Era o aniversário de uma colega de trabalho, então pra comemorar, a gente se organizou e depois do escritório fomos pra um boteco em Palermo. A ideia era jantar e depois continuar a noite em alguma balada, mas eu já tinha combinado com o Marcos de terminar a noite num motel. Lembram do Marcos? Aquele colega que de rival ferrenho virou mais um dos meus amantes. Meu marido chegou cedo do trabalho pra cuidar dos meninos, então eu teria a noite toda livre e não ia desperdiçar. O Marcos estava lá, e fazia um tempão que a gente não dava uma trepada, então todos os planetas se alinharam pra acertar essa conta pendente. Ou pelo menos foi o que pensei. Éramos uns quinze, então quando chegamos no boteco, juntamos umas mesas pra caber todo mundo. Cada um pediu um prato do jeito que quis, com bastante vinho e cerveja. Já no meio do jantar, enquanto eu e Marcos trocávamos sinais de que íamos vazar a qualquer momento, um dos caras pede mais uma jarra de vinho. O garçom que tava nos atendendo não estava, então ele pede pro que tava cuidando de outras mesas. Esse garçom se aproxima pra anotar o pedido, e quando ele fica ali, na minha frente, eu fico paralisada de susto, porque quem vem nos atender não é outro senão o Juan Carlos, o motorista do ônibus da linha 50. Mas o que ele tá fazendo aqui, se dirige um ônibus?, me pergunto, surpresa. Embora a gente se reconheça na hora, ninguém fala nada, porque seria evidente demais que somos muito mais que simples conhecidos. Ele traz a jarra de vinho, pergunta se queremos mais alguma coisa, e continua com o trabalho dele, que é atender as mesas do outro lado do boteco, por isso não tinha visto ele antes. Ele tá bem mais grisalho, com menos cabelo, sem aquela cara de metaleiro raiz, que foi como o conheci, na direção do ônibus da linha 50, Correio Central - General Paz. Os anos passam, mas ele ainda tem aquele sex appeal que soube me seduzir na época. Depois de um brinde proposto por um colega, um dos tantos que Fizemos aquela noite, peço desculpas e levanto pra ir ao banheiro. Por sorte nenhuma das minas decide me acompanhar, porque o que eu faço é passar perto do ex-motorista de ônibus (agora garçom) e com um gesto faço ele saber que quero falar com ele. Ele também faz um sinal pra eu segui-lo, então a gente cruza na frente da cozinha, atravessa um corredor, vira à direita e entra num quarto que acaba sendo o de roupa de mesa. Juan Carlos acende a luz, fecha a porta e, me encurralando contra ela, aproxima os lábios do meu ouvido e sussurra: —Olha onde eu vou te encontrar...— Busco a boca dele com a minha, e depois de beijá-lo, respondo: —É o destino...— Ele sorri e a gente se beija de novo, mais intensamente, expressando aquele desejo incontrolável que surge quando estamos juntos. Já tinha planejado passar a noite com o Marcos, mas a presença do ex-motorista ali bagunçava todos os meus planos. E se eu tinha alguma dúvida, quando ele desliza a mão dentro da minha calça e começa a dedilhar minha buceta, ele me convence de vez. —Você precisa continuar trabalhando?— pergunto, sentindo ele me explorar com uma técnica deliciosa. —Não, já tô livre— ele responde. Tira os dedos, chupa eles e aí me pergunta: —E você? Vai ficar com seus amigos?— Nego com a cabeça. —Vou com você...— Combinamos então de nos encontrar no estacionamento do boteco. Volto pra minha mesa, participo do último brinde e peço desculpas por ter que ir embora mais cedo. Marcos me olha confuso, supostamente a gente ia junto, mas faço um gesto de que é algo de força maior. Me despeço da aniversariante, desejando que ela termine bem o dia, e antes de sair pro estacionamento mando um áudio pro Marcos, prometendo recompensá-lo mais cedo ou mais tarde. Juan Carlos já está me esperando no carro dele. Apaga o cigarro que tá fumando e abre a porta pra mim. A primeira coisa que percebo quando entro é que ele tá de pau duro. Não sei se ele tava lembrando das gozadas monumentais que a gente deu no Momento, já antecipando o que a gente vai aprontar, mas ele tem uma barraca na altura da virilha que confirma as duas teorias. — Sabe? Tem um problema... — falo, me acomodando do lado dele. — O quê, qual? — pergunta. — Acho que não vou aguentar até chegar no hotel pra chupar essa pica... — Isso não é problema nenhum... — ele sorri, já puxando um baita pauzão ali mesmo. Eu pego e começo a bater uma, enquanto me aproximo e beijo ele na boca. Tá duro, quente, inchado... Hummmmm! Uma delícia! Abaixo a cabeça e chupo ele, arrancando um gemido exaltado que devia estar preso na garganta dele desde a última vez que a gente se viu. Enquanto eu como a porra da pica dele, ele enfia a mão de novo dentro da minha calça, pra dedilhar do jeito que me deixa completamente louca. Quando a gente chega no hotel, já tá prestes a explodir. Nem tem preliminares, a gente tira a roupa, se joga na cama e é meter sem dó. Juan Carlos deita de costas e bate uma, se gabando do tamanho e da dureza. Tô com vontade de chupar de novo, mas já vai ter tempo pra isso depois, agora o que eu quero é ter ele dentro de mim. "Quero me encher de você...", como diz uma música antiga. Subo em cima dele, de cavalinho, deixo ele mesmo encaixar a pica na minha fenda, e ao sentir ela, quente e imensa, desço e enfio tudo, aproveitando esse preenchimento que meu corpo já tava pedindo. Quando tô totalmente empalada, Juan Carlos me aperta contra o corpo dele, e chupando meus peitos como um louco, começa a bombar de baixo pra cima, arrancando uns gemidos que mostram o quanto ele tá me fazendo gozar. O ex-motorista de ônibus é um daqueles homens da minha vida que posso não ver por anos, mas quando a gente se cruza, pode ter certeza que vamos acabar na cama. O primeiro orgasmo vem rápido, e como eu imaginava, intenso e brutal. Fico toda molhada, tanto que minha buceta se abre igual uma flor de chuveiro. A gente termina os dois. Empapados com o fluxo que sai de mim. Eu tô toda desarmada, gozando pra caralho naquele momento, mas o Juan Carlos ainda tá no ponto. Ele me vira de costas, agora fica por cima de mim e continua me comendo com estocadas fortes, profundas, aceleradas. -¡Ahhhhhhhhh... Siiiiiiiiiii... Assim... Vai... Que gostoso você me come... Uhhhhhhhh... Não para... Me dá mais... Mais... Mais... Ayyyy...!!!- Cada pirocada que ecoa dentro de mim é uma labareda de prazer, uma exaltação total dos sentidos. -Eu tinha esquecido o quão puta você é...- ele me elogia num sussurro excitado, o ex-motorista de ônibus. -Siiiiii... E eu sou toda sua... Sou sua puta...!- confirmo entre gemidos e suspiros. Dessa vez, quando um novo orgasmo me atinge, ele vem junto. Gozamos juntos, abraçados, banhados em suor, respirando pesado, boca a boca. Quando ele sai de cima de mim, levanto e saio correndo pro banheiro. Preciso mijar e soltar tudo que tenho dentro. Quando volto, o Juan Carlos já tirou a camisinha cheia de porra, e tá descansando, tentando recuperar as energias. É óbvio que a gente só tá no primeiro round. Deito do lado dele, colada no corpo dele, sentindo o calor. -Você não mudou nada...- falo -Continua sendo uma máquina do caralho- -A máquina é você...- ele diz -Sortudo o seu marido...- Agora sim a gente faz uma brincadeira prévia antes de começar o segundo round. Beijos, carícias, apertões... Chupo o pau dele de novo, pagando a dívida que fiquei do começo, quando fiquei com vontade de continuar saboreando. Impressionante como fica dessa vez, as veias saltadas, a cabeça inchada e pulsando. Cuspo uma cuspida grossa, generosa, em cima pra lubrificar, e como ele até fazer garganta profunda. Juan Carlos faz uma cara de quem tá vivendo um evento religioso, quando o pauzão todo... TODO... desaparece dentro da minha boca. Solto ele quando já tô quase chorando. -¡Mmmmhhhh... Mmmmhhhh... Que gostoso você tá...!- falo agora cuidando dos ovos dele. Enquanto saboreio, Juan Carlos me pega pela cintura e, me levantando como se eu não pesasse nada, me coloca sobre o corpo dele, de forma que enquanto eu chupo o pau dele, ele chupa a minha buceta. Depois dessa chupada mútua, fico de quatro e dou umas palmadas fortes na minha raba... CHAS... CHAS...!, mostrando que quero mais pica. Já tinha enfiado antes, mas quando ele coloca, sinto que derreto de novo, me molhando toda como se estivesse mijando. Juan Carlos me segura firme pela cintura e me fode com a força de um touro, a masculinidade no auge. É uma foda brutal, mas deliciosa, daquelas que uma mulher como eu (a putinha dele) precisa. Meus encontros com o motorista de ônibus, que não foram poucos, sempre foram intensos, passionais, arrebatadores. E esse não foi exceção. Enquanto me bombeia sem parar, apoia as mãos abertas na minha raba, uma em cada nádega, e com os polegares começa a esticar meu buraquinho do cu. Sim, eu também quero que ele faça isso. Quero que aquele homem ocupe todos os meus buracos, que me possua por completo. Quero que você me faça sua de todas as formas possíveis. Ele tira a pica da minha buceta e investe contra meu orifício mais apertado... bom, não tão apertado... Assim que encosta a ponta bem ali, meu corpo inteiro treme. — Me come... Vai... Mete tudo...! — peço, me abrindo toda pra ele. Claro que ele não tem sutilezas, um empurrão forte, firme, preciso, e já está dentro de mim... — Ahhhhhhhhhhhh...!!! — explodo ao sentir toda a carne dele se comprimindo dentro de mim, transbordando meu cu. Enquanto ele me maceta sem parar, pego a mão dele e levo até minha buceta, fazendo ele mesmo estimular meu clitóris. A pica e os dedos dele fazem estragos lá embaixo... O orgasmo fica ali, na porta, vivo, latente, esperando... Queria nunca gozar e ficar sempre naquele instante antes, quando o prazer tá se formando, e todas as emoções tão se soltando. Juan Carlos também parece estar naquele momento, porque acelera de repente. Já tava me comendo forte antes, mas agora dobra o ritmo, fazendo minha carne explodir com a dele. PLAP... PLAP... PLAP... PLAP... PLAP...!!! Meus gemidos também aumentam de intensidade. Coloco minha mão por cima da dele, e faço ele me tocar mais forte, meter até os dedos dentro da minha buceta. Quero... Preciso... Desejo sentir ele por completo, me encher daquela masculinidade dele. Mais umas porradas e vem o estouro... De novo gozamos juntos, envoltos em labaredas de paixão. Caídos na cama, nos abraçamos e nos beijamos, entre suspiros de prazer. Agora quem levanta é ele, pra ir mijar, enquanto eu fico largada, suspirando, tentando segurar no meu corpo aquela explosão brutal e selvagem. De onde tô, vejo ele tirar a camisinha de um puxão, jogar no lixo que tá perto do vaso, e soltar uma mijada longa e generosa. Ele sacode a pica e volta pra cama, com uma ereção que parece não querer baixar. Não tem um corpo escultural, nem músculos definidos, nem braços fibrosos, é um cara comum, de 56 anos, com uma barriga que entrega pouco ou quase nenhum exercício, mas como me excita. É a masculinidade no auge. Mesmo tendo acabado de me comer com tudo, ainda tem vontade de mais... — Vamos continuar...? — ele pergunta, como se lesse o desejo nos meus olhos. Minha resposta é abrir as pernas, me entregando de novo, toda molhada e ansiosa. De novo ele me submete a uma bombada devastadora, me fazendo gozar com só algumas estocadas. Ele continua um pouco mais, tentando me aproveitar o máximo de tempo, até que chega também no clímax dele. Arranca a camisinha, sacode forte a pica e goza no meu corpo, me encharcando de porra... Uma chuva quente, pegajosa, revigorante... Levanto, pego a pica dele e chupo ela toda, saboreando gostosa o que ainda escorre pelos lados. Tinha planejado passar a noite com Marcos, um colega de Trabalho, mas acabei passando o tempo com o ex-motorista de ônibus... Nada mal a troca...

13 comentários - Aquele ex coroa gostoso
Sos mi sueño, como me gustaría ser uno de tus amantes ocasionales.
Van 10 puntos.
besos Misko te sigo desde el principio
Siempre me dejas al palo