A Luz já praticamente morava comigo, como contei, a gente se entrosou muito rápido e criou um carinho imenso. Além disso, não ficou aquela coisa chata que costuma acontecer quando se mora com a parceira, a gente sempre fazia coisas para deixar o outro com tesão e, quando nos encontrávamos, partíamos para uma boa trepada — embora ela sempre levasse vantagem, me mandando um monte de fotos no banho, na cama ou em qualquer canto da casa. Quase sempre a mensagem de bom dia dela vinha acompanhada de alguma foto sexy. Como uma coisa dessas ia ser chata? Eu tentava fazer algo parecido, tipo quando ela estava na faculdade, mandava uma foto do meu pau dizendo que estava esperando ela em casa, ou contava que estava me masturbando pensando nela. E ela sempre pedia a mesma coisa: "Não goza, quero tomar o leite" ou "Não goza, quero que você jore na minha buceta, nas tetas, na bunda, etc." — onde ela imaginasse na hora.
Um dia, fui buscar umas ferramentas na casa do meu sogro, que pedi emprestadas porque a gente quia mudar algumas coisas na nossa casa. Nós dois estávamos lá. Tinha combinado de buscar a Luz na faculdade, e quando contei, ela me pediu o favor de levar um pote de comida pra Ana. Ficava praticamente no caminho, então não neguei. Antes de ir, avisei por mensagem.
**Eu:** Oi, Ana, passei na sua casa e, como tenho que buscar a Luz, o "M" (marido dela) me pediu pra deixar a comida pra você.
**Ana:** Oi, tudo bem? Bom, obrigada. Esse cara é um otário, não vejo ele há dias e falei que tinha preparado algo pra ele.
**Eu:** Bom, não sei. Se quiser, falo pra ele ir.
**Ana:** Depende.
**Eu:** Depende do quê?
**Ana:** Se você gostar do que preparei, pode ficar com ele você.
**Eu:** O que é?
Imediatamente, chegou uma foto dela toda de enfermeira e muito, mas muito pelada. Meu pau ficou duro na hora.
**Ana:** Quer ficar com ele?
**Eu:** Não sei se era o que a gente tinha combinado antes, mas óbvio que gostei.
**Ana:** Faz tempo que vocês não me convidam. E se eu pedir permissão pra Luz?
**Eu:** Isso é outra coisa.
Alguns minutos depois, chegou uma captura de tela de... Ana, conversando com a Luz pedindo permissão, no começo ela recusou, mas era verdade que a gente não estava cumprindo nossa parte fazia um tempo, e ela acabou concordando por isso. Eu: Se sua filha não tem problema, eu também não. Ana: Entra no estacionamento e me espera em algum lugar escondido. Cheguei, avisei. Pouco tempo depois vi ela andando pelo pátio levantando a cabeça para encontrar o carro até que conseguiu, sentou no banco do passageiro e me agradeceu pela comida. Ana: Pode acreditar que mandei uma foto pro "M" mostrando e mesmo assim te chamo. Eu: Da próxima não aceito, e que venha ele se te incomoda tanto. Disse fingindo estar ofendido. Ana: Não, genrinho, óbvio que eu adoro que você venha. É a primeira vez e espero que não seja a última. Eu: Bom, aqui está a comida. Ana: Obrigada, mas eu gostaria de começar pela sobremesa, posso? Disse inclinando-se para mim e apoiando a mão no meu pau. Eu: Como quiser. Ana: Ficou bravo? Vou fazer passar. Tirei meu pau da calça e da cueca, ele batia um pouco no rosto dela e ela beijava, quando ficou bem babado ela começou a chupar forte só com a boca, em 3 chupadas já estava bem duro. Ana: É um pouco incômodo chupar seu pau aqui, as alavancas e o volante atrapalham. Eu: A Luz não tem dificuldade em chupar meu pau enquanto eu dirijo. Disse para deixar a situação mais picante. Ana: Ah é? Ela te chupa aqui enquanto você dirige? Eu: Sim, quando estamos esperando alguma coisa, ou ela enjoa da viagem, ela aproveita. Ana: Como você tem minha filha, hein. Eu: Então vem pra cá. Me sentei na parte de trás do lado do motorista, bem colado na porta para que ela ficasse de quatro sobre o banco, abaixei um pouco a calça dela e quando vi um thong terrível tive vontade de dar umas palmadas na bunda dela, depois a puxei para brincar com sua buceta e cu. Enquanto ela gemia chupando e se molhando aos poucos, os engasgos eram espetaculares, além da tesão de alguém nos ver, eu não teria problemas mas ela sim, era o trabalho dela e ainda conheciam o marido dela, ia ficar parecendo uma puta tremenda, se é que já não a viam assim. Olhei o relógio e estava ficando tarde para buscar a Luz, não queria que ela ficasse sozinha na calçada da faculdade de noite. Eu: Você não queria rola não? Vem, sobe e acaba com toda a minha rola, que eu tenho que ir buscar sua filha. Ela tirou uma das pernas da calça para subir confortável e sentou de uma vez, enfiando toda a minha rola até o fundo enquanto eu agarrava aquele bundaço grande e duro que ela tem. Ana: Que rola gostosa que você tem, me bate, me bate. Dei umas palmadas na bunda dela, continuei agarrando a bunda, e voltei a dar umas palmadas mais fortes. Eu: Gostou? Ana: Sim, genro, você tem a rola muito dura, está doendo, preciso de leite. Eu: Anda logo, vai. Ana: Estou tentando, mas está difícil porque dói. Eu: Vai, puta, que tenho que ir buscar sua filha, acaba com a rola de uma vez, cavalga forte, aguenta. Pra que falei isso? Ela cavalgou tão forte que não dava para segurar os gemidos, que só pioravam, e a tensão de sermos ouvidos ou vistos aumentava, mas ela não ligava, até que conseguiu. E sujou toda a minha rola e um pouco da calça. Ana: Obrigada, eu precisava. Eu: Obrigada o quê? Vem aqui e toma o leite. Ela se ajeitou como pôde para chupar, até sair tudo. Mas cometi o erro de, segundos antes de gozar, apertar a cabeça dela para baixo, enfiando a minha rola o mais fundo que pude, gozando além da garganta, e sem conseguir engolir era óbvio que ela ia tossir e cuspir um pouco, sujou ainda mais a minha calça, tentei limpar um pouco mas ficou meio sujo mesmo, nos despedimos e ela foi embora, ao descer do carro deu só alguns passos e abaixou a calça de novo mostrando a bunda, me jogou um beijo, piscou o olho e foi embora rindo. Empreendi rapidamente a viagem até a faculdade, a Luz já estava lá fora. Ela entrou no carro e eu perguntei. Eu: Saiu faz muito tempo? L: Não, menos de 5 minutos, o que foi que demorou? Eu: É, fui levar comida pra sua mãe, ela disse que te avisou. Ela me olhou surpresa e imediatamente olhou para minha virilha.
Luz: Por que você tá com a calça suja?
Eu: Como assim por quê? Se sua mãe te contou.
Luz: Pra mim ela não disse nada, você comeu ela?
Eu: Sim, mas ela me disse que pediu sua permissão.
Luz: Por que você me mente, filho da puta?
Eu: Não tô te mentindo, meu amor, olha.
Mostrei a captura de tela, e ela acreditou.
Luz: Que mentirosa de merda, agora ela vai ver.
Pegou o celular e ligou pra ela, mas não atendeu. O que vocês fizeram?
Eu: A verdade?
Luz: Sim.
Eu: Ela chupou meu pau sentada aí onde você está, disse que era desconfortável e eu respondi que você me chupava aqui várias vezes e fazia perfeitamente. O rosto dela começou a mudar de raiva para perversão e morbidez.
Luz: Então eu chupo perfeitamente aqui?
Eu: Sim, eu adoro.
Luz: E o que mais? Me conta.
Começou a chupar meu pau.
Eu: Tivemos que ir lá atrás pra ela ficar mais confortável, ela chupou mais um tempo enquanto eu apertava a bunda e a buceta dela. Depois ela subiu e disse que doía porque estava muito duro, foi difícil mas ela conseguiu sentar e depois eu gozei na boca dela. Quando ela foi embora, abaixou um pouco a calça pra me mostrar o rabo e eu vim te buscar.
Luz: Faz tudo igual comigo e é bom que tenha sobrado porra e esteja gostosa.
Fomos lá atrás e repetimos tudo, nela não doía tanto porque ela estava acostumada com meu pau. Ao voltar e chegar em casa, Ana ligou para a filha e aí começou uma briga forte por telefone.
Um dia, fui buscar umas ferramentas na casa do meu sogro, que pedi emprestadas porque a gente quia mudar algumas coisas na nossa casa. Nós dois estávamos lá. Tinha combinado de buscar a Luz na faculdade, e quando contei, ela me pediu o favor de levar um pote de comida pra Ana. Ficava praticamente no caminho, então não neguei. Antes de ir, avisei por mensagem.
**Eu:** Oi, Ana, passei na sua casa e, como tenho que buscar a Luz, o "M" (marido dela) me pediu pra deixar a comida pra você.
**Ana:** Oi, tudo bem? Bom, obrigada. Esse cara é um otário, não vejo ele há dias e falei que tinha preparado algo pra ele.
**Eu:** Bom, não sei. Se quiser, falo pra ele ir.
**Ana:** Depende.
**Eu:** Depende do quê?
**Ana:** Se você gostar do que preparei, pode ficar com ele você.
**Eu:** O que é?
Imediatamente, chegou uma foto dela toda de enfermeira e muito, mas muito pelada. Meu pau ficou duro na hora.
**Ana:** Quer ficar com ele?
**Eu:** Não sei se era o que a gente tinha combinado antes, mas óbvio que gostei.
**Ana:** Faz tempo que vocês não me convidam. E se eu pedir permissão pra Luz?
**Eu:** Isso é outra coisa.
Alguns minutos depois, chegou uma captura de tela de... Ana, conversando com a Luz pedindo permissão, no começo ela recusou, mas era verdade que a gente não estava cumprindo nossa parte fazia um tempo, e ela acabou concordando por isso. Eu: Se sua filha não tem problema, eu também não. Ana: Entra no estacionamento e me espera em algum lugar escondido. Cheguei, avisei. Pouco tempo depois vi ela andando pelo pátio levantando a cabeça para encontrar o carro até que conseguiu, sentou no banco do passageiro e me agradeceu pela comida. Ana: Pode acreditar que mandei uma foto pro "M" mostrando e mesmo assim te chamo. Eu: Da próxima não aceito, e que venha ele se te incomoda tanto. Disse fingindo estar ofendido. Ana: Não, genrinho, óbvio que eu adoro que você venha. É a primeira vez e espero que não seja a última. Eu: Bom, aqui está a comida. Ana: Obrigada, mas eu gostaria de começar pela sobremesa, posso? Disse inclinando-se para mim e apoiando a mão no meu pau. Eu: Como quiser. Ana: Ficou bravo? Vou fazer passar. Tirei meu pau da calça e da cueca, ele batia um pouco no rosto dela e ela beijava, quando ficou bem babado ela começou a chupar forte só com a boca, em 3 chupadas já estava bem duro. Ana: É um pouco incômodo chupar seu pau aqui, as alavancas e o volante atrapalham. Eu: A Luz não tem dificuldade em chupar meu pau enquanto eu dirijo. Disse para deixar a situação mais picante. Ana: Ah é? Ela te chupa aqui enquanto você dirige? Eu: Sim, quando estamos esperando alguma coisa, ou ela enjoa da viagem, ela aproveita. Ana: Como você tem minha filha, hein. Eu: Então vem pra cá. Me sentei na parte de trás do lado do motorista, bem colado na porta para que ela ficasse de quatro sobre o banco, abaixei um pouco a calça dela e quando vi um thong terrível tive vontade de dar umas palmadas na bunda dela, depois a puxei para brincar com sua buceta e cu. Enquanto ela gemia chupando e se molhando aos poucos, os engasgos eram espetaculares, além da tesão de alguém nos ver, eu não teria problemas mas ela sim, era o trabalho dela e ainda conheciam o marido dela, ia ficar parecendo uma puta tremenda, se é que já não a viam assim. Olhei o relógio e estava ficando tarde para buscar a Luz, não queria que ela ficasse sozinha na calçada da faculdade de noite. Eu: Você não queria rola não? Vem, sobe e acaba com toda a minha rola, que eu tenho que ir buscar sua filha. Ela tirou uma das pernas da calça para subir confortável e sentou de uma vez, enfiando toda a minha rola até o fundo enquanto eu agarrava aquele bundaço grande e duro que ela tem. Ana: Que rola gostosa que você tem, me bate, me bate. Dei umas palmadas na bunda dela, continuei agarrando a bunda, e voltei a dar umas palmadas mais fortes. Eu: Gostou? Ana: Sim, genro, você tem a rola muito dura, está doendo, preciso de leite. Eu: Anda logo, vai. Ana: Estou tentando, mas está difícil porque dói. Eu: Vai, puta, que tenho que ir buscar sua filha, acaba com a rola de uma vez, cavalga forte, aguenta. Pra que falei isso? Ela cavalgou tão forte que não dava para segurar os gemidos, que só pioravam, e a tensão de sermos ouvidos ou vistos aumentava, mas ela não ligava, até que conseguiu. E sujou toda a minha rola e um pouco da calça. Ana: Obrigada, eu precisava. Eu: Obrigada o quê? Vem aqui e toma o leite. Ela se ajeitou como pôde para chupar, até sair tudo. Mas cometi o erro de, segundos antes de gozar, apertar a cabeça dela para baixo, enfiando a minha rola o mais fundo que pude, gozando além da garganta, e sem conseguir engolir era óbvio que ela ia tossir e cuspir um pouco, sujou ainda mais a minha calça, tentei limpar um pouco mas ficou meio sujo mesmo, nos despedimos e ela foi embora, ao descer do carro deu só alguns passos e abaixou a calça de novo mostrando a bunda, me jogou um beijo, piscou o olho e foi embora rindo. Empreendi rapidamente a viagem até a faculdade, a Luz já estava lá fora. Ela entrou no carro e eu perguntei. Eu: Saiu faz muito tempo? L: Não, menos de 5 minutos, o que foi que demorou? Eu: É, fui levar comida pra sua mãe, ela disse que te avisou. Ela me olhou surpresa e imediatamente olhou para minha virilha.
Luz: Por que você tá com a calça suja?
Eu: Como assim por quê? Se sua mãe te contou.
Luz: Pra mim ela não disse nada, você comeu ela?
Eu: Sim, mas ela me disse que pediu sua permissão.
Luz: Por que você me mente, filho da puta?
Eu: Não tô te mentindo, meu amor, olha.
Mostrei a captura de tela, e ela acreditou.
Luz: Que mentirosa de merda, agora ela vai ver.
Pegou o celular e ligou pra ela, mas não atendeu. O que vocês fizeram?
Eu: A verdade?
Luz: Sim.
Eu: Ela chupou meu pau sentada aí onde você está, disse que era desconfortável e eu respondi que você me chupava aqui várias vezes e fazia perfeitamente. O rosto dela começou a mudar de raiva para perversão e morbidez.
Luz: Então eu chupo perfeitamente aqui?
Eu: Sim, eu adoro.
Luz: E o que mais? Me conta.
Começou a chupar meu pau.
Eu: Tivemos que ir lá atrás pra ela ficar mais confortável, ela chupou mais um tempo enquanto eu apertava a bunda e a buceta dela. Depois ela subiu e disse que doía porque estava muito duro, foi difícil mas ela conseguiu sentar e depois eu gozei na boca dela. Quando ela foi embora, abaixou um pouco a calça pra me mostrar o rabo e eu vim te buscar.
Luz: Faz tudo igual comigo e é bom que tenha sobrado porra e esteja gostosa.
Fomos lá atrás e repetimos tudo, nela não doía tanto porque ela estava acostumada com meu pau. Ao voltar e chegar em casa, Ana ligou para a filha e aí começou uma briga forte por telefone.
5 comentários - Luz, Ana e Eu 13