Meu nome é Rolando, e eu estudava na faculdade de engenharia. Tava namorando minha mina há mais de 4 anos, e não vou dizer que nesse tempo todo a gente se comportou da maneira mais correta. Eu tinha 24 anos e minha namorada, 23. Essa história começa quando eu ainda ia pras aulas na época da faculdade. Naquele tempo, eu alugava uma casa meio pequena, mas com o essencial. 😂 Como sempre tava sozinho em casa, eu aproveitava pra levar minha mina pra transar um pouco e matar a vontade na hora. Mas um dia desses, a gente ouviu a porta da casa abrir de repente, e a gente tava no meio do ato. Era meu pai, Roberto, de 45 anos, que tinha chegado de surpresa e nos encontrou pelados na sala. Juro que naquela hora eu senti o perigo, pensando que minha época de independente ia acabar. Obviamente, também senti pena da María, que naquele momento também tava mostrando tudo. No final, meu pai mandou a gente se arrumar e conversou sério com a gente. Disse que não ia contar pra minha mãe (graças a Deus), mas que não queria mais nos pegar daquele jeito. Eu aceitei e fui levar a María pra casa dela. Quando voltei, meu pai ainda tava na casa, e aí ele começou a me parabenizar. Falou que eu tinha uma namorada muito gostosa e que tava orgulhoso de saber que eu já não era mais virgem (mesmo eu não sendo há anos). Me senti meio estranho porque não esperava aquela reação, mas ele falava sério, com orgulho. Tudo bem até aí, mas foi então que ele disse: "Filho, quanta experiência sua namorada tem?" A pergunta me confundiu pra caralho, mas eu já sabia onde ele queria chegar. A real é que eu percebi que ele tinha ficado de pau duro ao ver a María pelada. A María e eu percebemos, e até comentamos quando deixei ela em casa, mas a gente fingiu que não viu. E então, ele me falou algo que me deixou ainda mais chocado: "Olha, eu ouvi aquelas vezes que você disse que sua namorada tava com problemas financeiros. Eu gostaria... ajudar ela. Ele falava com uma cara de anjo que qualquer um diria que tava sendo por puro altruísmo. Eu perguntei qual era a pegadinha. Aí ele me disse que queria provar ela um pouco. Obviamente, eu fingi que fiquei ofendido e perguntei por que não fazia isso com a mamãe ou com uma puta. A resposta dele foi que minha mãe há meses não dava uma trepada nem nos sonhos dele, e que ele sempre teve receio de ir com uma prostituta por causa das doenças. Basicamente, o plano dele era pagar minha namorada como se fosse uma puta, sabendo que a gente transava sem proteção, e por isso ela não teria nada com que ele precisasse se preocupar. Qualquer um se ofenderia em emprestar a namorada pro próprio pai, mas a verdade é que aquilo me deixava curioso. Eu tinha visto tantos contos de sogrão comendo a nora que aquilo virou um fetiche pra mim, e só de imaginar minha namorada sendo fodida pelo meu velho, já me dava um tesão. O que rolou foi tipo uma oportunidade que eu não podia deixar passar. A única condição que eu impus foi que ele não ficaria sozinho com ela. Fazia um tempo que ela e eu queríamos experimentar um ménage, então era só questão de convencer ela. Passaram-se vários dias, e enquanto isso, eu fui comentando com a Maria sobre a situação do meu pai. Não falei que ele queria pagar ela como uma puta pra ajudar, mas sim que ele tava disposto a dar uma força. Ele me disse pra levar ela sem contar nada do plano e que ele mesmo cuidaria de convencer ela. Da minha parte, eu só fui insinuando pra Maria que meu velho tava se sentindo tão sozinho e que há tanto tempo não comia ninguém. Ela só dizia que sentia muito por ele. Um homem não podia ficar tão limitado por tanto tempo. O comentário dela foi tão inesperado, talvez ela também topasse. Chegou o dia da verdade, uma quarta-feira à noite. Eu tinha convidado a Maria pra jantar e dormir em casa, pra ela pedir permissão pros pais dela. Falei que meu pai chegaria a qualquer momento pra conversar sobre a proposta. Como um plus, comentei que ela trouxesse aquela lingerie branca que ficava tão bem nela, porque queria fazer antes de dormir. Óbvio que era mentira, em parte. Meu pai chegou e nós dois sentamos pra conversar na sala. Ele cumprimentou ela, e ela também. Quando ele mencionou a proposta financeira que ia fazer, ela ficou super feliz. Não acreditava na oferta foda que era. O difícil agora era como dizer que, pra conseguir tudo aquilo, ela ia ter que colocar o corpo na frente. Mas meu pai foi direto demais. Ainda lembro um pouco das palavras dele. "Você é toda uma mulher, María. Muito gostosa e também talentosa. Tô feliz que você escolheu meu filho, mas a verdade é que eu também te vejo como mulher." Vi como ela começou a rir nervosa. Não culpava ela por não saber reagir, nem eu tava tão certo disso, mas a vontade de ver ela assim... Por um momento ela ficou pensando e eu me caguei de medo. Ela podia ir embora a qualquer instante e me chamar de doente filho da puta, igual meu pai, o que seria merecido. Mas aí ela virou pra mim e falou: "Tem certeza, Rolando?" Eu respondi com uma pergunta, e ela continuou. "Você não vai ficar puto se eu me envolver com seu pai?" Porra, do jeito que ela disse. Não soou como reclamação, era uma pergunta sincera. Eu falei que não, mas que ia ser um menage. "Só se for dessa vez. Eu sei que é estranho, mas enquanto ninguém descobre..." Merda! Meu pau tava durasso. Nunca pensei que isso fosse rolar. Ela subiu pro quarto pra se trocar, e eu fiquei com meu velho na sala. Dava pra sentir meu pau ficando mais e mais duro. No fim, María saiu e começou a descer as escadas de renda. Ela não tinha peitos grandes, mas as pernas dela, e nem vou falar da rabuda que se marcava. Ela chegou perto do sofá grande onde a gente tava sentado e se ajoelhou. "Seu Roberto e meu amor, vocês não vão me dar? Pensei que queriam encher minha boca de pica." Ainda lembro. com a voz tão erótica que ele tinha dito. Nós dois nos desabotoamos e tiramos a calça na hora. Pra essa ocasião eu tinha me depilado completamente, mas meu pai não pareceu dar a mínima importância, coisa que a Maria percebeu rapidinho. "Ele é bem peludo" Todos nós rimos do comentário dela, foi tão do nada. Meu pai perguntou se ela não gostava, que ele podia raspar rápido. Mas ela disse que não. "Enquanto for o pau do meu sogrinho, eu faço boquete do jeito que for" Ela colocou a língua no pau do meu pai e começou a lamber como se fosse um pirulito. Tava tão gostosa lambendo enquanto eu me masturbava fazendo o trabalho pra ela. Mas, vou ser sincero, deu uma invejinha. Ela chupava aquele pau como se fosse a última Coca-Cola do deserto e ainda dava atenção especial pros bagos dele, que lambia e chupava. Parecia uma puta bem safada enquanto fazia isso. Mas eu também queria aproveitar. Ela percebeu isso e colocou a mão no meu pau pra me masturbar. "Desculpa, bebê. Tava distraída com o pau do seu pai" "Isso significa que ela tá fazendo o trabalho dela direitinho" E claro que tava. Ela tinha o pau do meu pai na boca e me masturbava com a mão direita, pegando de vez em quando nos meus bagos. Começou a revezar boquetes em cada um. Depois disso, a gente cansou e levantou. Literalmente começamos a apalpar ela, eu na frente e meu pai atrás. "Norinha, e esse rabão enorme?" Deu um tapa forte na bunda dela, e ela soltou um gemido. Eu comecei a apalpar os peitos dela. Não importava se eram pequenos, a maciez não perdia e dava pra ver os bicos começando a aparecer por baixo da renda branca. "Uso pra agradar meu filho, mas por essa noite, pode fazer o que quiser com ele" "Aceito o convite" Meu pai enfiou a cara literalmente na bunda da minha namorada, e começou a balançar ela de um lado pro outro. Não julgo ele ter ficado tão animalesco, a bunda da minha namorada é enorme pra caralho Grande e qualquer um faria de tudo se tivesse essa bunda na frente, incluindo vocês, leitores. Sua bunda é tão gostosa, e cheira tão bem. É muito maior que a da minha esposa. Papai, dissemos que você não ia mencionar a mamãe nisso. Eu tinha dito isso, mas de novo não o culpava. Calma, love. Eu sei que você ama muito sua mãe, mas se ela não cuida das necessidades do seu pai, meu dever como nora é assumir o posto. Já ouviu sua namorada, relaxa. Ele abaixou a renda de baixo e deixou exposta a bunda enorme de María, que só recebia palmadas e uns apertões tão grandes que só faziam ela quicar. Ele abriu a bunda dela, e de um lado pude vê-lo lambendo. Sogro, esse lugar não. Está meio sujo. Eu acho muito gostoso, sério, não sei como o Rolando guardou tudo isso só para ele. O corpo de María era profanado por dois homens ao mesmo tempo, e nada menos que por pai e filho. Essa situação tão taboo fazia com que eu sentisse uma necessidade extra de continuar. Minha namorada nos parou, e foi se deitar na cama que tínhamos lá embaixo perto da sala. Naquela posição de cachorrinho, ela estava bem gostosa, mostrando toda a bucetinha e o cu. Eu e meu velho nos engasgamos, e eu o vi aproximar o pênis da vagina dela. Eu o parei. O que você está fazendo, filho? Por ser quem paga, acho que você merece algo mais especial. Olhei para María e ela me entendeu perfeitamente. Era óbvio demais o que tanto tinha chamado a atenção dele, então ela abriu a nádega direita e deixou ver o orifício. Já que vi que você gostou tanto, esse buraquinho especial é para o pai do meu namorado, não quer profanar meu cuzinho com seu pênis enorme? Ele me olhou com muita surpresa, e eu disse: Esse está sem uso. Isso mesmo, sogrão. Será o primeiro homem a profanar essa bunda tão gorda que tem na frente. Pude ver como o pênis do meu pai ficou duro que nem ferro. Passei a vaselina e ele foi colocando com os dedos. Sentei para ver o espetáculo. Podia ver como o orifício da minha namorada ia cedendo aos poucos. Peguei o pau do meu pai inteiro. Foram umas metidas e tiradas até meu velho começar a comer a nora por trás. A bunda dela quicava cada vez que ele enfiava, metendo sem parar. As bolas dele batiam no rabo dela, fazendo aquele som de tapa clássico que todo mundo conhece. Minha namorada tinha virado uma puta de verdade, tomando o pau de alguém que não era o namorado dela.
— Sério que vai ficar aí só olhando, filho? — Meu pai me chamou.
— Sim, sim. Vem cá, amor. Quero ter o pau de vocês dois ao mesmo tempo.
Engoli seco e, sem pensar duas vezes, me enfiei debaixo da Maria e meti o pau na bocetinha gostosa e molhada dela. A puta da minha namorada tava adorando de verdade. Nem quando a gente tava sozinho ela ficava tão molhada. Agora tinha o pau do meu pai e o meu estuprando os dois buracos dela. Pela primeira vez, dividia algo com meu velho além do futebol.
E assim a gente passou um tempão transando até meu pai não aguentar mais.
— Buceta! Vou gozar!
— Não tira. Deixa meu rabo cheio da sua porra, sogrinho.
— Só por isso agora você é minha nora favorita.
Senti meu pai começar a meter mais rápido na minha namorada até que finalmente parou. Ele se afastou e, segundo ele me contou, deixou ela toda cheia. Obviamente fiz o mesmo e terminei gozando dentro também. Não tinha o que temer, ela tomava os remédios.
— Filho de peixe, peixinho é.
Ela riu, e a gente também. Tinha sido foda pra caralho, e finalmente realizei minha fantasia. No fim, ele topou dar o dinheiro em parcelas, e depois disso fomos dormir como se nada tivesse rolado.
No dia seguinte, acordei. Tinha que ir pro estágio, e meu pai pro trampo, então aproveitamos pra sair juntos. Por sorte, a Maria não tinha aula até a tarde. Eram 7:50, e a gente tinha que sair às 8:00 se quisesse chegar cedo. A gente já tava arrumado, mas ver a Maria ali deitada… Embora tivesse sido só uma vez, eu e meu pai parecíamos estar sincronizados. Tiramos o pau e colocamos perto da boca da minha namorada. Ela acordou meio confusa. "Amor, vocês já estão de tarados de manhã?" Não ligou, na cama começou a chupar o pau dos dois e tirou a blusa pra mostrar os peitos. "Gozem nos meus peitos quentes. Deixem eles cheios de porra, e se quiserem, tirem foto." Era tão porra de sexy quando ela falava assim e se esfregava nos peitos. No final, gozei primeiro e depois meu pai. Deixamos ela cheia de porra no peito, e ela esfregou os peitos com o líquido. "Amor, acho que não tem mais volta." Eu disse que era verdade. Muito provavelmente, não ia ficar só numa vez. "E você, meu lindo sogrão, quando minha sogra não quiser dar a buceta, quero que saiba que a minha vai estar aberta pra você." "Meu amor, você parece uma puta quando fala isso, e quero que saiba que isso me excita." Nos despedimos dela, e claramente não foi a última vez. Desde aquele momento, minha namorada é mulher minha e do meu pai.
— Sério que vai ficar aí só olhando, filho? — Meu pai me chamou.
— Sim, sim. Vem cá, amor. Quero ter o pau de vocês dois ao mesmo tempo.
Engoli seco e, sem pensar duas vezes, me enfiei debaixo da Maria e meti o pau na bocetinha gostosa e molhada dela. A puta da minha namorada tava adorando de verdade. Nem quando a gente tava sozinho ela ficava tão molhada. Agora tinha o pau do meu pai e o meu estuprando os dois buracos dela. Pela primeira vez, dividia algo com meu velho além do futebol.
E assim a gente passou um tempão transando até meu pai não aguentar mais.
— Buceta! Vou gozar!
— Não tira. Deixa meu rabo cheio da sua porra, sogrinho.
— Só por isso agora você é minha nora favorita.
Senti meu pai começar a meter mais rápido na minha namorada até que finalmente parou. Ele se afastou e, segundo ele me contou, deixou ela toda cheia. Obviamente fiz o mesmo e terminei gozando dentro também. Não tinha o que temer, ela tomava os remédios.
— Filho de peixe, peixinho é.
Ela riu, e a gente também. Tinha sido foda pra caralho, e finalmente realizei minha fantasia. No fim, ele topou dar o dinheiro em parcelas, e depois disso fomos dormir como se nada tivesse rolado.
No dia seguinte, acordei. Tinha que ir pro estágio, e meu pai pro trampo, então aproveitamos pra sair juntos. Por sorte, a Maria não tinha aula até a tarde. Eram 7:50, e a gente tinha que sair às 8:00 se quisesse chegar cedo. A gente já tava arrumado, mas ver a Maria ali deitada… Embora tivesse sido só uma vez, eu e meu pai parecíamos estar sincronizados. Tiramos o pau e colocamos perto da boca da minha namorada. Ela acordou meio confusa. "Amor, vocês já estão de tarados de manhã?" Não ligou, na cama começou a chupar o pau dos dois e tirou a blusa pra mostrar os peitos. "Gozem nos meus peitos quentes. Deixem eles cheios de porra, e se quiserem, tirem foto." Era tão porra de sexy quando ela falava assim e se esfregava nos peitos. No final, gozei primeiro e depois meu pai. Deixamos ela cheia de porra no peito, e ela esfregou os peitos com o líquido. "Amor, acho que não tem mais volta." Eu disse que era verdade. Muito provavelmente, não ia ficar só numa vez. "E você, meu lindo sogrão, quando minha sogra não quiser dar a buceta, quero que saiba que a minha vai estar aberta pra você." "Meu amor, você parece uma puta quando fala isso, e quero que saiba que isso me excita." Nos despedimos dela, e claramente não foi a última vez. Desde aquele momento, minha namorada é mulher minha e do meu pai.
1 comentários - Meu pai e eu fazendo menage com minha namorada