Olá, sou o Daniel. Sou bissexual (embora ultimamente tenha sido mais passivo). Atualmente tenho 24 anos. Moro com um coroa de 40 anos (já faz 1 ano que moro com ele). Tenho 1,62m. Sou loirinho. Sou pernudo e bundudo. Não tenho muita barriga. Meu cabelo é liso e um pouco comprido. Meu rosto é um pouco fino, então pareço meio feminino.
Hoje vou contar meus começos nessa parada de ser gay. Espero comentários e espero não incomodar ninguém. Tudo começou no ensino médio, tava cursando o 2º semestre. Naquela época eu era meio gordinho, cheio de espinhas, era um nerd, era o melhor da turma, me esforçava em tudo. Naquela época eu tinha meus amigos e, como era normal, a gente se batia nas bolas, beliscava os peitos um do outro e essas merdas. Mas tinha um parceiro que sempre me dizia coisas que os outros não diziam, coisas tipo: "Por que você não nasceu mulher pra eu comer essa bunda gorda?" ou "Sério, quero te foder".
O tempo passou e, aos poucos, essas coisas foram entrando na minha cabeça, tipo como seria ser comido. Comecei a sentir uma coceirinha aos poucos. Claro que eu gostava de mulher, mas elas não me davam bola por eu ser gordo e nerd. O tempo passou e, dentro de mim, começou a surgir a dúvida. Um dia, quando voltei da escola mais cedo porque as aulas tinham sido canceladas, me deparei com uma cena que mudaria minha vida. Entrei em casa sem fazer barulho e, para minha surpresa, encontrei minha mãe na sala de jantar. Não vão acreditar, mas ela tava em cima da mesa, de pernas pro ar, e um cara tava metendo sem piedade nela. (Minha mãe se chama Emília, era casada com meu pai, tinha na época 34 anos. A verdade é que ela era bonita, media 1,55m e era uma gostosa curvilínea. Já o cara era bem mais velho, uns 45 anos, feio e gordo.) Vi claramente minha mãe, toda aberta, pedindo mais, gemendo e gritando que largaria meu pai por ele. Eles mudaram de posição, ela ficou deitada na mesa de bunda pra cima, e ele continuou fodendo ela. Eu queria entrar e bater nele, mas me segurei. Parece que ele gozou dentro e tirou o pau todo melado. Era pequena, tipo uns 12cm, nada demais. Minha mãe estava se enxugando e, do nada, começou a se vestir. Vendo isso, eu saí pra entrada e fiz barulho pra ela saber que eu tinha chegado. "BOA TARDE, MÃE", gritei. Depois entrei, e ela, toda suada e nervosa, tentou me dar um abraço, mas eu recusei. O cara se escondeu, e sem mais, fui pro meu quarto. A relação com minha mãe nunca mais foi a mesma depois daquilo. Eu odiava ela por trair meu pai, mas no fundo fiquei traumatizado, por ver como ela curtia dar. Depois de 6 meses, minha mãe largou meu pai. Meu pai é bonitão, mas não tinha muito dinheiro, então trabalhava, e ela disse que já tava farta de ser pobre. Aí foi embora com o amante dela, "Seu Ruben", que, mesmo sendo feio, velho e de pau pequeno, tinha grana pra caralho, e era isso que ela queria. Minha irmã e eu ficamos com meu pai. Senti que aquele foi o ponto de virada. Comecei a imaginar paus, e queria sentir o que é ser uma putinha, ainda mais porque as mulheres não me davam bola. Comecei a trabalhar numa tacoaria do meu tio, como garçom nos fins de semana, e foi lá que tive minha primeira aproximação sexual, tanto com um homem quanto com uma mulher. Se quiserem saber mais, comentem.
Hoje vou contar meus começos nessa parada de ser gay. Espero comentários e espero não incomodar ninguém. Tudo começou no ensino médio, tava cursando o 2º semestre. Naquela época eu era meio gordinho, cheio de espinhas, era um nerd, era o melhor da turma, me esforçava em tudo. Naquela época eu tinha meus amigos e, como era normal, a gente se batia nas bolas, beliscava os peitos um do outro e essas merdas. Mas tinha um parceiro que sempre me dizia coisas que os outros não diziam, coisas tipo: "Por que você não nasceu mulher pra eu comer essa bunda gorda?" ou "Sério, quero te foder".
O tempo passou e, aos poucos, essas coisas foram entrando na minha cabeça, tipo como seria ser comido. Comecei a sentir uma coceirinha aos poucos. Claro que eu gostava de mulher, mas elas não me davam bola por eu ser gordo e nerd. O tempo passou e, dentro de mim, começou a surgir a dúvida. Um dia, quando voltei da escola mais cedo porque as aulas tinham sido canceladas, me deparei com uma cena que mudaria minha vida. Entrei em casa sem fazer barulho e, para minha surpresa, encontrei minha mãe na sala de jantar. Não vão acreditar, mas ela tava em cima da mesa, de pernas pro ar, e um cara tava metendo sem piedade nela. (Minha mãe se chama Emília, era casada com meu pai, tinha na época 34 anos. A verdade é que ela era bonita, media 1,55m e era uma gostosa curvilínea. Já o cara era bem mais velho, uns 45 anos, feio e gordo.) Vi claramente minha mãe, toda aberta, pedindo mais, gemendo e gritando que largaria meu pai por ele. Eles mudaram de posição, ela ficou deitada na mesa de bunda pra cima, e ele continuou fodendo ela. Eu queria entrar e bater nele, mas me segurei. Parece que ele gozou dentro e tirou o pau todo melado. Era pequena, tipo uns 12cm, nada demais. Minha mãe estava se enxugando e, do nada, começou a se vestir. Vendo isso, eu saí pra entrada e fiz barulho pra ela saber que eu tinha chegado. "BOA TARDE, MÃE", gritei. Depois entrei, e ela, toda suada e nervosa, tentou me dar um abraço, mas eu recusei. O cara se escondeu, e sem mais, fui pro meu quarto. A relação com minha mãe nunca mais foi a mesma depois daquilo. Eu odiava ela por trair meu pai, mas no fundo fiquei traumatizado, por ver como ela curtia dar. Depois de 6 meses, minha mãe largou meu pai. Meu pai é bonitão, mas não tinha muito dinheiro, então trabalhava, e ela disse que já tava farta de ser pobre. Aí foi embora com o amante dela, "Seu Ruben", que, mesmo sendo feio, velho e de pau pequeno, tinha grana pra caralho, e era isso que ela queria. Minha irmã e eu ficamos com meu pai. Senti que aquele foi o ponto de virada. Comecei a imaginar paus, e queria sentir o que é ser uma putinha, ainda mais porque as mulheres não me davam bola. Comecei a trabalhar numa tacoaria do meu tio, como garçom nos fins de semana, e foi lá que tive minha primeira aproximação sexual, tanto com um homem quanto com uma mulher. Se quiserem saber mais, comentem.
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