Como é que tão? Hoje eu trago a primeira parte dessa história real, o relato de como uns dias atrás finalmente estrearam meu cuzinho. Espero vocês nos comentários ou mensagens se tiverem relatos ou fotos que queiram publicar, seja de caras ou minas. Pra começar, já sabem vários que eu tava esperando uma oportunidade pra dar a primeira vez com um cara, mas definitivamente não esperava que fosse uma história assim. Eram 2:30 da manhã e eu voltava de uma festa onde tinha bebido pra caralho com vários amigos, tava bem tonto mas consciente e peguei um Uber pra casa. O motorista me recebeu bem simpático, era um homem de uns 40 anos, pele branca, bem alto e magro, com traços marcados, sem barba, mas dava pra ver no colarinho da camisa dele um tufo de pelo no peito (vamos chamar o motorista de Carlos). Ele foi dirigindo por um tempão sem fazer nada de especial até a gente chegar perto do meu apartamento, mas agora entendo por que várias vezes ele levava a mão na virilha, como se fosse ajeitar a calça. Tudo normal até a gente parar num sinal vermelho, onde ele colocou a mão na minha coxa. Carlos: "Tá bem? Bebeu muito há pouco?" Eu: "Tô sim, só meio bêbado, mas descanso e fico novo, haja." Ele foi puxando conversa e eu não conseguia ignorar que ele não tinha tirado a mão da minha perna, não mexia, mas dava pra sentir o aperto forte na minha coxa, como se estivesse apertando, mas sei lá se por causa do meu estado ou da sensação do toque, não mandei ele tirar. A gente seguiu assim até chegar na frente dos prédios onde eu moro, mas em vez de parar na entrada, ele parou a uns metros de lá. Eu: "Valeu pela corrida, quanto te devo?" Carlos sorriu e me olhou de um jeito que me travou na hora: "Não se preocupa, não me deve nada, mas quero que faça algo por mim." Eu: "Como assim?" Antes que eu pudesse... Fazer mais alguma coisa me fez tirar a mão da perna dele e ele desabotoou a calça, revelando um belo volume que ainda estava escondido na cueca. Ele segurou firme meu pulso e levou minha mão direto na virilha dele. Eu estava completamente paralisado de surpresa e nem mexi a mão quando ele a colocou em contato com a rola dura dele, só fiquei olhando pra ele sem entender o que tava rolando. Carlos: "Não vai fazer nada? Ou vou ter que te explicar como pegar numa pica, vagabundo?" As palavras dele me acordaram na hora e, sem saber o que fazer, só pedi desculpas nervosamente e fechei a mão, começando a acariciar o pau dele por cima da cueca. Carlos: "Viu? Não era tão ruim assim, mas se não tirar ela, vamos ficar aqui a noite toda." Sem dizer nada, só obedeci e fui puxando a cueca dele devagar, deixando à mostra a primeira rola que eu via pessoalmente. Era grande, uns 18 cm com uma leve curva apontando pro torso dele, não era especialmente grossa, mas dava pra ver as veias bem marcadas e, quando toquei um pouco, apareceu uma cabeça rosada bem inchada naquele momento. Nervosamente, comecei a bater uma pra ele devagar, sentindo as veias do pau dele nos meus dedos. Carlos: "Não pensei que você fosse tão ruim, nesse ritmo ou você usa a boca, ou não vai poder ir embora daqui, viado." Imediatamente, ele agarrou a parte de trás da minha cabeça com a mão e me forçou a levar minha boca até o pau dele. Instintivamente, abri a boca e ele empurrou tudo que pôde até minha garganta, segurando minha cabeça pra eu engolir a rola dele até o fundo. Eu tentei de tudo pra não engasgar e chupar o máximo que dava enquanto me afogava e me sentia humilhado e completamente impotente sob o aperto dele. Carlos: "Muito melhor, viado, continua assim, mas se usar os dentes, não respondo pelo que você vai ter que fazer essa noite." Naquele momento, ele soltou minha cabeça e eu consegui tirar o pau dele da boca e respirar finalmente, pra voltar a chupar a rola dele sem a pressão da mão dele. Fiquei assim por um bom tempo ainda. até que senti uma palmada forte na parte de trás da minha cabeça. Carlos: filho da puta viado, te falei pra não usar os dentes, ahhh. Ele tirou a pica da minha boca empurrando com a mão e me deu um tapa forte. Eu: aah-h pe-perdão, nunca tinha feito isso antes. Carlos: tô pouco me fudendo, vamos entrar e subir pro seu apartamento, hoje à noite você vai ser minha putinha. Com isso termina essa primeira parte do relato, espero que fiquem ligados pra parte dois, deixem seus pontos e aguardo seus comentários.
2 comentários - Minha primeira vez (gay), fui a puta do Uber parte 1