A relação com a Daiana mudou completamente, já não éramos mais colegas de faculdade ou amigos que transavam, era mais uma relação de dona e escravo. Em qualquer lugar e a qualquer hora, ela me dava a buceta dela para eu chupar — na faculdade, num parque, na casa dela, na minha. Quando ela queria que eu fizesse um oral nela, só mandava uma mensagem ou simplesmente aparecia do nada onde eu estava. Eu largava tudo que tivesse fazendo na hora e começava a lamber a buceta grande dela. A gente nunca conversou sobre isso nem combinou, só começou a acontecer assim. Ela me via como algo para aliviar os fetiches sexuais dela, e para mim era algo tão superior e infinito que eu nunca ia alcançar, e ela percebia isso. Eu praticava sexo oral nela 2 ou 3 vezes por dia, e quando terminávamos, ela me fazia agradecer por deixar eu fazer aquilo. Quando ela me comia o cu também, eu tinha que agradecer pelos orgasmos que ela me dava.
Meus pais achavam que ela era minha namorada ou uma amiga que eu comia. Eu tinha vergonha de contar a verdade pra eles. As outras minas também sabiam, mas só zoavam às vezes, ou tratavam como algo normal que acontecia. Eu via elas direto, porque, apesar de todas terem namorados mais velhos, iam na casa da Daiana pra serem comidas pelo irmão mais novo. Diziam que o pau dele era maior que o dos namorados e que fazia elas gozarem várias vezes.
Mas o pior de tudo foi uma vez no verão. A gente tava na minha casa com a minha irmã, curtindo a piscina, e a Daiana apareceu. Meus pais, pensando que ela era minha namorada, convidaram ela pra entrar na piscina com a gente. Como ela não tinha levado maiô, entrou de calcinha e sutiã esportivo. Quando a gente sentou na espreguiçadeira pra pegar sol, eu não acreditei no que via: o volume da buceta da Daiana era muito maior que o do meu pintinho. E não era só isso — meu pai, que estava do lado com a sunga molhada e grudada no corpo, também não conseguia competir em tamanho com o volume da Daiana. Ela percebeu na hora e um sorriso se desenhou no rosto dela. Minha O padre tava com a cara vermelha e me deu a sensação de que ele se sentia intimidado, eu já sabia do que a Daiana era capaz com aquela buceta enorme dela, então só esperei o pior. Meu pai entrou em casa vermelho de vergonha e atrás dele veio a Daiana. Senti medo, impotência e agonia, sabia o que ia rolar, mas o que eu podia fazer pra evitar? Depois de um tempo de indecisão, entrei na casa. Enquanto me aproximava, ouvia umas batidas e a voz do meu pai quase chorando implorando pra Daiana parar. O que meus olhos viram foi meu pai de quatro e a Daiana montada nele, batendo com força a buceta dela contra o cu dele já vermelho de tanta porrada. Vi o pinto pequeno do meu pai, pouco maior que o meu, começar a soltar gotas de porra. A Daiana tinha feito ele gozar na base da sentada no cu. A única coisa que senti foi inveja, eu também queria que a Daiana fizesse o mesmo comigo.
Meus pais achavam que ela era minha namorada ou uma amiga que eu comia. Eu tinha vergonha de contar a verdade pra eles. As outras minas também sabiam, mas só zoavam às vezes, ou tratavam como algo normal que acontecia. Eu via elas direto, porque, apesar de todas terem namorados mais velhos, iam na casa da Daiana pra serem comidas pelo irmão mais novo. Diziam que o pau dele era maior que o dos namorados e que fazia elas gozarem várias vezes.
Mas o pior de tudo foi uma vez no verão. A gente tava na minha casa com a minha irmã, curtindo a piscina, e a Daiana apareceu. Meus pais, pensando que ela era minha namorada, convidaram ela pra entrar na piscina com a gente. Como ela não tinha levado maiô, entrou de calcinha e sutiã esportivo. Quando a gente sentou na espreguiçadeira pra pegar sol, eu não acreditei no que via: o volume da buceta da Daiana era muito maior que o do meu pintinho. E não era só isso — meu pai, que estava do lado com a sunga molhada e grudada no corpo, também não conseguia competir em tamanho com o volume da Daiana. Ela percebeu na hora e um sorriso se desenhou no rosto dela. Minha O padre tava com a cara vermelha e me deu a sensação de que ele se sentia intimidado, eu já sabia do que a Daiana era capaz com aquela buceta enorme dela, então só esperei o pior. Meu pai entrou em casa vermelho de vergonha e atrás dele veio a Daiana. Senti medo, impotência e agonia, sabia o que ia rolar, mas o que eu podia fazer pra evitar? Depois de um tempo de indecisão, entrei na casa. Enquanto me aproximava, ouvia umas batidas e a voz do meu pai quase chorando implorando pra Daiana parar. O que meus olhos viram foi meu pai de quatro e a Daiana montada nele, batendo com força a buceta dela contra o cu dele já vermelho de tanta porrada. Vi o pinto pequeno do meu pai, pouco maior que o meu, começar a soltar gotas de porra. A Daiana tinha feito ele gozar na base da sentada no cu. A única coisa que senti foi inveja, eu também queria que a Daiana fizesse o mesmo comigo.
0 comentários - Jogo da Garrafada 3