Continuando a história anterior e atualizando vocês. Eu tenho uma relação de cuckold com minha namorada Ana, agora minha esposa. No post anterior, contei como pedi ela em casamento. Nosso macho alfa ou valentão, Javier, meu maior rival no esporte e quem come minha namorada enquanto eu fico enjaulado.
Obviamente me casei com a Ana e fomos pra nossa lua de mel, e a primeira noite de recém-casados é do nosso macho alfa. Embora por razões lógicas, quem tem a rola maior e fode é o macho, então eu também não conto como macho, e sim como uma puta enjaulada. A Ana estreando seu conjunto de biquíni de noiva e seu véu, e eu com minha jaula e um véu de noiva também, hoje entregues ao nosso macho alfa.
E enquanto nos mantinha de joelhos chupando o pau dele, revezando entre nossas bocas com aquela piroca preta enorme... Lembrei de algo que ele sempre me dizia. Desde antes de se tornar meu bull, nos jogos, toda vez que humilhava meu time: "J—Não somos iguais", com um sorriso debochado. Depois, quando já era meu macho alfa: "J—Não somos iguais, por isso eu tô comendo sua mina e você tá nessa gaiola." Ele tem toda razão no que diz, e essa é a realidade pra maioria de nós que só somos betas. Sempre me esforcei ao máximo pra tentar superá-lo, e nunca consegui.
Tem toda razão no que diz, e é a realidade pra maioria de nós que só somos betas. Sempre me esforcei pra tentar superar isso e nunca consegui. E as mulheres reconhecem isso também, é só olhar pras líderes de torcida do nosso time, alguns caras tentam com elas e não conseguem nada. Mas é só dar uma espiada no vestiário do time do Javier e dos amigos dele que elas já tão de quatro ou de joelhos mamando os paus deles.
Eu mesmo vi isso, a Ana sendo líder de torcida do meu time, mas o troféu do Javier toda vez que nos humilhava e eu parei de lutar, basicamente porque ele é um Alfa e eu só um beta perdedor.
De repente, Ana pegou na pica enorme e ela mesma começou a fazer garganta profunda naquela rola, se engasgando, babando pra caralho e fazendo aquele barulho clássico de uma garganta sendo fodida a centímetros do meu rosto.
Então eu parei o boquete dela e tirei um pouco de saliva e líquido pré-seminal e cuspi na mão dela e ela começou a apertar minhas bolas... Ana: Vem, meu amorzinho. E a gente começou a se beijar enquanto ela apertava minhas bolinhas com todo aquele suco do boquete que acabou de fazer. Ana: Você gosta disso, né? Com esse pauzinho enjaulado você não vai conseguir me comer, e essas bolinhas pequenas não são de um macho...
J— Já entendeu por que a gente não é igual? Eu tô aqui parado recebendo um boquete enquanto você e sua namorada são os que tão me chupando. Eu respondi: Sim, senhor, o senhor tem toda razão. De repente, Javier se afastou e deixou a gente de joelhos ali, feito duas cachorras esperando ordens. J— Seu cuck, vai pegar a garrafa e me serve uma dose. Eu— Sim, meu senhor. J— E você, vagabunda, traz a caixa que tá no armário. A— Sim, papai, como o senhor mandar. Nós dois fomos cumprir nossas ordens feito duas putas obedientes. Servi a taça de vinho dele e me dirigi até onde meu senhor estava. Ana— Olha, meu amor — enquanto corria empolgada na minha direção —, o presente do nosso papai. Era outra jaula de castidade, mas essa era ainda menor e tinha uma saliência pra baixo que funcionava com vibrador, bem na parte de trás das bolas, na área prostática. J— Coloca o brinquedo novo no cuck. A— Sim, papai.
Ana se ajoelhou na minha frente, naquele momento senti inveja dos machos alfa e de como eles têm nossas namoradas mamando nos paus deles. Ela tirou a tornozeleira onde estava a chave e removeu a gaiola. Ana estava prestes a colocar a nova gaiola em mim, mas...
J- Espera, puta.
A- O que foi, pussy?
J- Dá um boquete nele.
Eu fiquei animado, fazia muito tempo que não recebia um boquete dos lábios lindos da minha amada Ana. Confusa, ela abriu a boca e ia enfiar meu pequeno pau na boca, mas as mãos de Javier seguraram a cabeça dela.
J- Claramente não vai fazer isso, só queria animar o corno. Coloca a gaiola nova nele.
A- Sim, papai, como mandar.
A nova gaiola era ainda menor e tinha aquele sistema que circulava pelos meus testículos e terminava na região da próstata.
J- Agora, corno, prepara a sua namorada pra mim, porque vou comer ela.
Y- Sim, senhor.
Tirei a calcinha fio dental e o sutiã da minha namorada e entreguei pro meu macho.
J- Puta, me dá essa chave, hoje tudo é minha posse.
A- O que você mandar, amo.
Depois, me deitaram de barriga pra cima na cama, e o macho alfa colocou minha namorada de quatro em cima de mim. Eu tinha o rosto lindo da minha Ana na minha frente, cara a cara.
J- É isso aí, corno, vou comer sua namorada na sua frente, cara a cara, pra vocês poderem se beijar e dizer o quanto se amam, feito um casal de recém-casados... Aliás, sua gaiola tem um vibrador e tá ligado na voz, e eu vou fazer sua namorada gritar muito essa noite, então se prepare. Basicamente, o vibrador da minha gaiola é controlado pelo celular do Javier, mas ele colocou no modo de resposta a som: quanto mais intenso o gemido ou grito, mais forte a vibração. O celular dele estava do nosso lado. J- Sua putinha, abraça bem ou se agarra no seu corno. Javier se ajeitou e enfiou a rola grande dele na minha esposa. Eu, de frente pra ela, vi a expressão de prazer no rosto dela, e ela começou a me beijar. As estocadas começaram, e eu vi como Javier segurava firme a cintura da minha esposa. Ouviu-se um tapa forte na bunda, e a Ana soltou um gemido que rapidamente se transformou numa descarga no vibrador da minha gaiolinha. Isso era novo, uma sensação incrível que me fez agarrar minha namorada com força. J- Já sentiram, seus putinhos? E isso é só o começo. Ele começou a acelerar o ritmo, e a cara da minha Ana já era de puro prazer. A gente tava se beijando, mas ela se afastou e começou a gemer: A- Ai, papai, assim, assimmm! Era incrível: enquanto a Ana gemia, o aparelho vibrava sem parar, e eu também já tava gemendo.
Javier acelerou o ritmo e Ana soltou um grito de prazer, a vibração se intensificou. Em resposta, agarrei Ana e a beijei por um momento, a vibração diminuiu, mas Javier intensificou. Ana teve um orgasmo e soltou um grito, quase ao mesmo tempo eu soltei um grito também, tinha gozado junto com minha esposa. Toto estava descontrolado, Javier não parava com o ritmo, Ana não conseguia parar de gemer e eu, sentindo o prazer, continuava gemendo, o dispositivo não parava. A- abaixou a cabeça e me beijou, te amo demais, meu amor. Y- também te amo, com a voz entrecortada, e tive outro orgasmo. A- Assim, papai, assim me dá mais, maaaais. Eu já só estava feito num grito de gemidos junto com minha mulher.
J- Assim que eu gosto, tendo minhas duas putas gemendo
Y- Papai, por favor, continua comendo minha mulher assim, por favor
A- Mais forte, papai, assim, assiiim
Isso o Javier adorava, que acelerou ainda mais o ritmo. Ana começou a ter orgasmos aos gritos, e eu junto com ela.
Y- Papai, por favor, enche minha mulher com seu sêmen de macho alfa
- Engravida minha mulher, se é isso que você quiser
A- Sim, papai, me engravida, por favor
Entre tantas súplicas e gemidos, Ana e eu não conseguíamos parar de gozar, nos contorcendo, mas bem agarrados e abraçados como um lindo casal de recém-casados.
J- Peçam, suas putas estúpidas, peçam pra eu engravidar vocês.
Y- Quase gritando de prazer: ENGRAVIDA A GENTE, PAPAI, JÁ ENGRAVIDA MINHA MULHER
A- PELO AMOR DE DEUS, PAPAI, ME ENGRAVIDA, ME ENGRAVIDA AQUI NA FRENTE DO CORNO DO MEU MARIDO
Javier aguentou as investidas tão intensas e o que estávamos implorando, que soltou todo o sêmen dentro da minha linda namorada.
Ana soltou um grito de prazer e orgasmo, seguido do meu, e o vibrador depois de 3 segundos parou. Demos um beijão, seguido de um "Eu te amo".
Obviamente me casei com a Ana e fomos pra nossa lua de mel, e a primeira noite de recém-casados é do nosso macho alfa. Embora por razões lógicas, quem tem a rola maior e fode é o macho, então eu também não conto como macho, e sim como uma puta enjaulada. A Ana estreando seu conjunto de biquíni de noiva e seu véu, e eu com minha jaula e um véu de noiva também, hoje entregues ao nosso macho alfa.
E enquanto nos mantinha de joelhos chupando o pau dele, revezando entre nossas bocas com aquela piroca preta enorme... Lembrei de algo que ele sempre me dizia. Desde antes de se tornar meu bull, nos jogos, toda vez que humilhava meu time: "J—Não somos iguais", com um sorriso debochado. Depois, quando já era meu macho alfa: "J—Não somos iguais, por isso eu tô comendo sua mina e você tá nessa gaiola." Ele tem toda razão no que diz, e essa é a realidade pra maioria de nós que só somos betas. Sempre me esforcei ao máximo pra tentar superá-lo, e nunca consegui.
Tem toda razão no que diz, e é a realidade pra maioria de nós que só somos betas. Sempre me esforcei pra tentar superar isso e nunca consegui. E as mulheres reconhecem isso também, é só olhar pras líderes de torcida do nosso time, alguns caras tentam com elas e não conseguem nada. Mas é só dar uma espiada no vestiário do time do Javier e dos amigos dele que elas já tão de quatro ou de joelhos mamando os paus deles.
Eu mesmo vi isso, a Ana sendo líder de torcida do meu time, mas o troféu do Javier toda vez que nos humilhava e eu parei de lutar, basicamente porque ele é um Alfa e eu só um beta perdedor.
De repente, Ana pegou na pica enorme e ela mesma começou a fazer garganta profunda naquela rola, se engasgando, babando pra caralho e fazendo aquele barulho clássico de uma garganta sendo fodida a centímetros do meu rosto.
Então eu parei o boquete dela e tirei um pouco de saliva e líquido pré-seminal e cuspi na mão dela e ela começou a apertar minhas bolas... Ana: Vem, meu amorzinho. E a gente começou a se beijar enquanto ela apertava minhas bolinhas com todo aquele suco do boquete que acabou de fazer. Ana: Você gosta disso, né? Com esse pauzinho enjaulado você não vai conseguir me comer, e essas bolinhas pequenas não são de um macho...
J— Já entendeu por que a gente não é igual? Eu tô aqui parado recebendo um boquete enquanto você e sua namorada são os que tão me chupando. Eu respondi: Sim, senhor, o senhor tem toda razão. De repente, Javier se afastou e deixou a gente de joelhos ali, feito duas cachorras esperando ordens. J— Seu cuck, vai pegar a garrafa e me serve uma dose. Eu— Sim, meu senhor. J— E você, vagabunda, traz a caixa que tá no armário. A— Sim, papai, como o senhor mandar. Nós dois fomos cumprir nossas ordens feito duas putas obedientes. Servi a taça de vinho dele e me dirigi até onde meu senhor estava. Ana— Olha, meu amor — enquanto corria empolgada na minha direção —, o presente do nosso papai. Era outra jaula de castidade, mas essa era ainda menor e tinha uma saliência pra baixo que funcionava com vibrador, bem na parte de trás das bolas, na área prostática. J— Coloca o brinquedo novo no cuck. A— Sim, papai.
Ana se ajoelhou na minha frente, naquele momento senti inveja dos machos alfa e de como eles têm nossas namoradas mamando nos paus deles. Ela tirou a tornozeleira onde estava a chave e removeu a gaiola. Ana estava prestes a colocar a nova gaiola em mim, mas... J- Espera, puta.
A- O que foi, pussy?
J- Dá um boquete nele.
Eu fiquei animado, fazia muito tempo que não recebia um boquete dos lábios lindos da minha amada Ana. Confusa, ela abriu a boca e ia enfiar meu pequeno pau na boca, mas as mãos de Javier seguraram a cabeça dela.
J- Claramente não vai fazer isso, só queria animar o corno. Coloca a gaiola nova nele.
A- Sim, papai, como mandar.
A nova gaiola era ainda menor e tinha aquele sistema que circulava pelos meus testículos e terminava na região da próstata.
J- Agora, corno, prepara a sua namorada pra mim, porque vou comer ela.
Y- Sim, senhor.
Tirei a calcinha fio dental e o sutiã da minha namorada e entreguei pro meu macho.
J- Puta, me dá essa chave, hoje tudo é minha posse.
A- O que você mandar, amo.
Depois, me deitaram de barriga pra cima na cama, e o macho alfa colocou minha namorada de quatro em cima de mim. Eu tinha o rosto lindo da minha Ana na minha frente, cara a cara.
J- É isso aí, corno, vou comer sua namorada na sua frente, cara a cara, pra vocês poderem se beijar e dizer o quanto se amam, feito um casal de recém-casados... Aliás, sua gaiola tem um vibrador e tá ligado na voz, e eu vou fazer sua namorada gritar muito essa noite, então se prepare. Basicamente, o vibrador da minha gaiola é controlado pelo celular do Javier, mas ele colocou no modo de resposta a som: quanto mais intenso o gemido ou grito, mais forte a vibração. O celular dele estava do nosso lado. J- Sua putinha, abraça bem ou se agarra no seu corno. Javier se ajeitou e enfiou a rola grande dele na minha esposa. Eu, de frente pra ela, vi a expressão de prazer no rosto dela, e ela começou a me beijar. As estocadas começaram, e eu vi como Javier segurava firme a cintura da minha esposa. Ouviu-se um tapa forte na bunda, e a Ana soltou um gemido que rapidamente se transformou numa descarga no vibrador da minha gaiolinha. Isso era novo, uma sensação incrível que me fez agarrar minha namorada com força. J- Já sentiram, seus putinhos? E isso é só o começo. Ele começou a acelerar o ritmo, e a cara da minha Ana já era de puro prazer. A gente tava se beijando, mas ela se afastou e começou a gemer: A- Ai, papai, assim, assimmm! Era incrível: enquanto a Ana gemia, o aparelho vibrava sem parar, e eu também já tava gemendo.
Javier acelerou o ritmo e Ana soltou um grito de prazer, a vibração se intensificou. Em resposta, agarrei Ana e a beijei por um momento, a vibração diminuiu, mas Javier intensificou. Ana teve um orgasmo e soltou um grito, quase ao mesmo tempo eu soltei um grito também, tinha gozado junto com minha esposa. Toto estava descontrolado, Javier não parava com o ritmo, Ana não conseguia parar de gemer e eu, sentindo o prazer, continuava gemendo, o dispositivo não parava. A- abaixou a cabeça e me beijou, te amo demais, meu amor. Y- também te amo, com a voz entrecortada, e tive outro orgasmo. A- Assim, papai, assim me dá mais, maaaais. Eu já só estava feito num grito de gemidos junto com minha mulher.
J- Assim que eu gosto, tendo minhas duas putas gemendo Y- Papai, por favor, continua comendo minha mulher assim, por favor
A- Mais forte, papai, assim, assiiim
Isso o Javier adorava, que acelerou ainda mais o ritmo. Ana começou a ter orgasmos aos gritos, e eu junto com ela.
Y- Papai, por favor, enche minha mulher com seu sêmen de macho alfa
- Engravida minha mulher, se é isso que você quiser
A- Sim, papai, me engravida, por favor
Entre tantas súplicas e gemidos, Ana e eu não conseguíamos parar de gozar, nos contorcendo, mas bem agarrados e abraçados como um lindo casal de recém-casados.
J- Peçam, suas putas estúpidas, peçam pra eu engravidar vocês.
Y- Quase gritando de prazer: ENGRAVIDA A GENTE, PAPAI, JÁ ENGRAVIDA MINHA MULHER
A- PELO AMOR DE DEUS, PAPAI, ME ENGRAVIDA, ME ENGRAVIDA AQUI NA FRENTE DO CORNO DO MEU MARIDO
Javier aguentou as investidas tão intensas e o que estávamos implorando, que soltou todo o sêmen dentro da minha linda namorada.
Ana soltou um grito de prazer e orgasmo, seguido do meu, e o vibrador depois de 3 segundos parou. Demos um beijão, seguido de um "Eu te amo".
7 comentários - Casada com o macho alfa