Nem sequer tava contando quantas vezes eu tinha gozado até aquele momento, porque as confissões que minha esposa fazia pra minha filha, além de eu ignorar, me deixavam tão excitado que a porra já não queria mais sair do meu pau. Mas não tava disposto por motivo nenhum a parar de ouvir as histórias emocionantes da infância de Mirian Caballero, que aparentemente tinha chamado totalmente a atenção da minha filhinha Cielo Riveros, deixando ela igualzinha a mim e minha esposa. Continuei ouvindo o que minha esposa tava falando pra minha filha.
Depois daquela primeira vez, fiz umas coisinhas com minha tia no sótão, brincando de esconde-esconde, e aí, à noite, na solidão do quarto dela, surgiu dentro de mim uma vontade sem explicação de ficar perto dela, que eu não conseguia evitar de procurá-la sempre pra convidar ela pra repetir tudo aquilo de novo. E pra ser sincero, tenho que dizer que a tia Rebbe colaborou muito comigo, então deduzi que ela também adorava brincar comigo. Um dia, quando estávamos sozinhos de novo, ela me disse:
—Elsi... Seus pais saíram... Não quer brincar de novo?
Pulei de alegria e respondi animada:
—Sim... O que a gente vai brincar dessa vez, tia?... Vai me ensinar outros joguinhos?
—Sim, gostosa... Vou te mostrar outras coisas.
—Tá bom, agora... me diz o que é...
— Vamos brincar de uma coisa diferente... Quero que aprenda tudo o que eu sei, Linda.
— Sim, tia... Como você diz.
— Dessa vez vamos brincar de pai e mãe... Você gostaria?
— Sim, tia... mas não sei brincar...
— Não se preocupa, Elsi, vou te ensinar...
— Tá bom... Como é que faz, tia?
— Vem primeiro, vamos subir pro sótão pra ficar mais seguros.
Eu segui ela escada acima até chegar na sala de trabalho vazia. Vi minha tia tirar a cortina velha do varal e colocar no chão. Então ela disse:
— Pra essa brincadeira a gente tem que tirar toda a roupa, gostosa... Vem, vou te despir.
Minha tia começou a tirar minha roupa até eu ficar pelada. Depois começou a fazer o mesmo enquanto eu olhava o corpo lindo dela e a penugem preta que aparecia acima da buceta. Quando ficamos prontas, ela disse:
Vem, Elsi... Vamos deitar no chão.
Obedeci de bom grado, sentindo uma emoção dentro do peito que me fez tremer toda. Parece que isso também deixou minha tia muito excitada, porque percebi que ela respirava ofegante e tinha o rosto vermelho. Ela comentou:
— Pra esse jogo, um tem que ser a mãe e o outro o pai...
— Ah, é, tia?... bom... me diz o que você gostaria de ser...
— Pra você aprender direitinho, eu vou ser o pai primeiro e você a mãe... depois a gente faz ao contrário... Quer?
— Sim... sim... tia...
— Tá bom, Elsi... Agora deita de costas, olhando pro teto.
— Cê gosta disso?...
— Sim, assim... Quero que preste muita atenção em tudo que vou fazer com você, pra depois você fazer o mesmo comigo... Beleza?
— Sim, tia... mas me diz uma coisa... É assim que os pais fazem quando tão sozinhos?
— Sim, gostosa... é assim que fazem... Por isso que te falei que dessa vez ia te ensinar uma coisa nova.
— Ah, que lindo...
— Relaxa esse corpinho e tenta abrir as pernas o máximo que conseguir...
Fiz o que ela pediu e me soltei no pano velho, com os braços esticados e as pernas abertas. Minha tia começou a beijar meu corpo bem devagar, tão devagar que a língua quentinha dela, passando na minha pele, me deu um formigamento gostoso que adorei. Fechei os olhos pra aproveitar a delícia dos carinhos dela. Ela me beijou com a língua desde a ponta dos meus pés até a entrada das minhas orelhinhas, provocando uma coceira estranha na entrada da minha bucetinha que dava uma agonia gostosa. Enquanto ela me acariciava assim, eu imaginava meu pai e minha mãe fazendo tudo aquilo no quarto deles, adivinhando como devia ser gostosa e deliciosa a sensação da minha mãe quando a boca do meu pai tocava nela.
A tia Rebe passou um tempão esfregando a boca e a língua dela por todo o meu corpo até que me pediu pra virar de costas. Me virei e comecei a sentir agora como ela acariciava minhas pernas, as nádegas, as costas e o pescoço. As sensações gostosas que a língua dela causava em mim faziam minha pele ficar toda arrepiada, me fazendo tremer por inteiro com o contato delicioso da boca dela. Mas aí ela se concentrou bem no buraquinho
no meu cu, porque ela abriu minhas nádegas com as mãos e colocou a ponta da língua no meu esfíncter traseiro. Essa foi uma experiência diferente, já que ninguém tinha feito isso comigo antes. Enquanto ela continuava focada em enfiar a língua na minha fresta apertada, tentei ajudar o máximo que pude, abrindo minha bunda o máximo possível, mas a língua dela não conseguia penetrar meu cu apertado quando eu era novinha. Então ela teve que se contentar em chupar ali por vários minutos. Depois de se deliciar à vontade com as intimidades do meu rabo, minha tia pediu que eu me deitasse de costas de novo. Dessa vez, ela repetiu as carícias ardentes por toda a frente do meu corpo, indo beber bem no centro.
da minha papayita, que mais uma vez foi submetida à intrusão da sua língua salgada, esculpindo ela no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu tava quase mijando em mim. Por isso eu falei pra ele: que mais uma vez foi submetido à intrusão da sua língua salgada, esculpindo ela no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu tava quase mijando em mim. Por isso eu falei pra ele: que mais uma vez foi submetido à intrusão da sua língua salgada, esculpindo ela no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu tava quase mijando em mim. Por isso eu falei pra ele:
Titia... titia... Tô com vontade de fazer xixi agora..."
"Espera, gostosa... Você tem que segurar o máximo que puder porque ainda não terminei."
"Tá bom... mas já não aguento mais..."
"Tá, tá... Vou terminar agora mesmo..."
Dito e feito, primeiro ela saiu da posição de amamentação para levantar o corpo e subir em cima do meu, tomando cuidado especial para que seu púbis peludo ficasse perto do meu. Imediatamente começou a esfregá-lo no meu como se fosse um homem que está com sua esposa. Essa nova e grande carícia me levou a outro mundo, porque o toque suave dos pelos dela na minha bucetinha peluda me causou uma sensação tão profunda que, quando lembro, quero repetir. Diante do constante empurrão e esfregação da sua perereca peluda no meu cabelo sem pelo, eu não aguentava mais a terrível vontade de mijar, então falei com a voz trêmula:
Tia, tia... jááá... vou mijar agora sim... jáááá... tia...
Ela tirou o lacinho dela do meu e abaixou o rosto até meu coelhinho aberto, de onde começaram a jorrar os chiados de xixi que minha tia gostosa pegou com a boca, bebendo todo o fluxo até não sobrar uma gota. Mesmo depois de eu ter mijado, ela não parou de chupar minha fenda até que finalmente me disse:
— Viu direitinho como o pai faz, minha linda?
— Sim, tia... mas não aguentei por muito tempo...
— Ah, querida, não se preocupa... É assim... Eu sei... Mas agora me diz... Você quer ser papai e eu quero ser mamãe?
— Sim, tia... Quero...
— Bom... porque você tem que fazer comigo o mesmo que eu fiz com você... assim você vai aprendendo aos poucos...
Sem dizer mais nada, foi ela quem agora ficou deitada de costas sobre a cortina velha, me dizendo:
— Vai, Elsi... Agora você é o papai... Faz comigo o mesmo que eu fiz com você...
Comecei a beijar o corpo todo dela, começando como ela, pelas pontas dos pés, passando minha língua por toda a pele dela e depois subindo até os buracos das orelhas. Minha tia gemia forte com as sensações que minha língua pequena causava nela, enquanto eu via a pele dela coberta de arrepios, como se estivesse com muito frio. Depois de vários minutos me divertindo desse jeito, ela se virou e deixou na minha frente a beleza majestosa da bunda dela virada para cima. As duas bolas das nádegas brancas e lindas dela me chamaram muito a atenção, então não pude evitar abri-las com minhas duas mãos, igual ela tinha feito com as minhas, para admirar à vontade o tesouro rosado que se escondia dentro daqueles glóbulos preciosos. Diante de uma visão dessas, não pude evitar levar minha língua ao esfíncter áspero que apareceu diante dos meus olhos completamente aberto, pulsando uma e outra vez, provavelmente pelo tesão que ela sentiu. Coloquei a ponta da língua no epicentro do cu dela e comecei a mexer e chupar com gosto. Os gemidos que saíam da boca da minha tia cresceram até se tornar praticamente gritos de prazer. Aproveitei até o indescritível aquele ato de chupar aquela bunda linda, até que ela fez alguns movimentos que indicavam que queria me olhar. Tirei a cabeça do tesouro escondido enquanto ela ficava de pé com o rosto virado para o teto.
Olhei pro rosto dela e percebi que ela mantinha os olhos fechados, com um sorrisinho leve enfeitando aquele rostinho lindo. Animada com o estado letárgico dela, comecei a beijar a parte da frente do corpo, passando pelos peitos redondos de uma mulher, de uma beleza tão gostosa que me lembravam os da minha mãe quando a gente tomava banho juntas. Fiquei um tempão chupando aquelas duas bolas duras do peito dela, que cheiravam uma delícia, me dando o melhor banquete da minha vida. Depois de mamar por muito tempo e saborear o cheiro gostoso dos peitos dela, desci até a virilha e me enfiei no meio das pernas abertas, colando minha cara na gruta peluda que tava esperando ansiosa pra ser beijada. Minha tia abriu as pernas o máximo que pôde, então não tive impedimento pra meter a ponta da minha língua inteira naquela fenda quente e alucinante, que comecei a chupar com um desejo incrivelmente safado.
Os gemidos e ofegos que saíam da garganta dela ficaram muito mais intensos, até virarem uns lamentos profundos de tesão. Minha tia mostrou com isso como os sentimentos dela eram ardentes e como ela curtia com paixão minhas carícias íntimas. Tava certo de que, se não estivéssemos sozinhos em casa, teriam ouvido claramente lá embaixo, porque os sons eram tão altos que tive que pedir pra minha tia tentar baixar o volume pra ninguém escutar. Mais cedo do que eu esperava, ela me incentivou:
— Aaai... aaaai... Elsi... por favor... Sobe em cima de mim... coloca sua bucetinha do lado da minha e esfrega bem rápido... aaaai...
Subi nela e encostei minha bolinha no triângulo gostoso dela, começando a grudar firme contra a linda montanha de Vênus dela, esfregando uma vez e outra, igual tinha feito, no pelo preto da coelhinha dela. Fiquei assim um tempão enquanto olhava o rosto da minha tia, que de olhos fechados balançava a cabeça de um lado pro outro como um pêndulo, curtindo fundo o calor do momento. Num instante o corpo dela começou a tremer tanto que achei que ia desmaiar, mas de repente ouvi o pedido dela com uma voz cheia de tesão:
—Elsi... Vou mijar... jááá... vamos, gostosa... enfia entre minhas pernas e chupa aí embaixo... jáááá...
Sem responder nada, tirei a boquinha dela e fui me enfiar entre suas pernas abertas, colocando minha boca salgada de novo no centro do seu púbis avantajado, enfiando a língua o mais fundo que pude. Ela estremeceu em espasmos violentos de delírio e começou a mijar dentro de mim. Quando percebi o que estava acontecendo, não queria perder nem uma gota dos seus elixires quentes, que escorriam fluidos do fundo das suas entranhas ardentes. Por vários segundos, ela se mexeu rápido sobre minha boca enquanto eu bebia os melados deliciosos da sua virilha. Embora tivesse pedido pra ela baixar o tom dos gritos, dessa vez minha tia ignorou meu pedido e, no mais alto grau de berro, gritou como uma louca enquanto derramava tudo na minha boca aberta. Depois de alguns segundos, minha tia recobrou o juízo e fez sinal pra eu deixar ela sentar.
Me afastei da sua magia e olhei seu rosto suado e corado pelo esforço que acabara de fazer. Ela me disse:
— Elsi... Valeu, linda... você mandou muito bem...
— Ah, tia... você gostou pra caralho?...
- Sim, querido... Gostei muito... tanto que até repetiria...
- E por que a gente não faz de novo, tia?...
- Não, Elsi... não por agora... se seus pais voltarem e nos pegarem aqui, sabe o que vai acontecer...
- É, sim...
"É melhor a gente se arrumar e descer pra sala..."
- Sim.
Na hora ela começou a levantar a cortina do chão e colocá-la de volta no lugar. Depois começou a vestir minha roupa e se vestiu também. Arrumou meu cabelo, pedindo que eu fizesse o mesmo, e aí descemos as escadas correndo. Quando chegamos na sala, vimos que meus pais ainda não tinham voltado, mas a tia Rebbe não queria mais se arriscar a ser pega.
- Ah, mamãe... Então dessa vez você aprendeu o segundo joguinho com ela, né?...
- Isso mesmo, Rubicita... o do pai e da mãe... esse é o nome do jogo...
- Ah, mamãe... Será que um dia a gente vai poder jogar juntos?
- Claro, linda... você vai ver que vou te mostrar também...
Oh... que delícia...
—Sim... vai ser uma delícia, Cielo Riveros... Você vai me contar se não for.
"Isso é bom..." Sempre gostei de aprender coisas novas, mamãe...
— Sim... Eu sei... e tudo que eu sei vou te ensinar... Eu prometo, meu bem...
— Ah, obrigada, mamãe... por isso te amo tanto...
— Eu também te amo muito, gostosa...
Ao ver que não tinha mais cum nos meus ovos, tive que dar um sinal pra minha esposa de que essa noite já deu. Mirian Caballero, entendendo na hora meu pedido, disse pra Cielo Riveros.
"Linda... Acho que já é hora de a gente descansar... Já está um pouco tarde...
— Mamãe?... Mas você vai continuar me contando mais daquilo que contou sobre sua tia Rebeca?
—Claro, gatinha.. Prometo que vou fazer isso.. mas vamos... É hora de você ir pra cama.
Quando ouvi as palavras da minha esposa, corri pra sala pra Cielo Riveros não me ver. Minutos depois, Mirian Caballero desceu e me disse:
"Amor... Como foi a noite?"
"Oh, amor", respondi, abraçando ela e dando um beijo. "Você foi demais... simplesmente demais..." Não esperava algo assim...
"Por quê, Aldo?"
"Por tudo que você revelou pra garota..." é algo deliciosamente quente... Tive que...
"Ah, que bom..." A única coisa que lamento é que você não tenha derramado essa porra em mim.
"Fica tranquila, vou te dar sua dose..." hahahahaha...
— Hahahahaha... já vou ver, seu safado...
"Valeu, amor..." valeu por me deixar tão excitado...
— Nunca imaginei que meus segredos iam te deixar assim, Aldo.
"Bom, viu que sim..." e quero que você continue contando pra garota até terminar sua história de infância...
"Você realmente quer isso, meu amor?"
— Sim, Mirian Caballero... Eu quero isso.
Tá bom..." Vai ser assim então.
"Bom, hora de ir descansar..." amanhã o escritório me espera.
"Ô love, nem pensa nisso agora... melhor vem, sobe que vou te dar uma massagem nas costas."
– É, vamos subir as escadas.
No dia seguinte, me senti tão cansado no escritório que praticamente não tive vontade de fazer nada. Projeto que não tenho prazo pra terminar. E a foda de ontem à noite me deixou seco. Mas como tudo foi gostoso. Ufa. Que confidências boas que a Mirian Caballero tinha. Me deixam mais tarado do que eu imaginava. Tô gostando demais desse joguinho. É algo novo e quente. Excessivamente quente. Não importa se tô cansado, hoje à noite vou ouvir de novo a continuação das aventuras sexuais da minha esposa, quando era novinha, com aquela tia. Que coisa foda. Nunca imaginei que minha esposa guardava esses segredos. Nem que ouvir as confidências dela me deixasse tão preparado. Pelo visto, os jogos sexuais de meninas são algo real. E como não seriam? Será que eu não curto a Cielo Riveros? E a minha própria esposa não se consolava com ela quando a gente não podia transar por causa do trabalho? Sim. Sexo infantil entre meninas e adultos é algo que realmente acontece. É algo totalmente comprovado. Com esses pensamentos na cabeça, o dia passou.
Um dia sem fim. Droga de trabalho. O dia inteiro me prende num cubículo no meio desses jornais idiotas. Sem perceber, a noite cai e eu só espero as dez pra voltar pra casa. Quando vejo os ponteiros do relógio marcando dez horas, largo tudo e vou pro meu carro. Ligo o motor e sigo em direção à minha casa. No caminho, fico pensando em tudo que me espera. Porra, é foda o que Mirian Caballero tá contando pra Cielo Riveros. Preciso ouvir tudo. A buceta quente da minha esposa começou quando ela era criança e ela adorou. Não é à toa que ela é tão boa na cama. Com certeza ela lembra de tudo que a tia Rebeca fez com ela naquela época. E também do que fez com a mãe e o pai dela. Sim, deve ser isso. Tenho quase certeza. Por isso também peguei ela brincando escondido com a Cielo Riveros.
Num reflexo condicionado, ela repete com a Rubicita o que aprendeu quando era criança. Sim, disso não tenho dúvida. Sinto o pau explodir dentro da minha calça. Tô com calor. É verão.
Finalmente chego no estacionamento do apartamento. Tranco o carro e vou pra casa. Entro em silêncio. Não quero que a menina perceba. Só a Mirian Caballero, que já deve estar pronta pra sessão de hoje à noite. A casa toda tá escura. Só uma luz fraca ilumina o corredor do andar de cima. Subo as escadas com cuidado e em silêncio. Me aproximo devagar do quarto principal. O feixe de luz que sai da porta entreaberta bate na minha cara. Olho pra dentro sem fazer barulho. Minha esposa tá sentada na cama com a menina. As duas tão conversando animadas. Espero não ter perdido nada. Do jeito que dá, fico na frente da Mirian Caballero pra ela me ver. Ela tá me esperando; por isso me vê na hora. Faço um sinal pra ela começar a festa. Ouço ela dizer pra minha filhinha:
— Ah, gostosa... Você não quer que eu continue contando minha história de quando você era criança?
— Quero, mamãe... Era isso que eu ia te pedir... Quero que você conte. Antes do papai chegar.
"É, você tem razão..." melhor a gente se apressar, porque se ele chegar, não vou poder te contar mais.
Ele não pode saber o que você fazia quando era criança, né?"
— Não, gostosa, claro que não. Por isso você nunca pode contar nada do que eu te falo.
— Sim, mamãe... Entendi... Não vou contar.
"Eu sei, Rubicita—" Eu sei.
— Então me conta, sim?... Quero saber mais.
— Sim. Escuta com atenção, meu bem.
"Depois da noite em que minha tia Rebe me chamou no quarto dela pra revelar as coisinhas que eu fazia com a mamãe e o papai, e depois que ela me ensinou a brincar de 'mamãe e papai' pela primeira vez, eu só queria que a gente tivesse outra chance de ficar sozinhos. Mas os dias foram passando sem que meus pais saíssem de casa. Então, uma tarde, quando ela me levou ao cinema, enquanto a gente caminhava na rua, eu comentei:
— Ah, tia Rebe... faz dias que a gente não faz nada... e eu quero muito que você me ensine mais joguinhos desses que você inventa...
— Sim, gostosa, eu sei. Acredite, eu também tô ansioso... mas cê vê que não deu certo.
— Sim... é verdade... Mas então vamos ter que esperar até meus pais irem embora?
— É o melhor... quando eles saem, a gente tem certeza que tá sozinha e não corre risco de ser descoberta... Já te falei, Elsi.
— Mmmm... sim, é assim, tia... mas cê não sabe o que eu sinto... Por isso que tô te falando.
— Vamos ver, me conta... O que cê sente, gostosa?
— Ah, tia, sinto como se tivesse faltando alguma coisa... como se tivesse muita saudade de brincar daquilo com você... jejeje...
— Ah, meu bebê... Te entendo, te entendo muito bem, porque sinto o mesmo... mas cê precisa entender que a gente tem que esperar as oportunidades... só assim a gente fica segura...
— Tá bom... e me diz... Que filme a gente vai ver hoje?
— Bom, parece que tá passando aquele da Branca de Neve e os Sete Anões... cê topa a gente assistir junto?
— Sim... se eu quisesse, tia...
- Tá bom, gostosa... com isso a gente vai se distrair um pouco.
Quando chegamos no cinema, a tia Rebe comprou os ingressos e a gente entrou. Vimos que tinha pouca gente lá dentro, então tinha muito lugar vazio pra escolher. A tia Rebe ficou parada uns segundos, como se procurasse o melhor lugar pra sentar. Senti quando ela puxou meu braço pra me levar lá pro fundo, bem onde os assentos eram fixados na parede mais longe da tela. A gente sentou junto e eu me virei pra olhar em volta. Não tinha ninguém perto da gente. Quando apagaram as luzes e o filme começou, ela me disse pra esperar um pouco porque ia comprar uns doces. Voltou uns minutos depois com várias guloseimas e me deu algumas. Eu me deliciei com os doces enquanto via os desenhos animados que apareciam no fundo branco da sala.
Pouco depois do filme começar, ouvi as palavras quentes dela bem perto do meu ouvido:
"Linda... você tá gostando do filme?"
"Ah, sim, tia... é muito lindo..."
"Que bom que você gostou, Elsi... é que eu quero ir ao banheiro... E queria pedir pra você vir comigo."
"Sim, tia... se você quiser, vou com você..."
"Mas— você vai perder uma parte..."
"Tudo bem... vou com você... quero..."
"Tá bom... vamos, vamos."
A gente deixou os doces nos assentos, levantou e caminhou na direção dos banheiros. Quando chegamos, minha tia me perguntou:
"Elsi... você não tá com vontade de mijar?
— Sim, tia Rebe... Eu também quero...
"Então vem... vamos entrar juntos.
Na mesma hora entramos num dos banheiros privativos. Depois de fechar a porta, minha tia levantou a saia, baixou a calcinha e sentou na privada. Fiquei observando ela de pé com olhar lascivo, porque vê-la assim me lembrava inevitavelmente das vezes que a gente brincava junto com nossos joguinhos secretos. O calor do meu sangue se revelou quando ouvi o suave jato de mijo saindo de dentro da barriga dela. Minha tia me olhou sem tirar os olhos de mim. Tinha algo no olhar dela que dizia que ela gostava de ser vista daquele jeito. E claro que eu também adorava ver. Quando ela terminou de esvaziar a bexiga, me perguntou:
"Linda... agora é sua vez de mijar..." Vem. Vou baixar sua calcinha pra você.
Com toda a confiança que a gente tinha nos nossos joguinhos ocultos, não me opus nem um pouco a tudo que ela pedia. Então me aproximei e ela começou a baixar minha calcinha, levantou meu vestidinho e me sentou no vaso. Comecei a derramar meus líquidos quentes lá dentro no tanque branco enquanto ela me olhava com os mesmos olhos de desejo que eu via brilhar daquele jeito especial quando a gente brincava no sótão. Quando terminei de encher meu mijo, minha tia disse:
— Ah, lindo... que delicioso som os teus jatos quando tu mija...
— Cê gosta mesmo, tia?... Também gostei de te ver mijar...
— Tu também gosta de me ver, Elsi?
— Sim, tia... Adoro...
— Mmm... que delícia... Sabe o quê, Linda?
— O quê, tia?...
— Queria fazer aqui mesmo... Cê quer?
— Ah, tia, sim... Era isso que eu ia te pedir...
— Tá bom... só temos que fazer rápido, caso alguém apareça.
— Sim... Entendi.
Minha tia começou a tirar a minha calcinha, que tava na altura dos joelhos, e colocou no vaso. Depois me disse:
— Vamos, gostosa... tira a minha...
Obedeci na hora e puxei a calça branca dela pra baixo, colocando por cima da minha. Ela levantou a saia, abriu as pernas o máximo que pôde e falou:
— Vai, Elsi... Coloca sua cabecinha entre minhas pernas e lambe minha...
Me meti entre a buceta peluda e inchada, abrindo com as mãos, vendo que tava toda molhada da mijada recente, mas também do tesão do momento. Enfiei meu dedo mais comprido na caverna molhada e comecei a enterrar devagar, enquanto ela fechava os olhos e jogava a cabeça pra trás, curtindo a carícia gostosa. Era claro que minha tia adorava fazer isso comigo no banheiro do cinema, porque dava pra ver ela mordendo os lábios pra abafar os gemidos que queriam sair da boca linda dela. Depois de muito tempo mexendo na fenda dela, ela pediu pra eu chupar. Aproximei meu rosto da virilha dela, abri de novo os lábios da buceta e mergulhei minha língua naquela cavidade quente. Comecei a mexer minha língua dentro da buceta molhada dela, enfiando e tirando a ponta da fenda rosada. Quando minha tia sentiu os primeiros espasmos da chegada, ela sussurrou:
— Ah, Elsi... fica mais comigo... enfia mais fundo... Vou mijar na sua boquinha...
Obedeci e apertei meu rosto com força contra a buceta linda dela, enfiando a língua o mais fundo que dava. Nessa hora, ela começou a tremer toda... garras dos espasmos mais delirantes. Senti os líquidos dela escorrendo dentro da minha boca aberta enquanto eu chupava e chupava aquela deliciosa buceta que pulsava entre meus lábios. Quando o corpo dela parou de tremer, fui eu quem implorou com desejo:
"Tia Rebe... por favor... quero mijar na sua boca..."
"Claro, pequeno... Vamos, senta no vaso.
Me posicionei como ela pediu e abri as pernas o máximo que pude. Minha tia se ajoelhou e aproximou a boca da minha bucetinha lisinha, que já ardia de vontade de sentir a língua dela dentro. Ela abriu suavemente os pequenos lábios e encostou a ponta da língua quente na minha entradinha. Soltei um gemidinho leve de prazer ao sentir o toque quente, mas ela colocou uma das mãos sobre minha boca, como se mandasse eu calar a boca. Não tive escolha a não ser apertar bem os maxilares para evitar que os suspiros de prazer escapassem, enquanto tia Rebeca começava a chupar minha coisinha loucamente, entrando e saindo do meu buraquinho apertado. Pela genialidade da língua sensual dela, não aguentei muito tempo e senti que logo ia transbordar dentro dela. Então falei:
— Tia... Vou mijar... Vou mijar... jááááá...
Ela não esperou mais, ficou de boca aberta e enfiou a língua dentro de mim o mais fundo que pôde. Isso foi o suficiente para eu tremer de prazer e começar a derramar meu pequeno jato quente na boca aberta dela, que recebeu meus fluidos quentes com um deleite incrível.
- Depois de terminar de se divertir, ela começou a vestir minha calcinha e depois fez o mesmo. Quando ficamos prontos, ela me pegou pela mão e voltamos para nossos lugares. O filme ainda não tinha acabado, então continuamos sentados assistindo aos desenhos até o programa terminar. Me senti mais que feliz enquanto voltávamos para casa, porque já fazia vários dias desde que tinha brincado com minha tia, e dessa vez, mesmo sem acreditar, ela tinha sabido aproveitar muito bem as circunstâncias, me dando a chance de aprender coisas novas. De mãos dadas, andamos pelas ruas conversando animadamente sobre o filme que nem tínhamos visto por completo. De repente, minha tia me disse:
- Elsi, me diz... O que você achou da história da Branca de Neve?
"Divino... Amei os desenhos..."
"São muito bonitinhos, né?
Sim..." Sempre gostei de desenhos animados, tia...
—Você gosta muito mesmo?... porque eu conheço uns filmes de desenho animado que são bem especiais, lindinhos...
—Ah, tia... e onde a gente pode ver eles?
—Bom, em casa... quando seus pais não estiverem, claro.
—Por quê?... É ruim eles verem a gente?
—Olha, Elsi, vou te explicar... Os filmes que eu tô falando não são os mesmos que a gente viu hoje.
—Não?... mas você disse que...
—Que eram desenhos, né?... e realmente são... mas é um tipo diferente de desenho, linda...
—Ah... Não entendi direito, tia...
—Espera eu te contar, Elsi... o que quero dizer é que são desenhos animados... mas fazendo umas coisinhas parecidas com o que você e eu fazemos...
Fiquei muito surpreso quando ouvi o que ela tava dizendo. Aí perguntei, meio desconfiado:
"Você quer dizer—" que os desenhos animados mostram a mesma coisa que a gente faz?
"Exatamente, gostosa... você é muito esperta e pega rápido... hehehehehe...
— Kkkkkk... é, tia, parece que sim...
"E é muito bom você ser assim, meu bem..." agora me diz... Você gostaria que um dia a gente se visse, eu e você?
"Sim.... Quero ver com você, tia...
"Tá bom..." Vou te falar o que a gente vai fazer... Quando estivermos sozinhos, vou alugar o filme e aí a gente assiste junto... Beleza?
— Sim, tia...
"Beleza... mas já sabe... Nem uma palavra pra ninguém sobre nada, hein?
"Claro, tia... Eu sei.
Perfeito, gostoso..." sabe?.. Eu te amo demais...
"Ah, tia... Eu também te amo muito... De verdade..."
Entre conversas, chegamos em casa.
"—Os dias passaram rápido e finalmente surgiu a oportunidade tão esperada, já que meus pais tiveram que sair da cidade para um compromisso social, me deixando como sempre aos cuidados da minha tia. Nós dois fomos até a garagem nos despedir deles até vê-los sumir na rua. Sabendo que era a hora certa, minha tia me puxou pelo braço pra dentro de casa e já foi dizendo:
"Linda... Lembra do que te falei sobre aquele filme?"
"Claro, tia... Lembro perfeitamente..."
"Que bom... mas me diz... Você quer que a gente veja agora?... Se não fizermos dessa vez, acho que vai ser difícil seus pais saírem de novo por várias horas... Entendeu?"
"Sim, tia... Entendo..."
"Então... me espera aqui..." Vou na locadora alugar ele..."
"Sim, tia... Mas não demora muito, né?"
"Não, pequeno... Só espera que não vou me atrasar."
Eu concordei. Ela pegou a bolsa, se despediu de mim e, fechando a porta, saiu. Um tempo depois voltou com uma caixinha na mão. Sem me dizer nada, ligou o videocassete e a TV e colocou o filme no vídeo. Depois me pegou pelas mãos e me levou até um sofá na sala. Logo as primeiras cenas do filme que eu tanto queria ver começaram a rolar na tela. Senti meus lábios secos e a respiração ofegante. Mas mais ainda ela, que eu vi como os olhos brilhavam com aquela faísca única que eu conhecia tão bem. Ela deve ter lembrado que esqueceu de fazer alguma coisa, porque apertou o botão de pausa no controle remoto, parou o filme e me disse:
Espera, Elsi... Vou fechar bem a porta e as cortinas... Não quero que ninguém perceba.
—Sim, tia.
Depois de garantir nossa privacidade, ela se sentou de novo bem perto de mim e disse:
"Agora sim, gostosa..." nada mais pode nos interromper.
Quando o aparelho foi ligado de novo, as imagens se projetaram outra vez. “O que vi me deixou sem palavras e pasmo”
—Que filme era, mamãe?...
—Era a Branca de Neve e os Sete Anões, querido.
—Mas— você já não tinha visto no cinema?
—Sim... mas esse era de outro tipo... digamos que eram desenhos animados... mas com brincadeirinhas como as que a gente faz com seu pai, linda...
—Ah... não me diga... Existem filmes assim, mamãe?
—Sim, pequeno... Te garanto que existem...
— Ah, mami... e elas são lindas?...
"São muito gostosas, menina..."
— Ah, mami, e você gosta delas?
— Claro que gosto... e muito...
— Como você se sente quando vê eles, mami?
"Muito tasty..." a gente se excita... dá vontade de mijar, Rubicita.
— Ah, mami... Eu queria ver um...
"Sim, gostosa..." Você vai ver, a gente vai ver bem logo.
— Tá bom, mami... Mas agora continua me contando, tá?
"Sim..." Vou continuar.
Não consigo descrever o tesão intenso que senti de novo quando ouvi as confissões ardentes da minha esposa pro menino. E se no dia anterior eu tinha me masturbado várias vezes como um louco, dessa vez eu gozei pra caralho ouvindo os segredos mais íntimos da Mirian Caballero, revelados pela primeira vez pra Cielo Riveros e pra mim. Não sei dizer se a puta excitação que essas conversas me causaram foi por ter escutado escondido; ou por saber que foi minha própria filha pequena quem ouviu essas revelações; ou pela paixão extraordinária com que minha esposa enfatizou suas próprias confissões. A verdade é que, mesmo tendo gozado várias vezes, meu pau continuava pedindo mais apertões, que eu não parei de dar com gosto.
Ouvi quando Mirian Caballero continuou contando pra Cielo Riveros sobre sua experiência quente.
Pude admirar quando a Branca de Neve, lindamente desenhada, se perdeu na floresta e lamentou sua desgraça. De repente, vários anões apareceram e a levaram com eles para uma casinha escondida na imensidão do campo. Dentro dela, havia outros anões que logo se juntaram aos demais e começaram a despí-la. A Branca de Neve, no começo, se recusou a ser despojada de seu longo e bonito vestido. Mas não conseguiu evitar diante da multidão de homenzinhos que logo se atiraram sobre ele. Juntos, conseguiram tirar toda a roupa dela, deixando-a completamente nua. A Branca de Neve estava tão gostosa que até achei uma certa semelhança com minha tia Rebe, porque tinham quase a mesma idade e competiam em graça e beleza. Os anões começaram
a se encolher no meio de uma grande confusão enquanto a menina bonita olhava horrorizada. Mas quando começou a ver o tamanho dos paus que sobressaíam de cada um dos pubis dos homenzinhos, desmaiou de medo. Será que talvez nunca tinha visto um pau, e muito menos de um tamanho tão colossal como os que os liliputianos mostraram? Eu também, ao ver as dimensões tremendas daqueles paus grossos e enormes que pendiam como sinos, me assustei e perguntei pra minha tia Rebe:
"Tia... Por que os anões têm algo tão comprido e grande?..."
"Ah, que lindo..." Você tem que lembrar que é só um filme... uma fantasia...
"Mas—" é que eles têm grande demais... e meu pai não é tão grande assim...
"Não me diga—e quão grande é meu cunhado?"... Vamos, Elsi... Me conta.
"Bom, bem menor..." é bem menor que esses...
— Mais ou menos que tamanho será?
"Sei lá... talvez o tamanho do seu dedo mais comprido... ou um pouco mais...
— Mmmm.... Eu pensei que...
"É verdade
Ei, tia... Te falo que vi bem quando jogamos basquete ou quando ele me toca e me puxa... Lembra que te contei?
"Sim, gostosa... Lembro bem... Mas tem certeza disso?"
— Sim, claro... por isso me impressionou o tamanho daquelas coisas que a gente tá vendo agora...
— Sim, é... Mas vamos continuar vendo o filme, tá?
— Sim.
Voltamos a olhar para a tela da televisão. Agora um dos anões estava montado em cima da jovem Branca de Neve, que já estava de pernas abertas. Fios de pelos pubianos loiros se erguiam sobre sua bucetinha bem desenvolvida. O homenzinho que estava por cima dela já empunhava seu enorme masturbo nas mãos. Imediatamente ele subiu em cima e enfiou o pedaço de carne no centro da fenda da sua virilha. A garota gritou de dor ao se sentir penetrada com uma força tremenda por aquele pau alucinante que logo se perdeu no buraquinho apertado. Assim perfurada, ela já não conseguia escapar do desejo e do gemido, e logo começou a se mover com prazer, empurrando os quadris ritmicamente de um lado para o outro, como se estivesse curtindo a penetração violenta a que estava submetida. Seus olhos permaneceram fechados, e por isso ela não percebeu quando outro homenzinho se aproximou do seu rosto e levou seu pau comprido até a boca dela. Sentindo a cabeça daquele pênis batendo na porta dos seus lábios gostosos, a garota decidiu cooperar, abrindo a boca o máximo que pôde, enquanto o pedaço peludo de nervos venosos entrava na sua cavidade. O anão começou a empurrar sua rola para dentro enquanto ela lambia a cabeça do instrumento real.
com a língua. Os outros cinco pequenos esperavam ansiosamente pela vez, rindo e curtindo o espetáculo inesperado na frente deles, enquanto seguravam seus longos paus com prazer. O homenzinho que a penetrava ainda estava em cima dela, se movendo rapidamente dentro da pequena abertura da Branca de Neve, agora desflorada para sempre, que soltava gritos de prazer enquanto se afogava com o outro pau ereto preso no fundo da garganta dela. Depois de alguns minutos de bombadas constantes, o anão gritou e se derramou na fenda da garota, descarregando jorros enormes de porra no seu coque intricado. Percebi perfeitamente porque, quando tirei o pinto dele do coelho inundado da Branca de Neve, escorreram grossas camadas de material leitoso. Assim que ele abandonou a prisão meridiana da garota,
Outro dos anões tomou o lugar dele. Esse último, mais safado que o companheiro, levantou na hora as pernas longas e lindas da moça e abriu elas de lado, igualzinho as folhas de uma janela, enquanto enfiava a ponta do bastão no meio dela e metia com crueldade e selvageria. A loirinha gritou de novo, mas já não sabia direito se era de dor ou de prazer, porque começava a brotar na boca dela um sorriso gostoso que me hipnotizava.
A bagunça que explodiu dentro da cabaninha foi barulhenta pra caralho. Tanto eu quanto minha tia adoramos curtir aquelas imagens animadas maravilhosas que nos fizeram ter que...
Depois daquela primeira vez, fiz umas coisinhas com minha tia no sótão, brincando de esconde-esconde, e aí, à noite, na solidão do quarto dela, surgiu dentro de mim uma vontade sem explicação de ficar perto dela, que eu não conseguia evitar de procurá-la sempre pra convidar ela pra repetir tudo aquilo de novo. E pra ser sincero, tenho que dizer que a tia Rebbe colaborou muito comigo, então deduzi que ela também adorava brincar comigo. Um dia, quando estávamos sozinhos de novo, ela me disse:
—Elsi... Seus pais saíram... Não quer brincar de novo? Pulei de alegria e respondi animada:
—Sim... O que a gente vai brincar dessa vez, tia?... Vai me ensinar outros joguinhos?
—Sim, gostosa... Vou te mostrar outras coisas.
—Tá bom, agora... me diz o que é...
— Vamos brincar de uma coisa diferente... Quero que aprenda tudo o que eu sei, Linda. — Sim, tia... Como você diz.
— Dessa vez vamos brincar de pai e mãe... Você gostaria?
— Sim, tia... mas não sei brincar...
— Não se preocupa, Elsi, vou te ensinar...
— Tá bom... Como é que faz, tia?
— Vem primeiro, vamos subir pro sótão pra ficar mais seguros.
Eu segui ela escada acima até chegar na sala de trabalho vazia. Vi minha tia tirar a cortina velha do varal e colocar no chão. Então ela disse:
— Pra essa brincadeira a gente tem que tirar toda a roupa, gostosa... Vem, vou te despir.
Minha tia começou a tirar minha roupa até eu ficar pelada. Depois começou a fazer o mesmo enquanto eu olhava o corpo lindo dela e a penugem preta que aparecia acima da buceta. Quando ficamos prontas, ela disse:
Vem, Elsi... Vamos deitar no chão.Obedeci de bom grado, sentindo uma emoção dentro do peito que me fez tremer toda. Parece que isso também deixou minha tia muito excitada, porque percebi que ela respirava ofegante e tinha o rosto vermelho. Ela comentou:
— Pra esse jogo, um tem que ser a mãe e o outro o pai...
— Ah, é, tia?... bom... me diz o que você gostaria de ser...
— Pra você aprender direitinho, eu vou ser o pai primeiro e você a mãe... depois a gente faz ao contrário... Quer?
— Sim... sim... tia...
— Tá bom, Elsi... Agora deita de costas, olhando pro teto. — Cê gosta disso?...
— Sim, assim... Quero que preste muita atenção em tudo que vou fazer com você, pra depois você fazer o mesmo comigo... Beleza?
— Sim, tia... mas me diz uma coisa... É assim que os pais fazem quando tão sozinhos?
— Sim, gostosa... é assim que fazem... Por isso que te falei que dessa vez ia te ensinar uma coisa nova.
— Ah, que lindo...
— Relaxa esse corpinho e tenta abrir as pernas o máximo que conseguir... Fiz o que ela pediu e me soltei no pano velho, com os braços esticados e as pernas abertas. Minha tia começou a beijar meu corpo bem devagar, tão devagar que a língua quentinha dela, passando na minha pele, me deu um formigamento gostoso que adorei. Fechei os olhos pra aproveitar a delícia dos carinhos dela. Ela me beijou com a língua desde a ponta dos meus pés até a entrada das minhas orelhinhas, provocando uma coceira estranha na entrada da minha bucetinha que dava uma agonia gostosa. Enquanto ela me acariciava assim, eu imaginava meu pai e minha mãe fazendo tudo aquilo no quarto deles, adivinhando como devia ser gostosa e deliciosa a sensação da minha mãe quando a boca do meu pai tocava nela.
A tia Rebe passou um tempão esfregando a boca e a língua dela por todo o meu corpo até que me pediu pra virar de costas. Me virei e comecei a sentir agora como ela acariciava minhas pernas, as nádegas, as costas e o pescoço. As sensações gostosas que a língua dela causava em mim faziam minha pele ficar toda arrepiada, me fazendo tremer por inteiro com o contato delicioso da boca dela. Mas aí ela se concentrou bem no buraquinho
no meu cu, porque ela abriu minhas nádegas com as mãos e colocou a ponta da língua no meu esfíncter traseiro. Essa foi uma experiência diferente, já que ninguém tinha feito isso comigo antes. Enquanto ela continuava focada em enfiar a língua na minha fresta apertada, tentei ajudar o máximo que pude, abrindo minha bunda o máximo possível, mas a língua dela não conseguia penetrar meu cu apertado quando eu era novinha. Então ela teve que se contentar em chupar ali por vários minutos. Depois de se deliciar à vontade com as intimidades do meu rabo, minha tia pediu que eu me deitasse de costas de novo. Dessa vez, ela repetiu as carícias ardentes por toda a frente do meu corpo, indo beber bem no centro.
da minha papayita, que mais uma vez foi submetida à intrusão da sua língua salgada, esculpindo ela no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu tava quase mijando em mim. Por isso eu falei pra ele: que mais uma vez foi submetido à intrusão da sua língua salgada, esculpindo ela no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu tava quase mijando em mim. Por isso eu falei pra ele: que mais uma vez foi submetido à intrusão da sua língua salgada, esculpindo ela no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu tava quase mijando em mim. Por isso eu falei pra ele:
Titia... titia... Tô com vontade de fazer xixi agora...""Espera, gostosa... Você tem que segurar o máximo que puder porque ainda não terminei."
"Tá bom... mas já não aguento mais..."
"Tá, tá... Vou terminar agora mesmo..."
Dito e feito, primeiro ela saiu da posição de amamentação para levantar o corpo e subir em cima do meu, tomando cuidado especial para que seu púbis peludo ficasse perto do meu. Imediatamente começou a esfregá-lo no meu como se fosse um homem que está com sua esposa. Essa nova e grande carícia me levou a outro mundo, porque o toque suave dos pelos dela na minha bucetinha peluda me causou uma sensação tão profunda que, quando lembro, quero repetir. Diante do constante empurrão e esfregação da sua perereca peluda no meu cabelo sem pelo, eu não aguentava mais a terrível vontade de mijar, então falei com a voz trêmula:
Tia, tia... jááá... vou mijar agora sim... jáááá... tia... Ela tirou o lacinho dela do meu e abaixou o rosto até meu coelhinho aberto, de onde começaram a jorrar os chiados de xixi que minha tia gostosa pegou com a boca, bebendo todo o fluxo até não sobrar uma gota. Mesmo depois de eu ter mijado, ela não parou de chupar minha fenda até que finalmente me disse:
— Viu direitinho como o pai faz, minha linda?
— Sim, tia... mas não aguentei por muito tempo...
— Ah, querida, não se preocupa... É assim... Eu sei... Mas agora me diz... Você quer ser papai e eu quero ser mamãe?
— Sim, tia... Quero...
— Bom... porque você tem que fazer comigo o mesmo que eu fiz com você... assim você vai aprendendo aos poucos... Sem dizer mais nada, foi ela quem agora ficou deitada de costas sobre a cortina velha, me dizendo:
— Vai, Elsi... Agora você é o papai... Faz comigo o mesmo que eu fiz com você...
Comecei a beijar o corpo todo dela, começando como ela, pelas pontas dos pés, passando minha língua por toda a pele dela e depois subindo até os buracos das orelhas. Minha tia gemia forte com as sensações que minha língua pequena causava nela, enquanto eu via a pele dela coberta de arrepios, como se estivesse com muito frio. Depois de vários minutos me divertindo desse jeito, ela se virou e deixou na minha frente a beleza majestosa da bunda dela virada para cima. As duas bolas das nádegas brancas e lindas dela me chamaram muito a atenção, então não pude evitar abri-las com minhas duas mãos, igual ela tinha feito com as minhas, para admirar à vontade o tesouro rosado que se escondia dentro daqueles glóbulos preciosos. Diante de uma visão dessas, não pude evitar levar minha língua ao esfíncter áspero que apareceu diante dos meus olhos completamente aberto, pulsando uma e outra vez, provavelmente pelo tesão que ela sentiu. Coloquei a ponta da língua no epicentro do cu dela e comecei a mexer e chupar com gosto. Os gemidos que saíam da boca da minha tia cresceram até se tornar praticamente gritos de prazer. Aproveitei até o indescritível aquele ato de chupar aquela bunda linda, até que ela fez alguns movimentos que indicavam que queria me olhar. Tirei a cabeça do tesouro escondido enquanto ela ficava de pé com o rosto virado para o teto.
Olhei pro rosto dela e percebi que ela mantinha os olhos fechados, com um sorrisinho leve enfeitando aquele rostinho lindo. Animada com o estado letárgico dela, comecei a beijar a parte da frente do corpo, passando pelos peitos redondos de uma mulher, de uma beleza tão gostosa que me lembravam os da minha mãe quando a gente tomava banho juntas. Fiquei um tempão chupando aquelas duas bolas duras do peito dela, que cheiravam uma delícia, me dando o melhor banquete da minha vida. Depois de mamar por muito tempo e saborear o cheiro gostoso dos peitos dela, desci até a virilha e me enfiei no meio das pernas abertas, colando minha cara na gruta peluda que tava esperando ansiosa pra ser beijada. Minha tia abriu as pernas o máximo que pôde, então não tive impedimento pra meter a ponta da minha língua inteira naquela fenda quente e alucinante, que comecei a chupar com um desejo incrivelmente safado.Os gemidos e ofegos que saíam da garganta dela ficaram muito mais intensos, até virarem uns lamentos profundos de tesão. Minha tia mostrou com isso como os sentimentos dela eram ardentes e como ela curtia com paixão minhas carícias íntimas. Tava certo de que, se não estivéssemos sozinhos em casa, teriam ouvido claramente lá embaixo, porque os sons eram tão altos que tive que pedir pra minha tia tentar baixar o volume pra ninguém escutar. Mais cedo do que eu esperava, ela me incentivou:
— Aaai... aaaai... Elsi... por favor... Sobe em cima de mim... coloca sua bucetinha do lado da minha e esfrega bem rápido... aaaai... Subi nela e encostei minha bolinha no triângulo gostoso dela, começando a grudar firme contra a linda montanha de Vênus dela, esfregando uma vez e outra, igual tinha feito, no pelo preto da coelhinha dela. Fiquei assim um tempão enquanto olhava o rosto da minha tia, que de olhos fechados balançava a cabeça de um lado pro outro como um pêndulo, curtindo fundo o calor do momento. Num instante o corpo dela começou a tremer tanto que achei que ia desmaiar, mas de repente ouvi o pedido dela com uma voz cheia de tesão:
—Elsi... Vou mijar... jááá... vamos, gostosa... enfia entre minhas pernas e chupa aí embaixo... jáááá...Sem responder nada, tirei a boquinha dela e fui me enfiar entre suas pernas abertas, colocando minha boca salgada de novo no centro do seu púbis avantajado, enfiando a língua o mais fundo que pude. Ela estremeceu em espasmos violentos de delírio e começou a mijar dentro de mim. Quando percebi o que estava acontecendo, não queria perder nem uma gota dos seus elixires quentes, que escorriam fluidos do fundo das suas entranhas ardentes. Por vários segundos, ela se mexeu rápido sobre minha boca enquanto eu bebia os melados deliciosos da sua virilha. Embora tivesse pedido pra ela baixar o tom dos gritos, dessa vez minha tia ignorou meu pedido e, no mais alto grau de berro, gritou como uma louca enquanto derramava tudo na minha boca aberta. Depois de alguns segundos, minha tia recobrou o juízo e fez sinal pra eu deixar ela sentar.
Me afastei da sua magia e olhei seu rosto suado e corado pelo esforço que acabara de fazer. Ela me disse:
— Elsi... Valeu, linda... você mandou muito bem...
— Ah, tia... você gostou pra caralho?...
- Sim, querido... Gostei muito... tanto que até repetiria...- E por que a gente não faz de novo, tia?...
- Não, Elsi... não por agora... se seus pais voltarem e nos pegarem aqui, sabe o que vai acontecer...
- É, sim...
"É melhor a gente se arrumar e descer pra sala..."
- Sim.
Na hora ela começou a levantar a cortina do chão e colocá-la de volta no lugar. Depois começou a vestir minha roupa e se vestiu também. Arrumou meu cabelo, pedindo que eu fizesse o mesmo, e aí descemos as escadas correndo. Quando chegamos na sala, vimos que meus pais ainda não tinham voltado, mas a tia Rebbe não queria mais se arriscar a ser pega.
- Ah, mamãe... Então dessa vez você aprendeu o segundo joguinho com ela, né?...
- Isso mesmo, Rubicita... o do pai e da mãe... esse é o nome do jogo...
- Ah, mamãe... Será que um dia a gente vai poder jogar juntos?
- Claro, linda... você vai ver que vou te mostrar também...
Oh... que delícia... —Sim... vai ser uma delícia, Cielo Riveros... Você vai me contar se não for.
"Isso é bom..." Sempre gostei de aprender coisas novas, mamãe...
— Sim... Eu sei... e tudo que eu sei vou te ensinar... Eu prometo, meu bem...
— Ah, obrigada, mamãe... por isso te amo tanto...
— Eu também te amo muito, gostosa...
Ao ver que não tinha mais cum nos meus ovos, tive que dar um sinal pra minha esposa de que essa noite já deu. Mirian Caballero, entendendo na hora meu pedido, disse pra Cielo Riveros.
"Linda... Acho que já é hora de a gente descansar... Já está um pouco tarde...
— Mamãe?... Mas você vai continuar me contando mais daquilo que contou sobre sua tia Rebeca?
—Claro, gatinha.. Prometo que vou fazer isso.. mas vamos... É hora de você ir pra cama. Quando ouvi as palavras da minha esposa, corri pra sala pra Cielo Riveros não me ver. Minutos depois, Mirian Caballero desceu e me disse:
"Amor... Como foi a noite?"
"Oh, amor", respondi, abraçando ela e dando um beijo. "Você foi demais... simplesmente demais..." Não esperava algo assim...
"Por quê, Aldo?"
"Por tudo que você revelou pra garota..." é algo deliciosamente quente... Tive que...
"Ah, que bom..." A única coisa que lamento é que você não tenha derramado essa porra em mim.
"Fica tranquila, vou te dar sua dose..." hahahahaha...
— Hahahahaha... já vou ver, seu safado...
"Valeu, amor..." valeu por me deixar tão excitado...
— Nunca imaginei que meus segredos iam te deixar assim, Aldo.
"Bom, viu que sim..." e quero que você continue contando pra garota até terminar sua história de infância...
"Você realmente quer isso, meu amor?"
— Sim, Mirian Caballero... Eu quero isso.
Tá bom..." Vai ser assim então. "Bom, hora de ir descansar..." amanhã o escritório me espera.
"Ô love, nem pensa nisso agora... melhor vem, sobe que vou te dar uma massagem nas costas."
– É, vamos subir as escadas.
No dia seguinte, me senti tão cansado no escritório que praticamente não tive vontade de fazer nada. Projeto que não tenho prazo pra terminar. E a foda de ontem à noite me deixou seco. Mas como tudo foi gostoso. Ufa. Que confidências boas que a Mirian Caballero tinha. Me deixam mais tarado do que eu imaginava. Tô gostando demais desse joguinho. É algo novo e quente. Excessivamente quente. Não importa se tô cansado, hoje à noite vou ouvir de novo a continuação das aventuras sexuais da minha esposa, quando era novinha, com aquela tia. Que coisa foda. Nunca imaginei que minha esposa guardava esses segredos. Nem que ouvir as confidências dela me deixasse tão preparado. Pelo visto, os jogos sexuais de meninas são algo real. E como não seriam? Será que eu não curto a Cielo Riveros? E a minha própria esposa não se consolava com ela quando a gente não podia transar por causa do trabalho? Sim. Sexo infantil entre meninas e adultos é algo que realmente acontece. É algo totalmente comprovado. Com esses pensamentos na cabeça, o dia passou.
Um dia sem fim. Droga de trabalho. O dia inteiro me prende num cubículo no meio desses jornais idiotas. Sem perceber, a noite cai e eu só espero as dez pra voltar pra casa. Quando vejo os ponteiros do relógio marcando dez horas, largo tudo e vou pro meu carro. Ligo o motor e sigo em direção à minha casa. No caminho, fico pensando em tudo que me espera. Porra, é foda o que Mirian Caballero tá contando pra Cielo Riveros. Preciso ouvir tudo. A buceta quente da minha esposa começou quando ela era criança e ela adorou. Não é à toa que ela é tão boa na cama. Com certeza ela lembra de tudo que a tia Rebeca fez com ela naquela época. E também do que fez com a mãe e o pai dela. Sim, deve ser isso. Tenho quase certeza. Por isso também peguei ela brincando escondido com a Cielo Riveros.Num reflexo condicionado, ela repete com a Rubicita o que aprendeu quando era criança. Sim, disso não tenho dúvida. Sinto o pau explodir dentro da minha calça. Tô com calor. É verão.
Finalmente chego no estacionamento do apartamento. Tranco o carro e vou pra casa. Entro em silêncio. Não quero que a menina perceba. Só a Mirian Caballero, que já deve estar pronta pra sessão de hoje à noite. A casa toda tá escura. Só uma luz fraca ilumina o corredor do andar de cima. Subo as escadas com cuidado e em silêncio. Me aproximo devagar do quarto principal. O feixe de luz que sai da porta entreaberta bate na minha cara. Olho pra dentro sem fazer barulho. Minha esposa tá sentada na cama com a menina. As duas tão conversando animadas. Espero não ter perdido nada. Do jeito que dá, fico na frente da Mirian Caballero pra ela me ver. Ela tá me esperando; por isso me vê na hora. Faço um sinal pra ela começar a festa. Ouço ela dizer pra minha filhinha:
— Ah, gostosa... Você não quer que eu continue contando minha história de quando você era criança?
— Quero, mamãe... Era isso que eu ia te pedir... Quero que você conte. Antes do papai chegar.
"É, você tem razão..." melhor a gente se apressar, porque se ele chegar, não vou poder te contar mais.
Ele não pode saber o que você fazia quando era criança, né?"— Não, gostosa, claro que não. Por isso você nunca pode contar nada do que eu te falo.
— Sim, mamãe... Entendi... Não vou contar.
"Eu sei, Rubicita—" Eu sei.
— Então me conta, sim?... Quero saber mais.
— Sim. Escuta com atenção, meu bem.
"Depois da noite em que minha tia Rebe me chamou no quarto dela pra revelar as coisinhas que eu fazia com a mamãe e o papai, e depois que ela me ensinou a brincar de 'mamãe e papai' pela primeira vez, eu só queria que a gente tivesse outra chance de ficar sozinhos. Mas os dias foram passando sem que meus pais saíssem de casa. Então, uma tarde, quando ela me levou ao cinema, enquanto a gente caminhava na rua, eu comentei:
— Ah, tia Rebe... faz dias que a gente não faz nada... e eu quero muito que você me ensine mais joguinhos desses que você inventa...
— Sim, gostosa, eu sei. Acredite, eu também tô ansioso... mas cê vê que não deu certo. — Sim... é verdade... Mas então vamos ter que esperar até meus pais irem embora?
— É o melhor... quando eles saem, a gente tem certeza que tá sozinha e não corre risco de ser descoberta... Já te falei, Elsi.
— Mmmm... sim, é assim, tia... mas cê não sabe o que eu sinto... Por isso que tô te falando.
— Vamos ver, me conta... O que cê sente, gostosa?
— Ah, tia, sinto como se tivesse faltando alguma coisa... como se tivesse muita saudade de brincar daquilo com você... jejeje...
— Ah, meu bebê... Te entendo, te entendo muito bem, porque sinto o mesmo... mas cê precisa entender que a gente tem que esperar as oportunidades... só assim a gente fica segura...
— Tá bom... e me diz... Que filme a gente vai ver hoje?
— Bom, parece que tá passando aquele da Branca de Neve e os Sete Anões... cê topa a gente assistir junto?
— Sim... se eu quisesse, tia...
- Tá bom, gostosa... com isso a gente vai se distrair um pouco. Quando chegamos no cinema, a tia Rebe comprou os ingressos e a gente entrou. Vimos que tinha pouca gente lá dentro, então tinha muito lugar vazio pra escolher. A tia Rebe ficou parada uns segundos, como se procurasse o melhor lugar pra sentar. Senti quando ela puxou meu braço pra me levar lá pro fundo, bem onde os assentos eram fixados na parede mais longe da tela. A gente sentou junto e eu me virei pra olhar em volta. Não tinha ninguém perto da gente. Quando apagaram as luzes e o filme começou, ela me disse pra esperar um pouco porque ia comprar uns doces. Voltou uns minutos depois com várias guloseimas e me deu algumas. Eu me deliciei com os doces enquanto via os desenhos animados que apareciam no fundo branco da sala.
Pouco depois do filme começar, ouvi as palavras quentes dela bem perto do meu ouvido:
"Linda... você tá gostando do filme?"
"Ah, sim, tia... é muito lindo..."
"Que bom que você gostou, Elsi... é que eu quero ir ao banheiro... E queria pedir pra você vir comigo."
"Sim, tia... se você quiser, vou com você..."
"Mas— você vai perder uma parte..."
"Tudo bem... vou com você... quero..."
"Tá bom... vamos, vamos."
A gente deixou os doces nos assentos, levantou e caminhou na direção dos banheiros. Quando chegamos, minha tia me perguntou:
"Elsi... você não tá com vontade de mijar?
— Sim, tia Rebe... Eu também quero..."Então vem... vamos entrar juntos.
Na mesma hora entramos num dos banheiros privativos. Depois de fechar a porta, minha tia levantou a saia, baixou a calcinha e sentou na privada. Fiquei observando ela de pé com olhar lascivo, porque vê-la assim me lembrava inevitavelmente das vezes que a gente brincava junto com nossos joguinhos secretos. O calor do meu sangue se revelou quando ouvi o suave jato de mijo saindo de dentro da barriga dela. Minha tia me olhou sem tirar os olhos de mim. Tinha algo no olhar dela que dizia que ela gostava de ser vista daquele jeito. E claro que eu também adorava ver. Quando ela terminou de esvaziar a bexiga, me perguntou:
"Linda... agora é sua vez de mijar..." Vem. Vou baixar sua calcinha pra você.
Com toda a confiança que a gente tinha nos nossos joguinhos ocultos, não me opus nem um pouco a tudo que ela pedia. Então me aproximei e ela começou a baixar minha calcinha, levantou meu vestidinho e me sentou no vaso. Comecei a derramar meus líquidos quentes lá dentro no tanque branco enquanto ela me olhava com os mesmos olhos de desejo que eu via brilhar daquele jeito especial quando a gente brincava no sótão. Quando terminei de encher meu mijo, minha tia disse:
— Ah, lindo... que delicioso som os teus jatos quando tu mija...— Cê gosta mesmo, tia?... Também gostei de te ver mijar...
— Tu também gosta de me ver, Elsi?
— Sim, tia... Adoro...
— Mmm... que delícia... Sabe o quê, Linda?
— O quê, tia?...
— Queria fazer aqui mesmo... Cê quer?
— Ah, tia, sim... Era isso que eu ia te pedir...
— Tá bom... só temos que fazer rápido, caso alguém apareça.
— Sim... Entendi.
Minha tia começou a tirar a minha calcinha, que tava na altura dos joelhos, e colocou no vaso. Depois me disse:
— Vamos, gostosa... tira a minha...
Obedeci na hora e puxei a calça branca dela pra baixo, colocando por cima da minha. Ela levantou a saia, abriu as pernas o máximo que pôde e falou:
— Vai, Elsi... Coloca sua cabecinha entre minhas pernas e lambe minha...
Me meti entre a buceta peluda e inchada, abrindo com as mãos, vendo que tava toda molhada da mijada recente, mas também do tesão do momento. Enfiei meu dedo mais comprido na caverna molhada e comecei a enterrar devagar, enquanto ela fechava os olhos e jogava a cabeça pra trás, curtindo a carícia gostosa. Era claro que minha tia adorava fazer isso comigo no banheiro do cinema, porque dava pra ver ela mordendo os lábios pra abafar os gemidos que queriam sair da boca linda dela. Depois de muito tempo mexendo na fenda dela, ela pediu pra eu chupar. Aproximei meu rosto da virilha dela, abri de novo os lábios da buceta e mergulhei minha língua naquela cavidade quente. Comecei a mexer minha língua dentro da buceta molhada dela, enfiando e tirando a ponta da fenda rosada. Quando minha tia sentiu os primeiros espasmos da chegada, ela sussurrou:
— Ah, Elsi... fica mais comigo... enfia mais fundo... Vou mijar na sua boquinha...
Obedeci e apertei meu rosto com força contra a buceta linda dela, enfiando a língua o mais fundo que dava. Nessa hora, ela começou a tremer toda... garras dos espasmos mais delirantes. Senti os líquidos dela escorrendo dentro da minha boca aberta enquanto eu chupava e chupava aquela deliciosa buceta que pulsava entre meus lábios. Quando o corpo dela parou de tremer, fui eu quem implorou com desejo:
"Tia Rebe... por favor... quero mijar na sua boca..."
"Claro, pequeno... Vamos, senta no vaso.
Me posicionei como ela pediu e abri as pernas o máximo que pude. Minha tia se ajoelhou e aproximou a boca da minha bucetinha lisinha, que já ardia de vontade de sentir a língua dela dentro. Ela abriu suavemente os pequenos lábios e encostou a ponta da língua quente na minha entradinha. Soltei um gemidinho leve de prazer ao sentir o toque quente, mas ela colocou uma das mãos sobre minha boca, como se mandasse eu calar a boca. Não tive escolha a não ser apertar bem os maxilares para evitar que os suspiros de prazer escapassem, enquanto tia Rebeca começava a chupar minha coisinha loucamente, entrando e saindo do meu buraquinho apertado. Pela genialidade da língua sensual dela, não aguentei muito tempo e senti que logo ia transbordar dentro dela. Então falei: — Tia... Vou mijar... Vou mijar... jááááá...
Ela não esperou mais, ficou de boca aberta e enfiou a língua dentro de mim o mais fundo que pôde. Isso foi o suficiente para eu tremer de prazer e começar a derramar meu pequeno jato quente na boca aberta dela, que recebeu meus fluidos quentes com um deleite incrível.
- Depois de terminar de se divertir, ela começou a vestir minha calcinha e depois fez o mesmo. Quando ficamos prontos, ela me pegou pela mão e voltamos para nossos lugares. O filme ainda não tinha acabado, então continuamos sentados assistindo aos desenhos até o programa terminar. Me senti mais que feliz enquanto voltávamos para casa, porque já fazia vários dias desde que tinha brincado com minha tia, e dessa vez, mesmo sem acreditar, ela tinha sabido aproveitar muito bem as circunstâncias, me dando a chance de aprender coisas novas. De mãos dadas, andamos pelas ruas conversando animadamente sobre o filme que nem tínhamos visto por completo. De repente, minha tia me disse: - Elsi, me diz... O que você achou da história da Branca de Neve?
"Divino... Amei os desenhos..."
"São muito bonitinhos, né?
Sim..." Sempre gostei de desenhos animados, tia... —Você gosta muito mesmo?... porque eu conheço uns filmes de desenho animado que são bem especiais, lindinhos...
—Ah, tia... e onde a gente pode ver eles?
—Bom, em casa... quando seus pais não estiverem, claro.
—Por quê?... É ruim eles verem a gente?
—Olha, Elsi, vou te explicar... Os filmes que eu tô falando não são os mesmos que a gente viu hoje.
—Não?... mas você disse que...
—Que eram desenhos, né?... e realmente são... mas é um tipo diferente de desenho, linda...
—Ah... Não entendi direito, tia...
—Espera eu te contar, Elsi... o que quero dizer é que são desenhos animados... mas fazendo umas coisinhas parecidas com o que você e eu fazemos...
Fiquei muito surpreso quando ouvi o que ela tava dizendo. Aí perguntei, meio desconfiado: "Você quer dizer—" que os desenhos animados mostram a mesma coisa que a gente faz?
"Exatamente, gostosa... você é muito esperta e pega rápido... hehehehehe...
— Kkkkkk... é, tia, parece que sim...
"E é muito bom você ser assim, meu bem..." agora me diz... Você gostaria que um dia a gente se visse, eu e você?
"Sim.... Quero ver com você, tia...
"Tá bom..." Vou te falar o que a gente vai fazer... Quando estivermos sozinhos, vou alugar o filme e aí a gente assiste junto... Beleza?
— Sim, tia...
"Beleza... mas já sabe... Nem uma palavra pra ninguém sobre nada, hein?
"Claro, tia... Eu sei.
Perfeito, gostoso..." sabe?.. Eu te amo demais... "Ah, tia... Eu também te amo muito... De verdade..."
Entre conversas, chegamos em casa.
"—Os dias passaram rápido e finalmente surgiu a oportunidade tão esperada, já que meus pais tiveram que sair da cidade para um compromisso social, me deixando como sempre aos cuidados da minha tia. Nós dois fomos até a garagem nos despedir deles até vê-los sumir na rua. Sabendo que era a hora certa, minha tia me puxou pelo braço pra dentro de casa e já foi dizendo:
"Linda... Lembra do que te falei sobre aquele filme?"
"Claro, tia... Lembro perfeitamente..."
"Que bom... mas me diz... Você quer que a gente veja agora?... Se não fizermos dessa vez, acho que vai ser difícil seus pais saírem de novo por várias horas... Entendeu?"
"Sim, tia... Entendo..."
"Então... me espera aqui..." Vou na locadora alugar ele..."
"Sim, tia... Mas não demora muito, né?"
"Não, pequeno... Só espera que não vou me atrasar."
Eu concordei. Ela pegou a bolsa, se despediu de mim e, fechando a porta, saiu. Um tempo depois voltou com uma caixinha na mão. Sem me dizer nada, ligou o videocassete e a TV e colocou o filme no vídeo. Depois me pegou pelas mãos e me levou até um sofá na sala. Logo as primeiras cenas do filme que eu tanto queria ver começaram a rolar na tela. Senti meus lábios secos e a respiração ofegante. Mas mais ainda ela, que eu vi como os olhos brilhavam com aquela faísca única que eu conhecia tão bem. Ela deve ter lembrado que esqueceu de fazer alguma coisa, porque apertou o botão de pausa no controle remoto, parou o filme e me disse:
Espera, Elsi... Vou fechar bem a porta e as cortinas... Não quero que ninguém perceba. —Sim, tia.
Depois de garantir nossa privacidade, ela se sentou de novo bem perto de mim e disse:
"Agora sim, gostosa..." nada mais pode nos interromper.
Quando o aparelho foi ligado de novo, as imagens se projetaram outra vez. “O que vi me deixou sem palavras e pasmo”
—Que filme era, mamãe?...
—Era a Branca de Neve e os Sete Anões, querido.
—Mas— você já não tinha visto no cinema?
—Sim... mas esse era de outro tipo... digamos que eram desenhos animados... mas com brincadeirinhas como as que a gente faz com seu pai, linda...
—Ah... não me diga... Existem filmes assim, mamãe?
—Sim, pequeno... Te garanto que existem...
— Ah, mami... e elas são lindas?..."São muito gostosas, menina..."
— Ah, mami, e você gosta delas?
— Claro que gosto... e muito...
— Como você se sente quando vê eles, mami?
"Muito tasty..." a gente se excita... dá vontade de mijar, Rubicita.
— Ah, mami... Eu queria ver um...
"Sim, gostosa..." Você vai ver, a gente vai ver bem logo.
— Tá bom, mami... Mas agora continua me contando, tá?
"Sim..." Vou continuar.
Não consigo descrever o tesão intenso que senti de novo quando ouvi as confissões ardentes da minha esposa pro menino. E se no dia anterior eu tinha me masturbado várias vezes como um louco, dessa vez eu gozei pra caralho ouvindo os segredos mais íntimos da Mirian Caballero, revelados pela primeira vez pra Cielo Riveros e pra mim. Não sei dizer se a puta excitação que essas conversas me causaram foi por ter escutado escondido; ou por saber que foi minha própria filha pequena quem ouviu essas revelações; ou pela paixão extraordinária com que minha esposa enfatizou suas próprias confissões. A verdade é que, mesmo tendo gozado várias vezes, meu pau continuava pedindo mais apertões, que eu não parei de dar com gosto.
Ouvi quando Mirian Caballero continuou contando pra Cielo Riveros sobre sua experiência quente.
Pude admirar quando a Branca de Neve, lindamente desenhada, se perdeu na floresta e lamentou sua desgraça. De repente, vários anões apareceram e a levaram com eles para uma casinha escondida na imensidão do campo. Dentro dela, havia outros anões que logo se juntaram aos demais e começaram a despí-la. A Branca de Neve, no começo, se recusou a ser despojada de seu longo e bonito vestido. Mas não conseguiu evitar diante da multidão de homenzinhos que logo se atiraram sobre ele. Juntos, conseguiram tirar toda a roupa dela, deixando-a completamente nua. A Branca de Neve estava tão gostosa que até achei uma certa semelhança com minha tia Rebe, porque tinham quase a mesma idade e competiam em graça e beleza. Os anões começaram
a se encolher no meio de uma grande confusão enquanto a menina bonita olhava horrorizada. Mas quando começou a ver o tamanho dos paus que sobressaíam de cada um dos pubis dos homenzinhos, desmaiou de medo. Será que talvez nunca tinha visto um pau, e muito menos de um tamanho tão colossal como os que os liliputianos mostraram? Eu também, ao ver as dimensões tremendas daqueles paus grossos e enormes que pendiam como sinos, me assustei e perguntei pra minha tia Rebe:"Tia... Por que os anões têm algo tão comprido e grande?..."
"Ah, que lindo..." Você tem que lembrar que é só um filme... uma fantasia...
"Mas—" é que eles têm grande demais... e meu pai não é tão grande assim...
"Não me diga—e quão grande é meu cunhado?"... Vamos, Elsi... Me conta.
"Bom, bem menor..." é bem menor que esses...
— Mais ou menos que tamanho será?
"Sei lá... talvez o tamanho do seu dedo mais comprido... ou um pouco mais...
— Mmmm.... Eu pensei que...
"É verdade
Ei, tia... Te falo que vi bem quando jogamos basquete ou quando ele me toca e me puxa... Lembra que te contei? "Sim, gostosa... Lembro bem... Mas tem certeza disso?"
— Sim, claro... por isso me impressionou o tamanho daquelas coisas que a gente tá vendo agora...
— Sim, é... Mas vamos continuar vendo o filme, tá?
— Sim.
Voltamos a olhar para a tela da televisão. Agora um dos anões estava montado em cima da jovem Branca de Neve, que já estava de pernas abertas. Fios de pelos pubianos loiros se erguiam sobre sua bucetinha bem desenvolvida. O homenzinho que estava por cima dela já empunhava seu enorme masturbo nas mãos. Imediatamente ele subiu em cima e enfiou o pedaço de carne no centro da fenda da sua virilha. A garota gritou de dor ao se sentir penetrada com uma força tremenda por aquele pau alucinante que logo se perdeu no buraquinho apertado. Assim perfurada, ela já não conseguia escapar do desejo e do gemido, e logo começou a se mover com prazer, empurrando os quadris ritmicamente de um lado para o outro, como se estivesse curtindo a penetração violenta a que estava submetida. Seus olhos permaneceram fechados, e por isso ela não percebeu quando outro homenzinho se aproximou do seu rosto e levou seu pau comprido até a boca dela. Sentindo a cabeça daquele pênis batendo na porta dos seus lábios gostosos, a garota decidiu cooperar, abrindo a boca o máximo que pôde, enquanto o pedaço peludo de nervos venosos entrava na sua cavidade. O anão começou a empurrar sua rola para dentro enquanto ela lambia a cabeça do instrumento real.
com a língua. Os outros cinco pequenos esperavam ansiosamente pela vez, rindo e curtindo o espetáculo inesperado na frente deles, enquanto seguravam seus longos paus com prazer. O homenzinho que a penetrava ainda estava em cima dela, se movendo rapidamente dentro da pequena abertura da Branca de Neve, agora desflorada para sempre, que soltava gritos de prazer enquanto se afogava com o outro pau ereto preso no fundo da garganta dela. Depois de alguns minutos de bombadas constantes, o anão gritou e se derramou na fenda da garota, descarregando jorros enormes de porra no seu coque intricado. Percebi perfeitamente porque, quando tirei o pinto dele do coelho inundado da Branca de Neve, escorreram grossas camadas de material leitoso. Assim que ele abandonou a prisão meridiana da garota,
Outro dos anões tomou o lugar dele. Esse último, mais safado que o companheiro, levantou na hora as pernas longas e lindas da moça e abriu elas de lado, igualzinho as folhas de uma janela, enquanto enfiava a ponta do bastão no meio dela e metia com crueldade e selvageria. A loirinha gritou de novo, mas já não sabia direito se era de dor ou de prazer, porque começava a brotar na boca dela um sorriso gostoso que me hipnotizava.A bagunça que explodiu dentro da cabaninha foi barulhenta pra caralho. Tanto eu quanto minha tia adoramos curtir aquelas imagens animadas maravilhosas que nos fizeram ter que...
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