Assim continua essa história.
Espero que vocês curtam.
OBRIGADO POR ME LER
E PELOS PONTOS
Essa primeira semana a gente começou com os reparos, então na própria segunda-feira depois do trabalho procurei um bom encanador e achei o Diego. Era exatamente o que eu esperava: um cara grande, barrigudo, moreno e, acima de tudo, nada atraente pra minha namorada. Já desconfiava de quem levar pra trabalhar em casa, não tinha dúvida de que a Anita pegaria qualquer homem que fosse trabalhar lá, mas tinha certeza de que esse aí ela não ia tocar. À noite, quando cheguei em casa, comentei depois da janta.
Amor, amanhã o Dom Diego vem, é o encanador. Percebi que tem que desentupir todos os canos.
Ana, ah, se ela bebe, tão tudo coberto, céu. Ela cobra muito caro?
A verdade é que não sei, mas mesmo assim meu pai já me deu a grana, tenho certeza que com isso dá e sobra.
Ana, se não posso pedir um desconto, você já sabe.
Acho que não vai rolar, até porque é um coroa.
Ana, bebê, o que cê pensou? Eu tava falando de pedir um desconto pra ele, porque aqui tem trampo pra caralho pra um bombeiro e, se ele cobrar muito caro, a gente acha outro. O que cê achou que eu ia fazer?
Ana, paquera não, maaaas, talvez seja que nem teu pai.
Beleza, amor, você cuida disso, sabe como fazer.
Ana, sim meu céu, eu cuido disso.
No outro dia, assim que acordei, já sabia que ia encontrar a Anita toda arrombada. Ela tinha se levantado com um vestidinho bem curto, já imaginava o velho comendo ela pela casa o dia inteiro. Fui trabalhar muito puto e fiquei assim o dia todo até chegar em casa. Encontrei ela deitada, mas ela se levantou na hora.
Tudo bem, amor? O Dom Diego tava trabalhando?
Ana é gostosa pra caralho, mas tem que voltar amanhã.
O que foi? Tá tão difícil assim desentupir os ralos?
Ana, amor, não é isso não, ele vai com calma, você não sabe como ele desentope todos os canos direitinho. Enfia o cano dele quantas vezes for preciso e não para até deixar o cano bem limpinho. Do jeito que você vê, você não faz ideia da força que o velho tem. Ele desentope de verdade, amor.
Em você também vou desentupir o cano.
Ana, não tem amor não, você ia gostar que eu desentupisse o cano, bebê? Você sabe que meu cano é muito delicado kkkkk
Você toma cuidado com aquele velho.
Ana, sim, amor, você me conhece, como bem diz, só flerto e percebi que isso esquenta o velho, e vou pedir um bom desconto pra ele.
Não pede não, meu velho paga, já te dei a grana, agora vamos pra cama que quero desentupir teu cano, gostosa.
Ana, mas primeiro você vai ter que limpar ela, amor.
Aí, na cama, a primeira coisa que fiz foi chupar a buceta da minha namoradinha de novo, aquele gosto salgado, ela tava encharcada, sentia que aquela buceta linda o velho tinha usado, fiquei tão tesudo que não deixei um único vestígio do macho novo dela, depois comi ela aos gritos, dizendo como a amava e o quanto ela me fazia feliz, gozei rápido e ela mandou eu limpar ela, deixei a buceta impecável e dormimos abraçados. No dia seguinte, Anita dormia como um bebê, deixei ela assim e fui trabalhar imaginando como o velho e sujo encanador Diego terminaria de desentupir o cano dela, tinha certeza que ele faria, só ficava com vontade de ver como ele fazia. Trabalhei o dia inteiro pensando nisso, imaginando como o velho enfiava a vara dele até o fundo tentando desentupir a buceta da minha namorada. Naquele dia, tive que trabalhar muito mais e cheguei mais tarde em casa, a comida estava me esperando, só precisava esquentar, Anita estava na cama descansando, não quis incomodar ela, esquentei a janta, comi e deitei ao lado dela. No dia seguinte, acordei e como ela continuava dormindo, fui trabalhar. O que tinha acontecido e o que aconteceria naquele dia só ela sabia, eu só tinha dúvidas, dúvidas que eram como espinhos cravados na minha cabeça, eram as de confirmar se Diego estava comendo minha namorada, e pelo que tinha visto até agora, estava convencido de que era assim. Não conseguia tirar da mente a imagem do gordo em cima da minha namoradinha partindo ela ao meio com uma pica enorme, coisa que eu não tinha, talvez por isso essas coisas aconteciam comigo. Eu me sentia culpado por ter uma piquinha minúscula? Não, não era isso, tinha certeza de que a satisfazia, a verdade é que não sabia se Anita realmente me traía, mas pensar nisso me deixava puto de tesão e acho que no fundo eu desejava de alma que ela fizesse isso, ser chamado de corno já não me importava mais, até meu tio era e talvez o grande macho do meu pai também tivesse sido, o que acontece é que eu pensava muito nisso tudo. Naquela noite, cheguei em casa Muito gostosa, a Anita tinha acabado de sair do banho, só tava vestindo uma regata minha.
Oi, gostosa, como você tá hoje?
Ana, tô muito cansada, meu bem. Mas ontem à noite eu capotei e você não me ligou. O que rolou?
Você estava tão dormindo que não quis te acordar. O Diego já terminou de desentupir os canos?
Ana, sim, love. Hoje terminei de vez, mas amanhã ela volta pra arrumar as torneiras da casa toda e dar uma olhada no aquecedor.
Se for assim, o velho não vai parar mais.
Ana, sem amor, serão dois dias a mais, ela me disse. Vai trazer o filho dela como ajudante e eu convenci ele a não cobrar por isso.
O filho? Humm, meu bem, toma cuidado, eu não conheço o filho não, querida.
Ana, tem bebê, ele é um cara legal. Hoje esteve aqui dando uma força pro velho.
Então o filho também desentupiu o teu cano?
Ana, amor, não fala assim, fica feio.
Mas eu tiro a tampa ou não, minha vida?
A Ana me olhou com malícia e, sorrindo, me disse que o filho do bombeiro tinha desentupido o cano dela com muita força, porque ela penou bastante.
Então sua buceta ficou bem limpinha
Ana, sim, minha vida, ficou impecável, mas amanhã, se você quiser, eu falo pra ela dar uma olhada direitinho, talvez precise de uma manutenção.
A manutenção quem pode te dar sou eu, amor?
Ana, você não sabe amar, eles fazem muito melhor, são os profissionais, bebê.
Sentia que meus chifres chegavam até o teto, meu pau explodia dentro da calça. Naquela noite na cama, mal consegui tocar na Ana, porque ela disse que tava muito cansada. Então, quando ela dormiu, bati uma punheta deitado do lado dela. No sábado, com certeza terminariam o trabalho em casa e meus chifrinhos cresceriam mais um pouco.
A VERSÃO DA ANA
Bom, o corno do meu namorado já contou umas coisinhas pra vocês, mas faltou alguns detalhes, tipo o que realmente rolou com o Diego, o encanador que o corno contratou pra desentupir os ralos da casa. Sendo que isso se faz num dia de trabalho, o velho levou três, e foi tudo culpa minha. Naquela terça, quando o Oscarcito falou que o encanador ia vir desentupir os canos, eu não ia perder a chance de fazer ele desentupir bem os meus também. Então, na mesma manhã, me vesti pra ocasião: um vestidinho bem curtinho, do jeito que eu gosto, e claro, sem nada por baixo. Fiquei esperando o velho assim, pronta pra ele me desentupir toda por completo. Fazer a menina inocente é o que eu sei fazer de melhor, e assim que o Diego me viu, eu soube que ele percebeu que presa fácil que eu sou. Tenho certeza que o Diego nunca imaginou que ia comer uma mina como eu. O gordo, com aquele macacão velho, não tinha chance de despertar desejo em nenhuma mulher, a menos que ela fosse uma puta no cio igual a mim. Depois de um café, ele começou pelo banheiro, o ralo do chuveiro tava bem entupido. Eu sempre do lado, oferecendo ajuda toda hora. Ele limpou o ralo do banheiro todo e, pra ver se não entupia mais, falei que ia tomar um banho. Claro que não esperei ele ir embora. Tirei o vestido e entrei debaixo d'água, olhando pra parede.
Ah sim, finalmente! Que bom que a água tá correndo agora, você é um gênio.
O velho não tinha ido embora, estava atrás de mim me olhando com o pau dele pra fora do macacão.
Diego Sai da água, sua puta, vem aqui que vou te secar
Ei, o que cê tá fazendo aí, o que pretende fazer comigo com isso?
Diego, vou desentupir o cano de você também.
O que o velho tinha era uma pica tremenda, três vezes maior que a do meu corno manso, mas eu tinha que continuar controlando a situação.
Não, não, você já devia ter ido embora, não devia estar aqui, vai embora por favor.
Falei isso me cobrindo com uma toalhinha, mas não adiantou muito. Diego se jogou em cima de mim e me abraçou.
Diego, desde que cheguei você tá me procurando, tenho certeza que o corno nem te toca e você morre de vontade de ser usada como merece.
Me segurava de um jeito que eu não conseguia escapar, o gordo tinha força, a força que um macho de verdade tem.
Ah não, não, você tá enganado, eu não sou dessas, me solta pelo amor de Deus
Diego tinha se enfiado de cabeça nas minhas tetas, minha tesão tava no talo, mas eu queria mostrar que não queria, e nessa luta acabei sentada no chão com a pica enorme dele na minha cara.
Diego, dá pra puta, abre a boca, fica bonitinha, eu sei que tu gosta.
Não, não, me solta, pelo amor de Deus
Já tava dentro de mim, o Diego enfiou e eu só aí fiz o resto, chupei a piroca dele como se não tivesse morrendo de vontade de fazer aquilo, queria parecer que o gordo tava me obrigando a chupar a rola dele e acho que consegui, aquela rola suja enchia minha boca até que fui arrastada pro vaso, onde ele me deitou em cima
Não, não, não, o que você vai fazer? Ahhh ahhhh nãooo ahhhh
Sem dizer nada, Diego enfiou o pau dele na minha buceta e começou a me dar uma fodida incrível, enquanto eu tentava aproveitar sem que ele percebesse, até que senti que estava quase gozando.
Dentro não, dentro não, não tô me cuidandooo nãooo nãooo ahhhhh ahhhh
Não adiantou nada, aquele nojento encheu minha buceta de porra e depois, rindo, falou pra mim.
Diego, fica tranquila, gostosa. A próxima é no cu.
Me solta, fera. Continua trabalhando. Isso nunca aconteceu. Quer que eu conte pro meu marido? Vai pra cozinha e é melhor ficar bem longe de mim.
Diego me olhou sorrindo, mas não disse nada. Foi pro quintal e começou a destampar o negócio. Eu tomei outro banho, vesti o vestido e saí do banheiro. Ainda tava no meu papel de vítima, mas aquela pica tinha feito estrago na minha buceta. Não conseguia parar de pensar no que ele ia fazer com meu cuzinho. Preparei uns sanduíches e chamei ele pra comer.
Olha, Diego, você passou dos limites no banheiro. Termina o pátio e, se se comportar direitinho, não conto nada pro meu namorado, assim você pode terminar seu serviço.
Diego, vamos deixar uma coisa clara: você morria por uma boa pica e, se você se comportar direitinho, vou limpar todos os seus canos sem cobrar nada. Para de bancar a coitadinha e vamos pra cama.
Me deixa em paz, quer? Termina de comer e volta pro pátio.
Diego, você tá perdendo essa, gostosa.
Tirei o pau dele pra fora do macacão, já falei, era enorme, não consegui parar de olhar, ele foi se aproximando até chegar em mim.
Diego, sério, você não gosta? Tá babando, gata, vai, abre a boca, eu sei que você quer.
Mas não fala nada, tu é um filho da puta.
E engoli, me entreguei, chupei ele, mas dessa vez sem ele me obrigar, lambi ele todinho, saboreei cada pedaço, curti pra caralho.
Diego, assim, puta, assim, assim, do jeito que você gosta, sua vadia. O corno com certeza tem um pau pequeno. Chupa ela toda, ahhh, ahhh, vamos pra cama agora!
Não precisou, ali mesmo tirei o vestido e ele começou a me comer igual no banheiro. Eu já nem disfarcei, comecei a gemer e ele também.
Diego, vou te encher de novo, sua puta.
Siii, me enche todinha
Diego, vou te engravidarrrr, sua putaaa... ahhhhh, ahhhh, toma aí, agora limpa bem minha pica.
E limpei ela. Era impossível pra mim não ser a putinha dele. Desde aquele momento, o velho nojento virou meu dono. Ele vestiu o macacão e foi pro quintal continuar trabalhando. Enquanto isso, eu não conseguia acreditar que aquele velho tinha me feito gozar duas vezes. Tomei um banho, troquei meu vestido por uma legging e deitei um pouco. O velho continuou o serviço dele e foi embora, prometendo que voltaria no dia seguinte, mas não sabia se terminaria o trabalho. Quando o Oscar chegou, mal consegui atendê-lo. Contei sobre o velho, sobre o nojento que ele era, mas pelo menos trabalhava muito bem desentupindo os canos. E meu corno manso já tava dando umas indiretas. Tô cada vez mais certa de que meu chifrudo fica com muito tesão quando outro me come. No dia seguinte, o velho mal entrou e já começou a me dominar. Passou a manhã inteira fazendo o que queria comigo, me obrigou a chupar a rola dele e não parou até me foder na mesma cama onde durmo com meu corno manso, pra eu nunca esquecer como ele fazia. Depois do almoço, o velho finalmente foi trabalhar. Limpou todo o ralo da cozinha e, antes de ir embora, me levou pra cama de novo. Tava obcecado em me deixar grávida. Não tive escolha a não ser dar minha bucetinha apertada pra ele. Ele arrombou tudo, o filho da puta ainda riu de como tinha deixado meu cu aberto. Comeu duas vezes e foi embora. Fiquei acabada na cama, decidi ficar lá. O Oscarzinho já tinha deixado a janta pronta, nem sei a que horas ele chegou. No dia seguinte, acordei e o corno manso já tinha ido embora. Tomei um banho, o cheiro de sexo tava impressionante. Troquei os lençóis e, quando ia pendurá-los, o velho apareceu. Pra minha surpresa, veio com o filho dele. Fiquei puta da vida e tratei ele muito mal. O velho mandou o filho limpar alguma coisa, e aí eu encarei ele.
O que você acha que eu sou? Acabou, hoje é melhor nem tentar me tocar, ficou claro?
Diego tá de boa, tava pensando em consertar os canos, trocar as torneiras, o Juan é fera nisso e se você se comportasse bem, ia sair bem barato pra você, mas se você não quiser, tudo bem.
Ainda tenho que te pagar pelo seu trabalho. Quanto vai ficar?
Diego, o meu já tá resolvido, mas o resto é teu presente. Fica com a grana do corno, que não vai ser pouca.
Sério que você tá me falando isso?
Diego, claro que tô falando sério, as puta tem que pagar de vez em quando.
Bom, se é assim, deixa eu pensar. Agora terminem o serviço.
Era muita grana e, mesmo com o cu arrombado, não queria ficar sem nada. O velho com certeza não ia aguentar muito; já fazia dois dias que ele vinha me comendo. Dessa vez, não achei que ele fosse render muito. O problema era o filho dele, mas que diferença fazia? Então, depois do almoço, começou o apalpamento. O velho sabia bem como fazer, e assim fui levada pro quarto. O Juan se gabava do pau dele — aquele pau era tão bom quanto o do pai. Não tive escolha a não ser chupar os dois e deixar que me comessem do jeito que eles tanto queriam. O velho não rendeu tanto quanto nos outros dias, mas o Juan foi foda. Ele me arrebentou, não se cansava de me comer, e quando percebeu que me fazia gozar com mais força, me montava até me ver exausta. Aí me virou na cama. Na hora, soube que aquilo seria meu calvário. Ele se jogou em cima de mim e meteu o pau no meu cu. Sofri cada picaçada, implorava pra ele ir mais devagar, mas recebia com mais força. Ele me fazia sentir a força do pau dele, como o grande macho que era. Não parou até deixar meu cu cheio. Nunca soube de onde aquele filho da puta tirava tanta porra. Me deixou largada ali, e eu ouvi ele tomar um banho. Sem me dizer nada, os dois foram embora, me deixando exausta, mas muito satisfeita com o quanto eu estava cheia. Depois de um tempo, consegui tomar um banho caprichado. Por via das dúvidas, troquei os lençóis e fiquei esperando meu corno manso pra convencê-lo de que eles viriam terminar todo o serviço de encanamento na nossa casa. Naquela noite, tratei de deixar o corno bem quente, mas não fizemos nada na cama. Entre sonhos, percebi que ele tava batendo uma punheta do meu lado. Ainda faltavam uns dias, mas eu me perguntava se ia aguentar. Meu corpo precisava de um descanso. Foi aí que me veio a ideia de pedir ajuda pra minha mãe.
Espero que vocês curtam.
OBRIGADO POR ME LER
E PELOS PONTOS
Essa primeira semana a gente começou com os reparos, então na própria segunda-feira depois do trabalho procurei um bom encanador e achei o Diego. Era exatamente o que eu esperava: um cara grande, barrigudo, moreno e, acima de tudo, nada atraente pra minha namorada. Já desconfiava de quem levar pra trabalhar em casa, não tinha dúvida de que a Anita pegaria qualquer homem que fosse trabalhar lá, mas tinha certeza de que esse aí ela não ia tocar. À noite, quando cheguei em casa, comentei depois da janta.
Amor, amanhã o Dom Diego vem, é o encanador. Percebi que tem que desentupir todos os canos.
Ana, ah, se ela bebe, tão tudo coberto, céu. Ela cobra muito caro?
A verdade é que não sei, mas mesmo assim meu pai já me deu a grana, tenho certeza que com isso dá e sobra.
Ana, se não posso pedir um desconto, você já sabe.
Acho que não vai rolar, até porque é um coroa.
Ana, bebê, o que cê pensou? Eu tava falando de pedir um desconto pra ele, porque aqui tem trampo pra caralho pra um bombeiro e, se ele cobrar muito caro, a gente acha outro. O que cê achou que eu ia fazer?
Ana, paquera não, maaaas, talvez seja que nem teu pai.
Beleza, amor, você cuida disso, sabe como fazer.
Ana, sim meu céu, eu cuido disso.
No outro dia, assim que acordei, já sabia que ia encontrar a Anita toda arrombada. Ela tinha se levantado com um vestidinho bem curto, já imaginava o velho comendo ela pela casa o dia inteiro. Fui trabalhar muito puto e fiquei assim o dia todo até chegar em casa. Encontrei ela deitada, mas ela se levantou na hora.
Tudo bem, amor? O Dom Diego tava trabalhando?
Ana é gostosa pra caralho, mas tem que voltar amanhã.
O que foi? Tá tão difícil assim desentupir os ralos?
Ana, amor, não é isso não, ele vai com calma, você não sabe como ele desentope todos os canos direitinho. Enfia o cano dele quantas vezes for preciso e não para até deixar o cano bem limpinho. Do jeito que você vê, você não faz ideia da força que o velho tem. Ele desentope de verdade, amor.
Em você também vou desentupir o cano.
Ana, não tem amor não, você ia gostar que eu desentupisse o cano, bebê? Você sabe que meu cano é muito delicado kkkkk
Você toma cuidado com aquele velho.
Ana, sim, amor, você me conhece, como bem diz, só flerto e percebi que isso esquenta o velho, e vou pedir um bom desconto pra ele.
Não pede não, meu velho paga, já te dei a grana, agora vamos pra cama que quero desentupir teu cano, gostosa.
Ana, mas primeiro você vai ter que limpar ela, amor.
Aí, na cama, a primeira coisa que fiz foi chupar a buceta da minha namoradinha de novo, aquele gosto salgado, ela tava encharcada, sentia que aquela buceta linda o velho tinha usado, fiquei tão tesudo que não deixei um único vestígio do macho novo dela, depois comi ela aos gritos, dizendo como a amava e o quanto ela me fazia feliz, gozei rápido e ela mandou eu limpar ela, deixei a buceta impecável e dormimos abraçados. No dia seguinte, Anita dormia como um bebê, deixei ela assim e fui trabalhar imaginando como o velho e sujo encanador Diego terminaria de desentupir o cano dela, tinha certeza que ele faria, só ficava com vontade de ver como ele fazia. Trabalhei o dia inteiro pensando nisso, imaginando como o velho enfiava a vara dele até o fundo tentando desentupir a buceta da minha namorada. Naquele dia, tive que trabalhar muito mais e cheguei mais tarde em casa, a comida estava me esperando, só precisava esquentar, Anita estava na cama descansando, não quis incomodar ela, esquentei a janta, comi e deitei ao lado dela. No dia seguinte, acordei e como ela continuava dormindo, fui trabalhar. O que tinha acontecido e o que aconteceria naquele dia só ela sabia, eu só tinha dúvidas, dúvidas que eram como espinhos cravados na minha cabeça, eram as de confirmar se Diego estava comendo minha namorada, e pelo que tinha visto até agora, estava convencido de que era assim. Não conseguia tirar da mente a imagem do gordo em cima da minha namoradinha partindo ela ao meio com uma pica enorme, coisa que eu não tinha, talvez por isso essas coisas aconteciam comigo. Eu me sentia culpado por ter uma piquinha minúscula? Não, não era isso, tinha certeza de que a satisfazia, a verdade é que não sabia se Anita realmente me traía, mas pensar nisso me deixava puto de tesão e acho que no fundo eu desejava de alma que ela fizesse isso, ser chamado de corno já não me importava mais, até meu tio era e talvez o grande macho do meu pai também tivesse sido, o que acontece é que eu pensava muito nisso tudo. Naquela noite, cheguei em casa Muito gostosa, a Anita tinha acabado de sair do banho, só tava vestindo uma regata minha.
Oi, gostosa, como você tá hoje?
Ana, tô muito cansada, meu bem. Mas ontem à noite eu capotei e você não me ligou. O que rolou?
Você estava tão dormindo que não quis te acordar. O Diego já terminou de desentupir os canos?
Ana, sim, love. Hoje terminei de vez, mas amanhã ela volta pra arrumar as torneiras da casa toda e dar uma olhada no aquecedor.
Se for assim, o velho não vai parar mais.
Ana, sem amor, serão dois dias a mais, ela me disse. Vai trazer o filho dela como ajudante e eu convenci ele a não cobrar por isso.
O filho? Humm, meu bem, toma cuidado, eu não conheço o filho não, querida.
Ana, tem bebê, ele é um cara legal. Hoje esteve aqui dando uma força pro velho.
Então o filho também desentupiu o teu cano?
Ana, amor, não fala assim, fica feio.
Mas eu tiro a tampa ou não, minha vida?
A Ana me olhou com malícia e, sorrindo, me disse que o filho do bombeiro tinha desentupido o cano dela com muita força, porque ela penou bastante.
Então sua buceta ficou bem limpinha
Ana, sim, minha vida, ficou impecável, mas amanhã, se você quiser, eu falo pra ela dar uma olhada direitinho, talvez precise de uma manutenção.
A manutenção quem pode te dar sou eu, amor?
Ana, você não sabe amar, eles fazem muito melhor, são os profissionais, bebê.
Sentia que meus chifres chegavam até o teto, meu pau explodia dentro da calça. Naquela noite na cama, mal consegui tocar na Ana, porque ela disse que tava muito cansada. Então, quando ela dormiu, bati uma punheta deitado do lado dela. No sábado, com certeza terminariam o trabalho em casa e meus chifrinhos cresceriam mais um pouco.
A VERSÃO DA ANA
Bom, o corno do meu namorado já contou umas coisinhas pra vocês, mas faltou alguns detalhes, tipo o que realmente rolou com o Diego, o encanador que o corno contratou pra desentupir os ralos da casa. Sendo que isso se faz num dia de trabalho, o velho levou três, e foi tudo culpa minha. Naquela terça, quando o Oscarcito falou que o encanador ia vir desentupir os canos, eu não ia perder a chance de fazer ele desentupir bem os meus também. Então, na mesma manhã, me vesti pra ocasião: um vestidinho bem curtinho, do jeito que eu gosto, e claro, sem nada por baixo. Fiquei esperando o velho assim, pronta pra ele me desentupir toda por completo. Fazer a menina inocente é o que eu sei fazer de melhor, e assim que o Diego me viu, eu soube que ele percebeu que presa fácil que eu sou. Tenho certeza que o Diego nunca imaginou que ia comer uma mina como eu. O gordo, com aquele macacão velho, não tinha chance de despertar desejo em nenhuma mulher, a menos que ela fosse uma puta no cio igual a mim. Depois de um café, ele começou pelo banheiro, o ralo do chuveiro tava bem entupido. Eu sempre do lado, oferecendo ajuda toda hora. Ele limpou o ralo do banheiro todo e, pra ver se não entupia mais, falei que ia tomar um banho. Claro que não esperei ele ir embora. Tirei o vestido e entrei debaixo d'água, olhando pra parede.
Ah sim, finalmente! Que bom que a água tá correndo agora, você é um gênio.
O velho não tinha ido embora, estava atrás de mim me olhando com o pau dele pra fora do macacão.
Diego Sai da água, sua puta, vem aqui que vou te secar
Ei, o que cê tá fazendo aí, o que pretende fazer comigo com isso?
Diego, vou desentupir o cano de você também.
O que o velho tinha era uma pica tremenda, três vezes maior que a do meu corno manso, mas eu tinha que continuar controlando a situação.
Não, não, você já devia ter ido embora, não devia estar aqui, vai embora por favor.
Falei isso me cobrindo com uma toalhinha, mas não adiantou muito. Diego se jogou em cima de mim e me abraçou.
Diego, desde que cheguei você tá me procurando, tenho certeza que o corno nem te toca e você morre de vontade de ser usada como merece.
Me segurava de um jeito que eu não conseguia escapar, o gordo tinha força, a força que um macho de verdade tem.
Ah não, não, você tá enganado, eu não sou dessas, me solta pelo amor de Deus
Diego tinha se enfiado de cabeça nas minhas tetas, minha tesão tava no talo, mas eu queria mostrar que não queria, e nessa luta acabei sentada no chão com a pica enorme dele na minha cara.
Diego, dá pra puta, abre a boca, fica bonitinha, eu sei que tu gosta.
Não, não, me solta, pelo amor de Deus
Já tava dentro de mim, o Diego enfiou e eu só aí fiz o resto, chupei a piroca dele como se não tivesse morrendo de vontade de fazer aquilo, queria parecer que o gordo tava me obrigando a chupar a rola dele e acho que consegui, aquela rola suja enchia minha boca até que fui arrastada pro vaso, onde ele me deitou em cima
Não, não, não, o que você vai fazer? Ahhh ahhhh nãooo ahhhh
Sem dizer nada, Diego enfiou o pau dele na minha buceta e começou a me dar uma fodida incrível, enquanto eu tentava aproveitar sem que ele percebesse, até que senti que estava quase gozando.
Dentro não, dentro não, não tô me cuidandooo nãooo nãooo ahhhhh ahhhh
Não adiantou nada, aquele nojento encheu minha buceta de porra e depois, rindo, falou pra mim.
Diego, fica tranquila, gostosa. A próxima é no cu.
Me solta, fera. Continua trabalhando. Isso nunca aconteceu. Quer que eu conte pro meu marido? Vai pra cozinha e é melhor ficar bem longe de mim.
Diego me olhou sorrindo, mas não disse nada. Foi pro quintal e começou a destampar o negócio. Eu tomei outro banho, vesti o vestido e saí do banheiro. Ainda tava no meu papel de vítima, mas aquela pica tinha feito estrago na minha buceta. Não conseguia parar de pensar no que ele ia fazer com meu cuzinho. Preparei uns sanduíches e chamei ele pra comer.
Olha, Diego, você passou dos limites no banheiro. Termina o pátio e, se se comportar direitinho, não conto nada pro meu namorado, assim você pode terminar seu serviço.
Diego, vamos deixar uma coisa clara: você morria por uma boa pica e, se você se comportar direitinho, vou limpar todos os seus canos sem cobrar nada. Para de bancar a coitadinha e vamos pra cama.
Me deixa em paz, quer? Termina de comer e volta pro pátio.
Diego, você tá perdendo essa, gostosa.
Tirei o pau dele pra fora do macacão, já falei, era enorme, não consegui parar de olhar, ele foi se aproximando até chegar em mim.
Diego, sério, você não gosta? Tá babando, gata, vai, abre a boca, eu sei que você quer.
Mas não fala nada, tu é um filho da puta.
E engoli, me entreguei, chupei ele, mas dessa vez sem ele me obrigar, lambi ele todinho, saboreei cada pedaço, curti pra caralho.
Diego, assim, puta, assim, assim, do jeito que você gosta, sua vadia. O corno com certeza tem um pau pequeno. Chupa ela toda, ahhh, ahhh, vamos pra cama agora!
Não precisou, ali mesmo tirei o vestido e ele começou a me comer igual no banheiro. Eu já nem disfarcei, comecei a gemer e ele também.
Diego, vou te encher de novo, sua puta.
Siii, me enche todinha
Diego, vou te engravidarrrr, sua putaaa... ahhhhh, ahhhh, toma aí, agora limpa bem minha pica.
E limpei ela. Era impossível pra mim não ser a putinha dele. Desde aquele momento, o velho nojento virou meu dono. Ele vestiu o macacão e foi pro quintal continuar trabalhando. Enquanto isso, eu não conseguia acreditar que aquele velho tinha me feito gozar duas vezes. Tomei um banho, troquei meu vestido por uma legging e deitei um pouco. O velho continuou o serviço dele e foi embora, prometendo que voltaria no dia seguinte, mas não sabia se terminaria o trabalho. Quando o Oscar chegou, mal consegui atendê-lo. Contei sobre o velho, sobre o nojento que ele era, mas pelo menos trabalhava muito bem desentupindo os canos. E meu corno manso já tava dando umas indiretas. Tô cada vez mais certa de que meu chifrudo fica com muito tesão quando outro me come. No dia seguinte, o velho mal entrou e já começou a me dominar. Passou a manhã inteira fazendo o que queria comigo, me obrigou a chupar a rola dele e não parou até me foder na mesma cama onde durmo com meu corno manso, pra eu nunca esquecer como ele fazia. Depois do almoço, o velho finalmente foi trabalhar. Limpou todo o ralo da cozinha e, antes de ir embora, me levou pra cama de novo. Tava obcecado em me deixar grávida. Não tive escolha a não ser dar minha bucetinha apertada pra ele. Ele arrombou tudo, o filho da puta ainda riu de como tinha deixado meu cu aberto. Comeu duas vezes e foi embora. Fiquei acabada na cama, decidi ficar lá. O Oscarzinho já tinha deixado a janta pronta, nem sei a que horas ele chegou. No dia seguinte, acordei e o corno manso já tinha ido embora. Tomei um banho, o cheiro de sexo tava impressionante. Troquei os lençóis e, quando ia pendurá-los, o velho apareceu. Pra minha surpresa, veio com o filho dele. Fiquei puta da vida e tratei ele muito mal. O velho mandou o filho limpar alguma coisa, e aí eu encarei ele.
O que você acha que eu sou? Acabou, hoje é melhor nem tentar me tocar, ficou claro?
Diego tá de boa, tava pensando em consertar os canos, trocar as torneiras, o Juan é fera nisso e se você se comportasse bem, ia sair bem barato pra você, mas se você não quiser, tudo bem.
Ainda tenho que te pagar pelo seu trabalho. Quanto vai ficar?
Diego, o meu já tá resolvido, mas o resto é teu presente. Fica com a grana do corno, que não vai ser pouca.
Sério que você tá me falando isso?
Diego, claro que tô falando sério, as puta tem que pagar de vez em quando.
Bom, se é assim, deixa eu pensar. Agora terminem o serviço.
Era muita grana e, mesmo com o cu arrombado, não queria ficar sem nada. O velho com certeza não ia aguentar muito; já fazia dois dias que ele vinha me comendo. Dessa vez, não achei que ele fosse render muito. O problema era o filho dele, mas que diferença fazia? Então, depois do almoço, começou o apalpamento. O velho sabia bem como fazer, e assim fui levada pro quarto. O Juan se gabava do pau dele — aquele pau era tão bom quanto o do pai. Não tive escolha a não ser chupar os dois e deixar que me comessem do jeito que eles tanto queriam. O velho não rendeu tanto quanto nos outros dias, mas o Juan foi foda. Ele me arrebentou, não se cansava de me comer, e quando percebeu que me fazia gozar com mais força, me montava até me ver exausta. Aí me virou na cama. Na hora, soube que aquilo seria meu calvário. Ele se jogou em cima de mim e meteu o pau no meu cu. Sofri cada picaçada, implorava pra ele ir mais devagar, mas recebia com mais força. Ele me fazia sentir a força do pau dele, como o grande macho que era. Não parou até deixar meu cu cheio. Nunca soube de onde aquele filho da puta tirava tanta porra. Me deixou largada ali, e eu ouvi ele tomar um banho. Sem me dizer nada, os dois foram embora, me deixando exausta, mas muito satisfeita com o quanto eu estava cheia. Depois de um tempo, consegui tomar um banho caprichado. Por via das dúvidas, troquei os lençóis e fiquei esperando meu corno manso pra convencê-lo de que eles viriam terminar todo o serviço de encanamento na nossa casa. Naquela noite, tratei de deixar o corno bem quente, mas não fizemos nada na cama. Entre sonhos, percebi que ele tava batendo uma punheta do meu lado. Ainda faltavam uns dias, mas eu me perguntava se ia aguentar. Meu corpo precisava de um descanso. Foi aí que me veio a ideia de pedir ajuda pra minha mãe.
3 comentários - Arrumando nossa casa