a buceta peluda dela. Cecília era ruiva natural, e sua vulva estava coberta por um lindo e espesso pelo avermelhado que brilhava de umidade.
Ela pressionou lentamente para frente. Cecilia soltou um gemido abafado ao sentir a cabeça grossa abrindo ela aos poucos, separando os lábios inchados e avermelhados. Centímetro por centímetro, a piroca de Camila afundava nela, esticando de um jeito que nunca tinha experimentado com Nico.
—Ahh… ahhh… ai… assim… assim… —sussurrou Cecília, arqueando as costas.
Quando a Camila entrou completamente, até o fundo, começou a foder ela com movimentos firmes e profundos. Não era brusca, mas sim constante e decidida. Cada estocada fazia os peitos brancos e sardentos dela balançarem e a Cecilia gemer mais alto.
Em poucos minutos, Cecilia já não conseguia se segurar. As pernas dela começaram a tremer forte, as mãos se agarraram aos lençóis e, de repente, ela gozou intensamente. O corpo inteiro se sacudiu com espasmos fortes enquanto ela gemia sem vergonha, apertando a pica da Camila com a buceta peluda e molhada.
Camila sorriu satisfeita e continuou se movendo mais devagar, prolongando o orgasmo da Cecilia.
—A ruiva acabou rápido… —disse com um tom debochado e divertido.
Aí ela olhou pro lado e viu o Nico ainda de pé, com a mão em volta do pau mole e porra escorrendo entre os dedos. Uma gota grossa caía no chão.
—E você também, pelo visto —completou Camila com um sorriso safado—. A única que não gozou fui eu, e tô com um tesão da porra.
Camila começou a andar de joelhos sobre o corpo da Cecilia, subindo pelo torso dela enquanto tirava a calcinha com uma mão. A piroca grossa e ainda dura dela ficou livre, brilhando e balançando em cima da cara da Cecilia.
Mas se tinha uma coisa que o Nico sabia e a Camila não, era que a Cecília ficava muito sensível depois do orgasmo. Demorava pra voltar a si e costumava ficar toda melada. Mal conseguiu falar com a voz fraca:
—Não… eu não aguento mais…
Então o Nico se aproximou timidamente da cama. Com a voz embargada e o rosto vermelho de vergonha, ele murmurou:
—Eu… eu te ajudo se quiser…
Camila olhou pra ele com surpresa e um sorriso safado. Sem dizer nada, sentou do lado da Cecília, se escorando na cabeceira da cama de pernas abertas e fez um sinal com a mão pra ele chegar mais perto.
Nico se ajoelhou entre as pernas dela. A pica da Camila estava bem na cara dele: grossa, cheia de veias, ainda meio dura e com um cheiro forte de látex e sexo. Ele hesitou só um segundo antes de abrir a boca e enfiar a cabeça inchada entre os lábios.
No começo foi desajeitado, só chupava a ponta com movimentos inseguros. Mas logo foi se animando. Começou a lamber o tronco de baixo pra cima, passando a língua pelas veias marcadas, e depois enfiou mais pra dentro, tentando engolir tudo que dava. A pica da Camila enchia a boca dela de um jeito quase perfeito.
Camila soltou um gemido baixinho e colocou a mão na cabeça de Nico, guiando ele com suavidade.
—Assim… chupa bem —murmurou—. Olha como você tá comendo a pica que acabou de foder sua mulher…
Nico sentiu uma mistura de humilhação e tesão brutal enquanto continuava chupando com mais dedicação, movendo a cabeça pra cima e pra baixo e sugando com força.
Cecília era muito mente aberta e tinha pouquíssimos preconceitos, mas custava a sair do espanto ao ver o marido completamente perdido no boquete que estava dando numa travesti.
Amanhã continua... comentem...
As imagens são apenas descritivas.




2 comentários - Cecília 1: Buceta Gostosa