

Na manhã em que saí de casa, minha mulher ficou chorando no sofá, numa mistura de perda e ao mesmo tempo vergonha depois da infidelidade que descobri. Ela jurava que estava meio bêbada, que foi só aquela vez, mas voltava na minha mente aquele grito do vizinho: "traz essa bunda gorda pra cá!!", "vou deixar ela bem lambuzada!!!" E os gemidos dela. Bati a porta com força, com minhas malas, e fui direto pra casa que tinha antes de casar, tinham acabado de desocupar e fiquei por lá. O celular não parava de tocar, chamada atrás de chamada, quando tocaram o interfone, achei que era o pedido de comida que tinha feito, mas não, era a irmã da minha mulher. Ela veio com um jantar, me pediu pra deixar ela entrar, que queria conversar comigo, que só tentava ajudar um pouco, mas que respeitava minha decisão. O nome dela é Cláudia, uns 43 anos, casada há 20 com Cristian, meu cunhado. Nunca tiveram filhos, disseram que era problema de mobilidade dos espermatozoides, tratamentos em vão, nunca tiveram família. Ela entrou em casa, servi direto uísque com gelo pra ela, era o que eu estava bebendo, ela não recusou. Começou a falar, mas não prestei atenção, até que virei e vi ela... Com a blusa vermelha e jeans, o jeans apertava a buceta dela, marcava justinho, abrindo duas dunas carnudas. Bateu uma ereção em mim e um tesão forte de possuir ela, comer ela em todos os buracos... Ela continuou falando, verdade que não entendi nada, só me disse: "então, o que você decide? Vocês vão dar outra chance pra você e minha irmã?" Peguei ela pelos ombros e comecei a beijar o pescoço dela. Ela me parou, disse: "Não!! Você se enganou, vim ajudar minha irmã, não piorar as coisas." Então eu falei: "ok, se você quer uma chance pra sua irmã, vou dar, mas em troca de te comer como uma puta, do mesmo jeito que detonaram sua irmã." Fez-se um silêncio, ela baixou o olhar, tinha um olhar assustado, então disse: "tá bom, mas ninguém pode ficar sabendo disso, principalmente meu pobre Cristian, que acabou de liquidar um novo... tratamento, cê sabe que ela tem problema com "aquilo", preciso que use camisinha. E a gente faz amanhã se quiser num motel. Falei pra ela que não, que eu é que mandava, agora aqui nessa casa, liga pro teu marido, fala que tá ajudando tua irmã, que vai chegar tarde. Ela concordou, tava submissa, deitou na minha cama, e só desabotoou a jeans dela. Eu comecei a beijar ela, lamber as costas, os mamilos. A cada "Não!!" dela, eu falava: "Lembra, trato é trato". Depois de uns 5 minutos, já tava lubrificando a buceta dela, ela falava: "Que vergonha!!!" Pouco me importei e passei a língua nos lábios e no clitóris. Ela começou a gemer, enquanto dizia: "Isso não, por favor!!!" Mas abria mais as pernas pra facilitar. Comecei a penetrar ela, primeiro de papai e mamãe, depois de lado. A umidade dela já escorria pelas minhas bolas, o som era uma delícia. Parecia que eu tava batendo creme. Aí falei: "Sobe, monta no meu pau". Ela obedeceu, se deixou cair de uma vez, e começou a cavalgar. Com as mãos, comecei a abrir as nádegas dela. "Não, por favor, não!!!" Ela dizia entre gemidos. Soltei e belisquei os mamilos dela. Ela começou a falar que nunca tinha sido tão puta como agora. Aí abri as nádegas dela de novo, deslizei o dedo indicador e comecei a massagear em círculos o cu dela. Ela dizia: "Não, não, por favor... Nunca me tocaram aí!!!" Pouco me importei e comecei a enfiar o dedo. Aí ela começou a gozar, dizia: "Tô me mijando, tô me mijando!!!" E enfiei o dedo inteiro, começou a jorrar o caldo dela no meu ventre. Ela deitou de lado, já tinha terminado, mas eu ainda não. Ela pediu pra esperar, que a buceta dela tava muito sensível agora. Aí virei ela e comecei a meter com tudo, socando a rola. Foi quando ela viu que eu não tinha colocado camisinha, implorou: "Não goza dentro, por favor!!! Meu Cristian, por favor!" Falei: "Não se preocupa, cunhada, vou deixar fora, nas costas." Menti pra ela. Em poucos minutos, comecei a gozar dentro dela, senti um orgasmo intenso. O esperma escorria da buceta dela. Tirei o pau antes que começasse a endurecer. Flácido e comecei a roçar o cu dela, deixando ainda um jato de esperma. Ela pensou que eu tinha gozado de leve. Levantou-se apressada, se vestiu sem se olhar, sem se secar. "É tarde", disse... "Já vou, então... Foi um trato. Volta a dormir com minha irmã." Eu disse que sim, mas que ainda precisaria dos serviços dela por mais um dia. Voltei pro apartamento dois dias depois, com mais um encontro com minha cunhada. Por enquanto, na família da minha mulher, estão todos felizes. Resolvemos um problema que tivemos, que meus sogros nem sabem qual foi. E minha cunhada Cláudia vai ser mãe, tá grávida de seis meses, e eles consideram um milagre médico, já que o exame praticamente deu Cristian como infértil. Minha mulher e eu vamos ser padrinhos...
2 comentários - A reconciliação...
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