Eu sei, eu sei... vamos, Rebeca... vai ser só um tempinho..." Juro por Deus...
— Mmm... tá bom... mas tem que ser rápido...
"Sim... sim..."
"—Apesar da minha idade, já não tinha dúvidas do que rolava lá dentro, porque era mais que evidente o que minha tia fazia com meu pai escondido da minha mãe. Foi por isso que, quando a conversa parou, eu coloquei um olho no buraco da fechadura, de onde dava pra ver claramente o interior do quarto. Vi meu pai e minha tia se abraçando apaixonadamente enquanto se despiam numa velocidade incrível. As roupas caíam no chão uma por cima da outra, enquanto as mãos deles se acariciavam com um desejo irreprimível que mostrava a luxúria secreta dos encontros escondidos. Logo ficou evidente a nudez dos dois e também a desesperação de deitar, ao ver meu pai carregando nos braços o corpo delicado e branco da tia Rebe, que de olhos fechados se deixou levar por ele até a própria cama. Uma vez lá, Papai abriu as pernas dela e levantou pra cima, enfiando os dois pés atrás das aberturas da cabeceira. Assim, o corpo da minha tia ficou dobrado com a bunda aberta e de frente pro corpo suado do meu pai, que já empunhava o tremendo canhão dele em pé com uma das mãos. Ele se ajeitou apressado entre as pernas abertas em tesoura e colocou a cabeça do pau vermelho na entrada da fenda majestosa que eu conhecia tão bem. O tesouro loiro e luxuoso da tia Rebe se abriu com avidez diante da penetração iminente, que veio com força no ataque da pica do pai, que se deixou cair pesado sobre ela e enterrou o bastão ereto nas profundezas molhadas da minha tia tarada. Com movimentos ardentes, os dois começaram o vai e vem clássico enquanto o pau do pai entrava e saía a toda velocidade daquela gruta rosada, que recebeu com alegria e prazer o pedaço de carne quente enterrado até o talo nela. Claro que nunca saí do buraco da fechadura, guardando aquelas cenas inesquecíveis por primeira vez na minha vida; Bom, devo dizer que, mesmo tendo brincado de várias coisas com minha tia, com minha mãe e com meu próprio pai, nunca tinha visto um homem e uma mulher transando ao vivo. Era óbvio o que as visões quentes causavam nas dobras da minha bucetinha, que, tremendo de desejo, se contraía de tesão ao sentir a baba clássica escorrendo dentro da minha fenda. Sem ter outra opção à mão, comecei a tocar a parte interna das minhas coxas, enfiando um dedo mindinho no meu canal secreto, sem parar de observar o tremendo acasalamento que os dois me ofereciam. Uns minutos depois, ouvi os gemidos ansiosos da minha tia, que não conseguiu silenciar os sentimentos com a proximidade do orgasmo e gritou como uma louca para o meu pai o que estava prestes a experimentar:
— Mais rápido... mais rápido do que eu tô indo... mais rápido... Mais
Querendo agradar ela e ao mesmo tempo aumentar o delírio dos espasmos dela, meu pai intensificou as estocadas enfiando o pau inchado com mais força e velocidade no intrincado caminho aberto, até que finalmente minha tia explodiu num delicioso gemido que fez ela soltar as pernas da cabeceira e enrolá-las em volta do pescoço do papai. Ele também sentiu os efeitos do urro ao descarregar furiosamente no delicioso pãozinho da tia Rebe, que alegremente recebeu a chuva leitosa abundante apertando o bastão pra dentro com os músculos da buceta. Vi que momentos depois os dois ficaram parados, se beijando na boca com gosto, como se agradecessem um ao outro pelo tremendo momento de fogo que tinham se dado. Como sempre, foi minha tia quem, com a moderação habitual dela, disse pro papai:
— Já, Oscar... você precisa ir agora... Não quero que a gente tenha uma surpresa...
"É..." respondeu ele, tirando o pau
Percebi que era hora de me mandar pro meu quarto, então abandonei meu posto de observação e entrei no meu dormitório. Já deitado na cama, não conseguia esquecer aquelas cenas safadas dos corpos deles trepando com tanta alegria, então não tive escolha a não ser enfiar meus dedos de novo na minha buceta com a intenção de saciá-la. Acho que urinei várias vezes naquela noite e depois apaguei de exaustão.
— Ah, mamãe... então seu pai e sua tia Rebe transaram?
— Sim, bonitinho... mas só descobri naquela noite, quando sem querer os peguei...
— É... Deve ter sido muito gostoso ver tudo aquilo, né?
— Claro, Rubicita... foi mais que isso...
— Você gostou mesmo de observar tudo o que eles fizeram naquela noite, mamãe?
— Sim... Foi algo que realmente amei, pequena... você não tem ideia do gostoso que pode ser...
— Ah, mamãe... Eu adoraria ver você fazendo isso com meu pai...
— Você adoraria mesmo?
— Sim... claro que sim Então um dia vou realizar seu desejo..." mas temos que fazer de um jeito que ele não fique sabendo... assim é melhor...
- Sim... como você diz, mamãe... mas o que mais aconteceu?
— Deixa eu continuar te contando..
Sim..."
"No dia seguinte já me sentia perfeitamente bem, então saí da cama e voltei à minha vida normal. Foi por isso que, quando encontrei minha tia na sala, nos abraçamos, muito felizes por nos vermos de novo. Ela me disse:
— Elsie... Precisamos conversar...
"Sim, tia — quer falar aqui?"
— Não... não... melhor você vir comigo... Vamos até a loja e te compro uns doces...
— Sim... vamos...
Saímos na rua e, enquanto caminhávamos pelo caminho, ela me perguntou:
"Me diz, minha querida... O que sua mãe disse quando eu peguei vocês naquela noite?"
"Ah, nada, tia... Ele não disse nada..."
"Sério?... Que estranho... Pensei que ele estivesse preocupado com isso..."
"Bom, no começo ele até ficou..." mas depois se recompos... Talvez ele tenha achado que você não percebeu..."
"Ah, mas é claro?... Eram só uns bons amigos quando entrei..."
"Sim..." Eu sei, tia... mas provavelmente ele não acredita..."
"Tudo bem..." Não tem problema com isso... mas me diz uma coisa, Elsie..."
"Sim, tia...
— Você gosta que sua mãe faça isso com você?
— Ah, sim, tia... claro que gosto... me sinto muito bem quando ela coloca o supositório, mas me sinto mais gostosa quando ela enfia o dedo pra não sair...
— Não me minta, eu sei muito bem que ela não só enfia o dedo no seu cu, mas também enfia no seu...
— Ah, sim, claro... — ela aproveita pra colocar outro na minha frente... e me sinto uma delícia, tia...
— É, já vi... e você tem razão, gostosa... isso é muito delicioso...
— Sim, tia... adoro quando ela faz isso comigo... mas me diz, te incomoda que ela me toque?
— Não... não... como assim... ela é sua mãe e eu sou só sua tia...
— Sim, eu sei... mas quer que eu te conte uma coisa?
— Me conta...
— Eu gosto mais de fazer isso com você do que com ela...
— Ah... sério?... é verdade o que você tá dizendo, minha princesa?
— Sim, tia... não tô mentindo...
— Por que você diz isso, Elsie?
— Porque eu gosto muito mais de estar com você do que com ela... não nego que curto o que ela faz comigo... mas as brincadeirinhas que você me ensinou são mais quentes... mais gostosas... não sei como explicar...
— Não tenha pressa, minha querida... te entendo perfeitamente... e fico muito feliz de você me dizer isso...
— Que legal, tia...
— Mas então, Elsie... te chamei pra sair porque queria te contar uma coisa... tenho uma surpresinha pra você que sei que vai adorar...
— Ah... e o que é?
— É que minha amiga Anita e eu estamos preparando outra sessão pra amanhã à tarde, e queria te pedir pra me acompanhar... você quer?
— Ah, claro, tia... sim, quero... me leva...
— Vou sim... vou pedir permissão pra minha irmã.
— Tá bom... você me conta, né?
— Sim... vou te contar...
Por causa das circunstâncias, não teve problema minha mãe me dar permissão pra sair com minha tia no dia seguinte. Então pegamos um táxi e fomos pro bairro onde morava a amiga e amante da tia Rebe. Tenho a impressão de que prepararam tudo de antemão, aproveitando com certeza as longas ausências da mãe da Anita, porque quando chegamos na casa dela, ela estava sozinha. Anita nos recebeu com carinho, dando uma atenção especial pra mim, me abraçando com ternura e sorrindo sem parar, sendo nítida a alegria e o prazer que minha presença causava nela. Também percebi que tanto minha tia quanto a amiga e colega de escola dela tinham uma predileção especial pela prática da pedofilia, me usando pra satisfazer as próprias paixões. E claro, eu me deixei levar por elas, sabendo que os ensinamentos didáticos delas, além de me excitar e me causar uma alegria intensa, também me ajudaram a aprender todas aquelas coisas ocultas que se abriram caminho na minha mente infantil. Como as duas amigas usaram o fato de fazer a lição de casa como pretexto pra curtir seus jogos secretos nos quais agora me faziam participar, a verdade é que aproveitaram parte do tempo pra realizar as tarefas escolares. Foi por isso que Anita me disse:
Elsita... primeiro a gente faz a lição de casa e depois brinca um pouco. Quer sair um pouco pra não ficar entediada?
"Sim..." Vou esperar no quintal", respondi sorrindo.
"Tá bem... mas não sai de casa... Ok?"
"Tá bom."
Vendo que eu estava suando, me deu um refrigerante pra me refrescar enquanto eles se enfiavam no meio de uma pilha de livros abertos. Saí pra trás e, quando vi uma cadeirinha no quintal, fui, sentei nela e comecei a observar as nuvens enquanto curtia a bebida. Naquele momento, lembrei do que tinha visto da outra vez no quintal vizinho, quando aquele cara se masturbou na minha frente, claramente querendo que eu visse. Foi por isso que não consegui evitar olhar pra lá, conferindo que não tinha ninguém. Tava vidrada no horizonte, quando de repente ouvi um tipo de assobio vindo da área da casa do lado. Olhei pra lá e vi o mesmo cara de uns vinte anos, que agora tava me sorrindo. Devolvi o sorriso, o que deve ter dado uma certa confiança nele, porque ele se aproximou e disse:
"Oi... Como cê tá, Elsita?"
"Ah... Cê sabe meu nome?" Respondi surpresa.
"Claro que sei..."
"Mas como..."
"Porque meu primo me falou..."
"E quem é seu primo?"
"Anita..."
"Bom... Não sabia disso..." Falei desconfiada.
"Viu... e também sei que cê sempre vem com sua tia Rebeca, que é colega de escola da minha prima mais nova... e ele vem fazer a lição com ela..."
"É... verdade.
— Quer que eu fique um pouco com você pra não ficar sozinho?
— Se você quiser...
Enquanto eu estava sentado no chão, as ideias começaram a fluir na minha cabeça, desconfiando que talvez tudo o que eu tinha visto ele fazer da outra vez fosse parte do esquema que estavam me ensinando. Então, deixando de lado minhas preocupações, me preparei pra cooperar nesse novo episódio e descobrir o que o cara estava tramando fazer comigo. Não precisei esperar muito pra descobrir, porque percebi que ele olhava insistentemente pras minhas pernas, que da perspectiva dele dava pra ver perfeitamente minhas coxas. Sentindo o olhar ardente dele querendo penetrar com fogo no escuro caminho entre minhas pernas, pensei que seria algo novo participar de alguma forma, então, distraidamente, comecei a abri-las aos poucos pra ele se contentar com a contemplação tão desejada. Num certo momento, me curvei pra pegar a garrafa de refrigerante do chão e oferecer uma bebida a ele, aproveitando pra ficar com minhas pernas totalmente à disposição dele, onde com certeza agora ele podia ver claramente minha calcinha. Atenta às reações dele, notei que suas bochechas ficaram avermelhadas, o que mostrava que minha estratégia tinha funcionado. Ele se deliciava com a observação sem piscar um segundo, sem querer perder por nada nesse mundo o espetáculo que meus cantinhos escondidos ofereciam. Depois de um tempo nos divertindo desse jeito, pude ver que o volume crescia debaixo da calça dele, e ele tocava ali uma e outra vez com uma das mãos. Uma manobra tão óbvia só serviu pra me excitar mais, até que finalmente vi o jovem abrir a calça e puxar pra fora o cacete dele, mostrando sem vergonha nenhuma e sem qualquer cerimônia diante dos meus olhos ardentes.
Fiquei de olho naquele pau preto que se destacava, bloqueando entre as pernas dele, enquanto ele começava a esfregar devagar, puxando a pele pra cima e pra baixo. A visão toda, no conjunto... Só serviu pra preparar o terreno, porque sabendo que eu já tava com muito calor, de repente ela me disse:
— Você gosta?... Quer tocar?
Sim... ssim..." Respondi com voz trêmula.
O jovem se levantou e aproximou o pau inchado do meu corpo, me ordenando na hora:
— Vai, toca ele... pega com suas mãozinhas e esfrega devagar...
"Mas—"
"O que foi?"
"É que... tô com medo de alguém aparecer e ver a gente..." Falei com receio.
"Não vão, pode confiar..."
"E como você sabe?"
"Porque eu sei", respondeu com firmeza.
Quando ouvi o que ele disse, percebi que isso era mesmo parte do plano da Anita e que, se fosse, ninguém viria nos atrapalhar. Encorajada pelas minhas próprias conclusões, estendi a mão e peguei no pinto vermelho dele, meio curvado pra cima de tão duro, olhando pro buraquinho no meio da cabeça vermelha.
— Vai, acaricia ele com a mão... Passa devagar, gostosa...
Comecei a esfregar aquele canhão de carne quente pra frente e pra trás, movendo a pele devagar enquanto via, admirada, aquela porra pulsando, com umas gotinhas de leite branco começando a sair. Continuei mexendo naquele apito vertical delicioso até que ele teve que parar meus movimentos:
"Espera, Elsita... espera... Tira a mão por um instante..."
— Ah, por quê? Perguntei, estranhando.
"Porque sim... espera só um pouquinho... Te falo quando puder brincar de novo..."
Vi que o jovem fechou os olhos, jogando o corpo pra trás enquanto o pau dele flutuava no ar, durasso. Quando vi umas gotas mais grossas na ponta do meu pinto, percebi que ele quase tinha gozado, que era por isso que tinha pedido pra parar. Apesar da espera curta, eu tava morrendo de tesão, porque, olha, já tinha segurado o pau do meu pai quando jogávamos basquete, mas nunca tinha feito isso com alguém de fora da família. No fundo, queria que ele me mandasse chupar, porque ver aquelas gotinhas brancas de porra saindo do buraquinho na cabeça dele me dava uma vontade indescritível. só conseguia me acalmar daquele jeito. O cara deixou passar uns minutos e, como se tivesse adivinhado meus pensamentos, falou:
— Quer experimentar?
— Sim — respondi com a cara cheia de tesão.
- Beleza, vamos... abre a boca...
Não só obedeci ao pedido dele, como me aproximei o máximo possível da cabeça colorida onde aquele sêmen semitransparente brilhava, que agora via balançar uma e outra vez como se fosse a boca de um peixe que acabou de ser tirado da água e tenta em vão respirar para sobreviver. Quando ele me viu de boca bem aberta, empurrou o pau entre meus lábios trêmulos, que receberam com doçura aquele doce de prazer que pela primeira vez entrava na minha cavidade bucal. Queria aproveitar para me deliciar por completo com o sabor agridoce daquele chupador endurecido, que de repente começou a entrar e sair da minha boca uma e outra vez enquanto eu provava com gosto os elixires esbranquiçados que emanavam do interior dele. Nem preciso dizer que essa nova experiência me levou ao paraíso do prazer, tá claro por que as mulheres têm uma preferência especial pelas artes de mamar. Também percebi que, embora o sabor do pau de um homem fosse muito parecido com o dos sucos vaginais da minha tia, era bem diferente do sabor do sêmen masculino em comparação com o fluxo feminino. E isso devia ser porque a porra de um homem é completamente diferente dos fluidos produzidos pelo orgasmo de uma mulher. Mas logo meus pensamentos foram interrompidos pelo feroz jorro de rios de porra que começaram a brotar com força do interior do chupador daquele homem, inundando minha garganta complacente como uma tempestade repentina, que não conseguia conter o fluxo branco e grosso daquele turbilhão de esperma quente, me vendo obrigada a me separar abruptamente daquela barricada de delírio. Que, como se fosse uma mola que se solta de repente, vibrou violentamente no espaço na frente do meu rosto, se movendo para todos os lados. Enquanto engolia com deleite os rios abundantes de seiva vital, observei grande parte do jorro agressivo cair no chão, regando o piso com aquele material leitoso e fértil. Percebendo que minha garganta tinha Liberado do elixir espesso depois de engolir toda a porra, o jovem enfiou o pau de novo na minha boca com a firme intenção de que eu terminasse de beber os últimos jatos que ainda escorriam sem parar. Ardendo de calor e perdido num mar de desejos indescritíveis, chupei aquele pau duro de onde saía o líquido quente e oleoso com menos força que antes, até que finalmente o fluxo parou. Percebendo que não tinha mais licor dentro, o homem tirou ele de entre meus lábios e, tirando a camisa, começou a limpar o apito enlameado, e depois fez o mesmo com meu rosto e minha boca, que sem dúvida mostravam os restos da batalha de boquete que tivemos.
— Ah, mamita... isso quer dizer que a prima da Anita concordou com ela?
— Sim, Cielo Riveros... aí descobri que tudo que eu suspeitava era verdade...
— Mmm... fazia parte do joguinho, né?
— Exatamente...
— Ah, mamãe... Imagino o quanto você curtiu quando chupou ele... porque quando meu pai colocou ele na minha boca naquela noite e eu chupei, também gostei pra caralho...
— Você gostou mesmo, Linda?
— Sim, mamãe... e eu também sabia qual era o gosto da porra dele... Lembra que naquela hora você chegou e nos pegou?
— Sim, Rubicita... Lembro muito bem...
— Ah, mamãe... Quero chupar a coisinha do papai de novo...
— Eu sei, pequena... Eu sei... mas vai ter tempo pra isso...
— Sim... mas você promete que vou chupar o leite do papai de novo?
— Eu prometo... mas agora deixa eu continuar falando com você porque ainda não terminei essa parte...
— Sim... sim... continua...
Nessa altura eu já tinha perdido a conta de quantas vezes tinha gozado; mas mesmo assim meu pau continuava pedindo mais e mais, então fiz um sinal pra Mirian Caballero continuar com a história dela.
“Quando terminamos de limpar, o jovem me disse que eu tinha que ir embora porque minha tia e a prima dela logo sairiam pra falar comigo. E foi exatamente isso que aconteceu, porque não tinha passado nem cinco minutos desde que entrei na casa dele, quando a Anita apareceu no quintal me chamando:
‘Pode entrar agora, Elsita... já terminamos nossa tarefa...’
— E agora a gente vai brincar?
— Sim, linda... vem, anda comigo...
Nós duas entramos na casa e a Anita fechou a porta por dentro. Eu percebi que ela tava tentando garantir nossa privacidade pra evitar surpresas. Tava claro que ela tava mais do que disposta por causa do tesão intenso que o ato de mamar naquele homem tinha despertado em mim, e eu só queria que começassem logo a brincadeirinha delas, que eu ia curtir com muito mais paixão do que nunca. Quando entramos no quarto, minha tia Rebe já tava nos esperando e disse pra amiga dela:
‘Annie... Acho que já tava na hora...’
— Sim, Rebeca. — respondeu a outra.
— E dessa vez o que a gente vai brincar?
‘Ah, querida, vai ser uma brincadeira nova que eu sei que você vai adorar’, disse minha tia.
‘É isso aí, Elsita... chama “O apalpamento” e eu sei que você vai curtir tanto quanto a gente’, disse a Anita.
— E como é que funciona? — perguntei cheia de empolgação e calor.
— É o seguinte: a gente vai usar um brinquedo muito especial que a Anita guardou. É uma coisinha que parece muito com o pau de um homem... um de nós primeiro vai fazer de homem e colocar no outro... e depois a gente troca os papéis... Entendeu? — disse a amiga da minha tia.
"Sim..." Mas e eu?
"Ah, gostosa... você só vai ajudar quem estiver fazendo de homem..."
— Ah, não... e por quê? — falei meio decepcionado.
"Porque é perigoso... você ainda é muito novinha e essa coisa pode te machucar..." — comentou minha tia num tom carinhoso, tentando me convencer.
— É muito grande? — perguntei, interessado.
"Sim, gostosa... e você vai ver agora mesmo" — disse minha tia, fazendo sinal pra amiga pegar.
A Anita foi até um armário velho de madeira com uma chave na mão e, enfiando na fechadura, abriu uma gaveta de onde tirou um negócio que tinha uma buceta de tamanho enorme. Fiquei surpreso de ver como era grande, porque quando comparei mentalmente com o pau do menino que eu tinha chupado no jardim, e com o pau do meu pai quando ele comeu a tia Rebbe na noite anterior, de jeito nenhum competiam com aquele pedaço de borracha rosa preso a umas tiras de couro. Perguntei na hora:
"E então, o que eu vou fazer?"
"Ah, gostosa... não se preocupa... você também pode brincar de homem... mas não de mulher... o que acha?"
"Sim... se eu quiser..." — respondi com tesão, sabendo que também ia meter junto com elas nessa nova brincadeira.
Com movimentos rápidos, os dois amigos começaram a me despir enquanto faziam o mesmo um com o outro. Eu podia ouvir a respiração ofegante das duas jovens que, de repente, tinham se tornado minhas adoráveis mestras do sexo proibido. Quando os três ficamos como Adão e Eva no paraíso, a gostosa Anita começou a colocar as tiras em volta da cintura fina, enquanto minha tia grávida ajudava bastante. Durante o breve intervalo, pude admirar os corpos vigorosos das duas mulheres, que exibiam descaradamente sua beleza requintada e contrastante, pois, como eu disse, o da minha tia era de uma brancura de alabastro, enquanto o da amiga mostrava sua pele morena exuberante, que, longe de diminuí-la diante da outra, a fazia parecer tão linda quanto era. Quando terminaram de prender o arnês ao redor do quadril de Anita, minha tia me pegou pela mão e me levou para a cama, onde se colocou de quatro, entendendo que essa era sem dúvida a posição mais adequada para receber o intruso de látex que vi balançando como uma mola na frente da buceta peluda de Anita. Ela também tomou posição no colchão, parada bem atrás da bunda da minha tia, e me chamando com a mão disse:
- Vamos, Elsita... coloca a ponta na entrada da bucetinha...
Obedeciendo o pedido rapidamente, peguei o bastão de borracha nas mãos, aproveitando para apertá-lo um pouco e conferindo ao mesmo tempo a maciez e textura do material que era feito. Apontei minha cabeça grossa para a entrada da gruta dourada da tia Rebe, que naquele momento notei que estava completamente molhada por fluidos vaginais, enquanto a outra caía gradualmente sobre a bunda dela. Com uma maestria que nunca vou esquecer, Anita colocou o pau ereto dentro do labirinto secreto de cabelo loiro da minha tia, perdendo gradualmente a visão de si mesma e agora se dedicando a examinar as dobras internas da buceta aberta e ansiosa dela. Logo os movimentos se intensificaram, provocando na outra um tesão incomparável, pois ela começou a gemer cada vez mais alto, e a amiga teve que mandar ela não gritar tão forte, correndo o risco de ser ouvida pelos vizinhos. Tive que continuar sendo observadora, mas não estava menos excitada por isso, já que não conseguia escapar dos efeitos lascivos que a visão me causava, então enfiei um dos meus dedos na minha fenda, me masturbando na frente dos dois amantes, que já ofegavam numa fúria irreprimível, enquanto continuavam se movendo um sobre o outro. Por muito tempo Anita cavalgou a bunda da minha tia, metendo e tirando aquele pedaço de pau de borracha que de repente aparecia diante dos meus olhos para desaparecer imediatamente de vista, afundando até as profundezas das entranhas ardentes dela. Não sei como a tia Rebe conseguiu meter um falo tão tremendo e grosso dentro da buceta delicada dela, o que me permitiu ver que as dobras vulvares de uma mulher se dilatam ao máximo quando são penetradas por um pau desse tamanho. Também descobri que, por causa da textura incrível, o cano de látex irregular se encaixava perfeitamente na gruta apertada da tia Rebe. Mas o que mais me surpreendeu foi ver que uma mulher pode muito bem interpretar o papel de um homem sem precisar da presença de homens nenhum. podendo curtir os dois num papel duplo onde ambos se divertem pra caralho protagonizando as duas naturezas sexuais ao mesmo tempo. «podendo curtir os dois num papel duplo onde ambos se divertem pra caralho protagonizando as duas naturezas sexuais ao mesmo tempo. «podendo curtir os dois num papel duplo onde ambos se divertem pra caralho protagonizando as duas naturezas sexuais ao mesmo tempo. «
Entre gemidos agudos e urros, vi que a tia Rebeca começou a se agarrar com muito mais força nas coxas da amiga, que, ao perceber que o clímax estava chegando, atacou com mais fúria e violência aquela bunda branca do delírio, acelerando com muito mais velocidade os ataques na boceta da outra. Os gritos de prazer que anunciavam o orgasmo não demoraram a chegar, então logo minha tia explodiu numa gozada selvagem que, como sempre, a fez soltar uma série de frases escatológicas cheias de obscenidades, aludindo ao tesão que estava sentindo. Anita, por sua vez, cumpriu ao máximo seu papel de sapatão, entrando e saindo com empurrões furiosos da fenda vibrante da minha tia, que finalmente se entregou entre gritos de alegria e uma série de palavras sujas, ofegando e soluçando com uma loucura sem precedentes. Quando os espasmos dela pararam, Anita me disse:
—Vamos, Elsita... me ajuda a tirar a pica...
Ajudei com alegria naquela manobra quente de expiação, podendo sentir a abundante umidade leitosa com que ela tinha lambuzado o tremendo cadeado de borracha. Sentindo-se aliviada da pica enorme, minha tia se jogou na cama de olhos fechados, ainda abalada pelos momentos delirantes de prazer que acabara de curtir. Depois de uns dois minutos, foi a Anita quem a incentivou a levantar da cama para apertar o cinto do desejo. Nós dois colocamos o arnês em volta das lindas cadeiras da tia Rebe, que depois de ter virado mulher, de repente e como num passe de mágica, virou homem, pronta pra exercer seu papel invejável com o tesão que a marcava. A amiga já estava na mesma posição de 18 pernas, com a cabeça enfiada entre os travesseiros, enquanto a tia Rebe a mantinha por cima, explorando com sua visão quente os segredos intrincados daquele cuzinho escuro. Ela me fez um sinal pra subir na cama com ela e ordenou:
— Vamos, gostosa... agora coloca a ponta na entrada dela...
Mais uma vez, assumi a deliciosa tarefa de colocar a ponta grossa do pau de borracha na fenda da buceta da Anita, de onde escorriam rios de fluidos que, sem dúvida, ajudariam na tão desejada penetração. A tia Rebe investiu contra o peito aberto da amiga, empurrando o falo de látex endurecido para dentro daquela caverna escura cheia de pelos tão pretos quanto a noite. Logo percebi que o enorme bastião tinha se perdido nas profundezas imensas da outra, enquanto minha tia iniciava o ritual dançante e rítmico que deixava a penetração mais gostosa, entrando e saindo da casa da amiga com um prazer sem igual. Quando olhei pro rosto da minha tia, vi como ela mandava bem no papel e o quanto adorava ser a caçadora de macho, porque um sorriso de safadeza tomou conta da cara dela, confirmando que ela curtiu ainda mais esse último ato do que o primeiro. Essa última pergunta me animou ainda mais a ser eu quem colocasse as cintas pra sentir pela primeira vez na vida aquela lascívia ardente que brilhava nos olhos quentes da tia Rebe, que continuava se movendo violentamente montada no rabo escuro da Anita, que já começava a soltar gemidos ansiosos e urrados diante dos ataques furiosos da amante. As duas fêmeas ficaram assim por vários minutos, enquanto eu recarregava meu coelhinho, desejando loucamente ver aquela trepada estranha. Num dado momento, foi a Anita quem intensificou os movimentos rápidos, grudando de repente no púbis masculinizado da minha tia, e daí deduzi que ela ia explodir num orgasmo delirante. E foi exatamente isso, porque de repente ela começou a gritar e soluçar pedindo mais pau pra outra, que sabia satisfazer a parceira de brincadeira se mexendo cada vez mais rápido. A gozada apareceu na Anita, se manifestando numa série de empurrões da bunda dela pra que o pau de látex afundasse mais fundo na fenda, enquanto Ela soltava os típicos gemidos de mulher empalada, no meio de espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até que se deitou na cama, fazendo o falo de borracha sair irremediavelmente do seu úmido conduto frontal. O gozo apareceu em Anita se manifestando numa série de empurrões da bunda dela pra que o pau de látex afundasse mais fundo na sua fenda, enquanto soltava os típicos gemidos de mulher empalada, no meio de espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até que se deitou na cama, fazendo o falo de borracha sair irremediavelmente do seu úmido conduto frontal.
Diante de um espetáculo daqueles e tomada por uma luxúria desconhecida, não consegui evitar me jogar em cima daquela bunda marrom linda que vi tremer de alegria, enfiando minha língua pequena na sua fenda molhada para beber o elixir diáfano e quente que jorrava de dentro dela. Comecei a lamber e lamber loucamente os cantos do seu tesouro oculto e escuro enquanto o punhado de cabelo preto molhava minhas bochechas, ficando toda melada igual uma putinha quando termina de beber a porra do prato, sob o sorriso cúmplice de satisfação da minha tia. Depois de se recuperar da agonia da sua chegada, Anita sentou e disse pra minha tia:
— Rebeca... já é hora de mostrarmos pra Elsita o que a gente quer...
"Sim..." Vamos ver, linda, vem cá pra gente colocar essa coisinha na sua cintura...
Me aproximei delas mais que voluntariamente, sentindo as duas amantes me apertarem o cinto ajustando na estreiteza dos meus quadris. Pra mim foi um verdadeiro prazer sentir o toque dos dedos das duas mulheres na pele do meu corpo, o que contribuiu ainda mais pra preparar a ansiedade do meu momento de protagonista. Queria me sentir homem; queria me sentir macho; ansiava saber como é colocar uma rola dentro da buceta de uma mulher, sem ser um homem de verdade, mas sim, imitando o papel característico de uma masculinidade proibida. Então, quando fiquei pronta, me olhei com aquelas correias vestidas e o tremendo pau de borracha que se erguia duro na frente da minha região púbica, o que me provocou um gemido indescritível que não consigo expressar em palavras. Antes de começar com minhas primeiras lições, minha tia me perguntou:
—Agora me diz, minha querida... Qual dos dois você quer?
Sem hesitar nem um segundo, respondi com firmeza:
"Pra Anita..." Quero meter em Anita... e você vai me ajudar a colocar o pau dela na fenda dela...
—Tá bom, Elsie... vamos, deita na cama agora...
— Mmm... tá bom... mas tem que ser rápido..."Sim... sim..."
"—Apesar da minha idade, já não tinha dúvidas do que rolava lá dentro, porque era mais que evidente o que minha tia fazia com meu pai escondido da minha mãe. Foi por isso que, quando a conversa parou, eu coloquei um olho no buraco da fechadura, de onde dava pra ver claramente o interior do quarto. Vi meu pai e minha tia se abraçando apaixonadamente enquanto se despiam numa velocidade incrível. As roupas caíam no chão uma por cima da outra, enquanto as mãos deles se acariciavam com um desejo irreprimível que mostrava a luxúria secreta dos encontros escondidos. Logo ficou evidente a nudez dos dois e também a desesperação de deitar, ao ver meu pai carregando nos braços o corpo delicado e branco da tia Rebe, que de olhos fechados se deixou levar por ele até a própria cama. Uma vez lá, Papai abriu as pernas dela e levantou pra cima, enfiando os dois pés atrás das aberturas da cabeceira. Assim, o corpo da minha tia ficou dobrado com a bunda aberta e de frente pro corpo suado do meu pai, que já empunhava o tremendo canhão dele em pé com uma das mãos. Ele se ajeitou apressado entre as pernas abertas em tesoura e colocou a cabeça do pau vermelho na entrada da fenda majestosa que eu conhecia tão bem. O tesouro loiro e luxuoso da tia Rebe se abriu com avidez diante da penetração iminente, que veio com força no ataque da pica do pai, que se deixou cair pesado sobre ela e enterrou o bastão ereto nas profundezas molhadas da minha tia tarada. Com movimentos ardentes, os dois começaram o vai e vem clássico enquanto o pau do pai entrava e saía a toda velocidade daquela gruta rosada, que recebeu com alegria e prazer o pedaço de carne quente enterrado até o talo nela. Claro que nunca saí do buraco da fechadura, guardando aquelas cenas inesquecíveis por primeira vez na minha vida; Bom, devo dizer que, mesmo tendo brincado de várias coisas com minha tia, com minha mãe e com meu próprio pai, nunca tinha visto um homem e uma mulher transando ao vivo. Era óbvio o que as visões quentes causavam nas dobras da minha bucetinha, que, tremendo de desejo, se contraía de tesão ao sentir a baba clássica escorrendo dentro da minha fenda. Sem ter outra opção à mão, comecei a tocar a parte interna das minhas coxas, enfiando um dedo mindinho no meu canal secreto, sem parar de observar o tremendo acasalamento que os dois me ofereciam. Uns minutos depois, ouvi os gemidos ansiosos da minha tia, que não conseguiu silenciar os sentimentos com a proximidade do orgasmo e gritou como uma louca para o meu pai o que estava prestes a experimentar:
— Mais rápido... mais rápido do que eu tô indo... mais rápido... Mais Querendo agradar ela e ao mesmo tempo aumentar o delírio dos espasmos dela, meu pai intensificou as estocadas enfiando o pau inchado com mais força e velocidade no intrincado caminho aberto, até que finalmente minha tia explodiu num delicioso gemido que fez ela soltar as pernas da cabeceira e enrolá-las em volta do pescoço do papai. Ele também sentiu os efeitos do urro ao descarregar furiosamente no delicioso pãozinho da tia Rebe, que alegremente recebeu a chuva leitosa abundante apertando o bastão pra dentro com os músculos da buceta. Vi que momentos depois os dois ficaram parados, se beijando na boca com gosto, como se agradecessem um ao outro pelo tremendo momento de fogo que tinham se dado. Como sempre, foi minha tia quem, com a moderação habitual dela, disse pro papai:
— Já, Oscar... você precisa ir agora... Não quero que a gente tenha uma surpresa...
"É..." respondeu ele, tirando o pau
Percebi que era hora de me mandar pro meu quarto, então abandonei meu posto de observação e entrei no meu dormitório. Já deitado na cama, não conseguia esquecer aquelas cenas safadas dos corpos deles trepando com tanta alegria, então não tive escolha a não ser enfiar meus dedos de novo na minha buceta com a intenção de saciá-la. Acho que urinei várias vezes naquela noite e depois apaguei de exaustão.
— Ah, mamãe... então seu pai e sua tia Rebe transaram?
— Sim, bonitinho... mas só descobri naquela noite, quando sem querer os peguei...
— É... Deve ter sido muito gostoso ver tudo aquilo, né?
— Claro, Rubicita... foi mais que isso...
— Você gostou mesmo de observar tudo o que eles fizeram naquela noite, mamãe?
— Sim... Foi algo que realmente amei, pequena... você não tem ideia do gostoso que pode ser...
— Ah, mamãe... Eu adoraria ver você fazendo isso com meu pai...
— Você adoraria mesmo?
— Sim... claro que sim Então um dia vou realizar seu desejo..." mas temos que fazer de um jeito que ele não fique sabendo... assim é melhor...
- Sim... como você diz, mamãe... mas o que mais aconteceu?
— Deixa eu continuar te contando..
Sim..." "No dia seguinte já me sentia perfeitamente bem, então saí da cama e voltei à minha vida normal. Foi por isso que, quando encontrei minha tia na sala, nos abraçamos, muito felizes por nos vermos de novo. Ela me disse:
— Elsie... Precisamos conversar...
"Sim, tia — quer falar aqui?"
— Não... não... melhor você vir comigo... Vamos até a loja e te compro uns doces...
— Sim... vamos...
Saímos na rua e, enquanto caminhávamos pelo caminho, ela me perguntou:
"Me diz, minha querida... O que sua mãe disse quando eu peguei vocês naquela noite?"
"Ah, nada, tia... Ele não disse nada..."
"Sério?... Que estranho... Pensei que ele estivesse preocupado com isso..."
"Bom, no começo ele até ficou..." mas depois se recompos... Talvez ele tenha achado que você não percebeu..."
"Ah, mas é claro?... Eram só uns bons amigos quando entrei..."
"Sim..." Eu sei, tia... mas provavelmente ele não acredita..."
"Tudo bem..." Não tem problema com isso... mas me diz uma coisa, Elsie..."
"Sim, tia...
— Você gosta que sua mãe faça isso com você?— Ah, sim, tia... claro que gosto... me sinto muito bem quando ela coloca o supositório, mas me sinto mais gostosa quando ela enfia o dedo pra não sair...
— Não me minta, eu sei muito bem que ela não só enfia o dedo no seu cu, mas também enfia no seu...
— Ah, sim, claro... — ela aproveita pra colocar outro na minha frente... e me sinto uma delícia, tia...
— É, já vi... e você tem razão, gostosa... isso é muito delicioso...
— Sim, tia... adoro quando ela faz isso comigo... mas me diz, te incomoda que ela me toque?
— Não... não... como assim... ela é sua mãe e eu sou só sua tia...
— Sim, eu sei... mas quer que eu te conte uma coisa?
— Me conta...
— Eu gosto mais de fazer isso com você do que com ela...
— Ah... sério?... é verdade o que você tá dizendo, minha princesa?
— Sim, tia... não tô mentindo...
— Por que você diz isso, Elsie?
— Porque eu gosto muito mais de estar com você do que com ela... não nego que curto o que ela faz comigo... mas as brincadeirinhas que você me ensinou são mais quentes... mais gostosas... não sei como explicar...
— Não tenha pressa, minha querida... te entendo perfeitamente... e fico muito feliz de você me dizer isso...
— Que legal, tia...
— Mas então, Elsie... te chamei pra sair porque queria te contar uma coisa... tenho uma surpresinha pra você que sei que vai adorar...
— Ah... e o que é?
— É que minha amiga Anita e eu estamos preparando outra sessão pra amanhã à tarde, e queria te pedir pra me acompanhar... você quer?
— Ah, claro, tia... sim, quero... me leva...
— Vou sim... vou pedir permissão pra minha irmã.
— Tá bom... você me conta, né?
— Sim... vou te contar...
Por causa das circunstâncias, não teve problema minha mãe me dar permissão pra sair com minha tia no dia seguinte. Então pegamos um táxi e fomos pro bairro onde morava a amiga e amante da tia Rebe. Tenho a impressão de que prepararam tudo de antemão, aproveitando com certeza as longas ausências da mãe da Anita, porque quando chegamos na casa dela, ela estava sozinha. Anita nos recebeu com carinho, dando uma atenção especial pra mim, me abraçando com ternura e sorrindo sem parar, sendo nítida a alegria e o prazer que minha presença causava nela. Também percebi que tanto minha tia quanto a amiga e colega de escola dela tinham uma predileção especial pela prática da pedofilia, me usando pra satisfazer as próprias paixões. E claro, eu me deixei levar por elas, sabendo que os ensinamentos didáticos delas, além de me excitar e me causar uma alegria intensa, também me ajudaram a aprender todas aquelas coisas ocultas que se abriram caminho na minha mente infantil. Como as duas amigas usaram o fato de fazer a lição de casa como pretexto pra curtir seus jogos secretos nos quais agora me faziam participar, a verdade é que aproveitaram parte do tempo pra realizar as tarefas escolares. Foi por isso que Anita me disse:
Elsita... primeiro a gente faz a lição de casa e depois brinca um pouco. Quer sair um pouco pra não ficar entediada? "Sim..." Vou esperar no quintal", respondi sorrindo.
"Tá bem... mas não sai de casa... Ok?"
"Tá bom."
Vendo que eu estava suando, me deu um refrigerante pra me refrescar enquanto eles se enfiavam no meio de uma pilha de livros abertos. Saí pra trás e, quando vi uma cadeirinha no quintal, fui, sentei nela e comecei a observar as nuvens enquanto curtia a bebida. Naquele momento, lembrei do que tinha visto da outra vez no quintal vizinho, quando aquele cara se masturbou na minha frente, claramente querendo que eu visse. Foi por isso que não consegui evitar olhar pra lá, conferindo que não tinha ninguém. Tava vidrada no horizonte, quando de repente ouvi um tipo de assobio vindo da área da casa do lado. Olhei pra lá e vi o mesmo cara de uns vinte anos, que agora tava me sorrindo. Devolvi o sorriso, o que deve ter dado uma certa confiança nele, porque ele se aproximou e disse:
"Oi... Como cê tá, Elsita?"
"Ah... Cê sabe meu nome?" Respondi surpresa.
"Claro que sei..."
"Mas como..."
"Porque meu primo me falou..."
"E quem é seu primo?"
"Anita..."
"Bom... Não sabia disso..." Falei desconfiada.
"Viu... e também sei que cê sempre vem com sua tia Rebeca, que é colega de escola da minha prima mais nova... e ele vem fazer a lição com ela..."
"É... verdade.
— Quer que eu fique um pouco com você pra não ficar sozinho? — Se você quiser...
Enquanto eu estava sentado no chão, as ideias começaram a fluir na minha cabeça, desconfiando que talvez tudo o que eu tinha visto ele fazer da outra vez fosse parte do esquema que estavam me ensinando. Então, deixando de lado minhas preocupações, me preparei pra cooperar nesse novo episódio e descobrir o que o cara estava tramando fazer comigo. Não precisei esperar muito pra descobrir, porque percebi que ele olhava insistentemente pras minhas pernas, que da perspectiva dele dava pra ver perfeitamente minhas coxas. Sentindo o olhar ardente dele querendo penetrar com fogo no escuro caminho entre minhas pernas, pensei que seria algo novo participar de alguma forma, então, distraidamente, comecei a abri-las aos poucos pra ele se contentar com a contemplação tão desejada. Num certo momento, me curvei pra pegar a garrafa de refrigerante do chão e oferecer uma bebida a ele, aproveitando pra ficar com minhas pernas totalmente à disposição dele, onde com certeza agora ele podia ver claramente minha calcinha. Atenta às reações dele, notei que suas bochechas ficaram avermelhadas, o que mostrava que minha estratégia tinha funcionado. Ele se deliciava com a observação sem piscar um segundo, sem querer perder por nada nesse mundo o espetáculo que meus cantinhos escondidos ofereciam. Depois de um tempo nos divertindo desse jeito, pude ver que o volume crescia debaixo da calça dele, e ele tocava ali uma e outra vez com uma das mãos. Uma manobra tão óbvia só serviu pra me excitar mais, até que finalmente vi o jovem abrir a calça e puxar pra fora o cacete dele, mostrando sem vergonha nenhuma e sem qualquer cerimônia diante dos meus olhos ardentes.
Fiquei de olho naquele pau preto que se destacava, bloqueando entre as pernas dele, enquanto ele começava a esfregar devagar, puxando a pele pra cima e pra baixo. A visão toda, no conjunto... Só serviu pra preparar o terreno, porque sabendo que eu já tava com muito calor, de repente ela me disse:
— Você gosta?... Quer tocar?
Sim... ssim..." Respondi com voz trêmula.O jovem se levantou e aproximou o pau inchado do meu corpo, me ordenando na hora:
— Vai, toca ele... pega com suas mãozinhas e esfrega devagar...
"Mas—"
"O que foi?"
"É que... tô com medo de alguém aparecer e ver a gente..." Falei com receio.
"Não vão, pode confiar..."
"E como você sabe?"
"Porque eu sei", respondeu com firmeza.
Quando ouvi o que ele disse, percebi que isso era mesmo parte do plano da Anita e que, se fosse, ninguém viria nos atrapalhar. Encorajada pelas minhas próprias conclusões, estendi a mão e peguei no pinto vermelho dele, meio curvado pra cima de tão duro, olhando pro buraquinho no meio da cabeça vermelha.
— Vai, acaricia ele com a mão... Passa devagar, gostosa...
Comecei a esfregar aquele canhão de carne quente pra frente e pra trás, movendo a pele devagar enquanto via, admirada, aquela porra pulsando, com umas gotinhas de leite branco começando a sair. Continuei mexendo naquele apito vertical delicioso até que ele teve que parar meus movimentos:
"Espera, Elsita... espera... Tira a mão por um instante..."
— Ah, por quê? Perguntei, estranhando.
"Porque sim... espera só um pouquinho... Te falo quando puder brincar de novo..."
Vi que o jovem fechou os olhos, jogando o corpo pra trás enquanto o pau dele flutuava no ar, durasso. Quando vi umas gotas mais grossas na ponta do meu pinto, percebi que ele quase tinha gozado, que era por isso que tinha pedido pra parar. Apesar da espera curta, eu tava morrendo de tesão, porque, olha, já tinha segurado o pau do meu pai quando jogávamos basquete, mas nunca tinha feito isso com alguém de fora da família. No fundo, queria que ele me mandasse chupar, porque ver aquelas gotinhas brancas de porra saindo do buraquinho na cabeça dele me dava uma vontade indescritível. só conseguia me acalmar daquele jeito. O cara deixou passar uns minutos e, como se tivesse adivinhado meus pensamentos, falou:
— Quer experimentar?
— Sim — respondi com a cara cheia de tesão.
- Beleza, vamos... abre a boca...Não só obedeci ao pedido dele, como me aproximei o máximo possível da cabeça colorida onde aquele sêmen semitransparente brilhava, que agora via balançar uma e outra vez como se fosse a boca de um peixe que acabou de ser tirado da água e tenta em vão respirar para sobreviver. Quando ele me viu de boca bem aberta, empurrou o pau entre meus lábios trêmulos, que receberam com doçura aquele doce de prazer que pela primeira vez entrava na minha cavidade bucal. Queria aproveitar para me deliciar por completo com o sabor agridoce daquele chupador endurecido, que de repente começou a entrar e sair da minha boca uma e outra vez enquanto eu provava com gosto os elixires esbranquiçados que emanavam do interior dele. Nem preciso dizer que essa nova experiência me levou ao paraíso do prazer, tá claro por que as mulheres têm uma preferência especial pelas artes de mamar. Também percebi que, embora o sabor do pau de um homem fosse muito parecido com o dos sucos vaginais da minha tia, era bem diferente do sabor do sêmen masculino em comparação com o fluxo feminino. E isso devia ser porque a porra de um homem é completamente diferente dos fluidos produzidos pelo orgasmo de uma mulher. Mas logo meus pensamentos foram interrompidos pelo feroz jorro de rios de porra que começaram a brotar com força do interior do chupador daquele homem, inundando minha garganta complacente como uma tempestade repentina, que não conseguia conter o fluxo branco e grosso daquele turbilhão de esperma quente, me vendo obrigada a me separar abruptamente daquela barricada de delírio. Que, como se fosse uma mola que se solta de repente, vibrou violentamente no espaço na frente do meu rosto, se movendo para todos os lados. Enquanto engolia com deleite os rios abundantes de seiva vital, observei grande parte do jorro agressivo cair no chão, regando o piso com aquele material leitoso e fértil. Percebendo que minha garganta tinha Liberado do elixir espesso depois de engolir toda a porra, o jovem enfiou o pau de novo na minha boca com a firme intenção de que eu terminasse de beber os últimos jatos que ainda escorriam sem parar. Ardendo de calor e perdido num mar de desejos indescritíveis, chupei aquele pau duro de onde saía o líquido quente e oleoso com menos força que antes, até que finalmente o fluxo parou. Percebendo que não tinha mais licor dentro, o homem tirou ele de entre meus lábios e, tirando a camisa, começou a limpar o apito enlameado, e depois fez o mesmo com meu rosto e minha boca, que sem dúvida mostravam os restos da batalha de boquete que tivemos.
— Ah, mamita... isso quer dizer que a prima da Anita concordou com ela? — Sim, Cielo Riveros... aí descobri que tudo que eu suspeitava era verdade...
— Mmm... fazia parte do joguinho, né?
— Exatamente...
— Ah, mamãe... Imagino o quanto você curtiu quando chupou ele... porque quando meu pai colocou ele na minha boca naquela noite e eu chupei, também gostei pra caralho...
— Você gostou mesmo, Linda?
— Sim, mamãe... e eu também sabia qual era o gosto da porra dele... Lembra que naquela hora você chegou e nos pegou?
— Sim, Rubicita... Lembro muito bem...
— Ah, mamãe... Quero chupar a coisinha do papai de novo...
— Eu sei, pequena... Eu sei... mas vai ter tempo pra isso...
— Sim... mas você promete que vou chupar o leite do papai de novo?
— Eu prometo... mas agora deixa eu continuar falando com você porque ainda não terminei essa parte...
— Sim... sim... continua...
Nessa altura eu já tinha perdido a conta de quantas vezes tinha gozado; mas mesmo assim meu pau continuava pedindo mais e mais, então fiz um sinal pra Mirian Caballero continuar com a história dela.“Quando terminamos de limpar, o jovem me disse que eu tinha que ir embora porque minha tia e a prima dela logo sairiam pra falar comigo. E foi exatamente isso que aconteceu, porque não tinha passado nem cinco minutos desde que entrei na casa dele, quando a Anita apareceu no quintal me chamando:
‘Pode entrar agora, Elsita... já terminamos nossa tarefa...’
— E agora a gente vai brincar?
— Sim, linda... vem, anda comigo...
Nós duas entramos na casa e a Anita fechou a porta por dentro. Eu percebi que ela tava tentando garantir nossa privacidade pra evitar surpresas. Tava claro que ela tava mais do que disposta por causa do tesão intenso que o ato de mamar naquele homem tinha despertado em mim, e eu só queria que começassem logo a brincadeirinha delas, que eu ia curtir com muito mais paixão do que nunca. Quando entramos no quarto, minha tia Rebe já tava nos esperando e disse pra amiga dela:
‘Annie... Acho que já tava na hora...’
— Sim, Rebeca. — respondeu a outra.
— E dessa vez o que a gente vai brincar?
‘Ah, querida, vai ser uma brincadeira nova que eu sei que você vai adorar’, disse minha tia.
‘É isso aí, Elsita... chama “O apalpamento” e eu sei que você vai curtir tanto quanto a gente’, disse a Anita.
— E como é que funciona? — perguntei cheia de empolgação e calor.
— É o seguinte: a gente vai usar um brinquedo muito especial que a Anita guardou. É uma coisinha que parece muito com o pau de um homem... um de nós primeiro vai fazer de homem e colocar no outro... e depois a gente troca os papéis... Entendeu? — disse a amiga da minha tia."Sim..." Mas e eu?
"Ah, gostosa... você só vai ajudar quem estiver fazendo de homem..."
— Ah, não... e por quê? — falei meio decepcionado.
"Porque é perigoso... você ainda é muito novinha e essa coisa pode te machucar..." — comentou minha tia num tom carinhoso, tentando me convencer.
— É muito grande? — perguntei, interessado.
"Sim, gostosa... e você vai ver agora mesmo" — disse minha tia, fazendo sinal pra amiga pegar.
A Anita foi até um armário velho de madeira com uma chave na mão e, enfiando na fechadura, abriu uma gaveta de onde tirou um negócio que tinha uma buceta de tamanho enorme. Fiquei surpreso de ver como era grande, porque quando comparei mentalmente com o pau do menino que eu tinha chupado no jardim, e com o pau do meu pai quando ele comeu a tia Rebbe na noite anterior, de jeito nenhum competiam com aquele pedaço de borracha rosa preso a umas tiras de couro. Perguntei na hora:
"E então, o que eu vou fazer?"
"Ah, gostosa... não se preocupa... você também pode brincar de homem... mas não de mulher... o que acha?"
"Sim... se eu quiser..." — respondi com tesão, sabendo que também ia meter junto com elas nessa nova brincadeira.
Com movimentos rápidos, os dois amigos começaram a me despir enquanto faziam o mesmo um com o outro. Eu podia ouvir a respiração ofegante das duas jovens que, de repente, tinham se tornado minhas adoráveis mestras do sexo proibido. Quando os três ficamos como Adão e Eva no paraíso, a gostosa Anita começou a colocar as tiras em volta da cintura fina, enquanto minha tia grávida ajudava bastante. Durante o breve intervalo, pude admirar os corpos vigorosos das duas mulheres, que exibiam descaradamente sua beleza requintada e contrastante, pois, como eu disse, o da minha tia era de uma brancura de alabastro, enquanto o da amiga mostrava sua pele morena exuberante, que, longe de diminuí-la diante da outra, a fazia parecer tão linda quanto era. Quando terminaram de prender o arnês ao redor do quadril de Anita, minha tia me pegou pela mão e me levou para a cama, onde se colocou de quatro, entendendo que essa era sem dúvida a posição mais adequada para receber o intruso de látex que vi balançando como uma mola na frente da buceta peluda de Anita. Ela também tomou posição no colchão, parada bem atrás da bunda da minha tia, e me chamando com a mão disse:- Vamos, Elsita... coloca a ponta na entrada da bucetinha...
Obedeciendo o pedido rapidamente, peguei o bastão de borracha nas mãos, aproveitando para apertá-lo um pouco e conferindo ao mesmo tempo a maciez e textura do material que era feito. Apontei minha cabeça grossa para a entrada da gruta dourada da tia Rebe, que naquele momento notei que estava completamente molhada por fluidos vaginais, enquanto a outra caía gradualmente sobre a bunda dela. Com uma maestria que nunca vou esquecer, Anita colocou o pau ereto dentro do labirinto secreto de cabelo loiro da minha tia, perdendo gradualmente a visão de si mesma e agora se dedicando a examinar as dobras internas da buceta aberta e ansiosa dela. Logo os movimentos se intensificaram, provocando na outra um tesão incomparável, pois ela começou a gemer cada vez mais alto, e a amiga teve que mandar ela não gritar tão forte, correndo o risco de ser ouvida pelos vizinhos. Tive que continuar sendo observadora, mas não estava menos excitada por isso, já que não conseguia escapar dos efeitos lascivos que a visão me causava, então enfiei um dos meus dedos na minha fenda, me masturbando na frente dos dois amantes, que já ofegavam numa fúria irreprimível, enquanto continuavam se movendo um sobre o outro. Por muito tempo Anita cavalgou a bunda da minha tia, metendo e tirando aquele pedaço de pau de borracha que de repente aparecia diante dos meus olhos para desaparecer imediatamente de vista, afundando até as profundezas das entranhas ardentes dela. Não sei como a tia Rebe conseguiu meter um falo tão tremendo e grosso dentro da buceta delicada dela, o que me permitiu ver que as dobras vulvares de uma mulher se dilatam ao máximo quando são penetradas por um pau desse tamanho. Também descobri que, por causa da textura incrível, o cano de látex irregular se encaixava perfeitamente na gruta apertada da tia Rebe. Mas o que mais me surpreendeu foi ver que uma mulher pode muito bem interpretar o papel de um homem sem precisar da presença de homens nenhum. podendo curtir os dois num papel duplo onde ambos se divertem pra caralho protagonizando as duas naturezas sexuais ao mesmo tempo. «podendo curtir os dois num papel duplo onde ambos se divertem pra caralho protagonizando as duas naturezas sexuais ao mesmo tempo. «podendo curtir os dois num papel duplo onde ambos se divertem pra caralho protagonizando as duas naturezas sexuais ao mesmo tempo. «
Entre gemidos agudos e urros, vi que a tia Rebeca começou a se agarrar com muito mais força nas coxas da amiga, que, ao perceber que o clímax estava chegando, atacou com mais fúria e violência aquela bunda branca do delírio, acelerando com muito mais velocidade os ataques na boceta da outra. Os gritos de prazer que anunciavam o orgasmo não demoraram a chegar, então logo minha tia explodiu numa gozada selvagem que, como sempre, a fez soltar uma série de frases escatológicas cheias de obscenidades, aludindo ao tesão que estava sentindo. Anita, por sua vez, cumpriu ao máximo seu papel de sapatão, entrando e saindo com empurrões furiosos da fenda vibrante da minha tia, que finalmente se entregou entre gritos de alegria e uma série de palavras sujas, ofegando e soluçando com uma loucura sem precedentes. Quando os espasmos dela pararam, Anita me disse:
—Vamos, Elsita... me ajuda a tirar a pica...Ajudei com alegria naquela manobra quente de expiação, podendo sentir a abundante umidade leitosa com que ela tinha lambuzado o tremendo cadeado de borracha. Sentindo-se aliviada da pica enorme, minha tia se jogou na cama de olhos fechados, ainda abalada pelos momentos delirantes de prazer que acabara de curtir. Depois de uns dois minutos, foi a Anita quem a incentivou a levantar da cama para apertar o cinto do desejo. Nós dois colocamos o arnês em volta das lindas cadeiras da tia Rebe, que depois de ter virado mulher, de repente e como num passe de mágica, virou homem, pronta pra exercer seu papel invejável com o tesão que a marcava. A amiga já estava na mesma posição de 18 pernas, com a cabeça enfiada entre os travesseiros, enquanto a tia Rebe a mantinha por cima, explorando com sua visão quente os segredos intrincados daquele cuzinho escuro. Ela me fez um sinal pra subir na cama com ela e ordenou:
— Vamos, gostosa... agora coloca a ponta na entrada dela...
Mais uma vez, assumi a deliciosa tarefa de colocar a ponta grossa do pau de borracha na fenda da buceta da Anita, de onde escorriam rios de fluidos que, sem dúvida, ajudariam na tão desejada penetração. A tia Rebe investiu contra o peito aberto da amiga, empurrando o falo de látex endurecido para dentro daquela caverna escura cheia de pelos tão pretos quanto a noite. Logo percebi que o enorme bastião tinha se perdido nas profundezas imensas da outra, enquanto minha tia iniciava o ritual dançante e rítmico que deixava a penetração mais gostosa, entrando e saindo da casa da amiga com um prazer sem igual. Quando olhei pro rosto da minha tia, vi como ela mandava bem no papel e o quanto adorava ser a caçadora de macho, porque um sorriso de safadeza tomou conta da cara dela, confirmando que ela curtiu ainda mais esse último ato do que o primeiro. Essa última pergunta me animou ainda mais a ser eu quem colocasse as cintas pra sentir pela primeira vez na vida aquela lascívia ardente que brilhava nos olhos quentes da tia Rebe, que continuava se movendo violentamente montada no rabo escuro da Anita, que já começava a soltar gemidos ansiosos e urrados diante dos ataques furiosos da amante. As duas fêmeas ficaram assim por vários minutos, enquanto eu recarregava meu coelhinho, desejando loucamente ver aquela trepada estranha. Num dado momento, foi a Anita quem intensificou os movimentos rápidos, grudando de repente no púbis masculinizado da minha tia, e daí deduzi que ela ia explodir num orgasmo delirante. E foi exatamente isso, porque de repente ela começou a gritar e soluçar pedindo mais pau pra outra, que sabia satisfazer a parceira de brincadeira se mexendo cada vez mais rápido. A gozada apareceu na Anita, se manifestando numa série de empurrões da bunda dela pra que o pau de látex afundasse mais fundo na fenda, enquanto Ela soltava os típicos gemidos de mulher empalada, no meio de espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até que se deitou na cama, fazendo o falo de borracha sair irremediavelmente do seu úmido conduto frontal. O gozo apareceu em Anita se manifestando numa série de empurrões da bunda dela pra que o pau de látex afundasse mais fundo na sua fenda, enquanto soltava os típicos gemidos de mulher empalada, no meio de espasmos extremos de prazer que logo a transformaram numa fera. A tia Rebe aumentou com violência extraordinária suas estocadas na bunda da amiga, até que se deitou na cama, fazendo o falo de borracha sair irremediavelmente do seu úmido conduto frontal.
Diante de um espetáculo daqueles e tomada por uma luxúria desconhecida, não consegui evitar me jogar em cima daquela bunda marrom linda que vi tremer de alegria, enfiando minha língua pequena na sua fenda molhada para beber o elixir diáfano e quente que jorrava de dentro dela. Comecei a lamber e lamber loucamente os cantos do seu tesouro oculto e escuro enquanto o punhado de cabelo preto molhava minhas bochechas, ficando toda melada igual uma putinha quando termina de beber a porra do prato, sob o sorriso cúmplice de satisfação da minha tia. Depois de se recuperar da agonia da sua chegada, Anita sentou e disse pra minha tia:— Rebeca... já é hora de mostrarmos pra Elsita o que a gente quer...
"Sim..." Vamos ver, linda, vem cá pra gente colocar essa coisinha na sua cintura...
Me aproximei delas mais que voluntariamente, sentindo as duas amantes me apertarem o cinto ajustando na estreiteza dos meus quadris. Pra mim foi um verdadeiro prazer sentir o toque dos dedos das duas mulheres na pele do meu corpo, o que contribuiu ainda mais pra preparar a ansiedade do meu momento de protagonista. Queria me sentir homem; queria me sentir macho; ansiava saber como é colocar uma rola dentro da buceta de uma mulher, sem ser um homem de verdade, mas sim, imitando o papel característico de uma masculinidade proibida. Então, quando fiquei pronta, me olhei com aquelas correias vestidas e o tremendo pau de borracha que se erguia duro na frente da minha região púbica, o que me provocou um gemido indescritível que não consigo expressar em palavras. Antes de começar com minhas primeiras lições, minha tia me perguntou:
—Agora me diz, minha querida... Qual dos dois você quer?Sem hesitar nem um segundo, respondi com firmeza:
"Pra Anita..." Quero meter em Anita... e você vai me ajudar a colocar o pau dela na fenda dela...
—Tá bom, Elsie... vamos, deita na cama agora...
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