Minha primeira traição Parte 4 - Final - 1/2

Olá, como vocês estão?
Desculpa demorar tanto entre cada post, mas lembrar e escrever cada relato me toma muito tempo, MUITO TEMPO, que nem sempre tenho.
Antes de começar, queria esclarecer umas coisinhas que se repetem no chat:
         Nome e idade?: Lembrem que sou anônima, mas podem me chamar de Ana ou Zuley, tenho uns 35 anos.         De onde eu sou?: Buenos Aires, zona oeste. Não posso dar mais detalhes.         Situação sentimental?: Em um relacionamento (mas não casada), ele viaja bastante a trabalho. Se vocês lerem meus contos, vão entender um pouco mais a relação.         Sobre ele?: Muitos o chamam de "cuck", mas acho que não é bem assim, porque se leram meus contos, sabem como é nossa relação. Tenho certeza de que ele se diverte do lado dele, e eu do meu.         Faço encontros?: Não, não insistam!         Faço conteúdo?: Sim!         Faço conteúdo específico sob medida? Depende, mas no geral sim.         Minhas Redes?: Poringa, Cafecito, OnlyFans, Instagram (Não tenho Telegram, nem passo meu WhatsApp pessoal)         Como te encontro?: Zuley9573.         Por onde a gente conversa?: Poringa e Onlyfans, mas dou prioridade pra esse último.         Busco sexo/sexting no Taringa? Não! Por sorte, eu transo bem, daí os vídeos e conteúdo que faço. A ideia inicial foi escrever meus relatos que acabaram agradando, gosto de conhecer gente, bater papo, nos conhecermos, de boa.         Sairia com algum Poringa boy?: Já saí, fomos comer pizza com cerveja, não rolou mais nada. Um cavalheiro total e divertido, respeitoso, com certeza vai repetir.         Como faço pra te conhecer?: Mostra interesse genuíno, vamos conversando aos poucos, gosto de caras educados na preliminar e quando se conhecem. Vamos devagar. E a gente vê, um primeiro encontro não significa que vamos transar de qualquer jeito. A foto da piroca e o "Oi, quer foder?" pelo menos comigo não cola. Querer forçar o sexting pra você se tocar do lado do computador também não funciona.         Faria conteúdo com algum Poringa boy?: Não vejo por que não, mas não vou dar pra qualquer um que me mandar foto da rola e pronto, como falei antes, eu transo bem, então a pessoa tem que me interessar e me agradar, ser interessante, ter uma boa conversa e ser divertida, o físico não é o mais importante.         Faço conteúdo específico pra poringa boys?: Sim, já ganhei umas calcinhas e uns vibradores e tirei umas fotos pra eles.         Pra quem não acredita que sou mulher e acha que sou um bot, um lobisomem ou um alienígena musical, e que tudo isso é feito com IA e um deus com inteligência superior... Não tem muito que eu possa fazer por vocês, migues. De boa fé, posso dizer que cada fã ganhou sua fotinha certificada merecida. Vão ter que confiar ou não.         Não posto fotos no meu conto. Escrevo com todos os detalhes, confio na sua boa imaginação. - Por último, não sei por que às vezes ele apaga espaços em branco, é super chato corrigir, vocês vão ter que ler assim.

Feitos esses esclarecimentos, vamos continuar com o último relato desta série:
Vocês já sabem que as partes anteriores podem ser encontradas nos meus posts, recomendo lerem para ter um contexto melhor.
Esta será oficialmente a última parte da primeira série de "Minha primeira infidelidade" — demorei 2 anos para terminá-la desde que comecei os relatos.
Isso aconteceu há bastante tempo, e minha memória não é das melhores, algumas lembranças são vagas.

Bom, já tínhamos tido nossa primeira vez com Pablo, e tínhamos feito, bem, digamos, bastante. Mas, daquela vez foi muito na base da tesão, a verdade é que não chegamos a nos soltar como ambos queríamos, então estava pendente um reencontro, dessa vez, sem meu filho.
Não sei quanto tempo passou daquela vez para a que vou narrar agora, mas devem ter sido umas 2 ou 3 semanas. Nessas semanas, o nível e o conteúdo dos SMS cresceram exponencialmente, lembrávamos do nosso primeiro encontro e ambos desejávamos nos ver de novo.

Enfim, marcamos para um fim de semana, um sábado ou um domingo, não lembro. Pablo me convidou para sair, mas eu tentava fugir do público geral, então disse que era melhor não. Ele disse que estava com a casa vazia de novo, me convidou para jantar e ficar se quisesse, sem compromisso.
A verdade é que não lembro que desculpa inventei para meu marido. Naquela época, ele não viajava tanto como agora, e ficava bastante em casa depois das 18h, e nem se fala nos fins de semana. Ou eu disse que ia na casa do meu irmão porque tinha acontecido algo, a verdade é que não me lembro bem. Só lembro que deixei meu filho com meus sogros, que era melhor do que deixar com meu marido, eles podiam cuidar melhor e moravam perto. Lembrem-se de não me julgar, sou humana, sei que essas coisas: mentir, enganar, ser infiel, e deixar meu filho para sair pra foder, tudo isso é muito errado, mas fazer o quê, sou humana.

Por SMS eu era muito puta, tinha me soltado no último encontro, e não Tinha um duplo sentido que eu deixei passar, mas na hora de sair de casa, entrei em pânico de novo: medos, culpa, vergonha, timidez, uma mistura de sensações super estranhas que, mesmo tentando me segurar, a vontade de ver e estar com o Pablo era maior. Eu amava como ele me fazia sentir quando a gente tava junto.

Peguei o ônibus com todos aqueles pensamentos na cabeça, e fui assim, do jeito que dava.

Eu tinha vestido meu melhor conjunto de roupa íntima, um rosa, com bordadinhos, calcinha e sutiã. Acho que naquela época eu não tinha lingerie, nem meia de rede, nem fio dental, nem essas coisas. Acho que coloquei uma calça jeans clara, bem justinha, que marcava demais a raba (pra quem fala que eu tenho uma raba bonita agora, nem imagina como era aos 20 anos — o Juan sofria pra tirar a calça jeans de mim, kkkk). Por cima, vesti uma blusa branca com um decote pequeno, daquelas que abrem na frente.

Cheguei na casa dele, toquei a campainha, ele me atende — perfume lindo, beijo na bochecha: “Oi, gostosa, entra, entra, tava te esperando.”

Desde que ele fechou a porta atrás de mim, eu sabia que ele sabia que podia fazer o que quisesse comigo, tava tudo permitido, eu tava entregue de bandeja com um laço enorme. Mas não foi assim, e é por isso que eu gostava tanto desse cara — ele foi, de novo, um cavalheiro e respeitoso.

Ele disse: “Como você tá? Quer um copo d’água?” Dessa vez, aceitei.

“Vem, vamos pra cozinha que tô cozinhando uma coisa.”

“Tô fazendo um wok de legumes salteados com frango e molho de soja, e a gente acompanha com um arrozinho. Senta, vamos conversar enquanto eu continuo cozinhando.”

A gente conversou, conversou, ele cozinhava, ria, me perguntava, me ouvia.

“Vinho, você toma? Vou abrir um.” E trouxe também uns queijinhos e azeitonas pra acompanhar.

Eu não era muito de beber álcool, menos ainda vinho, e menos ainda vinho puro, mas aceitei.

Ele trouxe duas taças grandes e serviu um pouquinho em cada uma — tava uma delícia.

Tudo que ele fazia só fazia esse cara ganhar mais pontos, lembrem que eu já tava na mão dele. Literalmente servida, mas não abusei disso.
A situação saiu do sexual, foi pra outro nível, começamos a nos ouvir, a conversar, a rir juntos.
Jantamos, uma delícia, amei, ele é um ótimo cozinheiro. Tomamos o vinho. "Mais um?" ele perguntou, nem cheguei a responder, ele já tava servindo. O vinho tava batendo nos dois, a gente foi se soltando.
De sobremesa, sorvete com umas frutas vermelhas. Uma delícia também.
Eu queria ajudar em tudo, cortar cebola, pôr a mesa, preparar, tudo, mas ele não deixou, falou "você relaxa, deixa comigo, você é minha convidada".
"Vamos pra sala?" ele disse, fomos, eu já sabia que o rumo ia mudar.
Pablo: "Quer um cafezinho? Ou continuamos com o vinho?"
Eu: "Vamos continuar com o vinho, se você quiser..."
Ele colocou uma música, baixinha, dava pra continuar conversando. Sentou do meu lado. Eu nervosíssima. As luzes eram dimerizáveis, ele baixou pra uns 75%, criou um clima gostoso.
Não lembro mais do que a gente conversou, acho que eu tava nervosa, não olhava pros lábios dele, mesmo com vontade de beijar. Ele deu o primeiro passo, beijos... divinos... sempre...
Comecei a esquentar. Acho que ele percebeu, mesmo sendo nossa segunda vez, que eu tava mais nervosa do que nunca.
Pablo: "Se quiser, a gente para."
Eu: "Não, não, tá tudo bem, só tô nervosa mesmo, faz tempo que não fico assim com alguém."
Pablo: "Tem certeza? Me avisa que tá tudo bem, hein!"
Continuamos, beijos, com uma mãozinha dele, eu mais tocava nas costas e no peito dele.
Ele percebeu que eu tava muito nervosa.
Pablo: "Quer que a gente suba pro quarto?" Ele me convidou pra ir pra um lugar mais familiar, talvez eu ficasse mais à vontade e menos nervosa. Aceitei.
Lá também tinha luz dimerizável, ele colocou música pelo computador e baixou as luzes pra uns 50%, quase uma penumbra.
Deitamos, porque a cama era enorme e ocupava quase todo o quarto. Continuamos nos beijando, devagar, mais intenso, beijos suaves, com carinho, com tesão, todos os tipos de beijo.
Ele percebeu que eu ainda tava muito nervosa.
Pablo: "Você tá muito nervosa, vou devagar. Tranquilo".
Eu: "Faz tempo que não faço isso, não assim"
Eu tinha meus medos, além da situação na minha casa. Era um homem novo, que, pelo que ele contava, saía, tinha amigos/as, ia pra balada, dançar, bares, transava com mais frequência. Eu pensava que não ia dar conta, que não tava à altura, que não sabia ou não faria tantas coisas quanto ele, medos, mas tava disposta a aprender e me deixar levar.
Pablo: "Duas coisas: quando você quiser que eu pare, é só falar e eu paro. A segunda... é... olha, sou muito tarado, e quanto mais você me excitar, pior eu fico, tô avisando, isso quem controla é você".
Isso me deu medo, curiosidade, tesão, tudo junto, parecia uma espécie de desafio, um desafio que eu tinha aceitado sem dizer uma palavra.
Ele começou a desabotoar minha blusa, deixou meu peito à mostra. Desceu e beijou minha barriga, meu abdômen, minhas mãos acariciavam o cabelo dele, ficou ali uns minutos, subiu e continuou me beijando, dessa vez as mãos dele foram pros meus peitos por cima do sutiã. Eu ia me deixando levar.
Ele tirou a camiseta dele, eu ajudei. Olhei o peito dele, o abdômen, os ombros, tudo lindo, tava gostando do que via.
Ele começou a tirar minha calça, custou, eu ajudei. Fiquei de calcinha, pelo volume na calça dele, ele tava gostando do que via.
Já tava um pouco menos nervosa, daqui pra frente não tinha volta.
Ele continuou me beijando, enquanto mexia na minha buceta por cima da calcinha. Comecei a ficar toda molhada.
Deu mais uns beijos, e com agilidade tirou meu sutiã. E começou a chupar meus peitos. Os dois, ia de um lado pro outro, pra nenhum ficar com ciúme do outro. Chupava, cuspia, mordia meus bicos, sugava inteiro, cada peito entrava na boca dele, ficou assim um tempão. Eu completamente molhada a essa altura.
Queria muito chupar ele, queria o pau dele na minha boca. Tentei tirar a calça dele. Ele não deixou. Disse: "você só aproveita". Obedeci.
Ele alternava entre beijos e peitos. E finalmente, devagar, com as duas mãos, tirou minha calcinha, e viu toda a minha Buceta depilada toda molhada.
Não pensei duas vezes, e ele começou com beijos naquela área, suaves, gostosos, com a ponta da língua, ele foi com calma, e me fez gozar relativamente rápido, fazia tempo que não me chupavam assim. Quando eu gozei, ele percebeu pelos meus gemidos e por como estava tudo molhado, longe de parar, continuou, dessa vez, colocou os dedos, um, dois, três, quatro, tentou enfiar a mão, mas não entrava. Quando cansou da mão, começou a me comer com a língua, cuspia na minha buceta, e depois lambia, chupava os sucos, e cuspia de novo, assim, uma e outra vez. Eu não aguentava mais de tesão, gozei pela segunda vez, tudo isso, não sei em quanto tempo, uns 20 minutos, nem ideia. É a primeira vez que fizeram isso comigo, de tentar enfiar a mão inteira, e isso de chupar tudo e cuspir de novo, tudo novo na minha vida sexual monótona.
Depois de gozar a segunda vez, ele pergunta.
Pablo: "Gostou?"
Eu: "Por favor, amei, agora deixa eu te dar!"
Pablo: "Ok"

Continua, pra não deixar tão longo… senão vão me matar… Publico esse fim de semana a outra parte, prometo…



Minha primeira traição Parte 4 - Final - 1/2

8 comentários - Minha primeira traição Parte 4 - Final - 1/2

Me encantó tu relato... Me hizo acordar de una experiencia similar a la tuya... Exepto q yo era el hombre..muy parecida... (Aclaro no soy el del relato).. cocine otra cosa jaja..
Gracias!!!!
Me están volviendo loco tus relatos muy buenos y calientes 🔥🥵🔥🤤🤤
Es la idea!
@putitaanonima ya es fin de semana re ansioso 🤤🤤🔥🔥