Papai corno, consentido!!!

Meu nome é Roberto, todo mundo me chama de Jr porque meu pai tem o mesmo nome. Essa história acontece no México, especificamente na Cidade do México. Tô no último ano do ensino médio, sou o caçula de três filhos. Minha irmã mais velha tem 30 anos, é casada e mora na mesma cidade, tem um filho pequeno e a gente se vê bastante, pelo menos em festas ou feriados. Minha outra irmã também é casada, tem 28 anos, mas mora em outra cidade e tem dois filhos. Como vocês devem imaginar, sou o bebê da casa, ainda moro com meus pais porque tô estudando. Meu pai é contador aposentado, tem 62 anos e acabou de se aposentar, e minha mãe tem 50 anos, cuida principalmente da casa. Isso é mais ou menos meu ambiente familiar. Agora vou contar o que aconteceu ou tá acontecendo desde uns meses atrás, e os envolvidos são meus pais, os dois. Meu pai Roberto, como eu falei, acabou de se aposentar de uma empresa onde trabalhou quase a vida toda. Agora em casa ele continua na mesma área, mas por conta própria, e tira uma grana extra além da aposentadoria. Minha mãe, minha linda mãe Júlia, não é por dizer, mas sou o xodó dela e ela mostra isso todo dia. Ela vai no meu quarto, me acorda pra ir pra escola, deixa tudo pronto: roupa, comida, lanche. Quando chego em casa, minha roupa de futebol já tá separada, meu quarto arrumado, até o banheiro preparado pra eu ir direto tomar banho assim que volto do treino. Minha roupa na cama, dobrada e limpa — ela é uma dona de casa completa. Agora acho que, mais do que explicar como ela me trata, vocês devem querer saber como ela é fisicamente. Vou tentar ser o mais real possível e descrevê-la não do jeito que eu vejo, porque pra mim ela é uma deusa linda, mas espero que gostem da minha descrição.Papai corno, consentido!!!Ela tem estatura média, 1,65m, é meio gordinha mas sem exagero. Seus lindos olhos claros me encantam, e os lábios sempre carnudos e hidratados são um convite pra morder. O cabelo dela tá sempre limpo e arrumado, sem falar no cheiro, que é uma delícia, sempre recém-saída do banho, perfumada e cheirosa. Os peitos dela são grandes, não sei o tamanho, mas cada uma das tetas dela daria pra cobrir com uma das minhas mãos, no máximo. Ela usa roupa moderna: legging, lycra, às vezes vestido ou saia, salto alto quando precisa, e de boa fonte — no caso, eu —, posso dizer que ela usa tanga, fio dental, calcinha pequena. Já vi na roupa suja ou pendurada no banheiro, no varal quando lava, e também já vi ela usando. Antes disso tudo que vou contar, só de relance, quando ela saía do banho e eu topava com ela de roupa íntima ou tentava espiar. Às vezes a tanga aparece na beirada da legging, e isso me deixa doido. Em outras ocasiões, marca por baixo da roupa, dá pra ver o desenho, e nota-se que é uma tanga minúscula. Bom, continuando: como falei, ela é meio gordinha, tem uma barriguinha, mas nada que atrapalhe de ver — ou pelo menos eu notava que marcava um volume gostoso na buceta dela. Uma vez, com certas lycras, eu reparava bem, porque marcava o famoso "pé de camelo", os lábios da buceta desenhados por baixo da roupa. E a menos que ela não estivesse de calcinha ou tivesse depilado pra conseguir aquele efeito, eu ficava encantado, besta com aquele espetáculo. Agora, o último e não por acaso, o que eu considero mais importante: a bunda dela. Ou melhor, a bunda enorme e linda dela. Sim, minha mãe tem uma bunda enorme, duas nádegas gigantes — pelo menos é o que parece pra mim —, grandes e redondas. Elas desenham uma silhueta linda, marcam a cintura e as nádegas ficam incríveis. Essa bunda enorme, coroada com uma lycra moderna daquelas que entram no meio do cu, e pra conseguir isso, imagino que sempre tem uma tanga se enfiando entre a bunda e a lycra. A bunda dela... Pernas grossas e pesadas fazem ela parecer uma gostosa do caralho, ou pelo menos é o que eu acho. Vou deixar umas fotos pra vocês conhecerem ela direitinho, essas fotos são recentes, de uns dias atrás. Cês tão se perguntando como consegui elas? É só continuar lendo que vocês vão entender.vadiaTalvez eu me concentre demais em explicar minha mãe em detalhes, mas vocês precisam entender: se a vissem todo dia como eu vejo, também ficariam maravilhados com ela. Agora, por que o título que dei a este relato? Bem, vou contar como meu pai entra nessa história. Acho que já faz pelo menos um ano que as coisas mudaram; o clima entre minha mãe e meu pai ficou diferente. Agora eu os ouvia discutir, brigavam por quase tudo, e a coisa piorou quando meu pai passou a ficar em casa o dia inteiro. Antes, pelo menos quando ele saía para trabalhar, minha mãe ficava de melhor humor durante o dia, brincava comigo e às vezes até saíamos juntos para algum lugar — cinema, comer ou só dar uma volta no shopping. Mas assim que meu pai parou de trabalhar e ficou de vez em casa, as brigas aumentaram. Minha mãe vivia de mau humor, meu pai passava o tempo trancado, e às vezes eu percebia ele triste — não exagero, dava pra notar que ele tinha chorado.

Bem, as coisas seguiram seu curso. Eu voltei para o último semestre do ensino médio, e uma noite, enquanto estava no meu quarto, uma discussão violenta começou no quarto dos meus pais. Sem saber direito o que fazer, levantei e só abri a porta para escutar. Depois de alguns minutos de reclamações, minha mãe soltou uma bomba que destruiu meu pai.

Mãe: "EU QUERO SEXO, ROBERTO. QUERO QUE VOCÊ ME COMA, QUE ME USE, QUE ME TRATE COMO UMA PUTA QUE..."

Pai: "Pelo amor de Deus, Júlia, abaixa a voz."

Mãe: "Por quê? Acha que eu me importo? Já faz mais de um ano que você não me come, não me faz sentir mulher. E olha que antes, quando você ainda podia, também não era lá essas coisas, hein."

Meu pai baixou a cabeça e tentou se aproximar dela, mas ela o rejeitou e saiu do quarto batendo a porta com força. Eu, atrás da porta do meu quarto, senti uma certa pena do meu pai, mas também raiva. Como era possível? Com o tesão de mulher que era minha mãe, e ele não tocava nela. Será que tinha algum motivo? Outra mulher? Não, não acredito. Meu pai sempre foi muito correto. Leal, algum problema de saúde? Bom, até onde sei, ele não tá doente. Ou talvez seja a idade? Digo, ele é dez anos mais velho que minha mãe, isso também deve ser um fator, suponho. Minhas ideias rodavam na minha cabeça sem eu saber direito o que fazer. Minhas irmãs já não estavam em casa, já não sabiam desses problemas, e também não é como se eu fosse contar pra elas. Sem conseguir dormir, tive que descer pra cozinha pegar algo pra beber, e lá me deparei com minha mãe.

Mãe: Oi, love, o que foi?
Filho: Ehhh, nada, só vim pegar um pouco de água. Você tá bem?
Mãe: Tô, tô sim, não se preocupa.
Filho: Eu te ouvi discutindo com meu pai e...
Mãe: Bom, se você ouviu, então já sabe qual é o problema.
Filho: Eu ouvi, mas...

Meu pai entrou na cozinha e nos pegou conversando.
Pai: Julia, a gente precisa conversar...
Mãe: Não quero nem te ver, Roberto. Vou dormir. Pode ficar no quarto das nossas filhas, não quero você perto, ok.

Minha mãe se levantou e foi pro quarto dela. Eu fiquei ali na cozinha com meu pai, sem falar nada, até que eu tava indo embora e ele me segurou.

Pai: Você tem que ser forte e corajoso. Sua mãe vai precisar de você.
Filho: Por que você diz isso, pai?
Pai: Suponho que ouviu os gritos da sua mãe, não foi?
Filho: Bom, sim, mas foi sem querer, é que eu tava...
Pai: Tá bem, pelo menos nos poupa a explicação.
Filho: Vocês vão se separar?
Pai: Acho que sim. Vai ser o melhor.
Filho: Não tem nada que possa ser feito com... bom, você sabe, o, o "problema" dela?
Pai: Você ainda é muito novo pra essas coisas. Por enquanto, só vai ter que ficar com sua mãe. Suas irmãs já fizeram a vida delas, e a gente não quer aumentar isso. Graças a Deus você ainda tá em casa e pode ficar pra fazer companhia pra sua mãe, que além do mais te adora, e você sabe disso.
Filho: E eu adoro ela!!!
Pai: Eu sei. Por isso, nessa questão, tô tranquilo. Sei que posso contar com você. Vai, vai dormir.

Os dias passaram. Meu pai continuava em casa, mas dormia em outro quarto. Quase uma semana depois, meu pai me comunicou que ia sair de casa, que as coisas com minha mãe não... resolveram e que ele alugaria um apartamento para se mudar, eu, sem poder falar nada, foquei na minha mãe. Notei que depois da notícia o humor dela mudou, ela ficou mais tranquila, posso dizer que até alegre, e o jeito de se vestir também mudou, ela andava mais arrumada, voltou a usar roupa esportiva para correr e, bom, adorei vê-la de melhor humor. Uma noite, ainda com meu pai em casa, minha mãe estava no quarto dela e ele na cozinha. Filho: então você vai embora? Pai: agora você será o homem da casa, é o melhor, filho. Filho: bom, se precisar de ajuda com algo. Pai: por enquanto estou bem, já encontrei um apartamento, comprei uma cama e só vou passar para pegar minhas roupas, mas sem pressa. Filho: bom, sabe que te amo e pode contar comigo. Pai: sim, eu sei. Ah, e suas irmãs já sabem dessa separação, depois em alguma reunião a gente vai ter que explicar, por enquanto só quero ficar tranquilo e que sua mãe esteja bem. Filho: ok, será como você disser. Isso doía, e uma separação nunca é fácil, ou pelo menos é o que dizem, eu tentei entender e apoiar os dois do meu jeito, porque também sou novo nesses assuntos. No dia seguinte, meu pai foi embora e chegou o dia zero, ou assim eu chamo, porque a partir daí tudo foi uma onda de coisas que nem eu sei como fomos nos enrolando. Minha mãe saiu para a academia, cheguei cedo da escola e liguei pra ela, ela disse que chegaria tarde, que iria com as amigas. Pensei: tenho a casa só pra mim, hora de me divertir um pouco, também sem meu pai por perto. Fui ao quarto da minha mãe, procurei entre as roupas íntimas dela e... bingo! A gaveta de calcinhas, tangas, fio-dental, cacheter, bom, era o paraíso de qualquer tarado. Adorava fuçar naquela gaveta, ver se tinha alguma peça nova e, por sorte, foi um bom dia: encontrei três tangas fio-dental idênticas, só mudava a cor: uma preta, uma vermelha e uma branca. Filho: essas devem ser novas, nunca vi. Saí do quarto da minha mãe com o tesouro na mão. Cara, fui pro meu quarto e me despipei, coloquei no celular um vídeo pornô de milf, era meu pornô favorito. No vídeo, uma coroa parecida com a minha mãe tava comendo um moleque novo. Coloquei meus fones e o show começou. As calcinhas da minha mãe passavam pelo meu rosto, eu cheirava, lambia, fui descendo até chegar no meu pau e passei elas por lá, passava pelas minhas bolas e, entre o vídeo e a excitação, tava adorando me masturbar pensando na minha mãe. Preciso fazer um parêntese aqui porque não me descrevi e talvez vocês fiquem curiosos pra saber como sou, porque apesar da minha idade e da minha aparência, não mostro o que realmente tenho. Vou explicar: sou de altura média pra alta, tenho 1,70m, sou magro, digamos, e apesar da minha idade, acho, sem querer me gabar, que sou bem dotado. Por que tô explicando isso? Bom, porque o que vai acontecer agora é o ponto de encontro dessa história. Meu pau tem 17 cm de comprimento, é grosso, minha mão mal cobre ele quando fecho a palma. Sou liso, ou melhor, sem pelos, ou quase nenhum, e acho que isso faz ele parecer ainda maior. Não sou circuncidado, então quando tenho uma ereção máxima, minha glande ou cabeça aparece, porque ela tem formato de cogumelo. Não tô me exibindo por me achar especial, só preciso que vocês saibam desses detalhes pelo que vai rolar agora. Tô no meu quarto, pelado, com as calcinhas da minha mãe no meu pau, enquanto no celular, com a outra mão, seguro ele vendo um vídeo pornô de milf e com meus fones ligados. Os gemidos da coroa do vídeo não só soam nos meus ouvidos, parece que sinto que ela tá aqui comigo, que é a mim que ela tá chupando o pau, que é em mim que ela tá cavalgando e... peraí, eu fechei a porta? Ouvi um barulho? Meus olhos estão fechados e, quando abro eles... Filho: PAI...!!! Que porra é essa!!! Meu pai tá na porta do meu quarto, de pé, me olhando. Dou um pulo e ele sai da minha vista, porque vira e fecha a porta. Filho: Porra!!! Como é possível, esqueci de fechar minha porta, que Aqui, caralho, tô me repetindo. Passam uns minutos, me visto e não sei se desço pra ver ele ou espero ele subir pra me dar a maior bronca da minha vida. Desesperado, escondi as calcinhas da minha mãe debaixo do travesseiro e, de repente, ele bate na porta. Filho: sim, sim, já vou. Abro a porta e meu pai com uma cerveja na mão, enquanto dá um gole na outra. Pai: posso entrar? Filho: sim, sim, entra, pai. Eu, deixa eu explicar... Pai: calma, filho, você não tá encrencado... quer uma cerveja? Filho: ehhh, mamãe não deixa eu beber. Pai: ela não tá aqui, além disso, acho que já é hora de você tomar uma cerveja com seu pai. Filho: ok. Pego a cerveja e, embora esteja preocupado com isso, me assusta mais ele contar pra minha mãe o que acabou de ver. Pai: posso te perguntar uma coisa? Lá vem o sermão!!! Filho: sim, fala, pai!!! Pai: quanto mede seu pau? Filho: que? Pai: quanto mede seu pau? Filho: por que você quer saber isso, eu... Pai: só me diz. Filho: 17 CM. Pai: pô, que bom, e é grosso, isso é bom, as mulheres gostam disso... Sabe por que a gente tá bebendo essa cerveja? Filho: não, não faço ideia, achei que você fosse me dar uma bronca ou algo assim. Pai: hahaha não, nada disso, pelo contrário, a gente tá comemorando!!! Filho: comemorando? Comemorando o quê? Pai: bom, que você não é mais um menino, vejo que já é um homem e que vai se dar bem com as mulheres. Minha cara era de dúvida e espanto, terminei a cerveja com ele antes de ir embora ele falou. Pai: bom, vou nessa, só vim pegar umas roupas e vou embora. Sua mãe acho que vai demorar pra chegar, então ainda dá tempo de terminar de gozar nas calcinhas dela e limpar tudo antes dela chegar. Filho: eu, desculpa, pai, é que eu... Pai: calma, tô te apoiando, além disso, quem não ficaria encantado com as calcinhas que sua mãe usa? Bom, vou nessa. Ele se levantou da cama e parou na porta. Pai: vou te perguntar uma coisa!!! Você me ajudaria em qualquer coisa? Filho: claro, pai, com certeza. Pai: você me ajudaria a voltar pra casa, a voltar pra sua mãe? Filho: sim, sim, pode contar comigo, o que você quer que eu faça? Pai: mmmm, deixa eu pensar. Tá bom, e te falo mais tarde, fica de olho no celular. Só preciso falar uma coisa com sua mãe e te aviso o que preciso, ok. Eu não entendia o que ele queria dizer, mas desde que me tirasse da enrascada e não contasse nada, tava de boa em ajudar. Filho: Você não vai contar o que eu faço com as calcinhas dela, vai? Pai: Não, fica tranquilo, isso é um jogo e eu guardo segredo. Filho: Ok, pai. Pai: Bom, vou nessa. Mais tarde te mando mensagem, então fica ligado. Naquela tarde, não me masturbei mais. Tava com mais medo do que ele diria pra minha mãe se me dedurasse e de como ela reagiria. Bom, melhor não pensar nisso. Ele disse que guardaria segredo. Minha mãe chegou lá pelas 8 da noite. Assim que ouvi ela, desci pra cozinha na hora pra ver. Precisava saber se ela tava brava, se ele tinha me traído ou algo assim. Filho: Oi, mãe!!! Mãe: Oi, meu amor!!! Ela me viu, se virou, veio até mim e me abraçou. Me deu um beijo na bochecha e sorriu. Mãe: Como você tá bonito, filho!!! Filho: Ahhh, valeu, mãe. Como foi? Mãe: Perfeito, me diverti pra caramba. As meninas são muito divertidas e fomos pra... blá, blá, blá, blá. Minha mãe falava e falava sobre onde tinha ido, pra onde tinha ido, e eu não parava de pensar no que tinha rolado com meu pai. Filho: Que bom. Ei, você falou com meu pai? Mãe: Sim, bem quando eu tava vindo pra cá ele ligou e a gente conversou. Por quê? Filho: Nada não... bom, ele não te falou nada? Mãe: Ele falou um monte de coisas, mas se você tá perguntando é por algum motivo. O que foi? Filho: Não, não, nada. Só queria saber se ele falou algo... sobre mim? Mãe: Sobre você? Bom, sim, a gente falou de você, mas o que a gente conversou ele vai te contar, ok, jovem. Minha mãe chegou tão perto de mim que o rosto dela quase encostou no meu. As mãos dela nos meus ombros e os lábios dela falavam quase colados na minha cara. Me intimidou, mas não soube o que fazer. Filho: Ahhh, ok. Mãe: Bom, espero que você esteja com fome. Te trouxe um hambúrguer e pizza que sobrou com as meninas. Jantei com ela, subi pro meu quarto, peguei meu celular e tinha uma mensagem do meu pai... ele dizia que amanhã passaria na universidade pra gente almoçar junto. Juntos, respondi que sim e só, olha só, não sabia o que tava rolando, mas fiquei intrigado. Aquela noite não dormi bem, na escola fiquei distraído e, na hora de sair, meu pai já tava me esperando. Entrei no carro dele e ele foi dirigindo até um restaurante. Pai: a comida aqui é muito boa. Filho: tomara, tô morrendo de fome... aliás, por que a gente tá fazendo isso? Pai: o quê? Não podemos ter um momento pai e filho? Filho: bom, a gente nunca foi muito chegado e agora tô meio assustado com isso, e a mãe ontem... Pai: ela te falou alguma coisa? Filho: o quê? Alguma coisa? Sobre o quê? Pai: nada, nada, vamos comer e depois a gente conversa. A comida foi boa, no final da sobremesa meu pai se afastou um pouco da mesa. Pai: filho, quero pedir sua ajuda pra uma coisa? Larguei meu prato e prestei toda atenção. Filho: claro, pai, você sabe que pode contar comigo, e se for pra voltar com a mãe e... Pai: calma, calma, espera, quero que você me escute sem falar nada, ok, pensa nisso sem dizer nada até poder me dar uma resposta. Filho: ok, tô ouvindo. Pai: bom, não vou mentir sobre como as coisas estão entre sua mãe e eu, e você sabe, você ouviu nossa última briga antes de eu sair de casa, por isso quero que você me ajude a voltar, a voltar não só pra casa, mas pra ela, pra ser o marido dela como se nada tivesse acontecido. Fiquei calado porque ele pediu. Pai: o que vi ontem me deu uma esperança e uma oportunidade, e não quero desperdiçar. Minha cara de dúvida e surpresa quase me fez falar, mas ele com o dedo me sinalizou pra não dizer nada ainda. Pai: o principal problema entre sua mãe e eu é a falta de sexo, você ouviu... eu já não consigo mais, filho. Engoli seco, que confissões eram essas de um pai pra um filho quase adolescente. Pai: tenho disfunção erétil há uns anos, no começo com remédio até dava, mas de um ano pra cá não dá mais, e antes que eu perca tudo e sua mãe arrume outro homem, um que dê pra ela o que eu já não posso, que ela arranje um amante que dê o sexo que ela precisa. que eu não consigo, quero sua ajuda. Fiquei em silêncio e me aproximei para ouvi-lo. Pai: EU QUERO QUE VOCÊ SEJA O AMANTE DA SUA MÃE!!! Fiquei paralisado, sem saber o que dizer ou fazer, ouvi as palavras da boca do meu pai, mas não conseguia imaginar o que ele realmente estava me dizendo. Pai: você não precisa me dizer nada, vejo que te causei um choque, pois você ainda é jovem para essas coisas, mas também se trata de você amadurecer e se tornar um homem, porque se eu não puder voltar para sua mãe, você será o homem daquela casa. Ele continuava falando, mas na minha mente eu só ouvia "O AMANTE DA SUA MÃE". Pai: vi tudo o que é necessário para que ela fique satisfeita, um homem jovem, com uma boa ferramenta, é perfeito, além disso você é meu filho, nosso filho, tudo fica entre a família, nada precisa sair das paredes de casa, é perfeito... você seria o amante perfeito para minha esposa. Eu continuava sem dizer nada. Pai: ahhh e caso você esteja pensando, ela já sabe!!! Filho: o quê? Ela sabe? Foram minhas primeiras palavras. Pai: sim, é isso mesmo, ontem assim que saí de casa, falei com ela, já tínhamos conversado há um tempo que talvez precisássemos da ajuda de um terceiro, então liguei para ela e disse que já tinha encontrado. Não conseguia acreditar em tudo isso, agora entendo por que ela me disse aquilo ontem e por que meu pai não me repreendeu quando me viu, e bem, eu estava ligando todos os pontos na minha cabeça. Pai: você realmente me ajudaria muito, filho!!! Filho: antes de te responder, quero saber uma coisa!!! Pai: me diga! Filho: ela concorda? Pai: completamente!!! E mais do que concordar, animada, contei a ela o que vi, até você se masturbando com as calcinhas dela, e ela adorou a ideia. Filho: então me pergunte de novo!!! Pai: filho, você quer me ajudar sendo o amante da sua mãe para que eu possa voltar para casa com ela? Filho: claro, pode contar comigo. Ele se levantou e me deu um abraço. Pai: obrigado, obrigado, filho.... você não sabe o alívio que é ter te encontrado, você, meu filho. Assim que saímos do restaurante, fomos para o carro. E papai dirigia pra casa. Papai: Vamos dar uma parada rápida, ok. Ele parou numa farmácia e comprou umas coisas, eu fiquei no carro esperando. Ele continuou dirigindo pra casa e, assim que chegamos, antes de descer, ele falou. Papai: Valeu mesmo por isso, filho. Sei que cê tá fazendo porque me ama e sei que vai se divertir pra caralho. Eu ainda tava em choque, não sabia se aquilo tava realmente acontecendo. Ele não tinha mais as chaves de casa, então eu abri a porta. Entramos e minha mãe tava na sala. Assim que nos viu, ela se levantou e me cumprimentou com um beijo na bochecha. Mamãe: Oi, meu amor, como foi a escola? Filho: Ahhh, bem, acho. Mamãe: Que bom, não fiz jantar porque achei que cê não ia ter fome, mas a gente pode pedir uma pizza mais tarde, que tal? Filho: Sim, tá de boa. Tudo parecia tão normal, tão real, que achei que tinha sonhado a conversa com meu pai, até que... Papai: Trouxe umas coisas, caso precisem. Meu pai entregou a sacola pra mamãe com as coisas da farmácia, e ela abriu. Mamãe: Hmm, deixa eu ver, hmmm, vou dar uma olhada. Ela remexeu na sacola e, depois de uns minutos... Mamãe: Isso não vai servir. Mamãe tirou da sacola duas caixas de camisinha e entregou pro meu pai. Papai: Por que não vai servir? Mamãe: Cê comprou as que você usava, e pelo que me disse, agora ela é maior e mais gostosa. Eles olharam pra mim, eu fiquei meio vermelho, mas sorri. Papai: Que idiota que sou, cê tem razão. Vou lá trocar rápido e... Mamãe: Não, não, deixa assim. A gente não precisa mesmo. Papai: Não vai usar camisinha? Mamãe: Pra quê? Eu já não posso mais engravidar, e além disso, cê sabe que não gosto. UAU, o que eu acabei de ouvir? Meus ouvidos não paravam de receber aquelas palavras lindas que me faziam sentir que tava num sonho. Minha mãe acabava de dizer pro meu pai que a gente ia transar sem camisinha, e ele aceitou sem reclamar mais. Papai: Ok, Júlia, cê venceu. Agora, onde vão fazer ou... Mamãe: Acho que é hora de você vazar!!! Papai: O quê? Mas pensei que... Mamãe: Pensou o quê? Você ainda não pode voltar pra casa. A gente nem testou se isso vai dar certo. que aconteça o que for do meu agrado, ainda não aconteceu nada, então obrigado por trazer nosso filho pra casa. Vá pro seu apartamento e mais tarde te aviso como foi. Pai: mas... tudo bem, tá certo, mas você vai me avisar ainda hoje à noite, certo? Mãe: sem falta, tchau Roberto!. Pai: até logo, filho, confio em você e que vai me ajudar da melhor forma. Filho: vou fazer o possível, pai, tchau. Meu pai saiu de casa e minha mãe trancou a porta atrás dele. Mãe: bom, por que você não vai se trocar? Eu vou tomar um banho e mais tarde você pode vir pro meu quarto? Filho: sim, sim, tá bem, mãe. Subi as escadas pro meu quarto e fechei a porta, me joguei na cama e minha mente viajava imaginando que isso fosse real e o que ia rolar em alguns minutos. Tomei um banho, saí e vesti só uma cueca boxer e um shorts com uma camiseta esportiva, de repente, no celular, uma notificação! Mãe: "pode vir pro meu quarto, filho" Filho: "ok" Minhas mãos tremiam, minhas pernas viravam gelatina e meu coração batia a mil por hora. Saí do quarto, caminhei até o quarto de casal dos meus pais e empurrei a porta, que já tava entreaberta. Assim que entrei... WOW, MAMACITA!!! A primeira coisa que meus olhos viram foi uma bunda enorme, mas acreditem quando eu digo, era uma BUNDA ENORME!!! Nunca na minha vida tinha visto algo assim, minha mãe de quatro na beirada da cama, completamente pelada com a luz acesa, dava pra ver as nádegas enormes e um pouco da buceta dela, porque tava numa posição que me oferecia o rabo por completo. Fiquei bestificado por uns segundos ali, contemplando a paisagem. Mãe: gostou? Filho: sim, sim, muito, é incrível. Mãe: você vai ser meu amante? Filho: quê? Mãe: hahaha, tô perguntando se você vai ser meu amante de agora em diante? Filho: ahn sim, vou ser seu amante. Mãe: já ficou com alguma mulher ou ainda é virgem? Filho: não, já transei antes, mas nada como isso, meu deus, que rabão você tem, mamãe. Mãe: não quero saber mais, também não é que não queira experimentar tanta coisa das que Fui criado com privacidade, mas agora, bem agora, a única coisa que quero é que você enterre seu pau em qualquer um desses dois buracos. Tudo isso minha mãe me dizia enquanto virava a cabeça para mim e dava tapas na própria bunda com as mãos. Mãe: Depois a gente faz um monte de coisas divertidas, mas por favor, nesse instante, eu tô morrendo de vontade de alimentar minha buceta e meu cu com carne de pau, não importa que essa carne seja do meu próprio filho e que seu pai, meu marido, tenha sido quem combinou esse encontro, só quero que você me use, que me coma como um homem deve comer uma mulher, como um macho deve comer sua mulher. Comecei a me despir, tirando minha camiseta, shorts e cueca, meu pau saltou feito um pneu de moto, parecia que tinha vida própria. Ela se virou, fixando o olhar na cama. Mãe: Não quero ver ele, não quero ver você, não quero me arrepender de fazer isso sabendo que meu próprio filho vai me penetrar, então por isso adotei essa posição, sou inteiramente sua, meu cu e minha buceta são seus, faça o que quiser com eles, eu só quero sentir. Fiquei atrás dela e, assim, de pé na beira da cama, segurei seus quadris com minhas mãos, meu pau roçou na bunda dela e ela deu um pequeno susto. Peguei meu pau e procurei com a cabeça sobre a pele dela alguma das entradas, percorri e encontrei a entrada da buceta dela. Filho: Podemos fazer isso sem camisinha? Mãe: Sim, não se preocupe, já não posso engravidar, já falei isso há pouco. Filho: Sim, já ouvi, mas e o resto? Sou seu filho, você está bem com isso? Quero dizer, está tudo bem eu penetrar a buceta por onde nasci? Mãe: Isso eu vou saber assim que tiver você dentro de mim.infielSem mais delongas, empurrei um pouco meu pau e minha glande foi afundando dentro dela, aos poucos meu pau foi abrindo caminho na buceta dela. Mãe: ai meu deus, ohhhh tá entrando, que, que tanto entrou? Filho: só a pontinha, vou meter até a metade e parar pra você saber até onde vai. Continuei empurrando e sentia as dobras da buceta da minha mãe se abrindo na minha investida, meu pau parecia que rompia uma parede e fazia um túnel dentro da minha mãe. Filho: você tem a metade dele dentro. Mãe: ohhhh sério só a metade? É mais do que eu cheguei a sentir com seu pai. Filho: quer que eu continue? Mãe: siiiim, mas agora sem devagar, pode meter de uma vez só até minha bunda bater no teu corpo. Peguei ela pela cintura e sem avisar puxei ela pra mim e me empurrei nela. A bunda dela bateu no meu corpo e apertei ela com minhas mãos na cintura. Mãe: ohhhh filho da puta!!!! Como esse teu pau é enorme! Ohhhh filho, filho, por favor, por favor. Filho: quer que eu tire? Mãe: não, não, por favor não tira, deixa aí, deixa eu me acostumar com ele, por favor. Ficamos ali naquela posição uns dois minutos e minha mãe virou pra olhar na minha cara pela primeira vez desde que eu penetrei ela. Mãe: agora eu sou tua mulher, agora você é meu homem, agora sou sua amante e agora você é meu amante. Filho: e o papai? Mãe: ele vai continuar sendo isso, seu pai e meu marido, mas nunca mais vai poder me comer, esse é seu trabalho daqui pra frente. Filho: então... Comecei a meter nela uma, duas, três vezes, a sensação de estar dentro daquela putona enorme era fascinante, que mulher gostosa eu tava comendo, dava tapas na bunda, apalpava o rabo dela e esticava a mão pra pegar nos peitos dela. Minha mãe tava em êxtase, gemia que nem uma vagabunda, não parava de reclamar do tamanho do meu pau, de como ele era grosso e como enchia ela, pedia pra eu não parar e eu não parei. Mãe: ohhh filho pelo amor de deus que delícia, ohhh assim assim me usa que nem uma puta, assim, vai, não tira ele, penetra minha buceta com esse pau enorme O que você tem? Filho: Já te pegaram assim? Mãe: Não, não, nunca, nunca enfiaram uma rola tão grande em mim, ohhh me sinto cheia, que gostoso. Filho: Por que você não aceitou as camisinhas que meu pai te dava, se você e eu sabemos que serviriam em mim? Mãe: Porque eu queria te provar assim, natural. Quando seu pai me ligou e disse que já tinha o candidato perfeito, ele me descreveu sua rola, e quando ele disse de quem se tratava, não parei de pensar em como seria sentir você assim dentro de mim, sentir as veias da sua rola roçando minhas paredes vaginais, sentir seu calor que me queima por dentro, sentir que você está prestes a gozar e eu quero sentir seu sêmen, sua semente dentro de mim. Filho: Você não pode mais engravidar? Mãe: Infelizmente não, mas podemos brincar de que você me engravida. Você gosta da ideia? Filho: Sim, adoro. Mãe: Então não para de me foder e me engravida, filho. Engravidar sua mãe deve ser seu objetivo. Tomei a iniciativa de foder minha mãe. Mãe: O que, o que você está fazendo, filho? Ohhh, UAU, que gostoso, ohhh sinto você enorme dentro de mim.namorada putaMamãe: aiiii filho, o que você tá fazendo, o que você tá fazendo? Você tá me montando!!!
Filho: as que eu já comi gostam disso, vamos ver se você também gosta, mamãe.cuck consentidoMamãe: ahhh seu filho da puta!!! Tá enfiando tudoooo em mim.Papai corno, consentido!!!Filho: era isso que vocês queriam, não é, você e meu pai? Então só tô cumprindo meu papel de amante. Mãe: ahh, mas você tá me rasgando, filho!!!vadiaMamãe: por que você tá tirando ela, não, não, não tira não, filho!!!
Filho: hahaha calma, mãe, só vou me ajeitar.infielMamãe: aaaaaaahhhh gozei tudaaaaaão!!!
Filho: todinha mamãe, cabe delicioso em você.
Mamãe: nunca fui comida assim, nunca. Seu pai achou o amante perfeito.namorada putaFilho: mamãe, tô quase gozando!!!
Mãe: vai filho, goza dentro de mim e me enche com seu leite... ahhh sim, sim, esvazia tudo, não se preocupa, me deixa grávida, me dá seu gozo...

Claramente depois daquele dia, cada minuto a gente passava transando, transando e transando. Depois de alguns dias, minha mãe falou que eu podia chamar meu pai pra voltar pra casa que a gente ia dar uma surpresa pra ele.

Pai: oi filho, valeu mesmo pela ajuda, sério, não sei o que teria feito sem você e...
Filho: não precisa agradecer, pra isso que eu tô aqui, "chefe".
Mãe: então, a gente tem uma surpresa pra você. Senta aí, só vai ficar parado e olhar, ok?
Pai: ok, do que se trata?
5 minutos depois.cuck consentidoMamãe: aaaah aaaah minha bunda, devagar filho, devagar!!!
Filho: você sabe que eu gosto assim, pra que você tem ela tão gostosa.
Mamãe: pra você meter e encher de porra.Papai corno, consentido!!!Filho: cê tá vendo, pai?
Pai: tô, tô vendo, filho.
Filho: cê tá vendo a pica enorme que eu tô metendo na sua esposa?
Pai: tô vendo sim.
Filho: cê quer que eu enfie tudo no cu dela?
Pai: quero.vadiaMamãe: ahhhhh ai, são uns filhos da puta, mas eu adoro, obrigada Roberto, obrigada pelo amante que você me deu, eu amo. Papai: de nada!!! Filho: vira, mamãe, é hora de te encher de porra, mas na sua buceta, pro seu marido ver. Papai: termina ela assim... No cu.

7 comentários - Papai corno, consentido!!!

Me encanta, nada mejor que un hijo siendo el nuevo macho de mamá, todos los padres deberían entregar sus esposas a sus hijos
deberias hacer otro de este tipo con familiares cornudos, como un abuelo o un padre y que el hijo la tenga grande
Uff, meu pai já é um corno manso consentido e deixa a minha mãe transar com outros, será que ele me deixaria se eu pedisse?
obizpo
E aí, como é que tá sua mãe, ela fala?