Milf gostosa da banca 23

Achei estranho ela ter me dito o que talvez faria no chuveiro, mas não me escreveu nem mandou fotos como todas as noites. No dia seguinte, ela entrava no trabalho ao meio-dia e sairia perto das 10 ou 11 da noite. Essa manhã também não recebi nada, nem fotos nem mensagem, então mandei uma mensagem pra ela. Demorou um pouco pra responder, não era normal, e as respostas dela eram frias.

Na conversa, quando perguntei se tinha acontecido algo ou se ela simplesmente tinha se esquecido de mim, de brincadeira, ela respondeu que tinha tido um dia espetacular com o parceiro dela, que saíram pra comer e que isso lembrou ela dos velhos tempos, tipo quando começaram a namorar. "Me senti mal, pelo que tô fazendo com ele, não sei se consigo continuar assim. Além disso, ontem à noite a gente transou e me senti ainda pior." Essas palavras fizeram um clique em mim, realmente me irritaram, mas o que eu podia reclamar? Afinal, eles eram um casal. Embora eu tenha que admitir que o ciúme e a raiva tomaram conta de mim um pouco, acho que isso piorou ainda mais a situação.

Eu: Quer que a gente termine então?
L: Não quero, de certa forma, mas acho que a gente tem que fazer isso.
Eu: Beleza, sem problema. Você vai querer voltar, ele não te come como eu, vagabunda.
L: Não me chama de vagabunda, agora não volto nem louca com você.
Eu: Como você quer que eu te chame? Se você é uma vagabunda, é minha vagabunda e ninguém vai mudar isso.
L: Não sou uma vagabunda, e agora menos sua.
Eu: Vai ser a vagabunda dele? Haha, não me faz rir.
L: Sim, você já vai ver. Ficou sem sua "vagabunda" agora.
Eu: Eu nunca fico sem putas, quando quiser ver uma pica de verdade me avisa que te mando uma foto, tchau vagabunda.
L: Tchau imbecil.

No fundo, eu já imaginava que não ia ser bom pra mim ela ir viajar com a família, sempre acontece a mesma coisa, o pessoal usa isso pra reacender o relacionamento. Passam uns dias bons no lugar onde estão, porque esquecem dos problemas do dia a dia e acham que quando voltarem vão continuar do mesmo jeito, mas nunca demoram pra perceber que não é assim. passageiro. Também sabia que, se quisesse continuar comendo a "L", devia ter ficado quieto e esperado pacientemente, mas também tenho sangue nas veias e fiquei puto, não consegui me segurar e agora, friamente, me arrependo, adorava comer ela.

Fui trabalhar, cheguei mal-humorado e com cara de bravo, só fui pro meu lugar e tentei não conversar com ninguém. Mas tenho uma colega "Ingrid" que se insinua pra mim sempre que pode e eu vinha evitando ela. Ela veio uma vez e trocamos umas palavras, mas com a minha cara, ela se mandou. Umas horas depois, voltou, mas com o mate preparado.

I: Não vai merendar com seu pessoal?

A gente sempre tenta merendar junto.

Eu: Hoje não tô a fim, mas valeu, não quero ficar com muita gente.
I: Então, se o chefe não vai pra merenda, a merenda vem pro chefe. Disse sentando a meio metro de mim, na diagonal, arrumando o mate em cima da mesa, fazendo alusão ao famoso ditado "Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé".

Sorri, achei graça e papeamos um pouco. No fim, depois de tanta insistência, ela pediu pra eu contar o que tava rolando. Sem entrar em muitos detalhes, só falei: tô puto porque terminei um rolo, e não foi da melhor forma, então tô com raiva. Foi aí que ela viu uma porta entreaberta e aproveitou a situação, com o mate na mão disse.

I: Saímos no mesmo horário, podemos ir juntos pra um lugar que fica perto, e você descarrega essa raiva em mim.

Olhei meio incrédulo pra ela, ela deu o último gole longo no mate me encarando nos olhos, como se me convidasse a fantasiar que a bomba era meu pau e que ela chuparia assim. Não esperou resposta, só pegou o termo e o mate pra sair, antes de fechar a porta.

I: Você tem tempo pra pensar na resposta. Vou te esperar no meu carro quando a gente sair. Se não vier, vou saber o que respondeu.

É uma mina, morena, com uma bunda gostosa e uma atitude de puta do caralho, não dava pra recusar depois do que tinha rolado hoje com a "L", mas Ao mesmo tempo, não sabia se realmente tava afim naquele momento. Passei as horas seguintes pensando nisso e olhando umas fotos que tinha guardado da “L”. Ficava puto, mas de certa forma conseguia me excitar. Às 22h em ponto, peguei minhas coisas e fui pro meu carro. Ela tava no dela, uns 4 ou 5 carros de diferença do meu. Até aquele momento, não tinha conseguido decidir o que fazer de verdade. Deixei as coisas no carro e entrei, liguei o motor, e ela fez o mesmo com o dela. Dava pra ver a cara de decepção dela. Algo dentro de mim disse: “Vai fazer o que em casa? Bater uma olhando foto? Não desperdiça a oportunidade.”

Saí rápido com o carro e me aproximei do dela. Abri o vidro do passageiro, e ela abriu o dela. Me veio uma frase na hora que me deixou bem na fita, como se já tivesse a resposta decidida desde antes.

Eu: Vamos, mas não vou deixar o carro aqui. Nem quero que vejam a gente saindo junto. Todo mundo aqui é fofoqueiro, você sabe.

A cara dela mudou, de raiva pra nervosismo, mas o olhar foi desafiador.

Ela: Pensei que você tinha ficado com medo.
Eu: Você vai ficar com medo quando eu te pegar, gostosa.
Ela: Duvido, não me assusto fácil.
Eu: Parece que não, mas vou te fazer calar fácil. Vai que eu te sigo.

Foram palavras indiretas, mas muito diretas ao mesmo tempo. Segui ela por vários minutos. Ela ligou o pisca-alerta e parou. Estacionei o carro e fui pro dela.

Ela: Fica aqui na esqui…
Interrompi com um beijo.
Eu: Vamos, não tô nem aí onde fica.

Ela sorriu e limpou a boca. Chegamos no motel. Enquanto nos atendiam na janelinha típica com vidro espelhado, que faz você sentir que tem um monte de gente te olhando e julgando com quem você vai transar, se é gostosa ou não, se você deu sorte ou é um tapa-buraco de desespero com a pessoa que você tá indo aliviar a vontade, tirei a carteira.

Eu: Escolhe a que você quiser.

Ela colocou a mão direita em cima da minha carteira, dando a entender que não era necessário.
Eu: Dessa vez pago eu, se você gostar e quiser repetir, na próxima paga você.

Confiante de que ia fazer de tudo comigo ou me deixar fazer de tudo com ela, achando que o sexo que ia rolar seria dos melhores e que eu ia querer repetir a aventura com vontade.

Eu: A melhor que tiver, por favor. Disse estendendo o cartão de débito pro desconhecido atrás do vidro.

Recepcionista: Quarto nº 12 no fundo do corredor, aperta esse botão que a garagem abre, depois que estacionar aperta de novo e fecha, pra mais privacidade. Tenham uma boa noite e se precisarem de algo, é só pegar o telefone.

Devolveu o cartão pra Ingrid junto com um controle pra garagem. O quarto era bem completo, nada de outro mundo, jacuzzi, sauna e ducha escocesa. Demos uma voltinha pra reconhecer o lugar, pra aliviar a tensão e o nervosismo que tava rolando, mas não adiantou. Ela andava na minha frente, peguei a mão dela e quando virou, beijei ela. Ela colocou as mãos na minha cintura, eu deixei uma no rosto dela e a outra brincando entre a cintura e o começo da bunda esquerda. Tiramos as botas e as meias quase nos beijando ainda, meu celular tocou mas não liguei, tirei a camisa enquanto eu desafivelava o cinto dela, o celular tocou de novo. Ela beijava meu peito e tentava tirar meu cinto, o celular tocou outra vez, virei a cabeça pro celular pedindo pra ele calar a boca com o olhar, mas não adiantou e tocou de novo.

Eu: Espera, vou silenciar essa merda. Me desculpa.
Ingrid: Dá uma olhada de boa, pode ser algo importante.

Peguei o celular e fui ver as mensagens que não paravam de tocar, pra ver se era algo importante ou urgente. Pela minha cara, ela sacou tudo, ou foi o famoso sexto sentido feminino.

Ingrid: É ela, né?

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