Relatório da Krathel

Relatório da KrathelFala, galera... vim contar um roleplay bem pesado e lésbico que fiz na outra noite com minha personagem Krathel Mí-ádh Scáth. Aqui tá a aparência da Krathel kkkkkkhentaiSou Krathel… uma necromante imortal que caminha entre os vivos como uma sombra de dois metros de altura. Pele pálida como a morte, tatuagens pretas que se contorcem conforme meu humor, peitões enormes mal cobertos por ataduras sujas, saia curta de pele de besta que mal esconde minha buceta peluda e minhas axilas igualmente selvagens. Naquela noite, uma jovem feiticeira chamada Lira ousou invadir minha floresta, querendo "destruir a bruxa das trevas". Senti ela de longe. Quando chegou à minha torre, já estava tremendo. Olhei pra ela de cima com meus olhos vermelhos brilhantes e falei devagar, com aquela voz espectral que faz o ar gelar: “…Pequena… mosca… veio me matar? Que… adorável…” Com um gesto dos meus dedos, fios de sangue negro saíram da terra e amarraram seus pulsos e tornozelos. Arrastei ela até o altar de pedra no centro da sala, onde as velas de sebo humano queimavam. Rasguei suas roupas devagar, aproveitando como a pele macia dela contrastava com a minha, morta e fria. Os peitos dela eram pequenos e firmes, a buceta completamente depilada… tão diferente da minha, grossa e selvagem. Tirei as ataduras dos meus peitos e me aproximei. Minhas tatuagens começaram a brilhar vermelho-sangue. Peguei uma adaga ritual de osso e cortei lentamente a palma da minha mão. O sangue escuro e grosso começou a pingar no corpo dela. Lira ofegou de medo… e de algo mais. “…O sangue… é poder…” sussurrei enquanto deixava meu sangue cair sobre os mamilos dela e descer até a barriga. Subi no altar, sentei na cara dela e pressionei minha buceta peluda contra a boca dela. Cheirava a terra molhada, a ferro e a algo antigo. “Lambe… ou te sangro aqui mesmo.” Ela começou tímida, mas quando usei meu poder pra controlar um pouco o sangue dentro do corpo dela (fazendo o clitóris dela pulsar forte), ela começou a lamber com desespero. Meu pelo pubiano roçava no nariz dela enquanto eu me movia devagar, me esfregando na língua dela. Enquanto ela chupava minha buceta, eu brincava com a adaga. Cortei um pouco mais a minha coxa, deixando o sangue correr, e depois fiz um corte superficial bem em cima da púbis. Nada profundo… só o suficiente pra sangrar. Lambi o ferimento dela enquanto ela gemia contra mim. O gosto metálico me excitou tanto que comecei a me esfregar mais forte. Minhas axilas peludas pingavam suor frio na testa dela. Virei ela de bruços, abri as pernas dela e penetrei com dois dedos enquanto mordia a nuca dela. Com a outra mão, segurei a adaga contra a garganta dela. "Sente… como eu controlo seu sangue…" As batidas do coração dela aceleraram sob meu controle. Fodi ela com os dedos cada vez mais rápido, minha buceta roçando na bunda dela, até ela gozar gritando, o sangue e os fluidos dela se misturando. Não terminei aí. Cortei meu lábio (bem onde tenho a cicatriz) e beijei ela fundo, fazendo ela provar meu sangue enquanto montava nela no tribbing. Nossas bucetas se esfregavam: a minha peluda e selvagem contra a dela macia e inchada. Cada vez que eu me cortava ou cortava ela um pouco mais, minha magia fazia a dor virar prazer pra ela… embora o medo nunca sumisse. Quando gozei, foi violento. Meu corpo tremeu, as tatuagens brilharam como fogo, e soltei um gemido longo e fantasmagórico enquanto enchia a boca dela com meus fluidos. Depois fiquei por cima dela, lambendo o sangue do corpo dela, sussurrando: "…Você é minha agora… pequena… se sobreviver… talvez eu deixe você servir como meu brinquedo na próxima lua…" Terminamos exaustas no altar, o corpo dela marcado com cortes superficiais e meu sêmen de bruxa (fluidos grossos) escorrendo entre as pernas dela. Não matei ela naquela noite… só porque me divertiu o medo dela misturado com prazer. ______ E bom, é isso por hoje. Hmmm, algumas coisas estão estranhas porque coloquei numa IA pra resumir tudo, já que é um roleplay do JanitorAi XD

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