Quando eu estava no primário, se não me falha a memória, lá pela 4ª série, chegou uma coleguinha nova, a Jackie, uma menina branca, magrinha, cabelo curto castanho claro e uns olhos bonitos. Com o tempo de convivência, viramos grandes amigos, melhores amigos. Ela, junto com a Perla (garota de outra história), éramos inseparáveis. O tempo foi e vai passando, nossa amizade cresceu, a gente se conhecia quase tudo, já que ela era mais reservada que a Perla. Chegou a época do ensino médio e, lá pelo 4º semestre, ela engravidou de um parente por estupro. Nasceu um clone dela, mas na versão masculina. O tempo passou e nossa amizade continuou boa. O filho dela cresceu e eu fui como uma figura paterna, nunca soltei a mão dela. Como já tinha contado, dinheiro nunca foi problema. Na verdade, o Mike (o menino) me chamava de papai ou pai, dependendo do momento ou da idade. Eu percebia o Mike muito estranho no comportamento e nos gestos, algo feminino. Se não me engano, ele já tinha 14 anos e gostava de se cuidar e tal. Um dia, encontramos ele chorando no quarto e fomos conversar. Ele contou que se sentia estranho, que não gostava das mesmas coisas que as outras crianças. Sem muito blá-blá-blá, ele nos contou que o corpo dele parecia estranho, como se não fosse dele. Depois de pensar, a mãe dele disse que apoiaria em tudo o que ele quisesse... Começaram a ir a psicólogos, tomar remédio controlado para essa questão de transição, mudamos ele de escola e ele adotou o nome feminino, assim como a roupa também mudou. Eu mimava ele e comprei uma infinidade de coisas: roupa, o remédio, maquiagem, tratamento para o cabelo, etc. Ele era feliz... Meio ano antes da pandemia, a Jacky e este seu humilde servo foram para uma festa, já que era aniversário dela e ela queria comemorar num antro. Eram 4h da manhã quando chegamos na casa dela – ela morava sozinha com o Mike. Descemos do carro, entramos na casa por milagre, já que estávamos muuuito bêbados. Nos sentamos no sofá, eu fui ver a Mitch no quarto dela (Miky 2.0) e ela estava dormindo. Em seguida, sentei no sofá com a Jacky. e ela começou a reclamar que por minha causa ela não conseguia encontrar um parceiro, pelos meus tratos, minha forma de ser com ela, que eu coloquei os padrões muito altos, e eu disse que não era ruim, que ela merecia mais. Ela respondeu que o problema não era esse, o problema era que ela não transava fazia muito tempo e deu uma risada. Eu me levantei, abaixei a calça e tirei meu pau que já estava quase pronto, "pois se é isso que te falta, tá aí, podia ter dito". Ela virou e olhou para cima, seus olhos se prenderam no meu pau que estava a centímetros do rosto dela, ficou olhando por uns 30 segundos enquanto se molhava e mordia os lábios, não aguentou mais e me pediu permissão para usar, "clarohojeé toda sua" eu pego com sua mão e pouco a pouco comecei a chupar, conforme os minutos passavam mais intenso ficava, por instinto agarrei seu cabelo e ela adorou, de repente na penumbra da casa consegui ver que uma silueta se escondia atrás de um pilar e observava, não dei muita importância já que estava bêbado e escuro e continuei, coloquei ela de barriga para cima, abri suas pernas e meti com uma moral muito gostosa, não durou tanto já que entre gemidos ela me pediu para continuar, com a mão guiei minha ferramenta e enfiei, gritos de prazer contidos essa mulher soltava, no meio do ato vi novamente aquela sombra observando e de fato era Mitch eu acho me encarando, isso não me importou e continuei comendo ela por muito tempo, terminamos o ato exaustos e fomos nus para a cama e assim ficamos... No dia seguinte ao acordarmos e tomar café da manhã conversamos sobre o que vamos fazer conosco, decidimos ser um casal... O tempo foi passando, fui morar com eles levávamos alguns meses de namoro e não havia dia que não transássemos, na maioria do tempo eu percebia que Mitch nos observava e até nos filmava, mas não me importei.. Os dias continuavam passando e Mitch (Miky) estava evoluindo eu dizia seu corpo, seu cabelo, suas feições, sua voz e seus movimentos já eram de mulher, tinha peitos, era praticamente uma garota de 15 anos, isso sim muito mimada... Umaamanhãme senti um pouco mal e decidi ir pra casa descansar, a Jacky tava trabalhando e o Mitch na escola. Abri a porta e ouvi barulho, vinha do quarto, eram gemidos de prazer. Fui devagar sem fazer ruído, na verdade eu achava que minha filha não transava, espiei pela porta entreaberta e vi ela na cama deitada de lado, com uma camiseta e meias, o resto pelada, com a mão direita se estimulando por trás, enquanto o dedo brincava com o cu e a mão esquerda apertava os peitinhos pequenos. Fiquei pasmo vendo aquilo, notei que as partes íntimas dela eram minúsculas, era um micropênis e um escroto diminuto, por um momento parecia que nem tinha. No auge do clima ela ficou de quatro e gozou, quando isso aconteceu eu gritei que tinha chegado, dei uns passos como se tivesse acabado de entrar em casa e ouvi "oi pai, aconteceu algo ou por que tá aqui?", eu "nada não, me senti um pouco mal e voltei, você tá bem?" enquanto dizia isso me aproximei e acariciei a bochecha dela já que tava corada, só vi as pernas dela tremerem com o carinho... Não aconteceu mais nada... Crise mundial... Entramos em quarentena por Covid e ninguém na cidade saía, foram uns 6 meses pesados, que a Jacky e eu aproveitamos muito bem, transando todo dia a qualquer hora, de diferentes formas, posições, sabores etc, claro tudo isso sendo supervisionado pelo Mitch escondido... Saímos da quarentena e alguns meses depois o relacionamento acabou, aparentemente ela não queria nada sério e decidiu terminar, mas ficamos como amigos, ainda nos falávamos e trocávamos mensagens, já que eu tinha saído da cidade. 3 anos se passaram, já fazia 3 meses sem notícias dela, nem mensagem nem ligação, o namorado que ela tinha escravizava ela muito... Eram as2 da manhãde uma4 de junhoLembro muito bem... meu telefone tocou e do outro lado era dona Irma (mãe da Jacky) me dando a notícia que Jacky tinha tirado a própria vida... Passaram mil coisas pela minha cabeça, minha visão ficou turva, peguei algumas mudas de roupa, meu carro, dinheiro e corri para a cidade. O caminho todo pensei nela. Ao chegar no velório, dona Irma me abraçou, todos me davam pêsames. O marido não estava. De repente, se aproxima uma garota muito gata, com um corpão num vestido preto justo... "Papi, nos tiraram ela" e me abraçou. O funeral e o enterro passaram, fiquei ajudando Irma e Mitch com trâmites e pagamentos. Quando terminei, dei meu número para Mitch e disse que não hesitasse em me ligar ou mandar mensagem, que pra isso eu era pai dela, e que ainda ficaria uma semana por ali num hostel.Desde aquele momento, ela não parou de me mandar mensagem. Me contou como tinha sido a vida dela desde que eu fui embora, todos os processos e operações que passou, e como ia na universidade. Ela começou a ficar deprimida e a convidei para jantar no restaurante ao lado do hostel. Comemos e continuamos conversando. Deu onze da noite e caminhamos por ali para baixar a comida... O tempo voava entre lembranças e risadas. Ela me pediu para ficar com ela e Irma na casa delas para não ficarem sozinhas, e aceitei.
À noite não conseguia dormir, ficava olhando para o teto. Dona Irma não estava, já que trabalhava numa maquila. No silêncio da noite, ouvi uns gemidos. Saí do quarto para espiar e lá estava ela... Seu corpo, como uma borboleta depois de sair do casulo, tinha se tornado totalmente mulher. Já não tinha seu órgão de homem, agora era fisicamente mulher. Estava se masturbando. Fiquei excitado e não importou que tivesse sido minha filha, comecei a me satisfazer sozinho. Fiz barulho e ela parou. Corri pro meu quarto e finji que nada tinha acontecido. Alguns minutos depois, ouvi baterem na minha porta.
Mitch: Pai, tá dormindo?
Eu: Oi, meu amor, estava quase. Aconteceu algo?
Mitch: Sabe de uma coisa? Minha mãe me disse que estava orgulhosa de mim, de... o que eu estava fazendo e o que estou conseguindo
Eu: pois é claro, até eu, gata, você tá indo muito bem nas suas aulas, conseguiu ser aquela mulher que queria, aquela que está presa... Vem, senta aqui (fazendo sinal para onde sentar) e não quero que ninguém te diminua, ouviu.
Mitch: ai, papi, é difícil ser alguém como eu, me veem como monstro e quando se aproximam e parece que vai rolar alguma coisa, saem correndo.
Eu: idiotas que não foram, coração, você é melhor que muitas, olha só você (me levantei, levantei ela e dei uma volta nela) hahaha
Mitch: hahaha ai, papi, você fala isso porque é meu papi, quando me ver como mulher, vamos ver se diz a mesma coisa.
Eu: hahaha caralho, mais mulher impossível hahaha vamos ver, como é isso, explica pra mim.
Mitch: na verdade, uns amigos me deram umas coisas sensuais antes de saberem que não sou mulher biológica e, bom, não devolvi hahaha porque ficaram muito bem em mim.
Eu: isso aí hahaha que viva você é, mas me deixou curioso.
Mitch: espera... Passaram alguns minutos e ela chegou de roupão, a luz ainda estava apagada, só a do abajur acesa.
Mitch: só não fala nada, papi, nem zoa (enquanto abaixava o roupão e me mostrava sua calcinha branca de renda com meia-calça)
Eu: e você queria que eu zoasse isso, gata? Você tá muito bem, gostosa, que cara o moleque que te viu assim e não fez nada.
Mitch: homens, né, por isso não quis ser um hahaha
Eu: e que bom, parece que fez uma boa escolha, gata.
Mitch: posso te perguntar uma coisa, papi? Minha mãe e você transavam muito? Você gostava?
Eu: hahaha sua mãe era uma deusa no sexo e não tinha um dia que a gente não fizesse, e acho que você sabe que não hahaha
Mitch: hahaha que vergonha, pois é, umas vezes, mas não vi nada, juro, por mais que tentasse.
Eu: hahaha você podia ter pedido e eu teria mostrado pra você não ficar com dúvidas hahaha
Mitch: e você, papi, não fica curioso de ver um corpo como o meu, em transformação, hehehe?
Eu: na verdade, sim, te vi algumas vezes escondido, ocupada no seu quarto hahaha
Mitch: papiiiii Como acredita? Não é verdade
Eu: É verdade, na verdade você foi muito bem, depois que você faz deixa a porta aberta de novo...
Não aconteceu nada naquele dia e passaram mais alguns dias e nossas conversas de madrugada ficaram mais quentes, ela me pediu dinheiro para comprar uma fantasia de Halloween e eu dei, naquela noite de madrugada ela não foi ao meu quarto e enquanto eu ia ao banheiro notei que a porta estava um pouco aberta, ao espiar vi que ela estava de pijama na frente do espelho, foi se despindo aos poucos, notei o corpo lindo, ela começou a se tocar e isso me excitou, enquanto ela continuava se tocando eu fiz o mesmo, de repente ela se virou e começou a se masturbar com seu agora aparato feminino, ela ficava intensa e eu também, terminamos juntos e eu fui dormir.
Irma preparou o café da manhã e foi a uma excursão do trabalho, eu fui acordar a Mitch e dizer para ela vir comer, quando terminamos de tomar café.
Eu: É muito cedo, o que você quer de sobremesa?
Mitch: Não sei, papai, vamos ver o que minha avó diz.
Eu: Sua avó não está, foi a uma excursão e só volta à noite.
Mitch: Ah, que bom para ela, e como você dormiu, papai?
Eu: Muito gostoso, minha boneca, e você?
Mitch: Eu também, e me deu um sorriso, imagino que você se cansou depois do show hehehe, quando quiser posso te ajudar a se motivar hahaha.
Eu: Tonta hahaha.
Ficamos na sala deitados no sofá vendo um filme onde os dois protagonistas começaram a se masturbar um na frente do outro sem se tocar, eu comecei a ficar duro e sem querer me toquei, Mitch me viu e sorriu, eu saí do meu transe e a vi rindo...
Mitch: Papai, como isso parece bom.
Eu: Hahaha, pois é, mas essa cena é louca.
Mitch: Por que? Se você me pedisse, eu te ajudaria a se motivar.
Eu: Hahaha, como assim?
Mitch: E se eu te pedisse para me ajudar a me motivar hehehe, você faria?
Eu: Que perguntas são essas?
Mitch: Sim ou não?
Eu: Sempre estarei aqui para você.
Mitch: Então me ajuda, não vai acontecer nada com você, só vou olhar.
Com certo medo, tesão e nervosismo, tirei a camisa, ela mordeu os lábios, ela fez o mesmo e me deixou ver seus... peitos
assim que ela começou a se tocar, eu fiquei ereto, ela viu e tirou o short ficando só de calcinha, uma bem bonita, e começou a se tocar. estávamos em transe, ela ficou de quatro no sofá e puxou a calcinha até os joelhos.
Mitch: diz que você gosta, papi
Eu: muquinha, você tá uma gostosa
Mitch: tira esse pauzão e me mostra o quanto você gosta
Não hesitei e começamos a nos masturbar cada um do seu lado. nosso êxtase foi tanto que ambos explodimos. depois de gozar, derretemos no sofá. senti que dormi um pouco, ela também. quando acordei, vi a Mitch lambendo minhas coxas (o esperma que tinha ficado). tentei detê-la, mas aqueles olhos meigos e seu comportamento fogoso me deixaram duro de novo. quando ela estava a centímetros da minha cara:
Mitch: papi, eu sei que disse que não faria, mas posso quebrar essa regla, por favor papi
Sem responder com palavras, peguei a cabeça dela com minha mão esquerda e com a direita segurei meu pau. ela só abriu a boca. foram uns 20 minutos indo e voltando. a cara que ela fazia só me deixava mais grosso. me vieram à mente todas aquelas vezes que a observei. tirei da boca dela por um momento só para pedir que fizesse do jeito que eu queria. agarrei seu cabelo, levantei-a e a coloquei no sofá. não aguentei e chupei seu cu. dilatei tanto que quando enfiei ela não sentiu dor. ficamos quase uma hora fazendo isso até que eu gozei algumas vezes. no final, ela adormeceu e eu aproveitei para tomar um banho.
enquanto tomava banho, estava em um transe de arrependimento quando, de repente, senti um abraço por trás. ela perguntou se eu a ajudava. virei e, antes de responder, ela já estava me dando uma chupada incrível. virei-a e fiz de novo. gozei como um louco outra vez. na hora de ir me trocar, ela me interceptou no quarto e transamos de novo. convidei-a para jantar e, no caminho de carro, transamos de novo. na saída, a caminho de casa, também. e para finalizar a noite, enquanto eu dormia, ela se enfiou em mim e transamos de novo. assim ficamos por uma semana. diário, até que fui para minha vida
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