Sou a Vanesa, tenho 25 anos, 1,65m, sou branquela mas com o cabelo bem preto, me considero gostosa, tenho um corpo normal, uma bunda boa e dizem que tenho lábios bonitos. Meus pais se separaram quando eu tinha 17, fiquei morando com minha mãe, mas vou direto na casa do meu pai. Isso que vou contar foi quando eu tinha 19 anos e meu pai 40, ele sempre me olhava, mas eu nunca liguei pra isso, até achava normal um homem olhar a bunda de uma mulher mesmo sendo meu pai, mas naquele fim de semana ele me olhava demais. Naquela noite que cheguei, era sexta-feira e eu tava com um jeans curto e justo, e ele cravou o olho na minha bunda, e quando sentei no sofá ele ficava olhando minha virilha, mas eu não sabia se era coisa da minha cabeça ou se tava rolando, então abri as pernas me fazendo de sonsa e ele olhava fixo lá, e também se fazendo de besta se tocava por cima da calça. Depois cada um foi pro seu quarto e ficou por isso. Fiquei pensando que meu pai tava com tesão em mim e não sabia o que pensar. Gostava da ideia de ele ficar excitado comigo, mas não de fazer algo mais. No outro dia, umas 10 da manhã, ele me chamou pra ir na piscina (porque o prédio dele tem piscina e era verão). Coloquei o biquíni, era cavado mas não tão pequeno, mas mostrava bastante. Tinha umas 3 pessoas, tudo homem, me olhavam como se fossem me comer inteira, hahaha. Depois subimos pro apê e ele fala: "vamos almoçar fora". Coloquei uma legging e ele disse: "coloca o short jeans, fica lindo em você". Falei: "cê tem razão". Fui pro quarto, coloquei e levantei ele um pouco mais, tava com um pouco da bunda de fora. Saí e perguntei como tava, dei uma volta. Ele disse: "espetacular, além de você ter uma bundinha redonda, esse short fica melhor em você". Me virei e falei: "tá aparecendo um pouco da bunda, né?" Ele disse: "sim", chegou perto e abaixou um pouco, me tocando a bunda, e me pegou pela cintura e falou: "agora sim". Me abaixei um pouco e ele disse: "não tá escapando nada, se aparecer demais me avisa". Falei: "não vou te avisar". A vista. Comemos e vi que ele tava no celular, aí ele fala: "Pronto, vamos pedir um sorvete e ir pra casa". Lá pelas 4 da tarde, vi que tinha uma caixa em cima da mesa e falei: "E isso?" Ele responde: "É um presente pra você". Abri e era uma micro biquíni. "E isso?" falei. Ele disse: "Pra você, pra sua bunda ficar do jeito que tem que ficar". Falei: "Vai ficar mais que à mostra, isso é quase um fio dental", e ri. Ele falou: "Se quiser, veste e vamos dar uma volta na piscina que eu dei uma olhada da sacada e não tem ninguém". Coloquei e gostei de como ficou. Saí do quarto e falei: "E aí, como é que tá?" Ele respondeu: "Tá pronta pro crime". Falei: "Me protege, porque vão querer me comer assim", e ri. Ele disse: "Não vou deixar, essa bunda é minha". Chegamos na piscina e eu, de propósito, me abaixei bem na frente dele. Como a sunga dele tava molhada, dava pra ver o volume cada vez maior. Subimos pro apartamento, fui pro meu quarto e fiquei pensando em tudo que aconteceu, com sensações estranhas. Tava com tesão e medo ao mesmo tempo. Umas 9 da noite, eu não saí naquele sábado. Ele falou: "Peço pizza se quiser". "Beleza", falei. Comemos, tomamos umas cervejas e vimos um filme. Lá pelas 11:30, mais ou menos, ele falou: "Posso te pedir uma coisa?" "O quê?" falei. "Veste a biquíni que te dei". "Pra quê?" falei. Ele respondeu: "Quero ver uma coisa". Fui pro quarto, vesti e fiquei nervosa, pra ser sincera. Saí e ele falou: "Você é demais, uma bonequinha". "Valeu", falei. "Vira pra cá", ele disse. Eu virei. Ele tava sentado no sofá e falou: "Vem mais perto e vira de costas". "Com licença", ele disse e passou a mão na minha bunda. "Que durinha", ele falou. "Abaixa um pouco". Eu abaixei e ele abriu um pouco minhas nádegas e disse: "Se abaixar mais, dá pra ver os lábios e o cu". Ele enfiou a mão e falou: "É, aqui é o cu e aqui seus lábios, e tão molhados". Ele me empurrou pra trás e me fez sentar em cima dele, e ele tava totalmente duro. Em cima dele, ele me segurou pela cintura e empurrou pra baixo, e eu meio que tentei levantar. Ele falou: "Senta aqui". Ele se levantou e disse: "Apaga a TV". Eu apaguei, e ele apagou a luz. Mal via pouco, escuto ele se aproximando e escuto um zíper descendo. Meu coração tava batendo a mil. Ele pega na minha cabeça e coloca a rola na minha cara, passa ela toda no meu rosto. Eu tava dura. Ele mete um dedo na minha boca, pega na rola e apoia nos meus lábios, começa a empurrar. Abro a boca e sinto ela dentro. Não era grande, mas era gordinha. Cabeça e gozada, e começou a comer minha boca. Até que criei coragem e comecei a chupar ele. Ele gemia pra caralho e falava "sim, sim, sim". Como era tão comprida, ele metia tudo na minha boca. De repente, sinto as pernas dele tensas. Ele segura minha cabeça, mete tudo e bomba o leite bem na minha garganta. Literalmente encheu minha boca. Não era a mais gostosa que já provei, mas não deixei uma gota. Engoli tudo. Ele pergunta: "Gostou da porra do papai?" Eu não falei nada. Levantei e fui pro meu quarto. Sentei na cama e fiquei lá, não conseguia acreditar. Tava entre nervosa, com tesão, envergonhada. Não sabia se chorava ou me masturbava. Depois de 20 minutos, ele entra. Eu ainda tava sentada pensando, e ele fala: "Tá bem? Não se sinta mal. Aconteceu porque nós dois queríamos. Isso sim, ninguém pode saber disso, e não conta pra ninguém." Ele fala: "Você é uma deusa, faz isso lindo." E toca minha perna. Ele diz: "Eu gozei, faltou você." Me deita, tira minha biquíni. Eu me deixava levar. Ele se coloca entre minhas pernas, abre minha buceta com os dedos e apoia a ponta da língua no meu clitóris. Aí eu gemi, e ele fala: "Hmm, você gosta?" E começou a me chupar. Fechei os olhos e gozei pra caralho. Tava com vontade de pegar na cabeça dele e empurrar pra minha buceta, mas não tive coragem. Como se não quisesse mostrar que tava gostando tanto. Depois, ele sobe e quer meter, e eu falo: "Não, para." "O que foi?" ele pergunta. "Não dá", falo. E ele: "Como não dá? Você tá super molhada e já engoliu meu leite." E eu falo "não". Ele diz: "Tá bom, não se faz de difícil." Ele deita e fala: "Chupa." E eu fiz. Ele pega nas minhas pernas e me coloca por cima dele, fazendo um 69. Todos os nervos foram embora, e comecei a gemer e a me mexer. em cima da boca do meu pai até sentir uma eletricidade no corpo todo e respirei fundo, gozei na cara dele e ele me chama de puta, fala que gostoso que eu gozei, faz ele gozar, continuei chupando ele até ele gozar e engoli de novo, me deitei do lado dele e ele fala que eu tô esvaziando os ovos dele, pergunta se ainda tem mais, levanta, sai do quarto e volta com uma latinha de cerveja e me dá, tomei um gole e ele também, e ele falava que eu era muito linda, que se eu gostei de como chupei ele, e fala que quer sentir aquele gosto de novo, desce, abre minhas pernas e começa de novo, ele usava muito bem a língua, em um minuto eu tô ligada de novo, dessa vez já me soltei mais e gemia, ele chupava e enfiava os dedos, eu me revirava toda, ele sobe e beija minha barriga enquanto continuava enfiando os dedos, eu tava super molhada, sobe mais e chupa meus peitos, depois começa a morder meu pescoço e eu gosto muito disso, quando me dei conta, ele tava entre minhas pernas, me olha fixo e me beija, foi estranhíssimo sentir a língua dele se mexendo dentro da minha boca e ele pega na cock dele e encosta na minha pussy, segura minhas mãos e aperta elas contra a cama, me olha fixo e fala se eu quero que ele enfia tudo de uma vez, pergunta se eu quero, eu falo não e ele fala tem certeza e empurra um pouquinho, eu gemi e ele fala isso é um sim, empurra mais um pouco e já tinha a cabeça dentro, ele fala você quer e aí eu mesma empurrei pra cima e entrou tudo e eu gemi com um aaaa forte, ele fala como que entra e começou a me comer devagar e fala toma puta, aproveita e eu falo pra ele me come forte de uma vez e aí começou, aí já me soltei completamente, agarrava ele pelas nádegas e empurrava pra dentro de mim e pedia mais e eu comecei a me mexer debaixo dele e ele fala para puta, que você vai me fazer gozar dentro de você e tira, falo deita e montei nele com uma força que ele se surpreendeu enquanto me agarrava os peitos forte e falava me cavalga a cock puta, sinto o corpo dele ficar duro e ele fala vou gozar e não saiu, continuei mais forte e senti aquele calorzinho de gozo Dentro de mim, ele fala: "Me matou, papai, já não aguento mais." Ficamos juntos, dormindo. No dia seguinte, comecei a comer ele. Daquela noite em diante, fomos amantes até hoje, que tenho 25 anos. Nunca ninguém desconfiou de nada, nem minha mãe. Agora sou a puta do papai.
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