Ainda não tinha terminado de falar quando o primeiro jato saiu com força e invadiu violentamente sua boca, enchendo sua garganta de porra quente. Acostumada como estava a beber o mijo de Mirian Caballero, Cielo Riveros não fez careta, mas engoliu o primeiro jato, o segundo, o terceiro e todos os outros. Eu a vi se esforçando enquanto sua garganta pulsava uma e outra vez entre as goladas. Mas muito gozo escorria da boca dela, porque não conseguia dar conta da enxurrada de líquido branco que saía com energia. A carinha linda dela ficou toda branca e melada. De repente, ouvi passos. Olho pra porta e vejo minha esposa. Não sabia o que fazer. Ela estava parada nos olhando de boca aberta. — Aldo. Mas o que é isso?... só olha pra isso...
— Ah... Mirian Caballero... me perdoa... Eu...
— Vamos... Vai pro quarto enquanto eu limpo a menina. Ela disse com um olhar de raiva. Obedeci como um robô e, dando uma última olhada na Cielo Riveros, saí do quarto.
Minutos depois, a Mirian Caballero chegou. Já foi soltando:
— Se você tava tão tesudo... Por que não me falou?
— Ah, amor... você tava dormindo tão gostoso... Não quis te acordar. Menti, sem saber o que responder na hora.
— E foi na casa da Cielo Riveros, né?
— Bom... sim...
— Ah, Aldo... Não sei mais o que pensar de você...
Também não sei o que pensar de você." Respondi, arriscando tudo. "Por que você diz isso?" Ela respondeu, surpresa.
"Porque eu também te vi."
"O que você está dizendo?..."
"O que você ouviu... Vi o que você estava fazendo com a garota... e aquilo me excitou... Por isso fiz o que fiz..."
"E o que você viu?" Ela perguntou, desconfiada, mas com cara de raiva.
"Quando ela te chupou... e depois você fez o mesmo com ele...
Ah, Aldo... mas então... você nos espionou?— Sim... mas não era essa minha intenção... Queria te surpreender e cheguei sem avisar.
— Ah... amor... sim... é verdade... ela e eu fizemos isso muitas vezes... Não posso negar... Me desculpa...
— Eu sei... o meu também é verdade... e me desculpo também...
— E o que você acha de tudo isso, amor?" — disse ela, suavizando o tom de voz quando percebeu que tinha sido descoberta.
— Nada, Mirian Caballero... Olha, eu te entendo... Te entendo perfeitamente... o trabalho, meu distanciamento... Entendo que nós dois precisamos dar um jeito de aliviar a tensão de algum jeito, não acha? Falei num tom conciliador.
— Sim. É isso aí... e é bom que você me entenda...
— Te entendo muito bem, Mirian Caballero, não se preocupa... Só peço que você também tente me entender... por favor...
— Sim, meu amor... Te entendo... Não se apresse...
E aí?" "Aqui não aconteceu nada", disse ela com um sorriso safado e provocante.
Minha esposa me abraçou e se grudou em mim com movimentos claros de desejo. Comentei:
— Oi, Mirian Caballero... mas agora... o que vamos dizer pra Cielo Riveros?
"Nada... deixa eu fazer isso, amor... Eu falo com ela." Disse, me beijando na testa.
— Humm... tá bom... mas olha, me veio uma ideia", respondi.
"Ah, me conta qual é, love..."
"Por que agora que nós dois sabemos disso... a gente não tenta aproveitar junto?"
Minha esposa me encarou por um bom tempo, pensando, até que finalmente respondeu:
— Hummm... não é o que eu tô pensando?...
- Talvez seja... mas se você não me contar... "Bom, deixa eu e você curtirmos o guri..." seu tarado... kkkkk...
— Exato. Respondi: "Você parece uma bruxa, adivinha... kkkkk..."
— Kkkkkk... mas como a gente faria?... cada um na sua... ou juntos?
— Pode ser dos dois jeitos... como você quiser... vai depender do tamanho das nossas fantasias... não acha, Mirian Caballero?
— É, verdade. Acho que sim.
— Como eu dizia, tudo vai depender do momento... o que você acha?
— Sim... é uma ótima ideia... mas não sei... o que ele vai dizer?
"Nada... o que ele vai dizer... na verdade, Cielo Riveros adora tudo isso e você sabe muito bem... olha, Mirian Caballero, ela já sabe de tudo, apesar da idade... ele te conhece e me conhece, já nos viu bem... conhece nossas partes íntimas; o jeito de fazer... tudo isso...
— Sim. Você tem razão. Tudo que você diz é a verdade. "E então?"
"Tá bom.
Apesar das porradas que já tinha dado antes, naquela mesma noite eu e minha esposa selamos aquele pacto sexual estranho e único de trilogia incestuosa com nossa filha, comemorando os dois com uma buceta fenomenal que me deixou morto. Não sei a que horas terminamos, mas acho que já devia ser de madrugada, porque quando o despertador tocou, eu nem queria levantar da cama. Mas Mirian Caballero, sempre mais prudente que eu, me sacudiu com força e disse:
— Aldo... Aldo... Já era hora.
— Uhhhhhh?
— Amor meu, para agora... ou você vai chegar atrasado no escritório.
— Ah... que saco ter que trabalhar.
— Kkkkk... uau! Se quiser, pede sua aposentadoria...” ela disse rindo.
Você vai ver..." Respondi, criando coragem e fazendo cócegas nela com a mão. — Não, Aldo... não... Ahhhhh
Levantei e entrei no banheiro. A água fria me acalmou. Quando voltei pro quarto, minha esposa já não estava mais lá. Me vesti rápido e saí do quarto. Ao passar pelo quarto da minha filha, abri a porta e a vi dormindo na cama. Que menina linda que a gente tem, pensei. Desci as escadas correndo. Mirian Caballero estava me esperando com o café da manhã pronto. Comi rápido enquanto minha esposa estava sentada no meu colo, agradecida pelo batido matinal.
— Ei... que puta acordo, né? Ele me contou
— E que puta... Eu respondi.
— Mmmm... sim, estava uma delícia... e também a Cielo Riveros, né?
— Sim, também... Juro que só de pensar nisso já fico duro.
— Ah, seu safado... Você gosta da garota, né?
— Claro... E você não?
— Ah, adoro ela... Ela é gostosa e muito obediente.
— Isso é bom... vamos ter que explorar isso muito bem", falei piscando um olho.
Tô certa que sim, amor... já vai ver. — Beleza, Mirian Caballero, vou nessa... "Já é tarde demais", respondi, dando um beijo nela pra me despedir.
— Se cuida... tchau.
Saí de casa, entrei no carro e fui pro escritório. O dia passou normal, entre montanhas de papelada e um monte de ligação. Quando o expediente finalmente acabou, voltei pra casa de noite. Tava com tanto calor pensando na fantasia que minha esposa tinha me prometido na noite anterior enquanto a gente trepava, que meu pau queria sair voando da calça. Cheguei e abri a porta. Tudo escuro. Subi as escadas com cuidado. Não tinha luz no corredor. Tudo na sombra. Olhei as portas dos quartos. Nenhuma luz saindo deles. Que porra é essa? Será que a Mirian Caballero não tá em casa? Fui me virando no escuro sem acender a lâmpada. Desconfio que minha esposa tá tramando alguma coisa. Abro a porta do quarto da minha filha e acendo a luz. Não tem ninguém lá. Saio e vou pro meu quarto. Quando abro a porta, ouço uns gritos que me assustam por um segundo.
Surpresa! Buuuuuu! Kkkkkkkkk....
Acendo a luz e vejo Mirian Caballero e Cielo Riveros saindo gritando e rindo de trás do armário, correndo na minha direção. As duas me abraçam. Sinto um carinho imenso pela recepção calorosa e surpreendente. Elas me prendem com os braços e se colam no meu corpo. Eu retribuo, abraçando elas também. Ficamos assim por longos momentos, curtindo o amor e o carinho da família. Penso na minha esposa e entendo que ela está feliz com o pacto incestuoso que fizemos. Me pergunto qual será a pequena surpresa que ela preparou em cumplicidade com a menina. Minha esposa me diz: — Vem, amor... deita na cama.
Deito no colchão. Mirian Caballero começa a me despir enquanto Cielo Riveros tira meus sapatos e meias. Fico só de calças. Minha esposa me manda descer pra sala. Eu obedeço. Tanto ela quanto a Cielo Riveros estão de pijama curto. O calor tá insuportável. Quando a gente senta no sofá, minha esposa me oferece uma cerveja. Aceito. Ela vai no freezer e volta com uma latinha na mão. Abre e me entrega. Dou o primeiro gole. Tô me sentindo foda. Mirian Caballero fala pra minha filhinha.— Cielo Riveros... Quer deitar no colo do papai?
— Sim, mamãe.
— Então vem aqui... vamos, vou te levantar.
Cielo Riveros levanta os braços e estende pra Mirian Caballero. Ela segura e coloca a menina em cima de mim, com a bunda bem em cima da minha virilha. Já saco o novo plano da Mirian Caballero, que não para de sorrir safada, me lançando olhares quentes de tesão. Resolvo entrar na brincadeira, disposto e excitado, mas na minha. Mirian Caballero chega perto e se deita no sofá. Deixo a cerveja na mesa e estendo a mão. Começo a enfiar por baixo da camisola da minha esposa até achar a calcinha dela. Puxo o pano pro lado e procuro ansioso a fenda peluda dela. Enterro a ponta do dedo indicador e sinto a umidade do caralho lá dentro. Meus dedos ficam encharcados. E meu pau também.
Começo a enfiar a falange mais fundo, fazendo movimentos circulares suaves no clitóris e no canal dela. Mirian Caballero geme de prazer. Mas ela tem os planos dela pra essa noite. Logo ouço ela falar pra Cielo Riveros:
Gostosa... Quer dar uma cavalgada no papai? — Sim, mamãe...
— Então, vem... vamos lá, vou te ajeitar.
Minha esposa levanta um pouco a Cielo Riveros e tira o roupão, deixando ela só de calcinha. Minha filhinha sorri na expectativa da brincadeira, completamente nova pra ela. A menina é realmente muito obediente, principalmente com a mãe. Mirian Caballero coloca ela em cima da minha pica dura enquanto diz:
"Vai, gostosa, rebola no seu cavalinho... monta nele."
Cielo Riveros começa a subir e descer a bunda nas minhas pernas, enquanto meu pau fica grudado como um poste na bunda linda dela. Obviamente, as intenções da minha esposa são me preparar. Assim que vê que o apito parou completamente, ela diz pra Cielo Riveros:
— Minha vida... Desce, agora vamos sentar como eu te falei antes.
A garota obedece rapidinho. Dá pra ver que ela curte umas aventuras. Mirian Caballero agora se vira de lado e faz um sinal pra eu fazer o mesmo. Tô atrás do corpinho torto da Cielo Riveros. Mirian Caballero chega perto de mim e tira a pica da minha sunga, que já parece uma barraca de índio. Tá mais dura do que nunca. Ela pega com uma mão enquanto com a outra levanta a calcinha da minha filhinha de lado. Coloca o pedaço de carne entre as nádegas dela, por baixo do tecido da calcinha. Meu pau agora tá colado na pele da bunda da Cielo Riveros. Sinto o sangue subindo pra cabeça. Minha esposa fala: —Vai, amor... começa a rebolar... e você também, linda...
Eu começo o movimento, esfregando o pau duro contra a bunda da menina. Vejo que a linda Cielo Riveros faz o mesmo. O tecido da calcinha dela apertando e roçando no meu pau me excita pra caralho. Mas me deixa mais doido ainda sentir a pele macia da bundinha dela se esfregando na ponta inchada da minha cabeça. Mirian Caballero me olha com um olhar cheio de safadeza. Ela segura minha cabeça e me dá um beijo longo e gostoso enquanto minhas mãos entram na fenda dela e começam a chegar na bucetinha molhada. Mmmm. Adoro essa brincadeira. Minha esposa sussurra pra mim:
Não vem, amor..." espera o máximo que puder... Eu concordo com a cabeça, mas de olhos fechados de prazer. Claro que não está nos meus planos gozar tão rápido. Mesmo sentindo o leite escorrendo pelo canal do meu pau inchado. Depois de longos e deliciosos flertes com a rola enfiada por baixo da calcinha da Cielo Riveros, e minha mulher grudando os lábios na minha boca, ela se separa e fala pra menina:
— Sim, Rubicita... Agora vamos trocar de posição.
— Sim, mamãe.
Olho o rostinho da minha filha e vejo que as bochechas dela estão cheias de desejo. Fico pensando como é possível que, nessa idade, sendo tão pequena, já consiga se excitar do jeito dela e com a visão infantil dela por quem provoca jogos sexuais. Não tem dúvida de que o tesão é genético. A gente já nasce com ele. Mirian Caballero pega ela no colo e tira da cadeira. Vejo a Cielo Riveros de calcinha, mas deslocada. Minha filhinha é uma gostosa. E dá pra ver que ela adora se deliciar assim. Mirian Caballero tira minha calcinha. Meu pau salta da prisão com força, igual uma mola. Minha esposa pega ele nas mãos e fala pra Cielo Riveros:
"Linda... Lembra do que eu te falei?
— Sim, mamãe...
— Bom, olha... é assim que se faz...Imediatamente, Mirian Caballero colocou o cadeado na boca e começou a chupá-lo com avidez. Deu ênfase especial à língua, provavelmente para mostrar à menina como devia chupar. Meu pau estava ficando mais longo e duro. Mirian Caballero sussurrou pra mim:
"Não goza, amor... Aguenta o máximo que puder."
Por longos e deliciosos minutos, minha esposa mostrou à pequena Cielo Riveros os segredos ocultos daquela prática de amamentação, que didaticamente poderia ser definida como "como chupar um pênis delicadamente sem bombear leite". Quando achou que já era suficiente, disse pra menina:
"Vamos, gostosa... agora é sua vez..." Você deu uma boa olhada em como se faz?
— Sim, mamãe...
"Então, coloca ele na sua boca.
Cielo Riveros se colocou entre minhas pernas e abaixou a cabecinha. Pegou meu pau duro nas mãos e, com muito entusiasmo, colocou ele pra dentro. A língua pequenininha dela chupou minha cabeça vermelha, igual tinha visto a mãe dela fazer. Não tinha dúvida de que eu gostava mais da língua e da boca da minha filha do que da minha própria esposa. As mamadas dela eram com certeza muito mais suaves, mais ternas, mais sutis, menos violentas, muito mais sublimes. Cielo Riveros chupou e chupou meu pau por um tempão até que a porra ameaçou sair. Falei pra Mirian Caballero. — Vou gozar... Faz alguma coisa, amor...
Mirian Caballero agiu rápido e imediatamente empurrou Cielo Riveros, tirando o pau da boca dela. A menina perguntou:
— Ah, mamãe. Por quê?... Quero continuar chupando meu pirulito... Eu gosto muito...
— Eu sei, minha filha... mas espera... isso tem que ser aos poucos...
"Por que, mamãe?"
"Porque senão, seu pai vai mijar..." e aí não vai sair mais mijo... ele vai perder a vontade e a gente não vai poder mais brincar com a coisinha dele... Entendeu, gostosa?
"Ah... sim... Tá bem.
Me diz, Rubicita..." Você gosta de chupar a coisinha do papai? — Sim, mamãe... Gosto muito.
— Bom, tá bem... Vamos esperar um pouquinho e depois você faz de novo, tá?
— Sim.
Essa pausa estratégica promovida pela Mirian Caballero deu resultados magníficos, já que a mina voltou pro tanque molinho das minhas bolas. De qualquer forma, ela esperou uns minutos até eu ficar pronto de novo, enquanto conversava com a Cielo Riveros:
— Não é, Rubicita, a coisinha do papai tem um gosto bom?
— Sim, mamãe... tem gosto de porra... Eu gosto.
— É uma delícia, né?
- Tá muito gostosa, mamãe... por isso quero mais. - Espera, Rubicita... vai ver que logo você vai chupar ele de novo... mas agora vem, vou tirar sua calcinha pra você ficar mais à vontade.
- Sim, mamãe.
Mirian Caballero pegou o tecido da calça da menina e começou a abaixar devagar. Essa pintura deliciosa fez meu pau ficar mais duro do que nunca. Logo minha esposa me posicionou em cima de Cielo Riveros de um jeito que ela ficou de frente pro meu rosto. Ela disse:
"Me diz, Rubicita..." Você gostaria que o papai chupasse sua coisinha agora?
— Sim, mamãe... mas me diz: posso mijar na sua boca?
"Se quiser, pode."
— Sim... quero sim... Já tô com vontade de mijar.
- Beleza, então vai... Leva sua coisinha até a boca dela.
Cielo Riveros colocou aquela mistura temperada de urina e cebola em cima dos meus lábios. Eu estiquei a língua e comecei a enfiar a ponta naquela fenda apertada. A garota gemeu de prazer com aquele docinho que minha protuberância dava pra ela. Não consegui enfiar muito minha língua salgada na rachadura dela, porque a bucetinha lisa dela apertava demais e não deixava eu ir mais fundo. Mas fiquei satisfeito em chupar aquela fenda pequena que me deixava louco por fora. Logo senti de novo a urgência do clímax. Fiz um sinal pra minha esposa, que entendeu na hora. Imediatamente ela disse pra Cielo Riveros: "Sim, gostosa... Seu pai precisa descansar um pouco.
— Ah, mamãe... mas eu quero mijar na boca dele.
"Espera um pouco, tá?... Vou te falar quando você pode mijar... todo mundo vai mijar junto... assim fica mais gostoso..."
Cielo Riveros balançou a cabeça. A pausa que minha esposa, esperta, me deu de novo deu resultado, porque senti o gozo voltar pro lugar de origem. Show. A brincadeira toda foi a mais deliciosa. Como que a gente não tinha curtido isso antes? Mas fazer o quê, tudo tem seu tempo. Nessa hora, vi que Mirian Caballero não ficou parada, porque já tinha deitado a garota no sofá e agora era ela quem chupava a bocetinha da menina. Cielo Riveros soltava gemidos suaves de alegria com aquela chupada louca que minha esposa dava na coisinha dela. De repente, a garota falou:
— Mamãe... vou mijar na sua boca.
Mirian Caballero se afastou rapidamente do que disse. "Espera um minuto, gostosa..." Vou te avisar quando.
— Ah, mamãe... mas já não aguento mais.
Minha esposa, entendendo que não podia mais adiar o momento sublime, me perguntou em voz baixa:
"Aldo... você quer que a menina urine na sua boca?"
— Sim, claro. Deixa eu tomar todo o xixi.
Mirian Caballero me devolveu a Cielo Riveros com as pernas abertas montada no meu rosto, enquanto eu estava deitado de costas no sofá macio. Imediatamente disse:
— Vai, gostosa... dentro da boquinha do papai... que vai tirar todo o seu xixi.
— Sim, mamãe...
A menina começou a se mexer devagar, esfregando ela nos meus lábios. Puxei minha língua babada de novo e comecei a tocar a rachadinha gostosa dela, passando de cima pra baixo. De repente, senti um jorro quente bater nos meus lábios e dentro da minha boca. Era um fio fino, mas saía com força das entranhas da Cielo Riveros. Instintivamente, abri a boca o máximo que pude enquanto o líquido quente e salgado entrava na minha garganta. Senti que tava me afogando, mas aguentei a pressão como pude. Bebi os jatos da minha menininha, que com certeza tinham um gosto delicioso. Foi minha primeira vez fazendo isso e eu adorei. Cielo Riveros esvaziou a bexiga dela na minha boca, enquanto eu sorvia e sorvia com um prazer sem igual aquele mijo inesquecível que fez meu cabelo ficar arrepiado de tanto calor que me dava. O jorro forte foi perdendo força aos poucos até que da bucetinha dela saíram gotinhas douradas que eu não queria deixar sumir. Chupei e chupei a rachadinha dela várias vezes até secar completamente aquele líquido delirante com gosto de mel salgado. Mirian Caballero se meteu e disse pra Cielo Riveros:
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