Uma tarde tinha combinado de encontrar minha amiga para passar o dia juntas, mas quando eu estava chegando ela me mandou uma mensagem dizendo que ia se atrasar. Como eu tinha a cĂłpia da chave, decidi entrar mesmo assim.
Estava um dia lindo de sol, entĂŁo aproveitei e fui direto para a piscina. Coloquei meu biquĂni, aquele que mal segura meus peitos. Passei protetor solar por todo o corpo, devagar, aproveitando o calor na minha pele. Depois de um tempo, quis deixar meus peitos Ă mostra, entĂŁo os liberei, atĂ© tirar a parte de cima do biquĂni.
Depois de um tempo, entrei na piscina, estava flutuando relaxada quando ouvi barulhos dentro de casa.
— Estou na piscina! — gritei, achando que era minha amiga.
Mas quem apareceu no quintal foi MatĂas, o irmĂŁo mais novo dela. Ele tinha 20 anos, alto, atlĂ©tico, com um corpo definido e um sorriso carismático que desarmava. Era um gato… mas tinha dois problemas: era o irmĂŁo da minha amiga e era mais novo que eu.
Ele se aproximou da borda com aquele sorriso malicioso.
— Oi, SofĂa… que bom te ver — disse, me olhando sem disfarçar, enquanto eu estava dentro da piscina, perto da borda.
Começamos a conversar, mas logo ele começou a flertar abertamente. Me disse que sempre tinha gostado de mim, que eu estava gostosa pra caralho, que queria sair comigo e que estava morrendo de vontade de me beijar. Eu respondia que não dava, que ele era o irmão da minha amiga e mais novo.
— E o que isso tem a ver? — perguntou ele rindo. — Minha irmã não está agora… e acho que você também gosta um pouco de mim.
Eu sorri, nervosa.
— VocĂŞ Ă© bonito, MatĂas… mas nĂŁo sei.
Mergulhei na água para disfarçar a tensĂŁo e o nervosismo, mas quando voltei Ă superfĂcie, saĂ de repente, e aĂ lembrei que estava de biquĂni, deixando meus peitões enormes Ă mostra, grandes, redondos e brilhando por causa da água. NĂŁo pude evitar rir de nervosa.
MatĂas ficou atĂ´nito, com os olhos grudados nos meus peitos.
—Vez que seu corpo realmente quer… —disse com voz rouca—. Deixa eu retribuir o favor. Pude ver o seu… se quiser, pode ver o meu. Só se quiser.
Ele parou na minha frente dentro da piscina, puxou a sunga de uma vez e soltou o pauzão. Era grosso, comprido e já estava semi-duro. Parecia pesado e potente. Fiquei olhando por um segundo, surpresa.
Já estávamos lá. Minha amiga podia chegar a qualquer momento. Disse pra mim mesma "aproveita, Sofia".
Me aproximei, peguei com as duas mĂŁos e comecei a masturbá-lo devagar na beirada da piscina. O pau dele cresceu rápido entre meus dedos, ficando duro como pedra. Depois me abaixei um pouco e enfiei na boca, comecei a chupar devagar mas fundo, descendo o máximo que podia, sentindo a cabeça grossa tocar o fundo da minha garganta. Olhava nos olhos dele enquanto mamava com vontade, sugando e movendo a lĂngua em volta do tronco.
MatĂas gemia com a respiração ofegante.
—Por favor… sai da água —ele pediu quase suplicando—. Não vou aguentar muito mais.
Saà da piscina, me deitei numa das espreguiçadeiras para pegar sol e abri as pernas. Ele se aproximou rápido, sentou e me penetrou de uma só vez. Seu pau grosso entrou fácil na minha buceta molhada. Gemi alto ao sentir como ele me enchia.
Quando ele começou a acelerar e a respiração ficou mais ofegante, eu soube que ele estava prestes a gozar. Ele puxou meu pau de repente, se jogou para trás e eu comecei a masturbar rápido. Com um grunhido forte, ele explodiu: jatos grossos e potentes de porra quente saĂram disparados no ar e caĂram sobre meu corpo. Ele pintou meus peitos, a barriga, o pescoço e atĂ© um pouco do rosto. Ele gozou pra caralho, deixando minha pele coberta de porra branca e grossa.
Ele ficou extasiado, olhando para sua "obra" com uma mistura de espanto e satisfação.
Me limpei rapidinho com a toalha, coloquei o biquĂni de novo e me vesti na maior velocidade.
—Isso não aconteceu — falei sorrindo, ainda com o coração acelerado.
MatĂas deu uma risada, ainda pelado e com o pau meio duro, sem acreditar.
Pouco depois, ouvimos a chave na porta da frente. Minha amiga tinha chegado.
FIM
Estava um dia lindo de sol, entĂŁo aproveitei e fui direto para a piscina. Coloquei meu biquĂni, aquele que mal segura meus peitos. Passei protetor solar por todo o corpo, devagar, aproveitando o calor na minha pele. Depois de um tempo, quis deixar meus peitos Ă mostra, entĂŁo os liberei, atĂ© tirar a parte de cima do biquĂni.
Depois de um tempo, entrei na piscina, estava flutuando relaxada quando ouvi barulhos dentro de casa.— Estou na piscina! — gritei, achando que era minha amiga.
Mas quem apareceu no quintal foi MatĂas, o irmĂŁo mais novo dela. Ele tinha 20 anos, alto, atlĂ©tico, com um corpo definido e um sorriso carismático que desarmava. Era um gato… mas tinha dois problemas: era o irmĂŁo da minha amiga e era mais novo que eu.
Ele se aproximou da borda com aquele sorriso malicioso.
— Oi, SofĂa… que bom te ver — disse, me olhando sem disfarçar, enquanto eu estava dentro da piscina, perto da borda.
Começamos a conversar, mas logo ele começou a flertar abertamente. Me disse que sempre tinha gostado de mim, que eu estava gostosa pra caralho, que queria sair comigo e que estava morrendo de vontade de me beijar. Eu respondia que não dava, que ele era o irmão da minha amiga e mais novo.
— E o que isso tem a ver? — perguntou ele rindo. — Minha irmã não está agora… e acho que você também gosta um pouco de mim.
Eu sorri, nervosa.
— VocĂŞ Ă© bonito, MatĂas… mas nĂŁo sei.
Mergulhei na água para disfarçar a tensĂŁo e o nervosismo, mas quando voltei Ă superfĂcie, saĂ de repente, e aĂ lembrei que estava de biquĂni, deixando meus peitões enormes Ă mostra, grandes, redondos e brilhando por causa da água. NĂŁo pude evitar rir de nervosa.
MatĂas ficou atĂ´nito, com os olhos grudados nos meus peitos.
—Vez que seu corpo realmente quer… —disse com voz rouca—. Deixa eu retribuir o favor. Pude ver o seu… se quiser, pode ver o meu. Só se quiser.Ele parou na minha frente dentro da piscina, puxou a sunga de uma vez e soltou o pauzão. Era grosso, comprido e já estava semi-duro. Parecia pesado e potente. Fiquei olhando por um segundo, surpresa.
Já estávamos lá. Minha amiga podia chegar a qualquer momento. Disse pra mim mesma "aproveita, Sofia".
Me aproximei, peguei com as duas mĂŁos e comecei a masturbá-lo devagar na beirada da piscina. O pau dele cresceu rápido entre meus dedos, ficando duro como pedra. Depois me abaixei um pouco e enfiei na boca, comecei a chupar devagar mas fundo, descendo o máximo que podia, sentindo a cabeça grossa tocar o fundo da minha garganta. Olhava nos olhos dele enquanto mamava com vontade, sugando e movendo a lĂngua em volta do tronco.
MatĂas gemia com a respiração ofegante.
—Por favor… sai da água —ele pediu quase suplicando—. Não vou aguentar muito mais.Saà da piscina, me deitei numa das espreguiçadeiras para pegar sol e abri as pernas. Ele se aproximou rápido, sentou e me penetrou de uma só vez. Seu pau grosso entrou fácil na minha buceta molhada. Gemi alto ao sentir como ele me enchia.
Quando ele começou a acelerar e a respiração ficou mais ofegante, eu soube que ele estava prestes a gozar. Ele puxou meu pau de repente, se jogou para trás e eu comecei a masturbar rápido. Com um grunhido forte, ele explodiu: jatos grossos e potentes de porra quente saĂram disparados no ar e caĂram sobre meu corpo. Ele pintou meus peitos, a barriga, o pescoço e atĂ© um pouco do rosto. Ele gozou pra caralho, deixando minha pele coberta de porra branca e grossa.
Ele ficou extasiado, olhando para sua "obra" com uma mistura de espanto e satisfação.Me limpei rapidinho com a toalha, coloquei o biquĂni de novo e me vesti na maior velocidade.
—Isso não aconteceu — falei sorrindo, ainda com o coração acelerado.
MatĂas deu uma risada, ainda pelado e com o pau meio duro, sem acreditar.
Pouco depois, ouvimos a chave na porta da frente. Minha amiga tinha chegado.
FIM
2 comentários - Tarde de Piscina