Depois de jantar e beber pra caramba com a galera, levantaram as mesas e uma banda começou a tocar. Nós, os doidões, já bem bebados, nos amontoamos perto do palco. No meio da multidão, sinto alguém se aproximar demais de mim, e senti um cheiro arrasador na hora. Viro pra ver quem era, e obviamente era aquele senhor, que por sinal me dava vontade de puxar papo, mas não queria ser óbvio, sou enrustido, então esperei ele dar o bote. Foi isso mesmo: em menos de 5 minutos, ele já tava me oferecendo uma taça de vinho, aceitei e começamos a conversar, no meio da música e do barulho da banda. Ele se chamava Daniel, tinha 63 anos, mas parecia ter 50, não minto, o físico dele era impecável pra idade que tinha. Me falou que tava de passagem pela cidade, porque já fazia uns anos que tinha ido morar com a esposa e as filhas na Espanha. Naquela noite, ele tava num encontro com amigos da vida, igual a mim. Obviamente, a primeira coisa que falei depois que ele contou um pouco sobre si foi sobre como ele me seduziu no banheiro, que eu adoraria ter nas minhas mãos toda aquela barra de carne que ele me mostrou, como se fosse um produto inevitável de adquirir. Automaticamente, ele me convidou pra ir, daqui a uma hora, pra um apartamento que ele tinha a poucas quadras de onde a gente tava. Me disse que a mulher dele era de uma cidade do interior e que tinha decidido passar o fim de semana inteiro lá pra visitar os parentes que não via há muito tempo. Sem pensar, bati a taça na dele, ao mesmo tempo que falei: SIM, PAPAI, QUERO SER SUA putinha essa noite... e tomei todo o vinho, convidando ele a me transformar na fantasia que nós dois queríamos, evidentemente: ele ser o macho que me fizesse de mulherzinha dele e eu, o cara que aproveitasse que a esposa não tava na cama dele... Continua...
1 comentários - Uma fantasia real (gay) parte 2