E aĂ, como se o universo tivesse resolvido completar a piada, o tempo voltou. Ela tinha 20 anos de novo. A mesma faculdade. As mesmas festas. Os mesmos amigos e grupos de amigas. Mas agora era mulher. E tudo ia se repetir… exatamente igual, mas com um corpo que enlouquecia todo mundo. (Sofia)



A festa na casa do bairro Centro tinha virado um ritual selvagem, e naquela noite todo mundo sabia que a Sandra ia ser o centro absoluto do caos. Ela desceu as escadas com passos lentos e calculados, o top preto de lycra tĂŁo justo que parecia pintado na pele dela. Os peitos novos dela — recĂ©m-aumentados pra um copo DDD — transbordavam por cima e pelos lados, os bicos duros marcando como se quisessem rasgar o tecido. O short jeans era tĂŁo curto que deixava ver a curva debaixo da bunda dela e o começo da tira da calcinha fio-dental vermelho-sangue que mal cobria alguma coisa. O silĂŞncio durou sĂł dois segundos antes de explodirem os assobios, os gritos e as palmas obscenas. O Marco foi o primeiro a reagir. Agarrou ela pela cintura com as duas mĂŁos, levantou ela como se nĂŁo pesasse nada e levou ela quase arrastando atĂ© a cozinha aberta enquanto o resto gritava “Tira, tira!”. Enfiou ela contra a bancada de granito frio. As mĂŁos dele subiram direto pra arrancar o top de uma puxada; os peitos pularam livres, pesados, com as aurĂ©olas grandes e escuras já enrugadas de tesĂŁo. — Porra, olha sĂł esse par de peitos… parece peito de puta — rosnou o Marco enquanto apertava eles com força, afundando os dedos atĂ© a pele ficar branca em volta —. Quanto vocĂŞ pagou por esses, hein? Porque valem cada puto centavo. A Sandra arqueou as costas, empurrando o peito contra ele. — Paguei pra ser comida assim… arrebenta eles, filho da puta. O Marco abaixou o zĂper com uma mĂŁo enquanto com a outra arrancava o short e a calcinha fio-dental de um puxĂŁo sĂł. A buceta já brilhava, inchada e molhada desde antes de descer as escadas. Ele meteu de uma enfiada brutal, atĂ© o fundo. O baque seco fez a Sandra gritar e os peitos dela quicarem violentamente contra o peito dele. — Siim! Assim, mais fundo! Arrebenta minha buceta, faz doer amanhĂŁ! — gritava sem filtro. Da porta da cozinha, a Nayeli e a Elisa já tinham tirado as blusas. A Nayeli tinha dois dedos metidos dentro da Elisa enquanto as duas olhavam a cena com os olhos vidrados. —Olha ela como se entrega… que puta tĂŁo gostosa —sussurrou Nayeli mordendo o pescoço da Elisa. Na sala principal, o RaĂşl já tinha a Laura de joelhos chupando ele enquanto o Diego observava tudo do sofá com uma cerveja na mĂŁo e o pau duro marcando na calça. (Sandra/Enrique)







Marco fodia Sandra sem piedade, o som dos corpos se chocando ecoava por todo o andar de baixo. Cada estocada fazia os peitos dela pularem pra cima e caĂrem pesados. Ele agarrava com as duas mĂŁos, amassava, beliscava os bicos atĂ© ela gritar de prazer-dor. —Me dá tudo, filho da puta! Me enche! —implorava Sandra, cravando as unhas nos ombros dele. Marco gozou dentro dela com um rugido, empurrando tĂŁo forte que quase levantou ela do chĂŁo. Quando saiu, um fio grosso de porra começou a escorrer pela parte de dentro das coxas dela. NĂŁo deu tempo nem de respirar. Diego apareceu atrás, já pelado, o pau grosso e cheio de veias apontando pro teto. —Minha vez, gostosa. De quatro, agora —ordenou. Virou ela e colocou em cima da mesa da cozinha. Sandra apoiou os cotovelos, a bunda empinada, os peitos esmagados contra a superfĂcie fria. Diego deu um tapa sonoro que deixou a marca vermelha na hora. —Olha essa bunda… e ainda escorrendo a porra do outro —disse rindo. Meteu nela de uma vez, mais devagar mas mais fundo que o Marco. Cada movimento fazia os peitos se arrastarem pela mesa, os bicos roçando a superfĂcie e mandando descargas direto no clitĂłris. —Que gostoso que esse cuzinho cheio de porra quente tá! —gemeu Diego—. Balança esses peitos, quero ver eles pulando enquanto te como. Sandra empurrava pra trás a cada estocada, fazendo os peitos baterem ritmado contra a madeira. —Mais forte! Aperta eles! Quero que vocĂŞ me marque! —implorava. Diego obedeceu: uma mĂŁo na cintura, a outra agarrando um peito com tanta força que a pele ficou branca entre os dedos. Com a outra mĂŁo livre, começou a esfregar o clitĂłris dela em cĂrculos rápidos. Na varanda perto da piscina, a cena se repetia em paralelo. RaĂşl tinha a Laura sentada na borda de uma mesa externa, as pernas abertas, comendo ela enquanto ela gemia olhando pra cozinha. Nayeli e Elisa tinham se juntado: Elisa estava de joelhos chupando A RaĂşl, enquanto Nayeli lambia os peitos da Laura e enfiava dois dedos nela ao mesmo tempo. — Vai, RaĂşl, come ela logo… pra Sandra nĂŁo ser a Ăşnica que grita essa noite — disse Nayeli com a voz rouca. RaĂşl se levantou, colocou Laura de bruços na mesa e a penetrou de uma vez sĂł. Laura gritou e arranhou a madeira. — Isso, assim! Me fode como uma puta! — ela berrava. Enquanto isso, na cozinha, Diego já tava perto do clĂmax. Tirou a piroca e gozou nas nádegas e nas costas da Sandra, jorros grossos escorrendo pela pele suada dela. Ela ainda tava tremendo, nĂŁo tinha gozado ainda. Marco voltou, ainda meio duro. — CĂŞ nĂŁo vai gozar com um sĂł, vai? — falou com um sorriso torto. Levantou ela da mesa, carregou no colo atĂ© a sala e jogou no sofá grande de trĂŞs lugares. RaĂşl, que tinha acabado de gozar dentro da Laura, chegou junto com o Diego. Os trĂŞs rodearam ela. Marco sentou no sofá e fez ela montar em cima dele, empalando ela de novo. Diego ficou atrás, cuspiu no cu dela e começou a pressionar devagar com a ponta. — Quer as duas ao mesmo tempo, puta? — perguntou Diego. Sandra, com a voz cortada pelo prazer, sĂł conseguiu concordar. — Siiim… enfia as duas… me arrebenta toda… RaĂşl se colocou na frente dela, agarrou ela pelo cabelo e enfiou a piroca na boca dela atĂ© a garganta. Sandra gemia em volta da piroca enquanto Marco e Diego começavam a se mexer ao mesmo tempo, um na buceta e o outro abrindo caminho no cu dela. O sofá rangia com violĂŞncia. Os peitos dela balançavam sem controle, batendo no peito do Marco. Diego dava tapas na bunda dela enquanto penetrava mais fundo. — Olha ela! Tá gozando com duas pirocas dentro! — gritou Nayeli de lado, se masturbando furiosamente enquanto Elisa lambia o clitĂłris dela. Sandra explodiu num orgasmo brutal: o corpo dela ficou tenso, os olhos viraram, um jorro quente saiu da buceta dela molhando o Marco. Ela gritou tĂŁo alto que deu pra ouvir lá fora. TrĂŞs homens gozaram quase ao mesmo tempo: Marco dentro da buceta, Diego no cu, RaĂşl tirando da boca e descarregando na cara e nos peitos dela. Quando terminaram, Sandra ficou largada no sofá, tremendo, coberta de porra, suor e os prĂłprios fluidos. Os peitos subiam e desciam com a respiração ofegante, brilhando de saliva e gozo. Nayeli se aproximou, ajoelhou entre as pernas dela e começou a lamber devagar a buceta e o cu, recolhendo tudo que escorria. — Boa garota…
Três anos depois, Sandra já tinha se adaptado perfeitamente à nova vida, e aquele novo corpo se sentia muito bem sendo mulher. Todas as pirocas que ela tinha experimentado mudaram sua perspectiva de vida aos poucos. Ela ia esquecendo a vida antiga. As roupas que usava e seu jeito de agir deixavam claro que era uma mulher de verdade. Sempre usava decotes, sempre usava vestidos justos, saias e calças de lycra que destacavam muito seu corpo e suas curvas. Na rua, sempre assobiavam pra ela, cantavam, e sempre tinha um homem que se aproximava pra paquerar. Na escola, até os professores tentavam transar com ela. No metrô, apertavam a bunda dela. E tudo isso era parte de ser mulher, e ela gostava. Gostava que olhassem pra ela com desejo, como um troféu.
O verĂŁo voltou. O mesmo sĂtio. O mesmo cheiro de terra quente, mato seco e carne assando. A famĂlia reunida. Mas agora ela era a das curvas impossĂveis. Inverteu os papĂ©is da irmĂŁ na hora. Sentiu o olhar do tio nos peitos logo de cara. As primeiras horas passaram normal, ela ficou batendo papo com os primos e primas. Depois, as tias pediram ajuda na cozinha, e toda vez que ela ia e vinha, sentia o olhar do tio na bunda e nos peitos. Ela sabia o que aquilo significava.
Desde o minuto um, quando pisou naquele lugar, o tio abraçou ela por tempo demais, sentindo os peitões dela contra o peito dele. As insinuações eram óbvias, e o dia inteiro ele ficou paquerando ela, deixando ela nervosa. Durante o churrasco... A paquera foi constante e cada vez mais descarada. A fumaça grossa da churrasqueira subia em colunas cinzentas, carregada do cheiro de carne queimada, carvão e gordura crepitando. O calor do fogo lambia a pele de todo mundo, fazendo o suor brilhar em gotas grossas nos braços, no pescoço e no decote dela. Cada vez que ela se inclinava pra servir tortilhas ou molho, os peitões grandes e pesados balançavam por baixo da blusa leve e molhada, os bicos duros marcando claramente contra o tecido fino. O tio não tirava os olhos dali nem por um segundo.






Ele se aproximou “pra ajudar” pela enĂ©sima vez, colando o corpo grande e quente por trás enquanto ela mexia a panela. A mĂŁo calejada roçou a cintura dela, depois desceu devagar atĂ© apertar o quadril com força. — Que *tasty* cheiro, sobrinha… a suor, a mulher quente e aquele molho apimentado — sussurrou rouco no ouvido dela, o bafo cheirando a cerveja e tabaco —. Olha como esses peitos tremem cada vez que vocĂŞ se mexe. TĂŁo me deixando louco. Se nĂŁo fosse a famĂlia, eu pegava eles agora mesmo e chupava atĂ© deixar vermelhinhos. Ela sentiu um choque de calor entre as pernas. A buceta se contraiu sozinha sĂł com as palavras. Mordeu o lábio e respondeu baixinho, sem virar: — Tio… cĂŞ tá sendo muito safado. Mas eu gosto… gosto de vocĂŞ me olhar assim. Se continuar falando desse jeito, vou ficar tĂŁo molhada que vai dar pra perceber. Ele soltou uma risada grave e apertou mais o quadril dela, deixando o pau já duro encostar na bunda dela por cima da saia. — EntĂŁo molha, sobrinha. Quero sentir o cheiro da sua buceta molhada daqui. Essa noite, quando todo mundo dormir, vou entrar no seu quarto e te foder como a putinha que vocĂŞ Ă©. Vou abrir suas pernas e meter todo o meu pau atĂ© vocĂŞ gritar meu nome. A noite passou lenta e torturante. O tio continuou paquerando sem vergonha: servia cerveja roçando o braço e a lateral do peito dela “sem querer”, punha a mĂŁo na coxa dela debaixo da mesa e subia os dedos devagar atĂ© tocar a beirada da calcinha, sussurrava piadas sujas no ouvido (“Se esse molho arde tanto, imagina como arde sua bucetinha quando eu meto”), e olhava pra ela como se já estivesse despindo e penetrando ali mesmo. O ar estava pesado: cheiro de carne queimada, de suor masculino e feminino, de cerveja derramada e de desejo cru que quase dava pra mastigar. Quando finalmente todo mundo foi dormir, o rancho ficou em silĂŞncio, quebrado sĂł pelos grilos e pelo latido distante de um cachorro. O tio entrou no quarto sem fazer barulho, trancou a porta e empurrou ela contra a parede. A parede de madeira levou um golpe seco que fez as tábuas estalarem. —Passei a noite inteira com o pau duro pensando em vocĂŞ — ele rosnou, voz rouca e baixa —. Nesses peitões grandes que vocĂŞ tem… sempre gostei deles assim, pesados e redondos. Diz que quer que eu te coma como uma putinha barata, sobrinha. Ela tremia de tesĂŁo, a buceta já escorrendo, a calcinha encharcada. —Sim, tio… me come como uma putinha — ela gemeu, a voz falhando —. Quero sentir vocĂŞ me arrebentar… enfia tudo, nĂŁo tem pena. Ele arrancou a camisola dela com um puxĂŁo brutal; o pano rasgou e caiu no chĂŁo. Os peitos dela pularam livres, pesados, brilhando de suor sob a luz fraca da lua que entrava pela janela. O tio agarrou os dois com as mĂŁos grandes, apertando com força atĂ© a pele ficar branca entre os dedos. —Porra… que peitos tĂŁo gostosos — ele grunhiu, abaixando a boca e chupando um mamilo duro e suado. Mordeu forte, puxando com os dentes atĂ© ela soltar um grito abafado. O outro mamilo ele lambeu em cĂrculos, deixando um rastro de saliva quente que esfriou na hora e arrepiou a pele dela. Virou ela de repente, dobrou sobre a cama e levantou a saia. A calcinha estava encharcada, a buceta inchada e brilhando de umidade. Puxou a calcinha dela de uma vez atĂ© os tornozelos e deu um tapa na bunda tĂŁo forte que o som ecoou como um chicote no quarto silencioso. A nádega ficou vermelha na hora. —Olha como vocĂŞ tá escorrendo… putinha molhada — ele disse, enfiando dois dedos de uma vez na buceta dela e mexendo rápido, fazendo um barulho de chafurdar obsceno —. Quer meu pau? Pede do jeito certo. —Sim, tio! Enfia logo! Quero que vocĂŞ arrebente minha buceta com esse pau grosso! Me come como se eu fosse sua putinha secreta! — ela implorou, empurrando a bunda pra trás. Ele baixou a calça e tirou o pau duro, grosso, cheio de veias, já escorrendo porra. Colocou na entrada e penetrou com um Ăşnico empurrĂŁo brutal, atĂ© o fundo. Ela gritou contra o travesseiro, as paredes da buceta esticando em volta dele, apertando como um punho quente e molhado. —Assim… toma toda a minha pica, sobrinha — ele grunhiu, começando a bombar forte, fundo, sem piedade. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem selvagemente contra o colchĂŁo—. VocĂŞ Ă© melhor que sua irmã… mais apertada, mais quente, mais puta. Sente como eu te rasgo. Ele agarrou os quadris dela com força, deixando marcas vermelhas, e acelerou. O som era brutal: tchaf… tchaf… tchaf… chape… chape… chape. A buceta dela escorria sucos que desciam pelas coxas, se misturando com o suor. Ele deu mais uma palmada na bunda dela, depois outra, alternando os lados atĂ© o rabo ficar vermelho e quente.





—Mais forte, tio! Me arrebenta! Quero sentir vocĂŞ atĂ© o Ăştero! Dá mais tapa na minha bunda! — ela gritava, a voz entrecortada pelos golpes. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto a fodia, movendo no ritmo da pica. O estĂmulo duplo fez ela tremer violentamente. — Vou encher sua buceta e depois gozar no seu cu, se vocĂŞ quiser — ele rosnou. — Fala que Ă© minha puta… fala que quer meu leite dentro. — Sou sua puta, tio! Enche minha buceta! Quero sentir vocĂŞ jorrando dentro de mim! Goza forte, filho da puta! — ela implorou, gozando primeiro com um grito abafado, a buceta se contraindo em volta dele em espasmos brutais, escorrendo sucos quentes nas bolas dele. O tio nĂŁo parou. Continuou fodendo ela mais rápido, mais selvagem, o suor escorrendo do peito dele nas costas dela. Agarrou os peitos dela por trás, apertando com força enquanto metia. — Vou gozar… toma tudo, sobrinha… toma meu leite quente — ele rugiu. Se esvaziou dentro com jorros potentes e grossos, grunhindo que nem bicho, empurrando fundo a cada vez que gozava. O semen quente encheu ela atĂ© transbordar, escorrendo pelas coxas dela em fios brancos e grossos. Ele ficou dentro por mais uns segundos, ofegando, sentindo a pica ainda pulsando dentro da buceta apertada e cheia. Finalmente saiu com um som molhado e sujo. O semen escorria da buceta dela, descendo pelas pernas trĂŞmulas. Ele se inclinou, deu um Ăşltimo tapa suave na bunda vermelha dela e sussurrou: — NĂŁo conta pra ninguĂ©m… isso fica entre nĂłs, puta. Mas se quiser mais, sabe onde me achar. Saiu do quarto, deixando a porta entreaberta. Ela ficou jogada de bruços na cama, tremendo, a buceta ainda pulsando, o semen quente saindo devagar, o corpo suado e marcado. Sabia que a vida dela — a mesma vida de sempre — agora era um inferno de prazer proibido e viciante do qual nunca ia querer sair.





No dia seguinte, o sol já batia forte desde cedo, o ar cheirava a poeira seca, esterco fresco e feno recĂ©m-cortado. O rancho fervilhava de atividade: os peões tocavam as vacas pro pasto do fundo, a avĂł gritava ordens da cozinha e o avĂ´ — Seu RefĂşgio — tinha saĂdo desde as seis pra revisar os cavalos nos estábulos velhos, aqueles que ficavam meio afastados, atrás do celeiro, onde quase ninguĂ©m ia naquela hora. Sandra tinha acordado com o corpo ainda dolorido e quente da noite anterior. As palmadas ardiam quando ela sentava, a buceta continuava sensĂvel e inchada, e cada vez que andava sentia o rastro pegajoso do gozo seco entre as coxas. Vestiu um vestido leve de algodĂŁo, sem sutiĂŁ porque os bicos dos peitos roçavam no tecido e doĂam de tanto que o tio tinha chupado e mordido. NĂŁo colocou calcinha. NĂŁo queria. Queria sentir o ar roçando a xota aberta, lembrando o quanto puta ela tinha se tornado numa Ăşnica noite. Foi levar cafĂ© pro avĂ´, como sempre fazia. A garrafa fumegando nas mĂŁos, o pretexto perfeito. Atravessou o pátio com passos lentos, o vestido grudando na pele suada. Quando chegou nos estábulos, o cheiro forte de cavalo e couro bateu nela. O avĂ´ estava sozinho, de costas, escovando o lombo de um quarto de milha preto que relinchou baixinho ao vĂŞ-la entrar. — Bom dia, vĂ´ — disse ela com voz suave, quase cantarolando. Ele se virou devagar. Era um homem grande ainda, embora os anos tivessem prateado o cabelo e endurecido as mĂŁos. Olhos escuros, profundos, que sempre olhavam ela um segundo a mais do que deviam. Largou a escova num gancho e limpou as mĂŁos na calça. — Trouxe café… que menina boa — murmurou, mas o olhar já tinha descido pras tetas marcadas debaixo do tecido fino, pros bicos duros que apareciam. Ela se aproximou, colocou a garrafa nas mĂŁos dele. Os dedos se roçaram. Nenhum dos dois se afastou. — Noite passada nĂŁo consegui dormir pensando em vocĂŞ — sussurrou Sandra, baixando os olhos. como se estivesse envergonhada, mas a buceta já pulsava sĂł de ter ele por perto—. No jeito que vocĂŞ me olha há anos… no que vocĂŞ faria comigo se a gente estivesse sozinho. Seu RefĂşgio largou o jarro numa viga sem tirar os olhos dela. Deu um passo Ă frente. O estábulo cheirava a ele: suor limpo de homem, fumo velho, couro curtido. —NĂŁo brinca comigo, mocinha —disse sĂ©rio, mas a voz saiu rouca—. Sabe que eu nĂŁo sou de me segurar. —NĂŁo tĂ´ brincando —respondeu ela, e se aproximou atĂ© os peitos roçarem no peito dele—. Quero que vocĂŞ me coma aqui mesmo… no meio dos cavalos. Quero sentir cheiro de vocĂŞ e deles ao mesmo tempo. Foi sĂł isso que bastou. O velho agarrou ela pela nuca com uma mĂŁo grande e calejada, beijou com força, enfiando a lĂngua atĂ© a garganta enquanto com a outra mĂŁo levantava o vestido dela atĂ© a cintura. Ao perceber que ela nĂŁo tava de calcinha por baixo, grunhiu contra a boca dela. —Puta descarada… nem calcinha vocĂŞ vestiu. Empurrou ela contra a porta de um boxe vazio. O cavalo do lado relinchou e chutou a madeira, mas nenhum dos dois ligou. Ele abriu as pernas dela com um movimento brusco, ajoelhou e enfiou a cara entre as coxas dela sem rodeios. Lambeu inteira, lĂngua larga e áspera percorrendo da bunda atĂ© o clitĂłris, chupando os sucos que já escorriam. Sandra se agarrou nas grades do boxe, gemendo alto, sem se importar se alguĂ©m passasse perto. —Tem gosto de mel e de pecado, mocinha… —grunhiu ele entre lambidas—. Abre mais as pernas… deixa eu te comer direito.






Ela obedeceu, ficando na ponta dos pĂ©s, empurrando a buceta contra a boca dele. Ele enfiou dois dedos grossos e curvou pra dentro, procurando aquele ponto que fazia ela tremer. Quando achou, ela gritou e gozou na cara dele em menos de um minuto, escorrendo pela barba grisalha e pela gola da camisa. O avĂ´ se levantou, desabotoou o cinto com as mĂŁos trĂŞmulas de tesĂŁo. A pica saiu pesada, grossa, cheia de veias, mais escura que a do tio, com a cabeça brilhando de porra. Ele virou ela de repente, dobrou ela sobre um fardo de feno alto e levantou uma perna dela pra apoiar na viga baixa. —Me olha —ordenou. Sandra virou a cabeça, os olhos vidrados. Ele cuspiu na mĂŁo, passou na pica e colocou na entrada. Entrou devagar no começo, curtindo como as paredes da buceta se abriam pra ele, mas quando sentiu que ela já tava bem aberta, enfiou de uma vez atĂ© o fundo. —Porra… que buceta gostosa vocĂŞ tem, mija… mais apertada que a da sua avĂł quando era nova. Começou a bombar com força, fundo, devagar no inĂcio e depois cada vez mais rápido. O fardo de feno se mexia a cada estocada, a poeira voava, os cavalos relinchavam nervosos. Ele agarrou os peitos dela por trás, beliscando os bicos com raiva enquanto fodĂa ela como se quisesse partir no meio. —Fala que vocĂŞ gosta da pica do vovô… fala que Ă© minha putinha no cio —rosnou, mordendo o pescoço dela. —Sim, apá! Amo sua pica grossa! Me fode como sua putinha! Quero que me encha como um garanhĂŁo! —gemeu ela, empurrando pra trás, a bunda batendo na pĂ©lvis dele com sons molhados e fortes. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto continuava metendo, depois dois. O alongamento duplo deixou ela louca. Gozou de novo, gritando contra o braço pra nĂŁo alertar o rancho inteiro, a buceta se contraindo tĂŁo forte que quase expulsou ele pra fora. O avĂ´ nĂŁo aguentou mais. Acelerou, os ovos batendo no clitĂłris, o suor escorrendo pelas costas. —Vou te engravidar, mija… vou te encher atĂ© que escorra por semanas —ele rugiu. Se esvaziou com um urro rouco, jatos grossos e quentes que a inundaram por completo. Empurrou fundo a cada gozada, rosnando putaria no ouvido dela: “toma meu leite… toma tudo… vocĂŞ Ă© minha agora”. Quando terminou, ficou dentro, ofegante, sentindo o gozo transbordar e escorrer pelas coxas dela em fios grossos que caĂam no chĂŁo de terra. Ajudou ela a se levantar quando finalmente saiu. Baixou o vestido dela com mĂŁos trĂŞmulas, deu um beijo lento na boca, ainda saboreando o prĂłprio mel nos lábios dela. —NinguĂ©m pode saber —disse sĂ©rio, mas com os olhos ainda acesos—. Mas se quiser que eu monte em vocĂŞ de novo… vem pro estábulo quando todo mundo dormir. Vou te esperar com a pica dura. Sandra sorriu, as pernas tremendo, a buceta pulsando cheia e satisfeita. —Vou vir todas as noites que puder, papai… quero ser sua putinha favorita. Ele deu um tapa suave, mas possessivo, na bunda dela e deixou ela ir. Ela saiu andando devagar, com o gozo ainda escorrendo por dentro das coxas, o cheiro de cavalo, feno e sexo impregnado na pele. Sabia que isso era sĂł o começo. O rancho nunca mais seria o mesmo. E ela tambĂ©m nĂŁo.




A festa na casa do bairro Centro tinha virado um ritual selvagem, e naquela noite todo mundo sabia que a Sandra ia ser o centro absoluto do caos. Ela desceu as escadas com passos lentos e calculados, o top preto de lycra tĂŁo justo que parecia pintado na pele dela. Os peitos novos dela — recĂ©m-aumentados pra um copo DDD — transbordavam por cima e pelos lados, os bicos duros marcando como se quisessem rasgar o tecido. O short jeans era tĂŁo curto que deixava ver a curva debaixo da bunda dela e o começo da tira da calcinha fio-dental vermelho-sangue que mal cobria alguma coisa. O silĂŞncio durou sĂł dois segundos antes de explodirem os assobios, os gritos e as palmas obscenas. O Marco foi o primeiro a reagir. Agarrou ela pela cintura com as duas mĂŁos, levantou ela como se nĂŁo pesasse nada e levou ela quase arrastando atĂ© a cozinha aberta enquanto o resto gritava “Tira, tira!”. Enfiou ela contra a bancada de granito frio. As mĂŁos dele subiram direto pra arrancar o top de uma puxada; os peitos pularam livres, pesados, com as aurĂ©olas grandes e escuras já enrugadas de tesĂŁo. — Porra, olha sĂł esse par de peitos… parece peito de puta — rosnou o Marco enquanto apertava eles com força, afundando os dedos atĂ© a pele ficar branca em volta —. Quanto vocĂŞ pagou por esses, hein? Porque valem cada puto centavo. A Sandra arqueou as costas, empurrando o peito contra ele. — Paguei pra ser comida assim… arrebenta eles, filho da puta. O Marco abaixou o zĂper com uma mĂŁo enquanto com a outra arrancava o short e a calcinha fio-dental de um puxĂŁo sĂł. A buceta já brilhava, inchada e molhada desde antes de descer as escadas. Ele meteu de uma enfiada brutal, atĂ© o fundo. O baque seco fez a Sandra gritar e os peitos dela quicarem violentamente contra o peito dele. — Siim! Assim, mais fundo! Arrebenta minha buceta, faz doer amanhĂŁ! — gritava sem filtro. Da porta da cozinha, a Nayeli e a Elisa já tinham tirado as blusas. A Nayeli tinha dois dedos metidos dentro da Elisa enquanto as duas olhavam a cena com os olhos vidrados. —Olha ela como se entrega… que puta tĂŁo gostosa —sussurrou Nayeli mordendo o pescoço da Elisa. Na sala principal, o RaĂşl já tinha a Laura de joelhos chupando ele enquanto o Diego observava tudo do sofá com uma cerveja na mĂŁo e o pau duro marcando na calça. (Sandra/Enrique)







Marco fodia Sandra sem piedade, o som dos corpos se chocando ecoava por todo o andar de baixo. Cada estocada fazia os peitos dela pularem pra cima e caĂrem pesados. Ele agarrava com as duas mĂŁos, amassava, beliscava os bicos atĂ© ela gritar de prazer-dor. —Me dá tudo, filho da puta! Me enche! —implorava Sandra, cravando as unhas nos ombros dele. Marco gozou dentro dela com um rugido, empurrando tĂŁo forte que quase levantou ela do chĂŁo. Quando saiu, um fio grosso de porra começou a escorrer pela parte de dentro das coxas dela. NĂŁo deu tempo nem de respirar. Diego apareceu atrás, já pelado, o pau grosso e cheio de veias apontando pro teto. —Minha vez, gostosa. De quatro, agora —ordenou. Virou ela e colocou em cima da mesa da cozinha. Sandra apoiou os cotovelos, a bunda empinada, os peitos esmagados contra a superfĂcie fria. Diego deu um tapa sonoro que deixou a marca vermelha na hora. —Olha essa bunda… e ainda escorrendo a porra do outro —disse rindo. Meteu nela de uma vez, mais devagar mas mais fundo que o Marco. Cada movimento fazia os peitos se arrastarem pela mesa, os bicos roçando a superfĂcie e mandando descargas direto no clitĂłris. —Que gostoso que esse cuzinho cheio de porra quente tá! —gemeu Diego—. Balança esses peitos, quero ver eles pulando enquanto te como. Sandra empurrava pra trás a cada estocada, fazendo os peitos baterem ritmado contra a madeira. —Mais forte! Aperta eles! Quero que vocĂŞ me marque! —implorava. Diego obedeceu: uma mĂŁo na cintura, a outra agarrando um peito com tanta força que a pele ficou branca entre os dedos. Com a outra mĂŁo livre, começou a esfregar o clitĂłris dela em cĂrculos rápidos. Na varanda perto da piscina, a cena se repetia em paralelo. RaĂşl tinha a Laura sentada na borda de uma mesa externa, as pernas abertas, comendo ela enquanto ela gemia olhando pra cozinha. Nayeli e Elisa tinham se juntado: Elisa estava de joelhos chupando A RaĂşl, enquanto Nayeli lambia os peitos da Laura e enfiava dois dedos nela ao mesmo tempo. — Vai, RaĂşl, come ela logo… pra Sandra nĂŁo ser a Ăşnica que grita essa noite — disse Nayeli com a voz rouca. RaĂşl se levantou, colocou Laura de bruços na mesa e a penetrou de uma vez sĂł. Laura gritou e arranhou a madeira. — Isso, assim! Me fode como uma puta! — ela berrava. Enquanto isso, na cozinha, Diego já tava perto do clĂmax. Tirou a piroca e gozou nas nádegas e nas costas da Sandra, jorros grossos escorrendo pela pele suada dela. Ela ainda tava tremendo, nĂŁo tinha gozado ainda. Marco voltou, ainda meio duro. — CĂŞ nĂŁo vai gozar com um sĂł, vai? — falou com um sorriso torto. Levantou ela da mesa, carregou no colo atĂ© a sala e jogou no sofá grande de trĂŞs lugares. RaĂşl, que tinha acabado de gozar dentro da Laura, chegou junto com o Diego. Os trĂŞs rodearam ela. Marco sentou no sofá e fez ela montar em cima dele, empalando ela de novo. Diego ficou atrás, cuspiu no cu dela e começou a pressionar devagar com a ponta. — Quer as duas ao mesmo tempo, puta? — perguntou Diego. Sandra, com a voz cortada pelo prazer, sĂł conseguiu concordar. — Siiim… enfia as duas… me arrebenta toda… RaĂşl se colocou na frente dela, agarrou ela pelo cabelo e enfiou a piroca na boca dela atĂ© a garganta. Sandra gemia em volta da piroca enquanto Marco e Diego começavam a se mexer ao mesmo tempo, um na buceta e o outro abrindo caminho no cu dela. O sofá rangia com violĂŞncia. Os peitos dela balançavam sem controle, batendo no peito do Marco. Diego dava tapas na bunda dela enquanto penetrava mais fundo. — Olha ela! Tá gozando com duas pirocas dentro! — gritou Nayeli de lado, se masturbando furiosamente enquanto Elisa lambia o clitĂłris dela. Sandra explodiu num orgasmo brutal: o corpo dela ficou tenso, os olhos viraram, um jorro quente saiu da buceta dela molhando o Marco. Ela gritou tĂŁo alto que deu pra ouvir lá fora. TrĂŞs homens gozaram quase ao mesmo tempo: Marco dentro da buceta, Diego no cu, RaĂşl tirando da boca e descarregando na cara e nos peitos dela. Quando terminaram, Sandra ficou largada no sofá, tremendo, coberta de porra, suor e os prĂłprios fluidos. Os peitos subiam e desciam com a respiração ofegante, brilhando de saliva e gozo. Nayeli se aproximou, ajoelhou entre as pernas dela e começou a lamber devagar a buceta e o cu, recolhendo tudo que escorria. — Boa garota…TrĂŞs anos depois, Sandra já tinha se adaptado perfeitamente Ă nova vida, e aquele novo corpo se sentia muito bem sendo mulher. Todas as pirocas que ela tinha experimentado mudaram sua perspectiva de vida aos poucos. Ela ia esquecendo a vida antiga. As roupas que usava e seu jeito de agir deixavam claro que era uma mulher de verdade. Sempre usava decotes, sempre usava vestidos justos, saias e calças de lycra que destacavam muito seu corpo e suas curvas. Na rua, sempre assobiavam pra ela, cantavam, e sempre tinha um homem que se aproximava pra paquerar. Na escola, atĂ© os professores tentavam transar com ela. No metrĂ´, apertavam a bunda dela. E tudo isso era parte de ser mulher, e ela gostava. Gostava que olhassem pra ela com desejo, como um trofĂ©u.
O verĂŁo voltou. O mesmo sĂtio. O mesmo cheiro de terra quente, mato seco e carne assando. A famĂlia reunida. Mas agora ela era a das curvas impossĂveis. Inverteu os papĂ©is da irmĂŁ na hora. Sentiu o olhar do tio nos peitos logo de cara. As primeiras horas passaram normal, ela ficou batendo papo com os primos e primas. Depois, as tias pediram ajuda na cozinha, e toda vez que ela ia e vinha, sentia o olhar do tio na bunda e nos peitos. Ela sabia o que aquilo significava.
Desde o minuto um, quando pisou naquele lugar, o tio abraçou ela por tempo demais, sentindo os peitões dela contra o peito dele. As insinuações eram óbvias, e o dia inteiro ele ficou paquerando ela, deixando ela nervosa. Durante o churrasco... A paquera foi constante e cada vez mais descarada. A fumaça grossa da churrasqueira subia em colunas cinzentas, carregada do cheiro de carne queimada, carvão e gordura crepitando. O calor do fogo lambia a pele de todo mundo, fazendo o suor brilhar em gotas grossas nos braços, no pescoço e no decote dela. Cada vez que ela se inclinava pra servir tortilhas ou molho, os peitões grandes e pesados balançavam por baixo da blusa leve e molhada, os bicos duros marcando claramente contra o tecido fino. O tio não tirava os olhos dali nem por um segundo.







Ele se aproximou “pra ajudar” pela enĂ©sima vez, colando o corpo grande e quente por trás enquanto ela mexia a panela. A mĂŁo calejada roçou a cintura dela, depois desceu devagar atĂ© apertar o quadril com força. — Que *tasty* cheiro, sobrinha… a suor, a mulher quente e aquele molho apimentado — sussurrou rouco no ouvido dela, o bafo cheirando a cerveja e tabaco —. Olha como esses peitos tremem cada vez que vocĂŞ se mexe. TĂŁo me deixando louco. Se nĂŁo fosse a famĂlia, eu pegava eles agora mesmo e chupava atĂ© deixar vermelhinhos. Ela sentiu um choque de calor entre as pernas. A buceta se contraiu sozinha sĂł com as palavras. Mordeu o lábio e respondeu baixinho, sem virar: — Tio… cĂŞ tá sendo muito safado. Mas eu gosto… gosto de vocĂŞ me olhar assim. Se continuar falando desse jeito, vou ficar tĂŁo molhada que vai dar pra perceber. Ele soltou uma risada grave e apertou mais o quadril dela, deixando o pau já duro encostar na bunda dela por cima da saia. — EntĂŁo molha, sobrinha. Quero sentir o cheiro da sua buceta molhada daqui. Essa noite, quando todo mundo dormir, vou entrar no seu quarto e te foder como a putinha que vocĂŞ Ă©. Vou abrir suas pernas e meter todo o meu pau atĂ© vocĂŞ gritar meu nome. A noite passou lenta e torturante. O tio continuou paquerando sem vergonha: servia cerveja roçando o braço e a lateral do peito dela “sem querer”, punha a mĂŁo na coxa dela debaixo da mesa e subia os dedos devagar atĂ© tocar a beirada da calcinha, sussurrava piadas sujas no ouvido (“Se esse molho arde tanto, imagina como arde sua bucetinha quando eu meto”), e olhava pra ela como se já estivesse despindo e penetrando ali mesmo. O ar estava pesado: cheiro de carne queimada, de suor masculino e feminino, de cerveja derramada e de desejo cru que quase dava pra mastigar. Quando finalmente todo mundo foi dormir, o rancho ficou em silĂŞncio, quebrado sĂł pelos grilos e pelo latido distante de um cachorro. O tio entrou no quarto sem fazer barulho, trancou a porta e empurrou ela contra a parede. A parede de madeira levou um golpe seco que fez as tábuas estalarem. —Passei a noite inteira com o pau duro pensando em vocĂŞ — ele rosnou, voz rouca e baixa —. Nesses peitões grandes que vocĂŞ tem… sempre gostei deles assim, pesados e redondos. Diz que quer que eu te coma como uma putinha barata, sobrinha. Ela tremia de tesĂŁo, a buceta já escorrendo, a calcinha encharcada. —Sim, tio… me come como uma putinha — ela gemeu, a voz falhando —. Quero sentir vocĂŞ me arrebentar… enfia tudo, nĂŁo tem pena. Ele arrancou a camisola dela com um puxĂŁo brutal; o pano rasgou e caiu no chĂŁo. Os peitos dela pularam livres, pesados, brilhando de suor sob a luz fraca da lua que entrava pela janela. O tio agarrou os dois com as mĂŁos grandes, apertando com força atĂ© a pele ficar branca entre os dedos. —Porra… que peitos tĂŁo gostosos — ele grunhiu, abaixando a boca e chupando um mamilo duro e suado. Mordeu forte, puxando com os dentes atĂ© ela soltar um grito abafado. O outro mamilo ele lambeu em cĂrculos, deixando um rastro de saliva quente que esfriou na hora e arrepiou a pele dela. Virou ela de repente, dobrou sobre a cama e levantou a saia. A calcinha estava encharcada, a buceta inchada e brilhando de umidade. Puxou a calcinha dela de uma vez atĂ© os tornozelos e deu um tapa na bunda tĂŁo forte que o som ecoou como um chicote no quarto silencioso. A nádega ficou vermelha na hora. —Olha como vocĂŞ tá escorrendo… putinha molhada — ele disse, enfiando dois dedos de uma vez na buceta dela e mexendo rápido, fazendo um barulho de chafurdar obsceno —. Quer meu pau? Pede do jeito certo. —Sim, tio! Enfia logo! Quero que vocĂŞ arrebente minha buceta com esse pau grosso! Me come como se eu fosse sua putinha secreta! — ela implorou, empurrando a bunda pra trás. Ele baixou a calça e tirou o pau duro, grosso, cheio de veias, já escorrendo porra. Colocou na entrada e penetrou com um Ăşnico empurrĂŁo brutal, atĂ© o fundo. Ela gritou contra o travesseiro, as paredes da buceta esticando em volta dele, apertando como um punho quente e molhado. —Assim… toma toda a minha pica, sobrinha — ele grunhiu, começando a bombar forte, fundo, sem piedade. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem selvagemente contra o colchĂŁo—. VocĂŞ Ă© melhor que sua irmã… mais apertada, mais quente, mais puta. Sente como eu te rasgo. Ele agarrou os quadris dela com força, deixando marcas vermelhas, e acelerou. O som era brutal: tchaf… tchaf… tchaf… chape… chape… chape. A buceta dela escorria sucos que desciam pelas coxas, se misturando com o suor. Ele deu mais uma palmada na bunda dela, depois outra, alternando os lados atĂ© o rabo ficar vermelho e quente.





—Mais forte, tio! Me arrebenta! Quero sentir vocĂŞ atĂ© o Ăştero! Dá mais tapa na minha bunda! — ela gritava, a voz entrecortada pelos golpes. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto a fodia, movendo no ritmo da pica. O estĂmulo duplo fez ela tremer violentamente. — Vou encher sua buceta e depois gozar no seu cu, se vocĂŞ quiser — ele rosnou. — Fala que Ă© minha puta… fala que quer meu leite dentro. — Sou sua puta, tio! Enche minha buceta! Quero sentir vocĂŞ jorrando dentro de mim! Goza forte, filho da puta! — ela implorou, gozando primeiro com um grito abafado, a buceta se contraindo em volta dele em espasmos brutais, escorrendo sucos quentes nas bolas dele. O tio nĂŁo parou. Continuou fodendo ela mais rápido, mais selvagem, o suor escorrendo do peito dele nas costas dela. Agarrou os peitos dela por trás, apertando com força enquanto metia. — Vou gozar… toma tudo, sobrinha… toma meu leite quente — ele rugiu. Se esvaziou dentro com jorros potentes e grossos, grunhindo que nem bicho, empurrando fundo a cada vez que gozava. O semen quente encheu ela atĂ© transbordar, escorrendo pelas coxas dela em fios brancos e grossos. Ele ficou dentro por mais uns segundos, ofegando, sentindo a pica ainda pulsando dentro da buceta apertada e cheia. Finalmente saiu com um som molhado e sujo. O semen escorria da buceta dela, descendo pelas pernas trĂŞmulas. Ele se inclinou, deu um Ăşltimo tapa suave na bunda vermelha dela e sussurrou: — NĂŁo conta pra ninguĂ©m… isso fica entre nĂłs, puta. Mas se quiser mais, sabe onde me achar. Saiu do quarto, deixando a porta entreaberta. Ela ficou jogada de bruços na cama, tremendo, a buceta ainda pulsando, o semen quente saindo devagar, o corpo suado e marcado. Sabia que a vida dela — a mesma vida de sempre — agora era um inferno de prazer proibido e viciante do qual nunca ia querer sair.





No dia seguinte, o sol já batia forte desde cedo, o ar cheirava a poeira seca, esterco fresco e feno recĂ©m-cortado. O rancho fervilhava de atividade: os peões tocavam as vacas pro pasto do fundo, a avĂł gritava ordens da cozinha e o avĂ´ — Seu RefĂşgio — tinha saĂdo desde as seis pra revisar os cavalos nos estábulos velhos, aqueles que ficavam meio afastados, atrás do celeiro, onde quase ninguĂ©m ia naquela hora. Sandra tinha acordado com o corpo ainda dolorido e quente da noite anterior. As palmadas ardiam quando ela sentava, a buceta continuava sensĂvel e inchada, e cada vez que andava sentia o rastro pegajoso do gozo seco entre as coxas. Vestiu um vestido leve de algodĂŁo, sem sutiĂŁ porque os bicos dos peitos roçavam no tecido e doĂam de tanto que o tio tinha chupado e mordido. NĂŁo colocou calcinha. NĂŁo queria. Queria sentir o ar roçando a xota aberta, lembrando o quanto puta ela tinha se tornado numa Ăşnica noite. Foi levar cafĂ© pro avĂ´, como sempre fazia. A garrafa fumegando nas mĂŁos, o pretexto perfeito. Atravessou o pátio com passos lentos, o vestido grudando na pele suada. Quando chegou nos estábulos, o cheiro forte de cavalo e couro bateu nela. O avĂ´ estava sozinho, de costas, escovando o lombo de um quarto de milha preto que relinchou baixinho ao vĂŞ-la entrar. — Bom dia, vĂ´ — disse ela com voz suave, quase cantarolando. Ele se virou devagar. Era um homem grande ainda, embora os anos tivessem prateado o cabelo e endurecido as mĂŁos. Olhos escuros, profundos, que sempre olhavam ela um segundo a mais do que deviam. Largou a escova num gancho e limpou as mĂŁos na calça. — Trouxe café… que menina boa — murmurou, mas o olhar já tinha descido pras tetas marcadas debaixo do tecido fino, pros bicos duros que apareciam. Ela se aproximou, colocou a garrafa nas mĂŁos dele. Os dedos se roçaram. Nenhum dos dois se afastou. — Noite passada nĂŁo consegui dormir pensando em vocĂŞ — sussurrou Sandra, baixando os olhos. como se estivesse envergonhada, mas a buceta já pulsava sĂł de ter ele por perto—. No jeito que vocĂŞ me olha há anos… no que vocĂŞ faria comigo se a gente estivesse sozinho. Seu RefĂşgio largou o jarro numa viga sem tirar os olhos dela. Deu um passo Ă frente. O estábulo cheirava a ele: suor limpo de homem, fumo velho, couro curtido. —NĂŁo brinca comigo, mocinha —disse sĂ©rio, mas a voz saiu rouca—. Sabe que eu nĂŁo sou de me segurar. —NĂŁo tĂ´ brincando —respondeu ela, e se aproximou atĂ© os peitos roçarem no peito dele—. Quero que vocĂŞ me coma aqui mesmo… no meio dos cavalos. Quero sentir cheiro de vocĂŞ e deles ao mesmo tempo. Foi sĂł isso que bastou. O velho agarrou ela pela nuca com uma mĂŁo grande e calejada, beijou com força, enfiando a lĂngua atĂ© a garganta enquanto com a outra mĂŁo levantava o vestido dela atĂ© a cintura. Ao perceber que ela nĂŁo tava de calcinha por baixo, grunhiu contra a boca dela. —Puta descarada… nem calcinha vocĂŞ vestiu. Empurrou ela contra a porta de um boxe vazio. O cavalo do lado relinchou e chutou a madeira, mas nenhum dos dois ligou. Ele abriu as pernas dela com um movimento brusco, ajoelhou e enfiou a cara entre as coxas dela sem rodeios. Lambeu inteira, lĂngua larga e áspera percorrendo da bunda atĂ© o clitĂłris, chupando os sucos que já escorriam. Sandra se agarrou nas grades do boxe, gemendo alto, sem se importar se alguĂ©m passasse perto. —Tem gosto de mel e de pecado, mocinha… —grunhiu ele entre lambidas—. Abre mais as pernas… deixa eu te comer direito.






Ela obedeceu, ficando na ponta dos pĂ©s, empurrando a buceta contra a boca dele. Ele enfiou dois dedos grossos e curvou pra dentro, procurando aquele ponto que fazia ela tremer. Quando achou, ela gritou e gozou na cara dele em menos de um minuto, escorrendo pela barba grisalha e pela gola da camisa. O avĂ´ se levantou, desabotoou o cinto com as mĂŁos trĂŞmulas de tesĂŁo. A pica saiu pesada, grossa, cheia de veias, mais escura que a do tio, com a cabeça brilhando de porra. Ele virou ela de repente, dobrou ela sobre um fardo de feno alto e levantou uma perna dela pra apoiar na viga baixa. —Me olha —ordenou. Sandra virou a cabeça, os olhos vidrados. Ele cuspiu na mĂŁo, passou na pica e colocou na entrada. Entrou devagar no começo, curtindo como as paredes da buceta se abriam pra ele, mas quando sentiu que ela já tava bem aberta, enfiou de uma vez atĂ© o fundo. —Porra… que buceta gostosa vocĂŞ tem, mija… mais apertada que a da sua avĂł quando era nova. Começou a bombar com força, fundo, devagar no inĂcio e depois cada vez mais rápido. O fardo de feno se mexia a cada estocada, a poeira voava, os cavalos relinchavam nervosos. Ele agarrou os peitos dela por trás, beliscando os bicos com raiva enquanto fodĂa ela como se quisesse partir no meio. —Fala que vocĂŞ gosta da pica do vovô… fala que Ă© minha putinha no cio —rosnou, mordendo o pescoço dela. —Sim, apá! Amo sua pica grossa! Me fode como sua putinha! Quero que me encha como um garanhĂŁo! —gemeu ela, empurrando pra trás, a bunda batendo na pĂ©lvis dele com sons molhados e fortes. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto continuava metendo, depois dois. O alongamento duplo deixou ela louca. Gozou de novo, gritando contra o braço pra nĂŁo alertar o rancho inteiro, a buceta se contraindo tĂŁo forte que quase expulsou ele pra fora. O avĂ´ nĂŁo aguentou mais. Acelerou, os ovos batendo no clitĂłris, o suor escorrendo pelas costas. —Vou te engravidar, mija… vou te encher atĂ© que escorra por semanas —ele rugiu. Se esvaziou com um urro rouco, jatos grossos e quentes que a inundaram por completo. Empurrou fundo a cada gozada, rosnando putaria no ouvido dela: “toma meu leite… toma tudo… vocĂŞ Ă© minha agora”. Quando terminou, ficou dentro, ofegante, sentindo o gozo transbordar e escorrer pelas coxas dela em fios grossos que caĂam no chĂŁo de terra. Ajudou ela a se levantar quando finalmente saiu. Baixou o vestido dela com mĂŁos trĂŞmulas, deu um beijo lento na boca, ainda saboreando o prĂłprio mel nos lábios dela. —NinguĂ©m pode saber —disse sĂ©rio, mas com os olhos ainda acesos—. Mas se quiser que eu monte em vocĂŞ de novo… vem pro estábulo quando todo mundo dormir. Vou te esperar com a pica dura. Sandra sorriu, as pernas tremendo, a buceta pulsando cheia e satisfeita. —Vou vir todas as noites que puder, papai… quero ser sua putinha favorita. Ele deu um tapa suave, mas possessivo, na bunda dela e deixou ela ir. Ela saiu andando devagar, com o gozo ainda escorrendo por dentro das coxas, o cheiro de cavalo, feno e sexo impregnado na pele. Sabia que isso era sĂł o começo. O rancho nunca mais seria o mesmo. E ela tambĂ©m nĂŁo.
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