Semillas de Cuckold 6: La verga de 22 cm

Capítulo 6: A pica de 22 centímetrosJá fazia três dias desde aquela noite em que Yoselin contou pela primeira vez os detalhes mais íntimos dos encontros dela com Carlos. O tesão que tinha despertado entre eles não só continuava vivo, como parecia se alimentar de si mesmo, crescendo a cada conversa, a cada confissão sussurrada no escuro do quarto.

Marco já não conseguia mais se concentrar direito no trabalho. Durante as reuniões, enquanto fingia anotar alguma coisa, a mente dele voltava sem parar pras imagens que a esposa descrevia com tanto detalhe. Nos momentos de solidão, ele abria escondido a foto que tinha recuperado da lixeira do celular antes de deletar de vez. Se masturbava com pressa no banheiro do escritório, imaginando as cenas que Yoselin contava à noite. A esposa, por sua vez, tinha ficado muito mais safada e provocadora. Ela gemia mais alto, falava mais putaria, e parecia adorar ver o marido perder o controle com cada história do passado. Era como se tivesse descoberto um poder novo sobre ele, e estava usando isso com gosto.

Aquela noite não foi diferente. Eles tinham terminado de jantar em silêncio, trocando olhares cheios de intenção. Mal acabaram de lavar a louça, foram direto pro quarto sem precisar de palavras. A TV tava ligada num canto, passando um vídeo pornô onde uma morena de rabão grande e redondo era comida com força por um cara dotado de uma piroca grossa e comprida que mal cabia dentro dela. Os gemidos exagerados da atriz enchiam o ambiente, criando um fundo perfeito pro que estava por vir.

Marco e Yoselin se pelaram com pressa. Ela se deitou de lado na cama, levantando uma perna pra facilitar o acesso. Marco se colocou atrás dela na posição colherzinha, pressionando o corpo contra o da esposa. A vara dele, já dura pra caralho, entrou devagar na buceta quente e ensopada de Yoselin. A mão direita dele se apossou uma das tetas dela, apertando e brincando com o mamilo ereto, enquanto a esquerda desceu até o clitóris dela, esfregando em círculos suaves e precisos.
A pica do Marco entrava e saía com calma, aproveitando a deliciosa sensação do molhado e quente que a esposa dele estava. Yoselin gemia baixinho, mexendo a bunda pra trás com ritmo pra receber ele melhor, fazendo cada penetração ser mais funda.
— Amor… — sussurrou Marco perto do ouvido dela, a respiração quente na pele dela, sem parar de se mover devagar —. Quero que você me conte mais… daquela vez que você me falou de uma pica de uns 22 centímetros. A que não era tão gostosa no começo, mas depois você foi se acostumando. Quero ouvir tudo essa noite.
Yoselin soltou um gemido mais longo e profundo. A buceta dela se apertou instintivamente em volta da pica do Marco, como se só a menção da lembrança a excitasse ainda mais.
— Sério que você quer que eu conte isso agora? — perguntou com a voz entrecortada, respirando com dificuldade enquanto sentia os dedos do marido acelerando levemente no clitóris dela.
— Sim… quero todos os detalhes. Como você conheceu ele, como foi a primeira vez que ele meteu, como se sentia dentro de você, como doeu e depois como você passou a gostar… tudo. Não esconde nada, sua putinha. Quero que você me conte enquanto eu te fodo.
Yoselin respirou fundo. A mão do Marco no clitóris dela acelerou um pouco mais e isso fez ela tremer inteira. A buceta dela ficou ainda mais molhada, lubrificando abundantemente a pica que a penetrava.
— Ele se chamava Diego… — começou, com a voz trêmula de prazer —. Conheci ele numa festa da faculdade, mais ou menos um ano antes de conhecer o Carlos. Eu tinha 22 anos e tava na minha fase mais louca, aquela em que queria experimentar tudo, tava há 2 meses comendo um cara diferente todo fim de semana. Diego era amigo de uma amiga minha. Era alto, loiro, com um corpo atlético bem definido, ombros largos e um sorriso perigoso. Tinha fama entre as garotas de ter a pica grande, e aquela Noite confirmamos os rumores. A gente conversou muito, flertou descaradamente, se tocou por cima da roupa, e no final ele me convidou pro apartamento dele. Aceitei sem pensar duas vezes.

Marco empurrou mais fundo e ficou ali, completamente enterrado dentro dela, só sentindo como as paredes da buceta da Yoselin pulsavam ao redor dele.

— Continua... não para — ela ordenou.

— Quando chegamos no apartamento dele, nem fomos pro quarto. Começamos a nos beijar com tudo no sofá da sala. A gente devorava a boca um do outro com desespero, línguas enroscadas, mãos apalpando tudo. Eu desabotoei a calça dele ansiosa e tirei... puta que pariu, Marco. Quando vi pela primeira vez, fiquei literalmente de boca aberta. Era comprida. Muito comprida. Calculo uns 22 centímetros fácil, talvez um pouco mais. E... não era só isso, era grossa, a mais grossa que já peguei, era realmente uma coisa descomunal, com veias marcadas que percorriam todo o tronco. A cabeça era grande, rosada e brilhante, e as bolas pendiam esticadas embaixo. Segurei com as duas mãos e ainda sobrava um bom pedaço. Me deu uma mistura brutal de medo e tesão ao mesmo tempo. Senti meu coração acelerar.

Yoselin começou a mexer os quadris com mais vontade, enfiando devagar a pica de Marco enquanto continuava falando.

— O que você fez quando viu? — ele perguntou, mordendo o lóbulo da orelha dela e apertando o peito dela com força.

— Falei "tá enorme, filho da puta" e ri nervosa, quase sem acreditar. Ele riu com arrogância e empurrou minha cabeça pra baixo sem pedir permissão. Comecei a chupar. Mal cabia só a cabeça na minha boca, tinha que abrir ao máximo. Usei as duas mãos pra masturbar a parte que não entrava, subindo e descendo enquanto lambia e chupava a cabeça. Minha mandíbula doía depois de só cinco minutos, mas adorava sentir como ele ficava mais duro e grosso na minha boca. Lambia as bolas que pendiam, colocava uma por uma na boca e voltava a subir por todo o tronco. Ele gemia forte e me dizia que eu tinha "uma boca perfeita pra paus grandes", que eu tinha nascido pra isso.
Marco começou a se mover de novo, comendo ela com estocadas lentas, mas profundas, entrando e saindo quase por completo.
— E quando ele enfiou pela primeira vez? Quero que você descreva exatamente como foi a sensação.
Yoselin soltou um gemido alto e prolongado.
— Ele me levou pra cama, me jogou no colchão e me colocou de papo pra cima. Abriu minhas pernas bem abertas, quase até doer o quadril. Cuspiu direto na minha buceta e começou a esfregar aquela cabeça tão grande na minha entrada, me lubrificando. Ele disse "respira, relaxa, você vai sentir que vou te partir no meio, mas vai gostar". Quando ele empurrou pela primeira vez… ai, Marco… senti uma pressão brutal, como se estivesse me abrindo por dentro de verdade. Só entrou a cabeça e já doía, uma dor quente e profunda. Tive que me agarrar forte nos ombros dele e morder o lábio inferior até quase sangrar. Ele enfiou mais ou menos a metade e ficou parado ali, me deixando me acostumar. Eu respirava ofegante, suando, com o coração a mil. "É muito grande, não cabe tudo", falei quase implorando. Ele só sorriu com aquela cara de safado e empurrou mais. Centímetro por centímetro, devagar, mas sem parar, até sentir que chegava no fundo do meu estômago. Nunca tinham me preenchido tanto. Sentia a pica pulsando dentro de mim, tocando lugares que nem sabia que existiam. Era como se estivesse dentro do meu útero.
— Você gozou na primeira vez? — perguntou Marco, acelerando um pouco o ritmo da cintura.
— Não… não gozei. Doía demais no começo. Era uma mistura estranha de prazer intenso e incômodo. Me sentia cheia demais, como se minha buceta fosse rasgar a qualquer momento. Ele se movia devagar, mas cada estocada me fazia gemer e arquear as costas. No final, ele gozou dentro, soltando todo o esperma quente bem no fundo. Quando tirou… senti um vazio enorme, como se tivessem tirado algo importante de mim. Minha buceta ficou aberta, pulsando, vermelha e inchada. Escorria esperma de mim e ardia um pouco. Fiquei ali largada, respirando pesado, sem conseguir fechar as pernas.
Yoselin estava cada vez mais molhada. A mão dela desceu e começou a masturbar o clitóris com movimentos rápidos enquanto Marco a comia com mais força.
— Conta as outras vezes — exigiu ele com voz rouca —. Como você foi se acostumando com essa monstruosidade?
— A segunda vez foi uma semana depois. Ele me convidou de novo pro apartamento dele. Dessa vez me preparou melhor, como se soubesse que eu precisava de ajuda. Fez um oral longo e devagar, lambendo meu clitóris e enfiando dois dedos, depois três, me esticando. Me lubrificou bem com saliva e um pouco de óleo que ele tinha. Quando ele meteu dessa vez, já entrou mais fácil, embora ainda doesse um pouco no começo. O prazer era muito maior. Dessa vez eu gozei. Foi um orgasmo estranho, mais profundo, como interno, que chegou até meu útero e me deixou tremendo por vários minutos.
Marco virou ela de repente e a colocou de quatro na cama. Se posicionou atrás dela, admirando a bunda grande e redonda, e a penetrou de novo com uma estocada funda. Agarrou os quadris dela com força enquanto começava a foder ela com ritmo constante.
— Continua… quero mais detalhes. Não esconde nada.
Yoselin apoiou o rosto no travesseiro, arqueando as costas, e continuou falando entre gemidos cada vez mais altos.
— A terceira vez… foi a melhor de todas. Ele me teve a noite inteira. Me comeu em todas as posições imagináveis. De quatro ele me puxava pelo cabelo com força e metia duro, batendo na minha bunda a cada estocada. De cowgirl eu tentava sentar toda, mas era tão difícil que eu choramingava de prazer e dor. Minha buceta doía depois de cada round, mas eu adorava. Ele falava coisas tipo “olha como essa pica te abre, como ela destrói sua buceta, como te faz minha”. Eu gozava uma vez atrás da outra, orgasmos seguidos que me deixavam sem forças. Saía esperma de mim toda vez que ele tirava, escorrendo pelas minhas coxas. Andei estranha por 3 dias seguidos e cada Toda vez que lembrava dele, eu me molhava sozinha.
Marco estava no limite. As investidas dele ficaram mais rápidas, mais profundas e brutais.
— Você gostava mais do que do meu pau? Se sentia diferente quando te comia com aquela pica tão comprida?
— Sim… me sentia mais puta, mais usada, mais preenchida. Me sentia realmente mulher. Eu gostava daquela dor gostosa no começo, da sensação de que mal cabia, de que me esticava ao máximo. Depois do Diego, por muito tempo, os paus normais me pareciam pequenos e insuficientes.

Aquela última frase foi demais para o Marco. Ele agarrou Yoselin pelos quadris com força selvagem e começou a comê-la com tudo, sem controle. O som molhado e obsceno dos corpos se chocando enchia o quarto junto com os gemidos altos dela.
— Você é uma puta deliciosa… — rosnou entre os dentes —. Adoro que você tenha tido paus maiores que o meu e que tenha gostado tanto a ponto de viciar.

Yoselin gritou de prazer, empurrando a bunda para trás para receber cada estocada.
— Sim… eu gostava… adorava paus grandes… me deixavam louca…

Marco não aguentou mais. Com um gemido profundo, gozou forte dentro dela, soltando jorros quentes e abundantes. Yoselin sentiu cada pulsação e isso a levou direto ao próprio orgasmo intenso. A buceta dela se contraiu com força em volta do pau de Marco enquanto o corpo inteiro tremia e ela gemia o nome dele repetidamente.

Eles desabaram juntos na cama, ofegando pesadamente, com o esperma grosso escorrendo entre as pernas de Yoselin e sujando os lençóis.

Marco abraçou ela por trás, beijando a nuca suada com carinho.
— Quero que me conte mais histórias como essa… todas que você tiver guardadas. Quero saber de cada pau grande que te comeu antes de mim, com todos os detalhes.

Yoselin sorriu de olhos fechados, ainda recuperando o fôlego, e respondeu com a voz satisfeita:
— Tá bom… mas só se você continuar ficando tão duro e me comendo assim toda vez que eu contar.

A safadeza entre eles já não tinha limites. E os dois. Sabiam perfeitamente que estavam só começando.

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