Deixei minha sogra submissa

Tudo começou há mais ou menos 9 meses, quando fomos ao sítio dos meus sogros. Estou há 4 anos namorando a Karen, minha mina. Ela é uma garota com um belo traseiro, muito bunduda e quadrada. As tetas dela têm seu valor, mas não são proporcionais à sua bunda. Minha sogra, Leticia — Letícia, ou "Lety" carinhosamente — é uma mulher madura de 44 anos. Ela é bonita, isso não dá pra negar, e pra idade dela, tem umas tetas muito boas que ainda estão bem no lugar. A bunda é pequena, mas muito bem formadinha. Ela não trabalha e fica na academia ou em encontros com outras amigas que também não trabalham. Meu sogro, um velho chamado Luis, de 59 anos, já não satisfaz a Lety na relação, mas pelo menos no dinheiro ele entrega — tá podre de rico, cheio de bens e propriedades. E meu cunhado, que não tem importância nessa história.

Lembrando a vocês: tudo começou quando fomos ao sítio dos meus sogros, que fica umas três horas da nossa cidade. É um sítio bonito, muito bem construído. Naquele dia, fomos só eu, minha namorada e meus sogros. O sítio tem piscina e ficamos nela, eu e minha namorada, por um bom tempo. Meus sogros estavam dentro de casa e eu aproveitava para pegar nas tetas e na bunda da minha mina, e ela correspondia esfregando minha pica — muito gostoso.

Minha sogra saiu com uma cara de poucos amigos. Pensei que tinham brigado. Comentei com minha namorada e ela disse: "Sim, já estão há um tempão discutindo, e minha mãe fica toda pistola". Não deu em nada maior. O que aconteceu foi que, ao ver minha sogra de maiô minúsculo, por causa das tetas grandes dela, minha pica ficou dura pra caralho. Minha namorada percebeu e comentou: "Não é possível que você fique tão duro só de ver minha mãe assim, cabrão". Rapidinho dei um beijo na bochecha dela e disse: "É por causa do jeito que você está esfregando minha pica, amor". Ficou assim: minha sogra lá fora tomando sol, e eu e minha namorada dentro da piscina, brincando e nos acariciando.

Depois de um tempo assim, eu disse: "Quero te comer, quero enfiar toda minha pica em você". E ela respondeu: "Vamos para os vestiários, já estou bem molhadinha". Literalmente, porque ela estava na... Piscina, saímos como de costume, ela primeiro para eu ver a bunda dela, disse para minha sogra que iríamos nos trocar porque sairíamos para a cidade para comprar comida e guloseimas, minha sogra ficou animada e disse que também queria ir, que iria se trocar e iria conosco porque o senhor Luis já estava todo bêbado, e entrou em casa, ela sempre demora para se arrumar, e isso nos deu tempo para transar, eu e minha namorada. Fomos os dois para os vestiários, nos lavamos bem e a coloquei de joelhos para me chupar e ela disse: K: não está tão dura como quando você viu minha mãe, seu safado, você gosta de ver os peitos dela, não finja. Eu: para com essa, e me chupa que por isso não ficou dura, além do mais você sabe que eu adoro sua bunda, isso é melhor que um par de tetas que não posso usar para nada além de uma espanhola, e as suas funcionam bem. K: estão ótimas, safado, vou te dar uma boa chupada. E assim ela começou a chupar muito gostoso e eu já estava com o pau bem duro, são 17 cm mas bem grosso, e tirei a Karen do meu pau, a coloquei de quatro em um banco que tinha ali, e comecei a enfiar nela, de fato estava bem molhadinha minha putinha, ela estava gemendo porque sabia que não tinha ninguém lá fora e perto dos vestiários eu também estava gemendo, enfiava o pau muito gostoso e com um dedo abria o cuzinho dela, já tinha comido ela várias vezes pelo cuzinho, mas só algumas vezes em 4 anos de relacionamento, segundo ela era só em datas especiais, e eu estava abrindo o cuzinho dela com o dedo e cuspia nela enquanto continuava metendo, gozei dentro dela e rapidamente a coloquei para limpar meu pau, ela adora e já me disse que esse sabor de pau, de sêmen e dos fluidos dela, às vezes ela pede para eu não lavar o pau por alguns dias, porque a excita o cheiro e o sabor forte do meu pau, mas naquele dia era só meu sêmen misturado com os fluidos dela porque a pica estava limpa por causa da piscina. Ela disse que ainda não tinha gozado, que eu não fosse babaca e a deixasse assim, ficamos de 69 e começamos, ela deixou meu pau duro de novo e ela montou em mim, é a forma em que se goza mais rápido, e foi assim que depois de uma boa cavalgada ela gozou, mas eu não, e coloquei ela de quatro de novo, e cuspi na sua bunda e ela rapidamente deu um salto, por aí não love, hoje não, quando o "não" terminou eu já tinha minha cabeça dentro e ela gritou, eu continuei enfiando e ela só dizia devagar cabrão, a porra da bunda gostosa da minha namorada aperta uma delícia, eu comecei a comer ela rápido, estava muito excitado, ela só gritava e gemida eu dava palmadas na sua bunda dizia se masturba pontinha e ela fazia, assim até que eu gozei e ela também, saímos e não tinha ninguém fora nem ao redor da piscina, ela me disse Karen eu já não quero ir, estou cansada e você me deixou um pouquinho dolorida quero dormir, entramos na casa e meu sogro estava todo dormindo de bêbado na sala, passamos para o quarto, Karen ficou dormindo e eu me troquei, queria uma cerveja me sentia um macho por ter comido ela. Me troquei saí, desci para o refrigerador, peguei uma cerveja e já estava a Lety trocada com um vestido solto e ela me diz L: a que horas nós vamos? Eu: olhe senhora Lety que não iremos, bom Karen está dormindo, cansou de nadar L: essa sempre está de preguiçosa, eu aqui toda amargurada meu marido todo bêbado, pelo menos vocês se divertem. Eu com minha sogra me dou bem embora às vezes ela seja meio chata e mandona mas a tolero, me deu pena, se ver o veio do Luis todo bêbado e largado que me animei a dizer a ela. E: vamos então para a cidade eu a levo, eu quero batatas e uns nachos. L: obrigada você é muito gentil, de verdade iremos? E: sim só deixe me trocar. Subi no quarto Karen estava largada e eu disse irei à cidade com sua mãe, só gemeu com um sim. Me troquei e desci, pronto Lety vamos. Saímos o caminho para sair do sítio para uma estrada é de terra, é um caminho para não ir rápido, Lety tinha trazido uma bolsa térmica entre seus pés, era cerveja abriu uma e me deu abriu outra e tomou ela, começou a me contar que quando tinha nossa idade se divertia muito e coisas dessas, estava melancólica, eu só ia escutando ela, até que Toquei no assunto de que o Luis já não a tocava mais e ela ainda se sentia jovem para continuar transando. Eu só fiquei na minha escutando e ela continuou falando, até que me perguntou:

**L:** Você não acha?

Enquanto isso, ela agarrou meu pau. Eu só me mexi, ela tirou a mão e me disse:

**L:** Eu ouvi. Você estava comendo minha filha no provador. Os dois gritavam muito. Quero que faça o mesmo comigo. Enquanto vocês transavam, eu me masturbei gostoso, ali mesmo no chão, e acho que já estou toda melada de novo.

Ela levantou o vestido. A buceta dela estava pingando, depilada. Não era de jovem como a da Karen, mas ainda era bem convidativa.

**L:** Ajuda sua sogra e pode te dar muito bem em todos os aspectos. Eu sei que você faz a Karen muito feliz.

Por um momento, me vieram à mente aquelas vezes em que ela era meio mandona e às vezes até chata. Eu tirei meu pau, semi-ereto, e disse:

**Eu:** Abaixa o vestido, quero ver seus peitos.

Eu estava dirigindo e parei a caminhonete num acostamento. Ninguém viria, porque só estava indo para o sítio dos meus sogros. Disse a ela:

**Eu:** Desce. Se quer que eu te ajude, tem que ser minha submissa.

Ela apenas assentiu com a cabeça. Dei um tapa nos peitos dela e gritei:

**Eu:** "Sim, amo!"

Ela respondeu: "Sim, amo", e desceu. Eu desci também e disse:

**Eu:** De joelhos.

Ela se ajoelhou e eu coloquei meu pau na cara dela.

**Eu:** Chupa, puta.

**Ela:** Não me chame assim.

Tirei meu pau e já estava guardando quando ela disse:

**Ela:** Espera. É a primeira vez que traio meu marido. Não me chame assim.

E eu disse:

**Eu:** Você tem que ser submissa. Se eu te chamo de puta, você tem que aceitar.

Ela assentiu. Levantei a mão e ela rapidamente respondeu:

**Ela:** Sim, amo!

Coloquei meu pau de novo, já bem duro, e disse:

**Eu:** Chupa, puta.

Ela rapidamente se agarrou ao meu pau, chupando com muito desejo e tesão. Em um momento, eu disse:

**Eu:** Só abre sua boca.

E comecei a foder a boca dela. Que delícia! Muita saliva escorria da sua boca.

Eu tenho um fetiche que adoro: beijo negro. Coisa que minha namorada não sabe. Virei de frente para a caminhonete e disse:

**Eu:** Chupa minha bunda. Com a língua, nada mais.

A Letícia não sabia o que fazer. falei: anda logo, puta. ela começou a lamber, eu falei: 44 anos e não sabe lamber um cu? puxa minha rola, puta. e ela lambia e me masturbava, até que eu falei: enfia a língua no meu bum. e ela disse: isso não. me afastei, fui e desci a caixa da caminhonete, levantei e falei: vem, sobe aqui. coloquei ela, coloquei de quatro e comecei a comer a buceta dela. ela gritava de prazer e até queria se soltar, eu a segurava firme pelo bum, falava: gosta, puta? e ela só respondia: sim, cabrão, continua. continuei e comi a buceta dela mais um tempo, estava mais gostosa que a da Karen. enfiei meus dedos e comecei a masturbá-la, e ela me pedia: me dá rola, me dá rola. o que fiz foi colocar minha língua no bum dela e ela se afastou, me disse: qual é a sua, cara? rapidinho dei uma palmada na bunda dela e falei: última vez que você faz isso e me fala isso, puta. tenho você gravada. estava gravando ela. falei: eu perco um relacionamento de 4 anos, você perde sua filha. só lhe restou dizer: sim, amo, mas com um tom de lamentação. abri o cu dela e enfiei minha língua, enquanto meus dedos estavam no seu clitóris. ela gritava de prazer, e eu falava: viu, garota, o que te custava? coloquei minha rola e a comi tão gostoso e ela se mexia bem. ela terminou duas vezes antes de mim, seus fluidos escorriam até as pernas. quando eu gozei dentro dela, rapidamente lambi suas pernas para saborear seus fluidos muito gostosos. disse que perdoava a foda pelo bum, mas que depois faria isso nela. ela disse que não haveria depois. eu perguntei por que, já que eu era seu amo, e que dependendo de como ela me tratasse na frente da minha namorada, seria como eu a trataria na cama. nos vestimos e voltamos para casa. meu sogro ainda estava dormindo de porre, e Karen estava deitada vendo TV. disse que já tinha voltado e ela só falou: bom, vem deitar comigo. isso continuou com minha sogra, depois contarei como a comi na cama da casa dela, onde ela dorme com meu sogro...

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