Freak lo cuenta 1 (Mi cuñada ebria)

Bom dia, tarde ou noite. Este é o primeiro relato que inaugura uma série própria de minha autoria, onde fãs das minhas histórias compartilham suas próprias experiências, vivências, anedotas ou até fantasias para serem contadas com meu estilo característico. Sintam-se à vontade para participar de novas edições e aproveitem esta anedota de um fã.

Olá, MrFreak! Sou um daqueles fãs silenciosos que devora cada conto erótico que você posta. Leio eles uma e outra vez, fico doido imaginando as cenas, e sempre fantasiava em viver algo assim… mas nunca pensei que fosse acontecer de verdade. Até aquela noite.

Era o aniversário da minha namorada, uma festa de família na casa dela. Tudo normal: música baixa, primos, tios, bolo, brinde. Eu estava bebendo tranquilo quando a vi… a irmã mais nova da minha namorada.

Ela se chamava Vale. Morena intensa, pele cor de canela brilhando com o calor da festa, corpo curvilíneo no sentido mais gostoso possível: peitões grandes, pesados, que balançavam a cada passo desajeitado que ela dava, e uma bunda enorme, redonda, que marcava brutalmente contra a saia curta que ela usava. Era otaku até o talo, sempre com alguma camiseta de anime um pouco grande que mal segurava aqueles peitões enormes. Naquela noite, ela estava com uma dessas, e a camiseta tinha subido um pouco por causa do suor e da bebida, deixando ver a curva suave da barriguinha dela e a borda de um sutiã preto.

A festa avançava e ela tinha bebido mais do que devia. Parecia cansada, com as bochechas vermelhas, o cabelo preto e ondulado colado na testa e no pescoço. Ela cambaleava um pouco, apoiada na parede, rindo sozinha de algo que só ela entendia.

Minha namorada veio até mim com aquela cara de "por favor, me ajuda".

— Amor, a Vale tá bêbada e morta de cansaço. Pode levar ela pro quarto dela pra deitar? Eu tô cuidando dos meus tios e não posso largar eles agora. Por favor…

Aceitei sem pensar duas vezes.

Me aproximei da Vale, passei um braço na cintura dela pra segurá-la. Deus… o corpo dela era puro calor macio. Senti imediatamente como aquele quadril largo colava no meu, como aquela bunda gorda se amassava contra meu lado. Cheirava a perfume doce misturado com suor e álcool. — Vamos, Vale… vou te levar pra sua cama — falei baixinho. Ela levantou o rosto pra mim. Os olhos dela estavam vidrados, os lábios entreabertos. Balbuciava coisas sem sentido: — Mmm… o chão… tá se mexendo… por que tudo tá girando…? Kkkk… você é o namorado da minha irmã… que gostoso você fica quando fica bravo… nãooo, não fica bravo… O rosto dela tava perto demais do meu. Enquanto a gente andava pelo corredor até o quarto dela, o bafo quente dela batia direto na minha boca. Cada passo fazia os peitos pesados dela se espremerem contra meu peito e meu braço. Sentia os bicos duros roçando em mim através do tecido fino da camiseta dela. Minha pica começou a inchar sem eu conseguir controlar. Chegamos no quarto dela. Tava escuro, só entrava um pouco de luz do corredor. Levei ela até a cama e sentei com cuidado. Mas ela não me soltou. As mãos dela se agarraram na minha camisa e me puxaram pra baixo quando tentei me levantar. — Fica mais um pouquinho… não quero ficar sozinha… tudo tá girando… — murmurou com voz pastosa, inocente e ao mesmo tempo carregada de algo que não soube identificar. A cara dela ficou a centímetros da minha. Lábios carnudos, respiração ofegante. Um dos peitões enormes dela escapou um pouco do decote da camiseta, quase roçando minha bochecha. A bunda afundava no colchão, fazendo a saia subir perigosamente, deixando ver a borda de uma calcinha branca de algodão que se enfiava entre aquelas nádegas gordas e macias. Engoli seco. Minha pica já tava dura pra caralho, pulsando dentro da calça. — Vale… você tem que dormir — falei, mas minha voz saiu rouca, me traindo. Ela sorriu torto, aquele sorriso inocente de otaku bêbada, e de repente os dedos dela desceram pelo meu peito até chegar na borda da minha calça. — Você tá quente… tá com febre? — balbuciou, e sem querer (ou querendo, quem sabe) roçou com as costas da mão O volume evidente que eu tava. O contato foi elétrico. Fiquei paralisado. Ela piscou devagar, como processando o que tinha acabado de tocar, e soltou uma risadinha baixa, quase infantil. —Mmm… isso é grande… sempre fica assim quando você carrega alguém…? A mão dela não saiu. Pelo contrário, ficou ali, pressionando de leve contra meu pau duro através do tecido, enquanto o rosto dela continuava colado no meu, os olhos semicerrados, inocentes e curiosos ao mesmo tempo. Meu coração batia na garganta. Sabia que minha namorada estava a poucos metros, na sala cheia de família… e eu estava ali, com a irmã dela, sentindo aquela morena gostosa e bêbada começar a esfregar devagar a palma da mão no meu pau pulsando. E o pior… ou o melhor… é que ela não parecia querer parar. Vale soltou uma risadinha suave e se deixou cair de lado na cama, mas depois, como se o corpo dela pesasse demais, rolou devagar até ficar completamente de bruços. Caralho… O vestido cinza curto subiu de uma vez pelas costas, deixando à mostra aquela bunda enorme, gostosa, morena e brilhando de suor. Era uma visão brutal: duas nádegas redondas, grossas, gelatinosas, que se mexiam e tremiam a cada respiração pesada que ela dava. O vestido mal as segurava; tinha se enroscado na cintura, e a calcinha branca de algodão tinha entrado fundo entre as nádegas, marcando perfeitamente a racha molhada e o contorno da buceta inchada. Aquela bunda parecia tão macia, tão cheia, tão pronta pra ser agarrada… que minha boca secou. Fechei a porta com cuidado, girando a chave sem fazer barulho. O coração batia tão forte que pensei que alguém fosse ouvir da sala. Sabia que minha namorada estava lá fora, rindo com a família, e eu… eu estava prestes a fazer algo que não tinha volta. Me aproximei da cama com as pernas tremendo. Vale murmurava incoerências contra o travesseiro, o rosto enterrado, o cabelo preto espalhado. Os quadris dela se mexiam um pouco, como se estivesse desconfortável, e cada movimento fazia aquela bunda gorda balançar de forma hipnótica, as nádegas batendo suavemente uma na outra. Não aguentei mais. Com as mãos suando, levantei o vestido cinza até a cintura dela. Ali estava: aquela bunda perfeita, morena, larga, com covinhas macias nas laterais. Toquei primeiro com a ponta dos dedos… estava quente, a pele lisa e macia. Apertei com as duas mãos e gemi baixinho ao sentir meus dedos afundarem naquela carne gelatinosa, transbordando entre eles. Era tão macia, tão pesada… afastei um pouco e vi como a calcinha branca se enterrava mais fundo, já molhada no meio.
— Vale… porra… — sussurrei, quase sem voz.
Ela só soltou um gemido abafado contra o travesseiro, como se nem estivesse totalmente consciente, mas a bunda dela empurrou levemente para trás, pedindo mais contato.
Me ajoelhei na cama atrás dela. Desci a calcinha devagar pelas coxas grossas até deixar nos joelhos. A buceta dela ficou exposta: lábios morenos inchados, brilhando de umidade, e aquele cuzinho apertado bem em cima. Cheirava a mulher excitada, doce e forte ao mesmo tempo.
Não pensei duas vezes.
Abri a calça, tirei o pau duro como pedra, pulsando, com a cabeça já molhada de porra. Enfiei entre as nádegas gordas dela e esfreguei devagar, sentindo como deslizava naquela carne quente e macia. Depois apontei direto pra buceta dela… e empurrei.
Entrei de uma vez, lento mas fundo. Ela estava tão molhada que deslizou até o fundo sem esforço. Vale soltou um gemido abafado e longo contra o travesseiro, o corpo dela tensou por um segundo e depois relaxou, deixando a bunda gorda se achatar completamente contra minha pélvis.
— Ahhh… mmm… — balbuciou, voz pastosa e quebrada.
Comecei a foder ela assim, de bruços, com estocadas profundas e fortes. Cada vez que empurrava, as nádegas gelatinosas dela batiam em mim com um som molhado e carnudo. Os peitões enormes dela se espremiam contra o colchão. e escorriam pelos lados do corpo dela. Agarrei aqueles quadris largos com força, cravando os dedos na carne macia enquanto penetrava mais rápido, mais forte. A buceta dela me apertava como se não quisesse me soltar. Tava tão quente por dentro, tão melada… e ela só gemia baixinho, sem nexo, com aquela inocência de otaku que me enlouquecia:
—Tá… tão fundo… ahh… que que é isso…? parece… gostoso… não para…

Fodi ela igual um bicho, vendo aquele rabão balançar a cada estocada, as costas dela arqueando, o cabelo grudando na pele suada. Sabia que a qualquer momento alguém podia bater na porta… e isso só me deixava mais tesudo.

Ela tava completamente na minha mão, de bruços, com o vestido levantado, a calcinha no joelho e meu pau enterrado até o talo na buceta molhada e apertada dela.

E eu ainda não tinha terminado com ela…

Ela tava toda entregue de bruços, meu pau enfiado até o fundo naquela buceta quente e apertada enquanto o rabão gelatinoso dela quicava contra minha bacia a cada estocada brutal. O som molhado de carne batendo em carne enchia o quarto escuro, misturado com os gemidinhos abafados no travesseiro.

—Porra… você tá tão molhada… tão gostosa… —rosnei entre os dentes, apertando os quadris largos dela com força enquanto metia mais rápido.

Ela só balbuciava, com a voz rouca e pastosa de álcool e prazer:

—Mmm… ahh… parece… tão fundo… dói gostoso… não… não para…

A bunda dela sacudia violentamente, aquela carne morena e macia ondulando igual gelatina a cada golpe. Eu não conseguia parar de olhar: como se abria e fechava, como meu pau entrava e saía brilhando dos sucos dela, esticando aqueles lábios inchados.

De repente agarrei o cabelo preto e cacheado dela, puxando a cabeça dela pra trás com cuidado mas firmeza. O rosto dela saiu do travesseiro, boca aberta, olhos semicerrados e vidrados.

—Quero te ouvir… —sussurrei no ouvido dela, sem parar de meter forte—. Geme pra mim, putinha…

E ela gemeu. Soltou um Gemido longo e agudo que arrepiou minha pele: — Ahhhhh… sim! Assim… mais forte! Isso me deixou louco. Levantei ela um pouco pelas cadeiras, colocando ela de quatro na cama, sem tirar de dentro. Agora a bunda gorda dela ficava perfeitamente exposta, arqueada na minha direção, tremendo a cada estocada. Agarrei aquelas nádegas enormes com as duas mãos, separei elas e comecei a foder ela que nem um animal selvagem, batendo fundo a cada empurrão. Os peitos pesados dela pendiam e balançavam violentamente debaixo dela, os bicos duros roçando os lençóis. — Sua bunda… porra, essa bunda me deixa louco… — rosnei, dando um tapa forte que fez a carne pular. Vale gritou de prazer, a voz dela já não tão inocente: — Mais… por favor! Eu gosto… gosto quando você mete forte! O suor escorria pelos nossos corpos. Eu sentia que ia explodir, mas queria ver ela gozar primeiro. Deslizei uma mão debaixo dela e comecei a esfregar o clitóris inchado enquanto penetrava sem parar. Os gemidos dela ficaram mais agudos, mais desesperados. A buceta dela começou a apertar com força, pulsando em volta do meu pau. — Tô… tô… ahhh! — gaguejou, o corpo todo tremendo. E então ela gozou. Forte. A buceta dela se contraiu violentamente em volta do meu pau, soltando um jorro quente de sucos que molhou minhas bolas e coxas. O corpo curvilíneo inteiro dela sacudiu como se tivesse uma convulsão de prazer: a bunda quicando, os peitos balançando, as costas arqueando enquanto gritava meu nome contra o travesseiro, tentando abafar o som mas não conseguindo direito. — Siimmm…! Tô gozando…! Ver ela assim, gozando que nem uma louca com aquele corpo moreno e macio tremendo, foi demais pra mim. Tirei o pau de uma vez, virei ela com força de costas e subi em cima dela. Os peitos enormes dela ficaram esmagados contra meu peito, as pernas abertas em volta dos meus quadris. Enterrei de novo na buceta ainda pulsando de orgasmo e comecei a foder ela com estocadas curtas e selvagens, buscando minha própria libertação. —Vou gozar… dentro de você… —rosnei contra a boca dela. Ela, ainda ofegante, passou os braços em volta do meu pescoço e me beijou desajeitadamente, língua atrapalhada mas ansiosa. —Faz isso… me enche… Aquilo foi a sentença. Empurrei até o fundo uma última vez e explodi. Gozei como nunca, soltando jorros grossos e quentes direto dentro da buceta dela, enchendo ela até sentir que transbordava. Meu pau pulsava violentamente enquanto esvaziava tudo, o prazer tão intenso que quase fiquei tonto. Ficamos assim uns segundos, ofegando, suados, colados. Minha porra começava a escorrer da buceta dela e descer pela bunda gorda. Vale estava com os olhos fechados, um sorriso bobo e satisfeito no rosto, ainda murmurando coisas incoerentes de otaku bêbada: —Que… gostoso… dói bonito… Me afastei devagar, admirando a bagunça que tinha feito: o vestido amassado na cintura, calcinha enroscada num tornozelo, buceta inchada e escorrendo meu leite, aquela bunda gelatinosa marcada com as marcas vermelhas das minhas mãos. Rapidamente arrumei minha roupa, puxei o vestido dela pra baixo pra parecer que ela só estava dormindo, e saí do quarto com o coração a mil. Quando voltei pra festa, minha namorada me sorriu inocente: —Tudo bem? Ela dormiu? Eu só assenti, ainda com o gosto da Vale na boca e a buceta dela pulsando na minha memória. Desde aquela noite não consigo mais olhar pra irmã dela do mesmo jeito… e toda vez que vejo ela com aquela camiseta de anime e aquela bunda gorda se mexendo, só penso em repetir.

4 comentários - Freak lo cuenta 1 (Mi cuñada ebria)

Que buena historia me pusiste la verga bien dura también
Me encantó nada más rico que una gordi buena con el culo grande