Já fazia cinco dias que eu via ela no mesmo corredor, sempre entre 19h20 e 19h45. Mas já não eram só olhares. Era guerra declarada sem uma única palavra até o fim. Segunda-feira: ela me pegou olhando pra bunda dela enquanto se abaixava pra pegar uma lata no fundo. Ficou ali um segundo a mais do que o necessário, pernas levemente abertas, moletom subindo na medida certa pra mostrar a borda da legging colada na pele. Ela se endireitou devagar, virou a cabeça e cravou os olhos em mim. Passou a língua nos lábios bem devagar, como se estivesse lambendo algo invisível. Depois tocou o pescoço com dois dedos, descendo até roçar um mamilo por cima do tecido. Apertou ele forte, sem piscar, e soltou um suspiro quase inaudível que chegou direto na minha pica. Terça-feira: na seção de óleos. Alcancei a garrafa ao mesmo tempo que ela. Nossos dedos se enroscaram. Ela não soltou. Pelo contrário: apertou os dela contra os meus, deslizando devagar, como se estivesse masturbando minha mão. Me olhou de lado, semicerrar os olhos e murmurou bem baixinho, quase no meu ouvido: — Eu te deixaria tão duro agora que você não conseguiria nem andar… né? Soltou a garrafa, mas antes de ir embora se virou, encostou um segundo em mim de lado e deixou a teta roçar meu braço. Mamilo duro como pedra marcando por baixo do moletom. Foi embora rebolando, sabendo que eu tava seguindo ela com o olhar. Quarta-feira: na seção de temperos. Ela se colocou na minha frente, de costas, e pra pegar a cúrcuma ficou na ponta dos pés, arqueando as costas até o limite. A bunda dela encostou na minha braguilha e não saiu. Começou a esfregar devagar, círculos pequenos mas firmes, sentindo como eu ficava duro em segundos. Virou a cabeça de lado, me olhou com os olhos vidrados e sussurrou: — Sinto como você pulsa… você tá me molhando só com isso. Imagina como seria se você enfiasse até o fundo aqui mesmo. Se separou de repente, como se nada tivesse acontecido, mas antes de ir passou a mão na própria bunda, apertando forte, e me deu uma piscada. Quinta-feira: o Dia que quase explodi sem tocar nela. Nos laticínios, ela chegou tão perto que a respiração dela roçou minha bochecha. Se inclinou na direção da geladeira, rabo empinado, moletom subindo até deixar eu ver a curva perfeita onde começa a bunda. Ela se endireitou devagar e virou pra mim. Mordeu o lábio inferior com força, depois enfiou dois dedos na boca, chupou devagar como se fosse outra coisa, e tirou eles brilhando de saliva. Desceu os dedos até a virilha por cima da legging e se pressionou o clitóris em círculos lentos, me encarando. — Quer ver o quanto você me deixou molhada? — sussurrou rouca —. Tô escorrendo desde que te vi entrar… e só penso em você abrir meus dois buracos até eu não conseguir nem andar. Ela deu mais um passo, colou a pélvis na minha por um segundo, se esfregando na minha ereção evidente. Soltou um gemidinho baixinho no meu pescoço e foi embora, me deixando tremendo. Hoje sexta, entrei com a pica já meio dura só de pensar nela. Encontrei ela no corredor 7, de costas, fingindo ler absorventes. Cheguei perto até colar meu peito nas costas dela. Ainda não toquei nela. Só minha respiração quente na nuca dela. — Tô há cinco dias com a pica pingando por você — sussurrei no ouvido dela, voz rouca e baixa —. Toda vez que te vejo se arquear, imagino enfiando até você gritar meu nome. Ela não se mexeu. Só empurrou a bunda pra trás, esfregando em mim com movimentos lentos e deliberados. — Fiquei enfiando os dedos toda noite — respondeu num suspiro suave —. Gozo pensando na sua pica abrindo minha buceta… e depois o cu. Quero que você encha os dois até escorrer seu leite por todo lado. Enfiei o nariz no cabelo dela, inspirei o cheiro de baunilha e desejo. Desci a boca até a orelha dela. — Me mostra o quanto você tá molhada… agora. Ela levou uma mão pra trás, enfiou os dedos dentro da legging, se masturbou por dois segundos e tirou os dedos encharcados. Enfiou eles na minha boca sem pedir permissão. Chupei devagar, saboreando ela inteira. — Que delícia — rosnei contra os dedos dela —. Agora vira. Vira e me beija como se fosse morrer se não fizer. Ela se virou. Me olhou com olhos pretos de vício. Mordeu o lábio até marcar e se jogou. O beijo foi brutal desde o primeiro segundo: línguas brigando, dentes roçando, saliva se misturando. Agarrou minha pica por cima da calça e apertou com força enquanto gemia contra minha boca. — Mete agora… — ofegou entre beijos —. Primeiro na buceta até eu gozar gritando… e depois arrebenta meu cu até eu não conseguir sentar por uma semana. Levantei o moletom dela por cima dos peitos. Mamilos duros, inchados. Apertei eles forte enquanto continuava devorando a boca dela. Ela desabotoou minha calça com dedos ansiosos. Puxei a legging e a calcinha dela de uma vez. Tava escorrendo, os lábios abertos e brilhando. Enfiei três dedos até o fundo, curvando eles. Ela gozou em menos de trinta segundos, tremendo inteira, molhando minha mão e o chão. Tirei a pica, esfreguei no clitóris dela, entre os lábios, e enfiei de uma vez. Fodi com força, estocadas profundas que faziam ela gemer contra meu pescoço. Depois saí, brilhando dos sucos dela. — Agora o cu — ordenei. Ela virou, apoiou na estante e empinou a raba. Cuspi na minha mão, passei saliva generosa e pressionei a ponta contra o cu apertado dela. — Me arrebenta… por favor — implorou. Entrei devagar no começo, centímetro por centímetro, até estar tudo dentro. Depois acelerei. Sodonizava com estocadas brutais enquanto ela se masturbava o clitóris. Gozou de novo, o cu apertando em espasmos violentos, jorros quentes me salpicando. — Vou encher teu cu de porra — rosnei. — Faz isso… me enche até transbordar — ofegou. Gozei dentro com um rugido, jorros grossos inundando ela por trás. Continuei me mexendo até me esvaziar inteiro. Quando saí, meu sêmen gotejava do cu dela, se misturando com a umidade da buceta. Ela subiu a legging sem se limpar, com minha gozada nos dois buracos. Me beijou fundo, enfiando a língua até a garganta. — Segunda — disse rouca. Lábios inchados e olhos ainda turvos de prazer. E traz camisinhas… porque vou querer que me foda até o amanhecer. Ela foi até o caixa, pernas trêmulas, rabo balançando a cada passo, sabendo que eu tava olhando. Eu fiquei ali, pau sensível, coração acelerado, virei pra cima e bem ali estava, uma câmera de segurança apontando direto pra onde eu tinha acabado de comer essa puta sem nome.
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