Como sempre digo, se for contar, conta como foi, as vitórias e as derrotas.
Tudo indicava que ia ser uma foda apoteótica, ela tava realmente encharcada, a buceta, a bunda, minha cara literalmente banhada nos sucos dela, eu tava chupando a buceta dela como nunca antes, 4 dedos bem dentro, a outra mão passando pelo cú e um dedo entrava com total facilidade, enfiei um vibrador na buceta dela na velocidade máxima, ela tinha virado de lado pra chupar minha rola, eu tava ajoelhado na cama, era uma bagunça total. Num momento, ela vira de barriga pra cima e se mete entre minhas pernas pra chupar minhas bolas, eu me ajeitei pra deixar ela fazer e me posicionei pra chupar a buceta dela, o vibrador saiu, eu abri bem a boca e meti a língua fundo pra sugar todo o néctar dela, o vibrador é de 24x5, tirei e apoiei na bunda dela sem intenção de meter, mas ela se ajeitou como quem diz "vai fundo", com o tanto que tava molhada, ela engoliu sem dificuldade, então agora eu tinha a buceta dela toda na minha boca, separava os lábios com os dedos, abrindo bem aquela xota com dois lábios naturais, literalmente tirava a língua pra lamber todo o suco do amor!
Ela me abraçava com as bolas na boca, depois soltava a esquerda pra chupar a direita e vice-versa, a sensação entre dor e prazer era indescritível, tudo sempre numa espécie de 69, tenho que agradecer aos anos de treino jogando rugby e toda a academia da vida, senão meu pescoço teria reclamado de tanto apoiar a cabeça no colchão, sério, num momento achei que era suor e enxuguei o rosto, mas nem perto, era uma mistura de fluidos corporais divina! Ela chupava com tanta vontade que eu fazia força pra não gozar, sentia de vez em quando ela passava a língua na cabeça da rola juntando o líquido pré-seminal e dizia algo que eu não entendia, a coisa escalou pra um novo nível quando ela mordeu com força bem perto da cabeça da rola, eu gostei, mas não muito. queria te dizer de cara, me morde mais uma vez e eu te dou um tapa na buceta! Dessa vez a mordida foi mais longa e com movimentos de cabeça como se fosse um cachorro brincando com um pano, mas suave! Não consigo explicar o que foi aquilo, a dor misturada com o prazer. Mas como eu falo, eu faço, bati com vontade, o gemido com a pica na boca foi lindo, repeti várias vezes e cada vez mais tesuda ela ficava, depois comecei a apertar as bandas do rabo dela, que sei que isso a deixa louca, então saí da posição que estávamos e coloquei ela de quatro, sempre com o consolo no cu! Mandei ela apoiar o peito no colchão pra eu ter toda a paisagem do meu jeito! Sentei na cama pra começar a maltratar aquelas nádegas carnudas que ela tem, ao mesmo tempo que passava a língua na buceta e, ao abrir as bandas, chupava o cu dilatado, enquanto ela começava a se tocar e, depois de alguns minutos, me deu mais um orgasmo. Levantei e enfiei no cu dela, meti bem fundo, ela mordia o travesseiro pra não gritar. Uns minutos depois, já não conseguia me controlar e gozei bem dentro do rabo, mas estranhamente a pica não perdia a ereção e ela mesma tirou e chupou, soltei mais dois jatos na boca dela, algo que nunca tinha acontecido comigo, mas marcaria o fim da noite mais quente em meses! Fui ao banheiro pra não sujar a cama e depois fui eu, ainda estávamos bem quentes, mas a pica não respondeu! Não teve jeito de subir de novo, ela chupou, bateu uma, colocou entre os peitos e nada! Já eram quase 4 da manhã e não dava pra encarar uma broxada naquela hora, porque não dormiríamos porra nenhuma! Ela meio que ficou puta e eu também, óbvio, mas mesmo assim nos abraçamos de conchinha pra dormir. Acordei perto das 9 e levantei, tava com a pica dura pra caralho, a ponto de ir ao banheiro e ter dificuldade pra mijar. Depois, sentei na sala pra tomar chimarrão e continuei de pica dura, fiz memória e não tinha broxado daquele jeito, então... não foi por isso, ela levanta pra ir ao banheiro e me vê, mas não falou nada. quando sai, vem andando e me diz: agora você vai encher minha buceta, filho da puta!
Ela subiu em cima de mim, me dava cada sentada que eu tinha que segurar ela pra não fazer barulho, já que estávamos colados no outro quarto. ela me comia com tanta vontade que me agarrou pelo pescoço e colocou o peito na minha boca, e falava no meu ouvido: "não tá mais subindo, hein? o velho já tá batendo, vai ter que usar viagra". eu disse: "se eu tomar, te como por horas e você não vai aguentar!"
Ela teve dois orgasmos quase seguidos e eu enchi a buceta dela de porra, molhamos a cadeira recém-estofada, deixando a marca do amor que não sai, kkkkkkkk.
Ela tomou um chimarrão e, assim toda leitada, foi pra cama, mas não sem antes me dizer: "compra o viagra e aí a gente vê quem não aguenta.
Tudo indicava que ia ser uma foda apoteótica, ela tava realmente encharcada, a buceta, a bunda, minha cara literalmente banhada nos sucos dela, eu tava chupando a buceta dela como nunca antes, 4 dedos bem dentro, a outra mão passando pelo cú e um dedo entrava com total facilidade, enfiei um vibrador na buceta dela na velocidade máxima, ela tinha virado de lado pra chupar minha rola, eu tava ajoelhado na cama, era uma bagunça total. Num momento, ela vira de barriga pra cima e se mete entre minhas pernas pra chupar minhas bolas, eu me ajeitei pra deixar ela fazer e me posicionei pra chupar a buceta dela, o vibrador saiu, eu abri bem a boca e meti a língua fundo pra sugar todo o néctar dela, o vibrador é de 24x5, tirei e apoiei na bunda dela sem intenção de meter, mas ela se ajeitou como quem diz "vai fundo", com o tanto que tava molhada, ela engoliu sem dificuldade, então agora eu tinha a buceta dela toda na minha boca, separava os lábios com os dedos, abrindo bem aquela xota com dois lábios naturais, literalmente tirava a língua pra lamber todo o suco do amor!
Ela me abraçava com as bolas na boca, depois soltava a esquerda pra chupar a direita e vice-versa, a sensação entre dor e prazer era indescritível, tudo sempre numa espécie de 69, tenho que agradecer aos anos de treino jogando rugby e toda a academia da vida, senão meu pescoço teria reclamado de tanto apoiar a cabeça no colchão, sério, num momento achei que era suor e enxuguei o rosto, mas nem perto, era uma mistura de fluidos corporais divina! Ela chupava com tanta vontade que eu fazia força pra não gozar, sentia de vez em quando ela passava a língua na cabeça da rola juntando o líquido pré-seminal e dizia algo que eu não entendia, a coisa escalou pra um novo nível quando ela mordeu com força bem perto da cabeça da rola, eu gostei, mas não muito. queria te dizer de cara, me morde mais uma vez e eu te dou um tapa na buceta! Dessa vez a mordida foi mais longa e com movimentos de cabeça como se fosse um cachorro brincando com um pano, mas suave! Não consigo explicar o que foi aquilo, a dor misturada com o prazer. Mas como eu falo, eu faço, bati com vontade, o gemido com a pica na boca foi lindo, repeti várias vezes e cada vez mais tesuda ela ficava, depois comecei a apertar as bandas do rabo dela, que sei que isso a deixa louca, então saí da posição que estávamos e coloquei ela de quatro, sempre com o consolo no cu! Mandei ela apoiar o peito no colchão pra eu ter toda a paisagem do meu jeito! Sentei na cama pra começar a maltratar aquelas nádegas carnudas que ela tem, ao mesmo tempo que passava a língua na buceta e, ao abrir as bandas, chupava o cu dilatado, enquanto ela começava a se tocar e, depois de alguns minutos, me deu mais um orgasmo. Levantei e enfiei no cu dela, meti bem fundo, ela mordia o travesseiro pra não gritar. Uns minutos depois, já não conseguia me controlar e gozei bem dentro do rabo, mas estranhamente a pica não perdia a ereção e ela mesma tirou e chupou, soltei mais dois jatos na boca dela, algo que nunca tinha acontecido comigo, mas marcaria o fim da noite mais quente em meses! Fui ao banheiro pra não sujar a cama e depois fui eu, ainda estávamos bem quentes, mas a pica não respondeu! Não teve jeito de subir de novo, ela chupou, bateu uma, colocou entre os peitos e nada! Já eram quase 4 da manhã e não dava pra encarar uma broxada naquela hora, porque não dormiríamos porra nenhuma! Ela meio que ficou puta e eu também, óbvio, mas mesmo assim nos abraçamos de conchinha pra dormir. Acordei perto das 9 e levantei, tava com a pica dura pra caralho, a ponto de ir ao banheiro e ter dificuldade pra mijar. Depois, sentei na sala pra tomar chimarrão e continuei de pica dura, fiz memória e não tinha broxado daquele jeito, então... não foi por isso, ela levanta pra ir ao banheiro e me vê, mas não falou nada. quando sai, vem andando e me diz: agora você vai encher minha buceta, filho da puta!
Ela subiu em cima de mim, me dava cada sentada que eu tinha que segurar ela pra não fazer barulho, já que estávamos colados no outro quarto. ela me comia com tanta vontade que me agarrou pelo pescoço e colocou o peito na minha boca, e falava no meu ouvido: "não tá mais subindo, hein? o velho já tá batendo, vai ter que usar viagra". eu disse: "se eu tomar, te como por horas e você não vai aguentar!"
Ela teve dois orgasmos quase seguidos e eu enchi a buceta dela de porra, molhamos a cadeira recém-estofada, deixando a marca do amor que não sai, kkkkkkkk.
Ela tomou um chimarrão e, assim toda leitada, foi pra cama, mas não sem antes me dizer: "compra o viagra e aí a gente vê quem não aguenta.
1 comentários - Polvo cortado, se cuentan las ganadas y perdidas