Num ato de bondade, aceito dar um empréstimo pra dona que faz e vende pão perto da minha loja de ferragens, claro, ela pagou com juros antes mesmo de pegar o dinheiro.
Dona Petra, de não sei quantos anos de idade, já me pediu dinheiro duas vezes antes, uma quantia pequena, mas até hoje não pagou tudo. Agora voltou muito preocupada, pedindo desculpas por não ter conseguido quitar a dívida e, com toda a vergonha do mundo, disse que precisava me pedir mais um favor — e o último, segundo ela.
Mais dinheiro, mas dessa vez um pouco maior a quantia, e eu recusei na hora e já enchi o saco dela sobre a dívida anterior. Mas a dona insistiu tanto, tentando me amolecer com elogios, que sou muito bonzinho, que ela confia muito em mim, que até sou o mais gente boa da região, kkkkk.
Resumindo, ela amoleceu meu coração, mas eu falei: "olha, vou te ajudar, mas você também tem que me ajudar, aliás, nem vou cobrar pra te ajudar, mas o que você me daria em troca?
Mas o que é que eu posso dar, se tô bem fudida, não tenho nem escritura da casa porque não é minha, meus filhos também tão apertados de grana, não tenho nada, senão com gosto deixava algo de garantia.
Mesmo que não seja algo material, pense, dona Petra, o que a senhora poderia me dar".
Ela ficou meio vermelha, mas se fez de desentendida por um tempo, então tive que soltar na lata: "Olha, vou falar na cara, você pode ficar indignada ou brava, mas acredita, tô afim de provar um pouco de você. Não quero transar de verdade, me contento em você me dar um prazer oral por uns minutos. Antes de responder, saiba que posso te ajudar até com um pouco mais do que você precisa.
Depois de ver no rosto dela um pouco de confusão e olhar pros lados e pra trás como se certificando de que não tinha ninguém, e depois de me dizer que sabia que eu tava brincando, que ela era uma coroa e não acreditava que eu quisesse aquilo, finalmente se convenceu e me falou: espero que fique entre nós e que o senhor não pense que sou uma dessas.
Na hora, levei ela pro meu depósito, onde mulher que eu levo, não importa a idade, é porque vai sair minutos depois com meu gozo em alguma parte do corpo dela. Se vocês leram minhas experiências anteriores, sabem que é assim mesmo.
Sem perder mais tempo, chegamos, fechei a porta e mandei ela se ajoelhar num saco de cimento que tava no chão. Desabotoei a calça, tirei meu pau já meio duro de tanto ver ela de joelhos à minha disposição, e sem mais delongas enfiei na boca dela, dizendo que ela tinha meia hora pra deixar ele bem gostoso.
Continua na 2ª Parte.
Dona Petra, de não sei quantos anos de idade, já me pediu dinheiro duas vezes antes, uma quantia pequena, mas até hoje não pagou tudo. Agora voltou muito preocupada, pedindo desculpas por não ter conseguido quitar a dívida e, com toda a vergonha do mundo, disse que precisava me pedir mais um favor — e o último, segundo ela.
Mais dinheiro, mas dessa vez um pouco maior a quantia, e eu recusei na hora e já enchi o saco dela sobre a dívida anterior. Mas a dona insistiu tanto, tentando me amolecer com elogios, que sou muito bonzinho, que ela confia muito em mim, que até sou o mais gente boa da região, kkkkk.
Resumindo, ela amoleceu meu coração, mas eu falei: "olha, vou te ajudar, mas você também tem que me ajudar, aliás, nem vou cobrar pra te ajudar, mas o que você me daria em troca?
Mas o que é que eu posso dar, se tô bem fudida, não tenho nem escritura da casa porque não é minha, meus filhos também tão apertados de grana, não tenho nada, senão com gosto deixava algo de garantia.
Mesmo que não seja algo material, pense, dona Petra, o que a senhora poderia me dar".
Ela ficou meio vermelha, mas se fez de desentendida por um tempo, então tive que soltar na lata: "Olha, vou falar na cara, você pode ficar indignada ou brava, mas acredita, tô afim de provar um pouco de você. Não quero transar de verdade, me contento em você me dar um prazer oral por uns minutos. Antes de responder, saiba que posso te ajudar até com um pouco mais do que você precisa.
Depois de ver no rosto dela um pouco de confusão e olhar pros lados e pra trás como se certificando de que não tinha ninguém, e depois de me dizer que sabia que eu tava brincando, que ela era uma coroa e não acreditava que eu quisesse aquilo, finalmente se convenceu e me falou: espero que fique entre nós e que o senhor não pense que sou uma dessas.
Na hora, levei ela pro meu depósito, onde mulher que eu levo, não importa a idade, é porque vai sair minutos depois com meu gozo em alguma parte do corpo dela. Se vocês leram minhas experiências anteriores, sabem que é assim mesmo.
Sem perder mais tempo, chegamos, fechei a porta e mandei ela se ajoelhar num saco de cimento que tava no chão. Desabotoei a calça, tirei meu pau já meio duro de tanto ver ela de joelhos à minha disposição, e sem mais delongas enfiei na boca dela, dizendo que ela tinha meia hora pra deixar ele bem gostoso.
Continua na 2ª Parte.
0 comentários - Padeira me pede dinheiro emprestado: Sou bonzinho demais