Meu nome é Roberto, todo mundo me chama de Jr porque meu pai tem o mesmo nome. Essa história acontece no México, especificamente na Cidade do México. Estou no último ano do ensino médio, sou o caçula de três filhos. Minha irmã mais velha tem 30 anos, é casada e mora na mesma cidade, tem um filho pequeno e nos vemos frequentemente, pelo menos em festas ou feriados. Minha outra irmã também é casada, tem 28 anos, mas mora em outra cidade e tem dois filhos. Como devem imaginar, sou o bebê da casa, ainda moro com meus pais porque ainda estudo. Meu pai é contador público aposentado, tem 62 anos e acabou de se aposentar. Minha mãe tem 50 anos e se dedica principalmente à casa. Isso é, em linhas gerais, meu ambiente familiar. Agora vou descrever o que aconteceu ou está acontecendo há alguns meses. Envolvidos estão meus pais, e me refiro aos dois.
Meu pai, Roberto, como mencionei, acabou de se aposentar de uma empresa onde trabalhou quase a vida toda. Agora em casa, continua fazendo a mesma coisa, mas por conta própria, e assim tem uma renda extra além da aposentadoria. Minha mãe, minha linda mãe Julia – não é por dizer, mas sou o filho favorito dela e ela mostra isso todos os dias. Ela vai ao meu quarto me acordar para ir à escola, deixa tudo pronto: roupa, comida, lanche. Bom, assim que chego em casa, minha roupa de futebol está pronta, meu quarto arrumado, até o banheiro preparado para eu ir direto tomar banho depois do treino. Minha roupa na cama, arrumada e limpa. Nossa, ela é uma dona de casa de primeira linha.
Agora, acho que mais do que explicar como ela me trata, deve interessar como ela é fisicamente. Vou tentar ser o mais realista possível e descrevê-la não como eu a vejo, porque eu a vejo como uma deusa linda, mas espero que gostem da minha descrição.
Ela tem estatura mediana, 1,65m, é meio gordinha mas nada exagerado. Seus lindos olhos claros me encantam e seus lábios sempre carnudos e hidratados são um convite para mordê-los. Seu cabelo sempre limpo e arrumado, sem esquecer seu cheiro: ela sempre cheira delicioso, recém-banhada, perfumada e limpa. Seus peitos são grandes — não sei medidas — mas cada uma de suas tetas seria impossível de cobrir com pelo menos uma das minhas mãos. Ela usa roupas modernas: leggings, lycras, às vezes vestidos ou saias, salto alto se a ocasião pede (e por boa fonte, nesse caso eu mesmo, informo que ela usa tangas, fio-dental, calcinhas pequenas). Além de tê-las visto na roupa suja ou penduradas no banheiro ou no varal quando lava roupa, também já as vi nela — antes disso que vou contar, só de relance, quando ela saía do banho e eu a encontrava de calcinha ou tentava espiá-la. Às vezes a thong sai pelas bordas da leggings e isso me deixa louco, e em outras ocasiões transparenta sob a roupa, desenhando e mostrando que está usando uma tanga minúscula.
Bem, continuando: como disse, ela é meio gordinha, com uma barriguinha, mas nada que não deixe ver — ou pelo menos eu notava que marcava um volume bom na sua buceta. Em algumas ocasiões, com certas lycras, eu observava bem porque marcava "pata de camelo": seus lábios vaginais se desenhavam sob a roupa e, a menos que ela estivesse sem calcinha ou depilada para conseguir esse efeito, eu ficava encantado e babando com esse espetáculo.
Agora, o último e não por menos — o que considero mais importante: sua bunda. O que digo sua bunda? Seu enorme e lindo **culhão**. Sim, minha mãe tem uma bunda enorme, duas nádegas gigantes — bem, é assim que me parecem — grandes e redondas, que desenham uma silhueta linda porque marcam sua cintura e suas nádegas ficam incríveis. Esse **rabo** enorme coroado com uma lycra moderna daquelas que entra no meio das nádegas e, além disso, para conseguir isso imagino que sempre uma thong se enfiando entre sua bunda e a lycra... pernas gordas e pesadas fazem ela parecer uma garota sexy incrivelmente gostosa, ou pelo menos é assim que me parece. Vou deixar umas fotos para vocês conhecerem ela bem, essas fotos são recentes, de poucos dias atrás. Vocês devem estar se perguntando como consegui, então continuem lendo que vão entender.
Talvez eu me concentro demais numa explicação profunda sobre minha mãe, mas vocês precisam entender que se vissem ela todos os dias como eu vejo, também ficariam maravilhados com ela. Agora, por que o título que dei a este relato? Bom, vou contar como meu pai entra nessa história. Acho que faz pelo menos um ano que as coisas mudaram, o clima entre minha mãe e meu pai era diferente; agora eu os ouvia discutir, brigavam por quase tudo, e a coisa piorou agora que meu pai estava em casa todos os dias. Antes, pelo menos quando ele saía para trabalhar, minha mãe durante o dia estava de melhor humor, brincava comigo e às vezes até saíamos juntos para algum lugar: cinema, comer ou só dar uma volta no shopping. Mas justo quando meu pai parou de trabalhar e ficou em casa em tempo integral, as brigas deles aumentaram. Minha mãe estava de mau humor, meu pai ficava trancado e às vezes eu notava que ele estava triste — e não é exagero, mas eu percebia que ele tinha chorado. Bom, as coisas seguiram seu curso, eu voltei para o último semestre do ensino médio, e uma noite, enquanto estava no meu quarto, uma discussão forte aconteceu no quarto dos meus pais. Eu, sem saber bem o que fazer, me levantei e só abri a porta para escutar, e depois de alguns minutos de reclamações, minha mãe soltou uma bomba que destruiu meu pai.
Mãe: "EU QUERO SEXO, ROBERTO, EU QUERO QUE VOCÊ ME COMA, QUE ME USE, QUE ME TRATE COMO UMA **puta** QUE..."
Pai: "Por favor, Júlia, fala mais baixo."
Mãe: "Por quê? Por acaso você acha que eu me importo? Faz mais de um ano que você não me come, não me faz sentir mulher, e bom, sem contar que antes, quando você podia, também não era lá muito bom, hein?"
Meu pai baixou a cabeça e tentou se aproximar dela, mas ela o rejeitou e saiu do quarto batendo a porta com força. Eu, atrás da porta do meu quarto, senti uma certa pena do meu pai, mas também raiva. Como era possível? Com a **gostosa** que era minha mãe, e ele não a tocava... Haveria alguma razão? Outra mulher?... Não, não acredito, meu pai sempre foi muito correto e... Leal, algum problema de saúde? Bom, até onde sei ele não está doente, ou talvez a idade? Digo, ele é dez anos mais velho que minha mãe, isso também deve ser um fator, suponho. Minhas ideias rodopiavam na minha mente sem eu saber bem o que fazer, minhas irmãs já não estavam em casa, já não sabiam desses problemas e também não era como se eu fosse contar para elas. Sem conseguir dormir, tive que descer à cozinha para pegar algo para beber e foi lá que encontrei minha mãe.
Mãe: Oi, amor, o que foi?
Filho: Ehh, nada não, só vim pegar um pouco de água. Você está bem?
Mãe: Sim, sim, não se preocupe.
Filho: Eu ouvi você discutindo com meu pai e...
Mãe: Bom, se você ouviu, então já sabe qual é o problema.
Filho: Eu ouvi, mas...
Meu pai entrou na cozinha e nos pegou conversando.
Pai: Julia, precisamos conversar...
Mãe: Não quero nem te ver, Roberto. Vou dormir, você pode ficar no quarto das nossas filhas, não quero você perto de mim, ok?
Minha mãe se levantou e foi para o quarto dela. Eu fiquei ali na cozinha com meu pai, sem falar, até que eu estava indo embora quando ele me segurou.
Pai: Você tem que ser forte e corajoso, sua mãe vai precisar de você.
Filho: Por que você diz isso, pai?
Pai: Suponho que você ouviu os gritos da sua mãe, não é?
Filho: Bom, sim, mas foi sem querer, é que eu estava...
Pai: Está bem, pelo menos nos poupa a explicação.
Filho: Vocês vão se separar?
Pai: Acho que sim, vai ser o melhor.
Filho: Não tem nada que possa ser feito com... bem, você sabe, o, o "problema" dela?
Pai: Você ainda é muito jovem para essas coisas. Por enquanto, você só precisa ficar com sua mãe. Suas irmãs já têm a vida delas e não queremos tornar isso maior. Graças a Deus ainda tem você em casa e pode ficar fazendo companhia para sua mãe, que além de tudo te adora, e você sabe disso.
Filho: E eu adoro ela também!!!
Pai: Eu sei, por isso nessa questão estou tranquilo, sei que posso contar com você. Vai, vai dormir.
Os dias passaram, meu pai continuava na casa, mas dormia em outro quarto. Quase uma semana depois, meu pai me comunicou que iria sair de casa, que as coisas com minha mãe não se resolviam e que ele alugaria um apartamento para sair de casa, eu sem poder dizer nada me concentrei na minha mãe. Notei que depois da notícia o humor dela mudou, ela ficou mais tranquila, posso dizer até alegre, e a forma de se vestir também mudou, ela andava mais arrumada, voltou a usar roupas esportivas para ir correr e bom, adorei vê-la de melhor humor. Uma noite, ainda com meu pai em casa, minha mãe estava no quarto dele e ele na cozinha. Filho: então você vai embora? Pai: agora você será o homem da casa, é o melhor, filho. Filho: bom, se precisar de ajuda com algo. Pai: por enquanto estou bem, já encontrei apartamento, comprei uma cama e só virei buscar minhas roupas, mas com calma. Filho: bom, você sabe que te amo e pode contar comigo. Pai: sim, eu sei. Ah, por sinal, suas irmãs já sabem dessa separação, depois em alguma reunião vamos ter que explicar, por enquanto só quero ficar tranquilo e que sua mãe fique bem. Filho: ok, será como você disser. Isso me doía e bom, uma separação nunca é fácil, ou pelo menos é o que dizem, tentei entender e apoiar os dois do meu jeito, pois também ainda sou jovem nesses assuntos. No dia seguinte, meu pai foi embora e chegou o dia 0, ou pelo menos é como eu chamo, porque a partir daqui tudo foi uma onda de coisas que nem eu mesmo sei como fomos nos enrolando. Minha mãe saiu para a academia, cheguei cedo da escola e liguei para ela, ela disse que chegaria tarde, que sairia com as amigas. Pensei: "tenho a casa vazia, é hora de me divertir um pouco". Também, sem meu pai por perto, fui ao quarto da minha mãe, procurei entre sua roupa íntima e... voilà! O tesouro: a gaveta de calcinhas, tangas, fio-dental, cacheteros... bom, aquilo era o paraíso de qualquer pervertido. Adorava fuçar naquela gaveta, ver se tinha alguma peça nova e, por sorte, aquele foi um bom dia: encontrei três tangas de fio-dental idênticas, só mudava a cor: uma preta, uma vermelha e uma branca. Filho: essas devem ser novas, não as tinha visto antes. Saí do quarto da minha mãe com o tesouro na cara, fui pro meu quarto e fiquei pelado, botei no celular um vídeo pornô de milf, era meu pornô favorito. No vídeo, uma coroa parecida com a minha mãe tava dando pra um novinho, coloquei meus fones e o espetáculo começou, as calcinhas da minha mãe passavam pelo meu rosto, eu cheirava, lambia, fui descendo com elas até chegar no meu pau e passei por ali, passava pelos meus sacos e entre o vídeo e a excitação tava curtindo pra caralho me masturbar pensando na minha mãe. Preciso abrir um parêntese aqui porque não me descrevi e talvez vocês fiquem na curiosidade de saber como eu sou, pois apesar da minha idade e do meu jeito, não aparento o que realmente tenho, vou explicar, bom, tenho altura média a alta porque tenho 1,70m, sou magro, digamos seco, e apesar da minha idade, acho sem querer me gabar que sou bem dotado. Por que tô explicando isso? Bom, porque o que vai acontecer a seguir é o ponto alto dessa história. Meu pau tem 17cm de comprimento, é grosso, mal a minha mão cobre quando fecho a palma, não tenho pelos ou bom, quase nada, e acho que isso faz ele parecer ainda maior, não sou circuncidado, então quando fico com o pau bem duro, a cabeça aparece porque é tipo um cogumelo. Não tô me achando especial, só precisam saber desses detalhes pelo que vem depois. Tô no meu quarto, pelado, com as calcinhas da minha mãe no meu pau, enquanto com a outra mão seguro o celular vendo um vídeo pornô de milf e com meus fones, os gemidos da coroa do vídeo não só tocam nos meus ouvidos, parece que sinto que ela tá aqui comigo, que sou eu quem ela tá chupando, que sou eu quem ela tá cavalgando e... peraí, fechei a porta? Ouvi um barulho? Meus olhos estavam fechados e justo quando abro. Filho: PAI...!!! Que porra é essa!!! Meu pai tá na porta do meu quarto de pé me encarando. Dou um pulo e ele some da minha vista porque se vira e fecha a porta. Filho: caralho!!! Como é possível, esqueci de trancar a porta, que faz aqui, caralho, tô me repetindo. Passam alguns minutos, me visto e não sei se desço pra ver ou espero que ele suba pra me dar a maior bronca da minha vida. Desesperado, escondi as calcinhas da minha mãe debaixo do travesseiro e de repente batem na porta. Filho: sim, sim, já vou. Abro a porta e meu pai com uma cerveja na mão enquanto dá um gole na outra. Pai: posso entrar? Filho: sim, sim, entra pai, eu, deixa eu explicar... Pai: tranquilo, filho, você não está encrencado... quer uma cerveja? Filho: ehhh, a mamãe não me deixa beber. Pai: ela não está, além disso acho que é hora de você beber uma cerveja com seu pai. Filho: ok. Pego a cerveja e, mesmo preocupado com isso, me assusta mais ele contar pra minha mãe o que acabou de ver. Pai: posso te perguntar uma coisa? Lá vem o sermão!!! Filho: sim, fala pai!!! Pai: quanto mede seu pau? Filho: o quê? Pai: quanto mede seu pau? Filho: por que você quer saber isso, eu... Pai: só me diz. Filho: 17 CM. Pai: nossa, que legal, e você tem ele grosso, isso é bom, as mulheres gostam disso... Sabe por que estamos bebendo uma cerveja? Filho: não, não faço ideia, pensei que fosse me dar uma bronca ou algo assim. Pai: hahaha não, de jeito nenhum, pelo contrário, estamos comemorando!!! Filho: comemorando? Comemorando o quê? Pai: bom, que você já não é um menino, vejo que já é um homem e que vai se dar bem com as mulheres. Minha cara era de dúvida e espanto, terminei a cerveja com ele e antes de ir embora ele me disse. Pai: bom, vou indo, só vim buscar umas roupas e vou embora, sua mãe acho que vai demorar pra chegar, então você ainda tem tempo de terminar nas calcinhas dela e limpar tudo antes que ela chegue. Filho: eu, desculpa, é que eu... Pai: tranquilo, eu tô te apoiando, além do mais, quem não ficaria encantado com as calcinhas que sua mãe usa, bom, vou indo. Ele se levantou da cama e parou na porta. Pai: vou te perguntar uma coisa!!! Você me ajudaria em qualquer coisa? Filho: claro pai, com certeza. Pai: você me ajudaria a voltar pra casa, a voltar com sua mãe? Filho: sim, sim, pode contar comigo, o que você quer que eu faça? Pai: mmmm deixa eu pensar tá bom e te falo mais tarde, fica de olho no seu celular. Só preciso falar de uma coisa com sua mãe e te aviso o que preciso, ok? Eu não entendia a que ele se referia, mas enquanto ele me tirasse do problema e não dissesse nada, eu estava de boa em ajudá-lo.
Filho: Você não vai contar pra ela o que eu faço com as calcinhas dela, vai?
Pai: Não, não, tranquilo. Isso é uma brincadeira e eu guardo o segredo.
Filho: Ok, pai.
Pai: Bom, eu vou indo. Mais tarde te mando mensagem, então fica atento.
Naquela tarde eu não me masturbei mais, estava mais assustado com o que diria à minha mãe se ele me dedurasse e como minha mãe levaria aquilo. Bom, melhor não pensar nisso. Ele disse que guardaria o segredo.
Minha mãe chegou umas 8 da noite. Mal a ouvi, desci pra cozinha pra vê-la logo. Tinha que saber se ela estava brava, se ele tinha me traído ou algo assim.
Filho: Oi, mãe!!!
Mãe: Oi, meu amor!!! Ela me viu, se virou, chegou perto e me abraçou, me deu um beijo na bochecha e sorriu.
Mãe: Que gato você está, filho!!!
Filho: Ehhh, obrigado, mãe. Como foi?
Mãe: Perfeito, me diverti muito. As meninas são divertidas e fomos... blá... blá... blá... blá...
Minha mãe falava e falava de onde tinha estado, pra onde tinha ido, e eu não parava de pensar no que tinha acontecido com meu pai.
Filho: Que bom. Oi, você falou com meu pai?
Mãe: Sim, justo quando vinha pra cá ele me ligou e conversamos. Por quê?
Filho: Não, por nada... Bom, ele não te disse nada?
Mãe: Ele me disse muitas coisas, mas se você está perguntando é por algum motivo. O que foi?
Filho: Não, não, nada. Só queria saber se ele te disse algo... sobre mim?
Mãe: Sobre você? Bom, sim, conversamos sobre você, mas o que conversamos ele te dirá, ok, jovem?
Minha mãe se aproximou quase ao ponto do rosto dela ficar colado no meu, as mãos nos meus ombros e os lábios dela falando quase na minha cara. Ela me intimidou, mas não soube o que fazer.
Filho: Ohhhh, ok.
Mãe: Bom, espero que esteja com fome. Trouxe um hambúrguer e pizza que sobrou com as meninas.
Jantei com ela, subi pro meu quarto, peguei meu celular e tinha uma mensagem do meu pai... Ele dizia que amanhã passaria na universidade pra gente almoçar. juntos, eu respondi que sim e só isso, nossa, o que tá acontecendo eu não sabia mas estava intrigado. Aquela noite não dormi bem, na escola fiquei distraído e logo ao sair meu pai já estava me esperando, subi no carro dele e ele dirigiu até um restaurante.
Pai: a comida aqui é muito boa.
Filho: espero que sim, tô morrendo de fome... aliás, por que a gente tá fazendo isso?
Pai: o quê? Acaso não podemos ter um momento pai e filho.
Filho: bom, nunca fomos muito unidos e agora tô meio assustado com isso e a mãe ontem...
Pai: ela te disse alguma coisa?
Filho: o quê? Alguma coisa? Do quê?
Pai: nada nada, vamos comer e depois a gente conversa.
A comida foi boa, no final da sobremesa meu pai se afastou um pouco da mesa.
Pai: filho, quero pedir sua ajuda em uma coisa?
Eu deixei meu prato de lado e prestei total atenção.
Filho: claro pai, você sabe que pode contar comigo e se for pra voltar com a mãe e...
Pai: calma calma espera, quero que você me escute sem dizer nada ok, que pense sem falar nada até poder me dar uma resposta.
Filho: ok, tô ouvindo.
Pai: bom, não vou mentir sobre como estão as coisas entre sua mãe e eu e você sabe, você ouviu nossa última briga antes de eu sair de casa, por isso mesmo quero que você me ajude a voltar, a voltar não só pra casa mas com ela, a ser o marido dela como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei calado porque ele tinha pedido.
Pai: o que vi ontem me deu uma esperança e uma oportunidade e não quero desperdiçar.
Minha cara de dúvida e surpresa quase me fizeram falar, mas ele com o dedo sinalizou que eu ainda não dissesse nada.
Pai: o principal problema que temos, sua mãe e eu, é a falta de sexo, você ouviu... eu já não consigo, filho.
Engoli em seco, que confissões eram essas de um pai pra um filho quase adolescente.
Pai: tenho disfunção erétil há alguns anos, no início com remédio até que dava, mas de um ano pra cá não dá mais, e antes de perder tudo e sua mãe arrumar outro homem, um que dê a ela o que eu já não posso, que ela arrume um amante que lhe dê o sexo... que eu não posso, preciso da sua ajuda. Fiquei em silêncio e me aproximei para ouvi-lo. Pai: EU QUERO QUE VOCÊ SEJA O AMANTE DA SUA MÃE!!! Fiquei gelado sem saber o que dizer ou fazer, ouvi as palavras da boca do meu pai mas não conseguia imaginar o que ele realmente estava me dizendo. Pai: você não precisa me dizer nada, vejo que te causei um choque porque ainda é jovem para essas coisas, mas também se trata de amadurecer e se tornar um homem, porque se eu não puder voltar com sua mãe, você será o homem daquela casa. Ele continuou falando, mas na minha mente eu só ouvia "O AMANTE DA SUA MÃE". Pai: vi tudo que é necessário para que ela fique contente, um homem jovem, com uma boa ferramenta, é perfeito, somado a isso você é meu filho, nosso filho, tudo fica entre a família, nada precisa sair das paredes da casa, é perfeito... você seria o amante perfeito para minha esposa. Eu continuei sem dizer nada. Pai: ahhh e se você está pensando nisso, ela já sabe!!! Filho: o quê? Ela sabe? Foram minhas primeiras palavras. Pai: sim, é isso, ontem, logo que saí de casa, falei com ela, já havíamos conversado há um tempo que talvez precisássemos da ajuda de um terceiro, então falei com ela e disse que já tinha encontrado. Não conseguia acreditar em tudo isso, agora entendo por que ela me disse aquilo ontem e por que meu pai não me repreendeu ao me ver, e bem, estava juntando todas as ideias na minha cabeça. Pai: você realmente me ajudaria muito, filho!!! Filho: antes de te responder, quero saber uma coisa!!! Pai: diga! Filho: ela está de acordo? Pai: completamente!!! E mais do que de acordo, empolgada, contei o que vi, até que você estava se masturbando com as calcinhas dela e ela adorou a ideia. Filho: então me pergunte de novo!!! Pai: filho, você quer me ajudar sendo o amante da sua mãe para que eu possa voltar para casa com ela? Filho: com certeza, pode contar comigo. Ele se levantou e me deu um abraço. Pai: obrigado, obrigado filho... você não sabe o alívio que sinto por ter te encontrado, você, meu filho. Assim que saímos do restaurante, voltamos para o carro. e o papai dirigia para casa. Papai: vamos fazer uma paradinha rápida, ok? Ele parou numa farmácia e comprou algumas coisas, eu fiquei no carro esperando. Ele continuou dirigindo para casa e assim que chegamos, antes de sairmos, ele falou. Papai: De verdade, agradeço por isso, filho. Sei que faz isso porque me ama e sei que vai se divertir muito. Eu ainda estava em choque, não sabia se isso estava realmente acontecendo. Ele não tinha mais as chaves de casa, então eu abri, entramos e minha mãe estava na sala. Assim que nos viu, ela se levantou e me cumprimentou com um beijo na bochecha. Mãe: Oi, meu amor, como foi a escola? Filho: Eh... boa, acho. Mãe: Que bom. Não preparei jantar porque imaginei que você não estaria com fome, mas podemos pedir uma pizza mais tarde, o que acha? Filho: Tá bom. Tudo parecia tão normal, tão real, que pensei ter sonhado com a conversa com meu pai até que... Papai: Trouxe algumas coisas caso precisem. Meu pai estendeu a sacola para a mamãe com as coisas da farmácia e ela abriu. Mãe: Hmm, deixa eu ver... Ela vasculhou a sacola e depois de alguns minutos... Mãe: Isso não vai servir. Mamãe tirou da sacola duas caixas de camisinhas e as entregou ao meu pai. Papai: Por que não vão servir? Mãe: Você comprou as que você usava e, pelo que me disse, ele agora é maior e mais grosso. Eles viraram para me olhar, eu fiquei um pouco corado, mas sorri. Papai: Que bobo, você tem razão. Vou rápido trocar e... Mãe: Não, não assim. Deixa, do mesmo jeito não vamos precisar. Papai: Não vai usar camisinha? Mãe: Pra quê? Eu já não posso engravidar e além do mais você sabe que eu não gosto. UAU, o que eu tinha acabado de ouvir? Meus ouvidos não paravam de receber aquelas lindas palavras que me faziam sentir nesse sonho. Minha mãe tinha acabado de dizer ao meu pai que iríamos transar sem camisinha e ele aceitou sem protestar mais. Papai: Ok, Júlia, você venceu. Agora, onde vão fazer ou... Mãe: Acho que é hora de você ir embora!!! Papai: O quê? Mas eu pensei que... Mãe: Pensou o quê? Você ainda não pode voltar para casa, nem ao menos comprovamos que isso vai resultar o que seja do meu agrado, ainda não aconteceu nada, então obrigada por trazer nosso filho para casa, amadureci no seu apartamento e mais tarde te aviso como foi. Pai: mas... bom, está bem, mas você me avisa ainda hoje, certo? Mãe: sem falta, tchau Roberto! Pai: até logo filho, confio em você e que vai me ajudar da melhor maneira. Filho: farei o possível pai, tchau. Meu pai saiu de casa e minha mãe trancou a porta atrás dele. Mãe: bom, por que você não vai se trocar? Eu ainda vou tomar um banho e mais tarde você pode vir ao meu quarto? Filho: sim, sim, está bem mãe. Subi as escadas para o meu quarto e fechei a porta, me joguei na cama e minha mente voava imaginando se isso fosse real e o que aconteceria em alguns minutos. Fui tomar banho, saí, coloquei só uma cueca boxer e um shorts com uma camiseta de esporte, de repente uma notificação no celular! Mãe: "pode vir ao meu quarto, filho" Filho: "ok" Minhas mãos tremiam, minhas pernas ficaram moles e meu coração batia a mil por hora. Saí do quarto, caminhei até o quarto de casal dos meus pais e empurrei a porta, pois estava entreaberta. Mal entrei... CARALHO, QUE GOSTOSA!!! A primeira coisa que meus olhos viram foi uma bunda enorme, mas acreditem quando digo, era uma BUNDA ENORME!!! Nunca na vida tinha visto algo assim, minha mãe de quatro na beirada da cama, completamente nua com a luz acesa, dava para ver suas nádegas enormes e um pouco da sua buceta, pois ela estava numa posição que me oferecia totalmente a bunda. Fiquei boquiaberto por alguns segundos, contemplando a paisagem. Mãe: gostou? Filho: sim, sim, muito, é incrível. Mãe: você vai ser meu amante? Filho: o quê? Mãe: hahaha, se você vai ser meu amante de hoje em diante? Filho: ehhh sim, eu serei seu amante. Mãe: já esteve com alguma mulher ou ainda é virgem? Filho: não, já fiz antes, mas nada assim, meu Deus, que rabão você tem, mamãe. Mãe: não quero saber mais, também não é que não queira experimentar tantas coisas das que Eu estava privado, mas agora, bem agora, a única coisa que quero é que você enterre seu pau em qualquer um desses dois buracos. Tudo isso ela me dizia virando a cabeça para mim e dando tapas na própria bunda com as mãos. Mãe: depois a gente faz um monte de coisas divertidas, mas por favor, neste instante, estou morrendo de vontade de alimentar minha boceta e meu cu com carne de pau, não importa que essa carne seja do meu próprio filho e que meu marido, seu pai, tenha sido quem combinou esse encontro, só quero que você me use, que me coma como um homem deve comer uma mulher, como um macho deve comer sua fêmea. Comecei a me despir, tirando minha camiseta, shorts e cueca, meu pau saiu disparado como um pneu de moto, parecia que tinha vida própria. Ela se virou, fixando o olhar na cama. Mãe: não quero ver, não quero te ver, não quero me arrepender de fazer isso sabendo que é meu próprio filho que vai me penetrar, então por isso adotei essa posição, sou toda sua, minha bunda e minha boceta são suas, faça o que quiser com elas, eu só quero sentir. Fiquei atrás dela e, assim de pé na beirada da cama, agarrei seus quadris com minhas mãos, meu pau roçou suas nádegas e ela deu um pequeno salto de surpresa. Peguei meu pau e busquei com a cabeça sobre sua pele uma de suas entradas, percorri com ele e assim encontrei a entrada de sua vagina. Filho: podemos fazer isso sem camisinha? Mãe: sim, não se preocupa, não posso mais engravidar, já falei isso há um tempo. Filho: sim, ouvi, mas e o resto? Sou seu filho, você está bem com isso? Quer dizer, está tudo bem eu penetrar a vagina de onde nasci? Mãe: isso eu vou saber quando estiver com você dentro de mim.
Sem mais empurrões, minha pica entrou um pouco e a cabeça foi afundando dentro dela, aos poucos minha pica foi abrindo caminho na sua buceta. Mãe: ai meu Deus, ohhhh tá entrando, quanto, quanto já entrou? Filho: só a cabecinha, vou meter até a metade e paro pra você saber até onde vai. Continuei empurrando e sentia os lábios da buceta da minha mãe se abrindo diante da minha investida, minha pica parecia que rompia uma parede e abria um túnel dentro da minha mãe. Filho: tem metade dela dentro. Mãe: ohhhh sério que só metade? É mais do que eu cheguei a sentir com seu pai. Filho: quer que eu continue? Mãe: simmmm, mas agora não devagar, pode me enfiar de uma só vez até minhas nádegas baterem no seu corpo. Peguei ela pelos quadris e sem avisar puxei ela pra mim e me empurrei pra dentro. As nádegas dela bateram no meu corpo e eu as apertei com minhas mãos nos seus quadris. Mãe: ohhhh caralho!!!! Essa sua pica é enorme! Ohhhh filho, filho, por favor por favor. Filho: quer que eu tire? Mãe: não, não, por favor não tira, deixa aí, deixa eu me acostumar com ela por favor. Ficamos ali naquela posição uns dois minutos e minha mãe vira o rosto pra me olhar pela primeira vez desde que a penetrei. Mãe: agora eu sou sua mulher, agora você é meu macho, agora sou sua amante e agora você é meu amante. Filho: e o papai? Mãe: ele vai continuar sendo isso, seu pai e meu marido, mas não vai mais me comer nunca, esse é seu trabalho de hoje em diante. Filho: então... Comecei a penetrar ela de novo e de novo e de novo, a sensação de estar dentro daquela mulherzona enorme era fascinante, que mulher gostosa eu estava comendo, dava palmadas na sua bunda, apertava seu cu e esticava minha mão pra tocar seus peitos. Minha mãe estava em êxtase, gemendo como uma puta, não parava de reclamar de como minha pica era grande, de como ela estava grossa e como me enchia, pedia pra eu não parar e eu não parei. Mãe: ohhh filho pelo amor de Deus que delícia, ohhh assim assim me usa como uma puta, assim, vai, não tira, penetra minha buceta com essa pica enorme O que você tem.
Filho: Já tinham te pegado assim?
Mãe: Não, não, nunca, nunca tinham metido um pau tão grande em mim, ohhh me sinto cheia, que gostoso.
Filho: Por que não aceitou as camisinhas que meu pai te dava, se você e eu sabemos que caberia em mim?
Mãe: Porque queria te provar assim, no natural. Quando seu pai me ligou e disse que já tinha o candidato perfeito, me mandou uma foto do seu pau, e quando me disse de quem se tratava, não parei de pensar em como seria ter você assim dentro de mim, sentir as veias do seu pau roçando nas minhas paredes, sentir seu calor que me queima por dentro, sentir que você está quase gozando e quero sentir seu sêmen, sua semente dentro de mim.
Filho: Você já não pode engravidar?
Mãe: Infelizmente não, mas podemos brincar de me engravidar, você gosta da ideia?
Filho: Sim, sim, adoro.
Mãe: Então não para de me comer e me engravida, filho, engravidar sua mãe deve ser seu objetivo. Tome a iniciativa de comer sua mãe.
Mãe: O que, o que você está fazendo, filho, ohhh WOW que gostoso, ohhh sinto você enorme dentro de mim.
Mãe: ai meu filho, o que você tá fazendo? Você tá me comendo!!!
Filho: todas que eu peguei gostam disso, vamos ver se você também gosta, mamãe.
Mãe: ahhh seu safado!!! Você está enfiando ela todinha.
Filho: é isso que vocês queriam, né, você e meu pai? Pois estou apenas cumprindo meu papel de amante.
Mãe: ahh, mas você está me acabando, filho!!!
Mãe: por que você tá tirando, não, não, não tira, filho!!!
Filho: hahaha calma, mãe, só vou me ajeitar.
Mãe: ahhhhhhh eu gozei todinhaaaaaa!!!
Filho: todinha, mamãe, você aguenta deliciosamente.
Mãe: nunca tinham me fodido assim nunca, seu pai achou o amante perfeito.
Filho: mãe, eu vou gozar!!!
Mãe: vai filho, esvazie dentro de mim e me enche com seu sêmen... ahhh sim, sim, esvazie, não se preocupe em me engravidar, me dá seu leite...
Evidentemente, depois daquele dia, cada instante a gente ocupou pra transar e transar e transar. Depois de uns dias, minha mãe me disse que podia contar pro meu pai pra voltar pra casa e a gente ia ter uma surpresa pra ele.
Pai: oi filho, obrigado pela sua ajuda, de verdade não sei o que teria feito sem você e...
Filho: não tem nada pra agradecer, pra isso que eu tô aqui, "chefe".
Mãe: bom, a gente tem uma surpresa pra você, senta aí, você só vai ficar observando, tá bom?
Pai: tá bom, do que se trata?
5 minutos depois.
Mãe: ahhh ahhh minha bunda, devagar filho devagar!!!
Filho: você sabe que eu gosto assim, pra que você tem ela tão gostosa.
Mãe: pra você penetrar e encher de porra.
Filho: tá vendo, pai?
Pai: tô, tô, filho.
Filho: vê o pauzão que eu tô enfiando na sua esposa?
Pai: tô vendo.
Filho: quer que eu enfie tudo na bunda dela?
Pai: quero.
Mãe: ahhhhh ai, eles são uns filhos da puta, mas eu adoro, obrigada Roberto, obrigada pelo amante que você me deu, eu adoro.
Pai: de nada!!!
Filho: vira aqui, mami, é hora de encher você de porra, mas na sua buceta, pro seu marido ver.
Pai: termina assim... na bunda.
Meu pai, Roberto, como mencionei, acabou de se aposentar de uma empresa onde trabalhou quase a vida toda. Agora em casa, continua fazendo a mesma coisa, mas por conta própria, e assim tem uma renda extra além da aposentadoria. Minha mãe, minha linda mãe Julia – não é por dizer, mas sou o filho favorito dela e ela mostra isso todos os dias. Ela vai ao meu quarto me acordar para ir à escola, deixa tudo pronto: roupa, comida, lanche. Bom, assim que chego em casa, minha roupa de futebol está pronta, meu quarto arrumado, até o banheiro preparado para eu ir direto tomar banho depois do treino. Minha roupa na cama, arrumada e limpa. Nossa, ela é uma dona de casa de primeira linha.
Agora, acho que mais do que explicar como ela me trata, deve interessar como ela é fisicamente. Vou tentar ser o mais realista possível e descrevê-la não como eu a vejo, porque eu a vejo como uma deusa linda, mas espero que gostem da minha descrição.
Ela tem estatura mediana, 1,65m, é meio gordinha mas nada exagerado. Seus lindos olhos claros me encantam e seus lábios sempre carnudos e hidratados são um convite para mordê-los. Seu cabelo sempre limpo e arrumado, sem esquecer seu cheiro: ela sempre cheira delicioso, recém-banhada, perfumada e limpa. Seus peitos são grandes — não sei medidas — mas cada uma de suas tetas seria impossível de cobrir com pelo menos uma das minhas mãos. Ela usa roupas modernas: leggings, lycras, às vezes vestidos ou saias, salto alto se a ocasião pede (e por boa fonte, nesse caso eu mesmo, informo que ela usa tangas, fio-dental, calcinhas pequenas). Além de tê-las visto na roupa suja ou penduradas no banheiro ou no varal quando lava roupa, também já as vi nela — antes disso que vou contar, só de relance, quando ela saía do banho e eu a encontrava de calcinha ou tentava espiá-la. Às vezes a thong sai pelas bordas da leggings e isso me deixa louco, e em outras ocasiões transparenta sob a roupa, desenhando e mostrando que está usando uma tanga minúscula.Bem, continuando: como disse, ela é meio gordinha, com uma barriguinha, mas nada que não deixe ver — ou pelo menos eu notava que marcava um volume bom na sua buceta. Em algumas ocasiões, com certas lycras, eu observava bem porque marcava "pata de camelo": seus lábios vaginais se desenhavam sob a roupa e, a menos que ela estivesse sem calcinha ou depilada para conseguir esse efeito, eu ficava encantado e babando com esse espetáculo.
Agora, o último e não por menos — o que considero mais importante: sua bunda. O que digo sua bunda? Seu enorme e lindo **culhão**. Sim, minha mãe tem uma bunda enorme, duas nádegas gigantes — bem, é assim que me parecem — grandes e redondas, que desenham uma silhueta linda porque marcam sua cintura e suas nádegas ficam incríveis. Esse **rabo** enorme coroado com uma lycra moderna daquelas que entra no meio das nádegas e, além disso, para conseguir isso imagino que sempre uma thong se enfiando entre sua bunda e a lycra... pernas gordas e pesadas fazem ela parecer uma garota sexy incrivelmente gostosa, ou pelo menos é assim que me parece. Vou deixar umas fotos para vocês conhecerem ela bem, essas fotos são recentes, de poucos dias atrás. Vocês devem estar se perguntando como consegui, então continuem lendo que vão entender.
Talvez eu me concentro demais numa explicação profunda sobre minha mãe, mas vocês precisam entender que se vissem ela todos os dias como eu vejo, também ficariam maravilhados com ela. Agora, por que o título que dei a este relato? Bom, vou contar como meu pai entra nessa história. Acho que faz pelo menos um ano que as coisas mudaram, o clima entre minha mãe e meu pai era diferente; agora eu os ouvia discutir, brigavam por quase tudo, e a coisa piorou agora que meu pai estava em casa todos os dias. Antes, pelo menos quando ele saía para trabalhar, minha mãe durante o dia estava de melhor humor, brincava comigo e às vezes até saíamos juntos para algum lugar: cinema, comer ou só dar uma volta no shopping. Mas justo quando meu pai parou de trabalhar e ficou em casa em tempo integral, as brigas deles aumentaram. Minha mãe estava de mau humor, meu pai ficava trancado e às vezes eu notava que ele estava triste — e não é exagero, mas eu percebia que ele tinha chorado. Bom, as coisas seguiram seu curso, eu voltei para o último semestre do ensino médio, e uma noite, enquanto estava no meu quarto, uma discussão forte aconteceu no quarto dos meus pais. Eu, sem saber bem o que fazer, me levantei e só abri a porta para escutar, e depois de alguns minutos de reclamações, minha mãe soltou uma bomba que destruiu meu pai. Mãe: "EU QUERO SEXO, ROBERTO, EU QUERO QUE VOCÊ ME COMA, QUE ME USE, QUE ME TRATE COMO UMA **puta** QUE..."
Pai: "Por favor, Júlia, fala mais baixo."
Mãe: "Por quê? Por acaso você acha que eu me importo? Faz mais de um ano que você não me come, não me faz sentir mulher, e bom, sem contar que antes, quando você podia, também não era lá muito bom, hein?"
Meu pai baixou a cabeça e tentou se aproximar dela, mas ela o rejeitou e saiu do quarto batendo a porta com força. Eu, atrás da porta do meu quarto, senti uma certa pena do meu pai, mas também raiva. Como era possível? Com a **gostosa** que era minha mãe, e ele não a tocava... Haveria alguma razão? Outra mulher?... Não, não acredito, meu pai sempre foi muito correto e... Leal, algum problema de saúde? Bom, até onde sei ele não está doente, ou talvez a idade? Digo, ele é dez anos mais velho que minha mãe, isso também deve ser um fator, suponho. Minhas ideias rodopiavam na minha mente sem eu saber bem o que fazer, minhas irmãs já não estavam em casa, já não sabiam desses problemas e também não era como se eu fosse contar para elas. Sem conseguir dormir, tive que descer à cozinha para pegar algo para beber e foi lá que encontrei minha mãe.
Mãe: Oi, amor, o que foi?
Filho: Ehh, nada não, só vim pegar um pouco de água. Você está bem?
Mãe: Sim, sim, não se preocupe.
Filho: Eu ouvi você discutindo com meu pai e...
Mãe: Bom, se você ouviu, então já sabe qual é o problema.
Filho: Eu ouvi, mas...
Meu pai entrou na cozinha e nos pegou conversando.
Pai: Julia, precisamos conversar...
Mãe: Não quero nem te ver, Roberto. Vou dormir, você pode ficar no quarto das nossas filhas, não quero você perto de mim, ok?
Minha mãe se levantou e foi para o quarto dela. Eu fiquei ali na cozinha com meu pai, sem falar, até que eu estava indo embora quando ele me segurou.
Pai: Você tem que ser forte e corajoso, sua mãe vai precisar de você.
Filho: Por que você diz isso, pai?
Pai: Suponho que você ouviu os gritos da sua mãe, não é?
Filho: Bom, sim, mas foi sem querer, é que eu estava...
Pai: Está bem, pelo menos nos poupa a explicação.
Filho: Vocês vão se separar?
Pai: Acho que sim, vai ser o melhor.
Filho: Não tem nada que possa ser feito com... bem, você sabe, o, o "problema" dela?
Pai: Você ainda é muito jovem para essas coisas. Por enquanto, você só precisa ficar com sua mãe. Suas irmãs já têm a vida delas e não queremos tornar isso maior. Graças a Deus ainda tem você em casa e pode ficar fazendo companhia para sua mãe, que além de tudo te adora, e você sabe disso.
Filho: E eu adoro ela também!!!
Pai: Eu sei, por isso nessa questão estou tranquilo, sei que posso contar com você. Vai, vai dormir.
Os dias passaram, meu pai continuava na casa, mas dormia em outro quarto. Quase uma semana depois, meu pai me comunicou que iria sair de casa, que as coisas com minha mãe não se resolviam e que ele alugaria um apartamento para sair de casa, eu sem poder dizer nada me concentrei na minha mãe. Notei que depois da notícia o humor dela mudou, ela ficou mais tranquila, posso dizer até alegre, e a forma de se vestir também mudou, ela andava mais arrumada, voltou a usar roupas esportivas para ir correr e bom, adorei vê-la de melhor humor. Uma noite, ainda com meu pai em casa, minha mãe estava no quarto dele e ele na cozinha. Filho: então você vai embora? Pai: agora você será o homem da casa, é o melhor, filho. Filho: bom, se precisar de ajuda com algo. Pai: por enquanto estou bem, já encontrei apartamento, comprei uma cama e só virei buscar minhas roupas, mas com calma. Filho: bom, você sabe que te amo e pode contar comigo. Pai: sim, eu sei. Ah, por sinal, suas irmãs já sabem dessa separação, depois em alguma reunião vamos ter que explicar, por enquanto só quero ficar tranquilo e que sua mãe fique bem. Filho: ok, será como você disser. Isso me doía e bom, uma separação nunca é fácil, ou pelo menos é o que dizem, tentei entender e apoiar os dois do meu jeito, pois também ainda sou jovem nesses assuntos. No dia seguinte, meu pai foi embora e chegou o dia 0, ou pelo menos é como eu chamo, porque a partir daqui tudo foi uma onda de coisas que nem eu mesmo sei como fomos nos enrolando. Minha mãe saiu para a academia, cheguei cedo da escola e liguei para ela, ela disse que chegaria tarde, que sairia com as amigas. Pensei: "tenho a casa vazia, é hora de me divertir um pouco". Também, sem meu pai por perto, fui ao quarto da minha mãe, procurei entre sua roupa íntima e... voilà! O tesouro: a gaveta de calcinhas, tangas, fio-dental, cacheteros... bom, aquilo era o paraíso de qualquer pervertido. Adorava fuçar naquela gaveta, ver se tinha alguma peça nova e, por sorte, aquele foi um bom dia: encontrei três tangas de fio-dental idênticas, só mudava a cor: uma preta, uma vermelha e uma branca. Filho: essas devem ser novas, não as tinha visto antes. Saí do quarto da minha mãe com o tesouro na cara, fui pro meu quarto e fiquei pelado, botei no celular um vídeo pornô de milf, era meu pornô favorito. No vídeo, uma coroa parecida com a minha mãe tava dando pra um novinho, coloquei meus fones e o espetáculo começou, as calcinhas da minha mãe passavam pelo meu rosto, eu cheirava, lambia, fui descendo com elas até chegar no meu pau e passei por ali, passava pelos meus sacos e entre o vídeo e a excitação tava curtindo pra caralho me masturbar pensando na minha mãe. Preciso abrir um parêntese aqui porque não me descrevi e talvez vocês fiquem na curiosidade de saber como eu sou, pois apesar da minha idade e do meu jeito, não aparento o que realmente tenho, vou explicar, bom, tenho altura média a alta porque tenho 1,70m, sou magro, digamos seco, e apesar da minha idade, acho sem querer me gabar que sou bem dotado. Por que tô explicando isso? Bom, porque o que vai acontecer a seguir é o ponto alto dessa história. Meu pau tem 17cm de comprimento, é grosso, mal a minha mão cobre quando fecho a palma, não tenho pelos ou bom, quase nada, e acho que isso faz ele parecer ainda maior, não sou circuncidado, então quando fico com o pau bem duro, a cabeça aparece porque é tipo um cogumelo. Não tô me achando especial, só precisam saber desses detalhes pelo que vem depois. Tô no meu quarto, pelado, com as calcinhas da minha mãe no meu pau, enquanto com a outra mão seguro o celular vendo um vídeo pornô de milf e com meus fones, os gemidos da coroa do vídeo não só tocam nos meus ouvidos, parece que sinto que ela tá aqui comigo, que sou eu quem ela tá chupando, que sou eu quem ela tá cavalgando e... peraí, fechei a porta? Ouvi um barulho? Meus olhos estavam fechados e justo quando abro. Filho: PAI...!!! Que porra é essa!!! Meu pai tá na porta do meu quarto de pé me encarando. Dou um pulo e ele some da minha vista porque se vira e fecha a porta. Filho: caralho!!! Como é possível, esqueci de trancar a porta, que faz aqui, caralho, tô me repetindo. Passam alguns minutos, me visto e não sei se desço pra ver ou espero que ele suba pra me dar a maior bronca da minha vida. Desesperado, escondi as calcinhas da minha mãe debaixo do travesseiro e de repente batem na porta. Filho: sim, sim, já vou. Abro a porta e meu pai com uma cerveja na mão enquanto dá um gole na outra. Pai: posso entrar? Filho: sim, sim, entra pai, eu, deixa eu explicar... Pai: tranquilo, filho, você não está encrencado... quer uma cerveja? Filho: ehhh, a mamãe não me deixa beber. Pai: ela não está, além disso acho que é hora de você beber uma cerveja com seu pai. Filho: ok. Pego a cerveja e, mesmo preocupado com isso, me assusta mais ele contar pra minha mãe o que acabou de ver. Pai: posso te perguntar uma coisa? Lá vem o sermão!!! Filho: sim, fala pai!!! Pai: quanto mede seu pau? Filho: o quê? Pai: quanto mede seu pau? Filho: por que você quer saber isso, eu... Pai: só me diz. Filho: 17 CM. Pai: nossa, que legal, e você tem ele grosso, isso é bom, as mulheres gostam disso... Sabe por que estamos bebendo uma cerveja? Filho: não, não faço ideia, pensei que fosse me dar uma bronca ou algo assim. Pai: hahaha não, de jeito nenhum, pelo contrário, estamos comemorando!!! Filho: comemorando? Comemorando o quê? Pai: bom, que você já não é um menino, vejo que já é um homem e que vai se dar bem com as mulheres. Minha cara era de dúvida e espanto, terminei a cerveja com ele e antes de ir embora ele me disse. Pai: bom, vou indo, só vim buscar umas roupas e vou embora, sua mãe acho que vai demorar pra chegar, então você ainda tem tempo de terminar nas calcinhas dela e limpar tudo antes que ela chegue. Filho: eu, desculpa, é que eu... Pai: tranquilo, eu tô te apoiando, além do mais, quem não ficaria encantado com as calcinhas que sua mãe usa, bom, vou indo. Ele se levantou da cama e parou na porta. Pai: vou te perguntar uma coisa!!! Você me ajudaria em qualquer coisa? Filho: claro pai, com certeza. Pai: você me ajudaria a voltar pra casa, a voltar com sua mãe? Filho: sim, sim, pode contar comigo, o que você quer que eu faça? Pai: mmmm deixa eu pensar tá bom e te falo mais tarde, fica de olho no seu celular. Só preciso falar de uma coisa com sua mãe e te aviso o que preciso, ok? Eu não entendia a que ele se referia, mas enquanto ele me tirasse do problema e não dissesse nada, eu estava de boa em ajudá-lo.
Filho: Você não vai contar pra ela o que eu faço com as calcinhas dela, vai?
Pai: Não, não, tranquilo. Isso é uma brincadeira e eu guardo o segredo.
Filho: Ok, pai.
Pai: Bom, eu vou indo. Mais tarde te mando mensagem, então fica atento.
Naquela tarde eu não me masturbei mais, estava mais assustado com o que diria à minha mãe se ele me dedurasse e como minha mãe levaria aquilo. Bom, melhor não pensar nisso. Ele disse que guardaria o segredo.
Minha mãe chegou umas 8 da noite. Mal a ouvi, desci pra cozinha pra vê-la logo. Tinha que saber se ela estava brava, se ele tinha me traído ou algo assim.
Filho: Oi, mãe!!!
Mãe: Oi, meu amor!!! Ela me viu, se virou, chegou perto e me abraçou, me deu um beijo na bochecha e sorriu.
Mãe: Que gato você está, filho!!!
Filho: Ehhh, obrigado, mãe. Como foi?
Mãe: Perfeito, me diverti muito. As meninas são divertidas e fomos... blá... blá... blá... blá...
Minha mãe falava e falava de onde tinha estado, pra onde tinha ido, e eu não parava de pensar no que tinha acontecido com meu pai.
Filho: Que bom. Oi, você falou com meu pai?
Mãe: Sim, justo quando vinha pra cá ele me ligou e conversamos. Por quê?
Filho: Não, por nada... Bom, ele não te disse nada?
Mãe: Ele me disse muitas coisas, mas se você está perguntando é por algum motivo. O que foi?
Filho: Não, não, nada. Só queria saber se ele te disse algo... sobre mim?
Mãe: Sobre você? Bom, sim, conversamos sobre você, mas o que conversamos ele te dirá, ok, jovem?
Minha mãe se aproximou quase ao ponto do rosto dela ficar colado no meu, as mãos nos meus ombros e os lábios dela falando quase na minha cara. Ela me intimidou, mas não soube o que fazer.
Filho: Ohhhh, ok.
Mãe: Bom, espero que esteja com fome. Trouxe um hambúrguer e pizza que sobrou com as meninas.
Jantei com ela, subi pro meu quarto, peguei meu celular e tinha uma mensagem do meu pai... Ele dizia que amanhã passaria na universidade pra gente almoçar. juntos, eu respondi que sim e só isso, nossa, o que tá acontecendo eu não sabia mas estava intrigado. Aquela noite não dormi bem, na escola fiquei distraído e logo ao sair meu pai já estava me esperando, subi no carro dele e ele dirigiu até um restaurante.
Pai: a comida aqui é muito boa.
Filho: espero que sim, tô morrendo de fome... aliás, por que a gente tá fazendo isso?
Pai: o quê? Acaso não podemos ter um momento pai e filho.
Filho: bom, nunca fomos muito unidos e agora tô meio assustado com isso e a mãe ontem...
Pai: ela te disse alguma coisa?
Filho: o quê? Alguma coisa? Do quê?
Pai: nada nada, vamos comer e depois a gente conversa.
A comida foi boa, no final da sobremesa meu pai se afastou um pouco da mesa.
Pai: filho, quero pedir sua ajuda em uma coisa?
Eu deixei meu prato de lado e prestei total atenção.
Filho: claro pai, você sabe que pode contar comigo e se for pra voltar com a mãe e...
Pai: calma calma espera, quero que você me escute sem dizer nada ok, que pense sem falar nada até poder me dar uma resposta.
Filho: ok, tô ouvindo.
Pai: bom, não vou mentir sobre como estão as coisas entre sua mãe e eu e você sabe, você ouviu nossa última briga antes de eu sair de casa, por isso mesmo quero que você me ajude a voltar, a voltar não só pra casa mas com ela, a ser o marido dela como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei calado porque ele tinha pedido.
Pai: o que vi ontem me deu uma esperança e uma oportunidade e não quero desperdiçar.
Minha cara de dúvida e surpresa quase me fizeram falar, mas ele com o dedo sinalizou que eu ainda não dissesse nada.
Pai: o principal problema que temos, sua mãe e eu, é a falta de sexo, você ouviu... eu já não consigo, filho.
Engoli em seco, que confissões eram essas de um pai pra um filho quase adolescente.
Pai: tenho disfunção erétil há alguns anos, no início com remédio até que dava, mas de um ano pra cá não dá mais, e antes de perder tudo e sua mãe arrumar outro homem, um que dê a ela o que eu já não posso, que ela arrume um amante que lhe dê o sexo... que eu não posso, preciso da sua ajuda. Fiquei em silêncio e me aproximei para ouvi-lo. Pai: EU QUERO QUE VOCÊ SEJA O AMANTE DA SUA MÃE!!! Fiquei gelado sem saber o que dizer ou fazer, ouvi as palavras da boca do meu pai mas não conseguia imaginar o que ele realmente estava me dizendo. Pai: você não precisa me dizer nada, vejo que te causei um choque porque ainda é jovem para essas coisas, mas também se trata de amadurecer e se tornar um homem, porque se eu não puder voltar com sua mãe, você será o homem daquela casa. Ele continuou falando, mas na minha mente eu só ouvia "O AMANTE DA SUA MÃE". Pai: vi tudo que é necessário para que ela fique contente, um homem jovem, com uma boa ferramenta, é perfeito, somado a isso você é meu filho, nosso filho, tudo fica entre a família, nada precisa sair das paredes da casa, é perfeito... você seria o amante perfeito para minha esposa. Eu continuei sem dizer nada. Pai: ahhh e se você está pensando nisso, ela já sabe!!! Filho: o quê? Ela sabe? Foram minhas primeiras palavras. Pai: sim, é isso, ontem, logo que saí de casa, falei com ela, já havíamos conversado há um tempo que talvez precisássemos da ajuda de um terceiro, então falei com ela e disse que já tinha encontrado. Não conseguia acreditar em tudo isso, agora entendo por que ela me disse aquilo ontem e por que meu pai não me repreendeu ao me ver, e bem, estava juntando todas as ideias na minha cabeça. Pai: você realmente me ajudaria muito, filho!!! Filho: antes de te responder, quero saber uma coisa!!! Pai: diga! Filho: ela está de acordo? Pai: completamente!!! E mais do que de acordo, empolgada, contei o que vi, até que você estava se masturbando com as calcinhas dela e ela adorou a ideia. Filho: então me pergunte de novo!!! Pai: filho, você quer me ajudar sendo o amante da sua mãe para que eu possa voltar para casa com ela? Filho: com certeza, pode contar comigo. Ele se levantou e me deu um abraço. Pai: obrigado, obrigado filho... você não sabe o alívio que sinto por ter te encontrado, você, meu filho. Assim que saímos do restaurante, voltamos para o carro. e o papai dirigia para casa. Papai: vamos fazer uma paradinha rápida, ok? Ele parou numa farmácia e comprou algumas coisas, eu fiquei no carro esperando. Ele continuou dirigindo para casa e assim que chegamos, antes de sairmos, ele falou. Papai: De verdade, agradeço por isso, filho. Sei que faz isso porque me ama e sei que vai se divertir muito. Eu ainda estava em choque, não sabia se isso estava realmente acontecendo. Ele não tinha mais as chaves de casa, então eu abri, entramos e minha mãe estava na sala. Assim que nos viu, ela se levantou e me cumprimentou com um beijo na bochecha. Mãe: Oi, meu amor, como foi a escola? Filho: Eh... boa, acho. Mãe: Que bom. Não preparei jantar porque imaginei que você não estaria com fome, mas podemos pedir uma pizza mais tarde, o que acha? Filho: Tá bom. Tudo parecia tão normal, tão real, que pensei ter sonhado com a conversa com meu pai até que... Papai: Trouxe algumas coisas caso precisem. Meu pai estendeu a sacola para a mamãe com as coisas da farmácia e ela abriu. Mãe: Hmm, deixa eu ver... Ela vasculhou a sacola e depois de alguns minutos... Mãe: Isso não vai servir. Mamãe tirou da sacola duas caixas de camisinhas e as entregou ao meu pai. Papai: Por que não vão servir? Mãe: Você comprou as que você usava e, pelo que me disse, ele agora é maior e mais grosso. Eles viraram para me olhar, eu fiquei um pouco corado, mas sorri. Papai: Que bobo, você tem razão. Vou rápido trocar e... Mãe: Não, não assim. Deixa, do mesmo jeito não vamos precisar. Papai: Não vai usar camisinha? Mãe: Pra quê? Eu já não posso engravidar e além do mais você sabe que eu não gosto. UAU, o que eu tinha acabado de ouvir? Meus ouvidos não paravam de receber aquelas lindas palavras que me faziam sentir nesse sonho. Minha mãe tinha acabado de dizer ao meu pai que iríamos transar sem camisinha e ele aceitou sem protestar mais. Papai: Ok, Júlia, você venceu. Agora, onde vão fazer ou... Mãe: Acho que é hora de você ir embora!!! Papai: O quê? Mas eu pensei que... Mãe: Pensou o quê? Você ainda não pode voltar para casa, nem ao menos comprovamos que isso vai resultar o que seja do meu agrado, ainda não aconteceu nada, então obrigada por trazer nosso filho para casa, amadureci no seu apartamento e mais tarde te aviso como foi. Pai: mas... bom, está bem, mas você me avisa ainda hoje, certo? Mãe: sem falta, tchau Roberto! Pai: até logo filho, confio em você e que vai me ajudar da melhor maneira. Filho: farei o possível pai, tchau. Meu pai saiu de casa e minha mãe trancou a porta atrás dele. Mãe: bom, por que você não vai se trocar? Eu ainda vou tomar um banho e mais tarde você pode vir ao meu quarto? Filho: sim, sim, está bem mãe. Subi as escadas para o meu quarto e fechei a porta, me joguei na cama e minha mente voava imaginando se isso fosse real e o que aconteceria em alguns minutos. Fui tomar banho, saí, coloquei só uma cueca boxer e um shorts com uma camiseta de esporte, de repente uma notificação no celular! Mãe: "pode vir ao meu quarto, filho" Filho: "ok" Minhas mãos tremiam, minhas pernas ficaram moles e meu coração batia a mil por hora. Saí do quarto, caminhei até o quarto de casal dos meus pais e empurrei a porta, pois estava entreaberta. Mal entrei... CARALHO, QUE GOSTOSA!!! A primeira coisa que meus olhos viram foi uma bunda enorme, mas acreditem quando digo, era uma BUNDA ENORME!!! Nunca na vida tinha visto algo assim, minha mãe de quatro na beirada da cama, completamente nua com a luz acesa, dava para ver suas nádegas enormes e um pouco da sua buceta, pois ela estava numa posição que me oferecia totalmente a bunda. Fiquei boquiaberto por alguns segundos, contemplando a paisagem. Mãe: gostou? Filho: sim, sim, muito, é incrível. Mãe: você vai ser meu amante? Filho: o quê? Mãe: hahaha, se você vai ser meu amante de hoje em diante? Filho: ehhh sim, eu serei seu amante. Mãe: já esteve com alguma mulher ou ainda é virgem? Filho: não, já fiz antes, mas nada assim, meu Deus, que rabão você tem, mamãe. Mãe: não quero saber mais, também não é que não queira experimentar tantas coisas das que Eu estava privado, mas agora, bem agora, a única coisa que quero é que você enterre seu pau em qualquer um desses dois buracos. Tudo isso ela me dizia virando a cabeça para mim e dando tapas na própria bunda com as mãos. Mãe: depois a gente faz um monte de coisas divertidas, mas por favor, neste instante, estou morrendo de vontade de alimentar minha boceta e meu cu com carne de pau, não importa que essa carne seja do meu próprio filho e que meu marido, seu pai, tenha sido quem combinou esse encontro, só quero que você me use, que me coma como um homem deve comer uma mulher, como um macho deve comer sua fêmea. Comecei a me despir, tirando minha camiseta, shorts e cueca, meu pau saiu disparado como um pneu de moto, parecia que tinha vida própria. Ela se virou, fixando o olhar na cama. Mãe: não quero ver, não quero te ver, não quero me arrepender de fazer isso sabendo que é meu próprio filho que vai me penetrar, então por isso adotei essa posição, sou toda sua, minha bunda e minha boceta são suas, faça o que quiser com elas, eu só quero sentir. Fiquei atrás dela e, assim de pé na beirada da cama, agarrei seus quadris com minhas mãos, meu pau roçou suas nádegas e ela deu um pequeno salto de surpresa. Peguei meu pau e busquei com a cabeça sobre sua pele uma de suas entradas, percorri com ele e assim encontrei a entrada de sua vagina. Filho: podemos fazer isso sem camisinha? Mãe: sim, não se preocupa, não posso mais engravidar, já falei isso há um tempo. Filho: sim, ouvi, mas e o resto? Sou seu filho, você está bem com isso? Quer dizer, está tudo bem eu penetrar a vagina de onde nasci? Mãe: isso eu vou saber quando estiver com você dentro de mim.
Sem mais empurrões, minha pica entrou um pouco e a cabeça foi afundando dentro dela, aos poucos minha pica foi abrindo caminho na sua buceta. Mãe: ai meu Deus, ohhhh tá entrando, quanto, quanto já entrou? Filho: só a cabecinha, vou meter até a metade e paro pra você saber até onde vai. Continuei empurrando e sentia os lábios da buceta da minha mãe se abrindo diante da minha investida, minha pica parecia que rompia uma parede e abria um túnel dentro da minha mãe. Filho: tem metade dela dentro. Mãe: ohhhh sério que só metade? É mais do que eu cheguei a sentir com seu pai. Filho: quer que eu continue? Mãe: simmmm, mas agora não devagar, pode me enfiar de uma só vez até minhas nádegas baterem no seu corpo. Peguei ela pelos quadris e sem avisar puxei ela pra mim e me empurrei pra dentro. As nádegas dela bateram no meu corpo e eu as apertei com minhas mãos nos seus quadris. Mãe: ohhhh caralho!!!! Essa sua pica é enorme! Ohhhh filho, filho, por favor por favor. Filho: quer que eu tire? Mãe: não, não, por favor não tira, deixa aí, deixa eu me acostumar com ela por favor. Ficamos ali naquela posição uns dois minutos e minha mãe vira o rosto pra me olhar pela primeira vez desde que a penetrei. Mãe: agora eu sou sua mulher, agora você é meu macho, agora sou sua amante e agora você é meu amante. Filho: e o papai? Mãe: ele vai continuar sendo isso, seu pai e meu marido, mas não vai mais me comer nunca, esse é seu trabalho de hoje em diante. Filho: então... Comecei a penetrar ela de novo e de novo e de novo, a sensação de estar dentro daquela mulherzona enorme era fascinante, que mulher gostosa eu estava comendo, dava palmadas na sua bunda, apertava seu cu e esticava minha mão pra tocar seus peitos. Minha mãe estava em êxtase, gemendo como uma puta, não parava de reclamar de como minha pica era grande, de como ela estava grossa e como me enchia, pedia pra eu não parar e eu não parei. Mãe: ohhh filho pelo amor de Deus que delícia, ohhh assim assim me usa como uma puta, assim, vai, não tira, penetra minha buceta com essa pica enorme O que você tem. Filho: Já tinham te pegado assim?
Mãe: Não, não, nunca, nunca tinham metido um pau tão grande em mim, ohhh me sinto cheia, que gostoso.
Filho: Por que não aceitou as camisinhas que meu pai te dava, se você e eu sabemos que caberia em mim?
Mãe: Porque queria te provar assim, no natural. Quando seu pai me ligou e disse que já tinha o candidato perfeito, me mandou uma foto do seu pau, e quando me disse de quem se tratava, não parei de pensar em como seria ter você assim dentro de mim, sentir as veias do seu pau roçando nas minhas paredes, sentir seu calor que me queima por dentro, sentir que você está quase gozando e quero sentir seu sêmen, sua semente dentro de mim.
Filho: Você já não pode engravidar?
Mãe: Infelizmente não, mas podemos brincar de me engravidar, você gosta da ideia?
Filho: Sim, sim, adoro.
Mãe: Então não para de me comer e me engravida, filho, engravidar sua mãe deve ser seu objetivo. Tome a iniciativa de comer sua mãe.
Mãe: O que, o que você está fazendo, filho, ohhh WOW que gostoso, ohhh sinto você enorme dentro de mim.
Mãe: ai meu filho, o que você tá fazendo? Você tá me comendo!!!Filho: todas que eu peguei gostam disso, vamos ver se você também gosta, mamãe.
Mãe: ahhh seu safado!!! Você está enfiando ela todinha.
Filho: é isso que vocês queriam, né, você e meu pai? Pois estou apenas cumprindo meu papel de amante. Mãe: ahh, mas você está me acabando, filho!!!
Mãe: por que você tá tirando, não, não, não tira, filho!!! Filho: hahaha calma, mãe, só vou me ajeitar.
Mãe: ahhhhhhh eu gozei todinhaaaaaa!!! Filho: todinha, mamãe, você aguenta deliciosamente.
Mãe: nunca tinham me fodido assim nunca, seu pai achou o amante perfeito.
Filho: mãe, eu vou gozar!!! Mãe: vai filho, esvazie dentro de mim e me enche com seu sêmen... ahhh sim, sim, esvazie, não se preocupe em me engravidar, me dá seu leite...
Evidentemente, depois daquele dia, cada instante a gente ocupou pra transar e transar e transar. Depois de uns dias, minha mãe me disse que podia contar pro meu pai pra voltar pra casa e a gente ia ter uma surpresa pra ele.
Pai: oi filho, obrigado pela sua ajuda, de verdade não sei o que teria feito sem você e...
Filho: não tem nada pra agradecer, pra isso que eu tô aqui, "chefe".
Mãe: bom, a gente tem uma surpresa pra você, senta aí, você só vai ficar observando, tá bom?
Pai: tá bom, do que se trata?
5 minutos depois.
Mãe: ahhh ahhh minha bunda, devagar filho devagar!!!Filho: você sabe que eu gosto assim, pra que você tem ela tão gostosa.
Mãe: pra você penetrar e encher de porra.
Filho: tá vendo, pai? Pai: tô, tô, filho.
Filho: vê o pauzão que eu tô enfiando na sua esposa?
Pai: tô vendo.
Filho: quer que eu enfie tudo na bunda dela?
Pai: quero.
Mãe: ahhhhh ai, eles são uns filhos da puta, mas eu adoro, obrigada Roberto, obrigada pelo amante que você me deu, eu adoro. Pai: de nada!!!
Filho: vira aqui, mami, é hora de encher você de porra, mas na sua buceta, pro seu marido ver.
Pai: termina assim... na bunda.
6 comentários - Corno manso, gostoso!!!