Gostosa... Preciso que você chupe minha coisinha primeiro... mas quando eu mandar, você separa e coloca devagar essa coisinha dentro da minha fenda... Quer?
"Sim, claro, tia..." fale o que falar...
- Bom, vamos... já vai começar, tô com muito calor...
Ela se jogou na cama com as pernas bem abertas, deixando à mostra seu pubis luxuoso de um preto requintado por causa da penugem macia que exibia. Me joguei sobre ela, imitando comigo suas próprias ações, e comecei a chupar com a boca sua fenda avermelhada, que agora estava completamente inundada de fluidos transparentes. Logo minha língua virou uma espécie de cobra ondulante, tentando entrar e até se perder no corredor oculto e encharcado das intimidades da minha tia. Fiquei com a cabeça enfiada entre as pernas dela, bebendo os sucos vaginais que saíam da sua boceta ardente, até que ela disse:
— Agora, gostosa, agora coloca essa coisinha dentro da minha fenda... vai, enfia...
Pronto pra brincar nesse jogo novo e desconhecido, peguei o tubo de desodorante e apontei pra entrada da sua vulva aberta. Coloquei a ponta arredondada do objeto comprido na porta aberta e comecei a empurrar devagar pra dentro. Mais rápido do que eu imaginava, o tubo entrou no lindo túnel da minha tia até só sobrar um pedacinho. Quando a tia Rebe se sentiu cheia, perguntou ansiosa:
"Assim, gostosa... assim... Agora, mexe pros lados devagar... Já tô quase gozando... Mexe com suas mãozinhas."
Segurei a ponta do desodorante de plástico com os dedos e comecei a mexer e revirar como ela tinha mandado, enquanto meus olhos observavam atentamente o jeito que a vulva dela se abria sob a pressão do tubo. Olhei com atenção e prazer o interior da caverna dela, que agora parecia meio avermelhada por causa do efeito do objeto estranho escondido no fundo da sua fenda deliciosa. Por vários minutos mantive o brinquedo roliço em movimento até que ela começou a gritar alto:
— ah... Elsi... Tô gozando... Tô gozando... mexe mais rápido... mexe mais rápido...
Atendi os pedidos urgentes dela e comecei a mover o grosso tubo de um lado pro outro enquanto ela gozava com uma intensidade nunca antes vista. Percebi que o pequeno aparelho dava muito prazer pra minha tia, o que me fez pensar que não era a primeira vez que ela usava aquilo pra se satisfazer. Também descobri que ela curtia muito mais com aquela coisa dentro do que quando eu tocava ou chupava a bucetinha dela. Não tinha dúvida de que eu tava aprendendo um monte de coisas novas com os ensinamentos da minha tia.
— Quando terminei de aproveitar a gozada fenomenal, minha tia voltou a si e me mandou tirar o tubo de plástico devagarzinho. Puxei o objeto suavemente até sair. Assim que tirei, não resisti e levei ele até o nariz pra sentir o cheiro delicioso do mel que minha tia tinha derramado, enquanto ela me observava atenta e um sorriso safado aparecia na boca dela. Ela disse:
— Cê gosta do cheiro, gostoso?
— Ah, sim, tia... cheira bem... cheira igual a você... igual à sua coisinha...
— Mmmm... é uma delícia, né?
— Sim... é muito gostoso... posso chupar, tia?
— Ah, claro, menina... vai lá, chupa ele, quero ver você...
Enfiei o tubo na boca e comecei a passar a língua em volta dele. Na real, o bagulho tinha um cheiro e um gosto de bucetinha; um sabor gostoso da coisinha da minha tia. Lambi e lambi o treco de plástico por todos os lados até ele ficar todo salgado. Foi aí que ela falou:
— Elsi... Acho que é hora de a gente se vestir e descer as escadas.
"Ah, tia... Por quê?...
"Porque sim, gostosa..." Não quero me assustar assim.
— Ah, não....
"Além disso, gostosa..." Ainda não devolvi o filme...
— Vai devolver agora?... Não vamos terminar de ver?
— Não... por enquanto não... vai ser outra hora.... se a gente deixar aqui, seus pais podem descobrir.... e não quero isso...
"Tá bom... de jeito nenhum..."
A gente se vestiu, arrumou a cama e depois desceu pra sala. Lá, ela tirou o filme do vídeo e colocou na capa de papelão. Então me disse:
"Vem... vem comigo, Elsi.... Vou te deixar na sorveteria enquanto vou entregar essa parada.
"Ah, tia... Você me compraria um sorvete?
"Claro, gostosa... você vai me esperar lá até eu voltar... Quer?
— Sim.....
— Ah, mamãe... que coisas tão gostosas você fez com sua tia... Até queria fazer também...
— Sim, meu amor... tudo foi uma delícia com ela...
— "Sim..." Queria ter conhecido ela, mamãe...
— Mmmm... bom, ela já é casada e tem filhos... já é uma pessoa bem velha, Céu Riveros.
— "Sim..." Entendo... E você continuou brincando com as outras coisas dela, mamãe?
— Claro, gostosa... A gente brincava de um monte de coisas sempre que dava.
— Ah, mamãe... Quero que você me mostre tudo...
— Sim, Rubicita... Já te falei que vou mostrar... mas vai ser quando eu terminar de contar a história... Quer que seja assim?
— Sim, mamãe... do jeito que você quiser.
A pica quase saltou do meu corpo de tanto manejar. Não tinha dúvida de que as confissões que minha esposa fez pra Cielo Riveros me levaram pra beira do túmulo. Mas naquela hora não tinha nem uma gota de porra pra derramar. Então, fazendo o sinal combinado pra Mirian Caballero, mandei ela encerrar a sessão daquela noite. Ela, entendendo perfeitamente meus desejos, disse pro pequeno Cielo Riveros:
"Bom, gostosa... Tá na hora de ir dormir... Seu pai não deve demorar pra chegar."
"Ah, mamãe... Queria que você continuasse me contando..."
"Sim, love, mas vai ser amanhã..." por enquanto já deu.
— Tá bem, mamãe... Você vai me levar pra cama?
"Sim, gostosa..." Vamos, vamos.
Sai dali na hora e desci as escadas. Minutos depois, Mirian Caballero chegou e me abraçou com tudo, dizendo:
"Ah, Aldo, tô tão tesuda..."
— Mmmm... é, deve ser, love... mas não tenho mais porra pra te dar... vai ter que ser outro dia.
"Eu sei..." Não se preocupa... Sei que tudo faz parte do nosso acordo... mas amanhã, enquanto você tiver no escritório, vou me aliviar com o bebê... Não tenho escolha..."
"Sim, gostosa..." faz isso... Sem problema... e aí você vai ter que manejar por vários dias porque quero que você continue contando sua história... uffff, love... você não faz ideia como me excita ouvir tudo o que você conta pra Cielo Riveros.
Consigo imaginar... e, pra ser sincero, te invejo tanto que já quero que chegue minha vez... Mas vou te avisar, querido, porque quero que você faça o mesmo depois também... Beleza?
—Sim, minha vida concorda com isso, né?
—Sim, nisso a gente concorda, e agora vamos pra cama, senão vocês não vão querer levantar amanhã.
—Sim, vamos dormir, *love*.
Cheguei no escritório mais tarde que o normal. Porra, filho da puta! Que calor do caralho ontem à noite. Fomos pra cama só de madrugada. Sem condições. Tô me sentindo completamente sugado, e não é à toa. As gozadas foram sensacionais. Me masturbei como nunca antes. Nem quando era adolescente lembro de ter batido uma tão intensa. Caralho! Tudo isso é inacreditável. Nunca pensei que a história da infância da minha própria esposa fosse me excitar desse jeito. Quanto leite eu derramei ouvindo tudo aquilo! Com que prazer escuto o que ela conta pra Cielo Riveros! O mesmo da Mirian Caballero é foda. E nunca imaginei que ela escondia segredos tão indescritíveis.
São tão quentes e me excitam pra caralho. Não sei como não perguntei antes. Mas adoro saber tudo mais enquanto ela conta pra Cielo Riveros em detalhes. Vou pedir pra ela continuar revelando tudo pra garota até terminar de tirar as coisas mais ocultas dela. Preciso saber tudo que tem naquela mente quente. Tudo isso tá bem legal. A única coisa que não tá legal é o clima. Um calor infernal. Mas é verão. O dia passa como sempre. Papéis e mais papéis. Que merda! Sem condições. E o calor que não para. As chuvas tão demorando demais. O calor é insuportável. É verão. Um verão quente pra caralho.
Quando o dia acaba, saio do escritório e vou pra casa. Como tem acontecido nos últimos dias, fico pensando na Cielo Riveros. A figura infantil dela me emociona. Lembro do rostinho liso dela, quando era criança. Que linda que é minha menininha. E tá um calorão. Minha esposa cuidou de despertar nela aqueles desejos que toda menina guarda na mente como se estivessem adormecidos, como duendes agachados. E eles tão sempre esperando alguém acender o pavio pra transbordar e explodir que nem pólvora. Tudo isso que tô vivendo é tão lindo e tão diferente. Aproveito como nada mais. Vejo o apartamento lá longe. Chego no estacionamento e estaciono o carro. Entro em casa. Tá tudo errado, como nos últimos dias. Mmmm. Com certeza a Mirian Caballero me preparou outra surpresa. Mas não quero mais surpresas. O que quero é continuar ouvindo a história da minha esposa enquanto ela conta pra menina. E, principalmente, ver as reações da Cielo Riveros. Subo as escadas com cuidado. A porta, como sempre, tá entreaberta. Só o suficiente. Olho em silêncio. Olho pra Mirian Caballero e pra Cielo Riveros. Minha esposa já tá tocando a menina. Que gostosa que é a Mirian Caballero! Sem dúvida nenhuma. Vejo ela colocar um dedo na fenda dela e a Cielo Riveros geme. Minha esposa tá tão focada no que faz que parece perdida no contato íntimo. Ela nem me vê. E o que quero é continuar ouvindo a história dela. Mas tenho que esperar ela perceber que tô aqui. Não quero que a Cielo Riveros saiba que escuto tudo que a Mirian Caballero fala pra ela. Se souber, não vai ser a mesma coisa. Ela tem que acreditar que tão sozinhas. Observo a carinha da menina, que parece contraída por causa da mandíbula apertada. Parece que vai mijar logo. Ela joga a cabecinha pra trás. Sim, sem dúvida. O momento supremo ainda tá por vir. Percebo que a Mirian Caballero mantém a boca completamente colada nela. De repente, do centro da bucetinha da minha filha, começam a jorrar jatos de chuva dourada. Mirian Caballero bebe os líquidos amarelados, quase diáfanos. Quando termina, minha esposa olha para a porta e finalmente me vê. Imediatamente muda de tática e diz pra menina:
— Ah, lindo... que urina deliciosa... Bebi tudo... Cê acha?...
— Sim, mamãe... Eu sei... e não sobrou nada dentro de mim...
— Muito bem... Muito bem, gostosa... e agora, o que mais você gostaria de fazer, Ruivinha?
— Não sei, mamãe... o que você quiser me ensinar...
— Perfeito... me diz uma coisa... Você quer que eu continue contando minhas coisinhas?
— Sim... sim... Eu gosto muito disso, mamãe...
— Você curte mesmo, pequeno?
— Sim, mamãe... E quer saber?... Acho que gosto mais de ouvir tudo que você me conta sobre quando era criança como eu, do que fazer qualquer outra coisa...
— Tanto assim, pequeno?...
— Sim... Por isso queria te dizer: quando a gente estiver sozinha, primeiro me conta, e depois chupa minha coisinha pra mijar na sua boca...
— Ah, lindo... Eu também gostaria... mas você precisa saber que vai ser um pouco difícil...
— Difícil?... Por quê, mamãe?
— Porque seu pai pode aparecer... e eu só quero te contar essas coisinhas... só pra você...
— E ele não pode saber, né?
— Não, e nunca conte pra ele, tá?
— Sim, mamãe... Não vou contar... Ei, mamãe, e quando a gente vai ver um filme igual ao que você viu com sua tia Rebe?
— Um igual ao da Branca de Neve?...
— Sim... assim... Quero ver isso...
"Sim, love..." Eu sei... mas vamos ter que resolver isso direitinho pra que um dia, quando seu pai não estiver em casa, a gente possa ver juntos... tá bom?
— Sim... que bom... Tomara que seja logo...
"Sim, gostosa..." vai ser logo... Eu prometo...
— Mas mamãe... Por que você não continua me contando?.. Não vejo a hora de te ouvir...
"Sim, gostosa..." me escuta com atenção...
"Tanto a tia Rebe quanto eu nos tornamos voluntariamente cúmplices dos nossos segredos escondidos, que guardávamos em comum acordo só pra nós duas. Às vezes minha mãe me perguntava coisas sobre ela, como se quisesse saber de algo. Não sei se ela desconfiava do que a gente fazia em segredo ou se só queria ter certeza, mas a verdade é que, mais vezes do que o normal, ela me perguntava:
'Elsita... e como você se dá com sua tia Rebe?'
— Bem, mamãe... ela é muito gentil comigo... por isso a amo tanto.
'Você ama muito ela, não é, gostosa?'
— Sim, mamãe... muito.
— Mas me diga, Elsita... Além de te levar ao cinema, sair com você e comprar doces e essas coisas... Ele faz mais alguma coisa com você?
— Não entendi, mamãe...
— "Sim, gostosa..." O que quero dizer é se ele não brinca com você igual você e eu... ou de outro jeito... Entendeu?...
— Ah, sim, mamãe... Entendi... mas ela não... ele nunca fez nada disso comigo...
— Mmmm... Tá me falando a verdade, Elsi?
— Claro, mamãe... senão eu contaria...
— Bom, tudo bem... mas lembre de duas coisas... nunca conte nada do que você e eu fazemos quando tomamos banho... e se ela fizer alguma coisa com você, me conta... Tá bem?
— Sim, mamãe...
A partir desse tipo de pergunta, percebi claramente que minha mãe podia estar desconfiando de algo e, se não, queria me fazer falar com suas perguntas curiosas. Mas não queria revelar nada sobre nós por motivo nenhum, porque lembrava muito bem do que minha tia tinha dito que aconteceria se meus pais descobrissem. Por outro lado, o forte vínculo de cumplicidade que me unia à tia Rebeca era muito mais forte do que a relação íntima que eu tinha com minha mãe e meu pai, porque no fundo percebi que gostava mais de fazer isso com a irmã mais nova da mamãe do que com meus próprios pais, embora, pra ser sincera, sempre tenha aproveitado tudo.
Por isso eu queria ficar a sós com minha tia todo dia, porque sabia que cada vez que a gente tinha essa oportunidade, ela me ensinava um jogo novo que me fazia tremer de tesão. E naquela idade, sendo uma menina tão curiosa, qualquer novidade que me apresentassem era fonte de pura alegria pra mim, tanto que quando passavam vários dias sem poder ficar sozinha com ela, eu me sentia triste e desanimada. Mas a tia Rebe era uma jovem muito esperta, e quando viu que as coisas não estavam dando pra me ensinar seus joguinhos, ela tratou de criar a ocasião certa pra manter meu estado de excitação no nível que queria e, de quebra, aumentar o estoque do nosso prazer mútuo. Uma tarde, quando meus pais entraram no quarto deles pra tirar um cochilo, minha tia me disse:
— Elsie... Tenho uma surpresinha pra você...
"Ah, tia... Então me conta logo o que é..." respondi desesperada, sentindo que ela estava tramando algo bom.
— Não... Não posso te contar aqui... pode ser perigoso...
"E então?..."
— Vem... Vamos até a loja onde vou te comprar uns doces... Te conto no caminho...
— Tá bom, vamos...
Saímos pra rua e enquanto caminhávamos, ela me disse:
— Olha, Elsi... Quero que você me acompanhe amanhã até a casa de um colega de classe... Você topa ir?
"Ah, sim, claro..." mas tia... a gente não vai poder...
— Sabia que você ia pensar isso, sua linda... mas não é assim... vai ser uma surpresa... Quero que seja uma surpresa pra você... Você gostaria?
"Sim... sim, tia Rebe... Se é uma surpresinha, me leva com você..."
— Tá certo... Amanhã à tarde vou pedir licença pra sua mãe pra você me acompanhar.
A tia Rebe não teve dificuldade nenhuma pra conseguir permissão dos meus pais, então na tarde do dia seguinte pegamos um táxi e fomos pra um bairro que parecia meio morto. Chegamos numa casinha pequena, onde já nos esperava a amiga e colega de escola da minha tia. Era uma menina mais ou menos da mesma idade que ela, de pele escura, mas bem gostosa, embora não tão gostosa quanto minha tia bonita. Mas, se for pra ser sincera, o que mais se destacava no corpo dela era a bunda bonita que aparecia por baixo da saia curta. Percebi que nem minha tia conseguia competir com ela nisso.
Parece que não tinha ninguém em casa, e eu tava quase certa de que tudo tinha sido muito bem planejado entre as duas. Então, entramos logo num quartinho pequeno onde só tinha uma cama de solteiro com lençóis de pano comum e uma mesinha de madeira onde a amiga colocava a roupa. Minha tia me apresentou, e a menina passou a mão na minha cabeça como quem cumprimenta, enquanto dizia:
"Oi... você deve ser a Elsita... e é muito bonitinha... Como cê tá, pequena?"
"Tô bem..."
"Que bom... Espero que você se divirta aqui..."
As duas sentaram na cama, e a tia Rebe falou que primeiro iam fazer a tarefa delas e depois a gente ia brincar junto um pouco. Aí, piscando o olho pra mim, ela disse:
— Se quiser, Elsie, vai brincar um pouco pra não ficar entediada, que eu te chamo quando a gente terminar a tarefa...
— Tá, tia... Vou dar uma volta por ali...
— Tá bom, linda... Mas não vai muito longe, hein?
— Sim — respondi.
Saí do quarto e comecei a fuçar a casa até que encontrei a porta dos fundos. Abri e, de repente, me vi num quintal de terra que não tinha divisória, então dava pra ver os fundos das casas vizinhas. Procurei um lugar pra sentar e comecei a olhar as árvores e o céu. O sol ainda tava brilhando e tava um pouco quente, porque era umas 6 da tarde. Distraída do jeito que eu tava, fiquei ali até que algo me... Chamou a atenção num dos pátios vizinhos. Me virei e olhei pra um cara que tava meio escondido atrás de uma árvore, mexendo as mãos. Isso não teria me chamado a atenção se eu não tivesse visto que o sujeito tava com a calça na altura dos joelhos e as mãos não paravam de se mexer.
No começo, pensei que talvez ele estivesse mijando, mas quando olhei mais de perto, percebi que na verdade ele estava com o pau na mão e se masturbando. A visão, claro, despertou meu instinto natural de curiosidade, e fiquei ali observando o que ele fazia. Mas parece que, quando ele percebeu que eu estava olhando, o homem se virou de lado, talvez pra que eu pudesse ver tudo o que ele estava fazendo do lugar onde eu estava sentado. E foi exatamente isso que aconteceu.
Vi claramente que ele estava com o pau bem duro e puxava ele com força pra cima e pra baixo, enquanto as pernas ficavam meio dobradas. Sem perder nenhum detalhe, nem tirei os olhos dele, o que pareceu agradá-lo, porque ele andou até a beirada do terreno sem soltar o pau, me dando uma visão completa e clara dos movimentos dele. Notei que o homem continuava mexendo no pau endurecido, mas sem parar de me olhar, o que claramente o excitava ainda mais.
Como não queria perder essa nova lição, continuei observando tudo o que ele fazia, até que percebi que ele fechava os olhos e começava a gemer bem devagar, enquanto jorros enormes de um líquido branco e viscoso começavam a sair do pau dele, que estava de pé, e se perdiam no chão, embora parte da mão dele ficasse toda melada. Quando terminou de gozar, ele sacudiu o pau meio mole e guardou, levantando a calça e a cueca. Depois, saiu dali e entrou na casa ao lado.
— Ah, mamãe estava mijando ou o quê?...
— Sim, Cielo Riveros... mijou... mas fez igualzinho ao seu pai na outra noite... Lembra?
— Ah, sim, mamãe... e também quando você me acordou naquela noite e veio pro meu quarto, né?
— Exatamente... como você viu, é meio branco, branco...
— Sim, mamãe... e é mais quentinho e parece porra, né?...
— "Sim, gostosa..." é assim que se fala...
— Ah, mamãe... e aí ele foi embora e tal?... Você não viu ele de novo?
— Não... foi só naquela hora que ele tava sozinho no quintal...
— Humm... sim... e mais o quê?
Eu já tinha meu pau pra fora e apertava ele com as mãos por causa da experiência gostosa que minha esposa contou pra Cielo Riveros. Mas com certeza não queria gozar tão rápido, então quando sentia a vontade de chegar ao clímax, eu soltava e ficava uns segundos sem tocar até a sensação passar, e depois batia uma de novo com as mãos numa prática super excitante e deliciosa. Fiquei de ouvido atento pra continuar escutando a Mirian Caballero.
"Continuei sentada no mesmo lugar, mas sentindo uma sensação meio estranha por baixo da saia, especialmente entre minhas perninhas. Depois de um tempo, ouvi a voz da amiga da minha tia me chamando:
— Vem aqui, Elsie... terminamos...
Levantei e entrei em casa. Vi que a amiga da minha tia fechou a porta por dentro. Caminhamos até o quarto, onde a tia Rebbe ainda estava sentada na beira da cama, e aí ela me disse:
—Elsie... Anita e eu já terminamos o trabalho... Agora queremos brincar de um joguinho entre nós três que sei que você vai adorar, antes da mãe dela voltar...
—Sim, tia Rebe...
—Bom... vamos te mostrar um jogo novo chamado "O Doutor"... O que vamos fazer é o seguinte: um de nós vai ser o médico e o outro o paciente. O médico vai examinar a paciente pra descobrir que doença ela tem... depois a gente troca os papéis pra todo mundo se divertir. O que você acha?
—Ah, sim... Adoraria, tia Rebe...
—Muito bem, gostosa... Sabia que você ia gostar... Então, pra começar, a Anita vai ser a doutora e você a paciente. E eu vou ser a enfermeira e ajudar a Anita nos exames... Beleza?..
—Sim, tia... mas me explica como... porque eu não sei...
—Sim, linda... vai ser assim... Não se preocupa... É só deixar rolar, ok?
—Sim... tá bom...
Já todo excitado com o que tinha visto antes no quintal vizinho, não foi difícil aceitar e especialmente cooperar nesse novo jogo que eu ia aprender com elas. Então a tia Rebe me deitou na cama e a amiga dela, se aproximando de mim, disse:
—Me fala onde tá doendo... aponta o lugar onde você sente o incômodo, sim, linda?
Sem saber na hora o que responder, só pensei em apontar a mão pra parte de baixo da minha virilha, onde mais do que sentir qualquer tipo de dor, eu sentia um ardor gostoso que fazia minha pequena rola ameaçar sair de dentro de mim. Anita abriu minhas pernas e disse na hora:
—Vamos ver... vamos ver o que ela tem...
Ela colocou a mão por baixo do tecido da minha saia e começou a explorar aquela região perdida com os dedos quentes dela, o que provocou um formigamento intenso e delicioso na minha pélvis lisinha. Na mesma hora, pegou o tecido macio da minha calcinha e começou a esfregar os dedos no meu pubis bem curtinho. Eu me deixei fazer tudo aquilo sob o olhar ardente da minha tia, que acompanhou de perto e sem perder nenhum detalhe as manipulações da amiga dela em mim. Ouvi a Anita dizer:
— Enfermeira... me ajuda a despir o paciente...
— Sim, doutora...
A tia Rebe se aproximou da cama e começou a me despir até me deixar completamente pelada. Naquele momento já senti vontade de mijar, mas segurei o máximo que pude pra não acabar com a brincadeira tão rápido. Anita, ao me ver nua, não parava de me olhar com admiração, vendo que eu estava toda lisinha e que uns pequenos botõezinhos de carne começavam a aparecer em mim. Parece que ela adorava meninas da minha idade, porque eu vi no fundo dos olhos dela um brilho tão intenso que me deixou ainda mais excitada do que eu já tava. Mas ver o jeito que ela agia me deu uma certa confiança, já que ela fazia tudo tão devagar e com tanta doçura, que eu fechei meus olhinhos e me entreguei às carícias gostosas que ela me dava.
Ouvi quando a tia Rebe perguntou:
— O que a senhora tem, doutora?...
— Mmmm... Acho que tem um probleminha com a coisinha dela... Vou ter que abrir pra ver direito...
"Quer que eu ajude?"
"Sim..." Por favor, abre mais as pernas dela pra eu ver de pertinho...
Minha tia assumiu a tarefa gostosa de abrir minhas pernas em V, enquanto Anita subia na cama e colocava o rosto bem na frente da minha bucetinha molhada. Afastando os lábios da minha vulvinha com as mãos, ela me olhou e passou vários minutos observando a canaleta rosada na frente dos olhos dela. Depois da longa examinação visual, a amiga da minha tia comentou com a voz trêmula de tesão:
— Ahhh... mas como é linda a sua coisinha, Elsita... Vou ter que meter a língua pra saber o que você tem...
Dito e feito, na hora ela se dedicou a uma chupada deliciosa, enfiando a ponta da língua no corredor apertado da minha bucetinha virgem. Sabendo dos segredos que a chupada de uma mulher podia causar, e que minha própria tia tinha me ensinado isso, relaxei meus braços e pernas, pronta pra aproveitar ao máximo aquele carinho quentinho, enquanto levantava os braços pro máximo pra ficar mais confortável. A língua da Anita entrava e saía devagar da minha fenda enquanto um dos dedos dela tocava o centro enrugado do meu cuzinho. Essa sensação nova que eu tanto amava me fez levantar a bunda pra favorecer o toque dela no buraco do meu rabo. Sem querer de jeito nenhum ficar de fora das delícias do momento, a tia Rebe subiu na cama e começou a passar a mão nos meus braços, o que me deu um choque elétrico violento que fez meu corpo inteiro tremer. A tia Rebe, com certeza atraída pelo jeito que minhas axilas sem pelo apareciam, se posicionou de um jeito que começou a beijar minhas axilas, passando de um braço pro outro sem parar um segundo. Essa sensação nova e gostosa me deu um tesão tão forte que não aguentei mais, falei pra Anita:
— Anita... Vou mijar... Vou mijar na sua boca...
"Sim, gostosa..." mija... vai... Derrama todo seu xixizinho na minha boquinha...
Sem parar de chupar meu tesão, senti o dedinho dela entrando no meu cu, explodindo na minha primeira gozada tão forte que a amiga da minha tia não conseguia segurar os jatos de líquido que minha buceta expelia dentro da boca dela. Enquanto isso, a tia Rebe continuava agarrada nas minhas axilas, sentindo o cheiro que elas soltavam e chupando os suores daquela região especial. Quando finalmente terminei de mijar, a Anita comentou:
"Ah, Elsita... Fica sabendo que não achei nada de errado com você... sua doença não é grave... então pode levantar da cama..."
Obedeci quando ouvi minha tia falar pra amiga dela:
— Bom, Anita... agora eu vou ser a doutora... A Elsie vai ser a enfermeira e você vai ser o paciente...
— Sim. — respondeu a amiga dela com a cara toda vermelha de tesão —
Sem esperar mais, a Anita se deitou na cama ainda com a roupa. Foi aí que minha tia falou:
— Vamos ver... me diz onde tá doendo... onde você sente essa coceira...
"Aqui embaixo, doutora... tá coçando demais..." Queria que a senhora me examinasse pra ver o que está acontecendo comigo...
— Bem... tudo bem... mas vou ter que tirar a roupa dele...
— Sim, doutor... pode fazer... mas faz rápido, por favor...
Minha tia, virando-se pra me olhar, ordenou:
— Enfermeira... tire toda a roupa do paciente...
Eu adorei demais essa brincadeira nova. Foi muito diferente. Nunca tinha feito aquilo antes, e muito menos com duas mulheres, o que me deu um prazer tão especial que senti de novo, sem saber por quê, aquele fluxo gostoso de líquidos na minha virilha macia. Comecei a tirar a roupa da Anita até não sobrar nada nela. Depois, a mando da minha tia, ela se deitou de novo enquanto minha tia me apontava:
— Enfermeira... Agora abre as pernas do paciente.
Subi na cama e fiz o que ela pediu, enquanto ainda olhava pro triângulo peludo na frente da Anita, que se destacava com força entre a virilha morena dela. Mas o que mais chamou minha atenção foi a bunda levantada e a maciez das nádegas apertadas dela, onde florescia aquela mancha escura do cu, com contornos pretos onde eu via o nascimento de uma penugem suave e brilhante. A tia Rebe observou por um tempão a região secreta da amiga com um olhar cheio de uma alegria estranha. Quando minha tia terminou o trabalho minucioso de contemplar, ela se aproximou da região secreta da Anita e, baixando o rosto até o centro da rachadura, começou a lamber aquela iguaria gostosa sem nenhuma cerimônia, enquanto eu sentia a carícia enorme tocar a parte de dentro das minhas coxas. Logo Anita começou a soltar uma série de gemidos que mostravam como a outra era uma puta violenta e fodida, até que ela não teve escolha e gritou ansiosa:
— Jááá.... Rebeca... Vou gozar.... Vou meter na sua boca...
— Isso... joga essa porra toda... joga tudo... puta... vai...
Anita se esticou com força, se agarrando na cara da minha tia, que enfiava e tirava a língua da gruta escura e viscosa, enquanto ela começava a gritar e berrar com os espasmos mais brutais. Sabia o que fazer e, lembrando do que minha tia tinha feito comigo antes, levantei os olhos para olhar as axilas da amiga dela, que, com os braços levantados, exibia axilas completamente depiladas, mas não menos lindas por causa da pele escura. Animada pela visão que a parte de baixo dos braços dela me oferecia, aproximei meu rosto delas, percebendo pela primeira vez que as axilas de uma mulher de pele escura são muito mais atraentes aos olhos do que as de pele branca, já que mostram certas dobras naquela parte escondida que parecem caminhos sutis traçados por um pincel treinado. Enquanto Anita transbordava de orgasmos furiosos, enterrei meu nariz naquela zona deliciosa, sentindo o cheiro especial das axilas dela. Depois, comecei a lamber a pele marrom sedosa, passando a língua pelos caminhos que já descrevi, e então fui para a outra axila escurecida, até me cansar de cheirar aquela parte especial que acabei de descobrir. Anita, quando terminou de gozar e ainda com o olhar perdido, comentou com minha tia:
— Ah, Rebecca... que delícia... isso tudo é tão incrível...
— Gostou, meu amigo?
— Ah, sim... amei... mas vamos continuar porque não temos muito tempo...
— Sim — disse minha tia —, então agora é a vez de Elsie ser a médica, e você vai ser a enfermeira.
— Sim — falei, com a voz trêmula.
A tia Rebe se deitou rapidamente na cama. Eu, imitando o jeito que elas tinham agido, disse para minha tia:
— Muito bem... me diga onde está doendo... me diga o que você está sentindo...
— Ah, não sei, doutora... é que estou sentindo uma coisa muito quente lá embaixo...
— Entre as suas pernas?
— Sim... bem ali...
— Muito bem... vamos ter que examinar isso...
Entrei na cama pela enésima vez. Não tinha dúvida de que esse joguinho era encantador. Tão gostoso e quente que minha calcinha já estava ficando mais molhada do que já estava. Foi quando eu disse para Anita:
— Enfermeira... tire toda a roupa da paciente...
A amiga da minha tia começou a despir ela com uma alegria extrema, enquanto um sorriso de prazer e satisfação bordava seus lábios marrons. Quando a coloquei completamente apertada, falei de novo:
"Agora... abre as pernas pra ver melhor..."
Anita subiu na cama e afastou as duas pernas, revelando o conhecido tesouro de cabelo loiro da minha tia. Quando observei de perto a vista magnífica que a tia Rebe tinha do triângulo púbico, me afundei sem dizer mais nada nas dobras da sua fenda, abrindo meus lábios com os dedos enquanto minha língua pequena se abria caminho até a gruta rosada e perfumada. Sabendo que ela curtia ao máximo a carícia anal, coloquei meu dedo na porta enrugada do cu dela e comecei a fazer movimentos circulares, enquanto o afundava no lindo esfíncter rosa do rabo dela. Minha tia não demorou muito pra começar a gemer do fundo da barriga, o que me fez chupar a buceta dela com muito mais força e intensidade, enquanto meu dedo desaparecia por completo, se perdendo dentro do canal anal dela. Anita, querendo repetir as cenas das axilas, levantou os braços e foi se agarrar nas axilas da minha tia, que, por ser de pele branca, não mostrou a visão curiosa e excitante das axilas, mas mesmo assim estavam tão gostosas ao toque da língua. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele escondida das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura de sempre o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos em cima do corpo gostoso dela; eu chupando a parte de baixo com o dedo perdido no corredor do cu apertado dela, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos avisou com seus próprios gritos a explosão orgásmica inevitável que estava chegando. corredor da bunda apertada dela, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
Logo vi que Anita estava perdida debaixo da pele escondida das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos em pé sobre o corpo lindo dela; eu chupando a parte de baixo com o dedo perdido no corredor da bunda apertada dela, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
até que ela anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
até que ela anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
— Jááá.... Elsie.... Vou mijar na sua boca... Vou mijar....
Intensifiquei meus movimentos de sucção na buceta quente dela enquanto sentia o corpo dela tremer debaixo do meu rosto. Anita, por sua vez, não parou de beijar as axilas dela, o que sem dúvida aumentou os prazeres espasmódicos da gozada dela, até que finalmente foi derramado em eflúvios abundantes que bebi com a rapidez e dedicação com que me ensinaram.
"Tendo terminado a sessão do dia e talvez temendo o retorno da mãe dela, Anita disse pra minha tia:
"Ah, Rebecca... Eu queria fazer o máximo... mas não podemos continuar, minha mãe não vai voltar...
"Sim..." Eu sei, amiga... Acho que já deu por hoje...
—Sim... mas me diz, Elsita... você gostou da brincadeira de "A Doutora"?...
"Ah, sim, Anita... Gostei muito...
"Tá bom... outro dia a gente pode brincar de novo..." O que você acha?
"Se minha tia me convidar, sim..." Respondi, me virando pra olhar pra ela
— Ah, mas claro, linda... você vai ver que a gente vai fazer de novo com a Anita... Ela é muito gostosa, né?
"Sim... ela é muito gostosa...
—Obrigada, querida.. Ela respondeu: "Mas agora a gente vai se vestir, porque se a mamãe chegar e nos encontrar assim..." ufff.... ela vai gritar até o céu... kkkkkkkk...
Imediatamente nós três começamos a nos vestir, enquanto a Anita arrumava os lençóis da cama pra não deixar vestígios do grande jogo que a gente tinha jogado. Pegando os livros dela na mesa, a tia Rebbe comentou com a amiguinha:
- Bem, Annie... tá na hora da gente ir... "Tchau", ele disse, dando um beijo na bochecha dela.
"Tchau, meu amigo..."
"Adeus, Anita", falei me despedindo.
"Ah, vem cá, sua lindinha... você é uma gracinha..." Se cuida... — comentou, me dando um beijo também.
Saímos de lá e logo pegamos o ônibus que nos trouxe de volta pra casa.
— Ah, mamãe... que joguinho delicioso esse "da Doutora", hein?
— Sim, gostosa... é um jogo realmente delicioso...
— Ah, mamãe... queria que a gente brincasse disso também...
— Claro, linda... é claro... pode ter certeza que...
— Mas... a gente precisa de um amigo, né? — Cielo Riveros perguntou animada.
— Sim, claro... mas eu cuido disso... não se apresse...
— Sim, mamãe...
— Muito bem, pequena... mas agora é hora de dormir, porque seu pai não vai voltar tão cedo...
— Ah, mamãe... queria que você continuasse me contando...
Eu também gostaria, Rubicita—" mas por enquanto não me convém... será amanhã... Bine?
— Sim, mamãe...
" Muito bem... Agora vem aqui e vou te vestir pra te levar pra tua cama.
Quando terminei de ouvir essa frase, desci as escadas voando. Eu tava com uma rola vermelha e murcha depois das gozadas enormes que dei ao ouvir aquela parte da história da infância da minha esposa. Fui pro banheiro e lavei a rola pra me livrar da quantidade enorme de porra que escorria. Tinha sido mais uma noite inesquecível. Uma noite quente. Sim. Tão quente quanto o verão.
Pouco depois, quando minha esposa me alcançou na sala de estar, quase caí no sono de exaustão. Ela me disse:
— Ah, Aldo... Tô com tanto calor....
" Oh, amor... Obrigado... Muito obrigado por me dar esses momentos...
— Hummm... Vejo que você gosta demais, né?
- Sim... você não tem ideia do quanto isso me excita...
"Ah, sim..." Já vi... O problema de tudo isso é que não posso me aliviar...
"Não goza, love... Sei bem que você se alivia com a Cielo Riveros..."
— Ah, claro... o que você estava esperando?... mas sabe que não é a mesma coisa.... e também me excita muito lembrar do meu passado...
— Hmmm... você realmente tem uma história fenomenalmente quente, love...
— Você gosta?
— Claro que gosto... Por isso quero que você termine de contar tudo pra ela... Não quero perder nada...
"Você quer que eu continue contando tudo isso pra garota?"
— Sim, amor... por favor, por favor, me completa... se fizer isso, juro que também farei tudo o que você me pedir...
"Tudo o que eu pedir?"
"Sim... tudo..."
— Hmmm... muito bom, Aldo... mas pra constar, isso é um pacto entre nós dois...
"Eu sei, mulher... Eu sei... E você sabe que vou cumprir."
— Tá bom, amor... mas vamos dormir agora, é tarde...
No dia seguinte, já no escritório, meus pensamentos só estavam nos momentos intensos da noite em que me masturbei como um louco ouvindo a história da minha esposa pra Cielo Riveros. Reconheci que o fato de me esconder pra ouvir a história de Mirian Caballero produzia uma espécie de febre que eu não conhecia. O tesão que as experiências dela provocaram em mim foi tão intenso que eu realmente não sabia o motivo de tudo que sentia. Será que foi o jeito sutil como minha esposa costumava recriar as aventuras da infância dela? Ou foi o fato de ela ter me escondido as experiências quando era criança, que agora descobri escondido atrás da porta? Será que a presença de Cielo Riveros ouvindo tudo isso me inflamou? Eu não sabia ao certo. Mas do que tinha certeza era de que não queria que ela terminasse de contar tudo aquilo pra garota por nada neste mundo, porque eu estava me acostumando a ser o interlocutor oculto das experiências eróticas dela. Quando cheguei em casa, encontrei tudo com as luzes apagadas. Subi as escadas com cuidado. até chegar no batente da porta da sala principal. Vi que minha esposa e minha filha estavam sentadas na cama conversando. Dessa vez, Mirian Caballero me viu na hora e, inteligente como ela é, tratou de mudar o rumo da conversa, dizendo pra Cielo Riveros:
Sabe, gostosa?... Um dia, quando estivermos sozinhas, vamos brincar de uns joguinhos que eu te falei que costumava brincar com a minha tia...
— Sim, mamãe... Já te disse que eu adoraria muito isso...
— Eu sei... Eu sei... mas vai ser quando eu achar que é a hora certa... Tá bom?
— Sim, mamãe... mas você ainda não me contou o que aconteceu depois que sua tia te pegou com a sua mãe fazendo aquilo... me conta... Você cumpriu a promessa que fez pra sua mãe?
— Ah, não... claro que não...
— Por que não, mamãe?
— Bom, porque se eu tivesse cumprido, podia arriscar minha tia ficar brava por eu tentar enganar ela...
— Ah, sim... que esperta você era, mamãe...
— Claro, bonitinho... tinha que ser...
— Sim, é verdade... além disso... Você disse que ela percebeu tudo, né?
— Ah, com certeza, Rubicita... ele viu tudo... então não deu pra eu me safar mentindo...
— Sim... sim... mas... E o que aconteceu depois, mamãe?
— Quer saber, pequeno?
— Sim, mamãe... por favor, continua me contando...
— Bem... escuta:
“Por dois dias tive que ficar trancado no quarto por causa da gripe, e minha mãe aproveitou essa situação pra vir de noite colocar os supositórios em mim. Mas agora percebi que antes de começar o jogo, ela garantiu que a porta do meu quarto estivesse bem fechada. Tava claro que ela não queria outra interrupção tão inesperada quanto a anterior. Eu, por minha vez, cooperei de boa com as manipulações anais dela, curtindo pra caralho os prazeres dela fuçar dentro do meu cuzinho, que agora tinha virado uma siririca dupla quando outro dedo entrou junto no meu canal da frente. A urina que soltei foi uma porrada; tanto que senti uma vontade doida de continuar ‘doente’ pra essa festa de dedada não acabar. Mas uma notícia indesejada chegou pra atrapalhar os planos da minha mãe, porque um irmão dela avisou que minha avó tava internada num sanatório com problema nos rins. O bafo obrigou minha mãe a sair de casa no terceiro dia, já que toda a família se revezava pra cuidar da vó à noite. Por isso ela me falou:
‘Linda… Tô vendo que você tá bem melhor… Então vou ter que deixar você com seu pai.’
‘Por que, mamãe?’
‘Porque vou ter que ir pro sanatório ficar com sua avó… Já te falei que ela tá muito doente…’
‘Sim… Eu sei… Mas não se apressa, mamãe… Já tô bem…’
‘Tô vendo, Elsi… por isso vou suspender seu remédio… mas de qualquer forma, seu pai vai ficar de olho em você caso precise de algo…’
‘Sim, mamãe…’
‘Beleza… E agora vou indo, porque tenho que sair…’
‘Se cuida, mamãe…’
Como não tinha visto minha tia por vários dias, no fundo tava ansioso pra abraçar e beijar ela, então comecei a bolá um plano pra ir no quarto dela de noite e pegar ela de surpresa. Tava me preparando mentalmente pra chegar na minha tia no quarto dela quando todo mundo tivesse dormindo, quando de repente meu pai entrou no meu quarto:
— Oi, pequeno... como você tá se sentindo hoje?
— Tô bem, papai... me sinto muito melhor...
— Que bom... que bom... isso me deixa feliz, Elsi...
— Obrigada, papai...
— Então, gostosa... sabe que sua mãe vai ficar fora essa noite... Então vim ver o que tinha de bom por aqui...
— Não... nada, papai... tô muito bem.
— Já jantou?
— Sim... a senhora me trouxe comida antes de ir embora...
— Muito bem... De qualquer forma, vou ficar aqui pra qualquer coisa... Mas quero te dar um conselho, linda...
— Sim, papai...
Fica no teu quarto e não sai..." Não quero que tu tenhas uma recaída... tá me entendendo?... É melhor eu ir ver você pra saber se tá tudo bem... me diz... Vai fazer isso?
"Sim, papai..."
— Bom... então vou indo... e vou dormir, tô indo...
"Tá bom..."
Papai saiu do meu quarto e eu fiquei pensando que o melhor jeito dele não perceber que eu ia pro quarto da minha tia era esperar até ele dormir. Então fiquei impaciente até achar que era hora de sair. Tava quase me levantando da cama quando ouvi passos no corredor, então tive que me enfiar debaixo dos lençóis rapidinho. Escutei a porta abrir e vi a cara do papai espiando, sem entrar no quarto. Quando ele viu que eu tava deitado, fechou a porta e foi embora. O susto me deixou alerta, então fui obrigado a ficar no meu quarto por um tempo. Depois de achar que já era hora de ir, caminhei na ponta dos pés até a porta, abri e olhei pra fora, vendo que tudo tava escuro. Fechei a porta com cuidado e fui pro quarto da minha tia.
Tava quase girando a maçaneta pra entrar quando uns sussurros que ouvi me fizeram parar. Achei estranho ouvir vozes lá dentro, porque sabia que só nós três tava em casa. Com quem será que minha tia tava falando? Enfiei o ouvido na porta de madeira e comecei a captar o diálogo, ouvindo a voz suave da tia Rebbe comentar:
— Não, Oscar... pode ser perigoso...
— Vamos, Rebecca... sua irmã não vai vir, te garanto...
— E como você sabe?... não pode ter certeza disso...
— Bom, não... mas acho que ela não vem hoje à noite... vai estar de plantão no sanatório.
— E se os planos mudarem?... A gente não sabe. — comentou minha tia —
— Mas eu realmente quero... faz tantos dias que a gente não faz...
— É... eu também sou igual a você... e ainda tem a garota...
— Sim... mas ela tá bem dormida... Só fui no quarto dela pra ter certeza...
— Bom, sim... mas ela pode acordar e ir pro seu quarto... pode precisar de alguma coisa...
— Ela não... Falei pra ela dormir e não levantar... — insistiu meu pai
— Sim, Oscar... mas não tô tão segura assim... Essa garota é muito esperta e percebe as coisas... Imagina o problema se ela descobrisse?
"Sim, claro, tia..." fale o que falar...
- Bom, vamos... já vai começar, tô com muito calor...Ela se jogou na cama com as pernas bem abertas, deixando à mostra seu pubis luxuoso de um preto requintado por causa da penugem macia que exibia. Me joguei sobre ela, imitando comigo suas próprias ações, e comecei a chupar com a boca sua fenda avermelhada, que agora estava completamente inundada de fluidos transparentes. Logo minha língua virou uma espécie de cobra ondulante, tentando entrar e até se perder no corredor oculto e encharcado das intimidades da minha tia. Fiquei com a cabeça enfiada entre as pernas dela, bebendo os sucos vaginais que saíam da sua boceta ardente, até que ela disse:
— Agora, gostosa, agora coloca essa coisinha dentro da minha fenda... vai, enfia...
Pronto pra brincar nesse jogo novo e desconhecido, peguei o tubo de desodorante e apontei pra entrada da sua vulva aberta. Coloquei a ponta arredondada do objeto comprido na porta aberta e comecei a empurrar devagar pra dentro. Mais rápido do que eu imaginava, o tubo entrou no lindo túnel da minha tia até só sobrar um pedacinho. Quando a tia Rebe se sentiu cheia, perguntou ansiosa:
"Assim, gostosa... assim... Agora, mexe pros lados devagar... Já tô quase gozando... Mexe com suas mãozinhas."
Segurei a ponta do desodorante de plástico com os dedos e comecei a mexer e revirar como ela tinha mandado, enquanto meus olhos observavam atentamente o jeito que a vulva dela se abria sob a pressão do tubo. Olhei com atenção e prazer o interior da caverna dela, que agora parecia meio avermelhada por causa do efeito do objeto estranho escondido no fundo da sua fenda deliciosa. Por vários minutos mantive o brinquedo roliço em movimento até que ela começou a gritar alto:
— ah... Elsi... Tô gozando... Tô gozando... mexe mais rápido... mexe mais rápido...
Atendi os pedidos urgentes dela e comecei a mover o grosso tubo de um lado pro outro enquanto ela gozava com uma intensidade nunca antes vista. Percebi que o pequeno aparelho dava muito prazer pra minha tia, o que me fez pensar que não era a primeira vez que ela usava aquilo pra se satisfazer. Também descobri que ela curtia muito mais com aquela coisa dentro do que quando eu tocava ou chupava a bucetinha dela. Não tinha dúvida de que eu tava aprendendo um monte de coisas novas com os ensinamentos da minha tia.— Quando terminei de aproveitar a gozada fenomenal, minha tia voltou a si e me mandou tirar o tubo de plástico devagarzinho. Puxei o objeto suavemente até sair. Assim que tirei, não resisti e levei ele até o nariz pra sentir o cheiro delicioso do mel que minha tia tinha derramado, enquanto ela me observava atenta e um sorriso safado aparecia na boca dela. Ela disse:
— Cê gosta do cheiro, gostoso?
— Ah, sim, tia... cheira bem... cheira igual a você... igual à sua coisinha...
— Mmmm... é uma delícia, né?
— Sim... é muito gostoso... posso chupar, tia?
— Ah, claro, menina... vai lá, chupa ele, quero ver você...
Enfiei o tubo na boca e comecei a passar a língua em volta dele. Na real, o bagulho tinha um cheiro e um gosto de bucetinha; um sabor gostoso da coisinha da minha tia. Lambi e lambi o treco de plástico por todos os lados até ele ficar todo salgado. Foi aí que ela falou: — Elsi... Acho que é hora de a gente se vestir e descer as escadas.
"Ah, tia... Por quê?...
"Porque sim, gostosa..." Não quero me assustar assim.
— Ah, não....
"Além disso, gostosa..." Ainda não devolvi o filme...
— Vai devolver agora?... Não vamos terminar de ver?
— Não... por enquanto não... vai ser outra hora.... se a gente deixar aqui, seus pais podem descobrir.... e não quero isso...
"Tá bom... de jeito nenhum..."
A gente se vestiu, arrumou a cama e depois desceu pra sala. Lá, ela tirou o filme do vídeo e colocou na capa de papelão. Então me disse:
"Vem... vem comigo, Elsi.... Vou te deixar na sorveteria enquanto vou entregar essa parada.
"Ah, tia... Você me compraria um sorvete?
"Claro, gostosa... você vai me esperar lá até eu voltar... Quer?
— Sim.....
— Ah, mamãe... que coisas tão gostosas você fez com sua tia... Até queria fazer também... — Sim, meu amor... tudo foi uma delícia com ela...
— "Sim..." Queria ter conhecido ela, mamãe...
— Mmmm... bom, ela já é casada e tem filhos... já é uma pessoa bem velha, Céu Riveros.
— "Sim..." Entendo... E você continuou brincando com as outras coisas dela, mamãe?
— Claro, gostosa... A gente brincava de um monte de coisas sempre que dava.
— Ah, mamãe... Quero que você me mostre tudo...
— Sim, Rubicita... Já te falei que vou mostrar... mas vai ser quando eu terminar de contar a história... Quer que seja assim?
— Sim, mamãe... do jeito que você quiser.
A pica quase saltou do meu corpo de tanto manejar. Não tinha dúvida de que as confissões que minha esposa fez pra Cielo Riveros me levaram pra beira do túmulo. Mas naquela hora não tinha nem uma gota de porra pra derramar. Então, fazendo o sinal combinado pra Mirian Caballero, mandei ela encerrar a sessão daquela noite. Ela, entendendo perfeitamente meus desejos, disse pro pequeno Cielo Riveros: "Bom, gostosa... Tá na hora de ir dormir... Seu pai não deve demorar pra chegar."
"Ah, mamãe... Queria que você continuasse me contando..."
"Sim, love, mas vai ser amanhã..." por enquanto já deu.
— Tá bem, mamãe... Você vai me levar pra cama?
"Sim, gostosa..." Vamos, vamos.
Sai dali na hora e desci as escadas. Minutos depois, Mirian Caballero chegou e me abraçou com tudo, dizendo:
"Ah, Aldo, tô tão tesuda..."
— Mmmm... é, deve ser, love... mas não tenho mais porra pra te dar... vai ter que ser outro dia.
"Eu sei..." Não se preocupa... Sei que tudo faz parte do nosso acordo... mas amanhã, enquanto você tiver no escritório, vou me aliviar com o bebê... Não tenho escolha..."
"Sim, gostosa..." faz isso... Sem problema... e aí você vai ter que manejar por vários dias porque quero que você continue contando sua história... uffff, love... você não faz ideia como me excita ouvir tudo o que você conta pra Cielo Riveros.
Consigo imaginar... e, pra ser sincero, te invejo tanto que já quero que chegue minha vez... Mas vou te avisar, querido, porque quero que você faça o mesmo depois também... Beleza? —Sim, minha vida concorda com isso, né?
—Sim, nisso a gente concorda, e agora vamos pra cama, senão vocês não vão querer levantar amanhã.
—Sim, vamos dormir, *love*.
Cheguei no escritório mais tarde que o normal. Porra, filho da puta! Que calor do caralho ontem à noite. Fomos pra cama só de madrugada. Sem condições. Tô me sentindo completamente sugado, e não é à toa. As gozadas foram sensacionais. Me masturbei como nunca antes. Nem quando era adolescente lembro de ter batido uma tão intensa. Caralho! Tudo isso é inacreditável. Nunca pensei que a história da infância da minha própria esposa fosse me excitar desse jeito. Quanto leite eu derramei ouvindo tudo aquilo! Com que prazer escuto o que ela conta pra Cielo Riveros! O mesmo da Mirian Caballero é foda. E nunca imaginei que ela escondia segredos tão indescritíveis.
São tão quentes e me excitam pra caralho. Não sei como não perguntei antes. Mas adoro saber tudo mais enquanto ela conta pra Cielo Riveros em detalhes. Vou pedir pra ela continuar revelando tudo pra garota até terminar de tirar as coisas mais ocultas dela. Preciso saber tudo que tem naquela mente quente. Tudo isso tá bem legal. A única coisa que não tá legal é o clima. Um calor infernal. Mas é verão. O dia passa como sempre. Papéis e mais papéis. Que merda! Sem condições. E o calor que não para. As chuvas tão demorando demais. O calor é insuportável. É verão. Um verão quente pra caralho.
Quando o dia acaba, saio do escritório e vou pra casa. Como tem acontecido nos últimos dias, fico pensando na Cielo Riveros. A figura infantil dela me emociona. Lembro do rostinho liso dela, quando era criança. Que linda que é minha menininha. E tá um calorão. Minha esposa cuidou de despertar nela aqueles desejos que toda menina guarda na mente como se estivessem adormecidos, como duendes agachados. E eles tão sempre esperando alguém acender o pavio pra transbordar e explodir que nem pólvora. Tudo isso que tô vivendo é tão lindo e tão diferente. Aproveito como nada mais. Vejo o apartamento lá longe. Chego no estacionamento e estaciono o carro. Entro em casa. Tá tudo errado, como nos últimos dias. Mmmm. Com certeza a Mirian Caballero me preparou outra surpresa. Mas não quero mais surpresas. O que quero é continuar ouvindo a história da minha esposa enquanto ela conta pra menina. E, principalmente, ver as reações da Cielo Riveros. Subo as escadas com cuidado. A porta, como sempre, tá entreaberta. Só o suficiente. Olho em silêncio. Olho pra Mirian Caballero e pra Cielo Riveros. Minha esposa já tá tocando a menina. Que gostosa que é a Mirian Caballero! Sem dúvida nenhuma. Vejo ela colocar um dedo na fenda dela e a Cielo Riveros geme. Minha esposa tá tão focada no que faz que parece perdida no contato íntimo. Ela nem me vê. E o que quero é continuar ouvindo a história dela. Mas tenho que esperar ela perceber que tô aqui. Não quero que a Cielo Riveros saiba que escuto tudo que a Mirian Caballero fala pra ela. Se souber, não vai ser a mesma coisa. Ela tem que acreditar que tão sozinhas. Observo a carinha da menina, que parece contraída por causa da mandíbula apertada. Parece que vai mijar logo. Ela joga a cabecinha pra trás. Sim, sem dúvida. O momento supremo ainda tá por vir. Percebo que a Mirian Caballero mantém a boca completamente colada nela. De repente, do centro da bucetinha da minha filha, começam a jorrar jatos de chuva dourada. Mirian Caballero bebe os líquidos amarelados, quase diáfanos. Quando termina, minha esposa olha para a porta e finalmente me vê. Imediatamente muda de tática e diz pra menina:
— Ah, lindo... que urina deliciosa... Bebi tudo... Cê acha?... — Sim, mamãe... Eu sei... e não sobrou nada dentro de mim...
— Muito bem... Muito bem, gostosa... e agora, o que mais você gostaria de fazer, Ruivinha?
— Não sei, mamãe... o que você quiser me ensinar...
— Perfeito... me diz uma coisa... Você quer que eu continue contando minhas coisinhas?
— Sim... sim... Eu gosto muito disso, mamãe...
— Você curte mesmo, pequeno?
— Sim, mamãe... E quer saber?... Acho que gosto mais de ouvir tudo que você me conta sobre quando era criança como eu, do que fazer qualquer outra coisa...
— Tanto assim, pequeno?...
— Sim... Por isso queria te dizer: quando a gente estiver sozinha, primeiro me conta, e depois chupa minha coisinha pra mijar na sua boca...
— Ah, lindo... Eu também gostaria... mas você precisa saber que vai ser um pouco difícil...
— Difícil?... Por quê, mamãe?
— Porque seu pai pode aparecer... e eu só quero te contar essas coisinhas... só pra você...
— E ele não pode saber, né?
— Não, e nunca conte pra ele, tá?
— Sim, mamãe... Não vou contar... Ei, mamãe, e quando a gente vai ver um filme igual ao que você viu com sua tia Rebe?
— Um igual ao da Branca de Neve?...
— Sim... assim... Quero ver isso... "Sim, love..." Eu sei... mas vamos ter que resolver isso direitinho pra que um dia, quando seu pai não estiver em casa, a gente possa ver juntos... tá bom?
— Sim... que bom... Tomara que seja logo...
"Sim, gostosa..." vai ser logo... Eu prometo...
— Mas mamãe... Por que você não continua me contando?.. Não vejo a hora de te ouvir...
"Sim, gostosa..." me escuta com atenção...
"Tanto a tia Rebe quanto eu nos tornamos voluntariamente cúmplices dos nossos segredos escondidos, que guardávamos em comum acordo só pra nós duas. Às vezes minha mãe me perguntava coisas sobre ela, como se quisesse saber de algo. Não sei se ela desconfiava do que a gente fazia em segredo ou se só queria ter certeza, mas a verdade é que, mais vezes do que o normal, ela me perguntava:
'Elsita... e como você se dá com sua tia Rebe?'
— Bem, mamãe... ela é muito gentil comigo... por isso a amo tanto.
'Você ama muito ela, não é, gostosa?'
— Sim, mamãe... muito.
— Mas me diga, Elsita... Além de te levar ao cinema, sair com você e comprar doces e essas coisas... Ele faz mais alguma coisa com você? — Não entendi, mamãe...
— "Sim, gostosa..." O que quero dizer é se ele não brinca com você igual você e eu... ou de outro jeito... Entendeu?...
— Ah, sim, mamãe... Entendi... mas ela não... ele nunca fez nada disso comigo...
— Mmmm... Tá me falando a verdade, Elsi?
— Claro, mamãe... senão eu contaria...
— Bom, tudo bem... mas lembre de duas coisas... nunca conte nada do que você e eu fazemos quando tomamos banho... e se ela fizer alguma coisa com você, me conta... Tá bem?
— Sim, mamãe...
A partir desse tipo de pergunta, percebi claramente que minha mãe podia estar desconfiando de algo e, se não, queria me fazer falar com suas perguntas curiosas. Mas não queria revelar nada sobre nós por motivo nenhum, porque lembrava muito bem do que minha tia tinha dito que aconteceria se meus pais descobrissem. Por outro lado, o forte vínculo de cumplicidade que me unia à tia Rebeca era muito mais forte do que a relação íntima que eu tinha com minha mãe e meu pai, porque no fundo percebi que gostava mais de fazer isso com a irmã mais nova da mamãe do que com meus próprios pais, embora, pra ser sincera, sempre tenha aproveitado tudo.
Por isso eu queria ficar a sós com minha tia todo dia, porque sabia que cada vez que a gente tinha essa oportunidade, ela me ensinava um jogo novo que me fazia tremer de tesão. E naquela idade, sendo uma menina tão curiosa, qualquer novidade que me apresentassem era fonte de pura alegria pra mim, tanto que quando passavam vários dias sem poder ficar sozinha com ela, eu me sentia triste e desanimada. Mas a tia Rebe era uma jovem muito esperta, e quando viu que as coisas não estavam dando pra me ensinar seus joguinhos, ela tratou de criar a ocasião certa pra manter meu estado de excitação no nível que queria e, de quebra, aumentar o estoque do nosso prazer mútuo. Uma tarde, quando meus pais entraram no quarto deles pra tirar um cochilo, minha tia me disse: — Elsie... Tenho uma surpresinha pra você...
"Ah, tia... Então me conta logo o que é..." respondi desesperada, sentindo que ela estava tramando algo bom.
— Não... Não posso te contar aqui... pode ser perigoso...
"E então?..."
— Vem... Vamos até a loja onde vou te comprar uns doces... Te conto no caminho...
— Tá bom, vamos...
Saímos pra rua e enquanto caminhávamos, ela me disse:
— Olha, Elsi... Quero que você me acompanhe amanhã até a casa de um colega de classe... Você topa ir?
"Ah, sim, claro..." mas tia... a gente não vai poder...
— Sabia que você ia pensar isso, sua linda... mas não é assim... vai ser uma surpresa... Quero que seja uma surpresa pra você... Você gostaria?
"Sim... sim, tia Rebe... Se é uma surpresinha, me leva com você..."
— Tá certo... Amanhã à tarde vou pedir licença pra sua mãe pra você me acompanhar.
A tia Rebe não teve dificuldade nenhuma pra conseguir permissão dos meus pais, então na tarde do dia seguinte pegamos um táxi e fomos pra um bairro que parecia meio morto. Chegamos numa casinha pequena, onde já nos esperava a amiga e colega de escola da minha tia. Era uma menina mais ou menos da mesma idade que ela, de pele escura, mas bem gostosa, embora não tão gostosa quanto minha tia bonita. Mas, se for pra ser sincera, o que mais se destacava no corpo dela era a bunda bonita que aparecia por baixo da saia curta. Percebi que nem minha tia conseguia competir com ela nisso.Parece que não tinha ninguém em casa, e eu tava quase certa de que tudo tinha sido muito bem planejado entre as duas. Então, entramos logo num quartinho pequeno onde só tinha uma cama de solteiro com lençóis de pano comum e uma mesinha de madeira onde a amiga colocava a roupa. Minha tia me apresentou, e a menina passou a mão na minha cabeça como quem cumprimenta, enquanto dizia:
"Oi... você deve ser a Elsita... e é muito bonitinha... Como cê tá, pequena?"
"Tô bem..."
"Que bom... Espero que você se divirta aqui..."
As duas sentaram na cama, e a tia Rebe falou que primeiro iam fazer a tarefa delas e depois a gente ia brincar junto um pouco. Aí, piscando o olho pra mim, ela disse:
— Se quiser, Elsie, vai brincar um pouco pra não ficar entediada, que eu te chamo quando a gente terminar a tarefa...
— Tá, tia... Vou dar uma volta por ali...
— Tá bom, linda... Mas não vai muito longe, hein?
— Sim — respondi.
Saí do quarto e comecei a fuçar a casa até que encontrei a porta dos fundos. Abri e, de repente, me vi num quintal de terra que não tinha divisória, então dava pra ver os fundos das casas vizinhas. Procurei um lugar pra sentar e comecei a olhar as árvores e o céu. O sol ainda tava brilhando e tava um pouco quente, porque era umas 6 da tarde. Distraída do jeito que eu tava, fiquei ali até que algo me... Chamou a atenção num dos pátios vizinhos. Me virei e olhei pra um cara que tava meio escondido atrás de uma árvore, mexendo as mãos. Isso não teria me chamado a atenção se eu não tivesse visto que o sujeito tava com a calça na altura dos joelhos e as mãos não paravam de se mexer.
No começo, pensei que talvez ele estivesse mijando, mas quando olhei mais de perto, percebi que na verdade ele estava com o pau na mão e se masturbando. A visão, claro, despertou meu instinto natural de curiosidade, e fiquei ali observando o que ele fazia. Mas parece que, quando ele percebeu que eu estava olhando, o homem se virou de lado, talvez pra que eu pudesse ver tudo o que ele estava fazendo do lugar onde eu estava sentado. E foi exatamente isso que aconteceu.Vi claramente que ele estava com o pau bem duro e puxava ele com força pra cima e pra baixo, enquanto as pernas ficavam meio dobradas. Sem perder nenhum detalhe, nem tirei os olhos dele, o que pareceu agradá-lo, porque ele andou até a beirada do terreno sem soltar o pau, me dando uma visão completa e clara dos movimentos dele. Notei que o homem continuava mexendo no pau endurecido, mas sem parar de me olhar, o que claramente o excitava ainda mais.
Como não queria perder essa nova lição, continuei observando tudo o que ele fazia, até que percebi que ele fechava os olhos e começava a gemer bem devagar, enquanto jorros enormes de um líquido branco e viscoso começavam a sair do pau dele, que estava de pé, e se perdiam no chão, embora parte da mão dele ficasse toda melada. Quando terminou de gozar, ele sacudiu o pau meio mole e guardou, levantando a calça e a cueca. Depois, saiu dali e entrou na casa ao lado.
— Ah, mamãe estava mijando ou o quê?...
— Sim, Cielo Riveros... mijou... mas fez igualzinho ao seu pai na outra noite... Lembra?
— Ah, sim, mamãe... e também quando você me acordou naquela noite e veio pro meu quarto, né?
— Exatamente... como você viu, é meio branco, branco... — Sim, mamãe... e é mais quentinho e parece porra, né?...
— "Sim, gostosa..." é assim que se fala...
— Ah, mamãe... e aí ele foi embora e tal?... Você não viu ele de novo?
— Não... foi só naquela hora que ele tava sozinho no quintal...
— Humm... sim... e mais o quê?
Eu já tinha meu pau pra fora e apertava ele com as mãos por causa da experiência gostosa que minha esposa contou pra Cielo Riveros. Mas com certeza não queria gozar tão rápido, então quando sentia a vontade de chegar ao clímax, eu soltava e ficava uns segundos sem tocar até a sensação passar, e depois batia uma de novo com as mãos numa prática super excitante e deliciosa. Fiquei de ouvido atento pra continuar escutando a Mirian Caballero.
"Continuei sentada no mesmo lugar, mas sentindo uma sensação meio estranha por baixo da saia, especialmente entre minhas perninhas. Depois de um tempo, ouvi a voz da amiga da minha tia me chamando:
— Vem aqui, Elsie... terminamos...
Levantei e entrei em casa. Vi que a amiga da minha tia fechou a porta por dentro. Caminhamos até o quarto, onde a tia Rebbe ainda estava sentada na beira da cama, e aí ela me disse:
—Elsie... Anita e eu já terminamos o trabalho... Agora queremos brincar de um joguinho entre nós três que sei que você vai adorar, antes da mãe dela voltar... —Sim, tia Rebe...
—Bom... vamos te mostrar um jogo novo chamado "O Doutor"... O que vamos fazer é o seguinte: um de nós vai ser o médico e o outro o paciente. O médico vai examinar a paciente pra descobrir que doença ela tem... depois a gente troca os papéis pra todo mundo se divertir. O que você acha?
—Ah, sim... Adoraria, tia Rebe...
—Muito bem, gostosa... Sabia que você ia gostar... Então, pra começar, a Anita vai ser a doutora e você a paciente. E eu vou ser a enfermeira e ajudar a Anita nos exames... Beleza?..
—Sim, tia... mas me explica como... porque eu não sei...
—Sim, linda... vai ser assim... Não se preocupa... É só deixar rolar, ok?
—Sim... tá bom...
Já todo excitado com o que tinha visto antes no quintal vizinho, não foi difícil aceitar e especialmente cooperar nesse novo jogo que eu ia aprender com elas. Então a tia Rebe me deitou na cama e a amiga dela, se aproximando de mim, disse:
—Me fala onde tá doendo... aponta o lugar onde você sente o incômodo, sim, linda?
Sem saber na hora o que responder, só pensei em apontar a mão pra parte de baixo da minha virilha, onde mais do que sentir qualquer tipo de dor, eu sentia um ardor gostoso que fazia minha pequena rola ameaçar sair de dentro de mim. Anita abriu minhas pernas e disse na hora:
—Vamos ver... vamos ver o que ela tem...
Ela colocou a mão por baixo do tecido da minha saia e começou a explorar aquela região perdida com os dedos quentes dela, o que provocou um formigamento intenso e delicioso na minha pélvis lisinha. Na mesma hora, pegou o tecido macio da minha calcinha e começou a esfregar os dedos no meu pubis bem curtinho. Eu me deixei fazer tudo aquilo sob o olhar ardente da minha tia, que acompanhou de perto e sem perder nenhum detalhe as manipulações da amiga dela em mim. Ouvi a Anita dizer:
— Enfermeira... me ajuda a despir o paciente...
— Sim, doutora...
A tia Rebe se aproximou da cama e começou a me despir até me deixar completamente pelada. Naquele momento já senti vontade de mijar, mas segurei o máximo que pude pra não acabar com a brincadeira tão rápido. Anita, ao me ver nua, não parava de me olhar com admiração, vendo que eu estava toda lisinha e que uns pequenos botõezinhos de carne começavam a aparecer em mim. Parece que ela adorava meninas da minha idade, porque eu vi no fundo dos olhos dela um brilho tão intenso que me deixou ainda mais excitada do que eu já tava. Mas ver o jeito que ela agia me deu uma certa confiança, já que ela fazia tudo tão devagar e com tanta doçura, que eu fechei meus olhinhos e me entreguei às carícias gostosas que ela me dava.
Ouvi quando a tia Rebe perguntou:
— O que a senhora tem, doutora?...
— Mmmm... Acho que tem um probleminha com a coisinha dela... Vou ter que abrir pra ver direito...
"Quer que eu ajude?"
"Sim..." Por favor, abre mais as pernas dela pra eu ver de pertinho...
Minha tia assumiu a tarefa gostosa de abrir minhas pernas em V, enquanto Anita subia na cama e colocava o rosto bem na frente da minha bucetinha molhada. Afastando os lábios da minha vulvinha com as mãos, ela me olhou e passou vários minutos observando a canaleta rosada na frente dos olhos dela. Depois da longa examinação visual, a amiga da minha tia comentou com a voz trêmula de tesão:
— Ahhh... mas como é linda a sua coisinha, Elsita... Vou ter que meter a língua pra saber o que você tem...
Dito e feito, na hora ela se dedicou a uma chupada deliciosa, enfiando a ponta da língua no corredor apertado da minha bucetinha virgem. Sabendo dos segredos que a chupada de uma mulher podia causar, e que minha própria tia tinha me ensinado isso, relaxei meus braços e pernas, pronta pra aproveitar ao máximo aquele carinho quentinho, enquanto levantava os braços pro máximo pra ficar mais confortável. A língua da Anita entrava e saía devagar da minha fenda enquanto um dos dedos dela tocava o centro enrugado do meu cuzinho. Essa sensação nova que eu tanto amava me fez levantar a bunda pra favorecer o toque dela no buraco do meu rabo. Sem querer de jeito nenhum ficar de fora das delícias do momento, a tia Rebe subiu na cama e começou a passar a mão nos meus braços, o que me deu um choque elétrico violento que fez meu corpo inteiro tremer. A tia Rebe, com certeza atraída pelo jeito que minhas axilas sem pelo apareciam, se posicionou de um jeito que começou a beijar minhas axilas, passando de um braço pro outro sem parar um segundo. Essa sensação nova e gostosa me deu um tesão tão forte que não aguentei mais, falei pra Anita:
— Anita... Vou mijar... Vou mijar na sua boca...
"Sim, gostosa..." mija... vai... Derrama todo seu xixizinho na minha boquinha...
Sem parar de chupar meu tesão, senti o dedinho dela entrando no meu cu, explodindo na minha primeira gozada tão forte que a amiga da minha tia não conseguia segurar os jatos de líquido que minha buceta expelia dentro da boca dela. Enquanto isso, a tia Rebe continuava agarrada nas minhas axilas, sentindo o cheiro que elas soltavam e chupando os suores daquela região especial. Quando finalmente terminei de mijar, a Anita comentou:
"Ah, Elsita... Fica sabendo que não achei nada de errado com você... sua doença não é grave... então pode levantar da cama..."
Obedeci quando ouvi minha tia falar pra amiga dela:
— Bom, Anita... agora eu vou ser a doutora... A Elsie vai ser a enfermeira e você vai ser o paciente...
— Sim. — respondeu a amiga dela com a cara toda vermelha de tesão —
Sem esperar mais, a Anita se deitou na cama ainda com a roupa. Foi aí que minha tia falou:
— Vamos ver... me diz onde tá doendo... onde você sente essa coceira...
"Aqui embaixo, doutora... tá coçando demais..." Queria que a senhora me examinasse pra ver o que está acontecendo comigo...
— Bem... tudo bem... mas vou ter que tirar a roupa dele...
— Sim, doutor... pode fazer... mas faz rápido, por favor...
Minha tia, virando-se pra me olhar, ordenou:
— Enfermeira... tire toda a roupa do paciente...
Eu adorei demais essa brincadeira nova. Foi muito diferente. Nunca tinha feito aquilo antes, e muito menos com duas mulheres, o que me deu um prazer tão especial que senti de novo, sem saber por quê, aquele fluxo gostoso de líquidos na minha virilha macia. Comecei a tirar a roupa da Anita até não sobrar nada nela. Depois, a mando da minha tia, ela se deitou de novo enquanto minha tia me apontava:
— Enfermeira... Agora abre as pernas do paciente.
Subi na cama e fiz o que ela pediu, enquanto ainda olhava pro triângulo peludo na frente da Anita, que se destacava com força entre a virilha morena dela. Mas o que mais chamou minha atenção foi a bunda levantada e a maciez das nádegas apertadas dela, onde florescia aquela mancha escura do cu, com contornos pretos onde eu via o nascimento de uma penugem suave e brilhante. A tia Rebe observou por um tempão a região secreta da amiga com um olhar cheio de uma alegria estranha. Quando minha tia terminou o trabalho minucioso de contemplar, ela se aproximou da região secreta da Anita e, baixando o rosto até o centro da rachadura, começou a lamber aquela iguaria gostosa sem nenhuma cerimônia, enquanto eu sentia a carícia enorme tocar a parte de dentro das minhas coxas. Logo Anita começou a soltar uma série de gemidos que mostravam como a outra era uma puta violenta e fodida, até que ela não teve escolha e gritou ansiosa:
— Jááá.... Rebeca... Vou gozar.... Vou meter na sua boca...
— Isso... joga essa porra toda... joga tudo... puta... vai...
Anita se esticou com força, se agarrando na cara da minha tia, que enfiava e tirava a língua da gruta escura e viscosa, enquanto ela começava a gritar e berrar com os espasmos mais brutais. Sabia o que fazer e, lembrando do que minha tia tinha feito comigo antes, levantei os olhos para olhar as axilas da amiga dela, que, com os braços levantados, exibia axilas completamente depiladas, mas não menos lindas por causa da pele escura. Animada pela visão que a parte de baixo dos braços dela me oferecia, aproximei meu rosto delas, percebendo pela primeira vez que as axilas de uma mulher de pele escura são muito mais atraentes aos olhos do que as de pele branca, já que mostram certas dobras naquela parte escondida que parecem caminhos sutis traçados por um pincel treinado. Enquanto Anita transbordava de orgasmos furiosos, enterrei meu nariz naquela zona deliciosa, sentindo o cheiro especial das axilas dela. Depois, comecei a lamber a pele marrom sedosa, passando a língua pelos caminhos que já descrevi, e então fui para a outra axila escurecida, até me cansar de cheirar aquela parte especial que acabei de descobrir. Anita, quando terminou de gozar e ainda com o olhar perdido, comentou com minha tia:
— Ah, Rebecca... que delícia... isso tudo é tão incrível...
— Gostou, meu amigo?
— Ah, sim... amei... mas vamos continuar porque não temos muito tempo...
— Sim — disse minha tia —, então agora é a vez de Elsie ser a médica, e você vai ser a enfermeira.
— Sim — falei, com a voz trêmula.
A tia Rebe se deitou rapidamente na cama. Eu, imitando o jeito que elas tinham agido, disse para minha tia:
— Muito bem... me diga onde está doendo... me diga o que você está sentindo...
— Ah, não sei, doutora... é que estou sentindo uma coisa muito quente lá embaixo...
— Entre as suas pernas?
— Sim... bem ali...
— Muito bem... vamos ter que examinar isso...
Entrei na cama pela enésima vez. Não tinha dúvida de que esse joguinho era encantador. Tão gostoso e quente que minha calcinha já estava ficando mais molhada do que já estava. Foi quando eu disse para Anita:
— Enfermeira... tire toda a roupa da paciente...
A amiga da minha tia começou a despir ela com uma alegria extrema, enquanto um sorriso de prazer e satisfação bordava seus lábios marrons. Quando a coloquei completamente apertada, falei de novo:
"Agora... abre as pernas pra ver melhor..."
Anita subiu na cama e afastou as duas pernas, revelando o conhecido tesouro de cabelo loiro da minha tia. Quando observei de perto a vista magnífica que a tia Rebe tinha do triângulo púbico, me afundei sem dizer mais nada nas dobras da sua fenda, abrindo meus lábios com os dedos enquanto minha língua pequena se abria caminho até a gruta rosada e perfumada. Sabendo que ela curtia ao máximo a carícia anal, coloquei meu dedo na porta enrugada do cu dela e comecei a fazer movimentos circulares, enquanto o afundava no lindo esfíncter rosa do rabo dela. Minha tia não demorou muito pra começar a gemer do fundo da barriga, o que me fez chupar a buceta dela com muito mais força e intensidade, enquanto meu dedo desaparecia por completo, se perdendo dentro do canal anal dela. Anita, querendo repetir as cenas das axilas, levantou os braços e foi se agarrar nas axilas da minha tia, que, por ser de pele branca, não mostrou a visão curiosa e excitante das axilas, mas mesmo assim estavam tão gostosas ao toque da língua. Logo vi que Anita estava perdida sob a pele escondida das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura de sempre o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos em cima do corpo gostoso dela; eu chupando a parte de baixo com o dedo perdido no corredor do cu apertado dela, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela nos avisou com seus próprios gritos a explosão orgásmica inevitável que estava chegando. corredor da bunda apertada dela, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
Logo vi que Anita estava perdida debaixo da pele escondida das axilas da tia Rebe, enquanto eu continuava chupando com minha doçura habitual o majestoso canal de pelos loiros. Por longos minutos ficamos em pé sobre o corpo lindo dela; eu chupando a parte de baixo com o dedo perdido no corredor da bunda apertada dela, e Anita chupando e bebendo com gosto o suor das axilas brancas da tia Rebe, até que ela anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
até que ela anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
até que ela anunciou com seus próprios gritos a inevitável explosão orgásmica que se aproximava.
— Jááá.... Elsie.... Vou mijar na sua boca... Vou mijar....
Intensifiquei meus movimentos de sucção na buceta quente dela enquanto sentia o corpo dela tremer debaixo do meu rosto. Anita, por sua vez, não parou de beijar as axilas dela, o que sem dúvida aumentou os prazeres espasmódicos da gozada dela, até que finalmente foi derramado em eflúvios abundantes que bebi com a rapidez e dedicação com que me ensinaram.
"Tendo terminado a sessão do dia e talvez temendo o retorno da mãe dela, Anita disse pra minha tia:
"Ah, Rebecca... Eu queria fazer o máximo... mas não podemos continuar, minha mãe não vai voltar...
"Sim..." Eu sei, amiga... Acho que já deu por hoje...
—Sim... mas me diz, Elsita... você gostou da brincadeira de "A Doutora"?...
"Ah, sim, Anita... Gostei muito...
"Tá bom... outro dia a gente pode brincar de novo..." O que você acha?
"Se minha tia me convidar, sim..." Respondi, me virando pra olhar pra ela
— Ah, mas claro, linda... você vai ver que a gente vai fazer de novo com a Anita... Ela é muito gostosa, né?
"Sim... ela é muito gostosa...
—Obrigada, querida.. Ela respondeu: "Mas agora a gente vai se vestir, porque se a mamãe chegar e nos encontrar assim..." ufff.... ela vai gritar até o céu... kkkkkkkk...
Imediatamente nós três começamos a nos vestir, enquanto a Anita arrumava os lençóis da cama pra não deixar vestígios do grande jogo que a gente tinha jogado. Pegando os livros dela na mesa, a tia Rebbe comentou com a amiguinha:
- Bem, Annie... tá na hora da gente ir... "Tchau", ele disse, dando um beijo na bochecha dela. "Tchau, meu amigo..."
"Adeus, Anita", falei me despedindo.
"Ah, vem cá, sua lindinha... você é uma gracinha..." Se cuida... — comentou, me dando um beijo também.
Saímos de lá e logo pegamos o ônibus que nos trouxe de volta pra casa.
— Ah, mamãe... que joguinho delicioso esse "da Doutora", hein?
— Sim, gostosa... é um jogo realmente delicioso...
— Ah, mamãe... queria que a gente brincasse disso também...
— Claro, linda... é claro... pode ter certeza que...
— Mas... a gente precisa de um amigo, né? — Cielo Riveros perguntou animada.
— Sim, claro... mas eu cuido disso... não se apresse...
— Sim, mamãe...
— Muito bem, pequena... mas agora é hora de dormir, porque seu pai não vai voltar tão cedo...
— Ah, mamãe... queria que você continuasse me contando...
Eu também gostaria, Rubicita—" mas por enquanto não me convém... será amanhã... Bine? — Sim, mamãe...
" Muito bem... Agora vem aqui e vou te vestir pra te levar pra tua cama.
Quando terminei de ouvir essa frase, desci as escadas voando. Eu tava com uma rola vermelha e murcha depois das gozadas enormes que dei ao ouvir aquela parte da história da infância da minha esposa. Fui pro banheiro e lavei a rola pra me livrar da quantidade enorme de porra que escorria. Tinha sido mais uma noite inesquecível. Uma noite quente. Sim. Tão quente quanto o verão.
Pouco depois, quando minha esposa me alcançou na sala de estar, quase caí no sono de exaustão. Ela me disse:
— Ah, Aldo... Tô com tanto calor....
" Oh, amor... Obrigado... Muito obrigado por me dar esses momentos...
— Hummm... Vejo que você gosta demais, né?
- Sim... você não tem ideia do quanto isso me excita... "Ah, sim..." Já vi... O problema de tudo isso é que não posso me aliviar...
"Não goza, love... Sei bem que você se alivia com a Cielo Riveros..."
— Ah, claro... o que você estava esperando?... mas sabe que não é a mesma coisa.... e também me excita muito lembrar do meu passado...
— Hmmm... você realmente tem uma história fenomenalmente quente, love...
— Você gosta?
— Claro que gosto... Por isso quero que você termine de contar tudo pra ela... Não quero perder nada...
"Você quer que eu continue contando tudo isso pra garota?"
— Sim, amor... por favor, por favor, me completa... se fizer isso, juro que também farei tudo o que você me pedir...
"Tudo o que eu pedir?"
"Sim... tudo..."
— Hmmm... muito bom, Aldo... mas pra constar, isso é um pacto entre nós dois...
"Eu sei, mulher... Eu sei... E você sabe que vou cumprir."
— Tá bom, amor... mas vamos dormir agora, é tarde...
No dia seguinte, já no escritório, meus pensamentos só estavam nos momentos intensos da noite em que me masturbei como um louco ouvindo a história da minha esposa pra Cielo Riveros. Reconheci que o fato de me esconder pra ouvir a história de Mirian Caballero produzia uma espécie de febre que eu não conhecia. O tesão que as experiências dela provocaram em mim foi tão intenso que eu realmente não sabia o motivo de tudo que sentia. Será que foi o jeito sutil como minha esposa costumava recriar as aventuras da infância dela? Ou foi o fato de ela ter me escondido as experiências quando era criança, que agora descobri escondido atrás da porta? Será que a presença de Cielo Riveros ouvindo tudo isso me inflamou? Eu não sabia ao certo. Mas do que tinha certeza era de que não queria que ela terminasse de contar tudo aquilo pra garota por nada neste mundo, porque eu estava me acostumando a ser o interlocutor oculto das experiências eróticas dela. Quando cheguei em casa, encontrei tudo com as luzes apagadas. Subi as escadas com cuidado. até chegar no batente da porta da sala principal. Vi que minha esposa e minha filha estavam sentadas na cama conversando. Dessa vez, Mirian Caballero me viu na hora e, inteligente como ela é, tratou de mudar o rumo da conversa, dizendo pra Cielo Riveros:
Sabe, gostosa?... Um dia, quando estivermos sozinhas, vamos brincar de uns joguinhos que eu te falei que costumava brincar com a minha tia... — Sim, mamãe... Já te disse que eu adoraria muito isso...
— Eu sei... Eu sei... mas vai ser quando eu achar que é a hora certa... Tá bom?
— Sim, mamãe... mas você ainda não me contou o que aconteceu depois que sua tia te pegou com a sua mãe fazendo aquilo... me conta... Você cumpriu a promessa que fez pra sua mãe?
— Ah, não... claro que não...
— Por que não, mamãe?
— Bom, porque se eu tivesse cumprido, podia arriscar minha tia ficar brava por eu tentar enganar ela...
— Ah, sim... que esperta você era, mamãe...
— Claro, bonitinho... tinha que ser...
— Sim, é verdade... além disso... Você disse que ela percebeu tudo, né?
— Ah, com certeza, Rubicita... ele viu tudo... então não deu pra eu me safar mentindo...
— Sim... sim... mas... E o que aconteceu depois, mamãe?
— Quer saber, pequeno?
— Sim, mamãe... por favor, continua me contando...
— Bem... escuta:
“Por dois dias tive que ficar trancado no quarto por causa da gripe, e minha mãe aproveitou essa situação pra vir de noite colocar os supositórios em mim. Mas agora percebi que antes de começar o jogo, ela garantiu que a porta do meu quarto estivesse bem fechada. Tava claro que ela não queria outra interrupção tão inesperada quanto a anterior. Eu, por minha vez, cooperei de boa com as manipulações anais dela, curtindo pra caralho os prazeres dela fuçar dentro do meu cuzinho, que agora tinha virado uma siririca dupla quando outro dedo entrou junto no meu canal da frente. A urina que soltei foi uma porrada; tanto que senti uma vontade doida de continuar ‘doente’ pra essa festa de dedada não acabar. Mas uma notícia indesejada chegou pra atrapalhar os planos da minha mãe, porque um irmão dela avisou que minha avó tava internada num sanatório com problema nos rins. O bafo obrigou minha mãe a sair de casa no terceiro dia, já que toda a família se revezava pra cuidar da vó à noite. Por isso ela me falou:‘Linda… Tô vendo que você tá bem melhor… Então vou ter que deixar você com seu pai.’
‘Por que, mamãe?’
‘Porque vou ter que ir pro sanatório ficar com sua avó… Já te falei que ela tá muito doente…’
‘Sim… Eu sei… Mas não se apressa, mamãe… Já tô bem…’
‘Tô vendo, Elsi… por isso vou suspender seu remédio… mas de qualquer forma, seu pai vai ficar de olho em você caso precise de algo…’
‘Sim, mamãe…’
‘Beleza… E agora vou indo, porque tenho que sair…’
‘Se cuida, mamãe…’
Como não tinha visto minha tia por vários dias, no fundo tava ansioso pra abraçar e beijar ela, então comecei a bolá um plano pra ir no quarto dela de noite e pegar ela de surpresa. Tava me preparando mentalmente pra chegar na minha tia no quarto dela quando todo mundo tivesse dormindo, quando de repente meu pai entrou no meu quarto:
— Oi, pequeno... como você tá se sentindo hoje? — Tô bem, papai... me sinto muito melhor...
— Que bom... que bom... isso me deixa feliz, Elsi...
— Obrigada, papai...
— Então, gostosa... sabe que sua mãe vai ficar fora essa noite... Então vim ver o que tinha de bom por aqui...
— Não... nada, papai... tô muito bem.
— Já jantou?
— Sim... a senhora me trouxe comida antes de ir embora...
— Muito bem... De qualquer forma, vou ficar aqui pra qualquer coisa... Mas quero te dar um conselho, linda...
— Sim, papai...
Fica no teu quarto e não sai..." Não quero que tu tenhas uma recaída... tá me entendendo?... É melhor eu ir ver você pra saber se tá tudo bem... me diz... Vai fazer isso? "Sim, papai..."
— Bom... então vou indo... e vou dormir, tô indo...
"Tá bom..."
Papai saiu do meu quarto e eu fiquei pensando que o melhor jeito dele não perceber que eu ia pro quarto da minha tia era esperar até ele dormir. Então fiquei impaciente até achar que era hora de sair. Tava quase me levantando da cama quando ouvi passos no corredor, então tive que me enfiar debaixo dos lençóis rapidinho. Escutei a porta abrir e vi a cara do papai espiando, sem entrar no quarto. Quando ele viu que eu tava deitado, fechou a porta e foi embora. O susto me deixou alerta, então fui obrigado a ficar no meu quarto por um tempo. Depois de achar que já era hora de ir, caminhei na ponta dos pés até a porta, abri e olhei pra fora, vendo que tudo tava escuro. Fechei a porta com cuidado e fui pro quarto da minha tia.
Tava quase girando a maçaneta pra entrar quando uns sussurros que ouvi me fizeram parar. Achei estranho ouvir vozes lá dentro, porque sabia que só nós três tava em casa. Com quem será que minha tia tava falando? Enfiei o ouvido na porta de madeira e comecei a captar o diálogo, ouvindo a voz suave da tia Rebbe comentar:
— Não, Oscar... pode ser perigoso...— Vamos, Rebecca... sua irmã não vai vir, te garanto...
— E como você sabe?... não pode ter certeza disso...
— Bom, não... mas acho que ela não vem hoje à noite... vai estar de plantão no sanatório.
— E se os planos mudarem?... A gente não sabe. — comentou minha tia —
— Mas eu realmente quero... faz tantos dias que a gente não faz...
— É... eu também sou igual a você... e ainda tem a garota...
— Sim... mas ela tá bem dormida... Só fui no quarto dela pra ter certeza...
— Bom, sim... mas ela pode acordar e ir pro seu quarto... pode precisar de alguma coisa...
— Ela não... Falei pra ela dormir e não levantar... — insistiu meu pai
— Sim, Oscar... mas não tô tão segura assim... Essa garota é muito esperta e percebe as coisas... Imagina o problema se ela descobrisse?
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