
Esta é minha história mais recente. Meu nome é Lourdes, acabei de fazer 40 anos, sou casada e tenho um filho único de 8 anos. Isso aconteceu durante minhas últimas férias numa praia de Miami… Fui viajar com meu marido Pablo e meu filho Valentin. Visitamos uma das praias mais icônicas de Miami, cheia de turistas estrangeiros e alguns nacionais. Naquele dia, estava um calor do caralho.Um dos dias em que fui pegar sol na piscina do hotel The March, que ficava dentro do próprio hotel, encontrei um amigo de Miami e combinamos de ir à praia conhecer um pouco. No domingo, com meu marido Pablo e meu filho Valentin, fomos comer num restaurante daquela parte de Miami. Tava lotado, porque era um dos mais famosos do lugar. Então paramos pra comer algo e depois voltar pra piscina do hotel, porque o calor tava me matando.
Tava com meu marido Pablo e meu filho Valentin na mesa, esperando pra pedir a comida. Daí, chegaram uns amigos nossos que moravam perto do restaurante. Combinamos de sentar na mesma mesa pra comer juntos e botar o papo em dia. Depois de comer, conversar e dar umas risadas, eles foram embora. Eu levantei da nossa mesa pra pegar umas sobremesas pro meu filho Valentin, que tava enchendo o saco pedindo doce.
Percebi também que na mesa ao lado tinha um negão, elegante no jeito de se vestir, com uma personalidade tranquila, não muito alto, cabelo curto e óculos escuros. Eu sentia que ele tava me observando desde que a gente entrou no restaurante. Era um negão muito gostoso, literalmente daqueles filmes adultos que são meus favoritos. Levantei e comecei a andar em direção à mesa das sobremesas, passando perto do negão, rebolando bem sexy pra ver a reação dele. Quando me virei, vi que aquele homem de cor não tirava os olhos de mim. Pelo menos era o que eu achava. O Negrote tava usando um óculos preto.
Ao chegar na mesa, me servi de uns docinhos pro filho da puta do meu filho Valentin e também levei pro meu marido Pablo e voltei pra nossa mesa, e também notei que ele tava me observando. Sou muito boa em escutar conversas alheias, vi que ele já tava há um tempão sozinho na mesa dele, então deduzi que não tinha companhia. Consegui ouvir que um garçom chegou perto e perguntou "whats your name?", e eu pensei "Uff, gringo e gostoso". Tom, ele respondeu. Perfeito, pensei, agora já sei que ele fala inglês e já tenho o nome dele. De repente, ele se levantou da mesa, e eu comecei a ficar nervosa que nem uma idiota e nem tava dando bola pro que meu marido Pablo tava me falando, e quando vi que ele levantou e começou a andar na nossa direção, já tava imaginando que o negão vinha pra nossa mesa fazer amizade, já que eu também tava olhando pra ele, mas não. Ele deixou dinheiro da conta dele na mesa e saiu andando do nosso lado, indo em direção à porta de entrada, indo embora do restaurante.
Ao chegar no hotel depois daquela tarde desconfortável que passei imaginando que aquele negão ia me cumprimentar pra gente se conhecer, me troquei e falei pro meu marido Pablo que ia dar uma volta na piscina do hotel. Quando cheguei na piscina pra me refrescar do calor infernal que tava fazendo, não esperava ter aquela surpresa de ver o negão Tom — acho que era esse o nome dele. Ele estava lá longe, na minha frente, do lado de fora da piscina, deitado numa espreguiçadeira tomando sol com duas taças de Margarita na mão. E eu olhava ele de dentro da piscina, não tirava os olhos dele, não parava de pensar e de viajar nas cenas que fantasiava daqueles filmes adultos onde um negro seduz e come uma mulher branca e magra, de corpo bonito igual o meu, fazendo de tudo com ela. Já tava ficando excitada sozinha na piscina, comecei a apertar minha buceta debaixo d'água imaginando as coisas que aquele negão podia fazer comigo a sós. Daí a pouco, vi o negão tirando o roupão e deixando na espreguiçadeira pra dar um mergulho na piscina onde eu tava, mais excitada do que nunca. E eu já me sentia muito, muito protagonista. Ficava pensando: essa é a minha hora, na minha cabeça.
Ao ver que o Negão Tom se jogou na água e, ao sair da piscina, foi direto pra onde eu tava tomando sol na espreguiçadeira, eu comecei a nadar até a escada pra sair da piscina. Já fora d'água, toda molhada no meu micro biquíni, me senti muito sensual enquanto comecei a andar de um jeito provocante, rebolando a cintura com a fio dental bem enfiada na minha bunda molhada. Passei na frente do Negão Tom, que tava deitado na espreguiçadeira, e me sentei bem perto dele. Peguei uma toalha que tava na espreguiçadeira onde tinha deixado minhas coisas numa mesinha que as duas espreguiçadeiras compartilhavam. E comecei a passar bronzeador sozinha, como se esperasse alguém me ajudar a passar. Deitei de bruços, empinando a bunda na espreguiçadeira, com o Negão do meu lado. Quando virei a cabeça pra onde ele tava, percebi que ele já tinha me visto — e sim! Já fazia um tempão que ele tava me olhando. Ele chamou o garçom e pediu mais duas Margaritas, e se aproximou da minha espreguiçadeira. Me olhou e perguntou em espanhol: "Essa espreguiçadeira tá livre?" "Sim!", respondi. Aí ele se acomodou na espreguiçadeira do meu lado, bem na hora que o garçom chegou com as bebidas que ele tinha pedido. E eu comecei a bolá um plano improvisado — já tava em andamento, não dava pra voltar atrás. O Negão Tom colocou as bebidas no chão, mas, honestamente, nem reparei o que era porque eu tinha ocupado a mesa com minha bolsa e a garrafa de bronzeador. Os minutos passaram e o silêncio tomou conta. Chamei o garçom, pedi o cardápio de drinks e pedi um mojito (com esse drink sempre consigo que alguém puxe papo comigo, especialmente se são negões gostosos). Quando vi os dois copos de Margarita do Tom no chão, tirei minhas coisas da mesa e falei: "Let me share this table with you." "Obrigado", disse Tom. "Ah, você fala espanhol?", perguntei. "Pouquinho", ele respondeu. Fiquei quieta e continuei fingindo que tava passando bronzeador. Passaram uns minutos, ele, que tava deitado na espreguiçadeira, sentou e me disse: "How was your... mojito? Muito tasty!, respondi. A gente riu junto e assim começou uma conversa misturada entre inglês, espanhol, risadas e flerte, e mais flerte, que eu só esperava transformar em "foda". E seguimos, ele me contou que era professor, aí eu pensei comigo mesma "aff, eu podia ser sua aluna" e já tava me imaginando fazendo safadezas pra não entregar os trabalhos ou não fazer as provas, e fazer tudo que ele pedisse pra passar na matéria dele. Aí ele tava me contando que morava nos Estados Unidos, numa cidade super multicultural, mas que tinha raízes africanas. Minha mente não parava de fantasiar cenas quentes e fogosas de vídeo interracial, onde um homem igual a ele carregava uma mulher branca pequenininha como eu e levava ela nos ombros, jogando ela numa cama. Eu tava vivendo minha fantasia mais sensual e erótica, sendo comida brutalmente por um preto dotado. Ele me fazia perguntas sobre minha vida pessoal. Já sei que os estrangeiros às vezes são meio mentirosos, falam que têm uma profissão e no fim são outra coisa.
Foi assim que aconteceu comigo com um dono de um hotel em Tulum, México, que acabou sendo um empresário espanhol. Foi uma coisa que descobri sozinha ao pesquisar no Google, porque perdi contato com ele por problemas familiares — tinham chegado rumores ao meu marido Pablo de que ele era um dos meus amantes quando eu ia de férias para o México sozinha, o que era verdade, mas eu negava até a morte pra não acabar com nosso casamento por causa de uma aventura que a gente faz quando está sozinha viajando. Do jeito que eu sou quando estou sozinha, uma puta cadelona e experiente, já sabe como é. "Só uma aventura, só isso", pensei. Aos poucos, nossa conversa ficou reflexiva sobre a vida, o prazer, as aventuras. Eu ouvia ele, ria e observava. "Será que tem grana? Será que é gostoso? O que ele faz num hotel tão luxuoso assim?" Só vi a mão dele e ele tinha um anel no dedo mindinho com um gravado. É casado? Ou é solteiro num pacto de castidade? Não conseguia ler as letras do anel dele e me aproximei um pouco mais pra ver de perto. "Cartier" — ele usava um anel Cartier que claramente parecia autêntico. É milionário? Check. Eu tinha me perdido na conversa que estávamos tendo porque minha mente dizia: "O negão Tom é um milionário, estrangeiro e é um homem atraente", eu pensava comigo mesma. Ele olhou pro celular e me disse em espanhol: "Tenho coisas pra fazer às 18h, então vou indo." A gente tinha passado a tarde inteira na piscina do hotel, tomando sol, vendo o mar de Miami e dividindo uns drinks, além de conversar sobre nossa vida. Quando chegou a hora que ele disse que ia embora, o negão se levantou, e eu também me levantei pra me despedir dele, e ele me disse: "You have a new friend." Ele me abraçou forte, pegando nas minhas nádegas, e ficamos apertados, com meus peitos redondinhos que já estavam com os mamilos duros de tesão só de ver ele e imaginar como seria o pau dele, que estava encostado no corpo dele, e eu sentir. uma coisa enorme e dura na minha barriguinha, "Você é gostoso e lindo, não vai não" falei no ouvido dele. "Sério? Vem pra cá" Ele pegou na minha mão, eu ao mesmo tempo peguei minha bolsa e minha toalha de praia e fomos andando enquanto ele dava tapas na minha bunda, eu só queria chegar logo no quarto dele com medo de que meu marido Pablo me visse junto com um negão que estava me levando pela mão até o quarto dele.
Ainda bem que não tava perto do quarto onde eu tava com minha família. Quando entrei no quarto dele, ele não perdeu nem um segundo pra começar a apalpar minha bunda, abrindo minhas nádegas com as duas mãos. A gente começou a se beijar com tudo, e nem tinha fechado a porta do quarto ainda. Exatamente como eu tinha imaginado a tarde inteira, minhas fantasias já tavam se realizando, igualzinho aos filmes adultos que eu via, interracial proibido, quente, excitante e molhada — do jeito que eu já tava naquele momento.

Ele me levantou pela bunda no ombro dele enquanto dava tapas na minha raba, me levando até um sofá. Me deitou enquanto ele tirava o short, e um pau monstruoso balançava entre as pernas dele, se aproximando de mim. Fiquei chocada ao ver aquela piroca preta enorme, faltava mão pra segurar de tão grande que era. Comecei a chupar, não cabia na minha boca, e aí o negão me pegou pelos cabelos pra eu ficar de joelhos na frente dele. Continuei chupando e passando a língua por todo aquele pauzão grosso e enorme que ele tinha. Ficamos assim por um tempão, eu tentando enfiar aquele pau na minha boquinha, me engasgando com o tamanho, enquanto ele me segurava pelos cabelos e me empurrava contra ele. Naquele momento, ele me levantou de novo no ombro e me levou pro quarto dele, me jogou na cama, e o negão se deitou.
E aí me ajoelhei no chão sem perder mais tempo. Ele desabotoou o sutiã do meu biquíni vermelho paixão, que combinava perfeitamente com o esmalte das minhas unhas vermelho puta. E eu tava chupando a maior, mais gorda, grossa e incrível rola da minha vida, tanto na vida real quanto nos filmes que eu via. Uma rola dura, forte, grande. Abri minha boquinha o máximo que podia e entrei no modo chupadeira na hora. Entre a excitação e o medo de ser pega pelo meu marido Pablo transando com um preto nas costas dele, bem nas férias, no mesmo hotel onde a gente também tava hospedado, mas o maior e mais gostoso medo era como eu ia sair daquele quarto, e também me dava medo pensar que aquela rola não ia caber na minha bucetinha branquinha e apertada, e muito menos no meu cuzinho minúsculo, já tava me engasgando com a rola dele e tinha um sabor delicioso. De repente, ele sentou na cama, então eu me posicionei, ele começou a chupar meus peitos, mordendo meus bicos, enquanto me abria e apertava as nádegas.

e me levou até uma mesa que tinha lá no quarto dele. Sentei na mesa, ele abriu minhas pernas, o negão começou a chupar minha buceta, esfregando meu clitóris enquanto enfiava um dedo no meu cu. Comecei a gemer igual uma puta no cio, e com o pau dele começou a esfregar na minha buceta até conseguir me penetrar. Eu só soltei um grito de dor e prazer. Do lado direito tinha um espelho de corpo inteiro, e aquela imagem me marcou. Me ver, com o cabelo meio molhado da piscina,
Completamente nua já, com marcas de sol no meu corpo e me ver sendo penetrada por um negão de pau grosso me fez sentir como uma rainha das atrizes pornô, a mais desejada e possuída. O pau enorme dele entrava dentro de mim bem apertado, tão apertado que sentia que estava machucando minha buceta. Ele me metia rápido e mais rápido, enfiava e tirava aquele pau monstruoso que me dava prazer, eu apertava as costas dele com minhas unhas compridas, e continuava vendo no espelho como ele me comia, forte, muito forte, eu gritava e gritava, ele começou a tampar minha boca com a mão grande dele pra ninguém ouvir meus gemidos e gritos de prazer de uma puta sendo penetrada.
Não aguentava mais a foda que aquele preto dotado tava me dando, a umidade me enlouquecia, a sensação da penetração e a imagem do espelho me deixava hipnotizada, possuída e aos gritos, entre gritos de "me dá mais, mais" e gemidos de prazer. Ele dizia "baby, oh baby" e eu me sentia realizada. E ele acelerou os movimentos, colocou a mão no meu pescoço apertando com força. E começou a gozar todo o sêmen dele dentro da minha buceta dolorida, tirando o pau monstruoso cheio de porra que começou a escorrer pela minha xota caindo na mesa onde eu tava sentada de pernas abertas. Abracei ele, comecei a beijar como uma puta no cio e ao mesmo tempo sentia no peito dele o batimento forte do coração.

O Tom, o negão, me levantou pegando na minha bunda e me levou pra cama dele. A gente ficou um tempão conversando, enquanto ele me dedava com dois dedos grossos e compridos no meu cuzinho e chupava uma das minhas tetas, ele falava que eu tava deixando ele completamente louco com a minha bunda redondinha. E entre uma conversa e outra, pelados, eu em cima dele, ele mordia meus bicos e me roubava beijos. De repente, vi meu celular, eram 10 da noite. A gente tinha passado 4 horas de pura putaria, um estrangeiro completamente desconhecido tinha me comido de um jeito incrível e gostoso pra caralho. Tinha mensagens do meu marido Pablo, que tava me esperando pra jantar e também perguntando onde eu tinha me metido, que já era tarde demais e meu filho Valentin tava com fome e perguntando por mim.
Então falei pro meu negão Tom me deixar ir ao banheiro, comecei a me lavar enquanto ouço a porta do banheiro abrir, era o Tom. Ele começou a me apoiar por trás com aquela pica monstruosa dele dura de novo, eu dizia que já tínhamos terminado, que eu precisava ir porque meu marido Pablo estava me ligando. Ele não ligou pra nada do que eu tava falando e começou a esfregar a pica dele na racha da minha bunda, sussurrando no meu ouvido: "Você ainda não vai embora, não, até eu fazer dessa sua bunda uma puta.
O negão Tom com o pau na mão começou a empurrar na entrada do meu cu enquanto a gente conversava na cama, ele tava preparando minha buceta pra ser penetrada. Com um pouco de lubrificante que ele tinha no banheiro, começou a passar por todo o pauzão dele e também começou a me untar com os dedos no meu cu até conseguir enfiar a cabeça daquela piroca monstruosa na minha bunda.

Ele começou a me bombar por trás, já enfiando metade da rola enquanto me segurava pela cintura e me metia rápido, até conseguir entrar um pouco mais na minha buceta. Eu gritava pra ele parar, que tava me machucando, pedia por favor que parasse. Ele continuou me comendo igual um animal, destruindo minha buceta, até que deu um grito e encheu meu cu de porra. Quando ele tirou a rola, senti um alívio, mas a dor era absurda. Ele tinha deixado meu cu arrombado, bem aberto. O que eu ia falar pro meu marido Pablo quando a gente transasse, se o negão Tom tinha deixado meu cu todo escancarado? Me lavei de novo, troquei de roupa, peguei minhas coisas, dei um beijo de despedida no meu negão e saí do quarto dele, olhando pra todo lado pra garantir que meu marido Pablo não estivesse por perto, já que nosso quarto fica um andar acima do do Tom.

Enquanto esperava o elevador, não conseguia acreditar no que tinha tido coragem de fazer com meu marido Pablo e meu filho Valentin no mesmo hotel, escondido. Fui comida como uma puta por um negão de pau monstruoso e nunca mais vi nem soube do Tom. Não trocamos telefone, nem Instagram, e nunca vou saber se tudo que ele me disse era verdade ou invenção dele. Mas eu fui embora feliz, penetrada por um negão estrangeiro.




1 comentários - Infiel no hotel com negão dotado