Primeira confissão morbosa
Olá, pessoal, meu nome é Melissa Martínez, tenho 19 anos. Pra começar, isso aqui é mais uma confissão do que um relato. Tô há um tempão lendo histórias incestuosas de pai e filha, mãe e filho, ou até dos três juntos, e acho que esse site é o lugar certo pra eu fazer minha confissão. Primeiramente, minha família hoje é composta pela minha mãe, o namorado dela (Gustavo), minha irmã Paulina de 18 anos e o filho do Gustavo. Tudo vai girar em torno do Gustavo, do filho dele e da minha irmã. Pra começar, isso aconteceu umas duas semanas atrás, num sábado. Todo mundo tava comendo na mesa. Como sempre, o filho do Gustavo, um moleque de 12 anos, tava no celular vendo vídeos de mulher mostrando a bunda e umas gostosas peitudas. Percebi que ele tava vendo aquilo e, quando notava, fechava as abas e fazia outra coisa. Mas enfim, é um púbere na idade dos hormônios, um taradinho. Naquele dia, eu ia sair pra festa com umas amigas. Já de noite, comecei a me trocar e me arrumar. Quando desci, na sala tava o Gustavo com um fardo de cerveja, pronto pra ver o futebol, e minha mãe cozinhando pra passar a noite de sábado. Eu só me despedi deles, falei que voltaria mais tarde. Na festa, tudo tranquilo. Encontrei um amigo e fiquei conversando e bebendo com ele. Umas 3h da manhã, já bêbada, ele disse que me levaria pra casa. Eu realmente achei que ia transar com ele, mas já na caminhonete, tão bêbada que tava, comecei a tocar nele, mas não teve resposta, o pau dele não subia. Me deitei no banco e, quando menos esperava, já tava em casa. Cheguei na porta e, quando fui ver o celular pra ligar pra minha mãe abrir, vi uma mensagem dela dizendo que tinha deixado as chaves da porta na janela, que já tava dormindo. Peguei as chaves e entrei em casa sem fazer barulho, com medo de acordar alguém. Já bêbada, ouvia a TV no talo. Só tava o Gustavo de costas na poltrona reclinável. A primeira coisa que pensei foi que ele tava muito bêbado, porque também tinha uma garrafa de uísque pela metade. Eu me aproximei pra ver se ele tava acordado, mas que surpresa eu tive. Chegando perto, a primeira coisa que vejo é que ele tá sem camisa, o celular jogado de lado e, olhando bem, não sei se foi porque eu tava bêbada e imaginei demais, mas o pau dele tava pra fora, mole e com gotas de porra. No peito dele só dava pra ver as gotas de sêmen que ele tinha espalhado. E eu, talvez por estar bêbada e com tesão — porque meu amigo não tava duro —, resolvi pegar o celular pra ver o que ele tava assistindo. Senti meu coração acelerar e, ao desbloquear o celular, a primeira coisa que aparece é a tela do Google. Olhei o histórico e ele tava vendo pornô de velhas dando o cu, fazendo boquete, mas não foi isso que despertou minha curiosidade. Quando fui ver as abas que ele tinha no celular, vi que uma era da galeria dele. E na galeria, ele tinha pastas. Quando vi que uma dizia "enteadas", não imaginava que ia ver fotos da minha irmã chupando pau ou da minha irmã se masturbando, ou fotos das minhas calcinhas e das da minha irmã. Já não sei se sentia excitação pelo que tava vendo ou curiosidade de saber como ele conseguiu aquilo. Mas, fuçando o celular dele, vi que no WhatsApp ele tava trocando mensagens com um cara. O cara dizia que conhecia a filha dele e tudo, e era ele quem mandava os vídeos dela. E o Gustavo mandava fotos do pau dele com as nossas calcinhas. Os dois trocavam mensagens e se esfregavam na nossa conta. Nunca apareceu uma foto dele nem nada do tipo, e eu queria saber quem era e como ele conseguiu aqueles vídeos. Por outro lado, me invadia um tesão de saber que o Gustavo se masturbava com coisas nossas. Na galeria dele também tinha fotos do pau dele e outras onde ele colocava elásticos pra ele ficar mais avantajado. Minha mãe tem um fraco por gordinhos, e o Gustavo é alto, gordinho, com barriga de cerveja, que imagino que ele tenha dificuldade de ver o próprio pau. Mas muitos Diriam que ele tem um pau pequeno, mas pelas fotos que vi, era um pau médio, mas bem grosso, com a cabeça bem saliente, e com as ligas que ele usava dava pra ver umas veias grossas. Posso dizer que, enquanto escrevo isso, fiquei molhada só de ver, e agora tô toda molhada de tesão por confessar tudo que vi. Criei coragem, mandei rapidinho aquela foto do pau dele pro meu celular, depois apaguei tudo que tinha feito e deixei o celular no lugar de novo. Fui pro meu quarto, fechei a porta, deitei, dormi um pouco e acordei com vontade de ir ao banheiro. Ainda tava bêbada, então coloquei uma calcinha com cuidado, mas enquanto tava vestindo, ouvi a porta do filho do Gustavo abrir. O banheiro é na frente do meu quarto, então ouvi alguém entrar e passou rápido pela minha cabeça que era ele. Esperei ele sair pra não me ver de calcinha. Quando ele saiu e ouvi a porta, saí cambaleando. Do jeito que dava, tirei tudo e sentei pra fazer minhas necessidades. Como tava bêbada, resolvi tomar um banho pra ficar sóbria. Quando saí e me enxuguei bem, percebi que não tinha fechado a porta, só deixei ela meio aberta. Fiquei pensando que qualquer um podia ter me visto, mas não liguei e fui dormir. No dia seguinte, acordei porque ouvi minha mãe gritando que iam sair com meus tios. Esse dia fiquei sozinha. Vou contar a verdade aos poucos: nesse dia, fiquei com muito tesão e curiosidade pra ver se o filho do Guzmán também via essas coisas no computador dele. Então fiz isso: criei coragem e revirei. Mas isso já é história pra outra publicação. Primeiro quero ver se alguém pode me ajudar: vocês acham que eu deveria provocar o Gustavo e o filho dele com alguma coisa minha, ou deixo passar como se nada tivesse acontecido? (Aliás, guardei uma foto do pau do Gustavo, hehe, e o filho dele também tinha umas coisas sujas, hehe.)
Olá, pessoal, meu nome é Melissa Martínez, tenho 19 anos. Pra começar, isso aqui é mais uma confissão do que um relato. Tô há um tempão lendo histórias incestuosas de pai e filha, mãe e filho, ou até dos três juntos, e acho que esse site é o lugar certo pra eu fazer minha confissão. Primeiramente, minha família hoje é composta pela minha mãe, o namorado dela (Gustavo), minha irmã Paulina de 18 anos e o filho do Gustavo. Tudo vai girar em torno do Gustavo, do filho dele e da minha irmã. Pra começar, isso aconteceu umas duas semanas atrás, num sábado. Todo mundo tava comendo na mesa. Como sempre, o filho do Gustavo, um moleque de 12 anos, tava no celular vendo vídeos de mulher mostrando a bunda e umas gostosas peitudas. Percebi que ele tava vendo aquilo e, quando notava, fechava as abas e fazia outra coisa. Mas enfim, é um púbere na idade dos hormônios, um taradinho. Naquele dia, eu ia sair pra festa com umas amigas. Já de noite, comecei a me trocar e me arrumar. Quando desci, na sala tava o Gustavo com um fardo de cerveja, pronto pra ver o futebol, e minha mãe cozinhando pra passar a noite de sábado. Eu só me despedi deles, falei que voltaria mais tarde. Na festa, tudo tranquilo. Encontrei um amigo e fiquei conversando e bebendo com ele. Umas 3h da manhã, já bêbada, ele disse que me levaria pra casa. Eu realmente achei que ia transar com ele, mas já na caminhonete, tão bêbada que tava, comecei a tocar nele, mas não teve resposta, o pau dele não subia. Me deitei no banco e, quando menos esperava, já tava em casa. Cheguei na porta e, quando fui ver o celular pra ligar pra minha mãe abrir, vi uma mensagem dela dizendo que tinha deixado as chaves da porta na janela, que já tava dormindo. Peguei as chaves e entrei em casa sem fazer barulho, com medo de acordar alguém. Já bêbada, ouvia a TV no talo. Só tava o Gustavo de costas na poltrona reclinável. A primeira coisa que pensei foi que ele tava muito bêbado, porque também tinha uma garrafa de uísque pela metade. Eu me aproximei pra ver se ele tava acordado, mas que surpresa eu tive. Chegando perto, a primeira coisa que vejo é que ele tá sem camisa, o celular jogado de lado e, olhando bem, não sei se foi porque eu tava bêbada e imaginei demais, mas o pau dele tava pra fora, mole e com gotas de porra. No peito dele só dava pra ver as gotas de sêmen que ele tinha espalhado. E eu, talvez por estar bêbada e com tesão — porque meu amigo não tava duro —, resolvi pegar o celular pra ver o que ele tava assistindo. Senti meu coração acelerar e, ao desbloquear o celular, a primeira coisa que aparece é a tela do Google. Olhei o histórico e ele tava vendo pornô de velhas dando o cu, fazendo boquete, mas não foi isso que despertou minha curiosidade. Quando fui ver as abas que ele tinha no celular, vi que uma era da galeria dele. E na galeria, ele tinha pastas. Quando vi que uma dizia "enteadas", não imaginava que ia ver fotos da minha irmã chupando pau ou da minha irmã se masturbando, ou fotos das minhas calcinhas e das da minha irmã. Já não sei se sentia excitação pelo que tava vendo ou curiosidade de saber como ele conseguiu aquilo. Mas, fuçando o celular dele, vi que no WhatsApp ele tava trocando mensagens com um cara. O cara dizia que conhecia a filha dele e tudo, e era ele quem mandava os vídeos dela. E o Gustavo mandava fotos do pau dele com as nossas calcinhas. Os dois trocavam mensagens e se esfregavam na nossa conta. Nunca apareceu uma foto dele nem nada do tipo, e eu queria saber quem era e como ele conseguiu aqueles vídeos. Por outro lado, me invadia um tesão de saber que o Gustavo se masturbava com coisas nossas. Na galeria dele também tinha fotos do pau dele e outras onde ele colocava elásticos pra ele ficar mais avantajado. Minha mãe tem um fraco por gordinhos, e o Gustavo é alto, gordinho, com barriga de cerveja, que imagino que ele tenha dificuldade de ver o próprio pau. Mas muitos Diriam que ele tem um pau pequeno, mas pelas fotos que vi, era um pau médio, mas bem grosso, com a cabeça bem saliente, e com as ligas que ele usava dava pra ver umas veias grossas. Posso dizer que, enquanto escrevo isso, fiquei molhada só de ver, e agora tô toda molhada de tesão por confessar tudo que vi. Criei coragem, mandei rapidinho aquela foto do pau dele pro meu celular, depois apaguei tudo que tinha feito e deixei o celular no lugar de novo. Fui pro meu quarto, fechei a porta, deitei, dormi um pouco e acordei com vontade de ir ao banheiro. Ainda tava bêbada, então coloquei uma calcinha com cuidado, mas enquanto tava vestindo, ouvi a porta do filho do Gustavo abrir. O banheiro é na frente do meu quarto, então ouvi alguém entrar e passou rápido pela minha cabeça que era ele. Esperei ele sair pra não me ver de calcinha. Quando ele saiu e ouvi a porta, saí cambaleando. Do jeito que dava, tirei tudo e sentei pra fazer minhas necessidades. Como tava bêbada, resolvi tomar um banho pra ficar sóbria. Quando saí e me enxuguei bem, percebi que não tinha fechado a porta, só deixei ela meio aberta. Fiquei pensando que qualquer um podia ter me visto, mas não liguei e fui dormir. No dia seguinte, acordei porque ouvi minha mãe gritando que iam sair com meus tios. Esse dia fiquei sozinha. Vou contar a verdade aos poucos: nesse dia, fiquei com muito tesão e curiosidade pra ver se o filho do Guzmán também via essas coisas no computador dele. Então fiz isso: criei coragem e revirei. Mas isso já é história pra outra publicação. Primeiro quero ver se alguém pode me ajudar: vocês acham que eu deveria provocar o Gustavo e o filho dele com alguma coisa minha, ou deixo passar como se nada tivesse acontecido? (Aliás, guardei uma foto do pau do Gustavo, hehe, e o filho dele também tinha umas coisas sujas, hehe.)
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